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O Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco é formado por três polos de ações diferenciads. Polo Teatros:Onde será realizada amostra nacional, não competitiva, concebida com o intuito de formar plateias e congregar os profissionais que atuam no Setor. Desde 2004, o "Festival" mostra o que de melhor existe na produção teatral pernambucana e brasileira. O projeto de Formação e Reciclagem será composto por: oficinas e palestras. As ações serão dirigidas para atender a demanda por formação e informação no segmento direcionado às crianças, com ênfase nas várias áreas artísticas envolvidas na produção de um espetáculo. Polo Praça: Contrapartida social do projeto, oportuniza o acesso a quem, em geral, é excluído do consumo de bens culturais.
CLASSIFICASSÃO LIVRE PARA TODOS AS IDADES As apresentações do 17º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, acontecem, anualmente, durante o mês de julho, em dois Polos: Teatros e Praças. Desta forma, ele democratiza o acesso à Cultura para os diversos segmentos sociais. Nesta edição, o projeto prevê 44 apresentações, em teatro, além das apresentações em praças públicas. Serão 17 espetáculos, com participação de oito companhias pernambucanas e 07 de outros estados. Sendo a expectativa de reunir um público de cerca de 20 mil pessoas. Para os artistas pernambucanos, as oficinas, vivências e palestras têm contribuído, não apenas na reciclagem dos artistas, como para reorganização dos profissionais que atuam no setor. Em 2020, serão quatro oficinas, duas palestras e três vivências com profissionais nacionalmente reconhecidos, beneficiando uma média de 350 pessoas, entre profissionais de artes cênicas, estudantes e interessados. * Algumas companhias foram selecionadas pela Curadoria a partir de uma pesquisa permanente, onde os trabalhos de grupos de pesquisa despertaram o interesse da nossa equipe para já compor a grade da programação 2020. Abaixo, as sinopses dos espetáculos a serem apresentados: Grupo Sobrevento (São Paulo/SP) "Terra" é o mais recente espetáculo para bebês, do Grupo Sobrevento. Em cena a história de uma mulher que pisa no solo e ao senti-lo se lembra do carinho que brota dele. A Terra que guarda seus segredos e tudo de que é feito o amor. Sandra Vargas se inspirou no fato de que as crianças tem o hábito de enterrar coisas que lhes são significativas para criar um texto falando sobre a memória e o amor que está dentro de todos nós. Sandra Vargas, também atriz, apresenta-se ao lado de dois músicos: William Guedes (violão), responsável pela direção musical e trilha sonora original, e Denise Ferrari (violoncelo). Indicado para crianças de 6 meses a 3 anos. O espetáculo destina-se a 35 bebês com um acompanhante cada. Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ) Novo espetáculo infantojuvenil da Artesanal Cia. de Teatro. Tatá – O Travesseiro, uma peça que utiliza a linguagem do teatro de animação, com bonecos, máscaras e teatro de sombras para contar um história quase que totalmente narrada em off.Tendo como cenário principal a cama do personagem Lipe, o público vai se surpreender com a manipulação direta de bonecos e também com os bonecos híbridos - aquele em que parte do brinquedo é “vestido” pelo ator/manipulador. Lipe é um menininho tímido, que tem seu travesseiro Tatá como melhor amigo. Formando uma dupla inseparável, eles adoram uma boa aventura em sonhos empolgantes e muito animados. Mas um dia Tatá desaparece… Preocupado com seu companheiro, Lipe imagina que Tatá tenha sido sequestrado pelo Pirata dos Sonhos – um malvado vilão que nunca consegue sonhar. Ele embarca numa incrível jornada para resgatar seu melhor amigo, vencendo medos que apenas a imaginação será capaz de enfrentar. “Mais uma peça sobre criança tímida e solitária que sofre preconceito. Sim. Mas que linda peça! Quantos acertos! Que talento! Que técnica! Igual e diferente!”. Por Dib Carneiro Neto, do site Pecinha é a Vovozinha Companhia do Abração (Curitiba/PR) Um mundo debaixo do meu chapéu, peça de sombras, objetos e atores que procuram através da simplicidade e da poesia, reavivar o universo chapliniano preto-e-branco, mais colorido que o cinema já presenciou. Os filmes O Garoto, Luzes na Cidade, Em Busca do Ouro, Tempos Modernos, O Grande Ditador e Luzes da Ribalta servem como referência para a elaboração do roteiro do espetáculo. A fonte de inspiração principal é o personagem Carlitos, e cenas como a do Ballet dos Pãezinhos são citadas e recriadas. A idéia central do Cia é proporcionar aos pequenos e grandes, um resgate da produção cinematográfica de Charles Chaplin, trazendo às cenas ícones do universo deste grande criador, como o inesquecível Carlitos, partindo dos princípios da arte-educação, onde todos os artistas que estão envolvidos no projeto são conscientes do importante papel que representam como formadores de opinião. No espetáculo, três contrarregras sonhadores, brincam com a imagem de Carlitos, abordando temas como: generosidade e responsabilidade social. Apresentar este ícone para crianças de hoje, é como abrir portas para um novo jeito de caminhar, um jeito meio desengonçado, ingênuo, verdadeiro e cheio de esperança, combatendo o que não nos faz bem, com o que mais simples existe: Ser humano
Geral Realizar o 17º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, no período de 04 a 26 de julho de 2020, fomentando um processo educativo, no qual a informação e reciclagem passem a fazer parte do dia a dia dos nossos artistas e produtores, contribuindo para a organização e integração dos profissionais do setor, bem como, possibilitando ao público, uma visão panorâmica do teatro feito para crianças no Brasil; contemplando 17 companhias, entre elas, representantes do Nordeste e das demais regiões brasileiras. Específicos . Realizar o Polo Teatro, com 44 apresentações, de 10 espetáculos pernambucanos, e, 07 espetáculos, de outros estados, no Teatro de Santa Isabel, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Marco Camarotti e Teatro Barreto Júnior; . realizar o Polo Praças (Contrapartida Social do Projeto), com apresentação de 08 espetáculos, em 04 praças de bairros da Região Metropolitana do Recife; . realizar quatro oficinas de Teatro (Contrapartida Social do Projeto) direcionadas a profissionais que atuam em produções para a infância e juventude; . oferecer aos artistas e produtores de Pernambuco intercâmbio cultural, no que diz respeito a troca de informações, com a vinda de nove companhias de outros estados; . realizar duas palestras (Contrapartida Social do Projeto) com temas de interesse para o teatro para crianças; - três vivências, integrando companhias locais com as visitantes (Democratização do Acesso); .possibilitar ao público, uma visão panorâmica do teatro feito para crianças no Brasil; contemplando 17 companhias, entre elas, representantes do Nordeste e das demais regiões brasileiras.
No ano de 2020, desenvolveremos a décima sétima edição do Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco. Como aconteceu nas edições passadas, iniciamos o desenvolvimento da produção do projeto um ano antes da sua realização, para que possamos atingir todas as metas da nossa Mostra Nacional. No entanto, produzir teatro no Nordeste do Brasil não tem sido fácil, pois os investimentos governamentais e empresariais na área da Cultura não tem sido os mesmos quando se trata de arte feita para crianças e jovens. Apesar dos poucos investimentos no segmento, o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, chega a sua décima sétima edição. Nas edições passadas, participaram do projeto mais de uma centena de companhias, de diversas regiões brasileiras e até estrangeiras. Foram cerca de 600 apresentações, de espetáculos, em polos diferenciados, levando à diversos segmentos sociais o que temos de melhor no teatro para a infância e juventude; juntando um público de cerca de 120 mil espectadores. Desta forma, o Festival conseguiu ser um contraponto ao cenário de esfacelamento do movimento cultural produzido pelas políticas dos anos 90. Quem fala é o coordenador do SESC Pernambuco, José Manoel: "Assim como o governo Collor dizimou os movimentos de base, também a produção cultural sentiu suas sequelas. E, nos últimos anos, o Festival exerceu um papel importantíssimo no estímulo à produção e reorganização do setor, já que, em época de crise, conseguiu manter-se perene". Atualmente, o panorama de produções do estado voltadas para este público é bem diferente do que existia quando o Festival teve início em julho de 2004. O número de grupos e de peças voltadas para o teatro infantojuvenil cresceu em quantidade e qualidade. Sabemos que muito disso se deve ao intercâmbio fomentado pelo projeto. Graças ao FTCPE passaram pelo Estado, companhias como La Lume Vagabunde/França, Giramundo/MG, Teatro por um Triz/SP, Gente Falante/RS, Cia. do Abração/PR, Metamorfose/AM, Chama Viva Cia. de Teatro de Tocantins, Nega Fulô/AL, As Marias da Graça/RJ, Cia. de Teatro Artesanal/RJ, Caixa do Elefante/RS, Cia. Mutua de Teatro/SC, Grupo Sobrevento/SP, entre outras. Manter e incrementar o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco é essencial, tanto para garantir a continuidade deste processo de intercâmbio e formação dos grupos locais, quanto para permitir a visibilidade nacional do teatro que se faz em Pernambuco. A intenção é consolidar o evento, firmando-o no circuito nacional de festivais voltados para infância e juventude. Nesta edição, o projeto estabelece 40 apresentações em teatros e em praças públicas. Serão 17 espetáculos, com participação de dez companhias pernambucanas e 07 de outros estados, com expectativa de reunir um público de cerca de 20 mil pessoas. A escolha dos espetáculos será feita por meio de seleção pública. Desta forma, o nome dos espetáculos será divulgado em maio de 2020, após análise pela curadoria dos projetos inscritos por meio da seleção pública (ver programação na proposta de programação do evento). Ao mesmo tempo, pretende-se garantir aos profissionais das artes cênicas o acesso à formação técnica, literária e artística; à reciclagem e a bons textos, oportunizando oficinas, palestras e debates gratuitos. Este ano, serão duas palestras, três vivências com companhias teatrais de diferentes partes do país e quatro oficinas, o que beneficiará uma média de 350 pessoas, entre profissionais do setor, estudantes e interessados. Afinal, como afirma o mestre Paulo Freire, "o aprender só acontece verdadeiramente quando deixamos de nos acomodar..." A equipe que faz o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco entende a arte teatral como realização de um profundo desejo coletivo de buscar as mais variadas formas de aprendizagem, inquietação atrelada a um grupo sedento por discutir este fazer, em todas as suas vertentes. Assim, ansiamos que este empreendimento se desenvolva com todos os requisitos necessários para que se mantenha como projeto anual, que estrutura o mercado, sendo mais uma engrenagem geradora de trabalho. Outro aspecto do projeto em questão diz respeito à formação de plateia, o que é favorecido pelo formato do empreendimento cultural, estruturado em polos. No Polo Teatro o FTCPE tanto ajuda a potencializar um público que já frequenta o teatro, quanto estimula o incremento desta plateia. O que é feito de forma integrada com os demais polos. E, no Polo Praça, ele oportuniza o acesso a quem, em geral, é excluído do consumo de bens culturais. A nossa Mostra Nacional, oferecerá em sua programação, espetáculos para crianças portadoras de deficiência visual por meio de áudio descrição _ processo onde a linguagem visual é transcrita por um profissional habilitado, que utiliza aparelhos auditivos para repassar, simultaneamente, ao espectador com deficiência visual, as informações necessárias para a compreensão do espetáculo. A equipe responsável pelo projeto reúne requisitos fundamentais para a consolidação do 17º FTCPE com o êxito necessário. A Métron Produções, responsável pela produção geral, tem uma história de 21 anos, consagrados ao Teatro para infância, no Estado de Pernambuco. Entregou à Cidade do Recife, o seu Espaço Cultural. Um trabalho incansável e de resistência pelas artes cênicas do Brasil. Entre os espetáculos produzidos por ela estão "Chapeuzinho Vermelho", dirigido por Uziel Lima, "Teatro Castelo Rá-Tim-Bum" (Texto de Flavio de Souza / Direção de Mira Haar), "Coração de Mel", "Grande Circo em Presente de Palhaço", "Meu Reino por um Drama", "Chiquinho, o Caranguejo Ensacolado", do projeto Natureza, Quem Ama Cuida e "Sala de Jantar" _ espetáculo de formas animadas incentivado pelo Funcultura PE. Também fazem parte da equipe, um núcleo de curadores, formado por profissionais de saber reconhecido no que se refere ao segmento em questão. Informamos que o "Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco" se enquadra nos incisos I, II e III do Artigo 1º da Lei 8313/91. Uma vez que contempla todas as classes sociais; incrementa a cadeia produtiva do Teatro para Infância e Juventude por meio do escoamento da produção teatral brasileira e estimula a troca de experiência e saber entre os artistas que trabalham no segmento das artes cênicas. Desta forma, o FTCPE, vem apoiando, valorizando e difundindo os fazedores e as diversas formas do Teatro para Crianças e Jovens no Brasil. Ressaltamos que o "Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco" foi criado com o objetivo de fomentar a produção cultural e artística brasileira, estando enquadrado nos objetivos do Artigo 3 da Lei 8.313/91. Tanto que no ano de 2020, o empreendimento cultural chegará a sua décima sétima edição, sem nunca ter sido interrompido. Ou seja, vem sendo realizado com apoios ou sem apoios, graças a união dos artistas que atuam no segmento das artes cênicas.
Polo Formação: O projeto de Formação e Reciclagem será composto por: oficinas, palestras e vivências. As ações serão dirigidas para atender a demanda por formação e informação no segmento direcionado às crianças, com ênfase nas várias áreas artísticas envolvidas na produção de um espetáculo. Os temas, palestrantes e companhias que proporcionarão as vivências, debates e oficinas serão definidos pela equipe, junto com o coordenador pedagógico, levando em conta, também, a grade de programação. - Serão oferecidas quatro oficinas, cada uma com carga horária de 20 horas/aula, e um limite de 50 alunos por turma. - Serão oferecidas duas palestras, cada uma com uma média de 200 participantes.
Produtos: Mostra de espetáculos Apresentações em Teatros : 44 apresentações de 10 espetáculos pernambucanos, e, 07 espetáculos, de outros Estados, no Teatro de Santa Isabel, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Marco Camarotti e Teatro Barreto Júnior; Duração: 50 minutos a 1h30 Apresentações em praças /Polo Praças: 08 espetáculos, em 04 praças, de bairros da Região Metropolitana do Recife; Duração: 50 minutos a 1h30 Oficinas: 04 oficinas direcionadas aos profissionais que atuam em produções para a infância e juventude; Duração: 05 dias com o total de 20 horas/aula (Cada Oficina) 02 palestras Duração: 3 horas (Cada palestra)
PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA / APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULOS EM TEATROS TRADICIONAIS DA CIDADE DO RECIFE Acessibilidade de Conteúdo 04 apresentações preparadas para receber deficientes visuais: Nas sessões dos dias 04, 05, 25 e 26/07, no Teatro Luiz Mendonça. Será montada estrutura para que deficientes visuais sejam contemplados com a programação oferecida por meio de recursos de acessibilidade comunicacional. Acessibilidade Física Os Teatros onde serão realizadas as apresentações do Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, possuem padrão ABNT NBR 9050. PRODUTO: CURSO/OFICINAS / CONTRAPARTIDA SOCIAL /INSCRIÇÕES GRATUITAS Acessibilidade de Conteúdo Serão reservadas 10 vagas para pessoas com deficiência auditiva. As vagas estarão disponíveis para a oficina de iniciação ao Teatro, que será acompanhada por um interprete de Libras. Acessibilidade Física Os espaços onde serão realizadas as oficinas e palestas do Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, possuem padrão ABNT NBR 9050. CONTRAPARTIDA SOCIAL / POLO PRAÇAS / APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULOS COM ENTRADA GRATUITA 04 apresentações com intrepete de Libras. Acessibilidade Física Espaço reservado nos locais de apresentação, com fácil acesso para cadeirantes e idosos
PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA / APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULOS EM TEATROS TRADICIONAIS DA CIDADE DO RECIFE Produto da democratização do acesso: Realizar 04 vivências com as companhias de Teatro selecionadas (Acesso livre para 120 participantes) Em atendimento ao Artigo 21 IN n° 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, Produto da democratização do acesso: Apresentação de espetáculos para Crianças em Teatros tradicionais da cidade do recife VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012; PRODUTO: CURSO/OFICINAS / CONTRAPARTIDA SOCIAL /INSCRIÇÕES GRATUITAS Produto da democratização do acesso: Palestras (Conteúdo a ser disponibilizado na Internet) Em atendimento ao Artigo 21 IN n° 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Métron Produções - Função no projeto: Proponente / Administração Empresa pernambucana de produção cultural com atuação nas áreas das artes cênicas e jornalismo cultural. Em seus quase 22 anos, conquistou um papel de destaque no cenário local e regional. Seus projetos visam a consolidação do mercado cultural por meio de ideias ousadas e grandiosas. Gerando, desta forma, mais credibilidade para o segmento Cultural. Formada por dois atores, Ruy Aguiar e Edivane Bactista, que também têm formação e prática nas áreas de marketing, jornalismo e relações públicas. A empresa desenvolve três projetos importantes para Pernambuco: A encenação ao ar livre do espetáculo “Batalha dos Guararapes – Assim Nasceu a Pátria”, realizada no Parque Histórico Nacional dos Guararapes, local dos embates históricos, com a participação de 400 profissionais; o “Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco”, empreendimento cultural que movimenta os teatros nas férias de julho, recebendo companhias das cinco regiões brasileiras. E, o espetáculo ao ar livre "O Boi Voador", encenado dentro das comemorações do aniversário do Recife, em 2018 e 2020. Edivane Batista (Sócia Administradora da Métron Produções) -Função no projeto: Coordenadora Geral, sendo também responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto pelo qual receberá (Rubrica no orçamento) como Coordenadora Geral. Atriz (DRT/PE nº 1005), produtora cultural e jornalista (DRT/PE Nº 2251). Recifense, atriz desde 1988, no Grupo de Teatro Chegou Maria Preá, dirigido por Manoel Constantino. Em 1991, foi convidada para participar de montagens das produtoras: Cristiano Lins Produções Artísticas e Papagaios Produções. Paralelamente atuava na Cia. Teatro de Seraphim. Em 1995, iniciou seu trabalho como produtora cultural, atuando em Maceió/AL. Com o retorno ao Recife, passou a exercer as funções de atriz, produtora cultural e jornalista, fundando a Métron Produções, em 1998. Em 2003 se lança como dramaturga com o texto para crianças “Grande Circo em Presente de Palhaço”. Já em 2007, escreve o espetáculo “Chiquinho, o Caraguejo Ensacolado”. Como atriz, ainda atua em comerciais de televisão, e, recentemente, no Cinema Pernambucano, onde participou do filme “Organismo" (Inquieta Produções). Ministra cursos de capacitação na área de produção cultural, a exemplo do projeto Multicultural da Prefeitura do Recife. Exerceu a função de coordenação geral e cênica da Turma do Fom-Fom (Detran PE), 2008/2018. O ano de 2009 marca o início das atividades do Grupo de Estudos em Dramaturgia da Fundaj, coordenado pelo Mestre Luiz Felipe Botelho. Edivane Bactista foi uma das componentes do grupo, oriundo do curso: Dramaturgia nas Fronteiras das linguagens. Em 2017, a sua Métron Produções, inaugura o seu espaço cultural. E, em abril, estreou o espetáculo de formas Animadas “Sala de Jantar”. Em março de 2018 e 2019, encantou o público recifense com o espetáculo ao ar livre “O Boi Voador”, apresentado no Marco Zero, durante as comemorações dos 481 e 482 anos da Cidade do Recife, para um público estimado em 30 mil pessoas. * Edivane Bactista foi selecionada a partir da enquete feita com os ouvintes do programa de rádio para crianças “Palavras NO AR”, da atriz e arte-educadora, Márcia Cruz, passando a compor um grupo de 45 mulheres de Pernambuco, do Brasil e do mundo que mudaram o curso da História. No seu caso, o reconhecimento veio graças ao trabalho incansável que vem desenvolvendo prol do Teatro para Infância e Juventude. *Ruy Aguiar (Sócio-administrador da Métron Produções)(DRT/PE nº 1008) - Função no projeto: Curador / Coordenador Técnico (Rubricas no orçamento) Natural de Curitiba/PR com atuação no mercado pernambucano há 25 anos, como ator, diretor teatral, dramaturgo e produtor cultural. Seu currículo registra a participação como ator em montagens teatrais e em diversos comerciais para televisão. Atualmente, vem investindo na função de diretor artístico e dramaturgo. Como produtor cultural, desde 1997, desenvolve importante trabalho para incrementar o segmento teatral a frente da Métron Produções, a exemplo do grandioso espetáculo ao ar livre “Batalha dos Guararapes: Assim Nasceu a Pátria” de José Pimentel e do “Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco” que em julho de 2019 chegará a sua décima sexta edição. Em 2006, coordenou e produziu os espetáculos artísticos exibidos durante a abertura e encerramento da 4ª Olimpíada do Conhecimento do Senai. Desde 2008, desenvolve ações educativas com a Turma do Fom-Fom (Detran PE), roterizando e dirigindo esquetes e peças teatrais com foco na educação de trânsito. Em março de 2018, encantou o público recifense com o espetáculo “O Boi Voador”, apresentado no Marco Zero, durante as comemorações dos 481 anos da Cidade do Recife, para um público estimado em 16 mil pessoas. Em 2017, a sua Métron Produções, inaugura o seu espaço cultural. E, em abril, estreou o espetáculo de formas Animadas “Sala de Jantar”. Curadores: *Três profissionais de renome na produção cultural de Pernambuco estão a frente da curadoria do FTCPE. Marcondes Lima (DRT/PE nº 753): Mestre em Artes Cênicas (UFBA), pesquisador e Professor da UFPE, desde 1992, onde ministra aulas nas disciplinas referentes aos elementos visuais do espetáculo (Cenografia, Figurino e Maquiagem), no Curso de Licenciatura em Teatro e Licenciatura em Dança. Assina três livros - A Arte do Brincador (2009), Antônio de Almeida: Zezinho do Santa Isabel (2009) e A Arte de Victor Moreira (2018) – resultantes de suas investigações sobre o universo das manifestações cênicas tradicionais de Pernambuco e sobre artistas mantidos por muito tempo sob o esquecimento. Atualmente cursa o Doutorado em artes Performativas e da Imagem em Movimento na Universidade de Lisboa. É também encenador, cenógrafo, figurinista, maquiador, ator e bonequeiro, tendo desempenhado algumas dessas funções em mais de cem produções para a cena pernambucana, no período de 1987 a 2018. Integra dois grupos de teatro: o Mão Molenga Teatro de Bonecos (1987), e o Coletivo Angú de Teatro(2003). No audiovisual tem assinado direção de arte para cinema, vídeo e televisão. Com o Mão Molenga Teatro de Bonecos, destaca-se sua participação como diretor de arte, ator-manipulador e figurinista nos episódios das séries 500 ANOS: O BRASIL REPÚBLICA NA TV, O BRASIL IMPÉRIO NA TV, O BRASIL -COLÔNIA NA TV e UM NOVO MUNDO NA TV; uma produção da Massangana Multimídia - Fundação Joaquim Nabuco, realizada para a TV Escola - Secretaria de Educação do Ministério da Educação/MEC. Em cinema destaca-se sua premiação como diretor de arte no Festival V Curta Canoa (CE), em 2009, pelo curta metragem a Vida é Curta, dirigido por Leo Falcão. Williams Santana (DRT/PE nº 1014): Cursou Formação do Ator (UFPE), Historia (UNICAP) - atuando nas áreas de pesquisa em artes cênicas – teatro e circo, e cultura popular, Especialização em Gestão Cultural (MinC/Fundaj/UFRPE) com a monografia “Os impactos do Prêmio Funarte Carequinha nos circos itinerantes do Nordeste”, e Mestrado em Cultura e Sociedade / Linha de Pesquisa Cultura e Desenvolvimento (UFBA), com a Dissertação “Políticas para o Picadeiro: o lugar do Circo na Funarte” . Artista de teatro e circo - ator, palhaço, encenador, dramaturgo, figurinista cênico e produtor cultural, tendo iniciado carreira artística ainda criança no final da década de 1970, trabalhou com os mais significativos profissionais das artes cênicas de Pernambuco nas três últimas décadas.Atuou como oficineiro, educador, orientador e/ou coordenador de diversos projetos de qualificação profissional, de caráter social, educativo e cultural; e de pesquisas com órgãos públicos, entidades culturais e outras formas de organizações não governamentais. Participou como artista, palestrante ou professor de diversos festivais, mostras, congressos, seminários e eventos similares ligados ao teatro e ao circo, e culturas populares.Integrou o quadro de Professores convidados da Pós-Graduação Lato-Sensu em Gestão Cultural da UFBA/Fundaj/MinC em 2014.
PROJETO ARQUIVADO.