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PRONAC 200915Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Sonho Palco - Maria Clara Machado

CIRANDA DE 3 TRUPE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 999,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-03-23
Término
2023-03-23
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Projeto cultural na área das artes cênicas, voltado para o público infantil e infanto-juvenil, que prevê a montagem e temporada de apresentações de duas peças teatrais de autoria de Maria Clara Machado, são elas: "Os Cigarras e os Formigas" uma comédia-romântica infanto-juvenil escrita em 1974, livremente inspirada na fábula "A Cigarra e a Formiga" e na obra shakespeariana "Romeu e Julieta", e "Quem matou o leão?" uma comédia de picadeiro com muita palhaçada e suspense escrita em 1977.

Sinopse

O projeto prevê a realização de duas peças teatrais, ambas escritas por Maria Clara Machado, voltadas para o público infantil e infanto-juvenil. A seguir apresentamos a sinopse de cada uma delas: Sinopse: OS CIGARRAS E OS FORMIGAS Classificação indicativa: Livre para todas as idades. Numa pacata praça de uma cidade qualquer do interior do Brasil, moram a família dos Cigarras, a família dos Formigas e três irmãs fofoqueiras. A família dos Cigarras é inimiga da família dos Formigas. Mas seus filhos estão apaixonados. Depois de uma sorte de acontecimentos forjados pelas três vizinhas fofoqueiras, que querem casar seu sobrinho Haroldinho, com Julieta a filha dos Formigas, as famílias inimigas terão que rever as suas diferenças. Enredo inspirado na fábula milenar da cigarra e da formiga e no drama shakespeariano “Romeu e Julieta”, com a diferença que em Shakespeare o final da história é trágico e na história de Maria Clara Machado é renovador. Sinopse: QUEM MATOU O LEÃO? Classificação indicativa: Livre para todas as idades. Peça em 2 atos, sem intervalo Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor! Um espetáculo de humor e suspense, uma comédia de picadeiro. Durante uma récita do famoso CIRCO SERELEPE um imprevisto acontece. O famoso leão Mussolini, a grande estrela da noite, entra em cena e cai morto. Todos os presentes são suspeitos, a trama segue repleta do humor dos quatro palhaços do circo – Tampinha, Sapoti, Soluço e Juvenal, que colorem de risos a investigação criminal conduzida por Enrico Bulcone e seu ajudante trapalhão Canetone. Mas afinal, quem matou o leão?

Objetivos

Objetivos Gerais: Promover o encontro do público infantil e infanto juvenil com a obra de uma das mais importantes escritoras brasileiras, Maria Clara Machado. Dialogar com a criança dos dias de hoje apresentando montagens contemporâneas de duas peças da autora, de estilos diversos, e ambas com conteúdo poético e humanístico. Objetivos específicos: Realizar, com uma única equipe de criação e um elenco fixo, a montagem de dois textos teatrais voltados para o público infantil e infanto-juvenil - "Os Cigarras e os Formigas" e "Quem matou o leão?" _ ambos selecionados da valorosa obra teatral criada por Maria Clara Machado, ao longo de quase cinquenta anos dedicados à produção de teatro para crianças. Cada texto será apresentado em temporada de 10 semanas, com três sessões semanais, totalizando 30 apresentações de cada peça, uma estimativa de público de 9.000 espectadores em cada montagem. Em números totais seriam 02 peças, 60 sessões abertas ao público, 18.000 espectadores, entre crianças e adultos. Promover um programa de estágio artístico para jovens. Inspirado no espírito amador e de formação artística de O Tablado, teatro fundado pela autora Maria Clara Machado, localizado no Rio de Janeiro, onde apresentou todas as montagens de seus textos, o projeto prevê a participação de jovens atores em formação, estudantes de teatro, como estagiários, que irão participar do elenco e/ou em funções técnicas em todas as duas montagens, contribuindo para a inserção dos jovens nas práticas artísticas do teatro. Formar novas plateias, despertando o gosto pelo teatro, e pela obra dessa autora incrível, que ao longo de sua vida dedicou-se a escrever para as crianças sobre os assuntos da vida, da morte, da humanidade, da cultura, da natureza. Realizar ação de contrapartida social, que prevê o oferecimento de 02 (dois) ensaios abertos de cada uma das montagens, exclusivos para a Rede pública de ensino, totalizando o atendimento à 1.200 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários.

Justificativa

A solicitação de apoio ao Ministério do Turismo / Secretaria Especial de Cultura para aprovação do projeto "Sonho Palco Maria Clara Machado", visando benefícios da Lei Federal de Incentivo à cultura, justifica-se pelo exposto nas próximas linhas. "Sonho Palco Maria Clara Machado" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, com previsão de acesso através de venda de ingressos, de distribuição gratuita de ingressos,além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "Sonho Palco Maria Clara Machado" prevê a montagem teatral de dois textos da escritora brasileira Maria Clara Machado, oferecendo ao público o contato com sua inestimável obra. A autora é considerada uma das mais importantes dramaturgas brasileiras, que dedicou sua vida à criação de uma obra voltada para o público infantil e infanto juvenil. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País". O projeto "Sonho Palco Maria Clara Machado" tem por objetivo a realização de dois espetáculos de teatro voltados para o público infantil e infanto juvenil, com previsão de programa de estágio para jovens atores e estudantes de teatro, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - inciso I - linha "a" da Lei 8.313/91, que diz: "concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil". O projeto "Sonho Palco Maria Clara Machado" tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de dois espetáculos de teatro voltados para o público infantil e infanto juvenil, com acesso aberto ao público, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Por fim, O projeto "Sonho Palco Maria Clara Machado" prevê ação de democratização através de distribuição gratuita de ingressos, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a, que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".

Especificação técnica

O projeto prevê a realização de duas peças teatrais, ambas escritas por Maria Clara Machado, voltadas para o público infantil e infanto-juvenil. A seguir apresentamos o detalahamento técnico de cada uma das peças: OS CIGARRAS E OS FORMIGAS - Comédia Musical em um ato; - Classificação indicativa: Livre para todas as idades; - Duração de 50 minutos; - Total de 11 personagens em cena; - Cenografia: ambietação de uma praça com as fachadas das casas de cada uma das famílias, um grande relógio central. QUEM MATOU O LEÃO? - Peça em 2 atos, sem intervalo; - Classificação indicativa: Livre para todas as idades; - Duração 50 minutos; - Total de 16 personagens em cena; - Cenografia: ambientação picadeiro e bastidores de um circo.

Acessibilidade

Em atendimento ao Capítulo IV – da acessibilidade, democratização, do acesso e das ações complementares, seção I, da acessibilidade, artigo 18, da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade: Quanto à acessibilidade física: - Para a realização das temporadas de apresentações abertas ao público, o proponente se compromete à optar por teatros e/ou salas de apresentação que ofereçam infraestrutura e condições adequadas para atendimento aos portadores de necessidades especiais. Quanto à acessibilidade de conteúdo: - Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em 02 sessões de cada uma das peças previstas no projeto, totalizando 04 sessões com acessibilidade. Destacamos que todos os custos relacionados às medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento físico e financeiro, e que em todo o material de promoção e divulgação do projeto haverá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Capítulo IV, Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 20 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que será adotado o seguinte plano de distribuição: - Doação de 20% da lotação, em todas as apresentações, para público de baixa renda que não possui recursos para comprar ingressos, em especial atenção às crianças e jovens matriculados nas redes públicas de ensino, conforme previsto no Artigo 20 - Inciso I - linha "a" - Comercialização de 10% da lotação, em todas as sessões, com valor que não ultrapasse o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, conforme previsto no Artigo 20 - Inciso I - linha "d" Em atendimento à Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 21 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019 informamos que será adotada a seguinte medida de ampliação de acesso: - disponibilizar, na Internet (canal Youtue), registros audiovisuais das 02 montagens teatrais previstas no projeto, após o término das temporadas, conforme previso no Artigo 21 - Inciso III.

Ficha técnica

Textos Maria Clara Machado Direção Sergio Maciel “Os Cigarras e os Formigas” ǀ Susana Ribeiro “Quem matou o leão?” Direção de Produção Dadá Maia (dirigente da empresa Ciranda de 3 Trupe Produções Artísticas) Informamos que a equipede criação: cenógrafo, figurinista, aderecista, diretor musical, coreógrafo, iluminador, elenco, serão definidos oportunamente, dessa forma a atualização do projeto junto ao salic, com a inclusão da ficha técnica, será feita assim que os nomes dos pofissionais forem definidos. A seguir apresentamos os currículos da autora, dos diretores, diretora de produção e da empresa proponente. MARIA CLARA MACHADO Escritora, diretora e atriz de teatro. Uma das mais importantes autoras de teatro para infância do Brasil. Em 1940 escreve seu primeiro texto para teatro de bonecos. Em 1951 funda o Teatro Amador O Tablado, permanecendo à frente de todas as atividades até o ano de sua morte em 2001. Em 1953 escreve e dirige "O boi e o burro a caminho de Belém" um mistério de natal em 01 ato. Ainda em 1953 escreve "O rapto das cebolinhas" e recebe o Prêmio de melhor texto do ano da Prefeitura do Distrito Federal. Em 1954 escreve "A bruxinha que era boa", peça que só foi montada com direção da própria autora em 1958. Em 1955 escreve e dirige a montagem de "Pluft, o fantasminha", talvez a sua peça mais importante, Prêmio Associação Paulista dos críticos de arte de melhor espetáculo e melhor autora do ano, Prêmio Saci de teatro, de o Estado de São Paulo. Em 1956 cria a revista "Cadernos de teatro" que conta com XXX edições, no mesmo ano escreve e dirige "O chapeuzinho vermelho". Em 1957 escreve e dirige "O embarque de Noé", uma farsa bíblica em dois atos. Em 1959 escreve "O cavalinho azul" peça que só seria encenada pela própria autora em 1960, no mesmo ano escreve "A volta do Camaleão Alface", que foi montada pelo Teatro da Praça com direção de Cláudio Côrrea e Castro. Em 1961 Maria Clara Machado recebe o Prêmio Personalidade do ano, da Fundação Brasileira de Teatros, neste ano escreve e dirige "Maroquinhas Fru-Fru" e "Camaleão na lua", que foi encenada em 1969. Em 1962 escreve sua versão de "A gata borralheira" e dirige a montagem no mesmo ano. Ainda em 1962 escreve "A menina e o vento" que só foi encenada com direção da autora em 1963. Em 1966 escreve "O diamante do Grão Mongol", que foi encenada com direção da autora em 1967, a peça recebeu o Troféu Criança do Diário de Notícias. Em 1967 escreve "Maria Minhoca", montada com direção da autora em 1968. Em 1968 escreve e dirige "O aprendiz de feiticeiro", neste ano recebe os prêmios: Prêmio Golfinho de Ouro, do Museu da Imagem e do Som na categoria de melhor autora teatral, Prêmio Molière, da Air France, na categoria de melhor autora. Em 1971 escreve e dirige "Tribobó City". Em 1974 escreve "O Patinho feio", encenada com direção da autora em 1976, e "Os Cigarras e os Formigas", ainda recebe o Prêmio Personalidade Global (O Globo e TV Globo). Em 1977 escreve "O Camaleão e as batatas mágicas", encenada com direção da autora em 1977. Em 1977 escreve "Quem matou o leão?", encenada com direção da autora em 1978. Ainda em 1977 suas peças "A menina e o vento", "Pluft, o fantasminha", "O cavalinho azul", "O rapto das cebolinhas", e "A bruxinha que era boa" são traduzidas para o espanhol por Maria Julieta Drumond de Andrade e publicadas na Argentina. Em 1979 escreve "João e Maria", encenada com direção da autora em 1980. Em 1980 recebe o Prêmio Paulo Pontes, da ACET/FUNARJ, e Prêmio Molière pelos 30 anos de O Tablado. Em 1983 escreve "O dragão verde", encenada com direção da autora em 1984, e recebeu o Prêmio Mambembe na categoria de melhor autora por esse texto. Em 1986 escreve "O gato de botas", encenada com direção da autora em 1987, por esse texto recebe o Prêmio Mambembe de melhor autora. Em 1988 recebe o Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil como hors-concours. Em 1991 recebe o Prêmio Coca Cola de Teatro Infantil na categoria especial "pelo trabalho em prol do eatro infantil", neste mesmo ano recebe o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Em 1992 escreve em parceria com Cacá Mourthè "Passo a passo no Paço". Em 1993 escreve "A coruja Sofia", peça encenada em 1994 com direção de Cacá Mourthè. Em 1996 escreve "A bela adormecida" encenada com direção de Cacá Mourthè. Em 2000 escreve em parceria com Cacá Mourthè "Jonas e a baleia", recebe o Prêmio Shell, como personalidade 2000. SUSANA RIBEIRO Atriz e diretora Bacharel em artes Cênicas pela faculdade da CAL no Rio de Janeiro. Fundou e integra a CIA DOS ATORES desde 1988, e com sua cia produziu e atuou em espetáculos como ENSAIO.HAMLET, MELODRAMA, A MORTA, A BAO AQU, NOTICIAS CARIOCAS, O BEM AMADO. Ainda em teatro atuou em produções dirigidas por Celso Nunes, Marília Pera, Mauro Mendonça Filho, Guel Arraes, Enrique Diaz, Henrique Tavares, Pedro Brício, Rodrigo Portella, entre outros. Em 2019 participou de turnê com o espetáculo INSETOS que comemorou os 30 anos de existência da Cia dos Atores e protagonizou o Musical CAZUZA- PRO DIA NASCER FELIZ. Atuou nos últimos 30 anos em novelas, minisséries e seriados na Tv Globo, Netflix e Globoplay como: MECANISMO, ASSEDIO, A LEI DO AMOR, NADA SERÁ COMO ANTES, LIBERDADE LIBERDADE, GERAÇÃO BRASIL, LADO A LADO, INSENSATO CORAÇÃO, DUAS CARAS, entre outras. Dirigiu recentemente RENT- O MUSICAL, recebendo a indicação para o PREMIO REVERÊNCIA de melhor direção, e com o espetáculo de sua companhia, CONSELHO DE CLASSE, ganhou OS PREMIOS APTR, CESGRANRIO e SHELL de melhor direção. Em cinema participou dos longa metragens brasileiros: AS DUAS IRENES, pelo qual foi indicada ao Prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Gramado, MULHERES NO PODER, ONDE ESTÁ A FELICIDADE, ROMANCE DE GERAÇÃO, ESTORVO E VEJA ESTA CANÇÃO. SERGIO MACIEL Bacharel em artes cênicas pela faculdade da CAL - Casa das Artes de Laranjeiras no Rio de Janeiro. Em teatro participou de inúmeras montagens, entre elas destacamos: “Os Sete Afluentes do Rio Ota”, de Robert Lepage e Ex-Machina, direção de Monique Gardenberg, Teatro Paulo Autran, SESC Pinheiros, São Paulo (2019); “5 X Comédia”, de Julia Spadacini, Antonio Prata, Jô Bilac e Gregório Duvivier, direção de Monique Gardenberg e Hamilton Vaz Pereira, Teatro Casagrande no Rio de Janeiro, Teatro Frei Caneca em São Paulo, turnê brasileira (2016/2017/2018/2019); “Pluft, o Fantasminha”, de Maria Clara Machado, direção de Cacá Mourthé, Teatro O Tablado, Rio de Janeiro, Teatro do Sesc em Salvador, Teatro Sesiminas em Belo Horizonte, Teatro São Pedro em Porto Alegre, Teatro Procópio Ferreira em São Paulo, e Theatro Municipal do Rio de Janeiro, (2013/2014); “Conselho de Classe”, de Jô Bilac, direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, Teatro Sesc-Belenzinho em São Paulo (2013/2014); “A Garota do Adeus”, de Neil Simon, direção de Elias Andreatto, Teatro Fashion Mall no Rio de Janeiro, (2012); “Amadeus”, de Peter Shaeffer, direção de Naum Alves de Souza no Teatro Carlos Gomes no Rio de Janeiro (2010); “Medida Por Medida”, de William Shakespeare, direção de Gilberto Gawronski no Teatro I do CCBB no Rio de Janeiro (2009). Em cinema participou dos filmes: (2012) “Muitos Homens Num Só”, de Mini Kert, Rio de Janeiro; (2009) “Reis e Ratos”, de Mauro Lima, Rio de Janeiro; (2004) “Minha Vida Em Suas Mãos”, de José Antônio Garcia, Rio de Janeiro; (2001) “Jenipapo”, de Monique Gardenberg, Rio de Janeiro; (1986) "O Cinema Falado”, de Caetano Veloso, Rio de Janeiro, entre outros. Em televisão participou dos programas: (2019/2017) “Malhação, Vidas Braileiras”, de Patricia Moretzsohn, direção geral de Natália Grimberg, TV Globo; (2017/2016) “Valentins”, de Claudia Abreu e Flavia Lins e Silva , direção de José Henrique Fonseca, Gloob Tv; (2014) “Geração Brasil”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, direção de Denise Sarraceni, TV Globo; (2012) “Gabriela”, de Walcyr Carrasco, direção de Mauro Mendonça Filho, Tv Globo; (2009) “A Lei e o Crime”, de Marcilio Moraes, direção de Andre Avancini, TV Record. Além da atuação e direção, Sergio Maciel, assinou traduções e versões de textos como: "Os Sete Afluentes do Rio Ota" (teatro) – de Robert Lepage; "O Desaparecimento do Elefante" (teatro) – de Haruki Murakami; A Era dos Games (exposição) – 20017; Conselho de Classe (teatro) – de Jô Bilac, (versão para inglês); Paraíso Perdido (cinema) – de Monique Gardenberg, (versão para inglês). DADÁ MAIA Dadá Maia – É atriz e produtora teatral. Sócia da Ciranda de 3 Trupe Produções. Como sócia da empresa Ciranda de 3 Trupe Produções já atuou como produtora/proponente e diretora de produção em inúmeros projetos na área de teatro, entre eles destacamos os últimos trabalhos como diretora de produção: “O amor em tempos de bossa nova” musical com texto de Aloisio de Abreu, direção de Walter Lima Júnior, no elenco Iza Eirado e Aloisio de abreu, temporada no Teatro I do CCBB RJ (2019); “PI Panorâmica Insana” textos de André Sant’Anna, Julia Spadaccini e Jo Bilac, direção de Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo, turnê brasileira – Curitiba no Teatro Guaíra, Belo Horizonte no SESC Palladium, Rio de Janeiro no Teatro Prudential, Salvador no Teatro Castro Alves, Porto Alegre no Teatro SESI, São Paulo no Theatro Municipal de São Paulo (2019); “Ägô” solo de Cristina Moura, temporadas no Rio de Janeiro no SESC Copacabana – Mezanino e em São Paulo no SESC Consolação – Espaço Beta; “Mordidas” texto de Gonçalo Demaria com versão brasileira de Miguel Falabella, direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga, temporada no Rio de Janeiro no Teatro Fashion Mall (2018); “estranhos.com” texto de Laura Earn com tradução de Sergio Flaksman, direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro, temporadas em São Paulo no Teatro Vivo e no Rio de Janeiro no Teatro das Artes (2017); “Nu de Botas” baseado no livro de Antonio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura, temporadas no Rio de Janeiro no Teatro III do CCBB, em Belo Horizonte no CCBB, e em São Paulo no SESC Belenzinho (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat, com direção de Ernesto Piccolo, temporada no Rio de Janeiro no Teatro das Artes, turnê brasileira com apresentações em Belo Horizonte no Teatro Bradesco, em Brasília no Teatro da UNIP, em Campinas no Teatro Brasil Kirin, e em São Paulo no Teatro Sergio Cardoso / Sala Pascoal Carlos Magno (2015/2016), entre inúmeros outros trabalhos. CIRANDA DE 3 TRUPE PRODUÇÕES Empresa produtora e proponente do projeto é responsável pela gestão geral, administrativa e finaceira do projeto, com remuneração prevista no item Coordenação do projeto. A empresa também será responsável pela direção de produção do projeto através de sua sócia Cristiana Gonçalves Maia, em artes Dadá Maia, item no orçamento - direção de produção. BREVE RELATÓRIO DE REALIZAÇÕES: A Ciranda de 3 Trupe Produções Artísticas Ltda. iniciou suas atividades no ano de 2004 com a produção do espetáculo teatral “Fazendo Ana Paz” a partir do livro de Lygia Bojunga, temporada na Casa de Cultura Laura Alvim. De lá pra cá foram inúmeros projeto na área das artes cênicas, destacamos: Em 2006 “Helio Eichbauer 40 anos de cenografia” exposição sobre a obra do cenógrafo realizada no Centro Cultural Correios RJ; Em 2007 “Dá um jeitinho aí” espetáculo produzido em parceria com a ONG Palco Social com texto de Rogério Blat e direção de Ernesto Piccolo, CCBB (RJ); Em 2008 produziu a temporada carioca do Bando de Teatro Oludum no Teatro Villa Lobos com a apresentação dos espetáculos “Ó Pai Ó”, “Áfricas”, “Cabaré da RRRRRRRaça” e “Sonho de Uma noite de Verão”; Em 2011 Produziu o espetáculo “A Pequena Loja de Mistérios” com direção de Marcos Vogel, e no elenco Adriana Maia, Ana Achcar, Flávio Souza, Tiago D’Avila e Xando Graça, que inaugurou o Espaço Cultural Eletrobras Furnas. Em 2012 produziu a turnê nacional do espetáculo “Tudo que eu queria te dizer” monólogo com Ana Beatriz Nogueira a partir do livro de mesmo título de Martha Medeiros, direção de Victor Garcia Peralta; Em 2013 Produziu temporada do espetáculo “Era uma vez...cartas em cena” no Teatro Municipal Maria Clara Machado, com sessões exclusivas para jovens alunos da Rede pública de ensino do Rio de janeiro; Em 2014 produziu a residência artística “Palavra de Palhaço” no Teatro Poeira (RJ). Em 2016 produz o espetáculo “Nu de Botas” a partir do livro de mesmo título de Antonio Prata, com direção de Cristina Moura e estreia prevista para setembro no Teatro III do CCBB (RJ). Em 2018 produziu os espetáculos “Mordidas” texto de Gonzalo Demaria com tradução de Miguel Falabella, direção de Victor Garcia Peralta, no elenco Ana Beatriz Nogueira, Regina Braga, Luciana Braga e Zelia Duncan, temporada no Teatro Fashion Mall, “Revisitando Tebas” texto de Fávish, direção de Fávish e Xando Graça, atuação de Xando Graça, temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado, “Uma ciranda para mulheres rebeldes” criação do coletivo As Dramáticas – Adriana Maia, Ana Achcar, Anna Beatriz Wiltgen e Dadá Maia, temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado. Em 2019 produziu a turnê do espetáculo “PI Panorâmica Insana” texto de André Sant’Anna, Julia Spadaccini e Jo Bilac, direção de Bia Lessa, no elenco Claudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo. Apresentações no Festival Teatro e Movimento em Belo Horizonte e Festival Internacional de Teatro em Curitiba; temporada no Teatro Prudential no Rio de Janeiro; apresentações no Teatro Castro Alves (BA); no Teatro SESI dentro da programação do Festival Porto Alegre em Cena; no Theatro Municipal de São Paulo. Ainda em 2019 Produziu a mostra de processo de criação “Ägô” um solo de Cristina Moura no SESC Copacabana – Mezanino, e no SESC Consolação – Espaço Beta.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.