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Historias para cantar propõe projeto que investe na formação de coro infantil em escolas públicas e espetáculos. Para tanto utilizará material montado sobre contos infantis do escritor Rubem Alves e partituras exclusivamente compostas para os temas dos contos. O projeto finalizará com a apresentação de espetáculo com contadora de histórias, músicos e coro infantil formado por crianças provenientes das escolas que participaram do treinamento.Iniciaremos com a postagem de cartazes e anúncios em classe, indicando inscrições para crianças participarem da formação do coro infantil. Os produtos culturais resultantes do projeto são: Espetáculo e Oficina de Coro infantil.
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Objetivos Gerais O Projeto será composto por na formação de coro infantil em escolas públicas e espetáculos, sobre contos infantis do escritor Rubem Alves. Desta forma, Historias para cantar, leva à cena, de uma maneira contemporânea, uma parte do universo de Rubem Alves, buscando ser fonte de inspiração para crianças através de uma abordagem poética de assuntos relevantes para todas as idades. As histórias selecionadas Morangos, Lagartixas e Dinossauros, O Gambá que não sabia sorrir, A porquinha do rabinho esticadinho, O medo da Sementinha e Como nasceu a alegria, serão transformadas em poemas e convertidas em canções. Estas canções serão o repertório ensaiado pelo coro infantil, e farão parte da apresentação cênica: Historias para cantar. Objetivos específicos O principal elemento do espetáculo: Historias para cantar é a intersecção de planos. Sua principal fonte é a literatura infanto-juvenil de Rubem Alves, narradas por uma contadora de histórias e canções inspiradas nessa literatura interpretadas por um coro de crianças. Em sintonia com um pensar e fazer artístico da atualidade, a cena privilegiará o hibridismo de formas e de conteúdo para ressaltar a rica diversidade presente na obra do autor. A base são contos infanto-juvenis, mananciais férteis de símbolos, metáforas e associações, levados à cena pela narração. Mesclando-se à narrativa, as canções são inspiradas nos contos. O termo inspiradas é essencial porque deixa claro que não são apenas uma transliteração das histórias narradas, mas criações poéticas que iluminam, ou melhor, sonorizam aspectos dos contos abrindo outras possibilidades de percepção para o universo encantando de Rubem. Também não é possível deixar de mencionar que as canções foram compostas e serão interpretadas por um coro de crianças que terão participação efetiva em todo o espetáculo. Elemento essencial, com o coro de crianças o coletivo materializa-se em cena, assim como é estabelecido um canal de comunicação direta, orgânica, entre a cena e o principal público a quem o espetáculo se destina: as crianças. Oficinas de coro infantil Queremos oferecer material para os coros infantis das escolas públicas. O material produzido será de acordo com a vivência sonora cotidiana das crianças, dentro do registro sonoro alcançado na infância, facilitando a prática do canto coral como algo natural e alegre. Produzindo, praticando e interpretando música através do canto o indivíduo desenvolve a sensibilidade, a percepção, a criatividade e a imaginação, a habilidade de pensar, de sentir, de falar e agir, habilidades necessárias ao desenvolvimento humano. Toda pessoa é potencialmente hábil a cantar. A prática coral propicia ao ser humano um mundo sonoro que se transforma a cada canção, a cada estilo, a cada linguagem. Sendo a música uma linguagem é direito de todo indivíduo ter acesso a ela, assim como a língua portuguesa, a língua estrangeira, a matemática ou a ciência, pois só uma experiência ampla propicia um ser humano com uma extensa e diversificada visão de mundo.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadoresEssa parte precisa ser refeita propomos um projeto de duração de seis meses: quatro meses de ensaios e dois meses de apresentações/espetáculos. Os ensaios do coro infantil continuarão no período dos espetáculos. Pretende-se que o coro infantil seja formado em escola pública, para dar acesso a esse grupo menos favorecido. Quando pensamos em uma temporada regular de um espetáculo infantil, com duas apresentações semanais, sábados e domingos, durante dois meses totalizando 16 apresentações, como a gente diz, para dar tempo do espetáculo "pegar", a primeira parte das apresentações podem ser trabalhadas vendas para escolas particulares, ou espetáculos gratuitos para escolas públicas como contrapartida social do Proac. Após cada espetáculo, estará montado um espaço para algo como ‘reforço emocional’ ao espetáculo. Nesse espaço haverá 4 jogos interativos para as crianças. Cada objeto tem a possibilidade de vários sensores, no qual seria confortável para 8 crianças interagirem. Também há a possibilidade de um desses brinquedos sejam mais sensoriais, para alcançar crianças com deficiência auditiva e visual. Objetos interativos são cubos de 50x50x50 cm com botões, sensores, luzes, alto falantes e motores em todas as faces (menos na base), e estará relacionado com o tema das histórias/espetáculo que acabaram de acontecer. Conhecendo a formação multifacetada de um músico, proponho suporte de formação de professores no campo de coro infantil. Ele se dará por meio de quatro encontros em formato de seminários, distribuídos durante o ano do projeto, com profissionais amplamente considerados no universo musical no tema: coro infantil e educação musical. Durante todo o período em que o projeto estará em andamento, será montada plataforma via internet para acompanhar os procedimentos e dúvidas cotidianas. Nos encontros haverá distribuição do material a ser utilizado. Ao final do projeto teremos a apresentação de um espetáculo que trará ao público mostra do projeto desenvolvido. Tenho a convicção de que a liberdade só é alcançada por meio da instauração e amplificação do conhecimento de profissionais que estão cravados em seu lugar de origem. Em todas as escolas, mesmo as escolas nos grandes centros, existe urgência de formação de professores direcionados ao canto infantil. Esse projeto tem o propósito de desenvolver indivíduos para que se apossem dos processos criativos e utilizá-lo com mais disponibilidade e suporte.
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Contrapartidas Sociais Deficiência visual: O vídeo do espetáculo que será postado na internet terá audiodescrição. Deficiência auditiva: haverá um interprete de libras em cada aula. Espetáculo Deficiência visual O vídeo do espetáculo que será postado na internet terá audiodescrição Deficiência auditiva: haverá um interprete de libras em cada sessão. Conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. O espetáculo será criado dentro das normas de acessibilidade prevendo a fácil locomoção para cadeirantes com rampas de acesso na entrada principal, nos banheiros, na área de alimentação e também na área de espetáculo. As medidas que serão adotas para promover o acesso ao conteúdo dos produtos culturais às pessoas com deficiência VISUAL: Material digital com audiodescrição Parte do material gráfico impresso em Braile
O projeto atende ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto 5.761/06, que pede para "tornar os preços de comercialização de obras ou de ingressos mais acessíveis à população em geral”, o projeto oferecerá tanto os cursos/oficinas quanto os concertos, totalmente gratuito ao público. Com o concerto, estima-se atender a um público de até 1.600 pessoas.
Proponente/ Sandra Carvalho de Mattos Função: direção geral É pianista, regente de coro e orquestra, Graduação em Regência - UFRJ, Mestre em Musicologia Brasileira – UNESP, Doutora em Ciências Sociais, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUCSP. Pós-doutoranda em Ciências Sociais, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUCSP. Atua como professora na Univerdade UniSant’Anna na área de Música, Emoção e Comportamento, além de técnicas relacionadas à escrita musical. É regente do coro Universitário UniSant’Anna. É presidente da Associação Crescente, coordenadora do projeto e regente da Orquestra de Cordas desde o ano 2001. Faz parte do Grupo de Estudos em Antropologia Compleuxus, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUCSP desde 2011. Como pesquisadora e conferencista, participou dos seguintes congressos: Congresso de Educação Musical UNESP-SP em 2011, XXIV Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM 2014, I Simpósio de Educação Musical UNISO – 2014, X Simpósio de Cognição e Artes Musicais SIMCAM – 2014, XI Simpósio de Cognição e Artes Musicais SIMCAM – 2015, parecerista e mediadora no Iº Encontro Científico de Música e Interdisciplinaridade, Instituto de Artes da UNESP – 2015, III Encontro Internacional de Jovens Músicos, Sevilha, Espanha - 2016, FGV-EAESP / RAE Publicações, 5ª edição/ 2016, XIII Simpósio de Cognição e Artes Musicais SIMCAM- 2017. Semana Acadêmica 2017, Faculdade UniSant’Anna. Participação com palestra sob o tema Música e Resiliência: Caminhos de Transformação. Semana Acadêmica 2018, Faculdade UniSant’Anna. Participação com palestra sobre Neurologia e Educação. I Seminário de Pós-Doutorandos do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais, PUCSP, Palestra: Música e Resiliência- Refugiados na Finlândia. Simpósio de práticas profissionais 2019, Centro Universitário UniSant’Anna, palestra: Música e Resiliência. - nome completo; Luiz Eduardo Frin - função no projeto; Diretor artístico É Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela Unesp - orientado por Alexandre Mate. Ator formado pelo Indac – Escola de Atores e cantor formado pela Escola Municipal de Música de São Paulo. Atua como professor de teatro, ator, diretor, cantor e dramaturgo. Atuou com Roberto Lage, Celso Frateschi, Zé Henrique de Paula e Marco Antônio Pâmio, entre outros encenadores. Como diretor e dramaturgo, criou inúmeros espetáculos teatrais e musicais - adultos e infantojuvenis. Dirigiu óperas no Teatro Municipal de São Paulo, na Sala São Paulo, na Unesp e em escolas públicas paulistanas – Projeto Ópera na Escola. É professor do Indac – Escola de Atores desde 2002 e já lecionou no Instituto de Arte da Unesp, na Faculdade Paulista de Artes e na Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo, em Santos. - nome completo; Bruna Oliveira - função no projeto; regente do coro infantil Bacharel Licenciatura em Música na Universidade FMU-FAAM. Regente do coro infantil da Associação crescente desde 2017. Participou do Coral Municipal de Suzano, além do Coral Filarmônico de Suzano, Madrigal Emesp, Coro Brasileiro de Repertório, Coro Osvaldo Lacerda, Madrigal Cantares e Coral Del Chiaro. Em 2012 e 2014 realizou uma turnê pela Europa com o Grupo Folkclorístico Stella Bianca levando a música Erudita Brasileira para a Itália e Alemanha. Foi solista na peça Estrela é lua nova do Heitor Villa Lobos. Atualmente Canta no Coro e Orquestra Del Chiaro, Madrigal Cantares e também participa do projeto Criança Cidadã na região de Osasco como Educadora Musical.
PROJETO ARQUIVADO.