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PRONAC 201133Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DESLOCAMENTOS - poética de Eder Santos

EDER SAN JUNIOR CINEMATOGRAFICA E ARTE LTDA
Solicitado
R$ 245,6 mil
Aprovado
R$ 245,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-04-01
Término
2023-09-01
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Esta proposta visa à edição da coletânea "Deslocamentos - poética de Eder Santos" composta por diversos artigos sobre o artista mineiro. Eder Santos é reconhecido internacionalmente como um dos pioneiros da arte multimídia no Brasil e por desenvolver projetos híbridos que mesclam artes visuais, cinema, teatro, vídeo e mídias contemporâneas. Pesquisadores de renome nacional e internacional integram o corpo de autores do projeto.

Sinopse

"Deslocamentos - poética de Eder Santos" propõe uma abordagem multidisciplinar sobre a trajetória do videoartista Eder Santos. Nascido em Belo Horizonte, o artista é hoje reconhecido internacionalmente, tendo obras expostas em instituições como MoMA, Centre Pompidou, Hong Kong, entre outras atividades constantes no audiovisual e tem presença constante em exposições e galerias. O livro, organizado por André Hallak e Patrícia Moran, pesquisadores e parceiros de trabalho de Eder de longa data, contemplará o início de sua carreira em Minas Gerais, seu convívio com as vanguardas do vídeo em Nova Iorque e a consolidação de sua carreira. Passaremos pelas mudanças nas artes visuais, tanto em sua abordagem por pesquisadores, quanto a sua consolidação como campo de criação e pesquisa em intercessão com outras artes desembocando na contemporaneidade, momento em que o audiovisual está presente tanto na sala escura do palco italiano, quanto no antigo cubo branco, se reinventando com as indagações políticas e estéticas dos artistas. As artes do cinema, visuais, da música e da performance se entrecruzam nos filmes, instalações e objetos iluminados criados por Eder. Assim, o livro situará o artista no contexto das abissais mudanças por que passou o audiovisual nos últimos quarenta anos, contribuindo com informações de natureza histórica, conceitual e crítica sobre a arte no Brasil e no mundo, tendo a trajetória de Eder Santos como guia. Os artigos reunidos abordam a trajetória de Eder em perspectiva panorâmica e também traz análises de trabalhos específicos, cobrindo assim sua poética com distintas perspectivas de abordagem. Dentre os textos já selecionados, destacam-se o artigo "Dos o tres cosas sobre Eder Santos" editado por Jorge La Ferla no livro Contaminaciones (1997), por ocasião de Mostra da obra de Eder Santos em Buenos Aires e redigido por Arlindo Machado será traduzido. O pesquisador argentino Eduardo Russo comparece com o artigo “Enredando a la gente, de Eder Santos” impresso em compilação editada para o mesmo evento. Patrícia Moran brinca com o artigo "O barroco e o precário nas performances de Santos", as professoras e pesquisadoras cariocas Elianne Ivo Barroso e Índia Martins assinam o artigo "Deserto azul: paisagens imaginárias no cinema brasileiro". Contaremos ainda com artigos de Nelson Brissac, Marcus Bastos, e entrevistas de companheiros de percurso como Paulo Santos, músico do grupo Uakti, Stephen Vitiello, artista nova iorquino, e Lucas Bambozzi. A publicação deve, ainda, contemplar fotos para expressar visualmente a complexidade das poéticas de Eder Santos.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Mineiro, nascido em Belo Horizonte, o artista visual Eder Santos possui obras que integram os acervos permanentes de importantes coleções internacionais e extensa participação em bienais e festivais no Brasil e no exterior. Eder possui uma trajetória múltipla, dedicando sua carreira à criação de exposições, videoinstalações e video-performances, além de atuar também na direção de curtas e longas-metragens, bem como projetos multimídia diversos. Sua carreira percorre todas as transformações tecnológicas da arte brasileira nas últimas décadas e é marcada pelo experimentalismo de uma geração de videoartistas de origens mineiras. Assim, a obra de Eder também dialoga com um momento específico no qual a produção audiovisual se tornou acessível ao público em geral, um fenômeno que possibilitou a emergência de talentos anteriormente afastados da criação de imagens em movimento, dado os custos dos equipamentos. Os deslocamentos semânticos recorrentes em sua obra lhe conferem o ar de arqueólogo das mídias, um pesquisador de meios para a criação de poéticos paradoxos narrativos. A ideia proposta em "Deslocamentos - poética de Eder Santos" surge com o intuito de criar uma coletânea de textos sobre sua obra. Em outros países, já foram publicadas obras críticas sobre o artista, porém, no Brasil, ainda não há nenhuma. Portanto, os organizadores apresentam esta obra para preencher esta lacuna. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Fazer uma retrospectiva e um registro panorâmico dos 40 anos de carreira de Eder Santos por meio de uma coletânea de artigos publicados sobre o artista por autores de diferentes áreas de conhecimento, em formato impresso. - Disseminar os diferentes olhares desses autores sobre a obra de Eder Santos com a distribuição de 1.000 exemplares do livro. - Possibilitar o acesso à produção artística de Eder Santos e ao pensamento em torno dela para pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição de 50 exemplares do livro em Braille para bibliotecas públicas e instituições de atendimento e educação de cegos em todos os estados brasileiros.

Justificativa

A proposta de edição da coletânea "Deslocamentos - poética de Eder Santos" converge com as finalidades dos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Em permanente diálogo com o contexto internacional da arte contemporânea, Eder Santos tem continuamente levado a sua obra a diversas cidades brasileiras e também a países como Alemanha, Espanha, Holanda, França, Itália, Suíça, China, Coréia do Sul, Austrália, Estados Unidos e México. A produção da coletânea "Deslocamentos - poética de Eder Santos", amplia o acesso à obra do artista e ao pensamento formulado a partir dela para além das exposições, ao longo do tempo e em qualquer lugar, inclusive para pessoas com deficiência visual. "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "IX - priorizar o produto cultural originário do País". A coletânea "Deslocamentos - poética de Eder Santos" promove e estimula o trabalho de um artista mineiro, que tem nas concepções de suas obras fortes referências à identidade cultural do estado de Minas Gerais e que contribui para a difusão da arte nacional no exterior. O livro será organizado e produzido por equipe mineira e será impresso em Minas Gerais. "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A produção da coletânea contribui para o registro da história das artes visuais no país, principalmente de artistas que lidam diretamente com a tecnologia e que, tendo em vista a natureza de seus trabalhos, muitas vezes ficam restritos à circulação de exposições e galerias. A presente coletânea visa, portanto, uma visão crítica de parte destes trabalhos e para a memória da arte belo-horizontina. A obra de referência que se propõe realizar configura-se como ferramenta de difusão de informações, vocacionada para utilização em instituições de educação artística. A produção do livro é uma ação cultural que favorece o desenvolvimento humano e contribui para a profissionalização dos artistas, gestores e agentes culturais brasileiros. Há que se destacar o alto nível de qualificação dos pesquisadores e críticos elencados preliminarmente no projeto, conforme anexo do projeto, bem como a relevância das suas produções. O projeto "Deslocamentos - poética de Eder Santos" se enquadra nos objetivos expressos nos incisos II e III do Art. 3º da Lei 8313/91, pois contribui para o fomento à produção cultural e artística no país, e preserva e difunde patrimônio artístico mediante a realização do livro.

Estratégia de execução

EDER SANTOS LISTA DAS OBRAS Móvel Japonês Distorções Contidas 4 Maneiras de Playtear a Eternidade -Planetário -Cama -Cadeira - Cristaleira - Call Waiting Enciclopédia da Ignorância - Inveja - Humilhação - Ciúme - Preguiça - Remorso - Vídeo B.O.X. Coq au Vin Low Pressure Oratórios Ex-Votos Cascade A Casa dos Sinais Flutuantes Atrás do Porto Tinha uma Cidade - Site specific Que Fim Levaram as Flores - Site specific Estado de Sítio Todos os Santos Janaúba - Instalação Galeria das Almas - Site specific Cinema - Instalação Pilgrimage - Instalação Call Waiting Amsterdam Light Festival - Site specific Dogville Fake Flag Distorções Contidas Cave Canem The Last Supper / A Última Ceia Soap Opera FILMOGRAFIA [Em pós-produção] Girassol Vermelho | longa-metragem, ficção 2017 | Barravento Novo | Curta-metragem | dirigido em parceria com Bruce Yonemoto [Exibido em formato de instalação na Tate Modern-Londres e no Paço Imperial-RJ.] 2014 | Deserto Azul | longa-metragem, ficção 2010 | Pilgrimage | curta-metragem, experimental | Vídeo HD 2009 | Cinema | curta-metragem, experimental | Vídeo HD 2004 | A Delicadeza do Amor | curta-metragem, ficção | 35mm 2004 | Contos da Meia-Noite | série de TV, ficção | 90 episódios 2003 | Neptune’s Choice | curta-metragem, experimental | 2000 | Acidente Geográfico | curta-metragem, experimental 2000 | Projeto Apollo | curta-metragem, experimental 1999 | Framed by Curtains | curta-metragem, experimental 1998 | Tumitinhas | curta-metragem, experimental 1995 | Enredando as Pessoas | curta-metragem, experimental | 35mm EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS 2017 | Estado de Sítio | Vídeo instalação, Palácio das Artes, Belo Horizonte, Brasil 2013 | Galeria das Almas III | Vídeo instalação, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brasil 2012 | Dogville | Vídeo intervenção, fachada da Galeria Celma Albuquerque, Belo Horizonte, Brasil 2011 | Dogville | Vídeo intervenção, fachada do Oi Futuro Ipanema-RJ - Projeto VideUrbe. Rio de Janeiro, Brasil 2001 | Dogville | Vídeo instalação - Projeto Solo: PINTA ART FAIR, Nova York-EUA, curadoria Jacopo Crivelli. NewYork, USA 2010 | Atrás do Porto Tem uma Cidade | Vídeo instalação, Museu da Vale. Vitória, Brasil 2010 | O Julgamento de Paris | Vídeo instalação, 3D HD, MASP. São Paulo, Brasil 2010 | Mentiras e Humilhações | Site-specific, Palácio da Aclamação. Salvador, Brasil 2010 | Cinema. Exposição | Luciana Brito Galeria. São Paulo, Brasil 2010 | Embaixadas | Vídeo instalação, Centro Cultural Banco do Brasil.Brasília, Brasil 2010 | Roteiro Amarrado - Retrospectiva Eder Santos de 2000 a 2010 | Exposição, Centro Cultural Banco do Brasil. Rio de Janeiro, Brasil. GALERIA LUCIANA BRITO (SP) | http://www.lucianabritogaleria.com.br/artists/10 2012 | Fake | Instalação 2011 | Dogville | Vídeo-instalação 2011 | Flag | Video-instalação 2010 | Pilgrimage | Video 2007 | Call Wating RGB | Video-instalação 2007 | Call Wating Blue | Video-instalação 2007 | Call Wating Green | Video-instalação 2006 | Call Wating | Vídeo-instalação 2009 | Cinema | Vídeo, single channel video (color/sound) 2010 | Distorções Contidas | Video-instalação 2003 | Preguiça - Série Enciclopédia da Ignorância | instalação 2003 | Humilhação- Série Enciclopédia da Ignorância | instalação 2003 | Ciúme - Série Enciclopédia da Ignorância | instalação 2007 | Low Pressure | Video-instalação 2004 | Cave Canem | Instalação 2005 | The Last Supper / A Ultima Ceia | Instalação 2008 | Soap Opera | Instalação 2009 | B.O.X. | Vídeo-instalação 2003 | Neptunes Choice | minidv video 2006 | Coq au Vin | Video-instalação 2001 | Maquina da Reflexão | Vídeo-instalação 2001 | Memória - Cristaleira | Vídeo-instalação 1988 | Europa em 5 minutos | Vídeo 1988 | Mentiras e Humilhações | u-matic 1998 | Tumitinhas | betabam 1993 | Janaúba | betacam ACERVO ASSOCIAÇÃO CULTURAL VIDEOBRASIL | http://site.videobrasil.org.br/acervo/artistas/obras/21217 1984 | Jeanne Louise Milde | vídeo, 15' 1985 | Cactus 1985 | vídeo, 1'18" | com Alícia Duarte Penna, Marcus Vinícius Araújo Nascimento 1985 | Interferência | vídeo, 5'40" 1987 | Europa em 5 minutos | vídeo, 15'17" 1987 | Uakti | vídeo, 6'35" 1988 | Mentiras e humilhações | vídeo, 3'54" | com Lucas Bambozzi 1988 | Andréa andróide | vídeo, 4' | com letra do poeta Chacal e música de Ricardo Barreto e participação de Antevê, Roberto Berliner e Sandra Kogut 1989 | Rito e expressão | vídeo, 8'10" 1990 | Não vou à África porque tenho plantão | vídeo, 7'58" 1991 | Essa coisa nervosa | vídeo, 15'34" 1991 | Netos do Amaral: Programa 2 | vídeo, 24'58" | com Marcelo Tas 1992 | The Desert in My Mind | videoinstalação 1993 | Janaúba | vídeo, 16'43" 1994 | Poscatidevenum | performance | com Paulo Santos 1996 | Passagem de Mariana | performance |com Paulo Santos 1998 | Pincélulas | performance 1998 | Tumitinhas | vídeo, 4'47" 1999 | Framed by Curtains | vídeo, 11'15" 2000 | Projeto Apollo | vídeo, 4' 2001 | Concerto para pirâmide, orquestra e sacrifício | performance 2003 | Neptune's Choice | vídeo, 15' 2005 | Engrenagem | performance 2010 | Pilgrimage | vídeo, 14'13" ACERVO ITAÚ CULTURAL | http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa14624/eder-santos 2001 | Memória - Cristaleira | Videoinstalação 2010 | Cinema | vídeo single channel ACERVO EAI (ELETRONIC ARTS INTERMIX) | https://www.eai.org/artists/eder-santos/titles 1986 | A Europa em 5 Minutos (Europe in Five Minutes) | 13’57’’, color, sound 1987 | UAKTI-Bolero | 6’49’’, color, sound 1988 | Mentiras & Humilhacoes (Lies & Humiliations) | 3’54’’, color, sound 1988 | Rito e Expressao (Rite & Expression) | 8’13’’, color, sound 1990 | Não vou à África porque tenho plantão (I Cannot Go to Africa Because I Am on Duty) | 7'57", color, sound 1991 | Essa coisa nervosa (This Nervous Thing | 15'26", color, sound 1993 | Janaúba | 17'40", color, sound 1995 | Intriguing People (Enredando As Pessoas) | 70’, color, sound, Portuguese with English subtitles 1998 | Tumitinhas | 4'15", color, sound 1999 | Framed by Curtains | 11'19", color, sound 2000 | Projeto Apollo | 4', color, sound 2003 | Neptune's Choice | 15'22’’, color and b&w, sound ACERVO MoMA | https://www.moma.org/artists/35907?=undefined&page=&direction= 1991 | Essa coisa nervosa (This Nervous Thing) | 15'26", color, sound 1993 | Janaúba | vídeo, 16'43"

Especificação técnica

1.000 unidades de Livro C/Costura - Formato fechado 17cm largura x 22 cm altura Capa/revest: 40x26cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Liso Importado 150g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). Miolo: 192 pgs, 17x22cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set. 90g. Prep. Arquivo Fechado (PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). Miolo: 16 pgs, 17x22cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set. 90g. Prep. Arquivo Fechado (PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). Guarda: 8 pgs, 17x22cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set. 180g. Prep. Arquivo Fechado (PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). Papelão: 2 folhas, 17x22cm, sem impressão em Papelao Paraná. Lombada:19mm, Intercalação, Costurado(Miolo), Dobrado(Miolo), Lombada Quadrada PUR(Capa/revest), Laminação Fosca, Nº Lados: 1(Capa revest), Verniz UV localiz, número de lados 1(Capa/revest), Colar(Guarda), Laminação Fosca, Nº Lados: 1(Guarda), Vinco(Guarda), Shrink Individual.

Acessibilidade

PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplicaDEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplicaDEFICIENTES VISUAIS: 50 exemplares do livro em Braille - serão doados para entidades de assistência e educação de pessoas com deficiência visual. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A ser realizada em local com rampas de acesso.DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplicaDEFICIENTES VISUAIS: não se aplica

Democratização do acesso

PRODUTO: LIVRO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Serão produzidas 1.000 cópias do livro "Deslocamentos - poética de Eder Santos" e sua distribuição se dará da seguinte forma: 200 unidades serão distribuídas para bibliotecas, museus, escolas públicas e equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de todos os estados brasileiros. 500 exemplares serão comercializados ao público em geral por até R$ 60,00 por unidade, em livrarias diversas (lojas físicas e internet) e outros pontos alternativos. 100 exemplares serão comercializados pelo preço acessível de R$ 35,00 nos debates que serão realizados pelo artista e organizador do livro em centros culturais de Belo Horizonte. 100 unidades serão entregues ao patrocinador como cota de contrapartida. As 100 restantes serão utilizadas pelo artista para difusão do seu trabalho em eventos de artes visuais no Brasil e no exterior.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Eder San Cinematográfica e Arte LTDA. / Dirigente Eder José dos Santos Júnior Função: Coordenador Técnico e Financeiro - trabalho não remunerado Curador - trabalho remunerado André Hallak: Coordenador editorial e organizador Patrícia Moran: Co-organizadora Joana Braga: Produtora executiva CURRÍCULOS RESUMIDOS > Eder Santos (Curador) Nascido em Belo Horizonte/MG, Eder José dos Santos Júnior inicia o curso de artes plásticas na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas troca-o por programação visual na Fundação Mineira de Arte Aleijadinho (Fuma), onde se gradua em 1984 e é fundador da produtora Trem Chic. Eder é videoartista, cineasta, roteirista e designer gráfico. Foi um dos pioneiros da arte multimídia no Brasil e é reconhecido mundialmente por desenvolver projetos híbridos que mesclam artes visuais, cinema, teatro, vídeo e novas mídias. Sua trajetória confunde-se com o início da produção audiovisual nas artes plásticas nos anos 1980, entre o padrão estabelecido pelas televisões e as experimentações com vídeo amador. Possui obras nos acervos permanentes de vários museus e sua participação em bienais e festivais no Brasil e no exterior é extensa. Tem uma premiada carreira como realizador e diretor de cinema e TV. É autor de 15 curtas-metragens e 3 longas, além de séries para televisão. Na música, faz várias parcerias com o músico Paulo Santos (1954) do grupo mineiro de música experimental Uakti. Ainda adolescente, realiza pesquisas visuais com câmeras de vídeo amadoras, mas é nos anos 1980 que passa a trabalhar como artista. Alia suas experimentações a uma poética consistente, em uma época em que a videoarte organiza-se como meio de expressão nas artes plásticas. É reconhecido como videoartista depois do convite do curador Nelson Brissac (1952) para participar da primeira exposição Arte/Cidade I (1994), em São Paulo. A partir de então, trabalha com grande variedade de mídias como: um só canal (single channel), videoinstalações, videoesculturas e exibe, em circuito comercial, longas e curtas-metragens. Desenvolve, também, trabalhos comerciais e videoclipes em sua produtora. Entre suas obras, podemos encontrar a videoinstalação The Desert in My Mind (1992), montada para que os espectadores caminhem sobre as imagens e insere manchas e luz que pulsam na superfície, com interferências parecidas com a dos filmes do começo do século 20. Janaúba (1993) que evoca uma volta às origens do audiovisual e retoma valores esquecidos pela civilização e foi premiado no 10o Videobrasil (1994), como melhor vídeo, inspirado no filme mudo brasileiro Limite (1930), de Mario Peixoto (1908-1992); a instalação Call Waiting (2006), composta de 50 gaiolas e imagens de pássaros projetados, remete a memórias de infância e às aves que o pai do artista criava. Além de se dedicar à criação de exposições, videoinstalações e videoperformances, Eder também é autor de trabalhos em vídeo como Tumitinhas (1998), Eu Não Vou à Africa Porque Tenho Plantão (1990) e Mentiras & Humilhações (1988). Eder Santos tem uma premiada carreira como diretor de cinema, tendo realizado 15 curtas-metragens, a série de TV Contos da Meia-Noite (2004, TV Cultura, 90 episódios) e os longas-metragem “Enredando Pessoas (1995), Melhor Montagem no 17o Festival del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana, Deserto Azul (2014), Direção de Arte no Tokyo Lift-Off FilmFestival 2016, e Girassol Vermelho (2020). A participação do artista em bienais e festivais no Brasil e no exterior é extensa, como a parceria com o WWVF – World Wide Vídeo Festival, realizado em Amsterdã (Holanda), onde o artista apresentou a instalação “Enciclopédia da Ignorância”, também exibida no Media Art Festival de Milão (Itália); no Palácio das Artes em Belo Horizonte (MG) e na Luciana Brito Galeria em São Paulo (SP). Seu percurso está entrelaçado com a história do Festival Videobrasil (1982), São Paulo, para o qual Eder Santos é selecionado desde a 2a edição e ganha diversos prêmios. Participa da Bienal de São Paulo (1996) e da Mostra Bienal 50 anos (2001). Suas obras fazem parte de acervos brasileiros e internacionais. No Brasil, fazem parte da Coleção Itaú, São Paulo; dos Museus de Arte Moderna da Bahia, de São Paulo e do Rio de Janeiro; e museus de Arte Contemporânea do Paraná e de Arte da Pampulha, Belo Horizonte. Pelo mundo, estão em coleções como: Museu de arte Moderna de Nova York (MoMA); Centre Georges Pompidou, Paris; Cisneros Fontanals Art Foundation, Estados Unidos; Colección de la Fundación Arco (Espanha). Acumula prêmios em festivais internacionais e nacionais, dentre os quais podemos destacar Prêmio Sergio Motta, Petrobras, Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano e Festival del Cine de Cuba, Havana, Fest Rio e Rio Cine Festival. Realiza exposições individuais na feira de arte Arco (2009) em Madri, Espanha; no Centro Cultural Banco do Brasil (2010), Rio de Janeiro, entre outras realizadas na Galeria Luciana Brito, que o representa em São Paulo. > Patrícia Moran Fernandes (Organizadora) Professora do programa de pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais conta com bolsa da FAPESP. Quando diretora - CINUSP Paulo Emílio (2014-2017) coordenou a coleção CINUSP tendo lançado onze volumes dos quais organizou dois. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Performance Audiovisual, atuando principalmente nos seguintes temas: vídeo, documentário, cinema, tecnologia digital e produção. Pesquisa Performances Audiovisuais em tempo real, tema sobre o qual tem escrito, organizado livros e eventos com suporte da FAPESP. Dirigiu diversos curtas narrativos, não-narrativos, documentários e vídeos exibidos e premiados em diversos festivais. Livros publicados/organizados ou edições: 1. MORAN, Patrícia; Menotti, Gabriel (Org.) ; BASTOS, Marcus (Org.) . Cinemas Apesar da Imagem. 1. ed. São Paulo: Editora Intermeios, 2016. 237p . 2. MORAN, Patrícia; Arantes, Priscila (Org.) ; Almeida, Jane de (Org.) . Harun Farocki: programando o visivel. 1. ed. São Paulo: Pro-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, 2016. v. 10. 147p . 3. MORAN, Patrícia. Cinemas Transversais. 1. ed. São Paulo: Iluminuras, 2015. 211p . 4. MORAN, Patrícia; PATROCINIO, J. (Org.) . Machinima. 2. ed. São Paulo: Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, 2011. 186p > André Hallak (coordenador editorial e co-organizador) André Hallak é mestre em Artes pela Escola de Artes Visuais da UFMG, onde desenvolveu uma investigação sobre a relação entre Arte Contemporânea e o Vídeo Documentário, assunto que o acompanha em sua trajetória. Está cursando o doutorado em Comunicação pela UFRJ onde amplia a pesquisa iniciada no mestrado com o foco nas videoinstalações. Atua no circuito audiovisual desenvolvendo trabalhos de criação e coordenação, assim como diretor, editor, fotógrafo, produtor e educador. O foco principal são documentários contemporâneos, videoartes, cinema e videoinstalações. Atualmente desenvolve trabalhos com o vídeoartista Eder Santos, com quem iniciou a Trem Chic, produtora de vídeo, arte e multimídia. É professor na Pós-Graduação na Escola Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais. É também Presidente da ONG Oficina de Imagens - Comunicação e Educação. > Joana Braga (produção executiva) Experiência profissional: 2019 | Água de Plantar (em produção) | Produtora executiva da série documental (26 x 13') dirigida por André Hallak e Mariana Fagundes para o Canal Futura. | Produtora: Trem Chic 2017/2018 | O que queremos para o mundo? Educação e Audiovisual | Produtora executiva. Coordenação das atividades realizadas no projeto educativo e cultural voltado para o público infanto-juvenil realizado em 2017 e 2018 nas cidades de Campo Grande, Cuiabá e Cataguases | Produtora: Escada Amarela e Quimera Filmes 2011 - 2017 | Santa Rosa Bureau Cultural | Produtora cultural

Providência

PROJETO ARQUIVADO.