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A proposta compreende a produção de um jogo eletrônico para celulares (Android e iOS), voltado para crianças. Trata-se de um jogo tipo "point and click" de fácil utilização que promove a educação ambiental e ecológica, exercitando conceitos como responsabilidade, conhecimento e preservação da natureza, respeito aos animais e ao meio ambiente, bem como o valor à comunidade, tendo como pano de fundo uma aldeia indígena e a floresta que a circunda. A criança ajudará o indiozinho Waka, a enfrentar alguns desafios na floresta, tais como atravessar um rio, colher frutas e gravetos, escrever, desenhar e pintar entre outras tarefas. O jogo é baseado nos mesmos personagens da série homônima criada pela Tree House Studios que esncontra-se em fase de finalização.
Jogo Eletrônico: O jogo acompanha um dia na rotina do indiozinho Waka, um menino indígena de aproximadamente 7 anos que frequenta a escola e protege a floresta que circunda sua aldeia, ajudado por seus amigos animais e plantas. Fases do jogo: 1. Acordando para a Escola: Waka é acordado em sua oca por sua mãe que o chama para tomar café da manhã e ir à escola. O jogador precisa ajudar Waka a encontrar seu material escolar, a montar a mochila e a tomar café da manhã. 2. A oca-escola: Na oca-escola, o jogador aprende junto com Waka sobre números e frutas, aprendendo a escrever seu nome no quadro. 3. Tuco tucano: Às margens de um rio, o jogador ajuda o tucano a encontrar frutas de açaí para alimentá-lo e busca gravetos para montar uma cesta para Waka. 4. No rio: o jogador ajuda Waka e Binho, o lobo-guará, a recolherem lixo jogado na água. 5. Coleta-seletiva: O jogador separa o lixo jogando-o em lixeiras de cores diferentes para plástico, papel, metal e vidro. 6. Caçando pequi: O jogador recolhe pequis que caem de um pequizeiro enquanto Waka "faz cócegas" na árvore.
Objetivo Geral: O jogo WAKA, O PEQUENO GUERREIRO vai promover a educação ambiental de forma lúdica, fortalecendo a temática e sua importância para crianças na faixa etária de quatro a sete anos, buscando solidificar conhecimentos relativos aos cuidados com a natureza, nomes de plantas, frutas e animais, bem como introduzir a temática indígena, trabalhando noções de diversidade, comunidade e responsabilidade. A ideia é atingir de forma gratuita 10.000 crianças com o aplicativo. Objetivos Específicos: Produzir um jogo eletrônico para celulares (Android e iOS) voltado a crianças. Criar três diferentes personagens animais coloridas e lúdicas. Criar personagens indígenas masculinas e femininas, de diferentes idades. Ilustrar a flora e a fauna brasileiras. São objetivos do projeto, ainda: - Fomentar a Cadeia Produtiva do Audiovisual em Brasília, formando novos profissionais para a área de games ainda no início na Capital Federal. - Possibilitar para o público de 10.000 crianças vivenciar a experiência do jogo de forma aberta e gratuita, unindo a tradição popular indigena com várias manifestações culturais e educacionais brasileiras. - Apresentar e encantar o público infantil acerca da cultura popular e das tradições culturais indigenas do país de forma lúdica modo que as crianças levem o aprendizado para o resto de suas vidas. - Formar e informar professores da Rede Pública sobre A UTILIZAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS NA EDUCAÇÃO FORMAL através de 05 (cinco) PALESTRAS sobre GAMIFICAÇÃO NO APRENDIZADO para professores e estudantes da rede Pública de ensino nas Escolas do Distrito Federal prevista para até 1.000 pessoas.
O projeto contribui para o fortalecimento da cultura local ao difundir conhecimentos sobre o cerrado e seus elementos de flora e fauna, bem como promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira e valoriza recursos humanos locais ao compor uma equipe inteiramente do centro-oeste, fomentando o mercado cultural local e a profissionalização de artistas e técnicos da região, atendendo ao inciso II do Artigo 1º da Lei 8313/91. Enfatiza-se também a conexão do projeto aos incisos III e IV do referido artigo, pois dedica-se a apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais nacionais, neste caso o cuidado dispensado pelos povos indígenas à proteção da biodiversidade nacional, além de fortalecer a representação do pluralismo da cultura nacional. Ao trabalhar a educação ambiental e ecológica, fomentando a preservação dos recursos naturais brasileiros, essencial para a reprodução da vida, o projeto busca salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (inciso V), bem como preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro (inciso VI). No tocante a seus objetivos (Art. 3º), o projeto de jogo WAKA, O PEQUENO GUERREIRO visa fomentar a produção cultural e artística nacional (inciso II) através da produção de produto audiovisual nacional (jogo eletrônico), além de apoiar atividades culturais e artísticas (inciso V) mediante a contratação de serviços para a elaboração de projetos culturais. O jogo eletrônico "Waka" busca trabalhar conceitos de preservação ambiental e respeito à natureza, estimulando ações responsáveis em crianças, solidificando aprendizados sobre a importância de proteger a natureza e cuidar dos recursos naturais. Diante de um cenário de crescente aquecimento global e intensa produção de lixo e impacto à natureza, o jogo tem por missão estimular a consciência ecológica. Além disso, propõe ampliar espaços de representação indígena em produtos de entretenimento e fortalecer a associação dos povos indígenas à proteção da natureza. O jogo, portanto, visa suprir a ausência de um "herói" indígena no mercado de produtos para crianças ao mesmo tempo em que evoca a temática ecológica, ambiental, ética e étnica, o que fortalece sua necessidade de produção. A representação de diferentes tipos de pessoas e culturas através de imagens é importante para que as crianças desenvolvam suas identidades, se percebam na sociedade, bem como para que conheçam e respeitem aqueles que são diferentes de si. Neste sentido, é central que o Brasil desenvolva diferentes produtos e narrativas capazes de representar os muitos atores e atrizes que compõem a diversa e multicultural sociedade brasileira. Assim, o jogo eletrônico proposto trabalha valores apontados no Artigo 1º da Lei do Pronac, estimulando a produção de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII). Quatro pontos pedagógicos principais são trabalhados no jogo, são eles: - Auxiliar na educação ambiental, familiarizando as crianças com a natureza; - Promover empatia da criança com o meio ambiente, valendo-se de desenhos lúdicos e coloridos; - Fortalecer noções de coleta seletiva e descarte consciente; - Incentivar o raciocínio lógico e a coordenação motora fina. O projeto WAKA, O PEQUENO GUERREIRO se enquadra nos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, 8.313, de 23 de dezembro de 1991, de acordo com os Artigos e Incisos abaixo relacionados: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; ..... VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; De acordo com o inciso II, Artigo 4º da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, informamos que o valor por Pessoa Beneficiada/custo per capita, dos bens e/ou serviços culturais, não ultrapassa R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). ficando exatamente em R$ 19,95 por beneficiário. Por tudo citado acima, para que a WAKA, O PEQUENO GUERREIRO chegue ao maior número de crianças possível é fundamental que conte com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O jogo eletrônico Waka utiliza-se do universo criativo da série de animação infantil "Waka, o pequeno guerreiro", cujos direitos de exploração comercial são detidos pela proponente deste projeto. O proponente será remunerado dentro dos limites estabelecidos pela Legislação, em rubricas de acordo com seus CNAEs.
Jogo eletrônico do tipo click-point voltado a smartphones Android ou iOS, desenvolvido através da plataforma Unity. Jogo narrado em português, com opção de acionamento de legendas em português. Tempo médio de jogabilidade 20 minutos
De acordo com o Artigo 18 da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019: Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Portanto, o projeto WAKA, O PEQUENO GUERREIRO é um projeto inclusivo, uma vez que o jogo eletrônico será narrado em português e apresenta como opção de acessibilidade o acionamento de legendas, de modo a atender deficientes auditivos. .
PRODUTO PRINCIPAL De modo a atender o estabelecido no Artigo 21, inciso VI, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, o projeto vai contratar 01 (um) estagiário, estudante da rede pública ou privada de ensino em atividades de Audiovisual, para a produção do jogo. Por se tratar de produto disponibilizado integralmente em versão gratuita para todos os usuários, o projeto WAKA , O PEQUENO GUERREIRO atende plenamente os preceitos da Lei Federal de Incentivo Fiscal, 8.313/1991 e sua legislação complementar. PRODUTO SECUNDÁRIO De modo a atender o estabelecido no Artigo 21, inciso III, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, será disponibilizado na Internet, registros audiovisuais das palestras de caráter presencial, do PRODUTO SECUDÁRIO, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. O projeto propõe ainda de acordo com o § 1º, do mesmo Artigo 22 da IN 02/2019, 05 (cinco) PALESTRAS sobre GAMIFICAÇÃO NO APRENDIZADO (UTILIZAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS NA EDUCAÇÃO FORMAL) para professores e estudantes da rede Pública de ensino, cada uma com capacidade para 200 pessoas. Este número deverá corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.
FICHA TÉCNICA MÁRCIO MORAES = Autor do Roteiro e Produtor executivo ELENICE OLIVEIRA = Assessoria de publicidade e Marketing LUIZA ROSSI = Gerente de projeto RAIMUNDO LIMA NETO = Diretor de Arte ANDRÉ BASSANI = Programador ARTHUR MONTEIRO = Programador BIANCA BARRETO = Ilustradora JÔNATAS VIEIRA DANTAS = Programador chefe MAX VON BEHR = animador SASHA KRATZER = Trilha sonora MARCIO RABELO = animador SHEILA ARAGÃO = Coordenadora do Projeto e responsável pela Elaboração de Prestação de Contas BREVE CURRICULOS: Márcio Moraes é diretor do estúdio de animação, filmes e jogos Tree House Studios, empresa especializada em narrativas imersivas e realidade mista, além de atuar como professor nos cursos de Jogos Digitais e Cinema no Centro Universitário IESB, em Brasília. É graduado em Comunicação pela Université de Toulouse III - Paul Sabatier (França), especialista em animação pela Lusófona (Portugal) e em Docência pelo Unicesp (Brasil). Atualmente, produz e dirige o filme e o game “Na Terra dos Ekitumans”, projeto transmídia com tecnologia de VR e AR. Dirigiu o curta em stop motion “A Árvore dos Sonhos” e o filme de animação em 360º “O Sumidouro de Ágreda”. Foi Diretor de Animação do filme Memória de Elefante (2013), de Denise Moraes, e diretor dos filmes Liberdade Cognitiva (2009) e Troco de Bala (2008). Em 2009, realizou Assistência de Montagem para o filme O Homem Mau Dorme Bem, de Geraldo Moraes. Foi roteirista dos curta-metragens O Último Raio de Sol (2007) e Noites Perdidas (1999, Manuel Marques - Portugal). Interessa-se por fotogrametria, captura de movimento, EaD e Libras. Elenice Oliveira é formada em Publicidade e Propaganda pelo ICESP, tem pós-graduação em Produção Audiovisual pela Facitec e está terminando o mestrado em Artes na Universidade de Brasília. Trabalha como roteirista desde 2009. Dentre seus trabalhos estão o curta-metragem animação A Árvore dos Sonhos (2009), de Márcio Moraes; Memórias de Inês (2010), curta-metragem ficção de Denise Moraes; e Na Terra dos Equitumans, longa-metragem de animação de Márcio Moraes (em produção). Luiza Rossi é cientista social (UnB, 2013), comunicadora social com habilitação em Cinema & Mídias Digitais (Centro Universitário IESB, 2018) e mestranda em Comunicação pela UnB. Trabalha desde 2011 com produção e captação audiovisual de eventos, conferências, palestras e vídeos institucionais. Atuou como Produtora e Produtora Executiva do curta-metragem em realidade virtual O Sumidouro de Ágreda (2019), de Márcio Moraes, selecionado para o Anima Mundi 2019 e o Nashville Film Festival 2019; da instalação XR homônima; e do longa-metragem em produção Na Terra dos Ekitumans, do mesmo diretor. Trabalhou como Produtora Audiovisual do evento Atitude Coletiva (2012), promovido pelo Projeto 10porhora; e dos eventos Palacoletiva #5 e #6 e do seminário Arte de Interface, junto ao Coletivo Palavra (2011 e 2012). Raimundo Lima Neto é graduado em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB) e doutorando na mesma Universidade, sendo ainda professor substituto e voluntário e membro ao grupo GIBI de pesquisa em Histórias em Quadrinhos ligado ao programa de pós-graduação da Faculdade de Comunicação (PPGCOM/UnB). Quadrinista, ilustrador, animador, colecionador e pesquisador de Histórias em Quadrinhos, possui trabalhos publicados em zines, como Inverso Paralelo e Sexy fi (encartado com o CD da banda homônima), produziu a revista Pânico et circensis e editou a revista Brazilla. André Bassani é bacharel em Ciência da Computação pelo IESB. É Articulador de Tecnologia da Informação do Coletivo Palavra desde 2009 e desenvolvedor de experiências em realidade virtual e jogos no Ateliê Xinela. Trabalha com gerencia de T.I. e desenvolvimento de sistemas nas linguagens PHP, JAVA-EE, Python, C# e SQL. Arthur Monteiro formou-se em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade Senac e realiza trabalhos com foco em desenvolvimento de programação C++ em Unreal Engine. Atuou como bolsista estagiário da Fábrica de Software do Senac DF, onde participou do desenvolvimento de softwares e aplicativos com uso de múltiplas ferramentas, como o framework Laravel - PHP, Bootstrap, HTML + CSS e SQL, Angular, TypeScript, tendo ainda trabalhado com o desenvolvimento de aplicativos híbridos (iOS e Android). Bianca Barreto atuou como Designer de Personagens no curta-metragem VR O Sumidouro de Ágreda (Márcio Moraes, 2019). Trabalha como artista de conceito no longa-metragem em animação Na Terra dos Ekitumans (em produção), produzido pela Tree House Studios (MD Entretenimentos LTDA), concebendo elementos de flora, fauna e personagens. Jônatas Vieira Dantas é graduado em Jogos Digitas pelo IESB. Foi programador voluntário na Seize Studios e na Play.O, e trabalha atualmente como programador geral na Tree House Studios (MD Entretenimentos LTDA) e em na WildScreen Game Studio. Max von Behr é designer pela Universidade de Brasília (2017) e artista de arte 3D com conhecimento nos softwares Adobe Photoshop, Substance Painter, ZBrush e Autodesk Maya. Desenvolve personagens e assets com foco em universos fantásticos e criaturas e apresenta conhecimentos em narrativa de role-playing games (RPG) e concepções de worldbuilding. Atuou como modelador 3D para publicidade e para diversos jogos, como Longinus: Between Heaven & Hell (2012), InSanity, Survival Horror (2014), Babel (2015), Gloom (2016). Trabalhou como modelador no jogo VR “Enigma dos Cristais”, de Márcio Moraes, produzido pela Tree House Studios (MD Entretenimentos LTDA) Sascha Kratzer é premiado compositor, produtor musical e cantor nascido na Alemanha e radicado em Brasília. Compôs trilhas sonoras para diversos produtos audiovisuais, entre eles o curta-metragem em realidade virtual O Sumidouro de Ágreda (2019), de Márcio Moraes; os longas-metragens A Repartição do Tempo (2018), de Santiago Dellape, O Último Cine Drive-In (2015), de Iberê Carvalho, e Billi Pig (2011), de José E. Belmonte; além de comerciais, séries de TV, documentários, curtas-metragens e peças teatrais. Através de sua empresa "Astrals Music Production", o foco do seu trabalho é a produção de trilhas sonoras para filmes, produção musical, edição e design de sons. Márcio Rabelo é modelador digital e generalista nos softwares 3ds Max, ZBrush, Autodesk Maya, Adobe Photoshop, Marvelous Designer, V-Ray. Marmoset Toolbag e Substance Painter. Trabalhou como modelador e artista de cenário no jogo VR “Enigma dos Cristais”, de Márcio Moraes, produzido pela Tree House Studios (MD Entretenimentos LTDA), atualmente em versão beta. Sheila Aragão é jornalista, escritora, atriz, diretora e produtora cultural com diversos trabalhos em grandes veículos de comunicação, teatro, cinema e TV, edição de periódicos e literatura, em 40 anos de trabalho. Trabalhou como assistente de direção e produtora de grandes nomes, como Bibi Ferreira, Dulcina de Moraes, Agildo Ribeiro, Augusto Cesar Vanucci, Walter Avancinni, Edson Celulari, Deborah Bloch, Lilian Cabral, Leandro Hassun, Beth Goulart, Drica Moraes, entre outros. Dirigiu programas de TV premiados como DOCUMENTO ESPECIAL, JORNAL DA MANCHETE e OLIMPIADAS DE SEUL (TV MANCHETE). Especialista em Leis de Incentivo à Cultura, em especial a Lei Federal, trabalhando com ela desde a sua criação. Foi titular de Artes Cênicas da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), representando a APTI - Associação dos Produtores de Teatro Independente, nos Biênios 2013/2014 e 2015/2016. Coordena Projetos da Möeller & Botelho (desde 2013), da Kaipó - Fafá de Belém (Desde 2017), da LG Empreendimentos Culturais e Artísticos (Desde 2016). No momento está à frente de projetos como SE MEU APARTAMENTO FALASSE, PIPPIN, COLE PORTER ELE NUNCA DISSE QUE ME AMAVA, O DESPERTAR DA PRIMAVERA, YELLOW SAX MARINE, VARANDA DE NAZARÉ, entre outros. Atua também como palestrante e ministra cursos sobre Leis de Incentivo à Cultura.
PROJETO ARQUIVADO.