Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O FotoRio _ Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, criado em 2003, é o mais antigo festival de fotografia do país. Inicialmente bienal e anual a partir de 2013, em 2020 vai realizar a sua 13ª edição, tendo abrigado mais de 1.200 exposições, projeções, debates, cursos e atividades afins, envolvendo centenas de fotógrafos brasileiros e estrangeiros. É um movimento de fotógrafos que acolhe e organiza propostas de exposições e outras ações ligadas à fotografia, além de realizar eventos estruturantes do próprio festival. Esse projeto visa viabilizar a estrutura de administração das adesões, incluindo a reformulação do site e das mídias sociais, catálogos, ata e a realização de uma exposição, da Leitura de Portfolio, de uma Semana de Ocupação Visual, de uma feira fotográfica e intervenções urbanas.
- Exposição “Rio de Janeiro 1920 - A passarela do Brasil”, curadoria de Milton Guran e Maria do Carmo Rainho, a partir dos acervos do MIS, Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional, Museu Histórico Nacional e o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Prevista para o Museu Histórico Nacional; - Edição de um catálogo bilíngue para a exposição com as seguintes especificações: tiragem de mil exemplares, 96 páginas, formato de 21,5 x 27cm, capa em papel supremo 350gr e miolo em couchê matte 170gr; - Edição de um catálogo bilíngue com todas as exposições realizadas no FotoRio 2020, com as seguintes especificações: tiragem de mil exemplares, 96 páginas, formato de 21,5 x 27cm, capa em papel supremo 350gr e miolo em couchê matte 170gr; - Realização da Leitura de Portfólio: reunião de curadores e fotógrafos de renome internacional com objetivo de analisar o trabalho dos fotógrafos de várias regiões do Brasil e de países vizinhos mediante inscrição prévia. Esta atividade representa uma oportunidade especial de encontro entre a produção fotográfica brasileira e latino-americana com formadores de opinião a nível internacional. Vinte leitores convidados, sendo oito do Brasil, seis da América Latina, dois da América do Norte, três da Europa e um asiático; - Realização da Semana de Ocupação Visual: O Encontro convoca coordenadores, alunos e monitores de projetos de todo o Brasil para apresentarem seus trabalhos, suas formas de organização e suas experiências particulares com o objetivo de reunir e proporcionar troca de experiências entre diversos projetos que utilizam a fotografia para debater temas relacionados à prática cotidiana fotográfica (ou de outras formas de imagem). É um espaço para debater dificuldades mas também potências, estimulando a interação direta entre os participantes. Os debates e sessões de trabalho serão gravados e transcritos e editados para uma publicação da Ata do evento; - Publicação da Ata do evento com tiragem de mil exemplares, 120 páginas, formato de 24,5 x 17,5 cm, miolo papel offset 90g, capa papel cartão 240g, acabamento brochura costurado e colado, tiragem de 1.000 exemplares; - Feira FotoRio: Evento ao ar livre voltado para o colecionismo e a fotografia criativa, onde serão comercializados livros artesanais de fotografia, livros de grande tiragem de editoras tradicionais, fotos vendidas pelos próprios autores, cartazes de edições limitadas e equipamentos fotográficos vintage para colecionadores e aficionados; - Intervenções Urbanas: Estão previstos duas intervenções urbanas, a saber: uma exposição ao ar livre com o tema da cidade do Rio de Janeiro que reunirá imagens de grande formato impressas no sistema “lambe-lambe” e adesivadas em espaços públicos, duas projeções em espaços públicos devidamente autorizados pela administração municipal; - Estruturação do site: O domínio fotorio.fot.br, que atualmente é a principal plataforma digital do FotoRio, será restruturada e se expandirá para criar um espaço permanente de promoção da fotografia como forma de expressão, conhecimento e instrumento de transformação social. Além de fotografias, poderá acolher vídeos, artigos, ensaios e entrevistas com colecionadores, fotógrafos e estudiosos da fotografia; promover leituras de portfolio e exposições online, divulgar uma agenda de eventos nacionais, internacionais e inscrições para editais. Presente nas principais redes sociais, a plataforma reverberará o Festival, que continuará acontecendo como um grande encontro presencial no Rio de Janeiro, porém, extrapolando suas fronteiras e se conectando com um mundo cada vez mais dominado e interessado por imagens.
Objetivo geral: O presente projeto tem como objetivo principal estruturar a edição do FotoRio 2020, que será realizada durante os meses de junho a agosto de 2020, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como foco a produção fotográfica brasileira acompanhada de exemplos marcantes da fotografia internacional, visando principalmente ao público em geral. Dessa maneira, a proposta aqui apresentada visa dotar o FotoRio de uma infra-estrutura básica para produzir a edição de 2020. Para tanto, propomos a profissionalização dos principais operadores do festival. As atividades propostas pelo projeto são de duas naturezas distintas: - implantação de uma estrutura administrativa que assegura a organização dos eventos de adesão, ou seja, as exposições, palestras, oficinas e outros afins propostos por fotógrafos da cidade e de outras regiões do país; - produção dos eventos constantes do projeto, a saber: uma exposição, a Leitura de Portfolio, a Semana de Ocupação Visual, a feira e as intervenções urbanas e a reestruturação do site do festival. Objetivos específicos:- Apoio à produção e realização dos seguintes eventos:• Leitura de Portfólio• Semana de Ocupação Visual• Exposição "Rio de Janeiro 1920 _ A passarela do Brasil" (Museu Histórico Nacional)• Feira de Fotografia• Intervenções Urbanas - Produção e edição do Catálogo da edição FotoRio 2020, Catálogo da exposição "Rio de Janeiro 1920 - A Passarela do Brasil" e da Ata, com 1000 unidades cada;- Redimensionamento do site FotoRio, ampliando e atualizando permanentemente as informações, dando mais agilidade para consultas e outras funções como as inscrições de propostas de exposições e demais eventos;- Organização e produção de material de divulgação ao longo do processo de organização do Festival e dos eventos e assessoria de imprensa;
O FotoRio é um evento de adesão em que fotógrafos apresentam suas propostas, que são avaliadas e incorporadas à programação oficial. O festival se ancora ainda em exposições programadas pela curadoria do FotoRio em grandes instituições culturais da cidade, na próxima edição temos uma exposição importante programada para o Museu Histórico Nacional. Nas suas seis primeiras edições bienais, de 2003 a 2013, e nas edições anuais subsequentes, o FotoRio apresentou até hoje mais de 1.200 exposições e demais eventos fotográficos em mais de uma centena de locais onde foram exibidas obras de centenas de fotógrafos de todo o país e do exterior. Todos os eventos são incluídos na programação geral do FotoRio, no site e na programação impressa, que é distribuída nos locais participantes. Na medida do possível, as palestras, mesas redondas e seminários são gravados e transcritos para posterior publicação na forma impressa ou digital. Cada edição do FotoRio _ com exceção das duas últimas - é finalizada com a publicação e distribuição gratuita do catálogo oficial do festival, em edição bilíngue, português-inglês. O FotoRio não cobra taxas de qualquer ordem dos fotógrafos nem das instituições ou do público, toda adesão e todos os eventos são gratuitos, tanto da parte dos autores quanto dos espaços expositivos parceiros. A gestão do festival, nos moldes propostos, envolve o trabalho contínuo de uma equipe composta por coordenador geral e por vários coordenadores setoriais. É imprescindível a profissionalização desta equipe em dedicação praticamente exclusiva. O Projeto Gestão 2020, que alcança o ano de produção e realização do próximo evento, propõe não só a realização de exposições, encontros, e leituras de portfólio, como possibilita a atualização e manutenção da web site do FotoRio e do catálogo da edição, ferramentas imprescindíveis para a divulgação e preservação da memória do festival e para o cumprimento dos seus objetivos. Em 2020 o FotoRio realizará a sua décima-terceira edição contabilizando, como dissemos, mais de 1.200 exposições, intervenções urbanas, oficinas e workshops, seminários e conferências, em mais de uma centena de museus, centros cultuais, galerias de arte e espaços alternativos. Esses números dão bem a medida da força da fotografia no panorama cultural carioca e, vale destacar, sinalizam para a importância da cidade do Rio de Janeiro como uma referência na fotografia brasileira e internacional. Vale lembrar que a cidade abriga algumas das maiores coleções de fotografia do mundo, como é o caso da Coleção Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional, palco da primeira fotografia feita ao sul do Equador, celebrada em monumento presenteado à cidade pela Prefeitura de Paris, que se encontra instalado diante do Paço Imperial, e é a única, que se tenha notícia, que ostenta um fotógrafo, Augusto Malta, no seu panteão de heróis. Assim, entendemos que o projeto atende à Lei 8313/91 em seu Art 1o nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Da mesma forma, o projeto atende ao Art. 3o da referida lei através de seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
RESPOSTA À SEGUNDA DILIGENCIA DO PROJETO EXPOSIÇÕES: a) Proposta museográfica da exposição, documentação indispensável para conclusão da admissibilidade da proposta. Em anexo b) Ficha técnica, com currículo dos curadores e dos artistas, quando for o caso; Breve resumo dos curadores Milton Guran e Maria do Carmo Rainho: MILTON GURAN é fotógrafo e antropólogo. Realizador e coordenador-geral do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, é curador convidado do MEP – Maison Européenne de la Photographie (Paris) para exposição do Mois de la Photo de 2010. Autor, de Agudás – os brasileiros do Benim (Ed. Nova Fronteira, 2000) e de Linguagem fotográfica e informação (Ed. Gama Filho, 2002, 3ª ed). Ganhou o Prêmio VITAE (1990), o X Prêmio Marc Ferrez da FUNARTE (1998) e o Prêmio Pierre Verger da Associação Brasileira de Antropologia (Prêmio Especial do Júri - 2002), o Prêmio Ori 2007 da Prefeitura do Rio de Janeiro e o Prêmio Orilaxé 2009 do Grupo Cultural AFROREGGAE. Pesquisador associado ao LABHOI – Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense. Membro da diretoria executiva da RPCFB – Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Em 2013, foi agraciado com a Ordem Nacional da Cultura e em 2010 com a Ordem do Rio Branco. Atualmente é vice-presidente do Comitê científico Internacional do Projeto Rota do Escravo da Unesco. MARIA DO CARMO RAINHO é historiadora, mestre em História Social da Cultura (Puc-Rio) e doutoranda em História no Programa de Pós-Graduação em História da UFF. Pesquisadora do Arquivo Nacional desde 1985, atuando na pesquisa e curadoria de exposições, edição de livros, revistas e sites. Professora de História da Indumentária no Bacharelado em Design de Moda do Senai-Cetiqt e do MBA Fashion Business da Fundação Getúlio Vargas. Autora dos livros A cidade e a moda: novas pretensões, novas distinções - Rio de Janeiro, século XIX, Ed. UnB, 2002; Retratos Modernos (com Cláudia Heynemann), Ed. Arquivo Nacional, 2005; Marcas do Progresso (com Cláudia Heynemann), Ed. Mauad/Arquivo Nacional, 2009. O Artista: Augusto César Malta de Campos foi um fotógrafo do Brasil com destacada atuação a partir do início do século XX. Seu trabalho como fotógrafo oficial do então Distrito Federal entre as décadas de 1900 e 1930, nomeado por Pereira Passos, permitiu criar um significativo acervo que documentou as transformações pelas quais passou a região da capital do Brasil no período, a cidade do Rio de Janeiro. Em 1903, foi apresentado ao prefeito Francisco Pereira Passos (1836-1913), que promovia uma grande reforma urbana na cidade, que ficou conhecida como o “Bota-Abaixo”. Ele precisava de um fotógrafo para registrar as obras e os imóveis a serem desapropriados para posteriores pagamentos de indenizações. Foi nomeado fotógrafo da Prefeitura do Distrito Federal. Passou a documentar a radical mudança urbanística promovida por Pereira Passos. Augusto Malta trabalhou na Prefeitura do Distrito Federal até 1936, quando se aposentou. Em 1905, foi contratado pela The Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Company Limited – que ficaria popularmente conhecida como Light. Ao longo dos anos, prestando serviços para a empresa, Malta fotografou as atividades modernizadoras da Light no Rio de Janeiro, como a implantação dos bondes elétricos e da iluminação pública. Entre os fatos documentados por sua obra estão a demolição do Morro do Castelo, a Revolta da Vacina, a inauguração da Avenida Central (hoje Rio Branco), a Exposição Nacional de 1908, a Exposição Internacional do Centenário da Independência, em 1922 e a inauguração da estátua do Cristo Redentor. Também registrou imagens da vida cotidiana, a arquitetura, as alterações urbanísticas (como as primeiras favelas), manifestações culturais como festas, o carnaval, as "Batalhas das Flores" e desfiles cívicos e militares. c) Relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. O projeto contempla etapa de pesquisa e curadoria para escolha das obras. Algumas já foram pensadas, porém dado o tamanho do acervo será feito ainda o processo de escolha das obras integrantes da exposição. FESTIVAL a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; O evento é aberto à população e gratuito. A divulgação será feita em mídias sociais, assessoria de imprensa, materiais gráficos e outros métodos para informar aos interessados em fotografia sobre a exposição. A divulgação tem como foco também atingir a estudantes e professores. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; Augusto Malta fez um importante e único acompanhamento das modificações da cidade, não só de sua arquitetura, mas também de comportamento e cotidiano do Rio de Janeiro. Foi comparado a Marc Ferrez (1843 - 1923) no Boletim da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro: “A documentação fotográfica e de gravuras era, como se vê, abundante e valiosa, oriunda de desenhos de Rugendas e outros, e de fotografias de Marc Ferrez, que desempenhou no Império a função que mais tarde seria, no Rio, exercida por Augusto Malta, fotógrafo da Prefeitura: de documentador pela imagem dos principais acontecimentos de seu tempo”. Dessa maneira , moradores da cidade e visitantes terão acesso a este rico acervo, de forma gratuita, a partir da experiência da exposição. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; A exposição “Rio de Janeiro 1920 – a Passarela do Brasil”, com curadoria do fotógrafo e antropólogo Milton Guran e da historiadora Maria do Carmo Rainho, do Arquivo Nacional, será desenvolvida a partir de acervos públicos como o Museu da Imagem e do Som, Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional, Museu Histórico Nacional e o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. A mostra vai reunir imagens (reproduções digitalizadas) e peças de indumentária (vestidos e roupas íntimas) de um período em que a cidade do Rio era uma espécie de vitrine do progresso, síntese de um projeto que buscava apagar do país as marcas que lembrassem o passado colonial. Essa trajetória de modernização impulsionada pelo advento da República - em que a moda evidencia uma ideia de progresso associada a padrões de sociabilidade, hábitos culturais e gostos franceses - presente nas exposições de 1908 e 1922 é o foco da mostra Rio de Janeiro 1920 - A Passarela do Brasil. A Leitura de Portfolio foi desenhada para a edição de 2020 de forma a atrair para a cidade curadores de expressão internacional, o que deverá atrair, por sua vez, autores de outras regiões e dos países vizinhos. Estão previstos leitores do Mexico, Nova Iorque, Paris, Xangai, São Paulo, Belém, dentre outros. A Semana de Ocupação Visual ganha mais densidade com a participação de atores de diversos bairros da cidade na construção de sua programação e na diversificação das atividades. Haverá ainda a Feira de Fotografia e Intervenções Urbanas. Em paralelo , serão produzidos o Catálogo da edição FotoRio 2020, Catálogo da exposição "Rio de Janeiro 1920 - A Passarela do Brasil" e da Ata, com 1000 unidades cada. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; MILTON GURAN é fotógrafo e antropólogo. Realizador e coordenador-geral do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, é curador convidado do MEP – Maison Européenne de la Photographie (Paris) para exposição do Mois de la Photo de 2010. Autor, de Agudás – os brasileiros do Benim (Ed. Nova Fronteira, 2000) e de Linguagem fotográfica e informação (Ed. Gama Filho, 2002, 3ª ed). Ganhou o Prêmio VITAE (1990), o X Prêmio Marc Ferrez da FUNARTE (1998) e o Prêmio Pierre Verger da Associação Brasileira de Antropologia (Prêmio Especial do Júri - 2002), o Prêmio Ori 2007 da Prefeitura do Rio de Janeiro e o Prêmio Orilaxé 2009 do Grupo Cultural AFROREGGAE. Pesquisador associado ao LABHOI – Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense. Membro da diretoria executiva da RPCFB – Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Em 2013, foi agraciado com a Ordem Nacional da Cultura e em 2010 com a Ordem do Rio Branco. Atualmente é vice-presidente do Comitê científico Internacional do Projeto Rota do Escravo da Unesco. MARIA DO CARMO RAINHO é historiadora, mestre em História Social da Cultura (Puc-Rio) e doutoranda em História no Programa de Pós-Graduação em História da UFF. Pesquisadora do Arquivo Nacional desde 1985, atuando na pesquisa e curadoria de exposições, edição de livros, revistas e sites. Professora de História da Indumentária no Bacharelado em Design de Moda do Senai-Cetiqt e do MBA Fashion Business da Fundação Getúlio Vargas. Autora dos livros A cidade e a moda: novas pretensões, novas distinções - Rio de Janeiro, século XIX, Ed. UnB, 2002; Retratos Modernos (com Cláudia Heynemann), Ed. Arquivo Nacional, 2005; Marcas do Progresso (com Cláudia Heynemann), Ed. Mauad/Arquivo Nacional, 2009. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Não se aplica por não haver a proposta de curso no escopo do projeto. f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; A oficina fotográfica terá carga horária de 6h, apresentando uma breve introdução à história da fotografia, principais movimentos, escolas e fotógrafos. Abordará também a questão da luz (fontes, qualidade, direção, temperatura), composição (equilíbrio, enquadramento, ponto de vista, perspectiva e distorções), elementos e a relação figura x fundo. METODOLOGIA • Aulas expositivas • Visita técnica às exposições do projeto • Referências e recursos audiovisuais ======================================================================= No campo “INFORMAÇÕES INICIAIS -> RESPONSABILIDADE SOCIAL -> ACESSIBILIDADE": Acrescentar as medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do livro e do catálogo às pessoas com deficiência VISUAL. Haverá uma edição de cada produto em braile para consulta durante o evento. Depois do período, a obra será doada a instituição de atendimento a cegos.
• Exposição "Rio de Janeiro 1920 - A passarela do Brasil": A exposição prevista para acontecer em 2020 no Museu Histórico Nacional apresenta quarenta imagens (reproduções digitais), nos formatos de 40 x 60 cm e 110 x 70 cm adquiridas a partir dos acervos do Museu da Imagem e do Som (MIS); Biblioteca Nacional; Arquivo Nacional; Museu Histórico Nacional e Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro e, também, peças de indumentária (vestidos e roupas íntimas) do período referenciado.• A exposição conta com um projeto educativo e monitores durante todo o período de exibição. Está prevista a organização de visitas escolares com alunos da rede pública de ensino com aluguel de ônibus para o transporte de alunos e professores e lanche.• Catálogo A Passarela do Brasil: A exposição ainda traz a edição de um catálogo bilíngue com tiragem de 1.000 exemplares, 96 páginas, formato de 21,5 x 27cm, capa em papel supremo 350gr e miolo em couchê matte 170gr.• Leitura de Portfólio: O evento será realizado dentro da programação do FotoRio 2020 e reunirá 20 curadores e fotógrafos de renome internacional com objetivo de analisar o trabalho dos fotógrafos de várias regiões do Brasil e de países vizinhos mediante inscrição prévia. As leituras individuais têm uma duração média de 20 minutos. As leituras de portfólio estão previstas para acontecer no Espaço Cultural Retrato, parceiro nas edições anteriores. A proposta oferece passagens aéreas para leitores, um de cada região do Brasil, de países da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.• Semana de Ocupação Visual: Previsto para acontecer na Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, dando continuidade a parceria realizada nos eventos anteriores e por ser um local com a estrutura adequada para o evento que recebe a participação de projetos de todo o Brasil para apresentarem seus trabalhos, suas formas de organização e suas experiências particulares com o objetivo de reunir e proporcionar troca de experiências entre diversos projetos que utilizam a fotografia. Nosso projeto contempla o custo com passagens aéreas para projetos de quatro regiões do país, com hospedagem e diárias de alimentação e transporte. Os debates e as sessões de trabalho serão gravados, transcritos e editados para a publicação da Ata do evento com tiragem de mil exemplares, 120 páginas, formato de 24,5 x 17,5 cm, miolo papel offset 90g, capa papel cartão 240g, acabamento brochura costurado e colado, tiragem de 1.000 exemplares.• Feira FotoRio:• Intervenções Urbanas:• Catálogo FotoRio 2020: Edição do catálogo bilíngue português/inglês, com quarenta imagens e respectivas legendas, no formato de 25,5 x 19,5cm, com capa dura, 96 páginas e 1.000 exemplares de tiragem.
Produto: Site Acessibilidade Física - não se aplica Acessibilidade de Conteúdo - haverá ferramentas acessíveis para portadores de necessidades especiais Produto: Catálogos Acessibilidade Física - não se aplica Acessibilidade de Conteúdo - haverá distribuição incluindo instituições que atendem a surdos e outros portadores de necessidades especiais, priorizando bibliotecas e acervos públicos. Haverá uma edição em braile para consulta durante o evento. Depois do período, a obra será doada a instituição de atendimento a cegos. Produto: Livro (Ata) Acessibilidade Física - não se aplica Acessibilidade de Conteúdo - haverá distribuição incluindo instituições que atendem a surdos e outros portadores de necessidades especiais, priorizando bibliotecas e acervos públicos. Haverá uma edição em braile para consulta durante o evento. Depois do período, a obra será doada a instituição de atendimento a cegos. Produto: Exposição Acessibilidade Física - Os locais previstos para exposições e eventos contam com acessibilidade estrutural para receber, com conforto, portadores de necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços dispõem de rampas, elevadores, corrimões, banheiros adaptados e equipe treinada. Acessibilidade de Conteúdo - O Projeto prevê um Programa Educativo que contará com monitores preparados para receber com conforto portadores de necessidades especiais, acompanhando os grupos com descrição das obras e demais atendimentos. Produto: Festival (exposições, intervenções urbanas, feira fotográfica, leituras de portfolio e Semana de Ocupação Visual) Acessibilidade Física - Os locais previstos para exposições e eventos contam com acessibilidade estrutural para receber, com conforto, portadores de necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços dispõem de rampas, elevadores, corrimões, banheiros adaptados e equipe treinada. Acessibilidade de Conteúdo - O Projeto prevê um Programa Educativo que contará com monitores preparados para receber com conforto portadores de necessidades especiais, acompanhando os grupos com descrição das obras e demais atendimentos.
O FotoRio tem como um dos seus principais objetivos o cumprimento de uma função social voltada para a democratização do consumo de bens culturais vinculados à fotografia, e para a formação de público nesse campo, ocupando espaços e se dirigindo às diversas camadas sociais dos mais variados bairros da cidade, inclusive em comunidades. As nossas principais exposições contam com um serviço educativo para atendimento de alunos de escolas públicas municipais e estaduais através da realização de visitas comentadas e atividades educativas ligadas à fotografia e ao tema das exposições. Todos os eventos serão gratuitos, e todo o conteúdo gerado será disponibilizado gratuitamente através do site do FotoRio. As publicações (dois catálogos e uma ata) serão distribuídas gratuitamente para escolas e instituições ligadas ao tema. O público alvo do FotoRio inlcui crianças, jovens, adultos e terceira idade, em suas variadas exposições e eventos. Produto: Site III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Produto: Catálogos I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Produto: Livro (Ata) I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Produto: Exposição III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto: Festival (exposições, intervenções urbanas, feira fotográfica, leituras de portfolio e Semana de Ocupação Visual) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Equipe FotoRio Produção Executiva: Luz Tropical Cultura & Produções Ltda (PROPONENTE) Coordenação Geral: Milton Guran Coordenação de exposições por adesão: Paulo Marcos Mendonça de Lima Coordenação de leitura de portfolio: Ioana Mello Coordenação financeira: Martin Thomas Valentin Coordenação de formação: Nana Moraes Coordenação de eventos por adesão: Kitty Paranaguá Coordenação de comunicação: João Paulo Pereira Coordenação da Semana de Ocupação Visual: Erika Tambke Assessoria de imprensa: Anna Accioly / A Dois Comunicação A Luz Tropical Cultura & Produções Ltda iniciou suas atividades em 2008 e é a realizadora e principal produtora do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, evento bienal (de 2003 a 2013) e anual a partir de 2014, que realiza sua décima-segunda edição em agosto de 2019. Além do FotoRio, dentre as principais produções estão: — Exposição de vídeo “Video Short List - Máquinas de Sonhar”, coletiva com curadoria de Jean-Luc Monterosso (MEP, Paris) no MAC de Niterói (abril de 2009); — Exposição fotográfica “Olhares Sobrepostos – Dois Zecas, dois Pedros, um Chico e um Domingos”, no CCJF (julho de 2012) — Exposição “Charlotte Rampling – Álbuns Secretos,” no CCBB (maio a de 2013) — Exposição “Filhos da Terra”, no C C Correios (dezembro de 2013 a janeiro de 2014) — Exposição “Amor Amor Amor”, fotografias da Coleção da MEP – Paris, no Centro Cultural Banco do Brasil (março de 2014). Milton Guran é fotógrafo e antropólogo. Curador na área de fotografia, é coordenador-geral do FotoRio e membro da diretoria da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Ganhador da Bolsa Vitae de Artes (1991) e, por duas vezes, do prêmio Marc Ferrez da Funarte. Em 2016, foi contemplado no programa Rumos Itaú Cultural. Seus trabalhos fazem parte das coleções MASP-Pirelli, do MAM-Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAR - Museu de Arte do Rio e da MEP - Maison Européenne de la Photographie, dentre outras, públicas e privadas. Autor de Linguagem Fotográfica e Informação (2005, 3ª ed.), dentre outras obras e artigos no campo da fotografia e da antropologia. Paulo Marcos de Mendonça Lima é graduado em fotografia pelo Brooks Institute (EUA) e em jornalismo pela Faculdade da Cidade. Estudou fotografia na pós-graduação da UCAM/Iuperj. Fotógrafo profissional desde 1980, atualmente também atua como curador e professor. Foi docente na graduação da Universidade Cândido Mendes e lecionou na sua pós-graduação. Desde 2014 é um dos sócios do Ateliê Oriente. Em 2015 passou a ser um dos leitores de portfólios do FotoRio. Trabalhou no Festival de Fotografia Paraty em Foco, na curadoria e nas projeções nos anos de 2016 e 2017. Em 2018 foi o coordenador de exposições e membro do Comitê Gestor do FotoRio Resiste. Ioana Mello é carioca, formada em Publicidade e Cinema, com mestrado em História da Arte e Estética e Arte Contemporânea e pós graduação em Arte e Filosofia e Mercado de Arte. É sobretudo uma apaixonada por fotografia, trabalhando sempre em torno da imagem, seja em festivais e galerias de fotografia, salas de aula ou escrevendo em seu site photolimits.com. Desde 2015 coordena a Leitura de Portfolio do FotoRio. Martin Thomas Valentin pratica fotografia desde 1969. Em 2013 realizou a exposição de fotografias “No Exit / Sem Saída” no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro; em 2015, apresentou ali “Tempos”. Em 2017, realizou a mostra “Pontos em Fuga” no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro. Participou em diversas mostras coletivas: FotoArte, Atelie Ortiente 2017 e 2018; Leilão FotoRio Resiste 2018; Coletivo Delicadeza, Foto em Pauta Tiradentes e Paraty em Foco, 2019; Vaivem, CCBB SP 2019. Colaborou com Helio Oiticica na obra “Cosmococa 6” realizada em New York em 1973 e exibida no Hamburger Bahnhof, Berlin (2013) e Art Institute of Chicago (2017). Em parceria com seu irmão Andreas Valentin e em colaboração com Hélio Oiticica, criou a instalação “Call me Helium”, exibida em 1975 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e montada novamente em 2014 no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro. Também com Andreas, realizou filmes em curta metragem, como o premiado “Círculo Vermelho Sobre o Branco” (1974), “One Night on Gay Street” (1975); e “Flit (1976)”. Publicou fotos inéditas de Helio Oiticica nos livros Conglomerados Newyorkaises organizado por Cesar Oiticica Filho e Fred Coelho (2013) bem como no catálogo da exposição “Helio Oiticica – To Organize Delirium” (2016). Nana Moraes é formada em jornalismo pela PUC de São Paulo, colabora há 30 anos para os mercados editorial, cultural e publicitário. Hoje, também, está à frente do Retrato Espaço Cultural. Foi seis vezes vencedora do Prêmio Abril de Jornalismo e premiada pela Associação Brasileira de Propaganda como “Destaque Profissional/Fotografia”, em 2007 e 2011. Em 1997, realizou a exposição individual, “Mulher, Tinta e Fotografia” no Centro de Cultura Laura Alvin. Participou de exposições coletivas,“A Imagem do Som da MPB” (2006) e “A Imagem do Som do Samba” (2008), no Paço Imperial; e “Eternal Feminine Plural”, na International Labor Organization, em Genebra (2011). Autora de "Andorinhas", Nau Editora, RJ, 2011, primeiro livro da trilogia “DesAmadas" . Expôs “Andorinhas” em 2011 no Espaço Tom Jobim no Jardim Botânico do RJ e, em 2012, no II Foto em Pauta Tiradentes; "Ausência" em 2017 no Centro Cultural Correios na programação oficial do FotoRio e outros locais. Kitty Paranaguá é formada em jornalismo pela PUC Rio e pós-graduada no curso Fotografia: imagem, memória e comunicação pela Universidade Cândido Mendes. Iniciou sua carreira como repórter fotográfica no Jornal do Brasil em 1979. Sua obra faz parte das coleções Joaquim Paiva e da Maison Européenne de Photographie (MEP). O seu ensaio de Copacabana recebeu a Menção honrosa Carolina Hidalgo Vivar de Paisaje Humano - Pictures of the Year (POY Latam). Em 2017, com a série "Campos de Altitude", representou o FotoRio no Photo Beijing. É uma das coordenadoras do espaço cultural Ateliê Oriente, que tem como proposta promover e estimular a troca de conhecimentos práticos e teóricos voltados para a criação fotográfica. João Paulo Pereira cursou a Escola Nacional de Belas Artes da UFRJ entre 1980/85. Trabalhou como Diretor de Arte e Diretor de Criação, criando filmes comerciais, campanhas publicitárias, marcas e design gráfico para clientes como Souza Cruz, BNDES, Petrobras, Coca-Cola, MTV, Governo e Prefeitura do Rio de Janeiro, ArtRio entre outros. Estudou fotografia com Dick Welton, fez cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, de Processo Criativo com Charles Watson, História da Arte com Marcelo Rocha, História da Fotografia, dentre outros. Erika Tambke é Fotógrafa independente, doutoranda em Mídia e Mediações Socioculturais na ECO/UFRJ, Mestre em Cultura Visual pela Birkbeck College, University of London e Bacharel em Geografia (UFRJ). Sua pesquisa é sobre a fotografia popular no Rio de Janeiro, como uma forma de diversificar as narrativas da cidade, contraponto às imagens de cartão-postal. Erika participa do Coletivo Favela em Foco, pelo qual coordenou em 2018 o projeto Favelas em Foto, com encontros em favelas sobre fotografia e memória. Anna Accioly é jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUCRJ) com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro, Gestão de projetos e produção cultural pela Universidade Cândido Mendes. Com mais 20 anos de experiência em comunicação no Brasil e exterior trabalhou no Jornal do Brasil, na TV Globo, Editora Abril, na TV Gazeta SP, Editora Record, Editora Rocco, entre outros veículos de comunicação. Em 1997 fundou A Dois comunicação, empresa especializada em assessoria de comunicação e produção de conteúdo, tendo na sua carteira de clientes Centro Cultural Banco do Brasil, Aliança Francesa Rio de Janeiro, Editora Sextante, Grupo Record Editorial, Editora Rocco, Editora Leya, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.