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PRONAC 200908Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Olho de Peixe Morto

RICARDO ALVARENGA HIRATA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-04-01
Término
2023-04-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Proposta de montagem e circulação de espetáculo teatral "Olho de Peixe Morto" com atividades paralelas de leituras dramáticas e contrapartida formativa.

Sinopse

APRESENTAÇÃO TEATRAL Os seus olhos já deixaram de brilhar por algum tempo? Sim, mas passou. Como seria, se eles nunca mais voltassem a brilhar? Bitucas de cigarro caindo do décimo andar. Gargalhadas. Oscar, 24 anos, não sai de casa há mais de um ano. Não estuda, não trabalha e não está nem aí. A não ser por um pensamento recorrente: não passa um dia sequer sem pensar em tirar a própria vida. Baseada em sofrimentos reais, Olho de Peixe Morto narra a história de um jovem depressivo e sua luta por um propósito de vida. Nina, 18 anos parece ser a faisca que trará de volta a luz aos olhos. Mas nessa historia, veremos o que acontece quando um ser humano coloca o seu sentido de vida em outro ser humano. Classificação indicativa: 14 anos LEITURA DRAMÁTICA Leitura dramática da obra Olho de Peixe Morto de Ricardo Hirata e Gustavo Moron, a história de um jovem depressivo e sua luta por um propósito de vida. Nina, 18 anos parece ser a faisca que trará de volta a luz aos olhos. Mas nessa historia, veremos o que acontece quando um ser humano coloca o seu sentido de vida em outro ser humano. Classificação indicativa: 14 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL Montagem e temporada do espetáculo teatral Olho de Peixe Morto de Ricardo Hirata e Gustavo Maron pautando o tema do suicídio entre jovens. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Montagem e circulação com 20 apresentações da obra teatral Olho de Peixe Morto na cidade de São Paulo. - Realização de 6 leituras dramáticas do texto Olho de Peixe Morto em escolas públicas da cidade de São Paulo. - Oferecimento de 6 atividades formativas em instituições públicas de ensino no formato bate-papo com dramaturgo/psicanalistas sobre o tema discutido na obra teatral, o suicídio.

Justificativa

Este projeto se justifica dentro da Lei de Incentivo à Cultura por atender às seguintes especificidades da lei: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Esta proposta está contemplada também no Art 3°: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

A peça terá duração de aproximadamente 1h 40 minutos.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas adaptados ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: audiodescrição LEITURAS DRAMÁTICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas adaptados ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: nao se aplica ATIVIDADE FORMATIVA ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas adaptados ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: não se aplica

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; LEITURAS DRAMÁTICAS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Ricardo Hirata: responsável técnico e administrativo, dramaturgia Gustavo Moron: dramaturgia Gonzaga Pedrosa: direção Gabriel Lodi: ator Giovanna Paiva: atriz Cacau Fonseca: atriz Alexandre Martins: sonoplastia CURRÍCULOS Ricardo Hirata é psicanalista com formação pelo CEP-SP, escritor com especialização em escrita literária pelo ISE – Vera Cruz, mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP. Professor de pós-graduação em cursos de Psicologia. Autor de artigos científicos, contos e romances. Em parceria com pacientes e grupos de intervenção clínica em instituições, é coautor de peças de teatro e livros de cartas-poemas. Gonzaga Pedrosa é diretor, ator e preparador de atores. Graduado pela ESPM, Escola Superior de Propaganda e Marketing; estudou teatro com o diretor Rofran Fernandes, em São Paulo; Ècole Philippe Gaulier, The Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre e The Russian School of Acting, na Inglaterra; e uma "vivência" no Odin Teatret, na Dinamarca. Dirigiu "Reflexo Guimarães", "Tempo de Viver", "O Mercador de Veneza”, entre outros. Atuou em “Caixa de Memórias”, “A Ilusão Cômica” e “A Bilha Quebrada”, com direções de Márcio Aurélio; “Assim É, Se Lhe Parece", com direção de Marco Antonio Pâmio; “Os Possessos”, com direção de Antônio Abujamra; “Sábado, Domingo e Segunda”, com direção de Marcelo Marchioro; “O Amor Venceu”, com direção de Bárbara Bruno, entre outros. Fez assistência de direção para Márcio Aurélio, Marco Antônio Pâmio e Antonio Abujamra. Gabriel Lodi, ator, com formação em teatro pela Companhia Satyros em 2018. Em menos de dois anos de carreira profissional, atuou em quatro peças teatrais, dois curta-metragem, duas webséries, uma série para TV e dois longa-metragem. Entre as peças teatrais, destaca-se o Cabaret Transperipatético, montagem original com dramaturgia coletiva de artistas independentes. Está no elenco da nova série da HBO, "Todos Nós" e é um dos protagonistas no novo longa da diretora Eliane Café, "Para onde voam as feiticeiras".Gabriel LodiRG 34.381.740-8; CPF 337.728.998-46; DRT 0050906/SP. Giovanna Paiva é atriz (DRT 0050124/SP) e estudante de Licenciatura em Arte-Teatro pelo Instituto de Artes da UNESP. Formada em Moda pela Sigbol (2018) com especialidade em Figuro. Atriz, produtora e figurinista do espetáculo Cora Primavera (2018). Atriz e figurinista do espetáculo Barro Homem Barra Mulher (2017) do Núcleo Barro 3. Atriz do espetáculo Dias de Independência (2018), com direção e dramaturgia de Marcos Damigo e cenografia de Vera Hamburger. Atriz do espetáculo "A Encomenda" com dramaturgia e direção de Heloísa Cardoso. Em 2015 participou do Festival De Generadas no Sesc Santana. Em 2017 pesquisou Aproximação e distanciamento em Brecht a partir de oficinas com a diretora Laura Brauer. Em 2018 realizou o Workshop especial da MITsp com o diretor polonês Krystian Lupa. Atualmente atua como atriz e figurinista da Associação Cultural Santa Companhia de Teatro e do Núcleo Barro 3. Cacau Fonseca, DRT 36002/SP. É atriz, locutora e apresentadora. Formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul (2011). Em 2003 , iniciou seus estudos em Arte Dramática, no Teatro Escola Macunaíma. No mesmo ano, conclui o Técnico em Radialismo com Ênfase em Locução, na Rádioficina - Escola de Mídia Eletrônica, e desde então atua como locutora de eventos e ações comerciais. Como atriz, integrou o elenco de variados trabalhos, tendo como referência grandes nomes da literatura universal. Participa de vários workshops e oficinas, dentre eles o Laboratório de Dramaturgia Antropofágica, ministrado pela diretora Cibele Forjaz no Cena de Teatro - Festival de Teatro de São Caetano do Sul; O Laboratório Dramático do ator, por Antônio Januzelli e O jogo com a Peça Didática de Bertolt Brecht, com a diretora alemã Swantje Nolke e Ingrid Dormien Koudela, no TUSP. Hoje, integra o Acorda Coletivo, grupo teatral composto por 24 mulheres com direção e orientação de Juliana Sanches. Alexandre Martins é músico com formação na UNICAMP (turma de composição de 2005), sonoplasta, sound designer e técnico de som, com grande foco em tecnologia musical, sendo monitor da disciplina Tecnologia Musical, ministrada por Eduardo Duffles Andrade. Ainda como graduando pesquisou em iniciação científica sobre acústica e técnicas de microfonação e participou de dois concursos da Audio Engineering Society (AES) de gravação de música clássica, onde conseguiu o primeiro prêmio nos dois anos (2006 e 2007). Trabalhou gravando diversas orquestras, incluindo a Sinfônica de Campinas, a Orquestra da UNICAMP, a Sinfônica de São Carlos e a Sinfônica de São Caetano. Fez o curso de sonoplastia da SP Escola de Teatro na turma de 2017 e desde então tem trabalhado como operador e assistente em diversos espetáculos como Diásporas (2017), Frango com Ameixas (2017), A Profissão da Senhora Warren (2018), A Milionária (2018), Colegas (2018), A Catástrofe do Sucesso (2019) e Ator Mente (2019). Assumiu a direção musical e trilha sonora de dois espetáculos do Grupo TAPA, Anatol (2018) e O Jardim das Cerejeiras (2019).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.