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"Camadas de Significação _ uma investigação relacional de artistas contemporâneos brasileiros - PESQUISA" prevê a primeira etapa de pesquisa e mapeamento de artistas no panorama da arte contemporânea brasileira, por meio de uma investigação antropológica visual que apresente de maneira ampla as camadas de significação que rodeiam a fonte criativa, o "ser", de cada um dos 24 artistas contemporâneos brasileiros do resultado do mapeamento e que comporão, na segunda etapa, finalização do mapeamento, a publicação e lançamento do livro por meio do projeto "Camadas de Significação _ uma investigação relacional de artistas contemporâneos brasileiros - LANÇAMENTO".
AÇÃO FORMATIVA CULTURAL - plano de execução Realização de 01 oficina. "Oficina de Pesquisa" Conteúdo programático: A oficina pretende promover um mergulho no estudo sobre gerações comportamentais e suas expressões. como nos comportamos em relação a maneira de vestir e o nosso comportamento em relçao ao indivíduo e a comunidade. Serão abordados alguns comportamentos geracionais importantes e o convite a reflexão do que é Persona, o que são Arquétipos; bem como estudos que trazem autonomia e visão ampla sobre os comportamentos sociais. Carga horária: 4 horas. Público: 25 pessoas. Sendo que 50 % serão alunos e professores de instituições públicas de ensino. Oficineiros: 02 (Maria Eugênia e Normano Ribeiro) Local de realização: MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) - a confirmar.
OBJETIVOS GERAIS O projeto pretende realizar a primeira etapa de pesquisa e mapeamento de artistas plásticos contemporâneos brasileiros que trabalham com a questão do corpo expandido. Em uma segunda etapa, por meio do projeto (Camadas de Significação - uma investigação relacional de artistas contemporâneos brasileiros - LANÇAMENTO) será finalizado o mapeamento e seu recorte que prevê a publicação do livro com fotos das obras, entrevistas, textos dos 24 artistas mapeados. Repensar as fronteiras, limites e dimensões do corpo humano de cada artista e seu impacto na produção artística contemporânea brasileira; e Valorizar a produção artística brasileira espalhada por todas as regiões do Brasil, não se limitando aos eixos do circuito tradicional por meio de uma curadoria complexa e representativa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar o mapeamento e a pesquisa de artistas contemporâneos que trabalham com a noção de corpo expandido (as fronteiras, limites e dimensões do corpo humano de cada artista); e Realizar 01 oficina de pesquisa para 25 participantes no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) _ Ação Formativa Cultural.
JUSTIFICATIVA A expansão no mercado editorial da edição de livros sobre arte tem se revelado um instrumento para a difusão e registro da extensa e diversificada produção cultural brasileira. Existem muitas publicações que compilam artistas, suas obras de arte e seus estúdios. Este projeto, entretanto, objetiva revelar o lugar criativo, não físico, mas a fonte interior que molda a relação do artista com sua própria pele, com o fragmento de tecido urbano, com as pessoas e com o planeta. A antropologia visual, como metodologia de pesquisa que visa retratar comportamentos, atitudes e estilos de vida a partir do estudo de objetos, espaços e tudo aquilo que compõe o universo visual e material dos artistas, é importante ferramenta para a construção do livro. O olhar atento soma-se aos ouvidos que buscarão, por meio de encontros com os artistas, perceber a relação de níveis de consciência e as múltiplas formas que o artista significa e elabora a sua existência. Neste contexto, o mapeamento e a pesquisa propõe-se a percorrer ao que chamamos de "a espiral do conhecimento", uma espécie de caminho de reflexão e descoberta a partir da subjetividade do artista. Entre os tópicos pesquisados estarão: o centro de cada artista, o lugar onde encontra-se seu "ser"; a sua própria epiderme, sua cor, suas cicatrizes, suas tatuagens; o vestuário, suas roupas e adereços; o seu lar e objetos que os rodeiam; suas relações sociais; e suas relações com a natureza e humanidade. Os ensaios fotográficos e entrevistas com os artistas neste livro vão explorar essas questões com foco em captar e examinar a sua obra de arte como forma de ser, receber e perceber. É fundamental destacar que este projeto também é um importante passo no sentido da divulgação da arte brasileira internamente e internacionalmente. Diante do exposto, acreditamos que o projeto atende os seguintes artigos e incisos da Lei 8313/91: Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; e VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3º da Lei 8313/91 IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Esse projeto é a primeira etapa para a realização da publicação de um livro de arte (que ocorrerá no segundo projeto). Essa primeira etapa, projeto de pesquisa, consiste em mapear e pesquisar a produção artística de artistas contemporâneos brasileiros que trabalham a noção de corpo expandido em suas obras. Finalizada a primeira etapa, será feito um recorte desse mapeamento que irá definir 24 artistas que comporão o livro, bilíngue, que será publicado e lançado, na segunda etapa, por meio do projeto "Camadas de Significação - uma investigação relacional de artistas contemporâneos brasileiros – LANÇAMENTO"
NÃO SE APLICA
PRODUTO PRINCIPAL- PESQUISA: Acessibilidade de Conteúdo: Serão impressos alguns exemplares em braile referente ao resultado do mapeamento para pessoas com deficiência visual. Disponibilização digital dos registros do processo de pesquisa no site do projeto para que possa ser processado por sistemas de leitura e ampliação de tela. Acessibilidade Física: não se aplica. PRODUTO SECUNDÁRIO - OFICINA: Acessibilidade Física: No MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), local de realização das oficinas, há banheiros acessíveis que atendem PCDs. Haverá sinalizações para facilitar a locomoção e rampas de acesso para pessoas com dificuldade de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Serão impressos folhetos em braile referente ao contéudo da oficina. Esse material será distribuído para os participantes da oficina com deficiência visual. Haverá interprete de libras na oficina para atender melhor o público com deficiência auditiva. *O proponente garante as medidas de acessibilidade em conformidade com a legislação.
Medidas de Democratização de Acesso: Disponibilizar, no site do projeto, registros audiovisuais da pesquisa como: entrevistas, visitas à ateliês, dentre outros; e Autorizar a utilização das imagens do processo de pesquisa para compor banco de dados de Instuições Culturais tanto no Brasil quanto no exterior para acesso ao público em geral, pesquisadores, artistas e curadores. Acesso gratuito ao conteúdo. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
DIÁLOGO - gestão cultural (proponente) | Dirigente: Lílian Oliveira responsável pela Coordenação Geral e Coordenadoção Técnico e Financeiro. Breve Currículo da dirigente da Diálogo: Sócia-fundadora da Diálogo, Membro da ABCR nº 01565 (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), Membro Consultora da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/MG, Diretora de eventos Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/MG até 2018, Co-Fundadora do Instituto Sócio Cultural e Esportivo Ipê Amarelo, MBA em Gestão Cultural – UNA, Bacharel em Artes Plásticas – Escola Guignard, Graduanda em Direito – ESDHC (Escola Superior de Direito Dom Helder Câmara), cursou Administração de Empresas – Fundação Cultural Dr. Pedro Leopoldo, Gestora de Negócios pelo SEBRAE-MG, Coordenou o Voluntariado e a Sustentabilidade das Ações na OSCIP – IEC, Co-fundadora e bailarina-pesquisadora do VIS Cia. de dança contemporânea de 1997 a 2005, dirigiu o CPCA-Centro de Pesquisas Corporais e Artísticas, foi arte educadora no CLIC (Centro Lúdico de Integração e Cultura), realizou seminário na FUMEC para os formandos de Psicologia e nas UMEIs com foco na formação de arte-educadores, bem como no instituto Usicultura – USIMINAS/Ipatinga. (Ver doc. anexo) Leonardo Nogueira de Faria – Pesquisa e Curadoria Formado em Publicidade e Propaganda com pós graduação em gestão, foi professor de criação e fotografia na faculdade ESPM / ESANC e nos últimos 16 anos se dedica exclusivamente a fotografia sendo reconhecido como o precursor e maior expoente da fotografia de Street Style do Brasil. Colabora com inúmeras publicações nacionais e internacionais assinando editoriais e capas de moda, é responsável por importantes campanhas publicitárias. São muitos os prêmios recebidos ao longo de sua carreira sendo o mais recente o de Melhor Fotografia de Moda do Ano pelo Prêmio Abril de Jornalismo e que lhe rendeu a publicação do primeiro livro de Street Style do Brasil, o Street Style Book - Moda em Movimento publicado pela Editora Abril associada pela Revista Elle. Fez e faz inúmeras palestras no Brasil e fora do país falando sobre sua trajetória e linguagem fotográfica. É o primeiro e único fotógrafo da América Latina a tornar-se embaixador da maior marca de papéis artísticos para fotografia, a Canson, uma marca francesa com 450 anos de história. Tem exposições importantes e significativas na sua trajetória, tais como, exposição Equals na Bienal de São Paulo durante a 44 edição da SPFW em Agostos/2017 com 80 metros lineares de área, exposição, palestra e workshop no Museu de Fotografia de Fortaleza em Agosto/2018, exposição Work in Progress durante a 47 edição da SPFW em Abril/2019 com 300 metros quadrados de área, um estúdio de edição e tratamento e uma molduraria em atividade durante todo período expositivo e mais recentemente a exposição Olhar a Terceira Pele durante a MADE/19 em Agosto/2019 que ocupou toda a rampa da Bienal de São Paulo com mais de 100 retratos impressos em tamanho real (entre 1,10m X 1,60m X 1,10 X 2,00m). Atualmente está concebendo uma nova exposição que acontecerá no Centro Cultural de Uberlândia / MG para a Secretaria de Cultura da cidade com área de 1.000 metros quadrados. Maria Eugênia Mazzonetto – Pesquisa, Curadoria e oficineira Estilista e Antropóloga Visual, formada em Moda, pós graduada em Inovação e Sustentabilidade, mergulha no universo de estética, comportamento humano e inovação. Experiência como estilista há uma década em criação de coleção para grandes grupos da área têxtil, atualmente direciona seu trabalho em projetos autorais profundos, artísticos e que tenha como base impacto social e ambiental positivo. Colaborou no estudo de posicionamento da Cia Hering, pesquisando os reais valores das pessoas e como a marca se comunica e se expressa através de linguagem e estética. Criadora e fundadora da marca autoral UseVerse (useverse.com), que tem como base valorização das pessoas e cuidado com o meio ambiente, além do Design experimental e criativo, facilitadora de grupos de Impacto social como a TransSol e Oficina dos Anjos em São Paulo, Diretora de Estilo na marca Freiheit (Freiheit.co ) que explora o universo de design autoral, inteligência de pesquisa e criatividade. além de consultora e pesquisadora comportamental de vários projetos e imersão de antropologia, consumo, moda e estratégias de inovação. Normano Ribeiro Gonçalves – Pesquisa, Curadoria e Oficineiro Economista com MBA em Gestão de Projeto, foi professor de microeconomia, consultor estratégico de viabilidade de projetos em diversos setores: cultural, energia renovável, comercialização de commodities, crédito bancário e tecnologia. É consultor parceiro da EY em projetos de mobilidade e co-fundador de uma holding que investe e desenvolve empresas de base tecnológica. É apaixonado por criatividade, letras, números e por tecnologias novas e emergentes e sobre como elas podem moldar o futuro. Normano vem estudando e aplicando metodologias de pensamento não linear, na co-criação de mudança transformacional estrutural, baseada na sensibilidade emergente do futuro. Vem escrevendo textos curatoriais para exposições de artistas, poesias e trabalhando em parceria com outros escritores em um livro sobre a jornada do autoconhecimento. Sua participação no projeto deste livro é fundamental para a roteirização das entrevistas, transcrição das conversas, organização e redação dos textos, bem como a elaboração de pensamento sistêmico ilustrado e pesquisas relacionadas ao tema central das 5 camadas de significação. Vagner Fernandes – Produtor Executivo, Pesquisa e Curadoria Produtor executivo em projetos culturais, formado em Jornalismo com pós-graduação em gestão de projetos, descobriu nos projetos artísticos e culturais sua real vocação. Tendo produzido exposições de arte dos mais variados tipos, tamanhos e estilos, tendo se dedicado nos últimos 10 anos a projetos de fotografia. Com o Leo Faria montou a Exposição Equals na Bienal de SP na ocasião da 44 edição da SPFW em Agostos/2017 com 80 metros lineares de área, coordenou a publicação do livro Street Style Book - Moda em Movimento publicado pela Editora Abril associada a Revista Elle em Dezembro/2017, também foi o responsável executivo pela Exposição, palestra e workshop no Museu de Fotografia de Fortaleza em Agosto/2018 e mais recentemente montou a Exposição Work in Progress durante a 47 edição da SPFW em Abril/2019 com 300 metros quadrados de área e a exposição Olhar a Terceira Pele durante a MADE/19 em Agosto/2019 que ocupou toda a rampa da Bienal de São Paulo com mais de 100 retratos impressos em tamanho real (entre 1,10m X 1,60m X 1,10 X 2,00m). No momento está estruturando uma nova exposição do Leo Faria que acontecerá no Centro Cultural de Uberlândia / MG para a Secretaria de Cultura da cidade com área de 1.000 metros quadrados. Josué Mattos – Curadoria Graduou-se em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X Nanterre, onde obteve o título de Master 1 e 2 em História da Arte Contemporânea. Em 2009, concluiu o mestrado em Práticas Curatoriais, na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. A convite do Sesc-SP, concebeu e assumiu a curadoria geral da primeira edição de Frestas – Trienal de Artes / O que seria do mundo sem as coisas que não existem? e Nossa proposição é o diálogo, em Sorocaba (2014-2015). Entre os projetos realizados, destaca-se o programa de ações e performances É crédito ou débito? (Sesc SP, 2010-2013), que circulou para 90 cidades do Estado de São Paulo. Entre as exposições realizadas, estão: Porque somos elas e eles (Blau Projects, 2016), 45ª Coletiva de Artistas de Joinville (MAJ, 2016), Albano Afonso: Amor Fati (Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2014), XIIº e XIIIº Salão Nacional de Artes de Itajaí (Fundação Cultural de Itajaí, 2010-2013), Eu fui o que tu és e tu serás o que eu sou (Paço das Artes, 2012), Pazé: Uma realidade pode esconder outras (Sesc São Carlos, 2012), Tânia Mouraud: La Fabrique (Sesc Bom Retiro, 2012), Como o tempo passa quando a gente se diverte (Casa Triângulo 2011), Boîte Invaliden (Invaliden Gallery/Fidalga, 2012), Por aqui, formas tornaram-se atitudes (Sesc Vila Mariana, 2010), À la limite (Galerie Michel Journiac / Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne, 2009), Brígida Baltar e Sandra Cinto – Terres et Cieux (Mairie VIIIème, 2009) e Festival Inter-cambio (Espace Beaujon e Station Europe/3, RATP Paris, 2007-2009-2010). Desde 2010 realiza ateliês de acompanhamento de projetos de arte, debates e júris de salão de artes, em cidades como Fortaleza (Porto Iracema das Artes), Piracicaba (Pinacoteca Municipal), Salvador (Secult e MAM-BA), Brasília (Caixa Cultural e CCBB), Recife (IAC-UFPE), Ribeirão Preto (MARP e Sesc), São Paulo (ProAC e Sesc), Joinville (MAJ) e Florianópolis (FCC). É editor da Revista Binômios, projeto contemplado pelo Prêmio Redes Nacional Funarte Artes Visuais. Atualmente, trabalha no desenvolvimento do Centro Cultural Veras, em Florianópolis (SC).
PROJETO ARQUIVADO.