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Realizar 18 oficinas do projeto ‘Vai que Dá!’, abordando dois pilares fundamentais (cultura e virtudes) para jovens de 15 a 22 anos, com uma Mostra Cultural _ gratuita e aberta ao público, com material produzido ao longo das oficinas - encerrando as atividades. Na contrapartida social será oferecida uma oficina de escrita criativa para público adulto. Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita.
Serão realizadas 18 oficinas de aproximadamente 60 minutos cada, para até 200 jovens de 15 a 22 anos. As oficinas acontecerão em semanas e meses alternados, propondo reflexões artístico-culturais acerca do eu comigo mesmo, eu com o outro e eu com o mundo. OFICINA 1: Apresentação do projeto VAI QUE DÁ, introduzindo o conceito da INTUIÇÃO – aqui serão utilizadas poesias individuais e coletivas para atingir este fim. Despertar a pergunta interior sobre o que de mais profundo nos une para além do físico. Passa-se a atingir aqui a dimensão do SENTIR. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Ativação lúdica; (3) Detalhamento da proposta do projeto; (4) Tarefas. OFICINA 2: A partir de um conto que apresenta a ‘saga do heroi’, os participantes serão convidados a conectar INTUIÇÃO, HONESTIDADE e TRANSCENDÊNCIA com o tema EU COMIGO MESMO. Ampliando a dimensão do sentir, a oficina vai associar simbolicamente o conto e as experiências de vida, permitindo que os símbolos cheguem aos participantes através de um jogo que pode revelar informações sobre quais qualidades veladas por tais símbolos eles precisam nutrir. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Poesia individual e coletiva, com apresentação do conto; (3) "Costura" de uma história, sem parar, com palavras encontradas no jogo; (4) Propor uma reflexão em casa sobre o porquê de cada palavra surgida e, no formato de história que foi revelado a cada um, 'o que tudo isso tem a dizer sobre mim?'. OFICINA 3: Ativação corporal (QUERER/FAZER) experimentando os níveis do PENSAR e do SENTIR despertados nas oficinas anteriores, inserindo poesias e conto de fadas. Aqui o joven, de fato, entra em contato com os talentos e desafios para alcançar seus sonhos, projetos e a vida que merece. Atividades: (1) Introduzir o simbolismo do exercício com perguntas que façam refletir sobre o ‘eu comigo mesmo’; (2) Finalizar com uma reunião de todos no centro, propondo que traduzam em palavras a experiência vivida na oficina. OFICINA 4: Através de vídeos, a oficina vai oferecer novos pontos de referência aos jovens sobre como os adultos tiveram sucesso em sua jornada, conseguindo lançar-se no mundo a partir de sua verdade (retomar conto da oficina 2), abertos para a escolha de um caminho. Isso se dá através da contação da linha do tempo do oficineiro que está à frente do projeto. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Exibição e audição de música; (3) Narração da linha do tempo, cuja ideia é revelar que há um SENTIDO no transcorrer da vida, mesmo nos acontecimentos que julgamos bons e/ou maus; (4) Tarefas. OFICINA 5: Motivados pelas reflexões das ofcinas anteriores, propomos a escrita da CARTA PARA O FUTURO, na qual os jovens escreverão o que atualmente vislumbram para ser no mundo daqui há 10 anos. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Momento musical; (3) Escrita da carta para o futuro. OFICINA 6: Colocar “à prova” a carta para o futuro escrita na oficina anterior, através de reflexões sobre o conto literário CONTO DE CIRCO, de Osman Lins. A ideia é trazer aos jovens a imagem de que haverão obstáculos no caminho de seus sonhos, ao mesmo tempo que a vida também trará surpresas e ofertas que exigem meditação e flexibilidade. Para ancorar no corpo o conto trabalhado, realizar uma dinâmica que simbolize a fragilidade dos sonhos. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Narração do CONTO DE CIRCO, de Osman Lins; (3) Dinâmica. OFICINA 7: Depois de “proteger o sonho” através da dinâmina na oficina anterior, conduzir os participantes à reflexão moral do que isso significa na vida adulta: escutar a voz anterior que diz o que é certo e honesto, acima de tudo. Para tanto, o quadro de Caravaggio – “Sacrifício de Isaac”, demonstra a força arquetipica do homem capaz de ir ao extremo pela honra à sua “obediência interna”, à sua palavra. Atividades: (1) Ativação lúdica e contemplação literária; (2) Dividir os partiticpantes em grupos para que representem teatralmente o ‘Sacrifício de Isaac’, colocando em movimento o que imaginam que aconteceu; (3) Colocar aos jovens que todas estas situações são simbólicas e podem nos ensinar sobre algo que estejamos passando – este quadro serve para lembrarmos que nossa "carta para o futuro" pode estar ameaçada se não estivermos focados e alinhados com o nosso propósito. OFICINA 8: Concluir o movimento interior gerado na oficina anterior, despertando a sensibilidade para a auto-observação – como reconhecer os momentos sutis em que estou ou não no caminho certo? Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Aplicação de dinâmica; (3) Reflexão coletiva. OFICINA 9: Através do filme ESCRITORES DA LIBERDADE, propor uma reflexão interior sobre os erros e acertos “atitudinais”. Trabalhando a transparência e aceitação, possibilitar que os jovens se dêem conta que somos humanos e passamos pelos mesmos percalços. A partir dessa reflexão, a oficina propicia um momento, ainda que indireto, para que os jovens assumam os próprios erros. Atividades: (1) Exibição de filme; (2) Ativação lúdica. OFICINA 10: Através da exposição de um conto, compartilhar com os jovens experiências de doação a seu próprio propósito – ou de apoio ao de outra pessoa, despertando a ideia de que importar-se com o outro começa no simples gesto de observar os menos favorecidos ao nosso redor. Atividades: (1) Dinâmicas corporais de aquecimento; (2) Formar um texto coletivo e compartilhar o resultado; (3) Convidá-los a pensar em um projeto de impacto social, cuja dimensão seguirá a frase “PEQUENAS AÇÕES, GRANDES TRANSFORMAÇÕES”; (4) Tarefas. OFICINA 11: Retomar as reflexões sobre o conto da oficina anterior, ilustrando como “pequenas” ações – no caso, as músicas ALIVE e JEREMY, podem gerar questionamentos positivos nas pessoas e transformar a sociedade. A música “Jack Soul Brasileiro”, de Lenine, vem como uma celebração da vontade criativa em meio às contradições brasileiras. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Retrospectiva do conto; (3) Exibição do clipe da música ALIVE; (4) Discussão em grupo. OFICINA 12: Demonstrar com um jogo simples como o ato de se importar com o outro e estar atento pode ser definitivo para a transformação social que desejamos. O jogo revela também o quanto nos empenhamos em passar palavras positivas às pessoas para que elas se sintam bem e não se comportem de maneira negativa. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Dinâmica corporal; (3) Reflexão e discussão em grupo. OFICINA 13: Trabalho com um fragmento da obra teatral GOTA D'ÁGUA – o monólogo VOCÊ SABE O QUE É UMA CADEIRA?, feito pelo personagem Creonte. Através deste fragmento, a dinâmica da oficina objetiva uma reflexão vocacional implícita aos jovens em fase de decisão de carreira. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Contextualização do fragmento teatral; (3) Trabalhar o texto com repetição das frases e sugestões de gestos; (3) Reflexão e discussão em grupo. OFICINA 14: Orientar os jovens sobre como criar um projeto, tendo como princípio o lema “Pequenas ações, grandes transformações”. Atividades: (1) Ativação corporal/jogos; (2) Exemplificar projetos; (3) Atividade lúdica para criação do projeto. OFICINA 15: Propor uma dinâmica que estimule a confiança em si mesmo e no outro. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Dinâmica corporal. OFICINA 16: Incentivar os jovens a levarem o projeto VAI QUE DÁ como ideal de vida, a partir da aplicação de uma dinâmica. O primeiro passo é lembrá-los de que todas as respostas para os momentos difíceis estão na (re)conexão com a inocência da infância. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Dinâmica. OFICINA 17: Criar uma última experiência de confiança em grupo antes do término do projeto. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Estabelecer dinâmicas com obstáculos; (3) Reflexão da proposta da dinâmica. OFICINA 18: Leitura das CARTAS PARA O FUTURO. Atividades: (1) Ativação lúdica; (2) Leitura das cartas; (3) Curadoria para Mostra Cultural.
OBJETIVO GERAL Realizar 18 oficinas do projeto ‘Vai que Dá!’ para jovens de 15 a 22 anos, com o intuito de disseminar as artes, promover a formação cultural e acesso à cultura para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Na finalização do projeto, realizar uma Mostra Cultural com peças produzidas ao longo das oficinas. Por fim, oferecer uma oficina de escrita criativa para público adulto na contrapartida social. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Oferecer 18 oficinas artístico-culturais gratuitas, com aproximadamente 1h de duração cada; ● Atender aproximadamente 200 jovens entre 15 e 22 anos ao longo do projeto; ● Realizar uma Mostra Cultural gratuita e aberta ao público com material produzido nas oficinas; ● Impactar aproximadamente 400 pessoas durante a Mostra Cultural; ● Realizar uma oficina de escrita criativa para pais, mães, professores, educadores e/ou estudantes da área, com abertura de até 60 vagas; ● Desenvolver e fomentar atividades que fortaleçam a identidade, integração e sensação de pertencimento entre os participantes; ● Promover inclusão social e cultural, propiciando o acesso à cultura para a população local; ● Trabalhar o senso de coletividade e cidadania; ● Trabalhar as virtudes fundamentais para a formação do ser humano; ● Registrar as ações do projeto em foto e vídeo, disponibilizando-as na internet de forma gratuita;
Um dos principais marcos na vida de jovens de 15 a 22 anos é o primeiro emprego. Números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-Contínua) do IBGE, e compilados pela consultoria LCA, apontam que a crise no mercado de trabalho fez com que mais de 1,76 milhão de jovens até os 24 anos desistissem de buscar por um emprego. Cientes de que, muitas vezes, os rendimentos de pessoas nesta faixa etária contribuem com o sustento de suas famílias, o projeto ‘Vai que Dá!’ _ Guarapuava tem por objetivo orientar cultural e virtuosamente os jovens para que essa busca não cesse. Localizado no Bairro Vila Carli, o Instituto Assistencial Dom Bosco está presente há 30 anos na cidade, cuja população é estimada em 180.334 pessoas _ segundo Censo de 2010. Deste percentual, 27,9% estão na faixa etária entre 10 e 24 anos. Preocupados com o futuro desses jovens e crianças, o Instituto atende adolescentes e jovens dos quatro territórios do município com atividades socioculturais, socioeducativas e socioesportivas, de formação e exercício para cidadania, além de acompanhamento familiar e do Programa de Aprendizagem (Jovem Aprendiz). Tais ações buscam minimizar as desigualdades sociais e econômicas, proporcionando a reformulação de projetos de vidas na busca pelo desenvolvimento integral dos adolescentes e jovens atendidos, bem como de seus familiares. Tendo em vista a importância e transformação causada pelo acesso à cultura de qualidade e o trabalho já realizado pelo Instituto Assistencial Dom Bosco no que tange a valorização da vida humana, o projeto se faz relevante primeiro por atender a esta parcela da população da cidade, e, segundo, por contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A captação de recursos por meio da Lei Rouanet é de fundamental importância para viabilizar trabalhos tão relevantes quanto este, tendo em vista que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° e de acordo com o Art. 3º da referida Lei, o projeto vai atender ao inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA Como contrapartida social, será oferecida uma oficina de escrita criativa, voltada para estudantes e/ou professores de instituições públicas de ensino e demais interessados. Para tanto, serão abertas 60 vagas, com duração aproximada de 02 horas por oficina. O plano pedagógico da oficina de contrapartida será desenvolvido posteriormente, durante a pré-produção do projeto.
PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As instalações do local onde serão realizadas as oficinas de contrapartida são acessíveis, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, como instalação de rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Os cartazes de divulgação terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual. PRODUTO - CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As instalações do local onde serão realizadas as oficinas são acessíveis, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, como instalação de rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Os cartazes de divulgação terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual. PRODUTO - FESTIVAL / MOSTRA CULTURAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As instalações do local onde será realizada a Mostra Cultural é acessível, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, como instalação de rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Os cartazes de divulgação terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual.
PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL: A oficina de escrita criativa oferecida na contrapartida social será gratuita e presencial, com público de aproximadamente 60 pessoas e abertura de 50% das vagas para estudantes e/ou professores de instituições públicas de ensino, conforme Art. 22 da IN 02/2019. PRODUTO - CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; V – Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. PRODUTO - FESTIVAL / MOSTRA CULTURAL: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; V – Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
INSTITUTO ASSISTENCIAL DOM BOSCO / PROPONENTE - GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA: Há 30 anos o Instituto Assistencial Dom Bosco desenvolve um trabalho efetivo e transparente com a sociedade guarapuavana, proporcionando aos milhares de adolescentes e jovens uma nova perspectiva de realidade, pautada em projetos de vida sólidos e coesos, com abertura para a formação humana e emancipação financeira. Deste modo, o Instituto contribui para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e honestos. Atualmente, atende cerca de 350 (trezentos e cinquenta) jovens de todas as localidades do município, ofertando-os oficinas e cursos em três períodos diferentes. O Instituto também desenvolve atividades culturais, esportivas e de formação cidadã. O proponente vai oferecer todo o suporte necessário aos profissionais contratados pelo projeto, a fim de garantir a plena realização das atividades propostas, sendo ainda o responsável pela gestão administrativo-financeira e tomada de decisões relacionadas ao mesmo de forma voluntária. SANDRA SAHD / COORDENADORA GERAL: Escritora há dez anos, tem 16 obras publicadas, incluindo ‘O Encanto da Minhoca’, que em 2018 foi distribuído para bibliotecas de quase 500 cidades do estado de SP. Formada em Educação Física pela UNICAMP, é apresentadora de TV, captadora de recursos e fundadora da organização social Embaixadores da Prevenção. HELIO BRAGA / CONSULTOR PEDAGÓGICO E OFICINEIRO: Pedagogo formado pela PUC-SP, com mestrado pelo Departamento de Educação da mesma instituição, foi professor na área de arte-educação por mais de 20 anos, tendo trabalhado com diversos grupos de crianças, adultos e principalmente adolescentes – em particular com um grupo com Síndrome de Down. Atuou como gestor e coordenador pedagógico junto à entidade social Fundação Julita, bem como em escolas de arte-educação – como a Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo. É professor universitário desde 1997, atuando em diversas instituições na área de licenciatura, além de participar de comissões e grupos de assessoria junto à pró-reitoras e uma reitoria. Foi membro do grupo de estudo e pesquisa do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI-USP), de 2006 a 2011 e, posteriormente, do DIVERSITAS-USP, de 2012 a 2014. Doutorando em História Social da USP entre 2008 e 2011, é consultor educacional e formulador de projetos pedagógicos pela PH: educação e formação com arte; professor na Pós-Graduação do Instituto Singularidades, em São Paulo; coordenador educacional da Embaixadores da Prevenção, organização social de Campinas; membro do Grupo de Estudo do LEPED e do Observatório da Infância e Adolescência, ambos da UNICAMP. CACHO DE IDEIAS / PRODUÇÃO EXECUTIVA: Angela Resta é comunicóloga, produtora cultural e professora de disciplinas técnicas na área da Comunicação e Marketing. Graduada em Marketing pela UNIP e em Comunicação Social pela ESAMC Campinas, possui forte ligação com a área cultural desde 1995, quando iniciou sua carreira como atriz de teatro infantil e adulto. Trabalhou por oito anos em companhias teatrais – amadoras e profissionais – do interior paulista, atuando e coproduzindo espetáculos, performances e intervenções cênicas. A partir de 2009, uniu os conceitos de comunicação, marketing e cultura e passou a desenvolver um trabalho direcionado para o fomento cultural, atuando com assessoria de comunicação para eventos e projetos, elaboração de planos de marketing de patrocínio para empresas, elaboração e agenciamento de projetos, planejamento e controle de budget e produção de eventos e projetos culturais.
PROJETO ARQUIVADO.