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Espetáculo de dança em comemoração aos 20 anos da Companhia de Dança Hip-Boi Priscila Castro. O projeto visa uma temporada de 2 apresentações em São Paulo e duas apresentações em Petropolis contando a trajetória desta modalidade de expressão, com participação na estreia de Fafá de Belém. O Hip-Boi uni os passos indígenas regionais e toda a riqueza da cultura de Parintins com as diversas linguagens das demais modalidades de dança: jazz, hip-hop, ballet, dança folclórica, entre outras expressões artísticas. É algo singular e por isso merece um espetáculo que conte a história dessa modalidade que já possui mais de 20 anos e ainda é pouca conhecida pelo público brasileiro. Produtos: 1) Será uma temporada com 2 apresentações em São Paulo e 2 apresentações em pEtrópolis, RJ. ; 2) Duas palestras sobre a dança Hip-Boi oferecida para alunos e professores da rede pública de ensino e 3) Duas oficinas de dança para a população carente de Petrópolis, com 50% das vagas destinadas para alunos e professores da rede pública de ensino.
Espetáculo de dança em comemoração aos 20 anos da Companhia de Dança Hip-Boi Priscila Castro. O projeto visa uma temporada de 2 apresentações em São Paulo e duas apresentações em Petropolis contando a trajetória desta modalidade de expressão, com participação na estreia de Fafá de Belém. O Hip-Boi uni os passos indígenas regionais e toda a riqueza da cultura de Parintins com as diversas linguagens das demais modalidades de dança: jazz, hip-hop, ballet, dança folclórica, entre outras expressões artísticas. É algo singular e por isso merece um espetáculo que conte a história dessa modalidade que já possui mais de 20 anos e ainda é pouca conhecida pelo público brasileiro.
O projeto Hip-Boi: 20 anos tem como: objetivo geral: • Espetáculo com temporada de 2 apresentações na cidade de São Paulo e 2 apresentações em Petrópolis, RJ. • Ação de caráter artístico cultural que tem por objetivo reconhecer, difundir e valorizar na região sudeste uma cultura tipicamente brasileira oriunda do Norte do país, buscando se utilizar da dança, arte, cultura e música para promover a cultura do Festival Folclórico de Parintins-AM bem como comemorar o marco do trabalho desenvolvido pela Cia de Dança Hip-Boi que comemora 20 anos de existência. A Cia é pioneira em toda a região sudeste no trabalho de pesquisa e divulgação do Festival de Parintins através da Dança e suas ações culturais. O projeto Hip-Boi: 20 anos tem como: objetivos específicos: • Intervenções artísticas e miniapresentações itinerantes em espaços públicos, praças, escolas e comunidades carentes, bem como oficinas de dança, artesanato, música, contação de histórias. • Compreender a dança enquanto área pedagógica;• Oportunizar a aquisição de experiência na área de dança aos Profissionais interessados em trabalhar com o Hip-boi na área social.• Estreitar laços entre profissionais de dança e comunidade;• Proporcionar vivências teóricas-práticas corporais através da dança Hip-Boi aos Profissionais de dança e comunidade geral;• Estimular novos projetos que atendam a comunidade;• Promover a cultura Boi-Bumbá na Cidade de São Paulo;• Mostrar que a dança é um meio de desenvolvimento das capacidades humanas de expressão, cognição e criação;
O projeto Hip-Boi: 20 anos, isto é, 20 anos de companhia existente comprovadamente, se justifica uma vez que apropriar-se da dança, da arte e da cultura enquanto meio de comunicação para atingir crianças e jovens buscando ampliar esta ação bem como incentivar a criação de novas ações de forma a fomentar uma necessidade presente no contexto da cidade que é um déficit de trabalhos que atendam jovens em sua realidade social utilizando metodologias alternativas, visando propiciar experiências que resgatem e valorizem a cultura folclórica brasileira através de tradição oral, com a transmissão de saberes e práticas que poderão manter viva a memória de um grupo social e suas crenças. Além disso, através das apresentações, que serão oito no total, é possível atingir um objetivo secundário que é a formação de plateia que ocorre ao favorecer o acesso e a troca de conteúdos culturais, relacionados tanto com as artes, quanto com o patrimônio cultural brasileiro.Outro aspecto é o fato de estar promovendo intercâmbio entre artistas e pessoas comuns que participarão das oficinas e atividades promovidas pela companhia Hip-Boi durante a sua estadia em São Paulo (se enquadrando no Art. 1º inciso II, da lei 8383/91). Criar esta oportunidade aos artistas petropolitanos, passando adiante suas duas décadas de trabalhos bem sucedidos, é de suma importância, pois o projeto proporcionará momentos de aprendizado e capacitação para aqueles que assistirem ou participarem das oficinas. Consideramos ainda que abordar temas como o do Festival Folclórico de Parintins é de extrema relevância, uma vez que além de se tratar de uma cultura genuinamente brasileira, ainda podemos destacar marcos importantes como o fato de:1) Ser internacionalmente reconhecido como a maior Festa Folclórica da América Latina2) Ter completado 100 anos de Boi-bumbá3) 50 anos de Festival4) Ter sido reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pela Unesco5) Em 2019 David Assayag, grande nome do Boi-Bumbá, completa 50 anos.Além dessas questões culturais marcantes, cabe salientar que o Sudeste conhece ainda muito pouco, da cultura Boi-Bumbá e por isso o projeto Hip-Boi: 20 anos é tão importante. Nossa proposta é relevante, justamente, por proporcionar esse contato. Levaremos ao público paulistano, principalmente às camadas mais necessitadas, o encontro com uma parte de cultura brasileira que só poderia ser vista dispondo-se de uma verba que garantiria uma viagem às terras do Boi-Bumbá. Nosso projeto viabiliza esse contato com custo baixíssimo, (preços populares, porcentagem gratuita estipulada pela legislação e meia entrada também estabelecida pela lei) para o público que assistirá ao espetáculo e custo zero para as oficinas que serão oferecidas, (se enquadrando no Art. 3º inciso I - a, da lei 8383/91).
Plano Pedagógico: Há mais de uma década, “entende-se por metodologias tradicionais os métodos em que cabe ao professor transmitir os conhecimentos, e aos alunos apenas recebê-los de forma passiva... repetindo o conhecimento. Já as novas metodologias procuram basear-se no princípio de que a criança é um ser em desenvolvimento, cuja atividade, espontânea e natural, é condição para seu crescimento físico e intelectual. A participação ativa do aluno consubstancia-se primordialmente no espaço que o professor reserva para as descobertas do educando” (PILETTI, 1995, p.104). “O significado etimológico da palavra método é caminho a seguir para alcançar algum fim” (PILETTI, 1995, p.102). Logo, a metodologia é um roteiro geral para a atividade, é ela que indica as grandes linhas de ação utilizadas pelos professores em suas aulas, pois é o meio de que lança mão para se trabalhar os conteúdos curriculares e se alcançar os objetivos pretendidos. Por este motivo o curso de “Dança Folclórica Brasileira” irá se basear na educação renovada que se fundamenta no aluno, nas suas motivações e em seus interesses. Nesta nova metodologia “preocupam-se, principalmente, com a vida social da criança, fator este fundamental para seu desenvolvimento intelectual e moral” (Elisa Barcellos da Cunha e Silva). Ao utilizar parte da metodologia de “Abordagem construtivista-interacionista” e parte da “Abordagem crítico-superadora”, ambas propostas em oposição às linhas tradicionais, será possível evitar a busca pelo desempenho máximo, por padrões de comportamento que não levam em consideração as diferenças individuais nem as experiências vividas pelos alunos, tão pouco ter o objetivo de selecionar e beneficiar apenas os mais habilidosos, excluindo boa parte da turma. "A intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender... Conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização" (CENP; 1990, p. 9), ao mesmo tempo, será possível propiciar “que qualquer consideração sobre a pedagogia mais apropriada deve versar, não somente sobre questões de como ensinar, mas também sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico” o que certamente irá proporcionar que se considere a relevância social dos conteúdos, sua contemporaneidade e sua adequação às características sócio-cognitivas dos alunos ressaltando a necessidade de “fazer com que o aluno confronte os conhecimentos do senso comum com o conhecimento científico, para ampliar o seu acervo de conhecimento” (Suraya Cristina Darido). Cronograma dos conteúdos das Aulas As aulas serão sempre temáticas, abordando e apresentando novos conteúdos. Para abordar estes temas, será feita uma “viagem” pelas regiões Norte e Nordestes do Brasil. Nas primeiras aulas, iniciação com uma passagem pela região sudeste, onde serão trabalhadas as danças e os gêneros musicais da cultura local como o Carnaval e o Hip-Hop, atingindo assim o objetivo inicial que é cativar as crianças buscando manter e aumentar o número de participantes do curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”, além de possibilitar que nas aulas posteriores, eles sejam incursionados através de temas menos conhecidos, mas não menos importantes. Isto será primordial, pois ao atingir e atender este gosto popular (que possivelmente é a única realidade cultural conhecida por estas crianças) será possível conquistá-las e proporcionar as mesmas, uma experimentação por outras danças que constam neste currículo proposto para o curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”. Serão elas: Frevo e Forró (Nordeste) e Boi-Bumbá (Norte), que será a cultura utilizada para realizar a culminância do Curso de “Danças Brasileiras”, visto que o Festival Folclórico de Parintins é a festa de maior relevância, já que é considerada a maior festa folclórica da América Latina. Para cada dança citada acima, serão apresentadas informações básicas relacionadas ao tipo de dança, sua região característica, seu significado, suas vestimentas e sua importância histórica dentro do contexto nacional. Os mesmos serão apresentados através de aulas que unirão teoria e prática utilizando o gênero musical da região para dançar. Planejamento Como o curso terá duração de apenas 45 dias, o mesmo será conduzido de maneira a proporcionar uma breve “passagem” por cada um dos temas das duas regiões brasileiras. Plano das Aulas1) Organização e condução da turma até ao local da aula, responsabilizando-se pela mesma até o término do curso.2) Apresentação do tema do dia (inicialmente, será mantido durante oito aulas), abrindo o mesmo pra debates.2.1) Alternar entre: * Alongamento e aquecimento * Inicio com atividades que utilizem dinâmicas de grupo2.2) Explicação e demonstração dos movimentos propostos para aquela aula, pela professora, seguido da reprodução e adaptação dos mesmos pelos alunos, utilizando música.2.3) Aplicação de exercícios de centro.2.4) Execução de exercícios em duplas.2.5) Alternar entre: * Atividades e exercícios que irão variar entre as categorias solos, duos, trios e grupo. * Atividades lúdicas (variações com simulação de estátuas, imitação de bichos e objetos, movimentar-se no plano corporal e espacial; alto, médio e baixo, com movimentos; grandes, pequenos, silenciosos, barulhentos e assim por diante).2.6) Construção de Seqüência coreográfica.2.7) Alternar finalização: * No centro, variar em grupos, apresentando a seqüência montada no dia, entre os próprios alunos. * Relaxamento ou esfriamento.4) Arrumar a sala, desligar o aparelho de som deixando o espaço em condições para a próxima atividade da Escola ou Centro Cultural.5) Conduzir a turma à saída.6) Entregar a chave da sala e pauta do dia e comunicar a direção o término do curso, deixando os alunos sob responsabilidade da Escola ou Centro Cultural. Em geral, será utilizada a mesma estrutura para todas as aulas, podendo a mesma variar com a inserção de:• Aulas teóricas• Exibição e debate sobre vídeos• Apresentação e análise de fotos, revistas e livros• Análise das letras das músicas utilizadas para caracterizar e representar cada uma das cinco regiões• Outras possibilidades serão avaliadas levando em consideração o grau de desenvolvimento e interesse da turmaObs.: Todo o cronograma acima poderá ser adaptado ou substituído de maneira a possibilitar uma melhor adequação às crianças, ou as necessidades do espaço disponibilizado para este curso. Ainda assim, o mesmo deverá manter fidelidade a sua proposta inicial sem se perder no contexto geral do curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”.
Descrição da Atividade/Metodologia de TrabalhoPlano Pedagógico:Há mais de uma década, “entende-se por metodologias tradicionais os métodos em que cabe ao professor transmitir os conhecimentos, e aos alunos apenas recebê-los de forma passiva... repetindo o conhecimento. Já as novas metodologias procuram basear-se no princípio de que a criança é um ser em desenvolvimento, cuja atividade, espontânea e natural, é condição para seu crescimento físico e intelectual. A participação ativa do aluno consubstancia-se primordialmente no espaço que o professor reserva para as descobertas do educando” (PILETTI, 1995, p.104). “O significado etimológico da palavra método é caminho a seguir para alcançar algum fim” (PILETTI, 1995, p.102). Logo, a metodologia é um roteiro geral para a atividade, é ela que indica as grandes linhas de ação utilizadas pelos professores em suas aulas, pois é o meio de que lança mão para se trabalhar os conteúdos curriculares e se alcançar os objetivos pretendidos. Por este motivo o curso de “Dança Folclórica Brasileira” irá se basear na educação renovada que se fundamenta no aluno, nas suas motivações e em seus interesses. Nesta nova metodologia “preocupam-se, principalmente, com a vida social da criança, fator este fundamental para seu desenvolvimento intelectual e moral” (Elisa Barcellos da Cunha e Silva). Ao utilizar parte da metodologia de “Abordagem construtivista-interacionista” e parte da “Abordagem crítico-superadora”, ambas propostas em oposição às linhas tradicionais, será possível evitar a busca pelo desempenho máximo, por padrões de comportamento que não levam em consideração as diferenças individuais nem as experiências vividas pelos alunos, tão pouco ter o objetivo de selecionar e beneficiar apenas os mais habilidosos, excluindo boa parte da turma. "A intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender... Conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização" (CENP; 1990, p. 9), ao mesmo tempo, será possível propiciar “que qualquer consideração sobre a pedagogia mais apropriada deve versar, não somente sobre questões de como ensinar, mas também sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico” o que certamente irá proporcionar que se considere a relevância social dos conteúdos, sua contemporaneidade e sua adequação às características sócio-cognitivas dos alunos ressaltando a necessidade de “fazer com que o aluno confronte os conhecimentos do senso comum com o conhecimento científico, para ampliar o seu acervo de conhecimento” (Suraya Cristina Darido). Cronograma dos conteúdos das Aulas As aulas serão sempre temáticas, abordando e apresentando novos conteúdos. Para abordar estes temas, será feita uma “viagem” pelas regiões Norte e Nordestes do Brasil. Nas primeiras aulas, iniciação com uma passagem pela região sudeste, onde serão trabalhadas as danças e os gêneros musicais da cultura local como o Carnaval e o Hip-Hop, atingindo assim o objetivo inicial que é cativar as crianças buscando manter e aumentar o número de participantes do curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”, além de possibilitar que nas aulas posteriores, eles sejam incursionados através de temas menos conhecidos, mas não menos importantes. Isto será primordial, pois ao atingir e atender este gosto popular (que possivelmente é a única realidade cultural conhecida por estas crianças) será possível conquistá-las e proporcionar as mesmas, uma experimentação por outras danças que constam neste currículo proposto para o curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”. MMMMMMMMMMMMMMMMMM Serão elas: Frevo e Forró (Nordeste) e Boi-Bumbá (Norte), que será a cultura utilizada para realizar a culminância do Curso de “Danças Brasileiras”, visto que o Festival Folclórico de Parintins é a festa de maior relevância, já que é considerada a maior festa folclórica da América Latina. Para cada dança citada acima, serão apresentadas informações básicas relacionadas ao tipo de dança, sua região característica, seu significado, suas vestimentas e sua importância histórica dentro do contexto nacional. Os mesmos serão apresentados através de aulas que unirão teoria e prática utilizando o gênero musical da região para dançar. Planejamento Como o curso terá duração de apenas 45 dias, o mesmo será conduzido de maneira a proporcionar uma breve “passagem” por cada um dos temas das duas regiões brasileiras. Plano das Aulas 1) Organização e condução da turma até ao local da aula, responsabilizando-se pela mesma até o término do curso.2) Apresentação do tema do dia (inicialmente, será mantido durante oito aulas), abrindo o mesmo pra debates.2.1) Alternar entre: * Alongamento e aquecimento * Inicio com atividades que utilizem dinâmicas de grupo2.2) Explicação e demonstração dos movimentos propostos para aquela aula, pela professora, seguido da reprodução e adaptação dos mesmos pelos alunos, utilizando música.2.3) Aplicação de exercícios de centro.2.4) Execução de exercícios em duplas.2.5) Alternar entre: * Atividades e exercícios que irão variar entre as categorias solos, duos, trios e grupo. * Atividades lúdicas (variações com simulação de estátuas, imitação de bichos e objetos, movimentar-se no plano corporal e espacial; alto, médio e baixo, com movimentos; grandes, pequenos, silenciosos, barulhentos e assim por diante).2.6) Construção de Seqüência coreográfica.2.7) Alternar finalização: * No centro, variar em grupos, apresentando a seqüência montada no dia, entre os próprios alunos. * Relaxamento ou esfriamento.4) Arrumar a sala, desligar o aparelho de som deixando o espaço em condições para a próxima atividade da Escola ou Centro Cultural.5) Conduzir a turma à saída.6) Entregar a chave da sala e pauta do dia e comunicar a direção o término do curso, deixando os alunos sob responsabilidade da Escola ou Centro Cultural. Em geral, será utilizada a mesma estrutura para todas as aulas, podendo a mesma variar com a inserção de:• Aulas teóricas• Exibição e debate sobre vídeos• Apresentação e análise de fotos, revistas e livros• Análise das letras das músicas utilizadas para caracterizar e representar cada uma das cinco regiões• Outras possibilidades serão avaliadas levando em consideração o grau de desenvolvimento e interesse da turmaObs.: Todo o cronograma acima poderá ser adaptado ou substituído de maneira a possibilitar uma melhor adequação às crianças, ou as necessidades do espaço disponibilizado para este curso. Ainda assim, o mesmo deverá manter fidelidade a sua proposta inicial sem se perder no contexto geral do curso de “Danças Folclóricas Brasileiras”.
O espetáculo Hip-Boi, contará com uma temporada de 2 apresentações em São Paulo e 2 apresentações em Petrópolis, RJ. Levando em conta a importância da acessibilidade todas as apresentações serão feitas em teatro que esteja previamente preparado para isso, isto é, com rampas acessiveis, lugares para obesos e idosos com pouca mobilidade. Além disso teremos o resumo do espetáculo traduzido em libras. Como contrapartida social, além das 2 oficinas de dança com tradução em libras, tanto a abertura como encerramento terão a previsão de arrecadação de 1 kg de alimento não perecível a ser doado para instituições carentes, bem como, o projeto abrirá vagas em curso de dança Hip-Boi, para a população carente, a ser ministrado ao longo de um mês, com critérios de avaliação por importância (aluno de escola pública | economicamente em déficit | com família de no mínimo 4 pessoas | com aptidão | em idade máxima de 18 anos) e pagará o impacto ambiental com distribuição e plantio de mudas.
O projeto das 2 oficinas de dança com tradução em libras e as 2 palestras de formação de plateia em Petrópolis serão totalmente gratuitos, como já dito. Os preços dos ingressos das 4 apresentações da temporada também foram estabelecidos de acordo com a democratização de acesso: Os ingressos do espetáculo serão vendidos a preços populares: 10% a R$50,00 reais e R$25,00 meia.50% a R$60,00 e R$30,0040% gratuito de acordo com a lei. Todas as oficinas serão gratuitas e seu conteúdo será disponibilizado no site da companhia sem prejuízo do disposto no §2° do artigo 22.
Priscila Queiroga de Castro (Proponente e Diretora Geral)Priscila Queiroga de Castro é diretora, coreógrafa e fundadora da Cia de Dança Hip-Boi (Trabalho sobre região Norte - Festival Folclórico de Parintins-AM), sócia fundadora e diretora núcleo “SôForrozeiro” (Trabalho sobre região Nordeste - Forró). Integra a equipe "Forró na Serra" desde 2018 como a Produtora Cultural. Integrante "Festival Dançar por Dançar" e "Dançar por aí" também como Produtora Cultural e integra a "Unidade Móvel Pé Descalço" & "Esquenta ForAll – como produtora da Unidade Petrópolis. Jorge Hélio de Castro (Diretor Artístico)Jorge Hélio fez Jazz, Dança de Rua e Dança Espanhola na Escola “Movimento Art & Cia” e no Studio de Dança Hip-Boi onde também atuou como um dos idealizadores e fundadores. Atuou como “Auxiliar de direção Artística” dos espetáculos da Escola “Ballet Heloisa Schanuel” nos anos de 1988 a 1998. Participou inicialmente como auxiliar e posteriormente como membro da diretoria na equipe da APD (Associação Petropolitana de Dança de Petrópolis) nos anos de 1989, 1990 e 1991 ao lado de Maria Cristina de Moraes e Neiva Maria de Abreu Voitg. Neste mesmo período participou da realização do festival “Dançar por Dançar” edições que aconteceram no Teatro Mecanizado Quitandinha. Retornou nas edições de 2010 em diante, período em que o “Dançar por Dançar” foi retomado! Nos anos de 1998 e 1999 fez Acessória de Marketing para a Academia Movimento. De 2000 em diante, para o Hip-Boi. De 2001 em diante atuou como Diretor Artístico de todos os espetáculos do Hip-Boi. ANDRÉ GROSS (CENOTÉCNICO) Natural de Petrópolis, artísta plástico auto didata desde criança. Ganhou Petrópolis com inúmeras revitalizações em muros e interiores das escolas municipais da região. Suas obras e sua arte fazem o resgate histórico de cada bairro e aos poucos se espalhou por toda a cidade. Fundador do próprio Atelier em 2005 idealizou e implantou cursos infantis e oficinas de capacitação. Trabalha para a editora vozes desde 2007 sendo responsável pela criação das capas e artes internas de livros. Desenvolve todo o trabalho cênico e artístico dos espetáculos do Hip-Boi desde 2009. ANDRÉ SAMPAIO (PRODUTOR EXECUTIVO)André Luís da Silva Sampaio é professor mestre de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Pesquisador da área há mais de 20 anos, sempre concentrou seus estudos e pesquisas no tema “oralidade no Brasil”. Com uma vasta gama de publicações, o autor é doutorando em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em História da África e no Negro do Brasil pela Universidade Candido Mendes e graduado em Licenciatura plena Português/Literatura pela Universidade Estácio de Sá. Além disso, possui formação em várias áreas dentro do campo da Arte, tais como: a dança, tornando-se profissional de dança aos 14 anos de idade; o canto, formando-se em cantor lírico e popular aos 20 anos de idade e o teatro, profissionalizando-se também aos 20 anos de idade. Participou de inúmeros espetáculos, concertos e peças durante a sua carreira. Além disso, já foi jurado e membro de comissões voltadas para a área artística e cultural. André Fez ballet clássico, contemporâneo e jazz na Escola Ballet Moderno Kátia Alves e dança de salão na Academia Movimento. Integrou o grupo Folclórico de Dança Alemã “Mosel Volkstanze de Petrópolis” e a Cia de dança Corpo e Água. Fez diversos cursos e estudos na área do teatro e da música: Destacamos o Workshop “Hair” com Charles Möller & Claudio Botelho e a oficina Mix Teatro Musical com coreógrafo Caio Nunes, o ator e diretor Marcelo Caridade e a atriz e preparadora vocal Mona Vilardo. Integrou o elenco do espetáculo “O que será?” (com a Cia Nós da Dança) que cumpriu temporada no Teatro Cacilda Becker – RJ). Com o Ballet Moderno Kátia Alves atuou nos espetáculos: “Sangue e Areia”; “Madame Butterfly”; “O beijo da Mulher Aranha” e” Escrava Isaura”. Com o grupo Afro-brazilians se apresentou na casa de espetáculos Cuba, em Zurique, na Suíça. Foi também integrante da Cia de dança “Corpo e Água” com quem se apresentou em diversos espetáculos e cantor (Tenor) do Coral da Universidade Católica de Petrópolis. Atuou como bailarino e backing vocal na Banda Rio Babilônia e integrou a D’NA Companhia de teatro musical. Atuou e assinou a direção artística do Grupo Vocal Sexteto Universitário. Integrou o elenco do musical “O Pequeno Príncipe”, montagem da Benvenuto Cia Teatral, onde viveu o papel do Aviador. ANGELA MARIA QUEIROGA DE CASTRO (FIGURINISTA)Iniciou sua carreira ainda jovem como aprendiz de costureira na famosa “TECOSA” dos alemães D. Margarida e Sr. José, onde mais tarde assumiu o cargo de “Auxiliar de modelista” trabalhando ao lado de Iracy Leodório de 1972 a 1974. Em 1975 recebeu o convite para assumir como Cortadeira na “SOARES DE SÁ” onde posteriormente foi promovida como “Encarregada de Produção” onde permaneceu até 1977. No ano seguinte, em 1978 recebeu proposta da “ENIZE” onde assumiu por 6 meses o cargo de Cortadeira. Ainda em 1978 criou sua autonomia e deu início ao seu próprio negócio no qual permanece até hoje. Foi em 1999 que iniciou seus trabalhos de confecção dos figurinos do Hip-Boi quando o mesmo ainda funcionava no espaço de outras academias. Em 2001 assumiu oficialmente a confecção de todos os figurinos do grupo desde o primeiro espetáculo em 01 de junho de 2001. Confeccionou os figurinos dos espetáculos: “Parintins pra lá de Marrakesh”. BAILARINOS ALINE POMINBailarina e ginasta desde os 10 anos. Atuou como baliza em diversas Bandas Marciais Municipais e a convite destas, representou e ficou em 1º lugar em inúmeros concursos pelo Brasil. Fez Ballet Clássico, Jazz, Contemporâneo, Dança do Ventre, Dança Espanhola, Danças Urbanas, Dança de Salão e Dança Regional de Parintins no Centro Cultural Hip-Boi. TATIANA MOURABailarina desde os 8 anos. Fez Ballet Clássico, Jazz, Contemporâneo, Dança do Ventre, Dança Espanhola, Danças Urbanas, Dança de Salão e Dança Regional de Parintins no Centro Cultural Hip-Boi. KARINA OLIVEIRABailarina desde os 7 anos. Fez Ballet Clássico, Jazz, Contemporâneo, Dança do Ventre, Dança Espanhola, Danças Urbanas, Dança de Salão e Dança Regional de Parintins no Centro Cultural Hip-Boi. PAMELA GROSSBailarina desde os 7 anos. Fez Ballet Clássico, Jazz, Contemporâneo, Dança do Ventre, Dança Espanhola, Danças Urbanas, Dança de Salão e Dança Regional de Parintins no Centro Cultural Hip-Boi. JÚLIA VELLASQUEZBailarina desde os 7 anos. Fez Dança do Ventre, Danças Urbanas, Dança de Salão e Dança Regional de Parintins no Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2007 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2011 onde atua como bailarina e coreógrafa. THAYANA FRAGABailarina desde os 13 anos. Fez Danças Urbanas e Dança Regional de Parintins Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2006 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2014 onde atua como bailarino. TATIANE VOGELBailarina desde os 13 anos. Fez Danças Urbanas e Dança Regional de Parintins Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2009 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2014 onde atua como bailarino. THAYNÃ BULLBailarina desde os 12 anos. Fez Danças Urbanas e Dança Regional de Parintins Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2006 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2014 onde atua como bailarino. VICTOR SILVABailarino desde os 15 anos. Fez Danças Urbanas e Dança Regional de Parintins Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2008 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2011 onde atua como bailarino. WILLIAM COSTABailarino desde os 12 anos. Fez Danças Urbanas e Dança Regional de Parintins Centro Cultural Hip-Boi. Ingressou no Studio Hip-Boi em 2007 e na Cia de Dança Hip-Boi desde 2012 onde atua como bailarino.
PROJETO ARQUIVADO.