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O 1° Festival Latino-Americano de Astronomia Cultural surgiu da necessária produção de conteúdo cultural e educativo de qualidade que contribua para o reconhecimento e a difusão dos saberes de povos originários a partir do resgate de memórias e narrativas sobre o céu de algumas das principais etnias indígenas brasileiras e outros povos latino-americanos, como os Astecas e os Maias. O projeto propõe uma programação que conta com uma mostra de sessões de planetário, tendo como protagonista um filme de animação inédito, a ser produzido, sobre a temática indígena brasileira e um pequeno seminário com mesas de debates sobre o tema.
· SESSÃO DE PLANETÁRIO (Filme de Animação): A sessão a ser produzida abordará a história das constelações ditas “ocidentais” e os saberes de algumas etnias indígenas como os povos Tupinambá, Guarani, Tukano, Ticuna e Bororo em um encontro de culturas milenares e tecnologias de ponta. Celebramos assim a diversidade de saberes e conhecimentos e a surpresa e o estranhamento quando olhares de indígenas, missionários e etnólogos europeus se entrecruzaram nos céus do Brasil ao longo de nossa história. Classificação Livre. . FESTIVAL/ MOSTRA: Será elaborada uma programação com exibição de três sessões de planetário com duração de aproximadamente 25', sendo: uma inédita, sobre temática indígena brasileira (a ser produzida); e as demais já existentes, com exibição autorizada pela Fundação Planetário, que narram sobre as culturas Asteca e Maia. Também serão produzidas quatro sessões de planetário acessíveis com intérpetre de Libras (via vídeo ou aplicativo) e audiodescrição. Classificação Livre. · SEMINÁRIO/ PARALELAS: Serão promovidas quatro paralelas com conversas e palestras de profissionais da área da astronomia, nativos indígenas da tribo Kuikuro do Alto Xingu, além de representantes de instituições que atuam nas causas indígenas e da educação, para debate do tema com o público. Classificação 10 anos.
- Objetivo Geral: O projeto pretende produzir material gráfico, cultural e educativo, a fim de fomentar, de maneira acessível e inclusiva, a promoção e o reconhecimento do patrimônio imaterial sobre as relações Céu-Terra dos povos originários da América Latina, dando início à construção de uma coletânea desses conhecimentos, promovendo e divulgando este importante legado, principalmente para crianças em idade escolar. A apresentação do conteúdo será feita com uma programação que conta com a exibição de três sessões de planetário de culturas latino-americanas, sendo uma inédita sobre a temática índígena brasileira, a ser produzida pelo proponente, e as demais (Asteca e Maia) que pertecem ao acervo da Fundação Planetário. Além disso, há a previsão de atividades paralelas como conversas e palestras com acadêmicos da astronomia, nativos indígenas e profissionais da área educacional e social, gerando experiência imersiva de extrema relevância cultural para o público visitante. - Objetivos Específicos: · Produzir 1 sessão de planetário (filme de animação) com uso de computação gráfica 3D no formato fulldome imersivo sobre Astronomia Cultural indígena brasileira; · Produzir 1 mostra com programação que conta com a exibição de três sessões de planetário sobre as culturas Asteca, Maia e Brasileira e 4 sessões de planetário acessíveis para pessoas com deficiência física dentro dessa programação; · Produzir 1 seminário que contará com 4 paralelas com conversas e palestras com acadêmicos da Astronomia, índios Kuikuros e otros convidados; . Disponibilizar como Contrapartida Social 1.000 vagas para sessões de planetário para professores e alunos da rede pública, bem como para a população indígena local.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/9: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais,preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de carátercultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura,consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. De acordo com o Instituto Socioambiental, há no Brasil atualmente 246 povos, falantes de mais de 150 línguas. Do ponto de vista epistemológico, há muita diversidade para ser analisada e compreendida, formando um painel étnico e epistemológico muito mais complexo e rico do que se pensaria à primeira vista. Essa diversidade está presente em praticamente todo o território brasileiro, mesmo em estados mais industrializados ou urbanizados, do sul e sudeste. Apesar disso, eles não são discutidos na escola, nem estão registrados nos livros didáticos. Diante de uma crescente tomada de consciência sobre a diversidade cultural existente no planeta, observou-se _ marcadamente na virada dos anos 1970 e 80 _ um grande interesse pelos saberes e práticas locais de populações indígenas, rurais e costeiras, inclusive os referentes às relações entre o céu e a terra. Os métodos de investigação, bem como os resultados das pesquisas, constituíram uma nova área do conhecimento, então denominada Etnoastronomia. No início dos anos 1990, essa área passou a chamar-se Astronomia Cultural, tendo sido, posteriormente, legitimada pela União Astronômica Internacional (IAU). Este é um campo de pesquisas relativamente recente e interdisciplinar, envolvendo o trabalho de astrônomos, arqueólogos, historiadores, antropólogos, linguistas, entre outros. No Brasil, embora a produção de trabalhos acadêmicos sobre a astronomia nas culturas tenha se intensificado a partir do ano 2000, ainda há pouca divulgação sobre esses trabalhos para o público em geral, que, em sua maioria, não tem acesso à beleza e diversidade de como as etnias indígenas, que vivem em território brasileiro, percebem os objetos celestes e os integram às suas práticas sociais. É recorrente a reclamação de professores do Ensino Fundamental e Médio sobre o fato de, apesar de constar nos Parâmetros Curriculares Nacionais, haver pouca informação sobre os conhecimentos dos povos indígenas brasileiros. Este projeto visa, portanto, contribuir para o reconhecimento e a difusão dos saberes indígenas no que tange aos seus conhecimentos sobre as relações Céu-Terra e propor a democratização do acesso principalmente de alunos da rede municipal que atualmente têm pouco contato com instituições educativas e culturais também por falta de transporte. Ainda, torna-se de extrema relevância social fortalecer o reconhecimento da cultura indígena como parte da identidade cultural brasileira, fomentando a sua compreensão, o respeito e o engajamento da população pelas suas causas.
Crescemos ouvindo histórias sobre as constelações de Touro, do Centauro, do Órion ou sobre a Via Láctea, entre tantas outras. Estas visões do universo chegaram a nós por milenares e tortuosos caminhos desde os babilônios, passando pelos antigos gregos e diversas culturas em todo o mundo, até finalmente serem reconhecidas pela União Astronômica Internacional em 1928. Mas o que poucos sabem é que este panteão celeste que herdamos da colonização europeia é apenas uma forma de olhar o céu. Se perguntarmos a um Guarani o que ele vê na região em torno do que chamamos de Cruzeiro do Sul, ele poderia responder que enxerga uma Ema. Já um ticuna poderia nos contar sobre a briga do Tamanduá e da Onça celestes. E em cada etnia vamos ouvir novos nomes de constelações e mitos que narram seus feitos e jornadas, muitas vezes refletidos em seus artefatos e manifestações artísticas e culturais, como cantos, lendas e pinturas corporais. Assim, a ideia do 1° Festival Latino-Americano de Astronomia Cultural surge da necessária produção de conteúdo cultural e educativo de qualidade que contribua para o reconhecimento e a difusão de saberes indígenas a partir do resgate de memórias e narrativas sobre o céu de algumas das principais etnias brasileiras traçando um paralelo com outros povos latino-americanos, como os Astecas e os Maias. O projeto será lançado e realizado em novembro de 2020 no Planetário da Gávea, ocasião em que a instituição comemora seus 50 anos. Como estimativa de público, podemos considerar aproximadamente 10.000 espectadores. O público alvo do evento se constitui principalmente por estudantes das redes municipal e particular de ensino do Rio de Janeiro com idade escolar do 6° ao 9° ano, bem como o público habitual do Planetário, constituído por famílias e pessoas de todas as idades que desejam enriquecer seu repertório de conhecimentos culturais e científicos. Toda a receita proveniente da bilheteria das exibições será gerida e destinada à Fundação Planetário.
· SESSÃO DE PLANETÁRIO (Filme de Animação): Produção de material para uma sessão de planetário com uso de computação gráfica 3D no formato fulldome imersivo de alta resolução (4K) com duração de 25’, a ser exibida na cúpula Galileu Galilei do Planetário da Gávea, com lotação de 90 pessoas por sessão. . FESTIVAL/ MOSTRA: Exibição de 3 sessões de planetário com duração média de 25’ cada. Todas as sessões serão exibidas na cúpula fulldome Galileu Galilei do Planetário da Gávea, com capacidade para 90 pessoas. A mostra acontecerá durante dois finais de semana (sábado e domingo) com dez sessões diárias destinadas ao público pagante em geral. Lotação de 1000 pessoas por dia. · SEMINÁRIO/ PARALELAS: As quatro palestras acontecerão em auditório ou sala disponíveis no Planetário da Gávea em horários pré estabelecidos na programação e terão duração de até 60'. Lotação de 100 pessoas por paralela.
O projeto atenderá a lei brasileira de inclusão, Lei n° 13.146, destinada a assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência que se aplicam, entre outras coisas, ao acesso à cultura, à informação e à comunicação, contemplando, portanto as ações destidanas relacionadas abaixo para os produtos: PRODUTO: FESTIVAL/ MOSTRA: · DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto visa disponibilizar intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e receptivo bilíngue para as sessões acessíveis e no material de divulgação; · DEFICIENTES VISUAIS: o projeto engloba audiodescrição nas sessões acessíveis. Além disso, haverá o uso audiodescrição nas peças do material de divulgação, piso podotátil e a permissão de entrada de cães-guia; · ACESSIBILIDADE FÍSICA: há a previsão de rampas de acesso, elevadores, corrimões e banheiros adaptados. · EQUIPE: o projeto contempla equipe de profissionais com e sem deficiência para dar apoio à equipe de produção do evento durante as sessões acessíveis; PRODUTO: SESSÃO DE PLANETÁRIO (FILME DE ANIMAÇÃO): · DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto visa fazer uso intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para a produção da sessão índigena brasileira acessível com o uso de aplicativo específico; · DEFICIENTES VISUAIS: o projeto visa fazer uso de audiodescrição para a produção da sessão índigena brasileira acessível. PRODUTO: SEMINÁRIO/ PARALELAS: · DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto visa disponibilizar intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e receptivo bilíngue para as paralelas; · DEFICIENTES VISUAIS: o projeto engloba audiodescrição para as paralelas. Além disso, haverá o uso audiodescrição nas peças do material de divulgação, piso podotátil e a permissão de entrada de cães-guia; · ACESSIBILIDADE FÍSICA: há a previsão de rampas de acesso, elevadores, corrimões e banheiros adaptados. · EQUIPE: o projeto contempla equipe de profissionais com e sem deficiência para dar apoio à equipe de produção do evento durante as sessões acessíveis; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (SESSÕES DE PLANETÁRIO): · DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto visa disponibilizar intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para as sessões que tiverem alunos surdos; · DEFICIENTES VISUAIS: Haverá disponível no local piso podotátil e a permissão de entrada de cães-guia; · ACESSIBILIDADE FÍSICA: há a previsão de rampas de acesso, elevadores, corrimões e banheiros adaptados.
Atendendo ao Artigo 21 da Instrução Normativa, n°2/2019, o projeto pretende: PRODUTO: FESTIVAL/ MOSTRA: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X- promover o acesso gratuito para 1.800 estudantes do Rio de Janeiro, o que contribui de forma significativa para a democratização do acesso à cultura e gera impacto positivo no desenvolvimento sociocultural da cidade; XI- promover o acesso gratuito a 200 pessoas de povos indígenas, incentivando seu vínculo e sua participação em atividades que os envolvam diretamente, trazendo assim um empoderamento e fortalecimento de sua própria sua cultura. PRODUTO: SESSÃO DE PLANETÁRIO (FILME DE ANIMAÇÃO): III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO: SEMINÁRIO/ PARALELAS: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofcinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
• Proponente/ Dirigente Thiago Maioli Azevedo (Snap Studio) Função: Diretor de Criação Projeto de criação e concept do projeto. Designer formado em Desenho Industrial - Programação Visual pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007), é Sócio Diretor do estúdio de computação gráfica Snap Studio desde 2009 e tem ampla experiência em design, computação gráfica e gestão de projetos. Ainda desenvolve trabalhos de design e realidade virtual e aumentada junto com a Pontifícia Universidade Católica do RJ. • Thaís Bouez Função: Diretora Geral Formada em Desenho Industrial pela UFRJ e pós graduanda em Gestão Cultural pelo Senac SP, atua na Produção Cultural desde 2016, quando participou da elaboração do projeto Galeria, comunidade online que conecta profissionais da indústria criativa no mundo inteiro (www.galeriamates.wixsite.com/galeria2). Participou da direção, curadoria e da produção do evento e exposição dos trabalhos dos membros do Galeria, além de encontros periódicos. Alguns dos projetos e eventos que atuou como produtora/ diretora são:- ColaboraAmerica, 2018- Virada Sustentável Rio de Janeiro, 2018- Mesa redonda do Galeria sobre Desafios do Cenário da Música no Rio de Janeiro, 2017- Mesa redonda do Galeria sobre Representatividade Feminina no Meio Criativo, 2017- Mesa redonda do Galeria sobre Empreendedorismo na Indústria Criativa, 2016- Mesa redonda do Galeria sobre Branding e Marketing no Instagram, Instituto Moreira Salles, 2016- Exposição de trabalhos dos membros e lançamento do Galeria, 2016 • Flavia Pedroza Lima Função: Consultoria Técnica/ Pesquisa Cursou a graduação em Astronomia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fez mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE) na UFRJ e atualmente cursa o doutorado em HCTE na UFRJ. Trabalha na área de ensino e divulgação científica desde 2000, ministrando cursos, palestras e aulas, organizando eventos e coordenando projetos. É Astrônoma concursada da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro desde 2006. De 2000 a 2005, trabalhou na Coordenação de Educação do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). Foi curadora da exposição "Filhos do Sol, Filhos da Lua: O Céu e o Tempo para os Povos Nativos das Américas", inaugurada no Planetário da Gávea em 2008 e atualmente exposta no Museu das Ideias, em Santa Cruz. Participou de congressos nacionais e internacionais, com trabalhos publicados. Suas áreas de interesse em pesquisa são: Astronomia nas Culturas, História das Ciências, Educação não Formal, Museus de Ciências e Planetários. • Laís Furtado Função: Produtora Executiva/ Comunicação e Marketing Produtora e curadora de conteúdo formada em Comunicação Social e Empreendedorismo pela PUC-Rio. Há cinco anos na Globosat, já atendeu canais como GNT, OFF, BIS e Canal Brasil e atuou em projetos pioneiros como a cobertura das Olimpíadas em 4K para o SporTV e da FLIP 2016 para o Philos. Foi responsável pelo marketing da Indio da Costa AUDT em eventos, prêmios e festivais. Produziu eventos como o Festival Novas Frequências, vencedor do Prêmio Noite Rio, e o lançamento da The School of Life no Brasil. • Raíssa Couto Função: Consultora de Acessibilidades Produtora cultural especializada em produção cultural pelo MINC, em Inovação Social pela Escola São Paulo e Gestão Pública pela SEC RJ. Desde 2015 faz parte da Rede de Acessibilidade Cultural no Rio de Janeiro. Em 2016, produziu o evento “Fórum Unlimited de Acessibilidade na Cultura” junto com o British Council pelo programa Transform; coordenou as ações de acessibilidade do Anima Mundi 2018 e é Curadora do Festival ColaborAmerica. • Clarisse de Sá Earp Função: Projeto de programação Visual Diretora de arte formada em design pela PUC-RJ com mais de 15 anos de atuação em projetos gráficos, desenvolvendo conceito, linguagem e experiência para clientes nos ramos de publicidade, editorial e moda. Em 2008 trabalhou junto ao escritório Artgrafica em projetos de identidade visual e design de exposições para clientes como Museu Hermitage Amsterdam e Uit Martkt (Holanda). Em 2012 fundou a UMA, seu studio de arte e design carioca e atualmente atende ao curso depós-graduação em Curadoria dde Arte da EAV/IUPERJ. • Bruno Gomes Função: Ilustrações Ilustrador profissional com mais de dez projetos realizados em editoras diversas e professor de artes digitais e tradicionais há cinco anos. Seu prazer é criar mundos através das imagens e transmitir seus conhecimentos adquiridos durante a vida. Ao lado do seu pai, Sérgio Gomes, fundou o Grifo Studio em Recife, onde ministra cursos de pintura digital e concept art.
PROJETO ARQUIVADO.