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PRONAC 201073Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NO CLUBE DO BOLINHA, O MERCADOR DE SONHOS

VIA CULTURAL - INSTITUTO DE PESQUISA E ACAO PELA CULTURA
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 999,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-03-10
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto trás um espetaculo teatral com texto inédito sobre um artista da área de entreterimento televisivo, um catálogo, oficinas de expressão, canto e interpretação, workshop com especialistas. Uma montagem que mostra o outro lado do espelho da criação televisiva através do personagem humano Edson Bolinha Cury. Bolinha e seu trabalho na televisão, iniciado no final da década de 60 (1966 na extinta TV Excelsior e a partir de 1973 na Band), atravessou a ditadura com sua programação e quadros de auditório, que chegou a 34 pontos de audiência. Um empresario, animador, articulista, e grande mercador - de idéias, merchandasing e sonhos. No palco o espetáculo faz um tributo ao personagem complexo e popular criando movimentos dentro de um universo construido em 5 atos a partir de sua morte, passando por monólogos, diálogos, e encontros entre a cidade, bastidores e palco. O peça fala de relações humanas, de uma época sem vida digital onde os artistas e a técnica se superavam o tempo todo.

Sinopse

SINOPSE PEÇA TEATRAL Classificação indicativa -14 anos O espetáculo cênico inspirado no icônico “Programa Clube do Bolinha”, mostra um contraponto entre o programa e o personagem. O homem que regeu a TV aberta de entreterimento de uma época é aquele que, extremamente humano, criou uma familia com todos os com quem trabalhou e ganhou o respeito de artistas e equipes. Um empresario, animador, articulista, e grande mercador - de idéias, merchandasing e sonhos. A fantasia e o espetáculo. No palco o musical faz um tributo ao personagem complexo e não deixa o a ribalta apagar. Filho de imigrantes nasce em Bauru no dia 16 de julho de 1936. Ainda criança se muda com a familia para Santos de onde, aos 16 anos, novamente migra para Araçatuba; Com a morte prematura da mãe e com sua familia em dificuldades, para com os estudos no 4º ano primário e começa a ter vários trabalhos como engraxate, balconista e feirante. Em sua adolescência, o seu jeito desembaraçado e direto agrada e o leva a um primeiro trabalho na Rádio Difusora, como repórter de campo. De corpo volumoso, criativo e bastante audacioso, logo chamou a atenção e foi convidado para fazer comentários do extinto programa Telecatch. Mais tarde mudando-se para a TV Excelsior, foi responsável por flashes esportivos nos programas jornalísticos da casa e apresentou as lutas de “Astros dos Ringues” com muito alarde e desenvoltura. Em 1967, surge a oportunidade de Edson apresentar um programa só seu, o “Hora do Bolinha”, nascendo assim o personagem “Bolinha”. Em 1973 se muda para a TV Record, onde permanece por 9 meses com o programa “TV Bolinha” que finda com sua ida sequencial para a Rede Bandeirantes assumindo o definitivo “Clube do Bolinha”, programa que ficou no ar por quase 30 anos, nas tardes de sábado e até hoje, mantém a marca de um dos maiores ibopes já registrados pela Rede Bandeirantes. A abertura trás uma voz em off que costura as duas realidades que se conversam na frente do público, ora o programa em gravação e seus quadros e cenários, ora o personagem, suas buscas e memórias. Um espelho que se abre para os espectadores. A montagem nos aproxima de nós mesmos. De nossa formação interiorana, misturada, sonhadora, não acomodada. Cenicamente trabalhada com muito movimento, luzes, sombras, projeções, quase um pequeno balé de paredes que rodopiam e grupos que se movimentam, temos um personagem duplicado no espelho, que se assemelha a um semeador de sonhos próprios que se realizam em outros. PALESTRAS Classificação indicativa -14 anos Serão realizados 08 encontros, com duração de 03 horas de atividades divididas entre abordagem e apresentação, debate e finalização com perguntas. Cada evento fornecerá certificado individual digital de participação. 100 vagas gratuitas por evento. Os temas abordados pelos especialistas embasarão as ideias de comunicações e atualidade. ATIVIDADES EDUCATIVAS Nas oficinas propostas, as atividades de formação são direcionadas ao público do ensino médio do ensino público com parceria com as escolas locais e alunos das universidades públicas também no mesmo formato. Serão realizadas as oficinas da seguinte forma: em 08 dias de imersão, sendo 04 horas de exercícios divididos em 04 atividades - 1. expressão corporal, 2. sensibilização corporal e vocal, 3. canto e 4. técnicas de interpretação - em formatos de workshops. CATÁLOGO O catálogo apresenta o projeto com textos sobre a pesquisa, imagens da vida e memória do protagonista e programação, ficha técnica e bibliografia.

Objetivos

Objetivo Geral: Propomos trazer ao grande público uma história humanizada do protagonista Edson Bolinha Cury e sua atuação no meio do entreterimento de massa, do estilo brega e autentico dos anos 70, da história dos artistas transformistas de São Paulo, de cantores como Zezé de Camargo ou Arnaldo Antunes e o que eles tiveram em comum num palco, na cidade de São Paulo e no sonho de tanta gente. Acreditamos na importância do teatro contar histórias ou releituras delas. Acreditamos que a identificação, reconhecimento e entendimento de uma mensagem no palco, podem semear a valorização do homem, do humano, da sua capacidade de resolver sua existência, tendo o poder de transformar a sociedade, sendo assim uma ferramenta de educação e transmissão de valores. Para tanto, nossos objetivos específicos são: · realização de temporada com 32 espetáculos na cidade de São Paulo, sendo 08 apresentações com tradução em libras; · realização de 08 palestras com publicitários e parceiros sobre a história da comunicação; · realização de 08 oficinas de canto, oratória e técnicas de interpretação com educadores licenciados. · realização de 08 ações formativas para estudantes e professores da rede pública como: bate-papos com atores e/ou diretores sobre a representação e o papel do comunicador, do contador de histórias ou "transmissor" de sonhos em workshop com vivências; Metas: • Realizar um espetáculo para a família, público adulto e longevo que impactem positivamente com os valores ligados ao protagonismo, determinação, convivência e felicidade; • Promover a inclusão a partir da gratuidade de ingressos, tradução simultânea em libras, descrição visual e acessibilidade nos locais para portadores de necessidades especiais. • Promover uma montagem contemporânea que conta uma história de valores fundamentais de convivência e respeito; • Promover a percepção de que sonhar é possível e que o tempo não deve ser desperdiçado; • Ampliar o repertório de narrativas na cidade e da cidade e parte da memória do meio televisivo; • Promover a convivência e o respeito intergeracional e à diversidade.

Justificativa

Seguindo as diretrizes do Artigo 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos incisos I,II,III, VIII e IX: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; o projeto em seu programa propõe a o acessibilidade a camadas mais vulneraveis economica e socialmente; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto terá temporada e acontecerá na cidade de São Paulo, III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Em consonâcia com a compreensão da vida e a transformação social, moral, política, e economica, a montagem proposta nos permite fazer o mesmo, dando espaço para manifestação da arte, da memória e representação ontem e hoje de um grande grupo da população paulista. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A dramaturgia carrega um tema universal o amor. É através da história de um homem e de sua utopia e da ressignificação da cidade e do meio televisivo, que propomos a linha do tema. No texto, a história trata de convívio em sociedade, sobre as diferenças, sobre o respeito e a amizade, pincela nuances da desigualdade social. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Produto cultural nacional: A dramaturgia é inédita assim como o roteiro e a montagem. Inteiramente produzida em São Paulo, Capital. O projeto tem por objetivo, dentre os elecados no Artigo 3º da Lei 8.313/91 II. Fomento à produção cultural e artística mediante: e). realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Nosso trabalho, como produtores culturais, perpassa a pesquisa, a memória e a antropologia social. Para desenvolvermos nosso projeto, precisamos da lei de Mecenato, para termos condições de montagem adequada e contratação de equipe, técnica, ensaios de atores, enfim, cumprir nossa missão de transmitir e de fomentar a cultura brasileira, dando acessibilidade ao público e usando o dinheiro da isenção fiscal. A história de Edson Cabariti, o Bolinha, que foi dos mais importantes apresentadores da Televisão Brasileira, neste trabalho têm sua trajetória como protagonista de um público, de uma verdade social, de um estilo de época e sua linguagem, em uma montagem diferente do que se espera de uma história sobre um apresentador de show de auditório. Filho de imigrantes, intitulado como o "Rei do Brega", lançou muitos cantores e artistas de sucesso, entre eles: Leandro e Leonardo, Arnaldo Antunes, Ovelha e outros. A história, por sí só,tem um grande gancho com a cultura paulistana de mobilidade geo cultural, trabalho, resiliência e metas para sucesso profissional, mas junto ao tema, mistura-se o legado que o personagem trás para a cena televisiva. Uma linha tênue no princípio e que se avoluma com o passar dos anos: a comunicação unida à propaganda em meio ao entreterimento e formação de público. Uma ferramenta assertiva na questão do mercado. Edson, o antigo feirante, vendedor, repórter, entrevistador, torna-se um apresentador de novos talentos e perspectivas populares. Abre um espelho para a população da base social se inserir e enxergar. Hoje, que falamos tanto da necessidade de termos uma horizontalização da acessibilidade, de um respeito às diferenças, de um comprometimento social com a educação para todos e um comprometimento com o território, incluindo as borderliners, em uma cidade com tantos traçados étnicos e culturas em convivência, precisamos lembrar que na década de trinta, a cidade era pouco mais do que um interiorzão. De uma virada de séculos com migrantes e imigrantes chegando e até alcançar os anos cinquenta (aqueles chamados anos dourados, pré ditadura), história homens e mulheres que se inventaram e construiram verdadeiros legados. Edson também saiu da telinha e com suas caravanas andou pelo país e America Latina. Era um carisma. Genio forte e decidido, criou amigos e não amigos por assim dizer. A peça, cênicamente trabalhada com muito movimento, luzes, sombras, projeções, quase um pequeno balé de paredes que rodopiam e grupos que se movimentam, trás um personagem duplicado no espelho, que se assemelha a um semeador de sonhos próprios que se realizam em outros. Seguimos a conceituação do estilo dado ao protagonista. Não se sabe ao certo a origem musical do "brega". Críticos apontam alguns precursores do "estilo" em cantores das décadas de 1940 e 1950, que seguiam, através do bolero ou samba-canção, uma temática mais "romântica". Entre eles, Orlando Dias, Carlos Alberto e Cauby Peixoto. Durante a década de 1960, a música romântica de artistas vindos basicamente de classes mais populares, passou a ser considerada cafona e deselegante. Isso foi muito reforçado pelas grandes transformações vivenciadas pela música popular Brasileira naquele período, com o surgimento de inovações estilísticas dentro cenário musical que agradavam principalmente aos jovens do meio urbano. De um lado, surgiu uma geração oriunda da classe média universitária e que se consolidaria, na década seguinte, sob a sigla MPB, nada menos do que "música popular brasileira". De outro, os movimentos: tropicalista — inspirado em correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira e por manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais, e Iê-iê-iê — que capitaneou o rock'n'roll estrangeiro, dando-lhe uma roupagem nacional, transformando-se em um grande fenomeno de midia, comportamento e moda. E foi a Jovem Guarda que abriria caminho para novos artistas que desafiaram os padrões de bom gosto da classe média brasileira na década seguinte, já que alguns dos artistas que tiveram uma ligação com o movimento viriam a se tornar populares cantores "cafonas" na década seguinte. É o caso por exemplo do pernambucano Reginaldo Rossi, que liderou a banda The Silver Jets. E no início a década de 1970, acentuava-se as estilizações dentro da música brasileira. Em especial, o meio musical predominante definia os cânones da chamada MPB, gênero cada vez mais distante de outras vertentes populares da música brasileira, como o samba, a música caipira, além do rock feito no Brasil e da música romântica, com seu maior nome o Rei Roberto Carlos. A partir da década de 1980, o termo "brega" passou a ser cunhado largamente na imprensa brasileira pelos meios de comunicação para designar, de maneira pejorativa, música sem valor artístico. Embora sem uma conceituação aprofundada, designava uma "música de mau gosto, geralmente feita para as camadas populares, com exageros de dramaticidade e/ou letras de uma insuportável ingenuidade". Era o caso do trabalho de cantores da linha romântica "cafona", como os populares Amado Batista e Wando, ou de outros cantores românticos sempre presentes em programas de auditório da televisão, como Gilliard, Fábio Junior e José Augusto. Nesta linha, ninguém saiu ileso, Chitaozinho e Xororó, Alcione, Gal Costa, até Tim Maia e Fagner dividiram o mundo brega com Eduardo Dusek e o Lingua de Trapo. A chegada à década de 1990 levou o "brega" a mais fusões em torno da conceituação. Em 90, uma série de artistas passou a se assumir como "brega". Há especialistas, no entanto, que divergem da rotulagem "brega" e atacam marginalização dos artistas "cafonas" na historiografia oficial da musical brasileira, escrita por "uma categoria privilegiada que assume a função e o papel dos legitimadores do gosto" que descarta músicos e tendências musicais não condizentes "com suas perspectivas identitárias". Para nós, o que buscamos, como diria Caetano ou Marisa Monte, que têm uma obra musical marcada pela releitura e renovação e considerada amplamente como possuidora de grande valor intelectual e poético, é nossa brasilidade.

Estratégia de execução

ROTEIRO: Montagem cenográfica com 80 minutos de apresentação ATO 1º - A MORTE É A ABERTURA Cena 1 Abrem-se as cortinas uma luz amarelada vinda do fundo do palco mostra uma silueta que caminha firme, mas devagar. Pequenas pausas no andar como se procurasse algo ou alguém. O lugar pode ser quaquer lugar. Do escuro, a cidade de São Paulo começa a aparecer. A cena se movimenta com projeções e paredes cenograficas rodantes empurrados pelo coro do elenco e nosso personagem protagonista aparece agora iluminado. Traja calça de tergla e camisa estampada. Olha para a platéia e faz um pequeno monólogo, trazendo algumas percepções do tempo. Cena dois Do meio do palco, a atenção do protagonista se volta à sua direita, onde se ilumina um grande espelho de pé, onde espera uma figura, um homem, parado, como se estivesse ali sempre. Os dois homens se encontram no palco frente a frente, separados por um espelho. (Um deles em roupas de tons de sépia com a maquiagem acompanhando. O outro com uma camisa estampada e calças de tergal. Eles conversam sobre o momento e sobre a cidade, a noite, o centro e os personagens do mundo televisivo. Tom intimista. O homem em sépia atravessa o “espelho” e percorre a boca de cena com o outro e pergunta como ele está. A atitude muda, ficando ambos expansivos. Os dois conversam como grandes amigos, se perguntando lembranças, desfiando histórias entre risos e pausas. Uma coreografia de guarda chuvas e capas ao fundo junto à cenografia. Cena 3 As luzes tornam-se azuladas, frias, e podemos ouvir um ritmo sincopado de batimentos cardíacos. A luz começa a mudar e a platéia poderá ouvir ondas do mar batendo. Vento, vozes... Um grupo de banhistas vira as paredes da cidade que começam a mostrar as praias do litoral sul. Os dois protagonistas se entreolham e sorriem dizendo que o tempo é uma ilusão orquestrada pela utopia do show da vida. ATO 2º - ESTA É A VIDA Cena 4 Movimento nas paredes cenograficas. O protagonista relembra a familia, infância e mudanças de rumo. Luzes e músicas acompanham a conversa dos dois personagens e ao final, quebra-se a quarta parede quando o homem em sépia desce para a platéia. Muito à vontade se senta e diz que quer relembrar, que vai assistir. Com uma lembrança reavivada da década de 50, o protagonista conta a infância em Bauru, Santos e Araçatuba. Da vida de bicos a sua chance como radialista. No meio do palco, uma leitura radiofonica. O coro, canta os anúncios. Cena 5 O homem de sépia chega à frente, instiga uma conversa. O coro se aproxima para “ouvir melhor”. As paredes, alinhadas, neste momento não recebem nenhuma projeção. No palco, silêncio. Os dois recomeçam o fio de memória que os une. O diálogo entre os dois mostra o homem, o artista apresentador, que também foi teve sua performance “de calouro” na vida, fez sua oportunidade, a agarrou e foi em frente. Foi ser apresentador, foi para a midia televisiva com a sua bagagem de coragem, ousadia e performance carismática. O coro passa novamente com roupas citatinas da década e jornais, faz uma formação ao fundo e roda as paredes em movimentos circulares como o passar do tempo ao som de um relógio que se mistura com a música São Paulo não para... ATO 3º - BASTIDORES Cena 6 A cena reorganiza as paredes cenograficas e aparecem os bastidores do programa com fios, luzes, escadas, sons, contra regra e o coro, passando, ora com roupões, ora com paêtes, criando uma teia consistente de vida e de ato de comando. Ao fundo lateral direito se vê na ultima cenografia em um possivel ciclorama, entrada do palco com uma projeção de cena de um dos programas com a platéia. Entre todo o fluxo do coro que reveza - uma hora dançarinas, outra, contra regra e manutenção, ponto, etc, Edson tem o telefone na mão falando com a familia, pedindo a filha para fazer alguma marcação, controlando tudo. Papéis e pensamentos. De repente ele se volta para a platéia à procura do homem sépia que aparece e senta ao seu lado, discutindo detalhes do dia. Ele se senta na bancada do camarim e procura alguma coisa no espelho. O homem sépia senta na cadeira diretor e pergunta sobre os quadros Eles e Elas e Show dos Astros. Edson sorri e explica a importância em plena ditadura e censura seu trabalho com os transformistas. Pega um monte de papeizinhos e se dirige ao pulpito mais ao fundo. A luz diminui e o ouvimos dando olá a todos e iniciando seu trabalho. ATO 4º - O LEGADO Cena 7 A luz retorna junto às paredes sendo movimentadas e a nova projeção mostra as caravanas e as viagens. Tudo vai confluindo para o posicionamento do cenário. O homem em sépia começa a ficar mais claro (suas roupas têm um tom esbranquiçado assim como a maquiagem, como se fosse quase sumir), mas a voz firme instiga o homem ao seu lado a reatar o tempo. Os dois protagonistas, personagem e self, interagem, nas falas comentando o reconhecimento na memória. A inteligência e rapidez da mente começa a aparecer em cena. Como um maestro, em uma mesa colocada no meio do palco, ele conversa com empresários e artistas. E pela fala se mostra que no início da década de 1970 acentuavam-se as estilizações na música brasileira. Em especial, o meio musical predominante definia a chamada MPB, gênero cada vez mais distante de outras vertentes populares da música brasileira, como o samba, a música caipira, além do rock feito no Brasil e da música romântica, com seu maior nome o Rei Roberto Carlos. A partir da década de 1980, o termo "brega" passou a ser usado largamente na imprensa brasileira e comunicação para designar, de maneira pejorativa, música sem valor artístico, que servia para designar uma "música de mau gosto, geralmente feita para as camadas populares, com exageros de dramaticidade e/ou letras de uma insuportável ingenuidade". Era o caso por exemplo do trabalho de cantores da linha romântica "cafona", como os populares Amado Batista e Wando, ou de outros cantores românticos semprepresentes em programas de auditório da televisão, como Gilliard, Fábio Junior e José Augusto. Nesta linha, ninguém saiu ileso, Chitãozinho e Xororó, Alcione, Gal Costa, até Tim Maia e Fagner dividiram o mundo brega com Eduardo Dusek e o Língua de Trapo. A chegada à década de 1990 levou o "brega" a mais fusões e misturas em torno da conceituação, e, uma série de artistas passou a se assumir como "brega". Nesta cena a conversa gira em torno deste legado brega, ao lado da arte transformista da noite de São Paulo, que norteou o trabalho e carinho do apresentador. ATO 5º - O GRAND FINALE Cena 8 Agora o Mapping e Holografia trazem o CLUBE. Através da projeção as personalidades entram no palco e o coro do elenco assume a estrutura tridimensional do programa. Neste ato, o publico vai experimentar uma imersão. Depois de 2 a 3 minutos de projeção nosso protagonista vem do fundo do palco e surge dentro do cenário ganhando vida. Chama a audiência projetada e o público para assistir às atrações do dia. A cada apresentação, participantes diferentes fazem um pocket show. O coro faz participação e os artistas convidados do dia se apresentam. O homem de sépia vai sumindo de vez e o Bolinha se despede de todos em meio a música. Bolinha perde a voz no microfone. Entra a voz em off e o self (homem sépia) desaparece. Cai a luz e todos no palco cantam o refrão do programa. O palco fica escuro. Apresentação da Bolinha com um agradecimento final. FIM

Especificação técnica

PRODUTO PEÇA TEATRAL - Faixa etária classificação 14 anos Duração: 04 meses em cartaz, 32 apresentações de 80 minutos O espetáculo pretende cumprir a programação de 32 apresentações em São Paulo - 4 meses de apresentações de fins de semana (sábados e domingos), sendo que a cada primeiro fim de semana de cada mês serão realizados espetáculos especiais com libras e audio descrição. A dramaturgia, figurinos, efeitos, trilha e cenários são inéditos e criados especialmente para esta montagem. PRODUTO AÇÃO EDUCATIVA Proposta Metodologica: a contação de história como metodologia que pode ser utilizada para se ensinar e essa prática cultural antiga possibilitou aos/as professores/as promover melhor aprendizagem dos conteúdos relacionados a costumes, filosofia, convivência, práticas coletivas étnicas, entendimento da nossa história e memória afetivas. Assim, através da contação da história de um homem comum e popular, intentamos passar a mensagem do protagonismo, dedicação, superação e autenticidade que podem mudar a vida de qualquer pessoa. A montagem, que começa pelo fim da história, na verdade a morte do protagonista, abre todo um mundo de lembranças pessoais que vão ser costurados cena a cena, abrindo espaço para a ação educativa na sequência, que tras oficinas de expressão, canto e voz, para habilitar o aparelho respiratório e fonal dos participantes, melhorando sua capacidade de comunicação e expressão diaria ou profissional. O teatro como ferramenta aliada à prática nas atividades formativas e aos debates promovidos para o entendimento do meio e mensagem, são a possibilidade de não só a formação de público mas sua integração em novas possibilidades de aprendizagem e trabalho. PRODUTO CATÁLOGO 10.000 unidades para distribuição gratuita Com tamanho em formato aberto 420 x 210 mmm, formato fechado de 210 x 210 mm, 4 x 4 cores, 4 lâminas, em Couche Fosco, 150g/m2, Capa, formato 420 x 210 mm, em supremo duo design 250 g/m2, 4 x 4 cores, off set, dobra (miolo, capa), laminação fosco total frente e verso (capa), Acealmento refiel, empacotamento, prova digital off-set, capa e miolo, motoboy (entrega). Dividido em programação, elenco e proposta dramaturgica, o programa tambem leva texto sobre o tema filosófico. Programação e Plano de atividades para o público em geral - Espetáculo de 80 minutos - Distribuição de catalogos com a programação - gratuitos - Palestras com especialistas a área de comunicação - gratuitas - 800 vagas - Atividades de formação - com educadores licenciados - gratuitas - 160 vagas PRODUTO OFICINAS E CONTRAPARTIDAS Encontros de Atividades/ Oficinas Inscrições gratuitas para oficina de canto e oratória - aulas dirigidas de empostação, respiração, ritmo e métrica - 160 vagas Inscrições gratuitas para as atividades - para público juvenil - mediante inscrição antecipada e retirada de senhas - quatro horas de atividades com quatro oficinas diferentes. São feitas em fins de semanas alternados, acompanhando a programação dos espetáculos. Serão 08 dias de cada oficina. Oficina 1. Nas oficinas de canto, teremos as seguintes atividades: 1. respiração; 2. impostação 3. expressão vocal, 4. técnicas de interpretação. Serão dois educadores, que ministrarão as 4 horas de atividades por evento. Oficina 2. Nas oficinas / workshops de oratória, os educadores trarão apresentação em PPTs e Vídeos e terão uma programação de aulas de leitura e exercícios fonéticos. Oficina 3. Nas oficinas de interpretação, os educadores farão exercícios de interpretação de textos e personagens além de dinâmicas posturais e expressão. Encontros de Atividades/ Workshops São feitas em fins de semanas alternados, acompanhando a programação dos espetáculos. Serão 8 dias de cada oficina. As inscrições poderão ser feitas com antecedência e de forma gratuita. Durante as palestras levantaremos as discussões a respeito da comunicação, meios e mensagem e atualidade, dando possibilidade do público fazer perguntas aos debatedores.

Acessibilidade

Na questão de Acessibilidade Física, seguindo o artigo 3º, XI combinado com os artigos 25, 26 e 27 da IN nº 01 de 24 de junho de 2013, informamos que, os locais onde serão realizados os espetáculos, serão escolhidos de acordo com as medidas de acessibilidade necessárias que objetivam priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. A Assessibilidade de Conteúdo, seguindo as normativas da lei, para promover o acesso ao conteudo do produto às pessoas portadoras de deficiencia visual e auditiva serão as sessões especiais mensais com acompanhamento de profissional em tradução em libras e de transcrição simultânea. Serão 08 sessões com disponibilização de 100 ingressos gratuitos cada. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: local com rampas, corrimões, banheiros adptados, assentos para obesos e idosos e recuo para cadeirantes. Deficientes Auditivos: 08 espetáculos com interprete de libras Deficientes Visuais: 08 espetáculos com audiodescrição Produto: Palestras/workshops Acessibilidade física: local com rampas, corrimões, banheiros adptados, assentos para obesos e idosos e recuo para cadeirantes. Deficientes Auditivos: interprete de libras Deficientes Visuais: linguagem oral Produto: Atividades formativas Acessibilidade física: local com rampas, corrimões, banheiros adptados, assentos para obesos e idosos e recuo para cadeirantes. Deficientes Auditivos: interprete de libras Deficientes Visuais: linguagem oral Produto: Catálogo Acessibilidade física: não se aplica Deficientes Auditivos: não se aplica Deficientes Visuais: não há OBSERVAÇÕES 1). Os materiais impressos são gratuitos - para fomentar a fruição de bens e produtos serviços culturais a camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio ou ocupação; 2). Os ingressos para as apresentações serão divididos inteiras/estudantes entre: 50% preços comum, 30% preços populares e 20% gratuitos e retirados uma hora antes do evento, para inclusão e difusão de conteúdos artísticos à população. 3). A acessibilidade às apresentações e oficinas é garantida, pois, ocorrerão em equipamentos e/ou teatros que serão escolhidos com entrada e instalações que facilitem o livre acesso de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. 4). Todo o material gráfico produzido e o guia de programação in e online, terão os logos dos órgãos oficiais parceiros e patrocinadores, e enviaremos, para o acervo do Ministério de Cultura, 5% (cinco por cento) da tiragem do material produzido no ano além de fotos dos eventos, autorizando (I) exibição pública de caráter cultural e sem fins lucrativos, (II) utilização do material em equipamentos culturais da Prefeitura, inclusive com permissão de empréstimo aos usuários desses equipamentos, (III) doação das cópias a entes da Administração Pública ou a entidades privadas sem fins lucrativos, e (IV) outras que a Administração entender conveniente e oportuna. 5). Ampla divulgação nas redes sociais - página do projeto no Facebook e Instagram e divulgação em sites como Catraca livre e de parceiros, disponibilização dos ingressos gratuitos no site Eu Faço Cultura. Para ampliação de acesso, e como contrapartida social conforme a lei, o projeto promoverá as oficinas paralelas de canto, voz e atuação em palco e jogos teatrais para formação de público e despertamento de talentos, além de demonstrar habilidades do corpo para os adolescentes do ensino público inscritos gratuitamente. Para a acessibilidade de Conteúdo, o projeto prevê sessões com tradução simultânea em libras. Para acessibilidade física, o proponente se compromete a realizar os espetáculos em Teatro com rampa de acessibilidade, banheiros adaptados e cadeiras para público longevo, assim como todas medidas cabíveis que possam assegurar o acolhimento ao público específico. Seguindo os critérios do Art. 20, a proposta cultural contém um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos

Democratização do acesso

Produtos do Plano de Distribuição: Produto Espetáculo de Teatro Democratização de Acesso: O Proponente respeitará o disposto no artigo 30 da IN nº 01 de 24 de junho de 2013, eis que a distribuição de ingressos para os espetáculos serão 30% a preços proponente, 30% preços populares e 40% de gratuidade. A cada espetáculo serão distribuidos ingressos e a temporada pode atingir a gratuidade de público de 6.400 pessoas. Dentro dos preços populares estimamos um público de 4.800 pessoas pagando entre R$ 20,00 e R$ 40,00 (meias e inteiras). Produto Oficinas - Palestras · realização de 08 palestras com publicitários e parceiros sobre a história da comunicação; · realização de 08 oficinas de canto, oratória e técnicas de interpretação com educadores licenciados. Produto Catálogo - Distribuição de conteúdo - Programa e cartões postais O material (programação - 10.000 unidades - 5% para divulgação, 5% para o financiador e 90% para a população), disponibilizado gratuitamente, aplicará medidas que promoverão o acesso e fruição de bens à produtos e serviços culturais, visando dar atenção às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, para cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal, medidas devidamente comprovadas na prestação de contas. Audições e Ensaios 1. As audições serão abertas. 2. O último mês de ensaios será aberto ao público mediante inscrição - 100 vagas. Detalhamento 1). Os materiais impressos são gratuitos - para fomentar a fruição de bens e produtos serviços culturais a camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio ou ocupação; 2). Os ingressos para as apresentações terão uma porcentagem de bilheteria de 50% a preços populares vendidos por midia digital e gratuitos, retirados uma hora antes do evento, para inclusão e difusão de conteúdos artísticos à população. 3). A acessibilidade às apresentações e oficinas é garantida, pois, ocorrerão em equipamentos que serão escolhidos com entrada que facilitem o livre acesso de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Teremos sessões com tradução em libras. 4). Todo o material gráfico produzido e o guia de programação in e online, terão os logos dos órgãos oficiais parceiros e patrocinadores, e enviaremos, para o acervo do MinC, 5% (cinco por cento) da tiragem do material produzido. 5). Para ampliação de acesso, e como contrapartida social conforme a lei, o projeto promoverá as oficinas paralelas de canto e oratoria/cena para formação de público e despertamento de talentos, além de demonstrar habilidades do corpo para os adolescentes inscritos; e, as palestras atenderão as familias e educadores, falando sobre a comunicação, midia e mercado.

Ficha técnica

VIA CULTURAL INSTITUTO DE PESQUISA E AÇÃO PELA CULTURA - Administração e gestão do projeto - pré-projeto, projeto e finalização do mesmo e prestação de contas, com acompanhamento de ações para a garantia de boas parcerias, acessibilidade, ação educativa e difusão de valores ambientais com gratuidade. Fundado em 2005, o Instituto é uma OSCIP certificada pelo Ministério de Justiça desde 2008, Instituição Cultural da Secretaria de Cultura do Estado desde 2010 e Ponto de Cultura da Prefeitura do Município de São Paulo desde 2014. Foi criado para uma atuação em rede de pesquisa, capacitação e sustentabilidade nos segmentos de Cultura, Educação e Meio Ambiente. Sua missão é criar caminhos para a transformação e inclusão social através da educação pela cultura. O Instituto é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Promove a disseminação da cultura através de ações de educação não formal e demais atividades afins. Realiza cursos, seminários, publicações, projetos e oficinas de longa duração. www.viaculturalblog.org.br Anna Lucia Marcondes (Coordenação Geral e Coordenação de Projeto) - 56 anos, Arte Educadora - FAAP - Licenciatura Plena e especialista em Comunicação Visual, Publicidade e Marketing pelo SENAC-SP. Ilustradora, designer, fotógrafa, pesquisadora, curadora e mediadora. Atua na área de Artes Visuais e Arte Multimeios desde os anos 80, desenvolvendo e realizando projetos artísticos de cunho sociocultural com crianças, jovens, adultos e terceira idade para a Secretaria de Est. da Cultura de São Paulo, Secretaria Municipal do Bem Estar e do Menor, Secretaria Municipal de Cultura, Centro Cultural São Paulo, FUSSESP, DPH e SESC SP. https://www.linkedin.com/in/anna-marcondes; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do;http://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/agente/2607/;https://annamarcondes.wordpress.com/; https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/arte-e-cidadania emsaopaulo; http://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/agente/992/; http://culturaviva.gov.br/cadastro/responsavel/; https://www.escavador.com/sobre/10755536/ana-lucia-valente-de-souza-marcondes Felipe Hofstatter (Dramaturgia e Assistencia de Direção), 35 anos, é Ator, Assistente de Direção, Diretor de Palco e Professor de Expressão Corporal. Sua formação é no CPT, com direção de Antunes Filho, de 2011 à 2018, onde atuou e trabalhou nos espetáculos “Blanche” (2015/2017), “Nossa Cidade” (2013/2015), “Toda Nudez Será Castigada” (2013) e “Policarpo Quaresma” (2011). Seus últimos trabalhos são a novela “Jesus”, na rede Record, com direção de Ricardo Miranda (2019) a peça “Cobra na Geladeira” (2018), com direção de Marco Antônio Pâmio, e as séries “Gamebros” (2018) e “Velhas Amigas” (2018), na Netflix e com direção de Beto Ribeiro. Ele também trabalhou na produtora Medialand como Assistente de Direção e na Produção Executiva (2018). Clóvis Arruda (Projeto Cenográfico e Cenógrafo) é administrador, publicitário, designer e fotógrafo. Pós-graduado em Design e Fotografia pelo Senac, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA em planejamento estratégico. Desenvolveu pesquisas museológicas em Londres, Berlim, Madri, Roma, Paris, Amsterdã, Nova Iorque, Firenze e Torino, com enfoque em semiótica sobre limites da percepção. Tem algumas de suas obras editadas em livros sobre design e diversas de suas imagens já foram publicadas em jornais e revistas do Brasil. Lecionou sobre o processo criativo e produção gráfica no curso de comunicação social com habilitação em Publicidade e Propaganda. Organizou inúmeras oficinas de criação, fotografia e vídeo e desenvolveu diversos projetos especiais com foco em questões sócio-ambientais e de valorização da cultura e educação. Desenvolveu diversos trabalhos para empresas como ABETA, ABN - Amro Bank, Amyr Klink Projetos Especiais, Banco do Nordeste, Banco ITAÚ, Bayer, Citroën do Brasil, Club Athletico Paulistano, Febraban, FIESP SP, Hamburg Sud, Hewlett Packard, Hospital Albert Einstein, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Beneficência Portuguesa, Instituto Ayrton Senna, Instituto Embratel, Instituto Ethos, Instituto Hedging-Griffo, Marina Bandeira Eventos Especiais, NationalGeographic, Natura, Paraty Iate Clube, Redecard, Serasa, SESC, , TAM Linhas aéreas, Teatro Tuca, Unilever, USP, entre outros. Para visualizar trabalhos, Terra à Vista Comunicação. FACEBOOK: @terraavistacomunicação;YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCjHV5HgA3QLD2yxX7g Vagner Lara (Produtor Executivo) é empresário e administrador no ramo de Catering infantil. Formado em Teatro pela Escola João Luiz Fiani, em Londrina, 2001. Trabalhou na produção das TVI Portugal com a A Casa dos Segredos, 2006 e com a RAI TV - MTV Itália. De volta ao país, em 2008, desenvolveu produção de eventos para programas televisivos das Redes SBT -Programa da Eliana e Melhor do Brasil de Rodrigo Faro, entrando em 2014 para o reality show Big Brother Brasil da Rede Globo. Atua como produtor independente de eventos para diversas agências e é proprietario Diretor de sua própria produtora Seta Amarela Produções. AMILCAR MAURÍCIO JUNIOR (Diretor) é Diretor de Cena, diretor artístico, com DRT e registro na ANCINE. Bacharel em Administração de Empresas e Economia pela OMEC, Marketing Digital e Youtuber pela Microlins, Marketing de relacionamento e Merchandising, Gestor em Divulgação direcionada e de Massa, Formação em Mentoring e Coaching Holon Sistêmico ISOR, Metodologia organizacional SENAC/RJ; Diretor Cênico, preparador de elenco e Diretor de Produção do Musical “Noé – deu a Louca no Convés” de Ivaldo Bertazzo, com colaboração de Adriana Falcão, que ficou em cartaz por 1 ano no TUCA e posteriormente algumas outras Capitais para atender a Lei Rouanet. Produtor e lançador da Campanha "o Câncer de Mama no Alvo da Moda"; Criador do SPFW – evento que colocou o Brasil no calendário Mundial da Moda.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.