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PRONAC 201062Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MISTURA FINA INSTRUMENTAL BRASÍLIA - TEMPORADA 1

VM PROJETOS E SERVICOS EIRELI
Solicitado
R$ 199,1 mil
Aprovado
R$ 199,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-02-06
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto propõe uma temporada de Música Instrumental em Brasília, com 4 shows, no primeiro semestre de 2020, com o titulo MISTURA FINA INSTRUMENTAL BRASÍLIA, com nomes de destaque do jazz nacional sempre com a participação de um artista brasiliense. Todos os espetáculos terão como contrapartida social uma palestra show gratuito para estudantes e professores da rede pública, com um dos artistas participantes do projeto.

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

Objetivo Geral O projeto MISTURA FINA INSTRUMENTAL BRASÍLIA _ TEMPORADA 1 abre um novo espaço de cultura e lazer na capital federal, ao oferecer shows de música instrumental com artistas brasileiros de renome internacional. As apresentações dos grandes nomes serão precedidas por uma atração local, com o intuito de divulgar a cena musical de Brasília, além de workshops dos artistas principais, fortalecendo o intercâmbio entre os artistas envolvendo também o público. A música brasileira instrumental possui um lugar de destaque no panorama cultural do país e no exterior. Esse prestígio internacional se deve além da produção musical, aos próprios compositores e músicos, considerados os mais talentosos e criativos do mundo. O projeto MISTURA INSTRUMENTAL BRASÍLIA pretende reforçar toda essa riqueza, estimulando a renovação do público, formação de plateia e intercâmbio entre artistas novos e renomados, em um novo espaço na cidade. Serão quatro shows nesta primeira temporada e a intenção é fazer um projeto de continuidade, com a TEMPORADA 2 ainda em 2020. Objetivo específico Com o objetivo de promover a divulgação e intercâmbio entre os músicos e estudantes de música, o projeto oferecerá algumas ações específicas nesse sentido. Uma cota de 20% dos ingressos, serão distribuídos gratuitamente junto a escolas públicas de música. Serão realizadas palestras show no dia anterior aos shows para estudantes de música e músicos profissionais (com limite de 32 pessoas). São objetivos do projeto, ainda: - Fomentar a Cadeia Produtiva e a programação artística através da música instrumental apresentada de forma popular, de modo a encantar e formar novas plateias para este segmento musical; - Difundir a música instrumental brasileira no Centro - Oeste, fomentando o mercado em Brasília e fazendo intercâmbio entre profissionais e técnicos nacionais e locais. - Fortalecer as tradições humanísticas através do tema do PROJETO. - Apresentar e encantar formadores de opinião acerca da obra de compositores brasileiros, ícones na história do país, difundindo no Centro _ Oeste, este tipo de música para as próximas gerações.

Justificativa

MISTURA FINA INSTRUMENTAL BRASÍLIA _ TEMPORADA 1 leva para o Distrito Federal a possibilidade de novos eventos culturais da música instrumental tradicionais no Rio e São Paulo, devolvendo à Capital da República uma tradição que há alguns anos vem perdendo posições no ranking nacional. É praticamente impossível, a execução de um projeto desses, se apoio de Leis de Incentivo, em função dos custos operacionais além da dificuldade de pagamentos justos aos músicos participantes. A bilheteria de um espetáculo deste gênero jamais garantiria esses pagamentos. O projeto se enquadra nos princípios da Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Por tudo citado acima, o Incentivo Fiscal para MISTURA FINA INSTRUMENTAL BRASÍLIA - TEMPORADA 1 se justifica e é imprescindível para a realização do projeto.

Estratégia de execução

- Os trechos definidos na tela de deslocamentos poderão ser alterados conforme necessidades de produção. - Os itens em que o proponente irá se remunerar ainda não foram definidos, mas desde já nos comprometemos a respeitar os limites estabelecidos na legislação pertinente, estabelecidos pela IN 02 de 2019/Ministério da Cidadania, segundo o qual "o proponente poderá ser remunerado com recursos decorrentes de renúncia fiscal, desde que preste serviço ao projeto". O proponente será remunerado dentro dos limites da Lei 8.313/1991, e suas legislações complementares.

Especificação técnica

NÃO SE APLICA

Acessibilidade

O proponente se compromete a realizar os shows e demais atividades em espaço com acessibilidade a portadores de necessidades especiais, com rampas, elevadores e banheiros adaptados. O projeto irá garantir acessibilidade, se porventura o espaço onde for realizado o show possua quaisquer obstáculos, em todas sessões, para fins de atendimento ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 A música é por si só inclusiva aos deficientes visuais. Mas, infelizmente, não há o que fazer, uma vez que a música instrumental exclui os deficientes auditivos. De acordo com o Artigo 18 da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019: Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Esta proposta cumpre, portanto os preceitos da legislação.

Democratização do acesso

De modo a cumprir com o Art. 20, da Instrução Normativa 02/2019, do Ministério da Cidadania: Art. 20 - A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos,...: Informamos que o projeto respeitará as cotas de distribuição gratuita no show de lançamento, sendo elas: - Mínimo de 20% do total de ingressos disponibilizados para os beneficiários (estudantes e professores de escolas públicas e privadas, prioritariamente as de ensino profissionalizante de teatro e música e pessoas participantes de programas já existentes em ONG’s, comprovadamente de baixa renda); - até 10% do total de ingressos disponibilizados para o patrocinador; - até 10% do total de ingressos disponibilizados para divulgação (distribuídos em concursos, promoções e imprensa). Deste modo, serão disponibilizados um total de 1280 ingressos nas 04 apresentações, sendo assim distribuídos: 256 ingressos gratuitos para Beneficiários de baixa renda e estudantes e professores da Rede Pública 128 ingressos gratuitos para Patrocinador 128 ingressos gratuitos para Divulgação 128 ingressos vendidos no máximo pelo preço do Vale Cultura (R$ 50,00 e R$ 25,00) 640 ingressos vendidos a escolha do proponente aos valor de R$ 225,00 (meia) e R$ 112.50 (meia). O projeto adotará a seguinte medida de democratização, de modo a atender o inciso V do Art. 21 da IN 02/2019, que diz: Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Serão realizadas oficinas com público alvo em estudantes de ensino público e público em geral com interesse na introdução musical, serão ministrados na sala do concerto, pelo artista, na véspera de seu show, com capacidade do local limitada a 30 pessoas. Duração de 60 minutos. A cota de divulgação será utilizada para promoções com jornais, rádios e / TVs que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Além de outros meios alternativos como Metrô, veículos de mídia e divulgação em elevadores, guias culturais, sites de entretenimento e / ou promoções em redes sociais. Já a cota dos beneficiários será distribuída para estudantes e professores de escolas públicas e ONGs. Toda a cota dos beneficiários será destinada à população de baixa renda, seja pela condição de estudante, seja de classes desfavorecidas, e serão comprovadas por meio de documentos específicos. No caso de escolas, o critério de distribuição fica a cargo das direções escolares.

Ficha técnica

MÚSICOS NACIONAIS: Guinga; Itamar Assieri, Wagner Tizo e Daniel Sampaio.(cartas de anuência anexadas na aba documentos da proposta) GUINGA - Começou a compor aos 16 anos, classificando sua primeira composição no II Festival Internacional da Canção (FIC), em 1967. Gravou pela primeira vez como violonista acompanhando o compositor Cartola, na canção "As rosas não falam". Trabalhou, ainda, com vários outros artistas, como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Cartola, João Nogueira, entre outros. Suas primeiras músicas gravadas foram "Conversa com o coração" e "Maldição de Ravel", ambas em parceria com Paulo César Pinheiro, pelo grupo vocal MPB-4, em 1973. Constam, também, da relação dos intérpretes de suas canções, artistas como Michel Legrand, Sérgio Mendes, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Clara Nunes, Ivan Lins e Nó em Pingo D'água, entre outros. Elis Regina gravou em duo com Cauby Peixoto sua parceria com Paulo César Pinheiro "Bolero de Satã", no disco "Essa mulher", lançado pela WEA em 1989. Turíbio Santos gravou cinco peças instrumentais de sua autoria no disco "Fantasias Brasileiras". Estreou no palco em 1989, no show realizado no bar "Vou vivendo", em São Paulo, ao lado de Ithamara Koorax e Paulo César Pinheiro. Em 1991, gravou seu primeiro disco solo, o CD "Simples e absurdo". Dois anos depois, lançou o CD "Delírio carioca". Ainda nesse ano, participou do "Festival Brasiliana", realizado em Madri. Em 1996, lançou o CD "Cheio de dedos", contemplado com o Prêmio Sharp, nas categorias Melhor Disco Instrumental, Melhor Música Instrumental ( "Dá o pé, loro") e Melhor Produção (produtor Paulo Albuquerque). Nesse mesmo ano, Leila Pinheiro lançou o CD "Catavento e girassol" (EMI-Odeon), contendo exclusivamente músicas de sua parceria com Aldir Blanc. Por este trabalho, ganhou mais um Prêmio Sharp, com a canção "Chá de panela", na categoria Melhor Música Popular Brasileira. Ainda em 1996, voltou a Madri, onde realizou temporada de shows no Café Central. Participou do Festival Internacional de Guitarra, em Córdoba, nesse mesmo ano, e do Festival Braziliana-Jazz House, em Copenhaguem, Dinamarca, em 1997. Em 1999, gravou o CD "Suíte Leopoldina", tributo à sua adolescência, fase em que costumava viajar em trens de subúrbio. O disco, que contou com a partaicipação de Toots Thielemans, Chico Buarque, Nei Lopes, Alceu Valença, Ivan Lins, Ed Motta e Lenine, foi apontado por unanimidade pelos críticos do jornal "O Globo" como o melhor CD de música popular brasileira de 1999. No ano seguinte, o trabalho foi lançado no mercado norte-americano. Dando continuidade a "Suíte Leopoldina", lançou, em 2001, o CD "Cine Baronesa", basicamente instrumental, uma homenagem ao cinema que costumava freqüentar na adolescência. No repertório, suas composições "Melodia branca", canção que abre e fecha o disco, apresentada, na abertura, com arranjo de cordas de Gilson Peranzzetta e, ao final, apenas pelo compositor, ao violão, "Vô Alfredo" (c/ Aldir Blanc), com a participação do clarinetista Nailor Proveta, "Nem mais um pio" (c/ Sérgio Natureza), "Yes, Zé Manés" (c/ Aldir Blanc), "Caiu do céu", "No fundo do Rio" (c/ Nei Lopes), com a participação do parceiro nos vocais, "Estonteante", "Geraldo no Leme", com a participação do violonista Lula Galvão, "Fox e trote" (c/ Nei Lopes), com a participação do Quarteto Maogani, "Como eu imaginara" (c/ Hermínio Bello de Carvalho) e "Orassamba" (c/ Aldir Blanc), além da faixa-título (c/ Aldir Blanc), com a participação de Fátima Guedes e do Quarteto Maogani. Ainda nesse ano, realizou show de lançamento do disco no circuito Sesc Rio. Também em 2001, apresentou-se no "Projeto Violões", realizado no Espaço Baden Powell (RJ). Em 2002, realizou show na Sala Funarte Sidney Miller (RJ), acompanhado pelo clarinetista Paulo Sérgio Santos e pelo guitarrista Lula Galvão. Lançou, em 2003, o CD "Noturno Copacabana", contendo suas composições "Desavença", "Rasgando seda" e "Para Jackson e Almira", todas com Simone Guimarães", "O silêncio de Iara" e "Depois do sonho", ambas com Luís Felipe Gama, "Senhorinha" e "Fonte abandonada", ambas com Paulo César Pinheiro", "Concubinato" e "Canção desnecessária", ambas com Mauro Aguiar, "Abluesado" (c/ Aldir Blanc), "O silêncio de Iara", "Divachado", "Garoa e maresia" e "Na surdina", além da faixa-título (c/ Francisco Bosco). Em 2004, lançou, no Umbria Jazz Festival, na Itália, o CD "Graffiando vento", ao lado do clarinetista Gabriele Mirabassi. Lançou, em 2007, o CD "Casa de Villa", contendo suas canções "Mar de Maracanã" e "Via Crucis", ambas com Edu Kneip, "Porto de Araújo" (c/ Paulo César Pinheiro), "Capital" (c/ Simone Guimarães), "Tudo fora de lugar" (c/ Aldir Blanc), "Jongo de Compadre" (c/ Aldir Blanc e Simone Guimarães), "Casa de Villa" (c/ Mauro Aguiar), "Contenda" (c/ Thiago Amud), "Bigshot", "Maviosa", "Villalobiana" e "Comendador Albuquerque". O disco, produzido por Marcus Tardelli, contou com a participação dos músicos Lula Galvão, Paulo Aragão, Jorge Helder, Paulo Sérgio Santos, Carlos Malta, Andréa Ernest Dias, Cristiano Alves, Jessé Sadoc, Jota Moraes, Eliezer, Philip Doyle, João Areias, Popô, Wellington, Erivelton, Bolão, Bernardo, Durval e Marcus Tardelli. No dia 29 de novembro de 2007, foi homenageado pelo Instituto Cultural Cravo Albin na série "Sarau da Pedra", projeto realizado com patrocínio da Repsol YPF e apoio da gravadora Biscoito Fino. No evento, foi afixada no Mural da Música do instituto, diante da presença de várias personalidades da cena cultural carioca, uma placa com seu nome, a ele dedicada pela relevância de sua obra musical. Produzida por Heloisa Tapajós e Andrea Noronha, a comemoração contou com a participação da jornalista Márcia Cezimbra, responsável pela fala literária, e com apresentação musical realizada pelo próprio homenageado. Em parceria com o clarinetista Paulo Sérgio Santos, lançou, em 2010, o CD/DVD “Saudade do cordão”, contendo suas canções “O côco do côco”, “Baião de Lacan”, “Cine Baronesa”, “Destino Bocayuva”, “Nem cais nem barco”, “Catavento e girassol” e “Sete estrelas”, todas com Aldir Blanc, “Senhorinha” e “Saci”, ambas com Paulo César Pinheiro, “Di Menor” (c/ Celso Viáfora), “Saudade do Cordão” (c/ Pedro Carneiro), “Capital” (c/ Simone Guimarães), “Por trás de Brás de Pina” (c/ Mauro Aguiar), “Dos Anjos”, “Porto da Madama”, “Dichavado”, “Cheio de dedos” e “Picotado”, além de “Adeus, cinco letras que choram” (Silvino Neto). O trabalho contou com a participação de Jurim Moreira (bateria em “Saudade do cordão”, “O côco do côco”,”Capital” e “Por trás de Brás de Pina”) e Lenine (voz em “Saci”, a única faixa cantada). O CD teve produção de Mario de Aratanha, que dirigiu, junto com Jeanne Duarte, o DVD, direção musical de Paulo Sérgio Santos e direção de fotografia de Fernando de Aratanha. Nesse mesmo ano, “Batuque de tudo” foi indicado ao Prêmio de Música Brasileira, na categoria Melhor Disco Instrumental. Vem recebendo, ao longo de sua trajetória, vários elogios, por parte da imprensa e dos artistas em geral. Em artigo para o jornal "O Estado de S. Paulo", o crítico Mauro Dias escreveu: " Guinga - sobre o qual é necessário sempre repetir que se trata do maior compositor da atualidade". João Máximo, crítico do jornal O Globo, publicou: "Guinga é o melhor compositor surgido no Brasil nos últimos 20 anos". Em 2011, apresentou-se no espaço Oi Casa Grande (RJ), tocando sua obra com a Orquestra Petrobras Sinfônica, tendo como convidados Lula Galvão (violão), Jessé Sadoc (trompete), Paulo Sérgio Santos (clarinete) e André Boxexa (percussão), pelo projeto “MPB&Jazz”. Em 2012, abriu, no espaço Caixa Cultural (RJ), a série “Cone(CS)sons”, voltada para encontros entre artistas brasileiros e estrangeiros, apresentando-se ao lado do clarinetista italiano Gabriele Mirabassi, com quem lançou na Itália, em 2004, o CD “Graffiando vento”, inédito no mercado brasileiro. Em 2013, lançou, em parceria com Francis Hime, o CD “Francis e Guinga”, contendo as inéditas parcerias de ambos "A ver navios" (c/ Olivia Hime) e "Doentia" (c/ Thiago Amud), além de "Cambono", de sua parceria com Thiago Amud. Também no repertório, suas composições “Senhorinha”, “Saci”, “Porto de Araujo” e “Noturna”, todas com Paulo César Pinheiro, “Nem mais um pio” (c/ Sergio Natureza) e “Mar de Maracanã” (c/ Edu Kneip), e ainda ”Anoiteceu” e “Saudade de amar”, ambas de Francis Hime e Vinicius de Moraes, “Passaredo” e “A noiva da cidade”, ambas de Francis Hime e Chico Buarque, “Parintintin” e “Desacalanto”, ambas de Francis Hime e Olivia Hime, e “Minha” (Francis Hime e Ruy Guerra). Em 2015, estreou, na Caixa Cultural (RJ), o espetáculo “Mar afora”, no qual tem a companhia da cantora portuguesa Maria João. Resultado de um encontro frutífero em 2012, o show trouxe músicas como “Canibaile”, “”Via crucis”, “Vô Alfredo” e “Contenda”, interpretadas pela cantora. O show fez parte de um projeto que culminou no lançamento de um disco, "Porto Madama", com algumas de suas canções interpretadas apenas por mulheres: Maria João, Monica Salmaso, Esperanza Spalding e a italiana Maria Pia de Vito. Em 2016, participou do projeto “Conversa de músicos”, ao lado do Quinteto Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, foi homenageado pelos músicos Gabriel Grossi e Félix Júnior no show “Nascente – a música de Hermeto Pascoal e Guinga”, apresentado no Solar de Botafogo, também no Rio. Concorreu e venceu o 27º Prêmio da Música Brasileira, na categoria arranjador, com o disco “Porto da Madama”. Em 2016, uniu-se a Jards Macalé, Moacyr Luz e Zé Renato para a gravação do CD e do DVD “Dobrando a Carioca”. Lançado pela Biscoito Fino, trouxe 15 faixas, dentre clássicos e músicas autorais: “Um a zero”, “Favela”, “Cachaça, árvore e bandeira”, “Nêga Dinda”, “Picotado”, “Anjo da velha guarda”, “Catavento e girassol”, “Vapor barato”, “O mais que perfeito”, “Sinhá, sinhô”, “Você, você”, “A saudade mata a gente”, “Toada”, “Acertei no milhar” e “Chá de panela”. Lançou o disco “Canção da impermanência”, pelo selo alemão Acoustic Music Records”. Composto de 13 faixas, o disco é todo inédito e solitariamente autoral, à exceção da faixa “Doido deDeus”, composta em parceria com Thiago Amud. Em 2017 fez show com a cantora Mônica Salmaso em formato voz e violão, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro. O repertório contou com parcerias do músico com Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc e Chico Buarque. ITAMAR ASSIERE – Fez parte da banda Banzai, com Luizão Maia, entre outros. Estreou em estúdio, como músico e arranjador do disco independente do cantor Rui Vital, a convite de Gilson Peranzzetta, tendo gravado, mais tarde, com Fátima Guedes, Ivan Lins, Martinho da Vila, Dione Warwick e Agnaldo Timóteo. Em shows, acompanhou Gonzaguinha (tendo participado da última temporada do cantor e compositor no Rio de Janeiro), Nélson Gonçalves, Beth Carvalho, José Augusto, Leny Andrade, Emílio Santiago, Rosa Passos, Nico Assumpção e Márcio Montarroyos e, no exterior, Maria Bethânia (Montevidéu e Santiago), Emílio Santiago (Suíça), Leila Pinheiro (Japão) e Rosa Passos (Japão). Em 1991, apresentou-se, com Luizão Maia, no Free Jazz (RJ). No ano seguinte, participou, como compositor, arranjador e instrumentista, do especial de fim de ano de Xuxa para a TV Globo. Nessa época, fundou, com outros músicos, o Batacotô, tendo atuado no cenário artístico até 1994. O grupo gravou dois CDs de world music, "Batacotô" (1993) e "Samba dos ancestrais" (1994), lançados pela gravadora Velas, além de ter participado de diversas temporadas de shows de Ivan Lins. Compôs várias trilhas instrumentais e jingles para campanhas publicitárias produzidos no Estúdio V, de Artur Verocai. Atuou, como arranjador, nos songbooks de Djavan, Chico Buarque e Marcos Valle, nas faixas interpretadas por Johnny Alf, e de João Donato, na faixa interpretada por Leila Pinheiro. Escreveu as partituras para piano do songbook de Marcos Valle. Em 1996, participou do concerto de Arturo Sandoval e Orquestra Sinfônica, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e da peça teatral "Começaria tudo outra vez", em homenagem a Gonzaguinha. Dois anos depois, foi indicado para o Prêmio Visa de Música Instrumental. Acompanhou Nana Caymmi, em seu show "Resposta ao tempo", e Zé Renato, no show em homenagem aos 90 anos de Sílvio Caldas, gravado ao vivo e lançado em CD. Em 1999, fez parte do elenco musical da novela "Força de um desejo", do especial "Cem anos de música" (TV Globo), do show "Valsas brasileiras", de Marco Pereira, da turnê de Martinho da Vila, em Portugal, e do show "Desde que o samba é samba", realizado em Londres (Inglaterra) por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Chico Buarque, Elza Soares e Virgínia Rodrigues. Em 2011, assinou direção musical e arranjos do projeto “A Bossa do Samba”, apresentado no espaço Oi Futuro (RJ), com shows que reuniram, nas quatro semanas de agosto, as seguintes duplas: João Donato e Maíra Freitas; Roberto Menescal e Teresa Cristina; Carlos Lyra e Nilze Carvalho; e Marcos Valle e o grupo Casuarina. Concebido e dirigido por Solange Kafuri, o projeto contou com curadoria de Rildo Hora e Marco Antonio Bompet, apresentação em vídeo de Tárik de Souza, pesquisa de Heloisa Tapajós, coordenação geral e direção de produção de Giselle Kafuri, e produção executiva de Humberto Braga. WAGNER TIZO – Iniciou a carreira profissional em 1958, como integrante do conjunto W's Boys (título alusivo às iniciais de seus componentes), juntamente com Waltinho, Wilson, Wanderley e Milton Nascimento (que se apresentava como Wilton). Com o grupo, gravou um compacto simples que registrou, pela primeira vez, uma composição de Milton Nascimento, "Barulho de trem". Entre 1962 e 1964, ainda residindo em Belo Horizonte, fez parte do Berimbau Trio. Mudou-se, em seguida, para o Rio de Janeiro, onde gravou um disco como integrante do conjunto Sambacana. Atuou, em 1964 e 1965, com o conjunto de Edison Machado e, de 1965 a 1967, com Paulo Moura. No ano de 1968, participou, como compositor, do "IV Festival da Música Popular Brasileira" (TV Record), com a composição "O Viajante", interpretada por Taiguara. Nessa época, acompanhou vários artistas como Ivon Cury, Maysa, Cauby Peixoto e Marcos Valle. No ano posterior, em 1969, compôs, com Milton Nascimento, a trilha sonora de "Os Deuses e os Mortos", filme de Ruy Guerra que representou o Brasil no "Festival Internacional de Berlim". Neste mesmo ano fundou, juntamente com Robertinho Silva (bateria), Tavito (violão de 12 cordas), Luis Alves (baixo), Laudir de Oliveira (percussão) e Zé Rodrix (órgão, percussão, voz e flautas), o conjunto Som Imaginário, com o qual atuou em shows e gravações ao lado de Milton Nascimento. Lançou com o grupo os discos "Som Imaginário" (1970), que registrou sua composição "Morse" (c/ Zé Rodrix e Tavito); "Som Imaginário" (1971), que incluiu suas músicas "Gogó” (O alívio rococó) e "A nova estrela", ambas com Frederiko; e "Matança do porco" (1973), contendo exclusivamente composições de sua autoria como "Armina", "A matança do porco" e "Bolero" (c/ Robertinho Silva, Tavito, Luiz Alves e Mil), entre outras. Nesta época, escreveu arranjos para Milton Nascimento, Johnny Alf, Gonzaguinha, Paulo Moura e Som Imaginário, entre outros. Em 1974, participou da gravação dos LPs "Flora Purim em Montreux", na Suíça, e "Native dancer", de Wayne Shorter, em Los Angeles. Foi eleito, pela crítica especializada, o "Melhor Arranjador" de 1974 e de 1975. Escreveu, em 1977, a trilha sonora de "Lyra do Delírio", filme de Walter Lima Júnior. No ano seguinte, em 1978, gravou seu primeiro disco solo, "Wagner Tiso", contendo "Monasterak" (Nivaldo Ornellas), além de composições próprias como "A Igreja majestosa" (c/ Nivaldo Ornellas), "Choro de mãe" e "Mineiro pau" (c/ Milton Nascimento), entre outras. Em 1979, lançou o LP "Assim seja", registrando "Bela Bela" (Milton Nascimento e Ferreira Gullar), além de músicas de sua autoria como "Sete tempos", "Joga na bandeira" e a faixa-título (c/ Milton Nascimento e Fernando Brant), entre outras. No ano seguinte, em 1980, musicou "Poema sujo", de Ferreira Gullar. Ainda em 1980, lançou o LP "Trem mineiro", contendo "Os pássaros" (Milton Nascimento), além de músicas próprias como "Banda da Capital" (c/ Nivaldo Ornellas), "Armina" e a faixa-título, entre outras. Gravou, em 1981, o LP "Toca Brasil - Arraial das Candongas", contendo "Chuva de agosto", de Nivaldo Ornellas, além de músicas de sua autoria, como "Balão" (c/ Luiz Alves e Kledir Ramil), "Toca Brasil", "Arraial das Candongas" e "Nascimento", entre outras. Também nesse ano, compôs a trilha sonora de "Inocência", filme de Walter Lima Júnior. Em 1982, lançou o LP "Wagner Tiso - Ao vivo na Europa" e musicou o filme "Jango", de Sílvio Tendler. No ano seguinte, em 1983, gravou, com César Camargo Mariano, o LP "Todas as teclas". No repertório, composições próprias como a faixa-título e "Norte", ambas com César Camargo Mariano, e "Inocência", além de "Curumim" (César Camargo Mariano), "Serra da Boa Esperança" (Lamartine Babo), "Cravo e canela" (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) e "Isn't she lovely" (Stevie Wonder), entre outras. Ainda em 1983, participou da "Noite Brasileira", no "Festival de Montreux", ao lado de Alceu Valença e Milton Nascimento. O show foi gravado ao vivo e lançado em LP. Compôs, em 1984, a trilha sonora do filme "Chico Rei", de Walter Lima Júnior, lançada em LP pela gravadora Som Livre anos depois. Em 1985, gravou o LP "Coração de estudante", contendo "Clube da esquina" (Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges), além de suas composições "Nave cigana", "Giselle" e a faixa-título (c/ Milton Nascimento), um de seus maiores sucessos como compositor. Ainda nesse ano, lançou o LP "Os pássaros" e compôs a trilha sonora para o documentário de Sílvio Tendler, "Carta aos Credores". No ano de 1986, gravou "Branco & preto/Preto & branco", interpretando "Le petit nègre" (Debussy) e "Penny Lane" (Lennon e McCartney), além de composições próprias, como "Chico Rei", "Dona Beija" e "Santa Efigênia", as três com Fernando Brant, "Branco e preto" e "Preto e branco", entre outras. Também nesse ano, lançou a coletânea "Giselle" e escreveu as trilhas sonoras de "Besame Mucho", filme de Ramalho Júnior, e "Dona Beija", novela da TV Manchete. No ano posterior, em 1987, gravou, com João Carlos Assis Brasil e Ney Matogrosso, o LP "A Floresta do Amazonas - Villa-Lobos" e escreveu as trilhas sonoras de "Ele, o Boto", filme de Walter Lima Jr., e "Memória do Aço", documentário de Sílvio Tendler. No ano seguinte, em 1988, compôs a trilha sonora para o filme "O Grande Mentecapto", de Osvaldo Caldeira, e os documentários de Sílvio Tendler "68", "Olhar do Fotógrafo" e "Educar". Participou também da trilha sonora da minissérie "O Primo Basílio", da Rede Globo. Ainda em 1988, gravou o LP "Manú Çaruê - Uma aventura holística", registrando suas composições "1º baile antropófago transracial de Santa Cruz" (c/ Geraldo Carneiro), "Memória (Pra Dona Walda)", "Fantasia holística, "A lenda do boto", "Alegria" e a faixa-título, além das obras "Mandu Çarara" e "1ª Missa no Brasil - 4º Movimento do descobrimento do Brasil", ambas de Villa-Lobos, e "Sol Féggio" (Bach). Também nesse ano, lançou o LP "Coração imprevisto", com a cantora portuguesa Eugênia Mello e Castro. Em 1989, compôs a trilha sonora para uma série de seis documentários realizados pelo "Projeto Educação e Trabalho", do Ministério da Educação de Portugal. Ainda nesse ano, lançou o LP "Cine Brasil", registrando músicas de sua autoria escritas para cinema. Gravou, também em 1989, com Nana Caymmi, o LP "Só louco". No ano de 1990, lançou "Baobab", disco exclusivamente autoral. No repertório, as músicas "Estação matriz" (c/ Suso Saiz e Vicente Amigo), "Romance ocidental" e a faixa-título, entre outras. Gravou, em 1992, o disco "Wagner Tiso - Profissão: Música", contendo apenas clássicos de outros autores, como "Brasileirinho" (Waldir Azevedo), "Por causa de você" (Tom Jobim e Dolores Duran) e "Na Baixa do Sapateiro" (Ary Barroso), entre outras. Nesse mesmo ano, compôs a música do filme "Encontros Imperfeitos", de Jorge Marrecos (produção portuguesa), e da peça teatral "Imaginária", de Márcio Vinna. Ainda na década de 1990, assinou a música do curta-metragem "Diário Noturno" (1993), de Monique Gardemberg, das peças teatrais "O Livro de Jó" (1993), registrada em CD, e "Peer Gynt" (1994), ambas de Moacir Góes, e "A Falecida" (de Nélson Rodrigues), dirigido por Gabriel Vilela, e da minissérie "O Sorriso do Lagarto" (Rede Globo). Em 1995, compôs a música do filme "O Guarani", de Norma Bengell. Ainda nesse ano, lançou o CD "Wagner Tiso ao vivo com Rio Cello Ensemble", gravado ao vivo na casa noturna Jazzmania, com a participação de Nico Assumpção e Márcio Montarroyos. Realizou, em seguida, bem sucedida turnê pela Europa. Participou do "Free Jazz Festival". Ainda em 1995, gravou o CD "Wagner Tiso e Orquestra de Cordas Brasileira - Brasil Musical". No ano seguinte, em 1996, lançou os CDs "Wagner Tiso e Paulo Moura - Brasil Musical" e "Brazilian scenes". Em 1997, compôs as trilhas sonoras dos filmes "A Ostra e o Vento", de Walter Lima Júnior (registrada em CD), e "Tiradentes", de Osvaldo Caldeira, e da peça teatral "O Capataz de Salema", de Sérgio Mamberti. Um ano depois, em 1998, escreveu a música do filme "O toque do oboé", de Cláudio McDowell. Em 1999, gravou, com o Rio Cello Ensemble, o disco "Debussy e Fauré encontram Milton e Tiso" e compôs a trilha sonora do documentário "Salvador 450 anos", de Sérgio Ferreira. Lançou, em 2000, o CD "Tom Jobim Villa-Lobos", gravado com o Rio Cello Ensemble. O disco, distribuído em bancas de jornais, veio acompanhado de uma revista contendo fotos e dados sobre sua trajetória artística. Em 2002, gravou, com Zé Renato, o CD "Memorial", homenagem a Juscelino Kubitschek, contendo canções como "Peixe vivo" (domínio público), "Tristeza do Jeca" (Angelino de Oliveira) e "Rosa morena" (Dorival Caymmi), entre outras. Também nesse ano, assinou os arranjos do CD "Mar de algodão", de Olívia Hime. Em 2003 lançou com Victor Biglione, pela gravadora Albatroz em conjunto com o Núcleo de Comunicação da Universidade Estácio de Sá (RJ) e com distribuição nacional da Trama, o CD "Tocar", registro ao vivo do espetáculo realizado pelos dois instrumentistas, contendo as composições "Expresso 2222" (Gilberto Gil), "Samba de uma nota só" (Tom Jobim e Newton Mendonça), "Cravo e Canela" (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) e "Sonho de um Carnaval" (Chico Buarque), entre outras. No ano de 2004, lançou o CD "Cenas Brasileiras", ao lado da Orquestra Petrobras Pró-Música (OPPM), dirigida por Roberto Tibiriçá. O disco foi gravado ao vivo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em dois concertos: o primeiro, em 1º de maio de 2001, apresentando a suíte-título, composta de seis temas, além de "Eu sei que vou te amar" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes); o segundo, em 7 de abril de 2002, incluindo "Choros 6" (Heitor Villa-Lobos). Em 2005, comemorando 60 anos de vida e 45 de carreira, apresentou-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o show "Um Som Imaginário", acompanhado por uma banda formada por Itamar Assiére, Lula Galvão, Sérgio Barrozo, André Boxexa e Mingo Araújo, e também pela Orquestra Petrobras Sinfônica, tendo como regente convidado Carlos Prazeres. Participaram do espetáculo Milton Nascimento, Gal Costa, Cauby Peixoto, Paulo Moura, Uakti, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Robertinho Silva, Luiz Alves, Victor Biglione, Tizumba e Guarda de Moçambique do Divino. Lançou, em 2006, o CD e DVD "Um Som Imaginário", registro ao vivo do espetáculo realizado no ano anterior. Em 2007, apresentou-se no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, na série "Concertos para a Mata Atlântica - 80 anos Tom Jobim", tendo a seu lado Victor Biglione (violão) e Hugo Pilger (violoncelo). Neste mesmo ano, lançou a coleção de quatro CDs intitulada "Da sanfona à Sinfônica - Wagner Tiso 40 anos de arranjos", traçando um panorama da música brasileira a partir da remasterização de gravações originais de suas orquestrações realizadas em 40 anos de trajetória. Lançou, em 2009, o CD "Samba e Jazz - Um Século de Música", contendo, entre outras, as faixas "Volta a Palhoça" (Sinhô), "Shiny Stockings" (Frank Foster e Jon Hendricks), "Opinião" (Zé Keti), "Naima" (John Coltrane e Jon Hendricks), "Samba de um grande amor" (Chico Buarque), "April in Paris" (Vernon Duke e E. Y. Harburg), "Tune Up" (Miles Davis), "Quando o samba chama" (Paulinho da Viola), "Folhas secas" (Nélson Cavaquinho e Guilherme de Brito) e "Solar" (Miles Davis). O disco contou com a participação de Nicolas Krassik (violino), Hermeto Pascoal (flauta), Nivaldo Ornelas (sax), Hamilton de Holanda (bandolim), Paulo Moura (clarinete) e Victor Biglione (guitarra), entre outros. Em 2011, lançou o CD "Outras canções de cinema", com composições de sua autoria: "Toque final" e "O primeiro filme" (para "O Toque do Oboé"), "Diário de Helena" e "Pai Francisco" (para "Vida de Menina"), "Fernanda" (para "Duas Mulheres"), "Choro cromático", "Mente pra mim", "Bolero de La Douler" e "Miranda" (para "Os Desafinados"), "Ouverture" e "Triste amor" (para "O Guarani") e ainda duas músicas extras. No ano de 2013 remontou o grupo Som Imaginário, desta vez integrado por Victor Biglione, Tavito, Nivaldo Ornellas, Luiz Alves e Robertinho Silva, com o qual se apresentou no evento "Viradão Cultural Paulista 2013" no Teatro Municipal de São Paulo. Integrando o Som Imaginário participou do "Projeto Conexão Rio" apresentado no Circo-Voador, na Lapa, centro do Rio de Janeiro, ao lado de Lenine e Pife Muderno, e ainda no evento "Viradão Cultural Paulista 2013" no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte, em 2014, , com o Som Imaginário, fez show no Sesc Pinheiros, em São Paulo e em Belo Horizonte, no Palácio das Artes. No ano de 2016, em dupla com o guitarrista Victor Biglione, apresentou-se no evento "Na Trilha do Rock - Ipiaba Blues Jazz Festival 2016", pela Prefeitura Municipal de Barra do Piraí e Ipiabas. Lançou em 2017 o CD "Wagner Tiso & Victor Biglione - The Finland Concert", gravado ao vivo no Martinus Concert Hall, na cidade de Vantaa, e no Teatro Musikin Tapantuma, também na Finlândia, no ano de 2014. Com produção de Ricardo Queiroz e Tiso e Biglione, no disco instrumental, piano e ao violão de aço, a dupla interpretou clássicos da MPB, entre os quais "Saudade da Bahia" (Dorival Caymmi), "As rosas não falam" (Cartola), "Sonho de um carnaval" (Chico Buarque), "Doce de coco" (Jacob do Bandolim),"Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta), "Expresso 2222" (Gilberto Gil) e "Samba de uma nota só" (Tom Jobim e Newton Mendonça). Em dupla com Victor Biglione fez show de lançamento do CD "Wagner Tiso & Victor Biglione - The Finland Concert", na Sala Baden Powell, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, de 2017, com o Som Imaginário, apresentou-se no palco da Caixa Cultural Rio de Janeiro DANIEL SAMPAIO – MÚSICOS BRASILIENSES: a confirmar DIRETOR GERAL: Pedro Paulo Machado De 1979 até 2009 foi o criador e diretor geral do restaurante e casa de shows Mistura Fina, onde foram realizados mais de 1000 eventos musicais, sendo cerca de 200 shows com 64 artistas estrangeiros, alguns vindo ao Mistura Fina diversas vezes (Ron Carter, Michel Legrand, John Pizzarelli, Gonzalo Rubalcaba, Mike Stern, Laura Fygi, Kenny Barron, Jane Monheit, Dianne Reeves, Karren Allyson, Brad Mehldau e Roberto Fonseca). De 1993 até 1998 montou e dirigiu a Danceteria Mistura Fina no Itanhangá, onde se apresentaram entre outros - Erasmo Carlos, Lobão, Ultraje a Rigor, Kid Abelha, Toni Platão, Ojeriza, Be Happy. De 2005 até 2010 foi um dos responsáveis pela direção da casa de shows Estrela da Lapa com capacidade para 500 pessoas e apresentando 4 a 5 shows por semana, dedicados ao Samba, Choro e MPB. Em 2007 realização, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, de dois shows na Sala Cecília Meireles - Eumir Deodato, Romero Lubambo e Luciana Souza e depois, no mesmo teatro, em 2015 produziu o encontro de Chucho Valdes & João Donato, que também aconteceu em São Paulo e Belo Horizonte. Desde 2007 exerce a atividade de produtor musical independente, tendo realizado diversas turnês pelo Brasil (Rio, São Paulo, Campinas, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre) e pela América do Sul (Uruguai, Argentina e Chile) com artistas internacionais e nacionais, tais como Ron Carter, John Pizzarelli, Dianne Reeves, Dionne Warwick, Michel Legrand, Quarteto Jobim e Trio da Paz, Chucho Valdez e João Donato, Ivan Lins e Maria Rita. Entre 2004 e 2010 colaborou na curadoria e produção do Festival Tudo é Jazz, em Ouro Preto e no Hotel Quitandinha em Petrópolis. PRINCIPAIS ARTISTAS QUE PRODUZIU BRASILEIROS: Adriana Calcanhoto, Alaíde Costa, Carlos Lyra, Cauby Peixoto, Celso Fonseca, Cesar Camargo Mariano, Danilo Caymmi, Dori Caymmi, Duduka Da Fonseca, Duo Fel, Edu Lobo, Elton Medeiros, Eliane Elias, Elza Soares, Fafá de Belém, Francis Hime, Guinga, Hamilton de Holanda, Hélio Delmiro, Ivan Lins, Jacques Morelenbaum, Jair Rodrigues, Jards Macalé, João Bosco, João Donato, Jobim Trio, Jorge Mautner, Joyce, Leila Pinheiro, Leo Gandelman, Luis Eça, Marcio Montarroyos, Marcos Valle, Maria Rita, Mart’nalia, Milton Nascimento, Moacyr Luz, Moraes Moreira, Miúcha, Nana Caymmi, Nico Assumpção, Nilson Matta, Olivia Hime, Os Cariocas, Osmar Milito, Paulo Moura, Rafael Rabello, Roberta Sá, Roberto Menescal, Romero Lubambo, Silvio Caldas, Sivuca, Turíbio Santos, Wagner Tiso, Wanda Sá, Yamandú Costa, Zé Keti e Zé Renato. ESTRANGEIROS: Anat Cohen, Billy Cobham, Brad Mehldau, Chucho Valdés, Danilo Perez, Dave Holland, Dianne Reeves, Diane Schuur, Dionne Warwick, Freddy Cole, Gonzalo Rubalcaba, Herbie Mann, James Carter, Jon Hendrix, Jane Monheith, John Pizzarelli, John Scofield, Jorge Drexler, Karrin Allyson, Kenny Barron, Kurt Elling, Laura Fygi, Lizz Wright, Lucho Gatica, Michel Legrand, Mike Stern, Monty Alexander, Nicholas Payton, Pablo Ziegler, Pedro Aznar, Regina Carter, Roberta Gambarini, Roberto Fonseca, Ron Carter, Roy Hargrove, Sacha Distel, Speranza Spalding, Stanley Jordan, Stefon Harris, Tommy Flanagan e Wallace Roney. BRASILEIROS & ESTRANGEIROS: Trio da Paz e Herbie Mann, Trio da Paz e Kenny Barron, Armandinho e Stanley Jordan, Ivan Lins e Paulo de Carvalho, Paulo Jobim e Ron Carter, João Donato e Chucho Valdés, Michel Legrand com Nico Assumpção e Kiko Freitas, Ron Carter com Guilherme Vergueiro e Robertinho Silva, Kenny Barron com Nilson Matta e Rafael Barata. PRODUTOR MUSICAL = Pedro Albuquerque Jornalista e Produtor musical independente junto a artistas de música instrumental brasileira. Curadoria artística do Mastercard Jazz, evento realizado em São Paulo no Auditório Ibirapuera, palco voltado para o parque (aberto, gratuito).Atrações do ano de 2019: Christian Scott a Tunde Adjuah; Aaron Parks & Little Big, Dayna Stephens; Lakecia Benjamin and SoulSquad; Terrace Martin; Lourenço Rebete, Xênia França; Bixiga 70; Robert Randolph and The Family Band; Dinosaur. Curadoria artística do Brasil Jazz Fest, evento realizado em São Paulo e Rio de Janeiro. Atrações do ano de 2016: Herbie Hancock e Wayne Shorter duo; Antonio Sanchez quintet; Anouar Brahem quartet; Kneebody+Daedelus; Hamilton de Holanda quinteto. Atrações do ano de 2015: Wynton Marsalis and Jazz At Lincoln Center Orchestra, Tord Gustavsen trio, André Mehmari trio, Miguel Zenon quartet, The Cookers. Edição comemorativa de 30 anos de festival no Brasil. Link do evento: http://www.brasiljazzfest.com.br/wpjazz/ Curadoria artística do Savassi Festival edição 2017 e membro integrante do júri do Concurso Novos Talentos do Jazz, do Savassi Festival, edições de 2016 e 2017. Participante da mesa redonda "Fazendo festivais: identidade e curadoria", ao lado de Carlos Badia (Poa Jazz Festival) e Daniel Nogueira (Sampa Jazz Fest), com moderação de Bruno Braz Golgher (Savassi Festival). Curadoria artística do Projeto Full Jazz, com as seguintes atrações: Trio da Paz (Romero Lubambo, violão; Nilson Matta, contrabaixo e Duduka Fonseca, bateria), realizado no Teatro Bradesco em maio de 2017 e Madeleine Peyroux, realizado no Sesc Palladium em novembro de 2017. Curadoria artística do BMW Jazz Festival, evento realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos anos de 2011, 2012, 2013 e 2014 (também em Belo Horizonte, Minas Gerais, com show de Bobby McFerrin). Atrações do ano de 2011: Wayne Shorter quartet; Sharon Jones & The Dap Kings; Marcus Miller’s “Tutu revisited”; Joshua Redman trio; Billy Harper Quintet; Tord Gustavsen trio; Renaud Garcia-Fons; Zion Harmonizers; Letieres Leite & Orkestra Rumpillez. Atrações do ano de 2012: Chick Corea/Stanley Clarke/Lenny White; Maceo Parker feat. Fred Wesley and Pee Wee Ellis; Charles Lloyd New Quartet; Trombone Shorty & Orleans Avenue; The Clayton Brothers; Ninety Miles’s Stefon Harris, David Sanchez and Christian Scott; Ambrose Akinmusire; Darcy James Argue’s Secret Society; Toninho Ferragutti e Bebê Kramer. Atrações do ano de 2013: Pat Metheny Unity Band; Brad Mehldau trio; Esperanza Spalding’s Radio Music Society; Joe Lovano & Dave Douglas quintet “Sound Prints”; James Farm (Joshua Redman, Matt Penman, Aaron Parks and Eric Harland); Johnathan Blake quintet; Egberto Gismonti e Orquestra Corações Futuristas. Atrações do ano de 2014: Bobby McFerrin; Ahmad Jamal; Dave Holland’s Prism; Kenny Garrett; Snarky Puppy; Chris Botti e Spok Frevo Orquestra Editor de mídias sociais (consultoria e produção de conteúdo para divulgação do BMW Jazz Festival) Curadoria artística do show de Pat Metheny Unity Band realizado em junho de 2013, no Teatro do Sesc Palladium em Belo Horizonte. Projeto Itaú Brasil 2008 e os 50 anos da Bossa Nova (Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador). Função: Curadoria artística e colaboração na elaboração do projeto abrangendo exposição multimídia na Oca (São Paulo), shows reunindo Roberto Carlos e Caetano Veloso em homenagem a Tom Jobim; tributo a João Donato reunindo Adriana Calcanhoto, Bebel Gilberto, Fernada Takai, Marcelo Camelo, Marcelo D2 e Roberta Sá; Miúcha e Os Cariocas; shows marcando a volta de João Gilberto aos palcos brasileiros após 5 anos. Roda Skol 2008 (Forte de Copacabana, Rio de Janeiro). Função: assistência de produção para os shows de Diogo Nogueira, convidando Monarco, Luiz Carlos da Vila, Arlindo Cruz, Nelson Sargento e Almir Guineto. Curadoria artística do Tim Festival em 2007 e 2008, evento realizado no Rio de Janeiro e São Paulo. Atrações do ano de 2008: Sonny Rollins; Carla Bley; Stacey Kent; Esperanza Spalding; Bill Frisell; Tomasz Stanko; Enrico Pieranunzi; Rosa Passos. Atrações do ano de 2007: Joe Lovano Nonet; Joey de Francesco trio/Bobby Hutcherson; Eldar Djangarov; Conrad Herwig’s Latin Side Band; Stefano Bollani, Sylvain Luc Quartet; Stephano Di Battista quartet. 1ª Feira Carioca de Samba - Função: Assistência de produção da I Feira Carioca do Samba, realizado no Centro de Referência da Música Carioca, na Tijuca, Rio de Janeiro, com roteiro do jornalista Hugo Sukman e Cláudio Jorge, e apresentações de Luiz Carlos da Vila, Cláudio Jorge, Dorina, Ana Costa, Moacyr Luz, Mariana Baltar, Ovídio Britto e Rogério Caetano. Período: 2007 DIREÇÃO DE ARTE – Juliana Carro Vieira Machado Formada em Design Gráfico em 2010 pela PUC Rio, Juliana Carro trabalha com o pai Pedro Paulo Machado, o criador do MISTURA FINA, profissionalmente desde 2005. Mas nasceu no meio musical e faz produção desde sempre. Atualmente, é responsável por toda a identidade visual da empresa e dos projetos da VM - MISTURA MAR. Além disso, atende outros clientes na área Gráfica. COORDENADORA DO PROJETO e Elaboração de Prestação de Contas - Sheila Aragão Sheila Aragão é jornalista, atriz, diretora e produtora cultural com diversos trabalhos em grandes veículos de comunicação, teatro, cinema e TV, edição de periódicos e literatura, em 40 anos de trabalho. Trabalhou como assistente de direção e produtora de grandes nomes, como Bibi Ferreira, Dulcina de Moraes, Agildo Ribeiro, Augusto Cesar Vanucci, Walter Avancinni, Edson Celulari, Deborah Bloch, Lilian Cabral, Leandro Hassun, Beth Goulart, Drica Moraes, entre outros. Dirigiu programas de TV premiados como DOCUMENTO ESPECIAL, JORNAL DA MANCHETE e OLIMPIADAS DE SEUL (TV MANCHETE). Especialista em Leis de Incentivo à Cultura, em especial a Lei Federal, trabalhando com ela desde a sua criação. Foi titular de Artes Cênicas da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), representando a APTI - Associação dos Produtores de Teatro Independente, nos Biênios 2013/2014 e 2015/2016. Coordena Projetos da Möeller & Botelho (desde 2013), da Kaipó - Fafá de Belém (Desde 2017), da LG Empreendimentos Culturais e Artísticos (Desde 2016). No momento está à frente de projetos como SE MEU APARTAMENTO FALASSE, PIPPIN, COLE PORTER ELE NUNCA DISSE QUE ME AMAVA, O DESPERTAR DA PRIMAVERA, YELLOW SAX MARINE, VARANDA DE NAZARÉ, entre outros. Atua também como palestrante e ministra cursos sobre Leis de Incentivo à Cultura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.