| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 76484013000145 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 79265617000199 | Cesumar - Centro de Ensino Superior de Maringá | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| 04370282000170 | COPEL GERACAO E TRANSMISSAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| ***011019** | ALEX CANZIANI SILVEIRA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| ***043359** | LUIZ ROBERTO MEIRA | 1900-01-01 | R$ 10,00 |
Realização do I CICLO _ Circuito de Artes e Conceitos de Londrina, um evento oriundo do FILO _ Festival Internacional de Londrina que ao longo dos anos vem perdendo sua força de ação e interação.Juntam-se a esta proposta profissionais que participaram do FILO desde sua internacionalização, jovens produtores, críticos, pesquisadores, além da parceria acadêmica com o projeto de extensão PROPOCULT/UEL. O Grupo Workcenter Grotowski and Thomas Richards / OPEN PROGRAM será o catalizador dessa edição promovendo por meio de encontros com grupos culturais e étnicos de Londrina e região a troca de saberes, práticas e criações.Em nossa primeira edição além da participação do Workcenter Grotowski and Thomas Richards serão convidados quatro grupos com identidade latina vindos do México, Chile, Uruguai e Bolívia. Será lançado um edital para grupos nacionais e locais que se alinhem com a proposta do CICLO 2020. Serão realizadas as seguintes ações: - 6 Espetáculos Internacionais, 4 Nacionais e 4 Locais, totalizando 19 apresentações - 12 Encontros/Workshops totalizando 50 horas - 04 Seminários Públicos totalizando 16 horas - 01 Palestra Pública totalizando 03 horas - 01 debate totalizando 1h30. A Contra Partida Social se realiza plenamente por meio dos Encontros/trocas com comunidades culturais realizadas em Londrina e seu entorno constitui um dos pilares do projeto promovendo o efetivo intercâmbio entre grupos específicos e a equipe do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Open Program, gerando conhecimento e troca de saberes, técnicas e manifestações artísticas. Os processos serão realizados emAtividade gratuita.
Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Open Program Workshop-montagem e apresentação do espetáculo Electric Party Songs :O workshop-montagem é baseado na inclusão dos participantes dentro da estrutura preexistente do espetáculo Electric Party Songs, que consiste num fluxo de cantos negros tradicionais do sul dos Estados Unidos, canções criadas a partir de poemas de Allen Ginsberg e ações cênicas desenvolvidas em torno destes elementos musicais. Aos participantes serão distribuídos trechos de poemas de Ginsberg traduzidos para o português, organizados paralelamente aos textos originais em inglês e postos como parte da performance. Serão introduzidos elementos de dança e música oriundos dos próprios participantes, a partir de suas experiências com danças afro-brasileiras, danças urbanas e técnicas instrumentais em percussão e baixo elétrico. A fusão com os elementos musicais e cênicos criados pelo Open Program resultará numa criação coletiva de grande força expressiva. Além da inclusão dos participantes e seus saberes artísticos dentro da estrutura de Electric Party Songs, Mario Biagini, que também assina a direção do espetáculo, conduzirá as oficinas trabalhando sobre elementos formais pesquisados pelo Open Program, como padrões de movimentos espaciais, canto/vibração/ressonância e fundamentos para o comportamento orgânico dentro de uma situação performativa. Rodas de conversa: Mario Biagini versará sobre as conexões entre tradição e mundo contemporâneo, performatividade e contextos não teatrais, Biagini – estimulado pelas questões dos interlocutores e também do público presente - pretende criar uma ponte entre os trabalhos iniciais do Workcenter e sua formação junto à Grotowski com os trabalhos atuais do Open Program e a busca de ações que provoquem novas possibilidades de interação entre o trabalho desenvolvido em Pontedera com diferentes meios sociais. Exibição do filme Action in Aya Irini: gravação de uma produção do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards – que possibilita ao público ter acesso as bases criativas que construíram a performance que dá título ao filme. Workshop-montagem e apresentação do espetáculo The Hidden Sayings: O workshop-montagem está baseado na inclusão dos participantes dentro da estrutura preexistente do espetáculo, que consiste num fluxo de cantos negros tradicionais do sul dos Estados Unidos intercalados com textos originários de versões antigas do evangelho apócrifo de São Tomé, fundamento do cristianismo primitivo, ambos se integrando à ações cênicas e elementos simples de dança e coro. Aos participantes serão distribuídos trechos dos textos originais traduzidos para o português, que serão organizados paralelamente aos textos originais em inglês e postos como parte da performance. Serão introduzidos elementos de dança e música oriundos dos próprios participantes, a partir de suas experiências corporais e conhecimentos musicais. Espetáculo Dark is my Mother: É um trabalho desenvolvido pelas mulheres que trabalham no Open Program. Uma homenagem séria e divertida sobre as diversas manifestações da antiga e poderosa tradição do mito feminino. Explora a tradição de encontros e comunidades de mulheres, abrindo-se para um mundo em que brincadeiras, imaginação, memórias e tentações femininas são tecidas por meio de canções, danças e louvores. Gran Bazar: A etmologia da palavra Festival está muito próxima da palavra Festa. Celebrar é a idéia do Gran Bazar. Reunir os artistas e comunidades participantes do CICLO e demais interessados para interferências artísticas individuias e coletivas. Celebrar a arte, a diversidade e a poesia do fazer cultural a céu aberto. OBS: Os espetáculos internacionais ainda não foram selecionados tendo sido definidos os seus países de origem. Já os locais e nacionais passarão por seleção, via edital.
Geral: - cumprindo a tradição de Londrina que é considerada a cidade dos Festivais realizar um evento que de fato horizontalize sua relação com a cidade, seus atores e criadores além de dar prosseguimento ao que foi o FILO para a cidade, estado e país; - realizar: Festival Internacional composto por: - 6 Espetáculos Internacionais, 4 Nacionais e 4 Locais. Palestras, Encontros e Workshops: - 12 Encontros/Workshops totalizando 48 horas - 04 Seminários Públicos totalizando 16 horas - 01 Palestra Pública totalizando 03 horas Contrapartida Social: - Encontros/trocas: os encontros com comunidades culturais realizadas em Londrina e seu entorno constitui um dos pilares do projeto promovendo o efetivo intercâmbio entre grupos específicos e a equipe do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Open Program, gerando conhecimento e troca de saberes, técnicas e manifestações artísticas. Atividade gratuita. . Tribo Caingangues Local: Apucarana/Salto do Apucaraninha Carga horária: 16h _ 02 dias Público: 60 pessoas . Folia de Reis Local :Zona Norte de Londrina Carga horária: 8h _ 01 dia Público: 40 pessoas . Elis Vive Local: Distrito de Lerrovile, Carga horária: 8h _ 01 dia Público: 30 pessoas - Encontros/Troca com grupos artísticos: . Encontro com o Grupo Black Divas Local : Vila Cultural a ser definida Carga horária: 2h _ 01 dia Público: 30 pessoas . Encontro com os Grupos Pisada da Jurema e Maracatu Semente Local : Vila Cultural a ser definida Carga horária: 4h _ 01 dia Público: 40 pessoas . Encontro com comunidade árabe Local : Vila Cultural a ser definida Carga horária: 2h _ 01 dia Público: 30 pessoas . Encontro com comunidade árabe Local : Vila Cultural a ser definida Carga horária: 2h _ 01 dia Público: 30 pessoas . Encontro com comunidade indiana Local : Vila Cultural a ser definida Carga horária: 2h _ 01 dia Público: 30 pessoas - Encontro com artistas participantes e equipe do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Open Program Local: Divisão de Artes Cênicas da UEL Carga horária: 06 horas/3 dias Público: 30 pessoas OBS: Serão abertas, para cada uma das atividades, 10 vagas para pessoas interessadas em acompanhar os processos de troca. Especificos: - promover, por meio das ações do Workcenter Grotowski and Thomas Richards / OPEN PROGRAM, a troca de saberes, a difusão de nossa arte e cultura; - restabelecer o papel que Londrina outrora ocupou no mapa internacional das artes cênicas; - investir na mão de obra qualificada da área da cultura criada principalmente no esteio do FILO de onde saíram excelentes profissionais nas áreas técnicas e de produção; - investir nos artistas locais abrindo espaço para apresentações, rodas de conversa e oficinas com e entre os mesmos; - solidificar a relação com os Festivais das diversas áreas que são realizados em Londrina. Vale destacar que por iniciativa nossa e dos demais produtores culturais foi criado o Núcleo dos Festivais de Londrina durante a realização do FILO 2019; - promover o acesso aos bens culturais praticando preços populares e promover ações e atividades com viés formativo gratuitamente; - levar espetáculos e manifestações artísticas desenvolvidas no decorrer do CICLO para a periferia, vilas culturais, zona e assentamento rural e tribo indígena; - apresentar espetáculos latino americanos redimensionando a ligação de Londrina com nosso Continente, - apresentar um recorte da produção latino americana (México, Chile, Bolívia e Uruguai) que reflitam a atual situação de cada um dos países, - programar, via edital, Grupos e coletivos artísticos locais e nacionais, provocando o debate e os pontos de convergência entre eles e as Cias. Internacionais.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Devido as características artísticas e concentuais o projeto CICLO se realizará por meio da união de esforços e da captção de recursos, via leis de incentivo.Por não tratar-se de um produto comercial e sim de um evento que promove a troca de saberes e o confronto de ideias de maneira horizontal para a solidificação do Circuito, as leis de incentivo são nossas maiores aliadas.A maior e, a nosso ver, mais realista justificativa deve-se ao fato de que o FILO _ Festival Internacional de Londrina tem se fragilizado ao longo dos anos, seja administrativa, seja na interlocução com a cidade e seus artistas que o justificaram até agora. Nós como filhos deste Festival que forjou nossa atuação na área da cultura sempre pautada na transparência, na vanguarda artística, ética e consonância com as pautas de nosso tempo não podemos nos furtar da responsabilidade histórica que herdamos. Diante da impossibilidade de seguir colaborando com o FILO, criamos o CICLO. Esclarecemos que a impossibilidade é imposta pela atual presidência da Associação mantenedora do FILO. A partir de atividades por nós propostas (Fórum Curando e roda de conversa com artistas), como membros da Comissão Organizadora daquele Festival, buscamos comtemplar no CICLO as sugestões de nossos curadores e os anseios dos artistas locais. Buscamos resinificar o sentido de um Festival, promovendo o encontro e a troca de experiências, unindo a tradição aos temas prementes em nosso país e continente. Serão 12 dias de absoluta imersão e troca de saberes. Os grupos devem permanecer em Londrina durante todo o período do CICLO proporcionando a troca que só uma convivência mais intensa pode gerar. O Workcenter Grotowski and Thomas Richards / OPEN PROGRAM cumprirá um extenso programa trabalhando com artistas locais, grupos étnicos baseados em Londrina (índios, negros, japoneses, árabes e indianos), trabalhadores rurais assentados e produtores e disseminadores da cultura popular na região. Faremos um pequeno, porém potente corredor cultural com cidades e distritos da região. A potencialização e disseminação de conhecimento, cultura e arte para um maior número de pessoas é o que sempre nos motiva a buscar estas extensões. O que neste momento chamamos de CORREDOR CULTURAL poderá vir a ser um importante instrumento de interiorização das artes. Retomando a vocação de Londrina, que por meio de 50 anos do FILO se colocou no mapa das artes cênicas mundial, reestabeleceremos nossos laços com os grupos latinos americanos (México, Chile, Bolívia e Uruguai) cujas realidades podem nos servir de impulso para pensar o papel das artes em tempos atuais. Ao promover o contágio, selecionando, via edital, grupos brasileiros e locais que se alinhem com o conceito do projeto e os grupos internacionais gerarão discussões públicas a respeito do nosso papel como produtores e disseminadores de pensamentos e estéticas. Queremos um Festival vivo e vibrante que resgate o sentimento de pertencimento da população. Queremos um Festival aberto e horizontalizado. Um Festival em que todos os corpos tenham seu espaço. Que seja de todos e onde as vozes da tradição e da contemporaneidade sejam ouvidas e celebradas. A beleza e a poesia tem seu papel fundamental nesse novo caminho que começamos a trilhar. Essa é a missão que nos colocamos.
Realização do I CICLO – Circuito de Artes e Conceitos de Londrina, um evento oriundo do FILO – Festival Internacional de Londrina que ao longo dos anos vem perdendo sua força de ação e interação. No sentido de oxigenar o processo na edição de 2019 do FILO foi realizado o Fórum Curando de onde surgem os pilares para a realização de um novo Festival que se alimenta de seu passado prospectando o futuro, não perdendo de vista a perspectiva de que os patrimônios culturais, sejam eles materiais ou imateriais, pertencem à comunidade como um todo e não a um grupo ou pessoa. Juntam-se a esta proposta profissionais que participaram do FILO desde sua internacionalização, jovens produtores, críticos, pesquisadores e pensadores das artes cênicas, além da parceria acadêmica com o projeto de extensão PROPOCULT – Interfaces entre Universidades e Movimentos Culturais de Londrina da UEL. O Grupo Workcenter Grotowski and Thomas Richards / OPEN PROGRAM será o catalizador dessa edição promovendo por meio de encontros com grupos culturais de Londrina e região a troca de saberes, práticas e criações. Ao longo deste percurso, serão realizadas, uma série de atividades buscando o contágio e a troca de saberes entre os trabalhos cultivados pelo Open Program e os desenvolvidos e vivenciados por cada um de seus pares em Londrina e região – Grupo de Folia de Reis Mensageiros da Paz, Maracatu Semente de Angola, Pisada da Jurema, Aldeia Kaigang Apucaraninha, Black Divas (Conselho da Diversidade Racial), Assentamento Eli Vive, grupos culturais das etnias japonesa, indiana e árabe, que serão visitados nos caminhos deste projeto. Farão parte desta residência artística: a realização de workshops-montagem, apresentações de espetáculos e filmes, encontros com comunidades culturais, grupos teatrais amadores e profissionais, estudantes e professores universitários, assim como com o público interessado, através de atividades públicas, sendo a maioria delas gratuitas. Em seu histórico de pioneirismos e ousadias nas práticas e pensamentos do quão um festival de artes cênicas pode ser relevante para a cidadania em termos socioculturais e de perspectivas culturais, extraímos da memória do FILO, ou seja, de nossa própria memória, o restabelecimento da força vital para não esmorecer. O desafio do qual não nos furtamos está em como difundir a singularidade da história do FILO. O CICLO se propõe a avançar na percepção, no entendimento das novas configurações do que somos, nós, seres humanos, e as pautas indenitárias que perpassam as questões de gênero, de raça, de orientação sexual e de religião num Estado laico, como assegura a Constituição. Já não nos importa uma nomenclatura, somos fieis a história de luta que ajudamos a construir. O CICLO pretende ser, a exemplo do que já foi o FILO, uma tribuna aberta à discussão, a alegria, a beleza a ao pensamento. É preciso enxergar, com outros olhos, as mudanças que se apresentam acerca do que é o ser humano em nossos dias. Propomos um Festival que proporcione ao público experiências em teatro, dança, performances, intervenções e ações conexas, formativas e reflexivas, capazes de contribuir para o desenvolvimento desse projeto maior chamado Povo Brasileiro, vide o livro homônimo de Darcy Ribeiro. Em nossa primeira edição além da participação do Workcenter Grotowski and Thomas Richards / OPEN PROGRAM, que complementa as possibilidades de intercâmbios entre artistas locais e de fora; de atividades formativas que visem à construção de trabalhos, serão convidados quatro grupos com identidade latina: um do México a ser selecionado, um do Chile, um do Uruguai e um da Bolívia. Paralelamente será lançado um edital para grupos nacionais e locais que se alinhem com a proposta do CICLO 2020. Destacamos ainda que trabalharemos com uma equipe que foi formada pelo próprio Festival Internacional de Londrina nas áreas técnicas e de produção. A Palipalan Arte e Cultura, empresa criada e administrada por Patricia Braga Alves e Maria Fernanda Coelho que ajudaram a construir o FILO, foi responsável, na última edição do FILO por sua coordenação e direção de produção, sendo que como empresa vinha colaborando com o Festival nos últimos quatro anos de maneira mais contundente. Na última edição a Palipalan foi a proponente e administradora do projeto aprovado pela Lei Rouanet. A partir de uma enorme rede trabalhamos no sentido de reestabelecer a credibilidade do Festival. Em 2019 conseguimos realizar um Festival com orçamento reduzido, porém com ações fundamentais para repensar o evento. Infelizmente a atual mantenedora do Festival, abre mão de nossa colaboração e parceria, mas nós não abrimos mão de uma história que não pode ser esquecida e tampouco desrespeitada. Assim surge o CICLO.
Serão utilizados através, de requerimento oficial e previa locação, três teatros devidamente equipados. A organização do projeto informará aos artistas que a necessidade de locação em equipamento direcionado para seu espetáculo deve ser mínima. Além disso uma robusta e bem treinada equipe de técnicos do festival em cada local se responsabilizará para que as necessidades artísticas de cada projeto sejam respeitadas. As atividades seminário, encontros e palestras que forem realizadas serão alocadas em salas de teatro e vilas culturais da cidade que tenham formato para estas atividades quando não forem realizadas nos três teatros citados anteriormente. Três das atividades especificas serão realizadas em seus locais de origem sem nenhuma interferência técnica respeitando as condições das “casas” que nos receberão: Assentamento Eli Vive (distrito de Lerrovile), Grupo de Folia de Reis Mensageiros da Paz (Zona norte de Londrina, residência do Embaixador do grupo) e Terra Indígena Apucarana, Posto Indígena Apucaraninha, Posto Indígena Xavier da Silva (município de Apucarana) Atividades como o Gran Bazar, realizado ao aberto, contará com uma estrutura razoável de box truss e técnica necessária para a sua realização. Uma boa avalição do perímetro do local definirá a necessidade de banheiros químicos e outros recursos a serem utilizados.
PRODUTO: MOSTRA DE ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, nos locais das apresentações; DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem nos espetáculos internacionais, e intérprete de libras em cinco espetáculos, entre os internacionais, nacionais e locais a serem apresentados. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: OFICINAS/ENCONTROS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc;
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura. No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito a cultura tangencia diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo. O acesso à cultura e a arte está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Pela arte, pensamentos tomam forma e ideais de culturas e etnias têm a oportunidade de serem apreciados pela sociedade no seu todo. Assim, o conceito de arte está ligado à história do homem e do mundo, porém não está preso necessariamente a determinado contexto, é essencialmente mutável.A arte possibilita um diálogo com quem a observa, cria situações que podem se tornar desafiantes para o apreciador e, algumas vezes, os materiais utilizados na própria composição propõem uma reflexão sobre o significado da arte. A arte promove a reflexão sobre as reais necessidades da sociedade. Portanto a arte é importante força promotora de mudanças. Assim, não há como pensar na erradicação da pobreza sem levarmos em conta o papel que a arte e a cultura desempenham neste processo, sem pensarmos no quanto elas são fundamentais na promoção da saúde e do bem estar, no quanto elas podem contribuir para a inclusão e a equidade de direitos, inclusive os direitos a educação e a igualdade de gênero, sem contar seu papel no desenvolvimento econômico sustentável. O CICLO promoverá, por meio da arte, a reflexão sobre as condições de vida e dos modos de produção em cada um dos espaços – Vilas Culturais, região rural, periferia e tribo indígena - que visitar. Promoveremos ainda a democratização do acesso por meio da descentralização de suas atividades artísticas e formativas. Mas a promoção da arte e da cultura como direito se dá, também, em ações como a tradução em libras, os ingressos gratuitos para grupos específicos (idosos, estudantes do EJA* e apoiadores e patrocinadores) as rodas de conversa entre artistas participantes e público, criadores internacionais e locais, a contratação de profissionais de Londrina formados pelo FILO, Curso de Artes Cências da UEL e Escola Municipal de Teatro, valorizando, dessa forma, os profissionais locais e fomentando a troca de conhecimentos entre os participantes da equipe. Serão praticados valores populares nos ingressos - R$ 20,00 e R$ 10,00 - proporcionando um acesso possível monetariamente ao público interessado. 10% dos ingressos serão distribuidos para os patrocinadores e apoiadores e aos grupos específicos citados anteriormente. Todos os participantes e equipes do CICLO terão direito a ingressos gratuitos no sentido de provocar, como deve ser, a sensação de pertencimento. Serão abertas 10 vagas para que estudantes e professsores da área das artes cênicas e demais interessados para acompanhar os processos a serem desenvolvidos pelo Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Open Program e grupos culturais regionais.
A Palipalan Arte e Cultura, através de suas sócias e colaboradores é idealizadora do projeto e fará a direção do geral do projeto assim como a coordenação de produção. § Fará a contratação de profissionais que possam realizar e administrar o projeto de maneira eficiente;§ Realizará reuniões periódicas com os curadores para a escolha das companhias internacionais que participarão do projeto e para a realização do edital de chamamento dos grupos nacionais e locais;§ Manterá contato com o grupo catalizador para melhor elaboração e preparação das atividades elencadas;§ Articulará junto às instituições estaduais e municipais ações que contribuam para o crescimento e aprofundamento do projeto;§ Fará, junto a outros profissionais, a captação de recursos financeiros para o projeto;§ Buscará apoios institucionais para a afirmação e capilarizarão do projeto no município e região ;§ Acompanhará em todos os momentos todas as fases e particularidades do projeto sejam elas de ordem financeira, logística ou artística.§ Junto aos profissionais contratados prestará contas e fará os relatórios necessários para a comprovação do projeto para fins desta Lei de Incentivo como para outros patrocinadores.PALIPALAN ARTE E CULTURA - Uma empresa de artistas e produtores que concebe e realiza projetos artístico-culturais, de entretenimento e corporativos. Nossos trabalhos são realizados com criatividade, paixão, profissionalismo, competência e ousadia. Com ética e seriedade levamos satisfação aos nossos clientes e parceiros. Trabalhar com arte e cultura demanda estratégia, transparência, contatos, repertório e experiência. Elementos que reunimos para idealizar, elaborar e administrar projetos culturais, gerenciar turnês nacionais e internacionais, captar recursos, dirigir e produzir eventos de pequeno, médio e grande porte. Trabalhamos com consultoria de conteúdo cultural para empresas, grupos e artistas. Nossa atuação também é uma arte, a serviço da qual colocamos uma minuciosa estrutura, imprimindo um processo de visibilidade, respeito e credibilidade no trabalho desenvolvido. Criada em 2009 a Palipalan Arte e Cultura nasceu sob o signo da experiência de amigos e parceiros de longa data. São sócias da Palipalan Arte e Cultura :MARIA FERNANDA MACHADO VAZ PINTO COELHO - Produtora, diretora e atriz, iniciou suas atividades teatrais em Bauru (São Paulo) e transferiu-se para Londrina, em 1981, onde integrou o Grupo Proteu. Foi chefe da Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina UEL, membro da Comissão Organizadora do Festival Internacional de Londrina, sendo um dos membros do grupo fundador, no qual trabalhou por cerca de 20 anos, sendo sua coordenadora por quatro anos. No período em atuou no Festival teve a oportunidade de produzir artistas como Kazuo Ohno(Japão), Odin Teatret (Dinamarca), Yuyachkani (Peru), David Dorfman Dance (EUA), Stuffed Puppet Theatre (Holanda), Semola (Espanha), Wim Vanderkeibus (Bélgica), Ilotopie (França), entre outros. Em 1998, foi convidada pela Reitoria da Universidade Estadual de Londrina para compor a comissão de criação do Curso de Artes Cênicas da instituição. Em 2002 foi convidada pela Prefeitura Municipal de Londrina para implementar o Programa Rede da Cidadania. Em 2005 transferiu-se para a Europa e criou em Antuérpia (Bélgica) o grupo Noisette, que em dois anos e meio de atividades produziu quatro espetáculos. Em 2008 retornou ao Brasil e fixou residência em São Paulo, onde foi sócia fundadora da Palipalan Arte e Cultura produtora voltada para o mercado da arte e da cultura . PATRICIA BRAGA ALVES - Atuando desde 1988 na área cultural, começou sua carreira no Grupo Proteu e na produção do Festival Internacional de Londrina. Em 1991 transfere-se para Holstebro, Dinamarca, onde começa sua colaboração com o Odin Teatret, dirigido por Eugenio Barba, assumindo em 1993 o cargo de diretora de turnês e diretora executiva de projetos especiais, com trabalhos realizados em 47 países. Em 2007 retorna ao Brasil e assume a gerência executiva do Lume Teatro, núcleo interdisciplinar da Universidade de Campinas (Unicamp). Em 2008 agenciou a turnê do OdinTeatret em Londrina-Pr (FILO), Brasília (CCBB), São Paulo (SESC) e São José do Rio Preto (SESC), da Cia Ferroviária (Espanha) em Londrina (FILO) e do grupo Farm on the Cave (República Tcheca) em Belo Horizonte (FIT) e Londrina (FILO). Em 2009 muda-se para São Paulo e funda a Palipalan Arte e Cultura, produtora voltada para o mercado da arte e da cultura tendo colaborado desde então com produções do Teatro da Vertigem, Marcia Abujamra, Coletivo Bruto, N.I.Te. – Luiz Valcazaras, BR 116 (Bete Coelho), Débora Duboc, além de desenvolver projetos nacionais e internacionais específicos com o SESC, Prefeitura de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil, SP Escola de Teatro, Centro Cultural dos Correios e Caixa Cultural. Representa e agencia no Brasil grupos internacionais como La Fura dels Bals (Espanha), Odin Teatret (Dinamarca), Hotel Proforma (Dinamarca), Teatro Potlach (Itália), Open Lab/Luca Ruzza (Itália), Teatro DueMondi (Itália), Teatro Tascabiledi Bergamo (Itália), Mariana Percovich (Uruguai), Cia Complot (Uruguai), Biuro Podrozy (Polônia), Hernan Genné (Espanha), Workcenter Grotowski and Thomas Richards(Itália), Alessandro Serra (Italia), Kiknteatr (Bolivia) entre outros. Workcenter Grotowski and Thomas Richards: Considerado um dos mais importantes e influentes praticantes de teatro do século XX, Jerzy Grotowski revolucionou o teatro contemporâneo de várias maneiras. Grotowski mudou a forma como os praticantes de teatro no ocidente e os teóricos em performance concebem a relação audiência-ator, encenação teatral e o ofício de atuar. Talvez mais conhecido por sua noção de "teatro pobre", a prática de Grotowski vai além dos limites do teatro convencional assumindo uma exploração sistemática e de longo prazo das possibilidades do ser humano em um contexto de performance. O Workcenter of Jerzy Grotowski foi fundado em 1986 a convite do Centro per la Sperimentazione e la Ricerca Teatrale de Pontedera, Itália (agora: Fondazione Pontedera Teatro), e seus diretores Roberto Bacci e Carla Pollastrelli. No Workcenter, Grotowski desenvolveu uma linha de "pesquisa em performance" conhecida como Arte como veículo por 13 anos até sua morte em 1999. Dentro desta investigação criativa, ele trabalhou estreitamente com Thomas Richards, quem ele chamou de seu "colaborador essencial", eventualmente mudando o nome do Workcenter de Jerzy Grotowski para incluir o de Richards. Durante esses anos de intenso trabalho prático, Grotowski transmitiu a Richards o fruto de sua pesquisa ao longo da vida, o que ele chamou de "o aspecto interior do trabalho". Grotowski designou a Richards e Mario Biagini, um membro chave da equipe Workcenter desde seus inícios e atualmente seu Diretor Associado, como únicos legatários de seu patrimônio, incluindo todo o seu trabalho escrito, especificando esta designação como uma confirmação de sua "família de trabalho." Desde o falecimento de Grotowski em 1999, Richards e Biagini têm continuado a desenvolver a pesquisa em artes performativas do Workcenter em novas direções.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.