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PRONAC 200952Apresentou prestação de contasMecenato

ARTE DE INCLUIR

ASSOCIACAO FORTALEZA DOWN
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 199,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2020-02-03
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

O ARTE DE INCLUIR é um Festival não competitivo de produções artísticas realizadas a partir de um ciclo de cursos de audiovisual e artes em geral, na forma de Contrapartida Social, com metodologia inclusiva oferecido especialmente para alunos com Síndrome de Down e seus professores, bem como alunos e professores de escolas públicas e privadas, de maneira inclusiva para integrar os diferentes públicos que tenham interesse na formação em Audiovisual e demais linguagens associadas como, Fotografia, Artes Visuais, Artes Cênicas e Música, para compor produções audiovisuais e artísticas. Os participantes terão aulas teóricas e práticas com intuito de montar produções artísticos coletivos. A formação será de forma gratuita, culminando na realização do Festival em espaço cultural local com exibições dos filmes produzidos, bem como apresentação dos ensaios das demais linguagens em um evento gratuito destinado para todos os participantes, familiares, amigos e público em geral interessado.

Sinopse

O ARTE DE INCLUIR é composto por um percurso formativo com 5 (cinco) oficinas de Artes e um Festival com as produções dos alunos feitas durante a formação. As oficinas têm foco no mercado de trabalho e serão dadas dentro de uma metodologia inclusiva que contemple pessoas COM e SEM Síndrome de Down. A idade mínima para as oficinas é de 15 anos de idade e não existe idade máxima. Todas as ações são totalmente gratuitas. 1. Oficina de Artes Cênicas - Curso teórico-prático de artes cênicas com técnicas de interpretação para cinema e teatro, bem como montagem de um ensaio cênico a ser apresentado no encerramento do Festival. 2. Oficina de Música - Curso teórico-prático de Música com foco no canto e no coral e composição de trilhas sonoras para cinema, bem como criação de uma apresentação musical de um coral dos alunos no encerramento do Festival. 3. Oficina de Fotografia e Filmagem - Curso teórico-prático de técnica de Fotografia e Filmagem, em estúdio e externo, com criação no final de um ensaio fotográfico a ser exposto no encerramento do evento. 4. Oficina de Artes Visuais - Curso teórico-prático de artes visuais com pintura, escultura, cenografia, cenotécnica, objetos de cena e direção de arte para cinema, bem como produção de obras de artes a serem expostas no encerramento do Festival. 5. Oficina de Audiovisual - Curso teórico-prático em Audiovisual, em estúdio e externo, com desenvolvimento de roteiro, análise técnica, plano de filmagem, produção audiovisual, efeitos especiais, gravação, edição e difusão (YouTube, Instagram e Facebook) de vídeos de até 10 minutos realizado por equipes de até cinco alunos junto com os professores e profissionais de cinema a serem exibidos no encerramento do Festival. 6. Festival – Mostra não competitiva dos vídeos criados na formação e dos demais ensaios artísticos criados nas demais oficinas em um espaço cultural de Fortaleza com teatro, cinema e sala de exposição a ser definido na fase de pré-produção. Obs: as metodologias das oficinas serão desenvolvidas na fase de pré-produção após contratação da equipe multidisciplinar formada por produtores, artistas, especialistas em pessoas com necessidades especiais, oficineiros e coordenação pedagógica.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o ARTE DE INCLUIR que é um Festival não competitivo de produções artísticas realizadas a partir de um ciclo de cursos de audiovisual e artes em geral com metodologia inclusiva na formação em Audiovisual e demais linguagens associadas como, Fotografia, Artes Visuais, Artes Cênicas e Música culminando na realização do Festival em espaço cultural local com exibições dos filmes produzidos, bem como apresentação dos ensaios das demais linguagens em um evento gratuito destinado para todos os participantes, familiares, amigos e público em geral interessado. Objetivos Específicos 1. Realizar o Festival ARTE DE INCLUIR com mostra não competitivo de produções audiovisuais e artísticas realizadas a partir de um ciclo de cursos; 2.Oferecer como Contrapartida Social no período de 8 (oito) meses 5 (cinco) oficinas de criação e ensaios artísticos em Artes Cênicas, Música (canto e coral), técnicas de Fotografia e Filmagens, junto com criação de Artes Visuais. No final será realizada a oficina de criação, produção e edição em Audiovisual para realização de filmes de curtas metragens de até 10 minutos feitos por equipes dos grupos capacitados que serão no mínimo 50% de alunos e professores de escolas públicas e outros 50% alunos e professores de escolas em geral; 3. Incluir jovens com Síndrome de Down em cursos de Arte, voltados para o mercado de trabalho artístico; 4. Criar uma metodologia inclusiva que permita que jovens COM e SEM Síndrome de Down possam estudar juntos e realizar atividades artísticas coletivas, promovendo a socialização e enaltecer a importância da colaboração coletiva dentro da sala de aula; 5. Apresentar para o público geral os resultados do que for produzido durante as oficinas dentro do evento de encerramento; 6. Destacar a Cultura como agente ativo na formação, produção e difusão da cidadania; 7. Estimular protagonismo e autoestima para pessoas com Síndrome de Down, familiares, amigos e professores; 8. Problematizar questões como isolamento, exclusão, silenciamento e ausência de autonomia na sociedade; 9. Disseminar valores de bem-estar, autonomia, autoconhecimento e amor por si mesmo.

Justificativa

O projeto ARTE DE INCLUIR é um Festival de caráter não competitivo, inserido no âmbito das produções artísticas, a serem realizadas a partir de um ciclo de cursos de audiovisual e artes em geral com metodologia inclusiva, oferecidos especialmente para pessoas com Síndrome de Down, seus familiares e professores, bem como público em geral. Com intuito de integrar os diferentes públicos que tenham interesse na formação em Audiovisual e demais linguagens associadas às artes, como Fotografia, Artes Visuais, Artes Cênicas e Música, os participantes terão aulas teóricas e práticas com objetivo de desenvolver produções coletivas. A formação acontecerá durante 8 (oito) meses, de forma gratuita, culminando com a realização de um festival a ser realizado na Casa José de Alencar (patrimônio histórico tombado pelo IPHAN e equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará - UFC), destinado para todos os beneficiados, seus familiares e público em geral interessado, onde serão exibidos todos os trabalhos desenvolvidos pelos participantes. A Cultura é um importante agente de aproximação e construção de identidade de diversos grupos sociais. Isso gera quebra de silenciamento, promoção de protagonismo, elevação da autoestima; e como ganho secundário, abre portas no mercado de trabalho para jovens e adultos. Reconhecer-se como parte do mundo do trabalho fortalece o sentido de cidadania, que no caso de pessoas com síndrome de Down, é fundamental para entrada na vida adulta, para mudança positiva de atitude e para aumento da autonomia. Além disso, a relação com a Arte - desde a fruição artística, passando pela Arteterapia e pela formação profissionalizante e produção nas linguagens artísticas, desempenha papel fundamental na construção das subjetividades e na manutenção da saúde mental de pessoas que vivem ou não com deficiências físicas e intelectuais. É importante ressaltar que o projeto não envolve apenas a pessoa e a empresa. Tanto a família, a escola, a sociedade e as instituições precisam caminhar juntos na defesa da inclusão efetiva. E o ARTE DE INCLUIR integra esse projeto maior de criar espaços seguros e adaptados para convivência compartilhada entre pessoas COM e SEM Síndrome de Down. A proposta não é de trabalhar exclusivamente com jovens e adultos com deficiências, mas ensinar Audiovisual junto com Artes Cênicas, Música, Fotografia e Artes Visuais, de forma inclusiva, na perspectiva metodológica de que todos têm a ensinar e a aprender, de forma horizontal. O artigo 27 da convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência estabelece que todos têm direito a oportunidades iguais de trabalho. Isso norteia a proposta do projeto, que busca garantir que jovens e adultos de diferentes perfis, histórias de vida, contextos sociais, visões de mundo e experiências de corpo, se conheçam, dialoguem, falem, ouçam, aprendam, ensinem e ampliem suas oportunidades de fruição artística, construção de conhecimento e inserção no mercado de trabalho. Ao longo dos meses de convivência, a existência ou não de deficiências vai deixar de ser uma linha de divisão e passar a ser um terreno fértil de possibilidades. O ARTE DE INCLUIR é um projeto com foco na integração da sociedade com pessoas com Síndrome de Down, contemplando a diversidade grupos sociais, favorecendo a democracia cultural e o acesso à arte e cultura de forma ampla e irrestrita, promovendo a inclusão social, de acordo com o preconizado no artigo 1º, na lei 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Há ainda o reconhecimento das potências artísticas e criativas, fortalecendo os artistas locais de acordo com o item 3 do artigo 1ª da Lei 8313: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto também encontra-se de acordo com o Artigo 3 da Lei 8.313/91 que serão alcançados referente aos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O evento também valoriza e conta com profissionais locais, em todas as etapas do processo, ao passo que busca articular a participação das esferas públicas, em torno da busca conjunta por esforços que fortaleçam a colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura, conforme preconiza o item II, do artigo I da Lei: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Neste sentido, o evento tem ainda um forte potencial de formação e valorização profissional dos agentes envolvidos no projeto, a partir da geração de conhecimento, emprego e renda, oferecendo oportunidades de trabalho, fortalecendo o cenário artístico, valorizando os saberes e a mão de obra local. Este aspecto está alinhado ao artigo I da lei 8313: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Especificação técnica

As metodologias das oficinas serão desenvolvidas na fase de pré-produção após contratação da equipe multidisciplinar formada por produtores, artistas, especialistas em pessoas com necessidades especiais, oficineiros e coordenação pedagógica dos seguintes itens: 1. Oficina de Artes Cênicas - Curso teórico-prático de artes cênicas com técnicas de interpretação para cinema e teatro, bem como montagem de um ensaio cênico a ser apresentado no encerramento do Festival. 2. Oficina de Música - Curso teórico-prático de Música com foco no canto e no coral e composição de trilhas sonoras para cinema, bem como criação de uma apresentação musical de um coral dos alunos no encerramento do Festival. 3. Oficina de Fotografia e Filmagem - Curso teórico-prático de técnica de Fotografia e Filmagem, em estúdio e externo, com criação no final de um ensaio fotográfico a ser exposto no encerramento do evento. 4. Oficina de Artes Visuais - Curso teórico-prático de artes visuais com pintura, escultura, cenografia, cenotécnica, objetos de cena e direção de arte para cinema, bem como produção de obras de artes a serem expostas no encerramento do Festival. 5. Oficina de Audiovisual - Curso teórico-prático em Audiovisual, em estúdio e externo, com desenvolvimento de roteiro, análise técnica, plano de filmagem, produção audiovisual, efeitos especiais, gravação, edição e difusão (YouTube, Instagram e Facebook) de vídeos de até 10 minutos realizado por equipes de até cinco alunos junto com os professores e profissionais de cinema a serem exibidos no encerramento do Festival. 6. Festival – Mostra não competitiva dos vídeos criados na formação e dos demais ensaios artísticos criados nas demais oficinas em um espaço cultural de Fortaleza com teatro, cinema e sala de exposição a ser definido na fase de pré-produção.

Acessibilidade

Contrapartida Social – Formação Na essência, o projeto ARTE DE INCLUIR é inclusivo pois possibilita que pessoas com Síndrome de Down participem de oficinas de Arte com as demais pessoas interessadas em uma interação sociais sem discriminação. Além disso as oficinas serão realizadas gratuitamente a partir de inscrição prévia, as quais serão realizadas em espaços com acessibilidade plena pessoas com necessidades especiais físicas e mentais, como cadeirantes e pessoas com Síndrome de Down, com rampas de acesso, banheiros acessíveis e profissionais qualificados em atender pessoas de diferente necessidades especiais, como psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e espaço para cadeirantes . DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras, psicólogos, pedagogos e assistentes sociais (voluntários) DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral Festival O projeto realizará no encerramento o Festival com mostra não competitiva dos filmes produzidos na formação junto com apresentação de ensaios das diferentes linguagens na Casa José de Alencar (patrimônio histórico tombado pelo IPHAN e equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará - UFC) com acessibilidade física, contando com rampas, banheiros acessíveis, piso tátil, corrimão e boa iluminação. Dessa forma, o acesso de pessoas cadeirantes, com deficiências visuais e com dificuldades de mobilidade será possível. Alguns dos membros da equipe de produção serão fluentes em Libras, para comunicação com pessoas surdas. A equipe de apoio será formada por pessoas aptas a acolher o público COM ou SEM deficiência de forma correta. Nas apresentações artísticas teremos intérpretes de Libras e audiodescrição (quando for o caso). Além disso, o local de realização do Encontro fica próximo a pontos de parada de ônibus, vindos de diversas regiões da cidade de Fortaleza. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e espaço reservado para cadeirantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição (grupo voluntário)

Democratização do acesso

Contrapartida Social – Formação O projeto ARTE DE INCLUIR é democrático pois será aberto gratuitamente para todas as pessoas e em especial para pessoas com Síndrome de Down para participarem de oficinas de Arte com foco no mercado de trabalho e a socialização de pessoas com diferentes perfis. As inscrições para as oficinas serão abertas ao público COM ou SEM Síndrome de Down, feitas depois de chamamento público nos canais de comunicação do projeto. A seleção dos alunos acontecerá de forma transparente, sendo divulgado o resultado e os critérios de escolha, principalmente a divisão do público beneficiado em 50% de pessoas oriundas de escolas públicas locais, tanto alunos como professores, e 50% para os demais alunos e professores interessados. Festival O acesso ao Festival será amplo, uma vez que não há cobrança de ingressos. Durante o projeto, as ações serão amplamente divulgadas, garantindo o Direito à Informação. O Festival será aberto ao público de diversas faixas etárias, não sendo necessária inscrição prévia, nem pagamento de taxas. Serão respeitadas a capacidade de cada ambiente e a ordem de chegada das pessoas. O evento reunirá público em geral, participantes das oficinas, familiares, amigos, professores e artistas. Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania que será adotado: III- oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.

Ficha técnica

JOSÉ LANDIM MACEDO FERRAZ (Proponente e Coordenador Geral - Função: planejamento, contratações, organização das equipes, definição das ações principais, execução financeira e prestação de conta) - Presidente da Associação Fortaleza Down, atuando desde 2005 em projetos culturais, sociais e esportivos promovendo socialização, inclusão e conhecimento para mais de 180 famílias. Coordena atividades como gestão de projetos, organização, produção, atividades financeiras, controle de logística, relacionamento com apoiadores e fornecedores e relatório de prestação de contas junto a empresas privadas e órgãos públicos. Algumas Experiências Profissionais: Dia Internacional da Síndrome de Down – Exposição, Dança e Poesia; Exposição de trabalhos e atividades artísticas protagonizadas por jovens no Shopping Benfica de fortaleza. Arte, acessibilidade, diversidade e inclusão social; Atividades de Incentivo à Leitura – Parque do Cocó. AMAURI MORAIS (Coordenador de Produção - Função: gerenciamento da equipe de produção, definição de ações, monitoramento das equipes, entregas de produção e encerramento de atividaddes) - Consultor em leis de incentivo, Empreendedor e Produtor Social, Cultural e Esportivo, atuando a 5 anos no mercado, desde o planejamento, elaboração e execução de projetos, seguindo critérios artísticos, sociais e econômicos. Coordenador de atividades como gestão do projeto, organização, controle de produção, atividades técnico-financeiras, cronograma de trabalho, controle de logística, coordenação da equipe de produção, relacionamento com patrocinadores e fornecedores, contas a pagar e receber e relatório de prestação de contas junto a empresas privadas e órgãos públicos. Atualmente é CEO na empresa Enter Projetos Socioculturais e Esportivos (enterprojetos.com.br). PAULO BENEVIDES (Coordenador Cultural - definição das atividades artísticas, composição da programação das oficinas e do festival, treinamento da equipe artística, acompanhamento dos artistas e de suas ações no projeto) é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Ceará, especializado em Consultoria Empresarial e Gerenciamento de Projetos, iniciou sua carreira no mercado cultural em 2000. Foi consultor cultural por quatro anos do Selo de Responsabilidade Cultural do Governo do Estado do Ceará, organizador do Fórum do Audiovisual no Ceará desde 2003, foi por três anos Conselheiro em Audiovisual do Conselho Municipal de Políticas Culturais da Prefeitura de Fortaleza. Obs: demais profissionais serão selecionados na fase de pré-produção após captação de recursos.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.