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PRONAC 201228Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

(IN)VISIBILIDADES - Olhar além do que se vê

CLAUDIA SUEMI HAMASAKI
Solicitado
R$ 371,2 mil
Aprovado
R$ 371,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 9,0 mil

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-05-05
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Propõe-se uma exposição de artes visuais inédita da artista contemporânea brasileira Maristela Ono, intitulada (IN) VISIBILIDADES - Olhar além do que se vê, e, como contrapartida social: oficinas, visitas mediadas à exposição, rodas de conversa e um Encontro sobre Artes em Multimeios, Ciência e Tecnologia.

Sinopse

Propõe-se uma exposição de artes visuais inédita da artista contemporânea brasileira Maristela Ono, intitulada (IN) VISIBILIDADES – Olhar além do que se vê. A exposição reúne um conjunto de instalações artísticas e pinturas luminescentes, que integram de modo singular a luz ao protagonismo nas artes visuais, propiciando novas experiências visuais e interativas aos visitantes e promovendo a ampliação e a ressignificação do olhar sobre a vida. Os visitantes são estimulados a permanecerem no ambiente expositivo e vivenciarem uma série de experiências que os instigam a desvendar os efeitos da luminescência, a interagirem com as obras e brincarem no universo da artista, tirarem fotos, gravarem vídeos e divulgá-los nas redes sociais. Além da exposição, o projeto desenvolve as seguintes ações educativas, culturais e artísticas, abertas ao público em geral e a grupos específicos: oficinas, visitas mediadas, rodas de conversa e um Encontro sobre Artes em Multimeios, Ciência e Tecnologia. Serão também ofertadas oficinas no Hospital Pequeno Príncipe, para crianças e adolescentes internados. O Museu Oscar Niemeyer (MON), escolhido como espaço expositivo, disponibiliza entrada gratuita todas as quartas-feiras, meia-entrada para professores e estudantes com identificação, doadores de sangue, pessoas com deficiência, titulares da ID Jovem, portadores de câncer com documento comprovatório, e entrada gratuita, mediante apresentação de documento comprovatório, a menores de 12 anos, maiores de 60 anos, grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental, guias turísticos acompanhados de grupos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP) e membros do International Council of Museums (ICOM). Classificação indicativa etária para a exposição: livre.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Produzir a exposição de artes visuais inédita da artista contemporânea brasileira Maristela Ono, intitulada (IN) VISIBILIDADES - olhar além de que se vê, e fomentar a produção cultural e artística nacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Fomentar a produção cultural e artística nacional mediante a produção de uma EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS inédita da artista contemporânea brasileira Maristela Ono, sobre o tema (IN) VISIBILIDADES _ Olhar além do que se vê, com duração de 3 meses ou mais e composta por um conjunto de 5 (cinco) pinturas e 3 (três) instalações luminescentes, que propiciem novas experiências visuais e interativas ao público; 2) Realizar, como contrapartida social, um ENCONTRO DE ARTE EM MULTIMEIOS, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, m parceria com Instituições de Ensino Superior, com convite a palestrantes sobre o tema e a participação da Curadora, Assistente de Curadoria, Artista/Diretora de Arte e Arte Educadora. Vagas: 345. Carga horária: 3 horas. Público alvo: estudantes e professores de artes, artistas e interessados. 3) Realizar, como contrapartida social, 9 (nove) OFICINAS, nas quais serão oportunizadas experiências de composição artística, explorando efeitos de luminescência com o uso de materiais luminescentes e projeção de luz azul. Serão ofertadas 6 (seis) oficinas no espaço expositivo, com carga horária de duas horas, para 270 participantes, e 3 (três) oficinas no Hospital Pequeno Príncipe, mediante atividades integradas ao seu setor de Educação e Cultura, com carga horária de uma hora, para 90 participantes. Total de vagas: 360. Carga horária total: 15 horas. Público alvo das oficinas ofertadas no espaço expositivo: estudantes e professores de qualquer nível, terceira idade e interessados; Público alvo das oficinas ofertadas no Hospital Pequeno Príncipe: crianças e adolescentes internados. 4) Realizar, como contrapartida social, 6 (seis) VISITAS MEDIADAS, agendadas, com o intuito de contribuir na comunicação com o público e sua apreciação das obras que comporão a exposição. Serão realizadas duas visitas mediadas por mês, com duas horas de duração, sendo convidadas para acompanhar ao menos uma visita: a Curadora, a Assistente de Curadoria, a Artista/Diretora de Arte e a Arte Educadora. Total de vagas: 180. Carga horária total: 12 horas. Público alvo: estudantes, professores de qualquer nível e interessados. 5) Realizar, como contrapartida social, duas RODAS DE CONVERSA, de duas horas de duração, realizadas no espaço expositivo e/ou auditório do museu, a partir de roteiro e com participação dos mediadores e/ou da Artista, Curadora, Assistente de Curadoria e Arte Educadora. Total de vagas: 100. Carga horária total: 4 horas. Público alvo: estudantes, professores de qualquer nível e interessados.

Justificativa

A exposição de artes visuais (IN)VISIBILIDADES _ Olhar além do que se vê, da artista contemporânea brasileira Maristela Ono, trará uma contribuição relevante para a valorização e difusão da produção cultural e artística nacional, e a sua viabilização depende de captação de recursos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, da Lei de Incentivo à Cultura, para o seu financiamento. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Será alcançado o seguinte objetivo do Art.3 da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A artista revela em suas obras, por um lado, a hibridação de suas raízes culturais nipobrasileiras, em sua complexidade e diversidade, e, por outro lado, sua formação e experiências multifacetadas - que integram áreas como das artes, arquitetura, cultura, design, educação e tecnologia, dentre outras. Sua abordagem transdisciplinar lhe possibilita tecer diálogos artísticos singulares e surpreendentes com elementos cotidianos como aros de bicicletas, barbantes, molas, guarda-chuvas e pinturas, e recursos tecnológicos como fibras ópticas, sensores eletrônicos, laser e o fenômeno de luminescência. Mediante efeitos visuais resultantes do fenômeno da LUMINESCÊNCIA - que consiste na emissão de luz por determinada substância, provocada por processo que não gere calor, sob o estímulo, por exemplo, da luz azul, utilizada na exposição. Os visitantes serão incentivados a permanecerem no ambiente expositivo e a vivenciarem uma série de experiências que desvendam os efeitos de luminescência, interagirem e brincarem no universo da artista, tirarem fotos e gravarem vídeos, e divulgá-los nas redes sociais. Salienta-se a relevância deste projeto, que compõe de modo poético a LUZ como parte INTEGRANTE da obra artística, por meio de um diálogo transdisciplinar, que propicia o rompimento de fronteiras e experiências interativas com as artes e mais concretas com a tecnologia. A luz tem a função de iluminação das obras nas artes visuais, e, neste caso, ela se torna também protagonista, na medida em que ela altera a sensação do ambiente expositivo e a percepção de cores e profundidades, com a luz azul, que produz efeitos de luminescência ao ser projetada sobre os materiais luminescentes das pinturas e instalações. Estas se transformam com a variação da luz, surpreendendo o espectador e promovendo a ressignificação de um novo olhar. A escolha do Museu Oscar Niemeyer (MON) para a proposta museográfica deve-se ao fato dele atender amplamente aos requisitos do projeto. O museu pertence ao Estado do Paraná e é o maior da América Latina, com 17 mil metros quadrados de área para exposições. Com base no entendimento da "arte como instrumento de educação", seu setor educativo oferece um conjunto de ações educativas, tais como, por exemplo: Mediação para escolas públicas e privadas, ONGs, instituições de ação social, ressocialização e inclusivas, universidades, público e turistas em geral; Atendimentos especiais voltados para o público de inclusão, acessibilidade (pessoas com deficiência) e maiores de 60 anos; Oficinas artísticas e lúdicas abertas ao público em geral e agendadas a grupos específicos; Projeto Artista do Acervo; Encontro Arte para Maiores; Projeto MON para Educadores; Mediações e oficinas abertas ao público em geral aos domingos e às quartas gratuitas; Atendimento ao EJA nas primeiras quartas-feiras de cada mês, durante o horário estendido (das 18h às 21h); [...] Programa de Permanência de Professores da Rede Municipal de Artes; Projeto especial Uma Noite no MON para crianças entre 8 e 11 anos, em maio e novembro de cada ano." No MON atua "uma equipe multidisciplinar, que visa aproximar e aperfeiçoar a experiência dos visitantes com as artes visuais". (disponível em: . Acesso em: 31 out. 2019.) Além disso, vale ressaltar que o MON, cujo projeto arquitetônico é da autoria de Oscar Niemeyer, "instalado no centro político de Curitiba e do Paraná, é um importante polo de atração cultural, consagrado em nível nacional e internacional". (disponível em: . Acesso em: 31 out. 2019.) Além da exposição, ações educativas serão oferecidas como contrapartida social, tais como: visitas mediadas, um Encontro sobre Artes em Multimeios, Ciência e Tecnologia; rodas de conversa e oficinas práticas realizadas no MON, para o público espontâneo e a grupos específicos, e no Hospital Pequeno Príncipe, para crianças e adolescentes internados, com o intuito de contribuir em ações educativas que promovam a aproximação e o aperfeiçoamento da experiência das pessoas com as artes visuais, assim como o compartilhamento e a difusão do conhecimento. A inclusão, nas ações educativas do projeto, do público formado por crianças e adolescentes internados no Hospital Pequeno Príncipe deve-se ao fato desta instituição realizar um trabalho de grande relevância no tratamento médico infanto-juvenil, com foco no atendimento humanizado, tendo como uma de suas linhas de atuação a de Educação e Cultura. No Pequeno Príncipe, as crianças e jovens internados podem experimentar situações e aprendizados que vão muito além dos cuidados médicos e hospitalares. São possibilidades que se abrem a partir de novos conhecimentos, do contato com a fruição e a produção de obras culturais e artísticas por meio das atividades desenvolvidas pelo setor de Educação e Cultura. (Disponível em:http://pequenoprincipe.org.br/hospital/programas/. Acesso em: 21 set. 2019.) Instituição filantrópica, é o maior hospital pediátrico do Brasil e 70% de sua capacidade de atendimento a pacientes destina-se àqueles do SUS, com oferta de 32 especialidades. No ano de 2018, totalizou mais de 305 mil atendimentos ambulatoriais a crianças e adolescentes, mais de 23 mil internações e mais de 21 mil cirurgias. Em 2019, completou 100 anos de existência. (Disponível em:http://pequenoprinci-pe.org.br/hospital/programas/. Acesso em: 21 set. 2019.)

Estratégia de execução

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL “O desenvolvimento sustentável é definido como o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem as suas próprias necessidades. Desenvolvimento sustentável demanda um esforço conjunto para a construção de um futuro inclusivo, resiliente e sustentável para todas as pessoas e todo o planeta. Para que o desenvolvimento sustentável seja alcançado, é crucial harmonizar três elementos centrais: crescimento econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente. Esses elementos são interligados e fundamentais para o bem-estar dos indivíduos e das sociedades.” (PNUD-Brasil. Disponível em:https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/library/ods/cartilha-de-perguntas-e-respostas-dos-ods.html. Acesso em: 08 nov. 2019). Com base neste entendimento e com vistas ao alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pelas Nações Unidas como parte da agenda para o desenvolvimento sustentável, este projeto propõe as seguintes ações: Iluminação com eficiência energética O projeto adota um sistema iluminação com LEDs, para a exposição das instalações e pinturas, em vista das vantagens expressivas que os LEDs apresentam em relação a outros tipos lâmpadas existentes, em termos de ganho de eficiência energética; eficiência luminosa, que possibilita otimizar a emissão de luz e reduzir o consumo de energia elétrica; tempo de vida útil, tempo de partida e alcance de nível ótimo de iluminação; qualidade de distribuição da luz e reprodução de cor; controle de potência e de cor; redução da poluição luminosa; e baixo índice de geração de calor. Uso de materiais reaproveitáveis nas oficinas As oficinas oferecidas pelo projeto fornecerão materiais reaproveitáveis: barbantes coloridos (do tipo “neon”) e suportes de papel preto. Nas atividades programadas, os participantes realizarão composições com estes elementos, sem qualquer material de fixação, de modo a possibilitar a reutilização dos materiais. As composições serão registradas com fotografias digitais. Uso de materiais de baixo impacto ambiental nas obras artísticas Nas instalações e pinturas, utilizam-se materiais de baixo impacto ambiental, tais como, por exemplo: tintas acrílicas solúveis em água e barbantes 100% reciclados. Tais ações contribuem para o alcance dos ODS, e mais especificamente dos seguintes: Objetivo 4: Educação de Qualidade mediante ações educativas oferecidas à comunidade em geral e a crianças e adolescentes internados no Hospital Pequeno Príncipe, o maior hospital pediátrico do Brasil. Objetivo 10: Redução das desigualdades mediante a promoção de acesso democrático, inclusivo, com recursos de acessibilidade, à exposição proposta e meios de comunicação e divulgação. Objetivo 11: Cidades e comunidades sustentáveis por meio do uso de sistema de iluminação com eficiência energética, em termos de consumo de energia, eficiência luminosa, otimização de emissão de luz e durabilidade, dentre outros fatores, uso de materiais reaproveitáveis nas oficinas e uso de materiais de baixo impacto ambiental nas obras artísticas. Objetivo 12: Consumo e produção responsáveis mediante o consumo de materiais e produção de obras com foco na redução do impacto ambiental, a exemplo dos materiais reaproveitáveis utilizados nas oficinas das ações educativas, sistema de iluminação com eficiência energética e segurança. PLANO DE DIVULGAÇÃO O desenvolvimento de todo o planejamento de divulgação da exposição será realizado juntamente com a assessoria de imprensa contratada para o projeto. • Criação e confecção do material gráfico (convites, cartazes, banners e folders da exposição); • Elaboração de conteúdo audiovisual (vídeos e teasers); • Criação de site do projeto e página de Facebook e Instagram; • Divulgação nas mídias de comunicação (jornais, rádios, mídias digitais e sociais); • Distribuição do material gráfico (distribuição de cartazes); • Registro fotográfico e videográfico da exposição; • Produção e envio de release sobre a abertura da mostra, convidando jornalistas e blogueiros de geral e das artes plásticas; • Produção e envio de sugestões de pauta para jornais, revistas e rádios; • Produção e envio de sugestões de pauta com vídeo convite para agendas culturais das emissoras de televisão e portais locais. • Oferta de entrevistas para emissoras de televisão e rádio locais, por telefone, antecipadamente, ou em estúdio, de acordo com o que a agenda da artista; • Acompanhamento de entrevistas, caso necessário; • Envio de áudios da artista para produção de reportagem em rádio; • Acompanhamento e encaminhamentos da clipagem e da imprensa que solicitar entrevista.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO DE ARTES O projeto compreende as seguintes obras: INSTALAÇÕES Propõe-se a exposição de um conjunto de três instalações artísticas:1) Chuva de Luzes;2) Comunicação;3) Energia. * Serão desenvolvidas e produzidas versões inéditas destas instalações, a partir de versõespreliminares de referência, conforme descritas nas páginas 11 a 13 do "Memorial Descritivo", em anexo. PINTURASPropõe-se a exposição de um conjunto de pinturas luminescentes, com previsão dasseguintes:1) (In)visibilidades – I2) (In)visibilidades – II3) (In)visibilidades – III4) (In)visibilidades – IV5) (In)visibilidades – V * Referências de pinturas luminescentes da artista estão apresentadas nas páginas 17 e 18 do "Memorial Descritivo", em anexo. * Detalhamento técnico das obras no Memorial Descritivo em anexo. PROPOSTA MUSEOGRÁFICAPropõe-se como espaço expositivo o salão do “Olho” do Museu Oscar Niemeyer (MON), que melhor atende os requisitos da proposta conceitual do projeto.A exposição artística (IN) VISIBILIDADES – Olhar além do que se vê - compõe-se de um conjunto de instalações e pinturas com efeitos de luminescência, sob o estímulo da luz azul, que integra de modo singular a luz ao protagonismo nas artes visuais.O prefixo IN, presente no título do projeto, traz um duplo sentido: “em” e “negação”. VISIBILIDADES, por sua vez, refere-se às múltiplas possibilidades do olhar que atravessa fronteiras e molduras, para além do que se vê em um primeiro momento e parece ser absoluto, estável, fixo e pré-determinado.Propõem-se instalações com elementos do cotidiano, tais como molas, aros de bicicleta, barbantes, dentre outros, e recursos tecnológicos que exploram criativamente características e fenômenos da luz, com foco na luminescência.Um conjunto de pinturas luminescente também integra o ambiente expositivo, com efeitos que instigam a ressignificação do olhar e despertam a curiosidade.Tais obras encontram-se dispostas dinâmica e organicamente no espaço expositivo, que se estende como uma grande praça que convida os visitantes a percorrerem-na.Uma das instalações, a “Comunicação”, inicia-se no “Olho” e tem continuidade no Espaço Araucária (localizado no piso inferior), através do vão que os interliga.O mobiliário proposto permite aos visitantes sentarem-se e deitarem-se, com vistas a incentivá-los a permanecerem no ambiente expositivo e a vivenciarem uma série de experiências que desvendem os efeitos de luminescência, brincarem no universo da artista, tirarem fotos e gravarem vídeos. * Ver "Proposta Museográfica" em anexo. PROPOSTA METODOLÓGICA PARA AÇÃO EDUCATIVAAs pesquisas transdisciplinares que reúnem arte, ciência e tecnologia (ACT) já resultam em práticas distribuídas no campo da arte contemporânea e nessa emergência têm contribuído para uma reflexão sobre os modos de produção, distribuição e recepção.Nessas condições, ainda que diferentes etapas possam compor uma investigação dessa produção, Santaella (2017, p. 55), oferece ao menos uma definição: “Qualquer projeto artístico, realizado, portanto, por um artista, envolve, algum tipo de pesquisa quer essa pesquisa seja de materiais, de recursos técnicos, de dispositivos, de meios, quer seja de tecnologias que a condição histórica do artista lhe apresenta como disponível.” São essas diferenças tanto quanto as aproximações entre essas áreas de conhecimento que possibilitaram compreender fenômenos e buscar similaridades entre seus processos de criação.Os avanços das tecnologias e suas aplicações estão presentes em quase todos os setores da vida cotidiana, contudo a educação e o ensino da arte seguem defasados desses usos. Esse cenário se reproduz com o isolamento de muitas das produções que combinam arte, ciência e tecnologia, das suas contribuições e da geração de um pensamento artístico-crítico que continuam, sistematicamente, desconsiderados.Mesmo assim, tais condições são continuamente enfrentadas por artistas e pesquisadores, o que resulta em experimentos transdisciplinares, produção e participação cada vez mais intensa nesse campo, além de um campo historiográfico que surge com a evolução dessas trajetórias.No Brasil, artistas que se dedicam a produção entre arte, ciência e tecnologia já contam com ao menos três gerações e, segundo a curadora brasileira Arantes (2005), os pioneiros Abraham Palatnik e Waldemar Cordeiro, entre outros, iniciaram suas pesquisas na década de 1960 e, algumas dessas experiências, foram precursoras do uso do computador na criação artística.Entre outros teóricos, o historiador e crítico norte-americano Shanken (2014, p. 141) observou o quanto importante essa confluência foi como parte integrante do fazer arte e porque se tornou um argumento para compreender o século XXI: “Não obstante isso, o cânone da história da arte ocidental não enfatizou suficientemente a centralidade da ciência e da tecnologia como co-inspiradoras, fontes de ideias e/ou mídia artística.”Por outro lado, ainda que haja muitas combinações entre os processos investigativos entre arte, ciência e tecnologia, e com os modos de divulgação e recepção, se defende a centralidade da comunicação para o público já que esses resultados afetam a percepção desses objetos e podem contribuir com a democratização e com o acesso ao sistema da arte contemporânea: “Além disso, os artistas criaram e usaram a tecnologia para prever o futuro, não apenas da arte, mas da cultura e da sociedade em geral.” (SHANKEN, 2009, p. 180).Estes argumentos, tais como a emergência de uma historiografia, a necessidade de comunicar e mediar a produção em arte, ciência e tecnologia (ACT), além de oferecer uma contribuição crítica sobre esses campos, são fundamentais para o estabelecimento desta Proposta Metodológica para Ação Educativa para a Exposição (in) Visibilidades: olhar além do que se vê, da artista Maristela Ono. Proposta metodológicaAs ações educativas, culturais e artísticas foram sugeridas a partir da elaboração de uma Proposta Metodológica para Ação Educativa para atender aos objetivos da Exposição da artista, promover a democratização do acesso, com acessibilidade e inclusão.Além disto, as ações educativas contam com os dispositivos mediadores já incluídos na programação, expografia, legendas, folder e material de divulgação impresso e digital nas redes sociais, disponíveis no endereço eletrônico da exposição, site do MON e/ou página da artista. Programação, etapas de elaboração e desenvolvimento1. Estudo do contexto, do processo de criação e das tecnologias aplicadas à produção das obras em questão da artista Maristela Ono;2. Elaboração de material educativo: roteiro para a ação educativa e cultural que deverá ser desenvolvida pelos mediadores durante a exposição;3. Formação da equipe de mediação. Serão oferecidos dois encontros sobre a mediação para o grupo de educadores do MON e de acordo com a proposta em questão;4. Elaboração de práticas de ação educativa, culturais e artísticas, compostas por visitas mediadas à exposição, oficinas, rodas de conversas e um encontro sobre Arte em Multimeios, Ciência e Tecnologia (programa a ser detalhado). As práticas serão ofertadas conforme exemplificado na Tabela 1. ReferênciasPRADO. Gilberto; TAVARES, Mônica; ARANTES, Priscila (orgs.). Diálogos transdisciplinares: arte e pesquisa. São Paulo: ECA/USP, 2016.ARANTES, Priscila. Arte e mídia no Brasil: perspectivas da estética digital. ARS (São Paulo) [online]. 2005, vol.3, n.6, pp.52-65. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-53202005000200004&lng=en&nrm=iso>. Acesso em nov. de 2019.SHANKEN, Edward. Historicizar arte e tecnologia: fabricar um método e estabelecer um cânone. In: DOMINGUES, Diana (org.). Arte, Ciência e Tecnologia – passado, presente e desafios. São Paulo: Unesp, 2009. *Ver Tabela 1 - Relação das ações educativas, culturais e artísticas - em anexo.

Acessibilidade

O projeto considera que acessibilidade significa, além de permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas de uma determinada população, com vistas a sua adaptação e locomoção, com a eliminação de barreiras, de modo a assegurar as condições de igualdade e o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, sua inclusão social e cidadania. O projeto seguirá as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre acessibilidade e da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da Unesco. Para a promoção de acessibilidade aos produtos artístico-culturais do projeto, serão adotadas as seguintes medidas: Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição das obras de arte. Produto: OFICINAS Oficinas no Espaço Expositivo: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Oficinas no Hospital Pequeno Príncipe: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Produto: VISITAS MEDIADAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Produto: RODAS DE CONVERSA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Produto: ENCONTRO DE ARTE EM MULTIMEIOS, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Observações: Os recursos de acessibilidade física são oferecidos pelo espaço expositivo e não geram custos ao projeto. Os recursos de acessibilidade a deficientes auditivos e visuais estão previstos na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

Em prol da universalização do acesso a bens e serviços culturais e da garantia da democratização de acesso, sempre com respeito ao interesse público, o projeto adota medidas relacionadas aos seguintes incisos/medidas do Artigo 21 da Instrução Normativa n.2/2019 do Ministério da Cidadania: Produto: EXPOSIÇÃOIII - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art.22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO: O projeto contemplará a distribuição de 900 ingressos para o acesso gratuito ao Museu - que corresponde a 10% (dez por cento) do total previsto no plano de distribuição -, que serão adquiridos com rubrica própria, sendo 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais para estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

MARISTELA MITSUKO ONO Função: Artista e Diretora de Arte Graduada em Arquitetura e Urbanismo (UFPR, 1983), realizou o Industrial Design Training Course no Japão (bolsista da JICA, 1986), estágio para formação de professores no curso de Design Industrial da Fachhochschule München, na Alemanha (bolsista do DAAD, 1988-89), Doutorado em Arquitetura e Urbanismo (USP, 2004), e Pós-doutorado Empresarial (empresa Dangelo Di, com apoio do CNPq, 2012). Cursou um ano do curso de Licenciatura em Desenho na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP, 1980). Na UTFPR, foi professora (1983-2010) e coordenadora do Depto. de Desenho Industrial, professora (2005-2013) e editora da Revista Tecnologia e Sociedade do Programa de Pós-graduação em Tecnologia. Na UFPR, foi Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Design (2006-2011), Pesquisadora do Núcleo de Design e Sustentabilidade e Colaboradora do projeto “Luz, Ciência e Emoção: exposição interativa para crianças” (2016 - 2017), coordenado pelo Prof. James A. Baraniuk e realizado pelo Depto. de Eng. Elétrica. Após cerca de trinta anos dedicados à educação, passou a dedicar-se intensivamente às Artes Visuais em multimeios. Realizou curadoria, criação artística e design da exposição Luz, Ciência e Emoção, realizada no Museu Municipal de Artes de Curitiba - MuMA, em 2017. Exposições individuais (Artista e Curadora): Poética da Luz, integrante da 13ª Primavera dos Museus: museus e suas memórias - Espaço Energia / Museu da Copel – nov./2018 ~ fev./2020; Luminescência – cores, luzes e a complexidade poética da vida, integrante da 11ª Primavera dos Museus: museus e suas memórias – MUNESPI – set./2017 ~ mar./2018. http://lattes.cnpq.br/7757368813867877 www.maristelaono.com ROSEMEIRE ODAHARA GRAÇA Função: Curadora Licenciatura em Desenho (EMBAP, 1993) Especialização em História da Arte (EMBAP, 1996) Mestrado em Educação (UFPR, 2000) Doutorado em Educação (Institute of Education, University of London, 2009) Atuação profissional: Professora de conteúdos de história das artes do Campus de Curitiba II (Faculdade de Artes do Paraná) da UNESPAR (desde 1999). Foi Assessora de Projetos Especiais da Secretária de Estado da Cultura do Paraná (2008-2010) e membro do conselho consultivo das seguintes instituições: Museu Alfredo Andersen (2003-2010), Museu de Arte da UFPR (2007-2015), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (2005-2007). Lecionou conteúdos de história da arte nas seguintes instituições de ensino: Universidade Positivo (2000-2001), Centro de Educação Profissional de Decoração, Paisagismo e Artes do Paraná (1999-2000), UFPR (1997-1999), EMBAP (1995-1997), UTFPR (1997-1999). Ministrou cursos de curta duração sobre história da arte no Museu Alfredo Andersen (1997- 2007) e em outras instituições públicas e privadas do Paraná. Atuou como docente de conteúdos de História da Arte em diferentes cursos de especialização no país. http://lattes.cnpq.br/7809090677417715 https://sites.google.com/site/rosemeireodaharagraca/ DENISE ADRIANA BANDEIRA Função: ARTE EDUCADORA Doutora em Comunicação e Semiótica, área de concentração Signo e Significação nas mídias, Programa de Estudos Pós-graduados (PUC-SP, 2012). Mestre em Educação (UFPR, 2001). Especialista em História da Arte: Artes Plásticas e da Arquitetura (PUC-PR, 1994). Bacharel em Eng. Civil (UFPR, 1982). Artista, pesquisadora e professor adjunto da Faculdade de Artes do Paraná/UNESPAR. Coordenou projeto de pesquisa na área de Inovação Tecnológica apoiado pelo CNPQ/FINEP, para aplicativos de entretenimento (telefonia móvel) e jogos educativos (software), entre 2003-2008. Coordenou, em parceria com Sonia Vasconcelos, o projeto educativo da 6ª Bienal de Curitiba VentoSul, entre 2010-2011. Foi membro do Comitê Curatorial do 64º Salão Paranaense realizado pelo Museu de Arte Contemporânea do Paraná e responsável pelo material de ação educativa para a mesma edição. 2004 e 2007 - itinerância da mostra Spirare, com a artista Laura Miranda, na Casa Andrade Muricy, Curitiba/PR, e no Porão do Paço Municipal, Porto Alegre/RS. 2010 e 2012 - itinerância da Exposição Zênite, coletivo de artistas, apresentada na Galeria Fraletti, em Curitiba/PR, na Casa do Brasil em Madri, Espanha, Bienal de Arte Contemporânea Europeia e Latino-americana, em Porto, Portugal. 2013 - itinerância da Exposição Passaúna, na Casa de Cultura da Lapa/PR, e AVA Galleria, em Helsinque, Finlândia. JULIA INOUE ISHIDA Função: Assistente de Produção e Curadoria Especialização em História da Arte Moderna (EMBAP), graduada em Estatística (UFPR, 1994), bacharel em Pintura (EMBAP, 2000). Atuou como curadora em exposições no MAC – 2006; da Exposição Arte Nikkei no Centenário da Imigração Japonesa em 2008 - no Memorial de Curitiba, Solar do Barão, Museu Alfredo Andersen. Responsável pela Galeria de arte da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), PROEX, de 2009 a 2011, onde atuou como curadora e produtora de diversas exposições. Foi professora colaboradora na UEPG e na UNESPAR-FAP, nas disciplinas de pintura, poéticas contemporâneas e desenho, de 2009 a 2013. Orientações em workshop em pintura na UEM, UEPG e FAP. Curadorias, co-curadorias e exposições: 2015 - Proponente e Curadora para o edital de artes da Fundação Municipal de Paranaguá/PR - Exposição Guenzai, Casa da Cultura Monsenhor Celso, Paranaguá – PR. 2016 - Co-curadoria e Assistente de Produção para a Exposição Olhar InComum: Japão revisitado, Museu Oscar Niemeyer (MON), Curitiba/PR. CLÁUDIA SUEMI HAMASAKI Função: Coordenadora, Produtora Executiva e Proponente Licenciatura em Desenho (EMBAP, 1990) e Técnico em Desenho Industrial pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR), em 1986. Estudou na Ashigei Rokko College, em Visual Design, em Kobe, Japão, e estagiou na Mercus Corporation, em Osaka, Japão - 1994 ~ 1995. Coordenadora Organizacional dos Festivais da Cultura Japonesa (matsuri) em Curitiba e São José dos Pinhais/PR - 2004 ~ 2019. Produtora: 2015 - Exposição Guenzai – Fundação Municipal de Cultura de Paranaguá – Paranaguá/PR; 2016 - Exposição – Olhar InComum: Japão revisitado – no MON. REBECA GAVIÃO PINHEIRO Função: Projetista Museográfica Produção executiva do Salão Paranaense, 64º Salão Paranaense e 4º Salão Nacional de Cerâmica. Expografia das exposições: Sergio Camargo, Ione Saldanha; Degas; Mondigliani; Produção Da Bienal de Curitiba - no MON. 2016 - Assessoria técnica e projeto Expográfico da mostra Olhar InComum: Japão revisitado – no MON. 2017 - Produção e Coordenação executiva da mostra Kirchgassner – um modernista Solitário – no MON; Produção e projeto Expográfico da mostra NOMOS – Laura Miranda- no MON. 2018 - Produção e Coordenação da mostra 5 Elementos de Juliane Fuganti – no MON; Produção da mostra Decodificação Cosmológica de Uiara Bartira – no MON; Edificio Lydio Paulo Bettega – um sonho em concreto – Sesi –PR; mostra CURITOWN – no MuMA; mostra Do Cietep ao Campus da Indústria – FIEP. 2019 - Produção do 19º Simpósio de Cerâmica – Museu Alfredo Andersen; mostra OFERENDAS de Guita Soifer – no MON. JAMES ALEXANDRE BARANIUK Função: Consultor Técnico Engenheiro Industrial Eletricista, modalidade de Eletrônica e Telecomunicações (UTFPR, 1989). Possui Mestrado (2002) e Doutorado (2009) em Administração pela UFPR. Professor Adjunto do Curso de Engenharia Elétrica da UFPR. Preside a Comissão Interna de Conservação de Energia da UFPR, que visa reduzir os custos de energia elétrica da universidade. Coordena o projeto de extensão “LUX: Vídeos Educacionais para Crianças”, disponível em www.eletrica.ufpr.br/lux, onde são apresentados vídeos educacionais relacionados ao tema de luz, voltados ao público infantil. Coordenou a exposição “Luz, Ciência e Emoção”, em 2017, no MuMA, e, em 2019, realizou o projeto luminotécnico e a instalação elétrica da exposição “Poética da Luz”, da artista Maristela Ono.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.