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PRONAC 201001Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Brasil Cena Aberta

PERFORMAS PRODUCOES ARTISTICAS E SOCIO-CULTURAIS LTDA - ME
Solicitado
R$ 997,5 mil
Aprovado
R$ 997,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-04
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Brasil Cena Aberta (BCA) tem como objetivo viabilizar um projeto de internacionalização para as artes cênicas, investindo em ações de curto, médio e longo prazo, que visem o desenvolvimento de expressões com certo protagonismo no setor que carecem de suporte para conseguir projetar-se no cenário externo. O BCA teve sua primeira edição em 2019 e o presente projeto visa o financiamento da segunda edição do evento que ocorrerá no segundo semestre de 2020. A proposta engloba quatro ações principais: a realização de uma mostra de teatro nacional em São Paulo; ações de fomento e formação para agentes brasileiros que se interessam em trabalhar no e com o mercado externo, como oficinas e palestras; a presença, em território nacional, de programadores de teatro internacionais e o desenvolvimento de uma plataforma digital para a difusão das artes cênicas nacionais e que funcione como uma rede de trabalho no âmbito nacional e internacional.

Sinopse

Brasil Cena Aberta O Brasil Cena Aberta nasceu em 2019 em São Paulo com o intuito de viabilizar um projeto de internacionalização para as artes cênicas brasileiras. A ação investe em ações de curto, médio e longo prazo, que visem o desenvolvimento de expressões com certo protagonismo no setor e carecem de suporte para conseguir projetar-se no cenário externo. O evento realiza show cases, pitches e apresentações de espetáculos e convida para o país aproximadamente 50 programadores internacionais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar ações que fomentem a internacionalização das artes cênicas brasileiras através da: criação de uma mostra nacional de artes cênicas em São Paulo para programadores internacionais, mas também aberta ao público em geral; organização de cursos e fomento na formação de agentes nacionais que tenham interesse no mercado externo; difundir a produção brasileira por meio da plataforma criada pelo BCA na internet. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Realização de uma mostra com 30 espetáculos (dança e teatro);2) Realização de 2 sessões de pitching; 3) Realização de 1 sessão de showcase;4) Realização de 3 palestras;5) Realização de 3 oficinas;6) Criação e manutenção de 1 plataforma digital

Justificativa

O setor de artes cênicas se encontra em um estágio muito inicial de internacionalização. É perceptível a falta de conhecimento, preparo e informação de grande parte das companhias e produtores brasileiros com relação a dinâmica do mercado externo. Existe, no entanto, um grande interesse e curiosidade de programadores e produtores internacionais frente a singularidade da criação das nossas artes cênicas. A presença do Brasil nos circuitos mundiais do setor tem pouca visibilidade perto do que aqui se produz, é quase imperceptível e, mesmo quando temos alguma produção em circulação internacional, salvo raras exceções, ocupamos posições periféricas e esporádicas, principalmente, mas não exclusivamente, com o teatro. Ou seja, apesar de termos uma significativa produção cênica, temos dificuldades de inseri-la no mercado internacional de forma bem mais significativa. Um dos maiores desafios quando pensamos em exportação de espetáculos, textos e expertises cênicas é o de viabilizar modos eficazes para que programadores e produtores internacionais assistam às nossas produções ao vivo, requisito fundamental para que as peças possam ser selecionadas para compor suas grades de programação. Da mesma forma, para que nossa produção se torne conhecida e desperte interesse tanto no que diz respeito aos espetáculos quanto às possibilidades de exportação de segmentos específicos, seja como o trabalho de um diretor brasileiro convidado a dirigir uma companhia estrangeira, de atores e bailarinos chamados a participarem de produções estrangeiras, de montagens internacionais de textos brasileiros, de trabalho internacional de equipes técnicas nacionais etc, primordial que seus trabalhos sejam vistos. Além disso, temos os desafios de tradução dos textos e de profissionalização do setor visando a exportação e visibilidade da produção brasileira no exterior. Outro ponto importante a destacar, são as inúmeras possibilidades de sermos inseridos em redes de coprodução, obtendo, dessa forma, recursos para nossas criações, além de propiciar o encontro e o trabalho com profissionais de diferentes partes do mundo. Com o intuito de desenvolvermos meios para reverter nosso quadro insular, criamos o projeto que aqui apresentamos, objetivando desenvolver um programa de exportação das artes cênicas. Tal projeto vai permitir que agentes e programadores internacionais tenham acesso regular à produção nacional. Pretendemos assim, contribuir para a ampliação da rede de contatos dos artistas, produtores, agentes e diretores brasileiros com o intuito de expandir a divulgação de seus trabalhos para além de nossas fronteiras. Sem dúvida alguma, a realização de uma grande mostra nacional, com espetáculos de excelência e linguagens diversas, oriundos das diferentes regiões do país, requer um alto investimento tanto de recursos financeiros quanto organizacionais e logísticos. Ademais, para que um espetáculo realmente aconteça é fundamental termos um significativo público envolvido. Ou seja, para despertarmos o efetivo interesse de programadores internacionais temos que mostrar o teatro acontecendo no Brasil de um modo concentrado, genuíno e potente. A maioria dos festivais que acontecem no Brasil focam na mostra de produções internacionais, o que é sem dúvida muito importante para o público brasileiro, mas não exatamente eficaz para mostrar nossa produção de modo amplo e abrangente, uma vez que os maiores esforços financeiros dos festivais e a disponibilidade das melhores salas acabam sendo dirigidos para as produções internacionais, deixando a produção nacional em posição de menor destaque. Mediante a imanente necessidade de termos uma mostra nacional de relevância, começamos, a partir de 2014, a desenvolver um projeto que pudesse suprir tal lacuna. Vimos, desde então, conversando com o SESC SP para a realização desta importante mostra, que não apenas foca na internacionalização das produções, como cumpre importante papel de fomento ao teatro nacional, destacando a produção das diferentes regiões do país e promovendo um grande encontro dos profissionais da área. Para a realização do projeto no ano de 2019, contamos com a fundamental parceria do SESC de São Paulo e também com a Secretaria Municipal de Cultura para realizarmos a primeira edição do BCA, garantindo assim a apresentação de um panorama da nossa produção dentro dos padrões de excelência da instituição. Com essa grande conquista conseguimos avançar de modo significativo no projeto que aqui apresentamos. Desse modo, estamos propondo meios para fomentar a produção cultural e artística mediante a realização de um festival de artes cênicas, tal como destacado nos incisos da Lei Rouanet, contribuindo para estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A pluralidade da programação do festival, abrangendo as diversas regiões do país, garantirá a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Assim, criaremos meios para apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Ao mesmo tempo, estimularemos o conhecimento dos bens e valores culturais mediante a distribuição gratuita e pública de cota de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, durante a realização da mostra. Acreditamos que o Cena Aberta irá contribuir tanto para a prospecção do setor no exterior como para a divulgação positiva da imagem do país. Observamos que muitos países aproveitam o potencial cênico de suas produções para estreitar relacionamento e otimizar sua imagem no exterior. As artes cênicas, por sua natureza de encontro, têm qualidades ímpares para tais ações e já é tempo de explorarmos de forma mais perspicaz tal potencial. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento do que aqui é proposto nos parece portanto, bastante adequado para priorizar o produto cultural originário do Brasil. Com o apoio a atividades culturais mediante a realização de missões culturais no país e no exterior. Desse modo, acreditamos contribuir para o fortalecimento de um valor humanista fundamental, desenvolvendo, em uma via de mão dupla, a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Além disso, a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos ao objetivo: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de festivais de arte e espetáculos de artes cênicas.

Estratégia de execução

A presente proposta se encontra em conformidade com todas as exigências recebidas na diligência padrão. Abaixo algumas informações adicionais:Gênese do projeto: O projeto Brasil Cena Aberta foi criado incialmente por Andrea Caruso Saturnino e endossado por Ricardo Muniz e João Carlos Couto, todos acumulam grande experiência em curadoria, produção artística, coordenação e gerenciamento cultural, tendo desenvolvido relevantes projetos na área. Devido à natureza comum de seus ofícios e interesses, seus caminhos se cruzaram em momentos distintos, possibilitando o desenvolvimento de uma forte cumplicidade e o aprofundamento das relações pessoais e profissionais. Informalmente os três promoveram profícuas discussões e reflexões sobre a presença das artes cênicas brasileiras no mercado externo e mais recentemente resolveram formalizar a parceria, criando a Cena Aberta - Brasil, para efetivar ações no campo da internacionalização, mediação cultural e formação de público. Breve histórico: João Carlos Couto e Ricardo Muniz Fernandes se conheceram e trabalharam juntos no Festival Internacional de Artes Cênicas de São Paulo (1995-1999), presidido e promovido por Ruth Escobar, em suas últimas edições, sendo Couto o diretor executivo e de produção, e um dos curadores do festival, enquanto Fernandes, então coordenador da área teatral do SESC-SP, atuava como curador e produtor executivo das apresentações que aconteciam em teatros das unidades do SESC-SP até 2000. Ricardo Muniz Fernandes, curador e diretor de produção da mostra Tokyogaqui, que estabeleceu um profícuo diálogo entre a cultura japonesa e brasileira, realizada no SESC Avenida Paulista (2008), em comemoração ao centenário de imigração japonesa e em homenagem ao centenário do legendário precursor do butô, Kazuo Ohno. Na ocasião, trabalhou em conjunto com Andrea Caruso Saturnino, então programadora de dança e de projetos institucionais no SESC Avenida Paulista. A parceria dos dois continuou em 2008 com a produção artística do espetáculo franco-brasileiro O cabaré das utopiase em 2009, quando criaram, dirigiram e produziram conjuntamente o projeto itinerante Sertão no Meio do Redemoinho, baseado emGrande Sertão Veredas,de Guimarães Rosa, para ser apresentado em praças públicas da cidade e interior de São Paulo. Em 2017, os dois dividiram a curadoria e direção de produção da exposição Living Theatre, presente!, no SESC Consolação, celebrando o icônico grupo nova-iorquino. Juntos também convidaram e produziram o grupo colombiano Mapa Teatro para apresentar o espetáculo Los Incontadosno SESC Pinheiros e no Festival Internacional de Teatro de Rio Preto (2017). O encontro de João Carlos Couto e Andrea Caruso Saturnino e se deu em 2007, quando a mesma ainda trabalhava no SESC SP e esteve envolvida na organização do catálogo e na produção do espetáculo Les Ephémères, do Théâtre du Soleil, cuja organização e direção de produção estava a cargo de Couto. Desde a criação do Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, em 2010, realizado pelo SESC SP na cidade de Santos, João Carlos Couto atua como assessor para a organização e produção geral e internacional do festival. Tanto Ricardo Muniz Fernandes como Andrea Caruso Saturnino tem apresentando e produzido diversos espetáculos no âmbito do festival, estabelecendo uma relação profissional direta com Couto em suas cinco edições. Metas:- Preparar, incentivar e auxiliar os grupos e produções brasileiras a se apresentarem no exterior.- Firmar parcerias nacionais e internacionais com grupos, agentes culturais, produtores, festivais, teatros e instituições culturais, entre outros.- Realizar uma mostra brasileira de artes cênicas para público local e programadores internacionais.- Receber relevantes programadores de festivais e teatros no exterior em eventos nacionais.- Fomentar formação de público nacional e internacional.- Realizar e incentivar cursos de capacitação para agentes culturais brasileiros.- Disponibilizar suporte e assessoria para profissionais brasileiros que queiram atuar no mercado externo. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO DO PROJETO E VENDA DE INGRESSOS O ingresso ao Festival se dará por meio de um ticket que validará a participação do público a todas as atividades do projeto. A compra de um ingresso permite assistir espetáculos, palestras e participar das oficinas. Público total do projeto: 5050 participantes, dos quais 900 nas palestras, 150 nas oficinas e 4000 nas apresentações teatrais.Contrapartida Social: 800 beneficiados 50% dos ingressos serão comercializados a R$ 90,00 (R$ 45,00 a meia-entrada)10% dos ingressos serão comercializados a preço popular R$ 50,00 (R$ 25,00 a meia-entrada)20% será distribuídos a patrocinadores20% será distribuição com fins de divulgação

Especificação técnica

Brasil Cena Aberta O projeto propõe a realização de uma mostra de teatro na cidade de São Paulo, com foco na internacionalização da produção brasileira contemporânea. Serão convidados programadores de teatros e diretores de festivais internacionais para assistirem a aproximadamente 30 espetáculos de diversas regiões do Brasil, durante um período de seis dias. Os convidados internacionais terão o devido acompanhamento para aproveitarem ao máximo a mostra. Os textos dos espetáculos serão traduzidos para o inglês, contando os espetáculos com legendas. Também serão criados site e catálogo bilíngues com informações aprofundadas sobre os espetáculos apresentados e a trajetória dos grupos e artistas presentes na mostra. A programação prevê ainda encontros paralelos, no intuito de aprofundar o relacionamento e a troca de informações entre os artistas e produtores brasileiros e os programadores internacionais.Os espetáculos, oriundos de diferentes regiões do país, serão escolhidos por uma curadoria mista entre programadores nacionais e inernacionais, que conhece de perto tanto o panorama do teatro nacional quanto o perfil dos festivais internacionais e dos programadores convidados, no intuito de montar uma grade de espetáculos que efetivamente desperte interesse e tenha certo alinhamento como perfil das atividades promovidas no exterior. Serão privilegiados espetáculos reconhecidos por sua qualidade artística e que investem em pesquisas contemporâneas, linguagens inovadoras e provocativas. Alguns números referentes a primeira edição do BCA em 2019: foram realizadas 19 apresentações de teatro e dança, 5 performances, 1 mesa redonda, 3 painéis de discussão, 5 workshops, 18 apresentações de pitches, 7 showcases e 4 grupos de trabalho. Dentre os espetáculos apresentados estiveram presentes companhias provenientes do Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Rio deJaneiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Foi realizada uma feira de publicações voltadas às artes cênicas, incluindo lançamento de livros, leituras, debates, oficinas e instalações artísticas. 320 inscritos provenientes de vários estados brasileiros e uma delegação internacional com 32 integrantes. Públicogeral de 5.000 pessoas (aprox.). A Delegação internacional presente trouxe programadores da Argentina, Uruguai, Chile, Burkina Faso, Uganda, Egito, França,Alemanha, Suíça, Bélgica, Hungria, Croácia, Bielorrússia, Geórgia, Eslovênia, Lituânia, Bulgária, Arábia Saudita, China e Índia.

Acessibilidade

Para o festival, iremos usar espaços do Sesc SP assim como teatros e espaços da cidade, em uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, equipados para acessibilidade física. Tanto a prefeitura da cidade de São Paulo quanto o Sesc têm políticas de inclusão de pessoas com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações, em prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas, banheiros adaptados para deficientes e espaços reservados para cadeirante nas salas de teatro.Todos os espaços onde ocorrerão as apresentações atenderão o disposto no art. 27, inciso II, do Decreto5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº10741, de 01/10/2003 e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art.46 do Decreto 3298 de 20/12/1999, ou seja, todos os eventos que integram a programação do Brasil Cena Aberta 2020 acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências idosos e portadores de necessidades especiais de forma segura e autônoma. Além disso, a própria programação do evento está aberta e preparada para receber grupos de teatro formados por portadores de necessidades especiais. O projeto assegurará o livre acesso da pessoa portadora de necessidades especiais e idosos de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. Adotaremos medidas para facilitar o acesso das pessoas com alguma limitação física (pessoas com problema de mobilidade, idosos, surdos, cegos, obesos e/ou outros) utilizando recursos de audiodescrição, visita sensorial e intérprete de libras em parte da programação do festival, disponibilizando equipe especial de apoio na recepção do público e garantiremos a acesso ao site do projeto para pessoas com deficiência, seguindo a Norma ABNT NBR 15599:2008. Serão realizados 10 espetáculos de teatro com tradução para LIBRAS e 2 espetáculos de dança com audio-descrição.- PRODUTO: FestivalO produto festival contempla apenas os custos estruturais para a realização das oficinas e espetáculos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: 10 espetáculos com tradução em libras. Utilização de recursos visuais, como apresentações com os fundamentos que estão sendo abordados, para compreensão dos cursos.DEFICIENTES VISUAIS: 2 espetáculos de dança com audio-descrição. Utilização de recursos sonoros por parte dos professores, palestrantes e oficineiros, como microfones, para compreensão dos cursos. - PRODUTO: CursoACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: Utilização de recursos visuais, como apresentações com os fundamentos que estão sendo abordados, para compreensão dos cursos.DEFICIENTES VISUAIS: Utilização de recursos sonoros por parte dos professores, palestrantes e oficineiros, como microfones, para compreensão das atividades.- PRODUTO: Espetáculos de Artes CênicasACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: 10 espetáculos com tradução em libras.DEFICIENTES VISUAIS: 2 espetáculos de dança com audio-descrição. - PRODUTO: Contrapartidas sociaisACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: 10 espetáculos com tradução em libras.DEFICIENTES VISUAIS: 2 espetáculos de dança com audio-descrição.

Democratização do acesso

Atendendo ao Art. 21 da IN Nº de 04/2019, a presente proposta se compromete a adotar a seguinte medida de ampliação do acesso: - PRODUTO: CursoVI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; - PRODUTO: Espetáculos de Artes CênicasIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - PRODUTO: FestivalVIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; PLANO DE DISTRIBUIÇÃO DO PROJETO E VENDA DE INGRESSOS O ingresso ao Festival se dará por meio de um ticket que validará a participação do público a todas as atividades do projeto. A compra de um ingresso permite assistir espetáculos, palestras e participar das oficinas. Público total do projeto: 5050 participantes, dos quais 900 nas palestras, 150 nas oficinas e 4000 nas apresentações teatrais.Contrapartida Social: 800 beneficiados 50% dos ingressos serão comercializados a R$ 90,00 (R$ 45,00 a meia-entrada)10% dos ingressos serão comercializados a preço popular R$ 50,00 (R$ 25,00 a meia-entrada)20% será distribuídos a patrocinadores20% será distribuição com fins de divulgação

Ficha técnica

Sobre o proponente: Performas é uma produtora artística que trabalha com a ideia expandida de produção no mundo contemporâneo - prática de criação artística, projetos curatoriais, intercâmbios e parcerias no Brasil e no exterior. Algumas das atividades realizadas em 2018 e 2019: curadoria e produção da exposição "A Biblioteca à noite", de de Alberto Manguel e Robert Lepage, Sesc Copacabana, RJ; Realização da primeira edição do encontro "Brasil Cena Aberta", Praça das Artes, Theatro Municipal de SP e diversas unidades do Sesc, SP; produção do espetáculo "887", de Robert Lepage, Sesc Pinheiros, SP; curadoria e produção da exposição "Living Theatre", com programação paralela incluindo apresentações artísticas, seminário e lançamento de livro. (setembro a dezembro/17), Sesc Consolação, São Paulo. O proponente será responsável por todo o o processo decisório do projeto, assim como pela direção geral, e irá se remunerar somente por esta rubrica do projeto. Diretora Geral: Andrea Caruso Saturnino Pesquisadora, produtora e curadora com longa experiência internacional. Graduada em Letras pela UFMG, mestre em Artes Cênicas pela Sorbonne Nouvelle (Paris) e doutora em Artes pela USP. Em 2009 fundou a produtora Performas, responsável pela apresentação de importantes nomes da cena contemporânea ao público brasileiro. Idealizadora da Associação Brasil Cena Aberta, vem desenvolvendo, juntamente com Ricardo Muniz Fernandes e João Carlos Couto o modo de funcionamento deste mix de encontro - mostra - feira - associação - espaço de pesquisa e reflexão, uma plataforma focada em ações para o desenvolvimento da internacionalização e interiorização das artes cênicas nacionais em suas múltiplas vertentes. Diretor de Produção: Ricardo Muniz Fernandes Curador e editor, formado em Ciências Sociais pela PUC-SP, trabalha com produção de teatro e dança desde 1990. Foi coordenador geral da área de teatro do SESC SP de 1986 a 2000. Em 2000 fundou o coletivo de produção prod.art.br, empresa atuante até hoje, tendo trazido ao Brasil nomes fundamentais da cena internacional. No ano de 2002 fundou a editora n-1, voltada para publicação de livros interdisciplinares, entre filosofia, política e artes. Co-idealizador do Brasil Cena Aberta juntamente com João Carlos Couto e Andrea Caruso Saturnino. Direção de Palco e de Cena: Aline Olmos Atriz, gestora cultural, bacharel e mestra em artes cênicas pela Unicamp e formada em Gestão Cultural no CPF-SESC. Cursou Estudos Teatrais na Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris III e em 2014 realizou pesquisa de campo no Théâtre du Soleil. Em 2016 realizou aprofundamento artístico sobre Kathakali, na Índia. Ministrou aulas regularmente no curso profissionalizante de Teatro do Conservatório de Tatuí e no Técnico de Teatro do SENAC-SP. Codirigiu por quatro anos o Festival Encontro Geraldo Riso em Barão Geraldo - Campinas e foi editora do livro institucional do Centro de Memória do Circo. É integrante da Academia de Palhaços/ultraVioleta_s grupo no qual atua como atriz e é co-diretora. Direção de Curadoria: João Carlos Couto Sociólogo, ator, produtor cultural, programador, consultor e curador em teatro e dança. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo e Presidente da Comissão Estadual de Teatro ( 2008/2010), conselheiro da CNIC do MinC (2006/dezembro 2009) e membro da CAP da Secretaria de Estado da Cultura (2013/2016). Consultor para a programação de dança do Teatro Alfa desde o ano de 2004. Chevalier des Arts et des Lettres – nomeado pelo Governo da França em março de 2009 e Officier des Arts et des Lettres - nomeado pelo Governo da França em abril de 2017. Produtor Executivo: Lara Bordin Como assistente de produção técnica e executiva trabalhou, dentre outras, nas seguintes produções: Objetos Coreográficos, William Forsythe (BRA/2019); Arquitetura Efêmera, Olivier Grossetete (FRA/2018); 887, Robert Lepage and Ex Machina (CAN/2018); Library at Night, Robert Lepage and Ex Machina (CAN/2018); La Despedida, Mapa Teatro - MIRADA2018 (COL); Topografias: utopias e distopias, Mapa Teatro and Renato Rebouças - MIRADA2018 (COL); Woodcuters, Krystian Lupa - MIT-SP2018 (POL/2018); Das Lied von Der Erde, Yoshi Oida (BRA/FRA/2017-2018); Lecture on Nothing, Robert Wilson (EUA/2017); As Criadas, Radoslaw Rychcik (BRA/POL/2017); Warum läuft Herr R Amock, Münchner Kammerspiele, Susanne Kennedy – MIT-SP2017 (ALE/2017). Relações Internacionais: Ricardo Frayha Produtor e gestor cultural. Possui mestrado em artes pela Universidade de Leeds. Como produtor de artistas internacionais no Brasil, tanto em turnês como em coproduções com artistas e equipes locais, trabalhou com nomes como Frank Castorf, Stefan Kaegi, Christoph Schlingensief, Gob Squad, Dimiter Gotscheff, Rodrigo Garcia, Olivier Py, Isabelle Huppert, Robert Wilson, Yoshito Ohno, Mapa Teatro, Angélica Liddell, Wajdi Mouawad, Anohni, Yoshi Oida, Manuela Infante, Toshiki Okada, dentre outros. De 2011 a 2016 foi o responsável pelo gerenciamento internacional e de turnês da companhia Constanza Macras I DorkyPark, baseada em Berlim, contabilizando setenta turnês em mais de trinta países. Desde 2016 também atua como diretor de produção internacional da companhia Ultralíricos, de Felipe Hirsch.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.