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PRONAC 201081Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Corredor Cultural 2020

FUNDACAO CULTURAL ALFREDO FERREIRA LAGE
Solicitado
R$ 171,5 mil
Aprovado
R$ 171,5 mil
Captado
R$ 10,00
Outras fontes
R$ 56,6 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2019-04-02
Término
2021-03-02
Locais de realização (1)
Juiz de Fora Minas Gerais

Resumo

Realização da 12ª edição do Corredor Cultural, evento com três dias repletos de atividades artísticas espalhadas por toda a cidade de Juiz de Fora. O evento é inspirado nas tradicionais "viradas culturais" e tem sua programação focada principalmente na descentralização de suas atividades e no livre acesso da população à cultura.

Objetivos

Objetivo geral - Realizar a 12ª edição do Corredor Cultural, evento que transforma o cotidiano de Juiz de Fora por três dias com uma programação plural e acessível a toda a população. Objetivos específicos - Selecionar, através de edital público, a maioria absoluta das atividades participantes do evento. - O resultado do edital contemplará o seguinte quantitativo por área: 01 cortejo de cultura popular; 03 atividades de circo (incluindo apresentações e intervenções de rua); 13 atividades de teatro (incluindo contações de histórias, apresentações teatrais e intervenções); 02 atividades de dança (incluindo apresentações de dança e intervenções); 18 atividades de música (incluindo shows e concertos didáticos); 04 atividades de artes visuais (incluindo exposições e intervenções); 02 atividades de audiovisual (incluindo exibições e encontro de games); 02 atividades de literatura (incluindo slam, saraus e lançamentos de livros); 06 atividades múltiplas (incluindo feiras, festivais e mostras); 04 oficinas de formação (em diversas áreas). - Fomentar a cultura na cidade de Juiz de Fora/MG; - Valorizar o artista local e sua produção; - Incentivar a criação e inovação a partir de um edital público de seleção de propostas; - Facilitar o acesso à cultura com eventos gratuitos em espaços públicos; - Aumentar a diversidade com priorização de seleção de atividades em áreas culturais pouco contempladas na demanda espontânea local; - Formar o produtor local, entregando a ele a responsabilidade da execução do seu evento.

Justificativa

A Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa) é o órgão gestor das políticas culturais da Prefeitura de Juiz de Fora através de administração indireta. Instituída através da lei 5.471, em 14 de setembro de 1978, foi a primeira fundação municipal responsável pela cultura a ser criada no Estado de Minas Gerais. A Fundação administra a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei Murilo Mendes); o Conselho Municipal de Cultura (Concult); o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac); o Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (Fumic) e a implementação do Plano Municipal de Cultura, aprovado em 2013. Dentro de suas atribuições gerencia os espaços: Biblioteca Municipal Murilo Mendes, Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, Museu Ferroviário, Centro Cultural Dnar Rocha, Praça CEU Zona Norte, Anfiteatro João Carriço e o recém inaugurado Teatro Paschoal Carlos Magno. A Funalfa atua na maioria das áreas culturais e artísticas, realizando programas, projetos e ações anuais como o Programa Gente em Primeiro lugar, criado em 2009, e que atende aproximadamente quatro mil crianças com oficinas culturais. Dentre os eventos realizados pela administração nos últimos anos, que já fazem parte da agenda cultural (através de iniciativa própria, ou em apoio a solicitações de artistas e profissionais da área na cidade), destacam-se: 19 edições do Arraiá da Cidade, 10 edições do Festival Nacional de Teatro de JF, 10 edições do Corredor Cultural, 9 edições da Semana da Consciência Negra, 8 edições do Festival de Cenas Curtas, 7 edições do JF Foto, 51 edições do Carnaval e 8 edições do Corredor da Folia. O Corredor Cultural surgiu em 2009 seguindo a tendência das "viradas culturais", consolidando-se como uma celebração ao aniversário de Juiz de Fora. O evento sempre teve um formato múltiplo e diverso, que contempla as mais diversas expressões artísticas e já ofereceu ao público mais de 800 atrações ao longo de nove edições. Em 2017 o formato passou por um importante ajuste: ao invés da Funalfa buscar atrações para o Corredor, pela primeira vez, a grade de eventos foi aberta a sugestões da classe artística, que propôs ações nas mais diversas áreas. Foi aberto um chamamento público durante um mês para inscrições de propostas de artistas e produtores das áreas da cultura como música, dança, circo, teatro, cinema, fotografia, artes plásticas, gastronomia, cultura popular, moda, games, entre outras, que poderiam se realizar em formato de feiras, oficinas, mostras, shows e demais eventos de caráter artístico. Os projetos deverão ser inscritos gratuitamente através do email criado para o evento (corredorculturaljf@gmail.com) analisados por uma Comissão Curadora, que selecionará as propostas que participarão da edição 2019 levando em consideração os recursos disponíveis, a qualidade do material apresentado, a adequação da proposta ao evento, sua acessibilidade e exequibilidade. Também foram priorizadas atrações de artistas locais e projetos que contemplassem áreas culturais pouco estimuladas ou com pouca representatividade no dia a dia do município como games, intervenções urbanas, mídias digitais etc. Os projetos selecionados receberam verba integral para a execução da proposta, e cada proponente deverá ser responsável por escolha e liberação do local para apresentação, alvarás referentes ao evento, transporte da equipe e de todo equipamento necessário, instalação de palco, contratação de ponto de energia e limpeza, aluguel de equipamentos de som e luz, divulgação individual do evento, assim como quaisquer outras necessidades referentes à proposta. A expectativa para este formato foi ampliar o evento e sua pluralidade de linguagens em um processo transparente e democrático, oferecendo uma programação diversificada, acessível e de qualidade. Como objetivo havia também a necessidade de tirar a Funalfa do papel de produtora de eventos e se tornar uma facilitadora no processo, dando suporte ao produtor local para que ele aprendesse a elaborar seus próprios projetos e executá-los, criando um impulso para que a produção artística se torne autossustentável. O evento, nos três dias de realização, movimenta a cidade. Todas as atividades são realizadas em locais abertos e com ingresso gratuito. O retorno do público é sempre de praças cheias, filas de espera e ingressos esgotados. Para este ano a atração foi mantida nos mesmos moldes de 2019, porém com o valor oferecido pelo edital de R$250.000,00 e com estrutura de apoio mais robusta. Em todas as suas edições o evento foi unicamente patrocinado pela Prefeitura de Juiz de Fora/Funalfa. Porém a partir de 2018 obtivemos o apoio através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o que criou uma enorme evolução tanto na organização, quanto na abrangência do evento. O apoio das empresas locais às manifestações culturais do município ainda é restrito. No entanto, crescem, a cada ano, o número e diversidade de projetos culturais na cidade, em uma demonstração de que as manifestações culturais ainda mantêm seu potencial de agregar realizadores e público. Assim, a Fundação pretende financiar parte do custo do evento, mas também atuar na captação e redistribuição de verbas para que a programação continue se ampliando, formando público, celebrando a diversidade cultural e fomentando a cadeia produtiva da cultura no município e região. O projeto em questão justifica-se por ver a lei 8.313/91 como um grande apoio na aproximação da iniciativa privada com a cultura regional de nosso país e nos motiva a buscar não apenas recursos para a realização do projeto, mas também grandes conquistas sociais por ter como objetivo cumprir os seguintes incisos do art. 1° da supracitada lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim, tendo a finalidade de atender aos incisos II, III e IV do art. 3° da lei 8.313/91, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;.

Estratégia de execução

Sobre a infraestrutura oferecida pela FunalfaEm espaços onde serão executados vários eventos sem relação entre si, a Funalfa fornecerá estrutura de som, tendas, banheiros químicos, segurança e mesas, visando os princípios da economicidade. Assim como o pagamento do Ecad, que será realizado em pacote único e financiado pela Fundação. Sobre o pagamento dos produtoresDentro da planilha orçamentária dividimos os valores relativos aos cachês em duas rubricas distintas: pessoas jurídicas e pessoas físicas. Obedecendo aos trâmites da Prefeitura de Juiz de Fora, o pagamento será realizado em até 90 dias após a prestação do serviço, mediante emissão de nota fiscal, no caso de pessoa jurídica ou MEI, ou recibo, no caso de pessoa física. Sobre assessoria contábil e advocatíciaPor já contar com advogados e contadores em seu quadro de funcionários a Fundação não pode contratar tais profissionais, sendo oferecidos os serviços destes concursados como contrapartida no projeto. Sobre a programaçãoCaso algum dos proponentes das atividades selecionadas através do edital público não possa/queira participar do evento na nova data sugerida a Fundação irá selecionar novas atividades visando complementar a programação do Corredor Cultural.

Especificação técnica

Não há produtos deste tipo neste projeto.

Acessibilidade

Historicamente a maior parte dos eventos do Corredor Cultural é realizada nas ruas e praças da cidade, o que por si só torna as atividades acessíveis ao público com mobilidade reduzida. Os demais eventos, de maneira geral, costumam ocorrer em espaços administrados pela própria Fundação, que busca estar sempre atualizada em relação à adequação de seus equipamentos, visando facilitar o acesso a pessoas com necessidades especiais, seguindo os preceitos do artigo 46 do Decreto nº 3.298/99 do Governo Federal. Não obstante a isso, para a edição deste ano, visando potencializar a aplicação de medidas de acessibilidade ampla na programação, um dos principais critérios exigidos pelo edital de seleção de propostas foi a previsão de ações voltadas à possibilidade do acesso, não apenas ao local de realização mas também às linguagens e ferramentas utilizadas nas atividades. Em atendimento à Instrução Normativa que diz que "as propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível", os produtos cadastrados no Plano de Distribuição serão incentivados a, ainda que com algumas limitações próprias das atividades, promover medidas de alcance ao conteúdo para os deficientes auditivos e visuais. Aos locais que receberão atividades será diligenciado que ofereçam total admissão às pessoas com necessidades especiais, tendo acessibilidade àqueles que possuem dificuldade de locomoção com rampas de acesso, banheiros adaptados e área de estacionamento, a fim de atender também idosos e gestantes. No que diz respeito à comunicação visual elaborada pela Funalfa, ela será orientada para que atenda às exigências de acessibilidade visual, sendo que todo material de divulgação será criado com caracteres grandes, para facilitar a leitura, e em cada peça e postagem de redes sociais será incluída a descrição "Pra cego ver”, a fim de tornar a divulgação do evento ainda mais inclusiva. Já na ação de Formação de plateia, a oficina será realizada em escola pública municipal. No local haverá tradutor de Libras e monitores especializados que acompanharão alunos com deficiência visual, auditiva e motora. O evento terá a colaboração destes profissionais e a participação dos PNE’s será incentivada através de campanhas de divulgação realizada pela própria Secretaria de Educação convidando alunos, pais e responsáveis a participarem da ação. Além disto, a oficina terá apresentações em texto e locução. Pelo motivo dos profissionais já serem monitores da rede de ensino, a medida não acarretará em custos adicionais ao projeto.

Democratização do acesso

Participação democrática A maioria absoluta das atividades que participarão do Corredor Cultural 2019 foi selecionada através de edital público, em um processo transparente, acessível e democrático. A inscrição foi gratuita e pôde ser realizada em site criado exclusivamente para o evento. Dentre os critérios de seleção foram levados em consideração conceitos como acessibilidade, descentralização, inovação, convergência de linguagens e popularidade da proposta. A Funalfa priorizou em sua seleção projetos gratuitos realizados em praças e espaços públicos. Acesso democrático Para garantir a democratização do acesso todos os eventos do Corredor Cultural serão gratuitos. Além disto, adotaremos as seguintes medidas: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;. Formação de plateia Para a ação de Formação de plateia, iremos realizar uma atividade em escola pública municipal. Será desenvolvida por um dos projetos selecionados pelo edital uma oficina para crianças. O grupo desenvolverá atividades com o seu próprio contingente (atores, produtores, curadores etc) para incentivar a participação das crianças e familiares de uma comunidade periférica não só no evento, mas em qualquer atividade cultural. Além disso, iremos adotar as seguintes medidas do Art. 21. da Instrução Normativa, a saber: Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtosresultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais deacesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redespúblicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Nome: José Américo Mancini de Paiva JrDiretor-Geral da Funalfa COORDENAÇÃO GERAL e COORDENAÇÃO TÉCNICO FINANCEIRO - Não remunerado Formação profissionalBacharelado em Comunicação Social com habilitação para Publicidade e Propaganda pela Faculdade do Sudeste Mineiro concluído em 2011Ator profissional certificado pelo SATED-MG desde 2007 Experiência profissionalJAN/2017 a MAI/2018 | Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage – FunalfaCargo: Diretor de CulturaAGO a NOV/2016 | Campanha Eleitoral da Coligação Pro Futuro e AgoraCargo: Diretor de TV e redatorJUN/2014 a JUL/2016 | ParaRaio FilmesCargo: Diretor de cenaJAN/2012 a MAI/2013 | CCBM – Centro Cultural Bernardo MascarenhasCargo: Diretor AdministrativoAGO a NOV/2012 | Campanha Eleitoral da Coligação Juiz de Fora não quer esperarCargo: ProdutorJAN/2009 a JUL/2012 | Santo Expedito Comunicação & CulturaCargo: Sócio AdministradorAGO a DEZ/2008 | Mostarda PropagandaCargo: Redator e RTVOUT a DEZ/2007 | UNIVERSO – Universidade Salgado de OliveiraCargo: Agente administrativo Atividades culturaisDesenvolve estudos em teatro desde 1996, participando, ao longo desse período, de diversos cursos, workshops, palestras, oficinas e montagens. Entre os principais nomes com os quais trabalhou estão o ator e diretor Thierry Tremouroux, o iluminador Jorginho de Carvalho, o ator do Grupo Galpão Eduardo Moreira, os atores do Lume Teatro Jesser de Souza e Carlos Simioni, o diretor, iluminador e dramaturgo Rodrigo Portella, entre outros.Sócio-fundador da Cia. Putz!, onde exerceu as funções de diretor, ator, iluminador e produtor entre 2001 e 2012. Entre seus principais trabalhos estão “Deserdem os filhos de Deus”, dirigido por Pablo Sanábio, “Pra rir e chorar” e “Verdades de Papel”, dirigidos por Toninho Dutra, e “Entre Infernos”, também de Sanábio.Produtor do Ballet Misailidis entre 2002 e 2008, atuando em parceria com o então diretor do corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Marcelo Misailidis em apresentações de Ana Botafogo por cidades da Zona da Mata Mineira e na capital fluminense.Colaborador na concepção e produção das comissões de frente de Salgueiro e Vila Isabel, coreografadas por Misailidis, de 2007 a 2010.Professor de teatro da Casa de Cultura da Universidade Federal de Juiz de Fora, do Curso de Teatro do CCBM e do CRAS em Liberdade – MG.Idealizador, realizador e produtor de diversos eventos culturais de destaque como os espetáculos teatrais “Entre Infernos”, da Cia. Putz! e “O Cego e o Louco” e “Quase Nada é Verdade”, de Rodrigo Portella.Produtor local de grandes obras como “O Menino que Vendia Palavras”, com Eduardo Moscovis e “Edukators”, com Natália Lage.Seu trabalho artístico mais recente é o espetáculo teatral ESSA ESTRANHA SENSAÇÃO DE FAMÍLIA, dirigido e escrito por Diogo Liberano e financiado pela Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura. Nome: Carlos Henrique R. Araújo COORDENAÇÃO EXECUTIVA - Não Remunerado FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduando em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Estácio de Sá Juiz de Fora – MG. Curso de Criatividade e Estratégia pelo FICE (5° Festival Íbero-americano de Criatividade e Estratégia) 2013. ATIVIDADE PROFISSIONAL Produtor de eventos fixos e esporádicos na Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage – Funalfa, desde abril de 2017. Funcionário do Departamento de Fomento à Cultura da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage – Funalfa, desde abril de 2017, responsável pela elaboração, execução e fiscalização de projetos. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Secretário executivo do Conselho Municipal de Cultura (2017 - 2019) 1° Secretário do Conselho Municipal da Juventude (2019 - atual) Co-fundador do portal O Estandarte, principal site de cobertura e memória do samba de Juiz de Fora. Fotógrafo e cinegrafista pelas produtoras Authorar Filmes e SET entre os anos de 2010 a 2013. Diretor de marketing da Liesjuf (Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora) 2011/2012. Gestor de conteúdo e prêmios do Qranio.com em 2012. Atendimento, planejamento e criação nas agências OJO Comunicação e Go! Mídia, entre os anos de 2012 a 2015. Diretor de comunicação do G.R.A.C. Mocidade Alegre entre 2011 a 2012. Diretor Geral de Harmonia do G.R.A.C. Mocidade Alegre entre 2012 a 2013. Diretor Geral de Carnaval do G.R.A.C.Mocidade Alegre entre 2013 a 2016. Presidente do G.R.A.C. Mocidade Alegre de 2016 a 2018. Diretor de Carnaval da LIESJUF (Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora) de 2015 a 2017. Produtor executivo do projeto "Paticumbum, o ritmo das escolas de samba" 2016. Produtor da equipe de comunicação do G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel em 2015 e 2016. Equipe de apoio técnico do G.R.E.S. Bom das Bocas (Três Rios - RJ) no ano de 2015. Jurado do jornal Entre Rios no troféu Ziriguidum (Três Rios - RJ) no ano de 2014. Comentarista nas transmissões de carnaval da Rádio Ação FM (Rio de Janeiro) nos desfiles de Campos dos Goytacazes e Uruguaiana entre 2012 a 2014.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.