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PRONAC 200984Apresentou prestação de contasMecenato

RETROA/ATIVA - exposição Eder Santos

EDER SAN JUNIOR CINEMATOGRAFICA E ARTE LTDA
Solicitado
R$ 1,29 mi
Aprovado
R$ 1,29 mi
Captado
R$ 900,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 900,0 mil

Eficiência de captação

69.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-02-01
Término

Resumo

O projeto propõe a realização da organização e preservação do acervo e da exposição de 30 dias de videoinstalações e videoesculturas do videoartista mineiro Eder Santos contendo 9 obras que representam uma amostragem de parte da sua produção nos últimos 18 anos. A exposição acontecerá em Belo Horizonte (MG), Vila Velha (ES), Belém (PA), São Luís (MA) e São Paulo. Será produzido um catálogo eletrônico e serão promovidas oficinas de artes visuais, uma em cada cidade, dirigidas para crianças e adolescentes.

Sinopse

SINOPSE DA EXPOSIÇÃO “RETROSPECTIVA EDER SANTOS” E CATÁLOGO ELETRÔNICO RESPECTIVO:A Retrospectiva Eder Santos oferecerá ao público um passeio pelas criações do artista, obras que desestabilizam os limites entre o real (o objeto) e o virtual (a imagem eletrônica) e instauram, no ambiente expositivo, um singular estado de suspensão do real. Como sonhos e miragens, as criações do artista se inscrevem delicadamente sobre ou dentro de diversos objetos, ressignificando-os e ressignificando-se a partir desses encontros.As obras que compõem a exposição são: Da série “Quatro Maneiras de Playtear a Eternidade”, série de videoinstalações de 2001, será exposta a obra “Máquina de Reflexão. Da série “Enciclopédia da Ignorância”, de 2003, será apresentada a obra “Preguiça”. Nesta série, o artista segue explorando a projeção de imagens em múltiplos suportes e contextos, criando instalações que surpreendem o olhar dos visitantes pela poesia das formas e a força das construções. “Distorções Contidas”, de 2007, apresenta-se como um intrigante objeto de ver e mostrar, que produz linhas de visibilidade em direção à narrativas criadas a partir da justaposição e sobreposição de imagens simultâneas. Neste trabalho, novas narrativas se estabelecem no interior de objetos menores, novamente a partir da decomposição da imagem digital em finas camadas que estabelecem, entre si, jogos tão líricos quando narrativos. “Móvel Japonês”, de 2008, a concretude de grãos e pedras é justaposta à fluidez da imagem eletrônica. E, ao mesmo tempo em que se instaura um contraste entre as qualidades de cada elemento, ocorre uma harmônica integração entre eles, integrados pelo artista em uma contemplativa paisagem em miniatura. “Chamada em Espera”, criada em 2009, a obra aponta na direção de luminosas e pacíficas paisagens exteriores, que convidam o público à participação e integração legítima com o trabalho, criando paisagens a cada visitante que atravessa o caminho entre o projetor e a superfície onde se vê as projeções.Durante a exposição, uma tela exibirá continuamente dois trabalhos de videoarte: “Cinema” (2009) e “Janaúba” (1993). No primeiro, o videoartista apresenta cenas triviais de uma cidade pequena do interior de Minas através de seu olhar poético sobre o mundo. Interferências sutis, imagens que saem de foco e diferentes velocidades de transição remetem ao tempo que passa. “Cinema” participou em 2010 do International Short Film Festival Oberhausen, na Alemanha, e do International Film Festival Rotterdam, na Holanda. No segundo vídeo, “Janaúba”, o artista recria a cena do filme “Limite”, de Mário Peixoto, em que um barco passa vagarosamente por um rio com um casal a bordo, em uma narrativa poética sobre a vida no interior do Brasil. Janaúba é o nome de uma cidade mineira na divisa com a Bahia. O vídeo foi premiado no 10º Festival Videobrasil. E, por fim, da série “Oratórios”, de 2008, serão expostas duas obras: “La Virgene in Orazzione” e “São Sebastião”. Eder Santos constrói narrativas poéticas por meio da tecnologia e das novas mídias, aprisionando imagens nesses objetos. No primeiro deles, batizado de “La Virgene in Orazzione”, ele faz homenagem “à geração de mães de uma época em que as mulheres eram obrigadas a ser virgens por toda a vida, subjugadas aos maridos, prisioneiras, que sofriam/sofrem como santas”. Emoldurado por flores, o oratório traz bela imagem da mãe do artista, com sobreposições de um vídeo com uma mulher (a cantora e modelo mineira Bruna Tangari) e efeitos visuais que traduzem clima etéreo. O segundo oratório, “São Sebastião”, é composto por uma caixa em estilo neoclássico, que abriga imagens de um ator (Daniel Viana) amarrado a um tronco, em meio a efeitos visuais. Os oratórios têm em média 30 x 50cm.SINOPSE DO PROGRAMA EDUCATIVO:A história da videoarte no Brasil, a trajetória artística de Eder Santos e os processos de criação e pensamentos que orientaram as construções de suas obras serão apresentados em oficinas de artes visuais para crianças e adolescentes. JUSTIFICATIVA ADEQUAÇÃO: Conseguimos o patrocínio no valor de R$ 900.000,00 através da Vale do Rio Doce, e pensando em alcançar um público mais amplo e a nível nacional, modificamos as cidades e um pouco do formato do projeto diante dos recursos disponíveis. Com os recursos captados será possível realizar em 4 cidades, porém manteremos São Paulo por ora em virtude de que estamos em comunicação com alguns espaços ou museus locais, para quem sabe podermos também levar a exposição para esta cidade.

Objetivos

O projeto propõe ações de organização, conservação e difusão de obras do videoartista Eder Santos e ação de formação de público em artes visuais / eletrônicas, por meio de ações em 5 cidades: Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Belém (PA), São Luís (MA) e São Paulo. Pioneiro no cenário da videoarte brasileira, Eder Santos produziu, ao longo de mais de 25 anos de carreira, dezenas de obras entre videoinstalações, videoesculturas, filmes de curta e longa-metragem. Em uma perspectiva geral, as obras foram concebidas em grandes formatos, a partir do encontro entre a imagem digital e objetos presentes no cotidiano ou no imaginário de qualquer pessoa. Em função da própria natureza das obras e da projeção internacional do artista belo-horizontino, grande parte do acervo permanece inédita na sua própria cidade e mesmo no Brasil. Atualmente, parte das obras de Eder Santos compõem acervos de instituições como o Electronic Arts Intermix e MoMA, em Nova York (EUA), e do Centre Georges Pompidou, em Paris (França), que as conservam e as disponibilizam para acesso de apreciadores, colecionadores, curadores e pesquisadores. Em parceria com essas entidades, as obras assimiladas serão reproduzidas para compor o acervo próprio do artista. O restante das obras está apenas guardado em depósito particular, sendo necessário e urgente que se promova ações que garantam sua longevidade e acesso ao público. Com relação ao artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, o projeto irá atender aos incisos especificados abaixo:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo.Objetivos específicos:Realizar uma EXPOSIÇÃO DE ARTES (4 eventos)Produzir um CATÁLOGO eletrônicoRealizar um PROGRAMA EDUCATIVO NA EXPOSIÇÃOJUSTIFICATIVA: Tivemos somente que alterar um dos locais de realização

Justificativa

A proposta de realização do projeto "Preservação de acervo e exposição Eder Santos" converge com as finalidades dos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91:"I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; e "IX - priorizar o produto cultural originário do País".Em permanente diálogo com o contexto internacional da arte contemporânea, Eder Santos tem continuamente levado a sua obra a diversas cidades brasileiras e também a países como Alemanha, Espanha, Holanda, França, Itália, Suíça, China, Coréia do Sul, Austrália, Estados Unidos e México. Nada mais justo que oferecer aos conterrâneos e contemporâneos do artista a oportunidade de conhecer e dialogar com trabalhos que compartilham, justamente com esse público, vários códigos e representações. "Eu nunca perdi de vista o fato de que estou usando uma tecnologia bastante estranha à minha cidade e ao país _ existe uma lacuna na relação entre o social e o tecnológico. Como consequência, procuro sempre usar nossos próprios elementos culturais", nas palavras do próprio artista. Muitos são os desafios enfrentados por historiadores da arte e profissionais dedicados à gestão de coleções museológicas para a conservação e reapresentação de instalações artísticas. As questões, que passam pela documentação técnica para remontagem, relação da obra com o espaço expositivo e ação do tempo nos materiais, tornam-se ainda mais desafiadoras quando, aliado a tudo isso, as obras em pauta são constituídas de imagens em movimento afixados em suportes extremamente sensíveis (analógicos, eletrônicos e digitais), como é o caso de videoinstalações e videoesculturas.No caso de Eder Santos, parte das obras foram assimiladas por instituições no Brasil e no exterior, que assumem o trabalho de manter as obras conservadas e acessíveis ao público. No entanto, parte da produção do videoartista padece pela descontinuidade de investimento de tempo e de recursos na preservação do acervo. O projeto em tela propõem um trabalho amplo, para possibilitar que uma produção tão icônica tenha condições de ser fruída pela atual e pelas próximas gerações - de forma mais imediata na exposição "Retrospectiva Eder Santos". A exposição depende desse trabalho de organização e recomposição de, pelo menos, 16 obras para acontecer em Belo Horizonte, cidade natal de Eder Santos, e também em São Paulo, berço da videoarte no Brasil e plataforma de difusão fundamental.O projeto também oferece a crianças e adolescentes, por meio do programa educativo, experiências estéticas que contribuem na formação do olhar e na ampliaçãoda percepção de códigos de representação. Ao serem apresentadas a elementos tão familiares conformados em suportes incomuns ou desconhecidos, esse público será estimulado a refletir sobre as narrativas presentes nas obras e sobre as possibilidades de expressão simbólica a partir da leitura de elementos da sua própria cultura.O projeto se enquadra nos objetivos expressos nos incisos II e III do Art. 3º da Lei 8313/91, pois contribui para:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante:""c) realização de exposições, (...);""III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:""c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;".JUSTIFICATIVA ADEQUAÇÃO: Conseguimos o patrocínio no valor de R$ 900.000,00 através da Vale do Rio Doce, e pensando em alcançar um público mais amplo e a nível nacional, modificamos as cidades e um pouco do formato do projeto diante dos recursos disponíveis. Com os recursos captados será possível realizar em 4 cidades, porém manteremos São Paulo por ora em virtude de que estamos em comunicação com alguns espaços ou museus locais, para quem sabe podermos também levar a exposição para esta cidade.

Estratégia de execução

CIRCULAÇÃO DA EXPOSIÇÃO “RETROSPECTIVA EDER SANTOS”: Belo Horizonte (MG) – 30 dias Vila Velha (ES) – 30 dias Belém (PA) – 20 dias São Luís (MA) – 30 dias São Paulo (S)) - 30 dias CATÁLOGO ELETRÔNICO: Com textos produzidos pelos curadores André Hallak e Patrícia Moran, o catálogo on-line da “Retrospectiva Eder Santos” será bilíngue, com versão do conteúdo em inglês e contará com recursos de acessibilidade. Esta plataforma permitirá que o visitante de qualquer parte do planeta tenha acesso a todo o conteúdo da exposição 24 horas por dia, pelo período de um ano. O conteúdo audiovisual produzido durante a primeira exposição da itinerância(Belo Horizonte) irá compor a primeira fase do catálogo virtual e na medida que forem ocorrendo as outras exposições, novas imagens e conteúdos vão alimentar dinamicamente o sítio, em constante diálogo com as ações de comunicação nas redes sociais. Especificações técnicas: Website multiplataforma para acesso em qualquer dispositivo, computador, tablet ou smartphone. PROGRAMA EDUCATIVO: Serão promovidas 5 oficinas de artes visuais de 3 horas cada para crianças e adolescentes, em turmas de 20 alunos cada, num total de 100 beneficiários. As oficinas serão realizadas nas cidades onde acontecerem as exposições. Os alunos das oficinas serão apresentados aos processos de criação e pensamentos que orientaram Eder Santos nas construções de suas obras. Haverá uma introdução de meia hora sobre a obra do artista e com dinâmicas experimentais nas quais os participantes poderão interagir com equipamentos e outros elementos que compõem as obras da exposição. Durante esta mediação, o público poderá dialogar sobre as expectativas da visita. Esta troca inicial proporcionará aos visitantes estímulos que poderão transformar sua experiência com as obras. A segunda parte será voltada para aulas expositivas sobre a história da videoarte brasileira e sobre a trajetória artística de Eder Santos. Ao final, os alunos serão estimulados a contar suas próprias histórias por meio dos materiais disponíveis na oficina (papel, sucata, tinta, cola etc.) O projeto pedagógico das oficinas consta em anexo. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Produto: Exposição de Artes Produto principal: Sim Área: Artes visuais Segmento: Exposição de artes visuais Transmissão em canal aberto: não Espaço cultural Detalhamento Tipo de venda: Ingresso Tipo de local da apresentação: Aberto Distribuição totalmente gratuita: Sim Espaço público: Não Divulgação: 0 Patrocinador: 0 População: 14.000 (BELO HORIZONTE: 6.000 + VILA VELHA: 6.000 + BELÉM: 800 + SÃO LUIZ: 1.200) Produto: Catálogo Produto principal: Não Área: Artes Visuais Segmento: Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual Transmissão em canal aberto: não Detalhamento Tipo de venda: exemplar Tipo de local da apresentação: Aberto Distribuição totalmente gratuita: Sim Espaço público: Não Divulgação: 100 Patrocinador: 100 População: 800 Produto: Programa educativo Produto principal: Não Área: Artes Visuais Segmento: Ações educativo-culturais Transmissão em canal aberto: não Detalhamento Tipo de venda: ingresso Tipo de local da apresentação: Aberto Distribuição totalmente gratuita: Sim Espaço público: Não Divulgação: 0 Patrocinador: 0 População: 200 Produto: Contrapartida social Produto principal: Não Área: Artes Visuais Segmento: Ações educativo-culturais Transmissão em canal aberto: não Detalhamento Tipo de venda: ingresso Tipo de local da apresentação: Aberto Distribuição totalmente gratuita: Sim Espaço público: Sim Divulgação: 0 Patrocinador: 0 População: 1.000

Especificação técnica

As obras que compõem a exposição são: Da série “Quatro Maneiras de Playtear a Eternidade”, série de videoinstalações de 2001, será exposta a obra “Máquina de Reflexão. Da série “Enciclopédia da Ignorância”, de 2003, será apresentada a obra “Preguiça”. Nesta série, o artista segue explorando a projeção de imagens em múltiplos suportes e contextos, criando instalações que surpreendem o olhar dos visitantes pela poesia das formas e a força das construções. “Distorções Contidas”, de 2007, apresenta-se como um intrigante objeto de ver e mostrar, que produz linhas de visibilidade em direção à narrativas criadas a partir da justaposição e sobreposição de imagens simultâneas. Neste trabalho, novas narrativas se estabelecem no interior de objetos menores, novamente a partir da decomposição da imagem digital em finas camadas que estabelecem, entre si, jogos tão líricos quando narrativos. “Móvel Japonês”, de 2008, a concretude de grãos e pedras é justaposta à fluidez da imagem eletrônica. E, ao mesmo tempo em que se instaura um contraste entre as qualidades de cada elemento, ocorre uma harmônica integração entre eles, integrados pelo artista em uma contemplativa paisagem em miniatura. “Chamada em Espera”, criada em 2009, a obra aponta na direção de luminosas e pacíficas paisagens exteriores, que convidam o público à participação e integração legítima com o trabalho, criando paisagens a cada visitante que atravessa o caminho entre o projetor e a superfície onde se vê as projeções.Durante a exposição, uma tela exibirá continuamente dois trabalhos de videoarte: “Cinema” (2009) e “Janaúba” (1993). No primeiro, o videoartista apresenta cenas triviais de uma cidade pequena do interior de Minas através de seu olhar poético sobre o mundo. Interferências sutis, imagens que saem de foco e diferentes velocidades de transição remetem ao tempo que passa. “Cinema” participou em 2010 do International Short Film Festival Oberhausen, na Alemanha, e do International Film Festival Rotterdam, na Holanda. No segundo vídeo, “Janaúba”, o artista recria a cena do filme “Limite”, de Mário Peixoto, em que um barco passa vagarosamente por um rio com um casal a bordo, em uma narrativa poética sobre a vida no interior do Brasil. Janaúba é o nome de uma cidade mineira na divisa com a Bahia. O vídeo foi premiado no 10º Festival Videobrasil. E, por fim, da série “Oratórios”, de 2008, serão expostas duas obras: “La Virgene in Orazzione” e “São Sebastião”. Eder Santos constrói narrativas poéticas por meio da tecnologia e das novas mídias, aprisionando imagens nesses objetos. No primeiro deles, batizado de “La Virgene in Orazzione”, ele faz homenagem “à geração de mães de uma época em que as mulheres eram obrigadas a ser virgens por toda a vida, subjugadas aos maridos, prisioneiras, que sofriam/sofrem como santas”. Emoldurado por flores, o oratório traz bela imagem da mãe do artista, com sobreposições de um vídeo com uma mulher (a cantora e modelo mineira Bruna Tangari) e efeitos visuais que traduzem clima etéreo. O segundo oratório, “São Sebastião”, é composto por uma caixa em estilo neoclássico, que abriga imagens de um ator (Daniel Viana) amarrado a um tronco, em meio a efeitos visuais. Os oratórios têm em média 30 x 50cm. JUSTIFICATIVA ADEQUAÇÃO: Conseguimos o patrocínio no valor de R$ 900.000,00 através da Vale do Rio Doce, e pensando em alcançar um público mais amplo e a nível nacional, modificamos as cidades e um pouco do formato do projeto diante dos recursos disponíveis. Com os recursos captados será possível realizar em 4 cidades, porém manteremos São Paulo por ora em virtude de que estamos em comunicação com alguns espaços ou museus locais, para quem sabe podermos também levar a exposição para esta cidade. O projeto expográfico ainda não foi realizado diante dos espaços não definidos ainda. Enviamos em anexo um formato de exposição feita anteriormente.

Acessibilidade

PRODUTO 1: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais das exposições serão definidos na etapa de pré-produção, obedecendo aos parâmetros de acessibilidade para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Todos os espaços previstos atendem aos requisitos de acessibilidade física. DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as obras terão legenda descritiva, DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravadas em áudio as descrições das obras que serão exibidas para promover acessibilidade aos deficientes visuais à exposição. Todas as exposições contarão com um mediador apto a guiar os deficientes visuais. PRODUTO 2: CATÁLOGO ELETRÔNICO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: Vídeos com legenda descritiva. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. PRODUTO 3: PROGRAMA EDUCATIVO ACESSIBILIDADE FÍSICA: O programa educativo será realizado nos locais das exposições. Os locais das exposições serão definidos na etapa de pré-produção, obedecendo aos parâmetros de acessibilidade para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços pré-selecionados atendem aos requisitos de acessibilidade física. DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas do programa educativo contarão com um mediador intérprete de Libras. DEFICIENTES VISUAIS: As oficinas do programa educativo contarão com um mediador para auxílio caso seja necessário. CONTRAPARTIDA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais das palestras serão definidos na etapa de pré-produção, obedecendo aos parâmetros de acessibilidade para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Todos os espaços previstos atendem aos requisitos de acessibilidade física. DEFICIENTES AUDITIVOS: As palestras de contrapartida contarão com um mediador intérprete de Libras. DEFICIENTES VISUAIS: As palestras de contrapartida contarão com um mediador para auxílio caso seja necessário.

Democratização do acesso

PRODUTO 1: EXPOSIÇÃO DE ARTES As exposições serão amplamente divulgadas e terão acesso livre e gratuito para todos os públicos. “VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;” Será realizado um trabalho de articulação com escolas nas cidades contempladas, com o intuito de promover o acesso de crianças e adolescentes estudantes de escolas públicas às exposições e ao programa educativo, que será oferecido gratuitamente aos estudantes. PRODUTO 2: CATÁLOGO ELETRÔNICO Será disponibilizado gratuitamente de forma online. PRODUTO 3: PROGRAMA EDUCATIVO O programa educativo será amplamente divulgado e terá acesso livre e gratuito para professores e estudantes de escolas públicas e privadas. “VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;” Será realizado um trabalho de articulação com escolas nas quatro cidades contempladas, com o intuito de promover o acesso de crianças e adolescentes estudantes de escolas públicas ao programa educativo, que será oferecido gratuitamente.

Ficha técnica

Coordenação Artística: Eder SantosCoordenação Geral: Mônica Cerqueira Curadoria: Gustavo Carvalho e André HallakProdução Executiva: Barão FonsecaProdução: Beatriz FlechaCoordenação Técnica: Leandro AragãoCURRÍCULOS RESUMIDOS > Eder Santos (coordenação artística, professor de oficina/curso, dirigente da proponente). Programação visual - Fundação Mineira de Arte Aleijadinho (Fuma). Um dos pioneiros da arte multimídia no Brasil. Suas obras fazem parte de acervos brasileiros e internacionais. No Brasil, fazem parte da Coleção Itaú, São Paulo; dos Museus de Arte Moderna da Bahia, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Pelo mundo, estão em coleções como: Museu de arte Moderna de Nova York (MoMA); Centre Georges Pompidou, Paris; Cisneros Fontanals Art Foundation, Estados Unidos; Colección de la Fundación Arco, Espanha. Acumula prêmios em festivais internacionais e nacionais, dentre os quais podemos destacar Prêmio Sergio Motta, Petrobras, Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano e Festival del Cine de Cuba, Havana, Fest Rio e Rio Cine Festival. Realiza exposições individuais na feira de arte Arco (2009) em Madri, Espanha; no Centro Cultural Banco do Brasil (2010), Rio de Janeiro, entre outras, realizadas na Galeria Luciana Brito, que o representa em São Paulo.> Mônica Cerqueira (Coordenação Geral) Formação profissional: 2015 | Especialista em Competências Criativas - Centro Universitário 1984 | Graduação em Comunicação Social - PUC MINAS – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Experiência profissional: Monica Cerqueira, do final dos anos 80 até o final dos anos 90, fundou e dirigiu espaços culturais dedicados ao cinema e outras atividades culturais (SAVASSI CINECLUBE, USINA e CINE IMAGINÁRIO). Foi curadora e organizadora de várias mostras e festivais, dentre eles, 1a Mostra de Cinema de Tiradentes (1998), Mostra Minas no Ano Brasil na França (2005), Festival É Tudo Verdade em BH (2012 e 2013), Cine 104 em Casa, mostra online (2020), MOSTRA BRASIL BRASILEIRO, online (2021). Entre 2000 e 2010, implantou e coordenou a TV UFMG e atuou como diretora no Palácio das Artes. Em 2022 foi produtora da festival Arte no Escadão.> André Hallak (curadoria) Doutorado em Comunicação. UFRJ, 2006-2009 Mestrado em Artes. Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil. 2001-2005 Graduação em Publicidade e Propaganda. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas. Título: Homo scaenicus. Orientador: André Guimarães Brasil. Experiência profissional: André Hallak é mestre em Artes pela Escola de Artes Visuais da UFMG, onde desenvolveu uma investigação sobre a relação entre Arte Contemporânea e o Vídeo Documentário, assunto que o acompanha em sua trajetória. Está cursando o doutorado em Comunicação pela UFRJ onde amplia a pesquisa iniciada no mestrado com o foco nas videoinstalações. Atua no circuito audiovisual desenvolvendo trabalhos de criação e coordenação, assim como diretor, editor, fotógrafo, produtor e educador. O foco principal são documentários contemporâneos, videoartes, cinema e videoinstalaçõe. É professor na Pós-Graduação na Escola Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais.> Luiz Gustavo Carvalho(curadoria):Curador, artista e pianista, apresentou a sua primeira curadoria na França, em 2011. No Brasil, como curador de mais de setenta exposições, ele apresentou pela primeira no país a obra de diferentes artistas visuais, tais como Antanas Sutkus, Serguei Maksimishin, Mac Adams e François Andes, entre outros. Em 2012, criou o Festival Artes Vertentes – Festival Internacional de Artes de Tiradentes, que recebeu durante as últimas nove edições mais de 250 artistas sob a sua direção artística. Entre 2011 e 2014 integrou a direção artística do Zeitkunst Festival, em Berlim. Participou de diferentes programas de residência artística na América do Sul, Europa e Ásia. Desde 2016, vem colaborando com o Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro.> Barão Fonseca (produção executiva): Graduado em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pela faculdade Estácio de Sá. Experiência profissional: Barão Fonseca é produtor, editor, assistente de direc?a?o e so?cio da produtora Trem Chic. Desde 2007, trabalha como produtor em praticamente todas as exposic?o?es, vi?deo-instalac?o?es, e produc?o?es para cinema e TV desenvolvidas pela empresa e atua em outras produções no mercado audiovisual de Belo Horizonte. Já produziu exposições como DOGVILLE, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Nova York; ROTEIRO AMARRADO, no Rio de Janeiro; CALL WAITING e ESTADO DE SÍTIO, em Belo Horizonte; CINEMA e O JULGAMENTO DE PARIS, em São Paulo; GALERIA DAS ALMAS, em Brasília; MENTIRAS E HUMILHAÇÕES, em Salvador; e ATRÁS DO PORTO TEM UMA CIDADE, em Vitória. Barão, também produziu o vídeo da campanha "Mar de Lama Nunca Mais" (2016), sobre o acidente em Mariana / MG; a Exposição ?Estado de Sítio? (2016), além de inúmeros outros trabalhos com vídeo clipes e vídeos publicitários.> Beatriz Flecha (produção): 2017| Graduada em Comunicação Social - Cinema e Audiovisual, pela PUC Minas. Experiência profissional: Trabalha como produtora ja tento atuado na série Água de Plantar (2020), exibida no canal Futura e em longas como LAVRA, do cineasta e artista visual Lucas Bambozzi, CORPO PRESENTE, do diretor Leonardo Barcelos e GIRASSOL VERMELHO, do videoartista e cineasta Eder Santos. Também é produtora dos projetos de documentário em desenvolvimento SANTOS-DUMONT, O CÉU NA CABEÇA e UAKTI. Além disso foi assistente de produção nos festivais Arte no Escadão Real Mix 0.1 e Arte no Escadão Real Mix 0.2. Trabalha também na elaboração de projetos culturais e audiovisuais em diversos formatos para editais publicos e privados.> Leandro Aragão (coordenação geral/ técnica): 2009 | Bacharel em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG. Viveu em Boston e Los Angeles entre 2001 e 2005, quando iniciou estudos em fotografia e cinema. Experiência profissional: Em 2013 supervisionou todo o trabalho de pós-produção do longa-metragem Deserto Azul, concluído na finalizadora The Post Republic em Berlim. Ao longo dos últimos 10 anos, produziu inúmeras obras ao lado de seus sócios na produtora Trem Chic. Seu último trabalho como diretor, o curta-metragem "Improviso Ambulante" teve patrocínio do Fundo Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte. O filme foi exibido no Festival Internacional de Documentários "É Tudo Verdade" no RJ e SP; ganhou os prêmios de Melhor Documentário do FECIN, no Espírito Santo; Melhor curta-metragem documentário no 11° Atlantidoc (Uruguai); e os prêmios de melhor documentário de curta-metragem e melhor direção de fotografia na Mostra SESC de Cinema – Etapa MG. Além do circuito de cinema, ?Improviso Ambulante? também foi exibido em exposição da Bienal de Arte Digital, no Oi Futuro - RJ e na Bienal de Arte Digital, no Museu de Arte da Pampulha - BH. Em 2014, criou a série ficcional ?1986?, vencedora de dois prêmios de desenvolvimento: CODEMIG-MG e PRODAV.> Diana Gebrim Soc Adv/Diversidade Gestão e Desenv. de Projetos - Assessoria Jurídica e Gestão Financeira: advogada graduada pela UFOP, Especialista em Direito de Empresa pelo IEC/PUC-MG e em em Gestão Cultural pela UNA, desde 2006 atua como assessora jurídica e gestora de projetos realizados através de Leis e Mecanismos de Incentivo e Fomento à Cultura, Convênios/termos de fomento (inclusive SICONV), Direitos Culturais, Autorais, Entretenimento, do Terceiro Setor e Investimentos Sociais; Experiência em cerca de 150 projetos, tais como obras audiovisuais, gravações de CDs e publicação de livros, festivais de música, de cinema e de artes integradas. Com comunidades tradicionais trabalha em especial em projetos de produção audiovisual, de formação, registros e pesquisas na área de patrimônio imaterial e de conhecimentos tradicionais, dentre outras assessorias para projetos; É professora de aspectos jurídicos, financeiros, elaboração, gestão e prestação de contas de projetos artísticos, culturais e sociais, e em cursos presenciais e online, tanto técnicos quanto de pós-graduação.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-06-30
Locais de realização (5)
Vitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáSão Paulo São Paulo