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Realizar o projeto ORQUESTRA BRASILEIRA _ com apresentações de música instrumental pela região sul do país, distribuídos pelas capitais da região e por cidades do Estado de Santa Catarina com a proposta de divulgar a música instrumental brasileira a preços populares para público de todas as idades. Realizar oficinas de práticas musicais em grupo em cidades da circulação.
classificação etária Livre este é uma apresentação de show de musica instrumental Primeiro estudo levantado para repertório para show de estréia da Orquestra Brasiliera 1. Maracatú - Egberto Gismonti 2. Passarim - Tom Jobim 3.Doce de Coco - Jacob do Bandolim 4.Falando de Amor - Tom Jobim 5. Valse - Paulo Jobim 6. Chanson pour Michelle - tOM jOBIM 7.Os Cinco Companheiros - Pixinguinha 8. Agua e Vinho - Egberto Gismonti 9. Vou Vivendo - Pixinguinha 10. Bebê - Hermeto Pachoal 11. Frevo - Egberto Gismonti 12.Melodia Sentimental - Villa Lobos 13. Bachianas 5 - Villa Lobos
Objetivo Geral O Objetivo deste projeto é a criação da Orquestra Brasileira um grupo orquestral com instrumentos que representem a essência da música popular brasileira e atuar principalmente fora do eixo Rio - São Paulo, levando profissionalismo e qualidade para outras regiões do país. Objetivos Especificos 1. Criação da Orquestra Brasileira, 2. Circular com o show ORQUESTRA BRASILEIRA 3. Realizar o lançamento da série de shows com 2 shows na capital sede da Orquestra Brasileira, Florianópolis 4. Realizar um show em cada uma das seguintes capitais dos estados brasileiros, Curitiba e Porto Alegre 5. Realizar um show em cada uma das 6 cidades do estado de Santa Catarina são elas Itajaí, Balneário Camboriú, Lages, Joinville, Joaçaba, Blumenau 6. Ampliar o acesso do publico à cultura, oferecendo shows de qualidade com cota de ingressos promocionais e distribuição estratégica de entrada franca. 7. Além dos shows o projeto contempla como contrapartida social 6 oficinas de praticas musicais em gripo em seis cidades do estado de Santa Catarina a definir 8. Promover ações de formação de plateia em todos os shows que fazem parte do projeto
A música instrumental no país vem perdendo o merecido espaço e prestigio e faz-se necessário formar público e informar estudantes de música, público em geral, assim como reconquistar aquele que ja´ teve ou tem contato com esse estilo musical, pela importância que ele exerce na formação dos músicos e no desenvolvimento da música de modo geral. O projeto Orquestra Brasileira se enquadra no Artigo 1 da lei 8313/91 promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3ºda Lei 8313/91 II- fomento à produção cultura e artística mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A proposta da Orquestra Brasileira pretende ir além de uma apresentação de música instrumental mas também oferecer uma experiência sonora única, de primeira qualidade, com repertório brasileiro, com instrumentistas de excelência. A Orquestra Brasileira é um grupo orquestral com instrumentos que representam a essência da música popular brasileira, tendo como base o conjunto regional que é há um século a base do choro: violões 6 e 7 cordas, bandolim, cavaquinho, flauta, clarinete e percussão, somados ao acordeom e piano, contrabaixo e bateria. O artista Luiz Gustavo Zago, um dos principais personagens da música instrumental no estado de Santa Catarina, e conhecido pelo pioneirismo em buscar diferentes linguagens sonoras, trabalhando desde formação orquestral até o universo da canção popular assume a direção artística da orquestra. Neste território misto entre o rigor erudito e o balanço e leveza da música brasileira surge então a Orquestra Brasileira, importante movimento cultural para o estado de Santa Catarina e toda a região Sul do país. Luis Gustavo Zago traz bagagem e conhecimento para a realização do projeto. Já foi apreciado por grandes plateias quando de suas colaborações com Lenine, Toquinho e Paulinho Moska como em suas apresentações solo e em suas participações como arranjador ou pianista junto a Camerata de Florianópolis e a Orquestra Sinfônica Brasileira. Com a criação da Orquestra Brasileira , um grupo orquestral com instrumentos que representem a essência da música popular brasileira e ao mesmo tempo, usando o método de trabalho da orquestra clássica, teremos a música toda escrita como principal referência para o grupo, trazendo o mesmo rigor e precisão nos ensaios e a organização através de naipes, coordenados por um spalla de cada família de instrumentos, seja de cordas pinças, teclas ou percussão. Justamente pela sua organização sistemática, modelo de estudos de negócios e organizações nos dias de hoje, a orquestra clássica atinge também uma valorização profissional que queremos levar ao músico com a vivência da música popular, trazendo um método de trabalho que o valoriza profissionalmente e consequentemente valoriza a música brasileira perante a sua audiência. A Orquestra Brasileira está surgindo para dar voz aos instrumentos da música brasileira com a mesma potência e força da música clássica. A ideia é trazer elementos do universo clássico como a valorização da música essencialmente escrita, a organização sistemática do grupo e ensaios, trazendo a nobreza e respeitabilidade dos grupos clássicos conjugados à riqueza timbrística e original dos violões, cavaquinho, bandolim, acordeom, piano, percussões e demais instrumentos. A Formação da Orquestra Brasileira é de : 3 Violões 1 contrabaixo acústico 1 cavaquinhos 1 bandolim 1 acordeom 1 piano 2 percussões 1 flauta 1 clarinete O estado de Santa Catarina é um celeiro de excelentes músicos e com esta iniciativa pretende-se não só fortalecer a produção musical do estado mas também abrir novas frentes de trabalho em todas as esferas da realização de um produto cultural de qualidade. O apoio da Lei de incentivo à Cultura é fundamental para a realização deste projeto e assim não só fomentar a produção musical fora dos grandes eixos mas fortalecer a economia criativa e dar visibilidade local e nacional.
Contrapartida social Em atendimento ao disposto no inciso V do art. 22 da IN 2/2019, serão ministradas 6 oficinas oferecidas gratuitamente. As oficinas ocorrerão em 6 cidades do estado de Santa Catarina com intuito de promover, instigar o interesse da educação musical , as cidades atendidas serçao as mesmas onde acontecerão os espetáculos As oficinas serão ministradas pelos músicos atuantes na Orquestra Brasileira
não há
PRODUTO: apresentação show musica instrumental ACESSIBLIDADE FÍSICA : Como medida de acessibilidade aos shows, todas as apresentações acontecem em locais que apresentem acessibilidade física a idosos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, e que disponham de fácil acesso por meio do sistema de transporte público local. Estes públicos têm preferência no acesso ao local do evento, com lugares reservados para a pessoa e acompanhante, nos termos do art. 44, da Lei 13.146/2015. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica CONTRAPARTIDA SOCIAL: oficinas de práticas musicais em grupo ACESSIBILIDADE FISICA : será disponibilizado fácil acesso a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida para participarem da oficina definindo para as práticas, locais de fácil acesso para essa audiência, com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica
Como medida de democratização do acesso, nos termos do Capítulo V, Seção III, da Instrução Normativa MinC 1, de 22/03/2017, o projeto contará com a seguinte quantidade total de ingressos : 4.000 Estes shows tem apresentações previstas da seguinte forma, dois em Florianópolis, um em Curitiba, um Porto Alegre e seis shows distribuídos entre as cidades do estado de Santa Catarina. São elas Itajaí, Blumenau, Joinville, Balneário Camboriú, Lages, Joaçaba Para este projeto, estima-se a distribuição de 4.000 ingressos em quantidade proporcional à capacidade do teatros e espaços que recebem o show em cada cidade, através do seguinte plano: - 30% para distribuição gratuita à população - 10% para distribuição gratuita pelos patrocinadores; - 10% para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; - 50% para comercialização a preços populares, no valor do Vale-Cultura vigente em 2017 (R$ 50,00) 4.000 ingressos - renda total R$ 150.000,00 Em acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania , sera realizado na cidade de Florianópolis s um ensaio aberto para estudantes e professores de música , de escolas públicas, universidades públicas e demais interessados. Para este ensaio estima-se um público de 100 pessoas
A Sala de Produção, empresa proponente do projeto ORQUESTRA BRASILEIRA é responsável pelas atividades ligadas à coordenação geral do projeto, produção executiva e prestação de contas. A empresa é dirigida por Cassia de Souza, produtora cultural com vasta experiência em eventos ligados a vários segmentos da cultura, teatro, música, dança COORDENAÇÃO GERAL Sala de Produção/ proponente 2019 Produção espetáculo Será que é de Éter? direção Ana Luiza Ciscato Direção musical - Luiz Gustavo Zago/ outubro/ teatro Ademir Rosa / Florianópolis 2019: produção local espetáculo - Será que é de Éter? direção Ana Luiza Ciscato Direção Musical - Luiz Gustavo Zago/ julho/ Teatro Sergio Cardoso/ SP 2019: Produção espetáculo Fissura no Piche – direção Luis Arrieta, julho SESC Santo Amaro /SP 2019: Produção espetáculo REVIR direção Joaquim Tomé e Marina Droghetti , estreia abril SESC 24 de maio /SP 2019: Produção espetáculo KIKA Sampaio comemoração 40 anos de carreira / abril Auditório MASP / SP 2018: Produção local Festival Mirada com espetáculo ÑAÑA direção de Claudia Tangoa/ PERU 2018 Produção local Festival Mirada com espetáculo UM MUSEU VIVO DE MEMÓRIAS PEQUENAS E ESQUECIDAS direção Joana Cordeiro/ Portugal 2017: Produção espetáculo A Rainha e seu Lugar direção Andrea Jabor SESI RJ 2016: Produção local para Festival Mirada com espetáculo La Contadora de Películas/ Chile 2016: Produção local para Festival Mirada com espetáculo La Contadora de Películas (Chile) SESC Vila Mariana SP 2016: Produção local para Festival Mirada, com espetáculo LIBERTINO/ Espanha 2014: Produção para o espetáculo Tango a Deus com Luis Arrieta, no 17º Edição Dança e Movimento – Ilha Bela 2014: Produção local da Companhia La Resentida com o espetáculo e La Imaginacion Del Futuro/ Sesc Consolação SP 2014: Produção local da Companhia La Resentida (Chile) com os espetáculos Trantando de Hacer uma obra que Cambie el Mundo e La Imaginacion Del Futuro/ Sesc Ginastico RJ 2014: Produção local para Festival Mirada com espetáculo La Imaginacion del Futuro de Marco Layera, Companhia La Resentida (Chile) 2014: Produção local para Festival Mirada com espetáculo 13 Sueños de Laura Villegas (Colômbia) 2014 Produção Nacional do Projeto Grande Dança Brasil / Ministério da Cultura / Funarte (Copa do Mundo) 2013/2014: Realização do projeto Quintas musicais/Teatro Itália 2014: Estreia do espetáculo 39155 Mutações direção Luis Arrieta 2013: Prêmio Klaus Vianna circulação do espetáculo Profanação, Cia Danças direção Claudia de Souza 2013: Produção do espetáculo a Ponte/SESC Copacabana RJ 2013: Projeto Brasil/Portugal Balé da Cidade de São Paulo espetáculos no teatro São Luís em Lisboa / abril 2013 :Edital Proac circulação 2013 espetáculo a Ponte de Luis Arrieta 2012/2013: Realização projeto Diálogos de Dança edita ocupação Sala Reneé Gumiel Complexo Cultural Funarte São Paulo 2012: Produção local: espetáculo Introduction (Bélgica) de Olga de Soto 2012: Produção do espetáculo Micro Biografias Visíveis do Núcleo Mercearia de Ideias direção Luiz Fernando Bongiovanni 2012; Produção para estréia da temporada do Balé da Cidade de São Paulo com as coreografias OFF SPRING de Lukas Timulak (Holanda) e Tempo Perdido de Renato Vieira (Brasil) 2012: Produção local para Festival Mirada, espetáculo AS GAIVOTAS (Uruguay) 2012: Produção local para Mostra SESC de Artes 2012 para os espetáculos GLOW (Austrália) e Pieza para pequeños (Argentina) de 2012: Representação de companhias internacionais de dança para a I Bienal de Dança de Curitiba, Polish Dance Theater (Polônia), Aspen Santa Fé Ballet (EUA) David Middendorp (Holanda) 2010: Curadoria e administração do teatro Anhembi Morumbi 2010: Produção espetáculo Vestígios direção Marta Soares -prêmio APCA de pesquisa em dança 2010 Produção projeto Jardim Noturno da Cia Maurício de Oliveira e Siameses, prêmio APCA bailarina interprete e escolhido melhor estreia nacional pelo Guia da Folha 2010 Produção espetáculo Fragile direção Maurício de Oliveira prêmio melhor espetáculo XI Festival Cultura Inglesa A proponente será remunerada através das atividades de produção executiva, coordenação geral, bem como por trabalho executado relacionado às atividades de administração e prestação de contas do projeto. Curriculos dos integrantes da fcha técnica DIREÇÂO ARTÍSTICA , ARRANJADOR, MÚSICO - Luiz Gustavo Zago Pianista, compositor e arranjador, atualmente são um dos principais nomes da música catarinense, seja pela intenção atuação em palcos e estúdios, quanto pela diversidade de gêneros e estilos musicais que transita. Recebeu da Academia Catarinense de Letras e Artes o prêmio “Edino Krieger” como personalidade musical no ano de 2011 no Estado, o troféu “Franklin Cascaes”, em 2009, pela direção musical do espetáculo “50 Anos de Bossa Nova”, além de vencer a 1ª e a 3ª edições do Festival de Música do SESC (SC), respectivamente como pianista e compositor Sua discografia inclui o disco solo “Até Amanhã”, lançado em 2010, no qual mostra seu trabalho como compositor em 10 faixas que trazem referências de bossa nova, MPB e jazz, acompanhado de baixo, bateria, sopros e violões, além da participação especial do aclamado clarinetista Nailor “Proveta” Azevedo, trabalho este que originou o DVD homônimo, gravado em 2012 ao vivo no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis (SC). Inclui também o CD “MusaDiversa”, lançado em 2011 pelo grupo formado por Zago (piano), Felipe Coelho (violão de 7 cordas), Rafael Calegari (baixo), Mauro Borghezan (bateria) e Maycon Souza (sax), com inspiração no jazz contemporâneo e world music, trazendo cruzamentos entre cultura ocidental e oriental e diálogos entre o jazz brasileiro e o universal. Este trabalho culminou com uma turnê pelo sul dos EUA em março/2013, com concertos nos Estados da Geórgia e Alabama. Entre os concertos realizados, além das turnês com os shows dos discos lançados, em 2014 viajou com a turnê “De Jobim a Piazzolla” com obras de inspiração clássica desses compositores, com excelente repercussão do público. Foi solista do concerto de abertura da temporada 2011 da Camerata Florianópolis, com a obra “Rhapsody in Blue”, de Gernshwim. Colabora ainda com o Auditório Jurerê Classic desde 2010, realizando concertos, seja com seu trio, ou de piano solo, trazendo composições próprias e standards de jazz e música brasileira. Como arranjador, foi responsável pela série “Camerata in Jazz”, lançada em 2011, com um concerto anual com a referida orquestra e seu trio, interpretando e arranjando para grupo e orquestra standards de música americana e peças clássicas com roupagem jazzística. Em 2013 inaugurou a série “Canção” com a mesma formação, interpretando e arranjando obras de artistas e compositores catarinenses, com grande repercussão no público e nas mídias sociais. Como pianista e diretor musical, tem participação em mais de 50 CDs de artistas catarinenses, tendo entre suas principais produções os quatro discos do compositor Sílvio Mansani, os discos de estreia das cantoras Tereza Virgínia, Cláudia Passos e Daiana D’Ávila. Produz ainda trilhas sonoras, com destaque para o filme “JK no Exílio” (2011), uma produção Brasil-França, com elogiosas críticas sobre a trilha sonora. PRODUÇÃO EXECUTIVA – Cassia de Souza Cassia de Souza - produtora cultural com mais de 25 anos de experiência em produção de espetáculos, shows, eventos e projetos culturais. Atuou nos programas de Fomento à Dança para cidade de São Paulo, PROAC (Programa de Ação Cultural) Circulação e Criação, Circuito SESI , Virada Cultural Paulista e Virada Cultural, Prêmio Klaus Vianna e projetos com SESC São Paulo/SP (capital e interior) e Rio de Janeiro. Participou de diversas comissões de seleção para editais de artes cênicas( Klauss Vianna, edital de ocupação da Sala Renné Gummiel, Boticário na Dança. Diretora na produção do projeto Grande Dança Brasil durante a Copa do Mundo Fifa 2014. Projeto idealizado pelo Ministério da Cultura e Funarte com 48 Flash Mobs realizados por 12 cidades do País Curadora do projeto Quintas Musicais, juntamente com o músico percurssionitsa Caito Marcondes com shows semanais de música, realizados no Teatro Itália / São Paulo desde 2012 Realizou a turnê do Balé da Cidade de São Paulo para Portugal no ano Brasil em Portugal/ 2013 (MINC) Representante do coreógrafo holandês Lukas Timulak. Produtora da temporada de 2012 do Balé da Cidade de São Paulo com estréia no Theatro Municipal de São Paulo com as coreografias OFF Spring de Lukas Timulak (Holanda) e Ter Alado de Renato Vieira (Brasil) Produtora e curadora do projeto Diálogos de Dança, realizado na sala Renné Gummiel no Complexo Cultural da Funarte (2012/2013). O projeto contemplou 24 espetáculos de dança de diversas companhias de várias regiões do País, cursos regulares de dança contemporânea, hip-hop, dança de salão, workshops de movimento, sessões de cinemas com programação exclusivamente de dança, palestras com profissionais de relevância no cenário da dança nacional e residências artísticas. Trabalhou no Mato Grosso do Sul, Campo Grande com o projeto “Arte no Mato” em parceria com a Fapec - Fundação de Apoio a Pesquisa e Ensino e Cultura do Estado com o objetivo de estimular a formação de novas platéias no Estado. Realizou show do cantor Daniel no Estádio do Morenão para 15 mil pessoas Idealizadora do projeto Dança em Nova York intercâmbio entre Brasil e EUA desde o ano de 92. Realizou a produção para diversos espetáculo internacionais de renomados diretores tais como: Ñaña (Perú), Um Museu Vivo de Memórias pequebs e Esquecidas (Portugal) La Contadora de Peliculas (Chile) LIBERTINO (Espanha) 13 Suenõs (Colômbia) , La Imaginación del Futuro (Chile), Trantando de Hacer uma Obra que Cambie el Mundo da companhia La Resentida (Chile) Glow (Austrália) , Pieza para El Ninos (Argentina), In Introduction de Olga de Soto (Bélgica), Chaika (Uruguay) Curriculo dos músicos ja confirmados na orquestra MÚSICO- Alexandre Homem - Alexandre é natural de Florianópolis/SC. Percussionista que atua como professor e músico em grupos de chorinho, samba, salsa e maracatu, ministrou diversas oficinas de percussão no estado de Santa Catarina. Integrante e fundador do grupo Tijuquera, participou de diversas oficinas de percussão brasileira com os músicos Guello, Eder O'Rocha, Glen Vélez e Armando Marçal, entre outros. Em 2000, no Rio de Janeiro, foi aluno de Marcos Suzano (pandeiro brasileiro) e do baterista Guilherme Gonçalves (o ritmo pelas suas subdivisões). Durante dois anos e meio, fez parte do Rio Maracatu, por meio do qual atuou como professor, ministrando aulas no Centro Cultural Fundação Progresso (Circo Voador/RJ), no Centro Cultural Maracatu Brasil e na Sala Funarte. No Rio Maracatu, foi músico do primeiro-time de apresentações em shows na Bahia, Minas Gerais e por todo o Rio de Janeiro. Em 2011, foi coautor do livro O Berimbau e ministrou oficina de percussão na 38º Encontro de Artes (ENARTE - Universidade Federal do Pará - Belém/PA). Em 2013, participou do Rhythm World 23 — organizado pela instituição Chicago Human Rhythm Project —, como percussionista do grupo de sapateado Cia Trupe Toe. Desde 2014 atua como percussionista no show conjunto de Lenine e a Camerata de Florianópolis. Cursou percussão na Escola Livre de Música, uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis que oferece à população acesso a cursos de musicalização e de instrumentos, entre outras atividades culturais, com o intuito de contribuir para a profissionalização do mercado musical na Capital. Participou da turnê da Brass Groove Brasil na Itália em fev/2018. Tocou com o Francês Denis Collins no Jurerê Jazz Festival em Abril e Maio/18. Em junho/18 tocou com Alegre Corrêa, Pipoquinha e Filó Machado no Clube 55. Nesse mesmo mês tocou com Martinália no Acústico Brognoli e com o Português Mário Moita ambos no CIC – Centro integrado de Cultura. E fechando o mês viajou para Suíça para participar do Jazz Ascona com o Trio Luiz Meira. MÚSICO - Cristian Faig Cristian Faig é flautista e cantor formado em flauta transversal clássica pelo Conservatório Carlos Lopez Buchardo de Buenos Aires em 2004 (Professor Superior de musica) e desde então vem realizando uma carreira alternada entre as performances eruditas e populares destacando o interesse e desenvolvimento de uma linguagem de improviso que combina influências de tango, jazz, folclore argentino, flamenco e musica brasileira. 1998-2000 Começou sua carreira como musico profissional em 1997 quando conformou o quarteto de Tango jovem Nuevo Siglo onde se apressentaram em tradicionais festivais e teatros da Cidade portenha (centro cultural San Martin, Café Tortoni, Oliverio Always, centro cultural Borges, etc). 2001- Trabalhou na orquestra típica de tango “Silencio” (Basel) regida pelo pianista e arranjador Roger Helou e junto ao violonista Lucas Kohan nas cidades de Gotemburg, Amsterdam, Rotterdam, Malmo,Salzburg,Zurich, Davos, Bern, Barcelona, Mallorca com o duo "El estuche". 2002 - 2003 Se Radica pela primeira vez no Brasil, nas cidades de: Paraty, Ouro Preto e Salvador (Bahia); participando de vários cursos e oficinas de música brasileira e improvisação dentre eles os festivas de Curitiba com o mestre Michel Debost. E em pratica de chorinho com a flautista Zelia Brandao (Curitiba) Duo com o violonista Mario Ulloa (Costa Rica) em Salvador, Bahia. 2004 - Finaliza seus estudos em Buenos Aires com o professor superior de música com o professor Pablo Levin substituindo neste ano ao flautista Oscar Pilusso na estreia mundial da obra Tanka (GuidiDrei) para flauta e soprano no salão dourado do teatro Colón. 2005 -2007 Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA), Camerata Florianópolis, em ambas desempenhando como primeiro flautista. Conforma oTrio Ponteio (nativista-tango-folclore) composições próprias ,Rio Vermelho (MPB) composições próprias e participando de varias turnês contratadas pelo SESC no interior de Santa Catarina, no Cascavel Jazz festival e com o quarteto Rio Vermelho . 2008 - Turnê de 20 concertos com o Trio Ponteio pelo Estado de Santa Catarina contratados pelo SESC. Em 2009 - Lançamento dos CDs: Bicicleta com o trio Ponteio e Dois Mundos com Rio Vermelho ambos compostos integralmente por composições dos respetivos grupos e Turnê do Sesc com Rio vermelho. Em 2010 - Participação no Cascavel Jazz Festival com o quarteto Rio Vermelho e no CD Ate amanhã junto ao Pianista Luiz G. Zago e apresentação em Camboriú junto a Macos Dalmacio (viola) e Marcus Llerena. 2011-2012 - Se translada a Minas Gerais para realizar a preparação e treino de corais e estudar o valor curativo do canto com a Mestra húngara Suzanna Nagy. 2013-2014 – Retorna para Florianópolis e estabelece o foco na carreira de flautista e em duo com o violonista e professor Marcos P. Dalmacio, juntos apresentam concertos temáticos e didáticos dos períodos renascentista, barroco, clássico, romântico e do século XX, com repertórios originais para a formação de flauta e violão Respeitando ao Máximo as combinações instrumentais de cada período, e no projeto Cordas da Ilha, onde em novembro 2013 fez o solo do concerto em Re menor de C.P.E Bach. E participa da opera Carmen junto a Camerata Florianopolis no CIC. Participa durante estes dois anos do Tributo a Paco de Lucia (flamenco) do Lançamento do CD Escolhas junto ao violonista Leandro Fortes.com o elenco a camerata Florianópolis com a Opera as Bodas de Fígaro no Teatro de Chapecó. 2015 - 2017 Realizou o solo do concerto La Notte de Vivaldi, acompanhando da Câmerata Florianólis,. Gravações de Cds como participantes dos compositores - Cassio Moura, Christiann Brenner, Leandro Fortes sexteto. Turnês com Christian Brenner quinteto e com Cássio Moura em Joinville, Itajaí, Porto Alegre. Participa do Rock´n Rio Junto a Camerata Florianópolis e o solista Steve Vai. Lança seu primeiro disco solista “Panorâmico” com obras para flauta solo. 2018-19 Integra o Alegre Corrêa sexteto, em turnê por São Paulo e porto Alegre Participa da estreia mundial da Opera Frankestein de Alberto Heller, junto a Camerata Florianópolis, Se apresenta junto ao Pianista Abel Rogantini no Festival Jazzología de Buenos Aires no teatro San Martín. Lança os CDs “Imagens” com o Leo Garcia Quarteto e o CD “Lealdade” de Cassio moura grupo, na categoria de musica de câmera lança Hidden Masterpieces, com o duo “ Cor dos ventos”. MÚSICO - Carlos Romão Natural de Florianópolis, Duh cresceu em um ambiente onde o samba e o choro faziam parte do seu contexto familiar, a partir dos 14 anos iniciou seus estudos de cavaquinho primeiramente com Andy do Cavaco e posteriormente com Wagner Segura. Tocou com diversos grupo de de samba e pagode e também esteve sempre envolvido com as escolas de samba. Aos 22 anos se muda para Europa residindo em Genbra, na Suiça atuando em diversas cidades da Europa como Lausanne, Genebra, Zuruich, Milano, Basel entre outras. Seu principal trabalho na Europa foi no Festival de Montreux- Bateau ano 2007. De volta ao Brasil, voltou a trabalhar com samba , pagode, choro e escolas de samba, acompanhou diversos artistas desse gênero como : Neguinho da Beija Flor, Iara Rocha, Eliana de Lima, Marquinhos Santana, Salgadinho , Ferrugem entre outros É formado em Licenciatura pela UDESC e em seu período acadêmico faz parte do Grupo Choro Ilhado e o Grupo Afro latino. Atualmente é mestrando na área de Teoria e História de Pós Graduação em Música da UDESC MÚSICO - Lucas Martinez Lucas Martinez é guitarrista formado pelo CODARTS Conservatório de Rotterdam (Holanda). Também atua como bandolinista, violonista, baixista, compositor, arranjador e professor de música desde 2005, tendo tocado em grupos de diversos estilos musicais, variando do jazz tradicional à MPB, passando também pelo blues, rock, pop, soul, world music, samba e choro. Seu música pode ser descrita como moderna e tradicional ao mesmo tempo, por mesclar diversas influências de estilos tradicionais com uma concepção contemporânea. Além de seu trabalho autoral, participa de diversos projetos musicais como Os Respeitáveis Jazz Trio, Curva de Rio, Thomas Pessoa & Os Subutilizados e Flora Cruz. MÚSICO - RAFAEL PETRY Rafael Petry é um dos grandes representantes da nova geração do acordeon brasileiro. De fato, recebeu o prêmio de melhor acordeonista do Brasil (competição Roland 2012) e estava entre os dez finalistas da final mundial na Itália. Formado em Licenciatura em Música pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). É Professor de Acordeon e Piano há 16 anos, conhecido por possuir uma metodologia própria, moderna e prática. Paralelo à carreira artística atua também como professor de Piano, Acordeon e Preparatório teórico no Conservatório de música popular de Itajaí Carlinhos Niehues. Na bagagem traz cursos extracurriculares como Regência, Harmonia Funcional Moderna, Participa como professor e músico convidado de importantes festivais de música no Brasil e também no exterior. Seu trabalho autoral é voltado para a Música Instrumental Brasileira participando ativamente do cenário da música independente com seu próprio grupo Rafael Petry Quarteto. É solista convidado da Orquestra de Câmara de Jaraguá do Sul, com quem realizou diversas turnês européias (Holanda, Alemanha, Itália, Austria). Integrante do grupo Ricardo Pauletti Trio com turnês nacional e internacionais (Paris, Chile). MÚSICO - Richard Montano Richard Montano é um dos bateristas mais requisitados e respeitados de Santa Catarina, pelo seu profissionalismo e por sua maneira de se expressar criativamente de forma harmônica e rítmica dentro de vários contextos musicais. A música entrou em sua vida desde que ele se entende por gente. Na infância, várias panelas, bancos e canetas foram destruídos, e na adolescência ouvia muito som. Era ligado em bandas como Led Zeppelin, Beatles, Rolling Stones, Yes, Zappa e muitos outros, principalmente nos bateristas. A partir de 1990, Richard já estava com a primeira banda fazendo shows pelos bares de Florianópolis. Nesta época era morador do bairro Saco Grande I, atualmente João Paulo, bairro que se tornaria celeiro e embrião de músicos de grande relevância na música catarinense como: Dazaranha, Tijuqueira, entre outros. Richard seguiu seu caminho como baterista freelancer e em seguida se juntou à tradicional banda de baile Stagium 10, que foi uma grande escola. Após quase 2 anos de baile, optou por participar de trabalhos com artistas catarinenses como: Valdir Agostinho, Elizah e Guinha Ramires, Janet e Joel Brito, Célio Balona e toda cena musical de Florianópolis. Tocando na noite de Florianópolis conheceu seus mentores musicais, em uma delas na Jam Session Itapema FM, presenciou uma apresentação onde estavam Guinha Ramires e Lourival Galliane (Toucinho), nunca tinha visto um som tão enérgico e swingado, que mudou completamente sua vida. De 1995 à 1998 teve a oportunidade de estudar com conceituado baterista Kiko Freitas. Em 1999, Richard se mudou para São Paulo em busca de novos horizontes, e por lá permaneceu por 15 anos. Nesse período, atuou em shows ao lado de artistas nacionais e internacionais como: Carlos Malta, Carlos Navas, Rosa Maria Collin, Patrícia Marx, Leandro Bonfim, Babi (atriz e apresentadora de TV), Sindicato BR, Clara Moreno, Beto Bertrami, Thiago do Espírito Santo, Letícia Oliveira, Nuno Mindelis, J.J. Jackson (EUA), Deacon Jones (EUA), Mathew Robinson (EUA), Marcos Otaviano, Flávio Guimarães, Rastapé, Biba Chuqui, Iris Salvagnini, Adriana Peixoto, Thiago Cerveira, Renato Consorte, Izy Gordon, Graça Cunha, entre outros. Com o guitarrista Nuno Mindelis, fez apresentações nas principais casas noturnas de São Paulo, em várias capitais e cidades do Brasil. Além disso, participou de programas de TV e de vários Festivais de Jazz e Blues, dentre eles o 22nd Edition of the Festival International de Jazz de Montréal (Canadá – julho/01). O lançamento (Brasil, Europa e EUA) em 2004 do “Twelve Hours”, álbum do guitarrista Nuno Mindelis, que conta com a participação integral do baterista, resultou em apresentações na Europa, em outubro/04, passando pela França, Bélgica e Holanda. Em 2007, com o cantor J.J. Jackson, tour pelo Brasil e várias cidades de Portugal. O ano de 2011 foi marcado pela tour “Tudo Azul” com Carlos Malta Quarteto, por seis cidades do norte e nordeste, com shows e oficinais, realizado pela produtora Diversão e Arte com patrocínio do Ministério da Cultura e da Petrobrás através da Lei de Incentivo à Cultura. Iniciou o ano de 2013 com o lançamento do DVD “A Night at Maxwell St.” de Amleto Barboni e seguiu com concertos de Carlos Malta Quarteto em Lisboa (Portugal) e Zeka Lopes em Nantes (França). E, além disso, matéria sobre a trajetória musical na Revista Modern Drummer – Edição Setembro/2013. Em 2014, retornou a Florianópolis e voltou a trabalhar com artistas catarinenses tais como: Luiz Gustavo Zago, Camerata Florianópolis, Guinha Ramires, Alegre Correa, Felipe Coelho, Leandro Fortes, Daiana D’Ávila, entre outros, além de simultaneamente atuar em São Paulo com Carlos Malta Quarteto. Neste mesmo ano participou da décima edição do espetáculo Acústico Brognoli (Sons do Mundo) ao lado de artistas como Hermeto Pascoal, Renato Borghetti, Alegre Correa, Guinha Ramires, Dudu Fileti entre outros. Em 2016, Richard gravou o CD Hora Certa do premiado compositor Felipe Coelho resultando no espetáculo que rodou com shows os estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Com este mesmo espetáculo Felipe Coelho Trio foi premiado pelo Circuito Sesc de Música o que resultou em vários shows pelos Sesc de Santa Catarina no ano de 2018. Em 2017, participou do show Zeca Baleiro e Camerata Florianópolis que devido ao sucesso se repetiu em 2019. Richard gravou em 2018, o CD Momentum de Luiz Gustavo Zago, um dos artistas mais consolidados da cena musical catarinense. O álbum chega ao mercado acompanhado do vídeo clipe do single “Inverno”. MÚSICO - Tiê Pereira Tie Pereira, natural de Joinville iniciou seus estudos no baixo elétrico com o professor Carlos Ribeiro Junior em Florianopolis. Aos 27 anos, ingressa no renomado Codarts - Conservatório na Holanda para aprofundar seus estudos tanto no baixo elétrico como acústico com os professores Jeroen Vierdag e Stefan Lievestro. Residindo na Holanda por 6 anos, Tie fez parte de grupos de diversas vertentes e realizou turnês pela Europa e Ásia. Tocou em importantes festivais como o North Sea Jazz Festival (Holanda), Koktebel Jazz Festival (Ucrânia), dentre outros. De volta ao Brasil em 2013, Tie vem atuando ao lado de importantes músicos da cena catarinense como o violonista Felipe Coelho e Luiz Gustavo Zago, além de desenvolver seu trabalho autoral, o Coletivo T.AE
PROJETO ARQUIVADO.