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PRONAC 200945Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Escola de Artes Visuais do Parque Lage

INDIANA PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 575,9 mil
Aprovado
R$ 575,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 4,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-05-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Documentário de média metragem com 52 minutos, em HD, sobre a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro,que ao longo de sua história vem formando muitos artistas brasileiros e sediando importantes eventos e manifestações artísticas brasileiras e internacionais.O filme irá entrevistar muitas personalidades e artistas, revisitar o acervo da Instituição e promover uma reflexão sobre a história da arte contemporânea.

Sinopse

Em 1975, o artista Rubens Gerchman assume a direção do antigo Instituto de Belas Artes (IBA), que havia sido transferido para o Parque Lage em 1966, e cria a Escola de Artes Visuais (EAV), como um espaço de emergência e resistência. Em plena ditadura militar, o surgimento de uma escola livre que reunia artistas, curadores e intelectuais em ambiente transdisciplinar marcado pela liberdade de expressão atraiu dois mil alunos. As 65 oficinas oferecidas tornaram a EAV, desde sua fundação, um dos principais centros de formação em arte contemporânea do país, abrigando exposições, performances, ciclos de cinema, espetáculos teatrais, shows de música e saraus de poesia. Localizado no coração da Zona Sul, aos pés do morro do Corcovado, no Jardim Botânico, o Parque Lage é cartão postal do Rio de Janeiro. Tombada pelo IPHAN em junho de 1957, a área de mais 173 mil m² integra o Parque Nacional da Tijuca, sob administração atual do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Em mais de quatro décadas de atuação, a EAV Parque Lage acumulou um histórico de diversidade e investigação, demonstrando compromisso permanente com experimentações práticas e teóricas, resguardando sempre um caráter de vanguarda. A escola hoje é dividida em núcleos multidisciplinares, criando um leque abrangente, e investe na democratização do ensino. O programa público da instituição conta atualmente com exposições, performances, ciclos de debates, aulas abertas, feiras e eventos. Em 2018, a EAV assumiu um posicionamento político contra a censura imposta pelo prefeito Marcelo Crivella, reafirmando seu passado de resistência, e propôs uma campanha de financiamento coletivo para reabrir no Rio a exposição “Queermuseu: cartografias da diferença na arte brasileira”. O movimento ganhou apoio de figuras de relevância na cultura nacional - como Caetano Veloso, Wagner Moura e Ney Matogrosso - e arrecadou mais de R$ 1 milhão tornando-se o maior crowdfunding de cultura do país. Em 2019, a instituição organizou a exposição-manifesto "Arte Naïf – Nenhum museu a menos", que recebeu mais de 300 obras do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (o maior acervo do gênero no mundo, fechado desde 2016). Marcando a posição da EAV em favor das instituições culturais brasileiras, a mostra exibiu obras nunca expostas publicamente em diálogo com o trabalho de artistas contemporâneos, como Barbara Wagner & Benjamin de Burca, Barrão, Efraim Almeida, Leda Catunda, Marcos Chaves, Nelson Leirner, Rosangela Rennó, Véio e Yuri Firmeza. Personagens: - Diretores: Gerchman, Rubem Breitman, Marcos Lontra, Luiz Ernesto, Luiz Alphonsus, Reynaldo Roels, Claudia Saldanha, Lisette Lagnado, Fabio Szwarcwald... - Curadores - Professores: Luiz Áquila, Anna Bella Geiger, Lina Bo Bardi, Roberto Magalhães, Helio Eichbauer, Lygia Pape, João Carlos Goldberg, Alair Gomes, Celeida Tostes, Iole de Freitas, Charles Watson, Lelia Gonzales, Daniel Senise... - Alunos: Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Cristina Canale, Daniel Senise, Ernesto Neto, João Magalhães, Laura Lima, Luiz Pizarro... - Gabriela Besanzoni e a família Lage

Objetivos

O objetivo geral é a realização do documentário de média metragem para exibição em tv e internet, sobre a história da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. E para a construção desse objetivo passaremos por etapas e processos que também resultarão no êxito dos objetivos específicos. São eles: Desenvolver um minucioso processo de pesquisa, através de arquivos e acervos (pessoais e institucionais), contando com amplo apoio do projeto Memória Lage. Levantar imagens, artigos e matérias jornalísticas, colher depoimentos e entrevistas, buscar registros audiovisuais desde a fundação da instituição e também registros da propriedade e de seus proprietários anteriores à fundação da EAV. Organizar a cronologia da EAV Parque Lage, deixando um registro histórico de excelência como legado para gerações futuras de artistas, historiadores, pesquisadores, cariocas e interessados em artes em geral. Esses conteúdos serão utilizados no documentário e disponibilizados para pesquisa e estudos acadêmicos.

Justificativa

Parte-se aqui da constatação surpreendente de que a história da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) nunca foi tema de documentário, nem mesmo narrada em livro. Referência no Brasil e de relevância inquestionável na formação de artistas contemporâneos, a EAV tornou-se, desde sua fundação em 1975, um dos principais centros de produção e reflexão acerca da arte, e um dos maiores polos de efervescência cultural do país. Fundada pelo artista Rubens Gerchman em plena ditadura, como uma escola livre de caráter experimental, a instituição desafiava o academicismo e a censura imposta pelo regime militar. Em diversos momentos, sua história esteve interligada à crônica brasileira, determinando ativamente a cena cultural e intelectual do Rio. Mais que uma escola, a EAV é um movimento que abriu campo para o exercício do pensamento visual brasileiro, como um espaço potente de expressão e circulação das artes, nas suas mais variadas vertentes. A partir desse conceito, que engloba diferentes linguagens, pode se estabelecer um paralelo com outra escola à frente de seu tempo, a Bauhaus, que desempenhou papel central na cultura europeia. Ao fundar a Bauhaus, o alemão Walter Gropius afirmava que "projetar o espaço significa projetar a própria existência", deixando entrever a dimensão estética, social e política de seu projeto. Em ambas as instituições, é possível reconhecer o propósito de formar novas gerações de artistas de acordo com um ideal democrático de sociedade, que atraiu uma gama muito diversa de colaboradores e resultou - lá e aqui - em toda uma geração de nomes consagrados, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Cristina Canale, Daniel Senise, Ernesto Neto, Laura Lima e Ricardo Basbaum, citando poucos. Entre os artistas-professores da EAV podemos destacar Luiz Áquila, Anna Bella Geiger, Helio Eichbauer, Lelia Gonzales, Lygia Pape, Alair Gomes, Roberto Magalhães, João Carlos Goldberg, Celeida Tostes e Iole de Freitas. Nesse momento (entre setembro e outubro de 2019), a EAV apresenta a exposição "Campo", que marca justamente o retorno de seis relevantes ex-alunos à instituição, em diálogo com a arquitetura do espaço. A curadoria de Ulisses Carrilho pensa a escola como um campo de forças dinâmicas, por onde passam muitas pessoas que se afetam pelos encontros ali proporcionados. Essa correlação de forças sugere que o conceito de uma escola está diretamente ligado à presença dos indivíduos que a constituem. Única escola de artes do país a ocupar uma floresta, a EAV está instalada no Parque Lage, importante conjunto arquitetônico e paisagístico do Rio de Janeiro. O cenográfico palacete - construção em estilo eclético dos anos 1920, que sediou as festas e recitais glamorosos da cantora lírica italiana Gabriela Besanzoni e seu marido, o armador Henrique Lage - foi palco dos filmes Terra em Transe (Glauber Rocha, 1967) e Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1968). Montagens de clássicos do teatro, como Hamlet e O Rei da Vela, ambas de José Celso Martinez Correa, também fazem parte da cena cultural do belíssimo casarão. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Cazuza e Ney Matogrosso são alguns artistas que se apresentaram no Parque Lage. Pretende-se aqui fazer jus a este polo aglutinador da arte contemporânea, resgatando sua história icônica, plural e pulsante, que permeia temáticas não só das artes, mas da cidade do Rio de Janeiro, de arquitetura e paisagismo, patrimônio, meio-ambiente, diversidade, liberdade, política e resistência. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

O documentário tem grande importância e relevância para a produção artística brasileira e visa ampliar cada vez mais a difusão de nossa cultura e manifestações artísticas. O documentário será realizado por um diretor e uma empresa que sempre primou por esse objetivo, difundindo nossa cultura em produções como: Revista do Cinema Brasileiro, Curta TV, Arte do Cinema, O mundo do cinema brasileiro, TecArt, Quarta PArede, entre tantos outros.

Especificação técnica

Media metragem de 52 minutos em midia HD para exibição em TV e projeções educativas. DVD contendo o documentário e conteúdos extras não utilizados no documentário.

Acessibilidade

Como se trata de projeto audiovisual, a obra terá recursos de acessibilidade tais como legenda, tradução em libras e audiodescrição, tanto na versão que será exibida em Tv quanto na versão em DVD.

Democratização do acesso

Para a democratização do acesso ao conteúdo e obra produzida serão realizadas exibições do documentário em Instituições públicas de ensino.E conforme inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019 do Ministério da Cidadania o projeto irá doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos dvds resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

MARCO ALTBERG Diretor e Produtor Executivo Em 75 realiza seu primeiro documentário, NOEL NUTELS, representante do Brasil nos Festivais Internacionais de Lyon e Oberhausen, premiado como Melhor Documentário e Prêmio Associação Bahiana de Imprensa, na VI Jornada de Curta Metragem. Dirigiu os longas PROVA DE FOGO (Festival Ibero Americano de Biarritz e Festival de Penedo, 81), AVEN TURAS DE UM PARAÍBA (Prêmios de Melhor Filme – Júri Popular e Melhor Atriz e Ator Coadjuvantes no XV Festival de Brasília), FONTE DA SAUDADE - premiado no II Fest Rio com prêmio Pierre Kast; Melhor Música – Tom Jobim e Melhor Som no XV Festival de Gramado; Melhor Direção e Melhor Roteiro no XX Festival de Brasília e Melhor Fotografia no I Festival de Natal e prêmio Cabeza de Plenque para direção no Festival de Acapulco) e SOMBRAS DE JULHO (co-produção com a TV Cultura de SP). Em 2007 finaliza o filme documentário PANAIR DO BRASIL. Em 95 lança série de programas semanais de TV REVISTA DO CINEMA BRASILEIRO, que é exibido nas redes de TVs Educativas, TV Cultura de São Paulo e no Canal Brasil. Para a televisão produziu e dirigiu várias séries e especiais, além de programas independentes para TV a Cabo, destacando-se o seriado de ficção JOANA & MARCELO (MANGUEIRA, AMOR À PRIMEIRA VISTA, AMOR QUE FICA e AMOR (QUASE) PERFEITO e a série documental sobre teatro QUARTA PAREDE (ambos no Canal Multishow) e a série documental RONDON, AMOR, ORDEM E PROGRESSO (TVE e TV Escola e a série TARU ANDÉ (Canal Futura – Melhor Série no Festival Internacional de Cinema Ambiental, 2007). Como produtor executivo planejou e executou as produções dos filmes de longa metragem LIÇÃO DE AMOR, GORDOS E MAGROS, CORONEL DELMIRO GOUVEIA, BYE BYE BRASIL, INDIA, A FILHA DO SOL, QUILOMBO, O MISTÉRIO DE ROBIN HOOD, A ARVORE DA JUVENTUDE, estes dois últimos do grupo “Os Trapalhões”. Através de sua empresa M. ALTBERG/INDIANA PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS dirige e produz filmes para cinema e programas independentes para TV. Foi fundador e Presidente da ABD – Associação Brasileira de Documentaristas (74/75), Diretor de Operações da Embrafilme (89/90) e Conselheiro do Concine (87/88). Foi fundador e Presidente da ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas (92/93) e Vice – Presidente do SNIC – Sindicato Nacional da Industria Cinematográfica. Foi um dos criadores do CANAL BRASIL. Conselheiro do Conselho Superior de Cinema de 2009 a 2012. Em 1999 fundou a ABPITV - Associação Brasileira dos Produtores Independentes de TV, da qual foi é seu atual presidente. Em 2001 criou a Associação Revista do Cinema Brasileiro responsável pela produção e difusão de programas culturais, educativos e ambientais para TV, entre eles os programas semanais REVISTA DO CINEMA BRASILEIRO, há 19 anos no ar, o CURTA TV, ambos foram exibidos na TV Brasil. Responsável pelo Festival Celucine desde a sua criação em 2008. Atualmente produz o longa-metragem de animação NAUTILUS e o longa-metragem ERASMO CARLOS, MINHA FAMA DE MAU. SÉRGIO ROSSINI Assistente de direção e montador Assistente de 4 séries produzidas para o Canal Futura, trabalhou como editor e produtor da serie de programas “Revista do Cinema Brasileiro” (TVE, Canal Brasil) e como diretor em 12 documentários para a faixa “Retratos Brasileiros” do Canal Brasil. Foi assistente de direção da série “Conhecendo o Brasil” (TVE), “Joana e Marcelo” (Multishow), “Saúde na Escola” (Tv Escola), “Um menino muito maluquinho” (TVE) entre outras. Realizou como diretor 2 curtas metragens de ficção (“Encontro Marcado” e “TPM: Tensão Pré-Matrimonial”) e o documentário “Em Nome do Divino”. Assina também a direção de produção do longa “Feminices” de Domingos de Oliveira e a direção da série de programetes para o Multishow – Oi Futuro. MARCELO GOULART Coordenador de Produção Formado em cinema e mestre em ciências da arte pela UFF, dirigiu diversos documentários experimentais como PARATII ANTÁRTICA, sobre a última viagem do navegador Amyr Klink à Antártica e TERRA E JUVENTUDE. Fotógrafo com passagens no Jornal O Globo, Revista Cadernos do Terceiro Mundo e National Geographic-Brasil. Foi produtor e repórter do programa Revista do Cinema Brasileiro e das séries “Curta Tv” (Tv Brasil), “Arte do Cinema” e “TecArt” (Arte 1). Também foi produtor de finalização dos longas “Minha Fama de Mau”, “As aventuras do pequeno colombo”, “Marcia Haydée, uma vida na dança” e “Krenak: o sonho da pedra”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.