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PRONAC 201104Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

PALHAÇOS SEM JUÍZO - INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS NO PODER JUDICIÁRIO

SORAYA OCANHA AGE SAIDE MOURA
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 18,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

9.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-07
Término

Resumo

Realizar intervenções artísticas semanais em três fóruns criminais onde há a presença de crianças e adolescentes vítimas de abuso ou violência sexual, violência doméstica ou envolvidas em casos relacionados; Realizar encontros artísticos para levantamento de pesquisa, material cênico e registro e por fim,realizar oficinas artísticas de criatividade, para professores da rede pública e para adolescentes e jovens de abrigos das regiões do entorno dos fóruns.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Através do palhaço, de sua lógica obliqua, apresentar o funcionamento do dia a dia de fóruns Judiciais para crianças e adolescentes, de uma maneira lúdica para que se reconheçam num espaço avesso a eles, sisudo e tão mais apropriado ao mundo adulto. Dessa maneira contribuir para que se sintam acolhidos, pertencentes, com direitos, cidadãos. O que impacta positivamente todo entorno, pais, familiares e funcionários das varas e setores. Levar o acesso a arte a um ambiente complexo e num momento delicado de crianças, adolescentes e seus familiares, que estão lá para conhecer ou darem seus depoimentos. A arte tem um papel sutil e original, possibilita ressignificar os episódios da vida. Fomentar a formação de público e sensibilizar para um olhar artístico, através do contato e do convívio com outras manifestações artísticas promovidas pelo palhaço, que se apoia em várias expertises como a música, a contação de histórias, manipulação de bonecos e o improviso, base das intervenções. O palhaço como figura dramática, está relacionado com a vulnerabilidade, o erro, encarnando muitas vezes o perdedor, num jogo de autoridade e quebra dela, por que ele espelha a humanidade. Para tanto trabalha com cinco pilares fundamentais da linguagem: a verdade, o amor, o temor, a crítica e a graça. Objetivos Específicos 1. Uma vez por semana dois palhaços se apresentarão como assistentes da Juíza, percorrendo corredores e salas das Varas da Violência Doméstica, Vara da Infância e Juventude e SANCTVS, para atuar junto às crianças e adolescentes, que estão ali para depor, testemunhar ou acompanhar seus pais e familiares. Atuar com os adultos, quer sejam pessoas que procuram o Fórum ou foram convocadas para depor, seus familiares, testemunhas, peritos e advogados; Atuar com os funcionários do Fórum: seguranças, juízes, promotores, advogados, pessoal do cartório, da limpeza, psicólogos, assistentes sociais. Os temas trabalhados podem variar muito, de acordo com o interesse, a idade e o entendimento da plateia (e que varia de bebês a pessoas idosas) mas em nenhum momento o motivo que os levou ali, é tema das intervenções. As intervenções serão semanais, no Fórum da Barra Funda, São Miguel, ambos em São Paulo. Um novo fórum será definido para as intervenções artísicas. 2. Realizar um encontro bimestral para levantamento de pesquisa, material cênico e registro _ e uma reunião semestral para avaliação. 4h/dia. 3. Sensibilizar, através de uma oficina de criatividade, professores da rede pública nas regiões dos fóruns que o Projeto Palhaços Sem Juízo atua ou de acordo com a demanda, em espaços cedidos pela comunidade, Céus ou Escolas. 4. oferecer uma oficina de criatividade para adolescentes de abrigos afim de germinar a curiosidade e o interesse para a formação artística. E com isso possibilitar que o jovem tenha mais escolhas e ao mesmo tempo fortalecer o sensível, já que o lúdico e a arte despertam esse aspecto nas pessoas. O brincar tem papel fundamental na constituição do ser humano e a oficina pretende ser um espaço de experiência, troca e reflexão sobre ensino, métodos, vínculos de confiança, de professores, orientadores pedagógicos interessados no assunto. O projeto já conta com a anuência de magistrados e autoridades a autorização da Coordenadoria de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, e tem apoio institucional da Presidência da Corte paulista. E beneficiará mais de 6.000 pessoas durante 2020.

Justificativa

O Palhaços Sem Juízo é um projeto artístico que atua em setores do Poder Judiciário, com vítimas ou testemunhas de abuso e violência sexual e/ou violência doméstica, em sua maioria crianças e jovens. E com todos que compõem os depoimentos, familiares, testemunhas, de ambos os lados, assim como com os acusados, além dos funcionários e visitantes dos fóruns. O que demanda técnica apurada, experiência e refinamento artístico. O projeto já conta com a anuência de magistrados e autoridades do Tribunal de Justiça de São Paulo e beneficiará mais de 6.000 pessoas durante 2020. A Lei de Incentivo à Cultura é uma forma de manter artistas profissionais trabalhando com a constância que essa intervenção pede e a excelência que o público atingido merece. Público que em grande parte não tem acesso à arte, com baixa escolaridade, pouco ou nenhum acesso ao aparato cultural oferecido pelo Estado. A arte é uma forma, uma expressão, uma maneira de entrarmos em contato com a variedade de sentimentos e ações produzidas por um grupo no caso, uma sociedade, um fórum, uma família. Levantar experiências de reconhecimento dessa nossa natureza criativa nos faz mais aptos à diversidade e ao encontro com o outro, com a diferença em si. Uma sociedade inclusiva é mais generosa e mais saudável porque solidária. A arte nos aproxima de nós mesmos e daqueles que encontramos. O palhaço por ser uma figura às avessas, explicita nossas características mais vulneráveis e isso aprofunda um conhecimento da natureza humana. O Estado sendo propositor dessas experiências ficcionais e ao mesmo tempo tão reais se torna cúmplice de uma responsabilidade de cuidado social. Cuidar traz em si o mérito da responsabilidade porque nos revela enquanto agentes, artistas e partícipes das relações que produzimos, seja no encontro com o palhaço, seja na sua comunidade. A aprovação do projeto através da Lei de Incentivo à Cultura corrobora a importância deste projeto inovador e pioneiro. Levar Arte para o Judiciário é tratar o cidadão como tal, realçar o seu pertencimento na sociedade. Que outro valor pode ser comparado à vida senão o da Justiça e o da liberdade? Todas as ações planejadas no projeto estão alinhadas ao que determina a Lei 8.313/91, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Acerca do artigo 3 da Lei 8.313/91, serão alcançados os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural; II - fomento à produção cultural e artística.

Estratégia de execução

OFICINA DE CRIATIVIDADE Uma oficina de Criatividade para professores da rede pública na região de São Miguel Paulista ou Barra Funda. Em espaços cedidos pela comunidade, Céu ou Escola. Duração de 2 meses – 1 encontro semanal de 3h00 cada. Carga horária total de 24 horas 25 vagas 2 formadores Uma oficina de criatividade para adolescentes dos abrigos na região de São Miguel Paulista ou Barra Funda. em espaços cedidos pela comunidade, Céu ou Escola.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

As intervenções artísticas acontecerão em três foruns já adaptados para receber com autonomia e segurança os portadores de necessidades especiais (rampas, corrimões, banheiros adaptados, etc), nos termos do Decreto nº 6.949 de 25 de agosto de 2009.

Democratização do acesso

Todas as intervenções artísticas propostas neste projeto acontecerão de maneira gratuita. A oficina de criatividade que o proponente ministrará para professores da rede pública será gratuita, nas regiões dos fóruns que o Projeto atuará.

Ficha técnica

Soraya Saide (dirigente e formadora - proponente): é atriz, palhaça e professora de teatro, é formada pela EAD/USP (Escola de Arte Dramática) e pela PUC-SP, onde curso jornalismo. É a fundadora do “Palhaços Sem Juízo”, projeto de intervenções artísticas no Judiciário. Integra o elenco dos Doutores da Alegria desde 1993, atuando como palhaça nos hospitais e é uma das criadoras da Escola Doutores da Alegria. Estagiou no Clown Care Unit de NY. É a roteirista do espetáculo “Vamos Brincar de Medico”, ganhador dos prêmios APCA e FENSA 2006. Recentemente atuou e participou da criação do Homem Que Fala - 1o espetáculo adulto dos Doutores da Alegria. Atuou na Cia os Satyros, de 2004 a 2007. Atuou sob a direção de Gianni Ratto em “Morus e seu Carrasco”. Criou com Cristiane Paoli Quito e outros a Troupe de Atmosfera Nômade. Foi professora de interpretação e commedia dell'arte no Teatro Escola Célia Helena. Roberta Calza (palhaça e formadora no projeto) - é atriz formada pele Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq incluindo o terceiro ano pedagógico. Fez cursos com mestres do teatro e da linguagem incluindo Norman Taylor, Joss Houben. Participou com peças indicadas a melhor produção no Fringe Festival na Irlanda com “Mastrer Shuttefate” e “Bolt upright”. Lecionou no Conservatoire Nacional de Region de Sergi Pontoise, em Paris, como professora de movimento e teatro. No Brasil, ministrou curso de bufão para a companhia principal dos Satyros, entre outras cias. Faz parte do elenco dos Doutores da Alegria desde 2001, além de ser integrante do núcleo fundador da Escola Doutores da Alegria. Recentemente, participou do espetáculo “O Homem Que Fala” com direção de Celso Frateschi. Atuou na série da Netflix, “3%” e no cinema, em “Artigas, La Redota”, de Cesar Charlone. Gabriela Lois (palhaça no projeto) é atriz, contadora de histórias e locutora formada no Teatro Escola Célia Helena e FAAP (Rádio e TV). Cursou “Formação Básica de Palhaços” da Escola Doutores da Alegria. Participou de cursos de Clown, Mímica e Teatro Físico e também fez aulas de canto. Trabalhou como atriz em “Sete Contra Tebas”, de Esquilo, com direção de Inês Aranha; “Procura-se um tenor”, com direção de Ednaldo Freire; “Nunca se Sábado”, com direção de Isser Korich; “O Soldado e o Sacristão”, com direção de Jairo Mattos, entre outras. Fundou o grupo de humor Ex-Quesitos e a Cia de Teatro Infantil Abigail Conta Mais de Mil. Em 2012, lançou o Cd e o show “Quem Quiser que cante outra”, no Lolapalloza, com o repertório de brincadeiras e histórias cantadas compostas pelo grupo. Em 2016, lançou seu primeiro livro infanto-juvenil – “Bora Muda?”. Em 2019, estreou “Sarau da Abigail”, no Sesc São José dos Campos. Victor Mendes (palhaço no projeto) é ator, palhaço, dramaturgo e diretor teatral, formado pela EAD/USP (Escola de Arte Dramática), pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi/ British Council e pelo Studio Beto Silveira. É bacharel em Rádio e Televisão pela Universidade Metodista de São Paulo. Especializou-se na linguagem do palhaço com Phillipe Gaulier, Cristiane Paoli Quito, Bete Dorgam, Ésio Magalhães e Escola Doutores da Alegria. Atuou nas séries “Psi” (HBO), “Quero Ter 1 milhão de amigos” (Warner Channel), “3 Teresas” (GNT) e"Tudo o Que é Sólido Pode Derreter” (TV Cultura). No teatro atuou em “Música Para Cortar Os Pulsos” de Rafael Gomes (Premio APCA de Melhor Peça Jovem); “Aldeotas” de Gero Camilo, com direção de Cristiane Paoli Quito e “Melancia” que atuou e dirigiu. Escreveu o infantil “Umbigo” e “Andy”, em parceria com Gero Camilo, que lhe rendeu indicação ao prêmio APCA de melhor ator, em 2018. Guto Gonçalves (Diretor / Business Partner) - representando a AVOCAR – ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Jornalista formado em História pela PUC-SP, com mestrado em História Econômica pela USP (Universidade de São Paulo). Trabalhou por 20 anos no Grupo Folha, onde atuou como secretário assistente de redação, editor-adjunto, editor assistente nos cadernos Cotidiano e Poder, chefe de reportagem e editor-adjunto na Agência Folha, coordenador editorial de Política e Cidades na Folha Online. Em 2014, assumiu a diretoria jurídica da Entrelinhas Comunicação, onde coordenou as contas da área jurídica do Bradesco, do Grupo CCR, da Inepar, de escritórios de advocacia, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo