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Em sua 13ª Edição, o projeto Cinema no Rio consistirá na realização de sessão de cinema ao ar livre em 07 municípios localizados às margens da Represa de Sobradinho no Rio São Francisco, no estado da Bahia. O projeto ainda prevê, em cada localidade, a realização de 01 oficina lúdica de fotografia para terceira idade e adolescentes, 01 apresentação de artistas locais, edição e exibição de 01 vídeo-documentário de aproximadamente 12 minutos, produzido a partir de depoimentos dos moradores idosos do local através de um trabalho de pesquisa.
Para cada um dos 07 munícipios contemplados será realizada a montagem de um roteiro-base para a realização do vídeo documentário com aspectos sociais e culturais das comunidades, através uma pesquisa feita com mestres de cultura popular, cozinheiras e artesãos, onde expressam suas ideias, contam suas histórias e relatam "causus" que resgatam a cultura da sua região, proporcionando a todos se conhecerem e relembrarem fatos desconhecidos ou já esquecidos, propiciando a conservação e difusão destes conhecimentos, registrando e produzindo conteúdos que serão exibidos antes das sessões de cinema. As oficinas de fotografia serão totalmente gratuitas, para pessoal da terceira idade, adolescentes e professores. Visando despertar o olhar fotográfico que os moradores têm de sua própria cidade e aproximá-los de outras formas de artes possíveis na fotografia. Os oficineiros apresentam um breve histórico da fotografia e orientam os alunos no manuseio das câmeras. Os participantes têm um tempo para fotografar cenas sobre o tema escolhido. Não se trata de curso ou workshop, mas de atividade lúdica e livre. Algumas fotos são selecionadas, editadas e exibidas antes de cada sessão de cinema. Grupos artísticos locais, de qualquer gênero ou idade, podendo ser grupo musical, dança ou folclórico, são convidados a fazerem uma apresentação antes das exibições dos filmes. Eles têm a oportunidade de resgatar, difundir e preservar suas culturas locais e até mesmo de outras regiões. As 07 sessões de cinema serão gratuitas, em praças públicas de cada cidade contemplada no projeto. A curadoria será baseada em filmes que não contenham cenas de sexo ou violência, ou incitação às mesmas, acessíveis a todas as faixas etárias e classes sociais. Ao final do projeto, será produzido um vídeo-relatório com todas as informações das sessões e o resultado na visão dos participantes. Os produtos oferecidos do projeto foram distribuídos da seguinte forma: - Festival/mostra audiovisual (exibições cinematográficas): estimamos um público de 11 mil pessoas total no projeto (sendo 1500 pessoas/média x 07 munícipios), que poderão estar na via pública (rua ou praça) no ato das sessões e apresentações; - Festival/mostra (apresentações culturais): estimamos um público de 11 mil pessoas (1500 pessoas/média x 07 munícipios, sendo uma apresentação contratada por cidade= 07 contratações), que poderão estar na via pública (rua ou praça) no ato das sessões e apresentações; - Vídeos: serão produzidos e doados para distribuição o total de 70 dvds do vídeo-documentário e 30 dvds do vídeo-relatório final; - Oficina de fotografia: a quantidade de alunos, por cidade, que poderá participar da oficina será de pessoas 24 alunos x 07 municípios = total de 168 pessoas.
O projeto Cinema no Rio 13ª Edição consiste realização de consistirá na realização sessões de cinema ao ar livre em 07 municípios localizados às margens da Represa de Sobradinho no Rio São Francisco, no estado da Bahia. O projeto ainda prevê, em cada localidade, a realização de 01 oficina lúdica de fotografia para terceira idade e adolescentes, 01 apresentação de artistas locais e produção e exibição de um vídeo-documentário, através de um trabalho de documentação etnográfica e audiovisual em diálogo com moradores, mestres de cultura popular e artesãos, onde expressam suas ideias, contam suas histórias e relatam "causus" que resgatam a cultura da sua região, proporcionando a todos se conhecerem e relembrarem fatos desconhecidos ou já esquecidos, contribuindo para a preservação da memória, a valorização da identidade local e difusão destes conhecimentos. Estes vídeos terão duração aproximada de 12 minutos, finalizados em mídia DVD com audiodescrição, que serão exibidos antes de cada sessão de cinema. Uma cidade será escolhida para exibição com uma medida de audiodescrição, que será previamente divulgada. As localidades escolhidas serão municípios que não possuem salas de exibição. Locais nos quais a população não tem acesso à cultura e aos bens culturais produzidos nos grandes centros. Pretendemos proporcionar às pessoas a possibilidade de se verem na grande tela, valorizando e resgatando sua história e a da sua comunidade. O "espetáculo" cinematográfico começa com a montagem da tela inflável, que vai se enchendo até erguer-se ao ar livre. Cadeiras são dispostas e é organizado o espaço para a distribuição de pipoca. A área recebe iluminação adequada e tudo é feito para que a população de cada cidade seja convidada, mobilizada e recebida com respeito e conforto. Para abrir a sequência de apresentações, um grupo artístico local apresenta um espetáculo cênico: teatro, música, dança ou poesia. São exibidos em seguida, imagens editadas do resultado das oficinas de fotografia e o vídeo-documentário. Neste momento, acontece uma expansão do projeto para além de uma mera exibição de filmes _ diante da própria imagem surgida na grande tela, as pessoas se manifestam e interagem expressivamente. Na sequência, são exibidos os filmes selecionados (03 curtas e 02 longas-metragem). A relação de filmes a serem exibidos serão escolhidos pela curadoria do projeto, priorizando filmes que não contenham cenas de sexo e violência ou ilação às mesmas. Em cada cidade onde ocorrerá a sessão serão contratados serviços autônomos e esporádicos, como pipoqueiros, ajudantes de montagem e produtor local. Esta iniciativa pretende proporcionar aos moradores uma oportunidade de um ganho extra e melhorarem sua situação econômica. Como contrapartida social, a oficina lúdica de fotografia será oferecida ao pessoal da terceira idade e adolescentes, priorizando estudantes de escolas públicas e EJA, para despertar, pela percepção lúdica, o olhar fotográfico sobre a cidade. Após uma explicação teórica sobre a história da fotografia e o aparato fotográfico, os participantes deverão fotografar o tema escolhido em cada localidade. O resultado da oficina será editado, creditado e exibido antes de cada sessão de cinema na praça. Ao final do projeto, será editado e produzido um vídeo-relatório final contendo entrevistas, depoimentos e imagens de toda execução do projeto, onde o tema principal será a visão que todos os envolvidos no projeto, equipe e população, tiveram das exibições em geral. Este vídeo terá a duração aproximada de 12 minutos, será gravado em mídia DVD, distribuído gratuitamente entre colaboradores, patrocinador(es), tvs educativas e universitárias e 30 cópias serão doadas à Biblioteca Pública Luiz de Bessa para que sejam feitas distribuições gratuitas conforme seus preceitos. Todos os vídeos serão disponibilizados no canal do Youtube com medidas de acessibilidade. O projeto Cinema no Rio 13ª Edição será realizado por uma equipe de profissionais com capacitação diversificada, dedicados a interagir com a cidade nas suas diversas esferas: 1) institucionais: pelo contato com prefeitura e outros centros administrativos e culturais; 2) artística: pelo contato com músicos, performers, atores, contadores de histórias e artesãos locais; 3) popular: pelo contato irrestrito com os moradores que habitam as diferentes realidades dos municípios percorridos. Esta equipe é composta por produtores, documentaristas, fotógrafos educadores, profissionais técnicos e uma infraestrutura composta de uma grande tela inflável, cadeiras para o público, equipamentos de projeção digital, som e luz, gerador e máquina de pipoca, dentre outros. Acreditamos, com esta iniciativa, que estejamos promovendo a cultura regional, de um modo mais pessoal, valorizando a cultura interiorana e de colocar como um espaço de divulgação e de fomento dessas manifestações para além das comunidades envolvidas, difundindo a linguagem cinematográfica, curtas e longas-metragens, para um público formado em sua grande maioria, por pessoas que nunca entraram em uma sala de cinema. A contemplação de um filme ou de qualquer outro produto audiovisual possibilita ao espectador aumentar seu cabedal de informações, ampliando sua capacidade de análise e discernimento dos problemas com o quais se defronta, seja na condição de indivíduo ou de cidadão, trazendo, portanto, retornos produtivos para toda a sociedade. Buscando proporcionar inclusão social com acesso amplo e democrático da cultura através do cinema, esperamos contar com a colaboração de patrocinadores que apostam nesta ideia Ao longo de seu percurso, o projeto beneficiará mais de 11 mil pessoas (direta e indiretamente) de todas as faixas etárias e classes sociais, sendo que muitas delas terão acesso ao cinema pela primeira vez na vida. As sessões acontecem em praça pública e todas têm acesso gratuito. O projeto visa difundir cinema nacional para um público amplo e diversificado, composto por moradores de municípios que não só estão às margens de um dos mais importantes rios do Brasil, como também estão isolados do acesso ao cinema e de tantas outras formas de arte, cultura e entretenimento. Os objetivos específicos do Cinema no Rio 13ª Edição são: - Promover inclusão social por meio do acesso amplo e democrático à cultura, através de exibições de cinema ao ar livre pelo interior do Brasil; proporcionar um diálogo direto com as comunidades, utilizando o cinema como fio condutor; registrar depoimentos dos moradores de cada um dos 07 municípios, estimulando-os a rememorar suas próprias histórias. Editar o material gravado, e exibi-lo antes de cada sessão de cinema; disponibilizar os vídeos no canal do Youtube, com medidas de acessibilidade; divulgar e promover a cultura regional, mostrada de modo mais pessoal, pelos próprios moradores das comunidades, proporcionando preservação do patrimônio imaterial; oferecer 01 oficina lúdica de fotografia para cada um dos 07 municípios do projeto; difundir a produção e a linguagem cinematográfica junto a população do interior mineiro; realizar 07 sessões de cinema gratuitas; contribuir para a democratização dos bens artísticos culturais, criando espaços alternativos para sua difusão, principalmente entre as populações do interior; colaborar, ainda que de forma esporádica, para a geração de divisas econômicas extras nos municípios percorridos, a partir do evento cultural.
O histórico de edições do projeto Cinema no Rio comprova sua inegável importância como contribuição à difusão do cinema nacional e às populações ribeirinhas do rio São Francisco. O projeto beneficia um público variado e de todas as camadas sociais nas comunidades onde atua, levando em conta a diversidade econômica e cultural locais. São municípios com média de 2.000 a 30.000 habitantes, caracterizadas em sua maioria como regiões carentes econômica e estruturalmente. Pelas dimensões que o projeto alcançou, ele acaba por contemplar também localidades próximas aos municípios e distritos atendidos (cerca de 5 comunidades por localidade), entre quilombos, aldeias, áreas rurais e pesqueiras, além de ilhas habitadas temporariamente por agricultores. Dadas as características da programação e das ações oferecidas, o projeto atende uma média de 2.000 pessoas por localidade (oficinas, documentários e sessão de cinema), atingindo, em média, 30.000 pessoas diretamente beneficiadas de todas as faixas etárias e camadas sociais, de crianças de colo a idosos com dificuldade de locomoção. Através dos veículos de comunicação regionais e nacionais, o projeto acaba por ter impacto em um número ainda maior de pessoas por todo o Brasil. O projeto Cinema no Rio 13ª Edição justifica-se como uma ocasião rara de se fazer encontrar gentes, histórias e cinema, que se querem ver e ouvir para além das restritas possibilidades que lhes reserva um circuito comercial. É objetivo deste projeto registrar os depoimentos dos moradores sobre a história de sua comunidade, contribuindo assim, para a preservação da memória e a valorização da identidade local. Ao exibir esse material antes das sessões, compreendemos que contribuiremos para a valorização dessas comunidades e de seus espaços sociais. As comunidades visitadas estão às margens da cultura e da arte, e muitas delas não têm ao menos uma sala de cinema. A partir desta constatação, esse projeto visa democratizar o acesso aos produtos audiovisuais brasileiros, que serão exibidos gratuitamente em praças públicas. Utilizamos o cinema como ferramenta de relacionamento com as comunidades. É inegável a importância e a contribuição do cinema para a afirmação da identidade nacional, no contexto de um mundo globalizado e de crescentes fluxos culturais, bem como sua influência na formação e democratização da sociedade. A contemplação de um filme ou de qualquer outro produto audiovisual possibilita ao espectador aumentar seu cabedal de informações, ampliando sua capacidade de análise e discernimento dos problemas com o quais se defronta, seja na condição de indivíduo ou de cidadão, trazendo, portanto, retornos produtivos para toda a sociedade. A Cultura com suas múltiplas dimensões funciona como uma alavanca privilegiada para o desenvolvimento econômico e social de povos e comunidades e não apenas para a instituição de uma cultura de massas. Atualmente, utilizar o mecanismo da Lei Rouanet que é incentivada pelo governo permitindo que parte dos impostos sejam redirecionados para investimentos na área cultural. É um dos grandes meios para incentivar e proporcionar acesso à toda população a projetos e ações que promovam o desenvolvimento da cidadania regional, e até de outras culturas, outros povos que pensávamos nunca ter acesso. Conforme o Art. 1º da Lei 8313/9, a proposta do Projeto Cinema no Rio 13ª Edição se enquadra: § 1o Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias efetivamente despendidas nos projetos elencados no § 3o, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, nos limites e nas condições estabelecidos na legislação do imposto de renda vigente, na forma de: (Incluído pela Lei nº 9.874, de 1999) Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Acreditamos, com esta iniciativa, que estejamos promovendo a cultura regional, de um modo mais pessoal, valorizando a cultura interiorana e de colocar como um espaço de divulgação e de fomento dessas manifestações para além das comunidades envolvidas, difundindo a linguagem cinematográfica, curtas e longas-metragens, para um público formado em sua grande maioria, por pessoas que nunca entraram em uma sala de cinema. § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) a) artes cênicas; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) música erudita ou instrumental; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) d) exposições de artes visuais; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; e (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial. (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) Serão doados 30 exemplares do vídeo-relatório final à Biblioteca Pública Luiz de Bessa para distribuição gratuita. Como também serão distribuídas gratuitamente, cópias dos vídeos-documentários dos municípios às Prefeituras, Secretarias, Escolas Públicas, TVs Educativas e aos colaboradores que participaram com depoimentos em cada cidade do projeto, resgatado e preservando a cultura regional. É o registro do patrimônio imaterial.
PLANO BÁSICO DE DIVULGAÇÃO Peça de Divulgação: Veículo de Divulgação: Spot de rádio (Spot de até 30”) Rádio Carro de Som (Jingle de até 30”) Mídia Exterior Cartazes (Cartaz / Pôster) Impressos (tamanho:42x62cm, 4x0 cores - 80g) Filipetas (Folheto) Impressos (tamanho:14,5x10cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Polen Bold 80g.) (Faixas diversas Impressos Tela: 9,00x1,90m Faixa barco Oficina: 1,20x2,00m Pipoqueira: 3,00x1,00m Proteção projetor: 2,00x1,00m Lateral caminhão: 6,00x1,20m) Banner / Estandarte Impressos (Tamanho:1,70x2,50m-4 cores) Adesivo 4 cores (Etiqueta / Adesivo / Etiqueta bag) Impressos (Tamanho: 0,55x0,45m ) Faceboock/instagram (Sítio de Internet) Internet Camisetas Malha PV
Vídeo-documentário Duração: aproximadamente 12 minutos Captação: Câmera digital Quantidade de cópias: aproximadamente 80 Formato de finalização do vídeo: mídia dvd para ser distribuído gratuitamente: 10 para cada cidade (7 cidades = 70), entre os participantes/colaboradores + escolas e Prefeituras e 10 para patrocinador(es), prestação de contas, arquivo e outros. Desenvolvimento dos vídeos-documentários: para cada cidade contemplada, será realizada a montagem de um roteiro-base para a realização do vídeo documentário com aspectos sociais e culturais das comunidades, sempre em diálogo com as comunidades por onde passamos, buscamos promover a valorização das tradições, saberes e fazeres locais e o reconhecimento dos moradores como agentes de mudança. Vídeo-relatório Duração: aproximadamente 12 minutos Captação: Câmera digital Quantidade de cópias: 40 Formato de finalização do vídeo: mídia dvd para ser distribuído gratuitamente Desenvolvimento do vídeo-relatório: ao final do projeto, será produzido um vídeo com a visão de todos os envolvidos, equipe e população, tiveram das exibições em geral, com todas as informações do projeto, sobre as sessões, apresentações culturais, oficinas, entrevistas após as exibições e 30 cópias serão doadas na Biblioteca Luiz de Bessa para distribuição gratuita para os escolas, Prefeituras, emissoras de TVs educativas e universitárias ; 10 para prestação contas, patrocinador(es), arquivo e outros. Oficina de Fotografia (Contrapartida Sócio-Cultural) - Ação Formativa. Conteúdo: será escolhido um tema a ser trabalhado em cada localidade. O oficineiro apresenta um breve histórico da fotografia e orienta os alunos no manuseio das câmeras. Os participantes têm um tempo de aproximadamente uma hora para fotografar cenas sobre o tema escolhido que pode ser, por exemplo, a sujeira da cidade, de acordo com o que for mais preeminente em cada lugar. Serão selecionadas três fotografias por pessoa e o conjunto será editado e exibido antes da sessão de cinema. Com isso, o projeto pretende apresentar a visão que os moradores têm de sua própria cidade e aproximá-los de outras formas de artes possíveis na fotografia. Carga horária: 3h/cidade. Quantidade de alunos: 24 por cidade (02 por câmera) x 07 cidades = 168 Perfil dos alunos: terceira idade e adolescentes (preferencialmente alunos de escolas públicas e EJA) Recursos didáticos a serem utilizados: - 12 câmeras digitais para os oficinantes - 1 computador para seleção de fotos, tratamento e gravação da mídia a ser exibida antes da sessão de cinema - 07 dvds para arquivo das fotos Programação: 1 - Explanação sobre os conceitos básicos da fotografia (aprox. 20 min.) 2 - Apresentação dos oficinantes (aprox. 10 min.) 3 - Discussão e delimitação do tema (aprox. 20 min.) 4 - Divisão dos grupos (aprox. 10 min) 5 - Saída a campo para fotografar (aprox. 1 hora) 6 - Seleção das fotos pelos oficinantes (aprox. 30 min) 7 - Edição das fotos pelos oficineiros (aprox. 30 min) 8 - Exibição do material antes da sessão de cinema
Serão tomadas as seguintes medidas de acessibilidade: · Escolher, para a realização do evento, espaços onde haja estrutura para receber portadores de necessidades especiais, como rampas de acesso para cadeirantes; · Reservar assentos marcados e espaço sinalizado para portadores de necessidades especiais e terceira idade; · Pretende-se ainda promover e difundir a cultura regional, com um trabalho de documentação etnográfica e audiovisual, registrando e produzindo conteúdos que serão apresentados em vídeos-documentários, exibidos à noite antes das sessões de cinema. · Serão produzidos 07 vídeos-documentários, sendo um para cada comunidade, serão finalizados em mídia DVD com as medidas de acessibilidade, e serão distribuídos gratuitamente para colaboradores, patrocinadores, prefeituras, escolas e tvs educativas. · O vídeo-relatório final será finalizado em mídia dvd, com audiodescrição. Serão doadas 30 cópias para a Biblioteca Pública Luiz de Bessa para serem distribuídos gratuitamente. · Os vídeos serão disponibilizados no canal do Youtube para acesso de qualquer pessoa, de qualquer lugar, com medidas de acessibilidade.
Como forma de contribuição para o processo de democratização, todas as oficinas de fotografia, apresentações culturais e sessões de cinema são realizadas gratuitamente, em espaços públicos. Como contrapartida social, a oficina de fotografia é oferecida ao pessoal da terceira idade e adolescentes, estudantes de escolas públicas e EJA, para despertar, pela percepção lúdica, o olhar fotográfico sobre a cidade. Após uma explicação teórica sobre a história da fotografia e o aparato fotográfico, os participantes deverão fotografar o tema escolhido em cada localidade. São esperados 24 alunos por cidade x 07 municípios, perfazendo o total de 168. Para evitar impactos ambientais, os locais serão previamente escolhidos juntamente com as prefeituras locais, e serão tomados cuidados com relação ao espaço público, como limpeza e conservação, isolamento de jardins e monumentos, quaisquer medidas que se fizerem necessárias inerentes a cada espaço. Este projeto, por sua natureza, alcança um público amplo e diversificado, direcionado para todos os moradores, de todas as classes sociais e faixas etárias, das 07 localidades onde não há salas de exibição, carentes de informações, arte e cultura, que encontram dificuldades de acesso a tantas formas de arte e entretenimento. Alcança-se pessoas de todas as faixas etárias (crianças, jovens, adultos e idosos) e classes sociais. Através das mídias sociais, o projeto tem divulgação ampla e acessível a todos. Pretende-se ainda promover e difundir a cultura regional, produzindo conteúdo a ser posteriormente oferecido gratuitamente às emissoras de TVs educativas e universitárias e mídias sociais. Serão produzidos 07 vídeos-documentários (um para cada município contemplado) e uma sessão será escolhida para exibição com uma medida de audiodescrição, que será previamente divulgada. Serão feitas cópias para distribuir gratuitamente entre os participantes, Prefeituras, escolas e TVs educativas - uma média de 10 cópias para cada cidade. Ao final do projeto, será produzido um vídeo-relatório com todas as informações do projeto, entrevistas após as exibições e 30 cópias serão doadas à Biblioteca Luiz de Bessa para distribuição gratuita. Acredita-se que ampliar os espaços de produção e fruição artística é ferramenta fundamental para melhoria do bem-estar das comunidades e ampliação dos espaços de convivência e no cinema como um espaço de encontro e no encontro como meio de transformação!
Equipe principal: remuneração p/proponente: coordenação Geral, curadoria e direção de vídeos: Inácio Ribeiro Neves; prod. executivo: Rangel Moreira; Pesquisa: Laura Las Casas; Cinegrafista: Paula Dante; Editor: Matheus Loureiro; Fotógrafo: André Teixeira; Assessoria imprensa: Sérgio Stockler; Projecionista: Wagner Roberto; Mídias sociais: Flávia Ruas. Inácio Ribeiro Neves: 2003 - Curso Formação em Gestão Cultural (Fundação Clóvis Salgado - MG); 1991 - Curso de Pós-graduação em Marketing (Fundação Universitária - FUMEC - MG); 1990 - Administração de Empresas (Fundação Universitária - FUMEC - MG). Exp.profissional: De 2000 a 2019 - Execução de vários projetos de exibição cinematográfica, produção de vídeos, apresentações culturais e oficinas: Cinema Ao Ar Livre; Gasmig Cine Grátis; Cinema no Rio; Cinema nos Trilhos; Som no Vale; Magia do Cinema; Na Tela do Cinema; Desde 1994 - Produtor Artístico da Muito Mais Promoções e Cinear Produções– Belo Horizonte/MG; De 1990 a 1998 - Supervisor Geral da Rádio Geraes FM - Belo Horizonte - MG; Atividades: Desenvolvimento do projeto estrutural da emissora (artístico e financeiro). Rangel Sousa Moreira: Centro Universitário Newton Paiva - Graduação em Comunicação Social – Habilitação em Relações Públicas-Junho/2004; Fórum Profissão Entretenimento–Sesc/RJ; Planejamento e Gestão de Projetos–HOMOSAPIENS. Exp.profissional: 2019 - SSA Soluções LTDA - Comunicador Social Projeto Cemig no Campo/MG; 2014-2019: MIS Cine Santa Tereza - Projecionista – Organização dos arquivos de filmes e digitalização; 2005/2014: Cinear Produções - Exibições de cinema itinerante ao ar livre; 2010/2014: Belo Brasil Tours (Coordenação de viagem turística com adolescentes intercambistas (ROTARY) pelo NE, Pantanal, AM, Foz do Iguaçu e Sul do Brasil. Paula Dante Cruz: Graduação em Publicidade e Propaganda na PUC/MG-2012; Cursos:2011-Belo Horizonte: Adobe Premiere/Ipec ;2010-Belo Horizonte: Fotografia/Escola de Imagem;2009-Belo Horizonte:Photoshop/Escola de Imagem; Workshops e Palestras:2013 (Videomapping / Workshop ministrado pelo VJ Spetto). Exp.profissional: Cinear: Cinegrafista e editora da 10 ED do Cinema no Rio; Desde 2012: Paula Dante- Fundadora, Cinegrafista e editora; 2012: Par Filmes (Cinegrafista, filmagem e edição de casamentos); 2013: Nda2 (Cinegrafista e editora/ Desenvolvimento de projetos em todas as etapas: da concepção à realização de vídeo aulas e vídeos institucionais); Chagelado Estúdio: Sócia fundadora / Cinegrafista e editora desenvolvendo trabalhos relacionados à moda. Laura Las Casas: Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/MG (2013); especialização em Comunicação Digital-PUC/MG (2018); Inglês (nível intermediário/acadêmico na Universidade Nacional da Califórnia em San Diego-08 a 12/2014); Espanhol (nível avançado/intercâmbio acadêmico na Universidade Nacional de Córdoba-Argentina-08 a 12/2011); Francês (nível intermediário/Lyceé Internacional George Duby, em Aix-en-Provence, França-02 a 07/2007). Exp.profissional: Instituto Inhotim: 4/2015 até os dias atuais (analista de comunicação digital); G1 MG: 01 - 08/2014 e 01 - 03/2015 (editora de conteúdo web); 06/2012 - 12/2013 (estágio) - Editora de texto, repórter e fotógrafa para todas as editorias do portal de notícias da Globo Minas; Repórter Freelancer (Produção de reportagens para veículos como Carta Capital, Portal BHZ, BBC e blogs. André Teixeira: Graduado em Jornalismo pela UFRJ em 1990; Workshops com o fotógrafo inglês Gary Knight em 2004 e 2007; Cinefotografia, com Toni Martin Gilles - Redação jornalística, com Sérgio Fonseca; Cursos de aperfeiçoamento nas áreas de jornalismo, como o Calandra, e administração, oferecidos pelo O Globo a alguns funcionários. Exp. Profissional: entre 2011 e 2015 - Jornal O Globo - Editor assistente de Fotografia; entre 1998 e 2011 – Jornal O Globo - Repórter fotográfico; curadoria da mostra “Sem legendas”, na Caixa Cultural, mostra exibida como complemento à exposição das imagens vencedoras do World Press Photo 2015; exposição: “Cinema no Rio São Francisco”, no Plaza Shopping, em 2013; “A Flip nas páginas do Globo”, em Paraty, em 2012; Participação em livros: O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro/2010; Instituto Benjamin Constant, 150 anos. Matheus Loureiro: Bacharelado em Design de Produto , Fumec (2009/2015); Marketing de Conteúdo – Rock Content (2019); Cinematografia Digital–Carlos Albert/2015; Capacitação Adobo Lightroom – Escoal de Imagem (2015); Cursos variados: Direção de Fotografia, Carlos Ebert ABC (Fevereiro/2015); Inglês: fluente; Espanhol intermediário. Exp.profissional: Desde 2016/atual: EON Uptime (integrando time expansão internacional América do Sul/América do Norte/Europa e Ásia); Uptime Group (produção audiovisual para campanhas publicitárias); Uptime Comunicação em inglês (docência no ensino do idioma inglês); Desde 2010/atual: Designer gráfico freelancer ; 2004: Cinear Produções: serviços fotográficos, operador de câmera, editor e assistente de produção. Wagner Roberto: Curso Técnico De Eletrônica/Informática 1985/1987 - Colégio Cotemig; Especialista Certificado Barco Nível 1 em Instalação e Manutenção Básica em Projetores Digitais. Exp.profissional: técnico cinematográfico e projecionista: atual-MIS Cine Santa Tereza; Savassi Cine Clube; Sala Humberto Mauro; Grupo Usina de Cinema; Montagem do Equipamento de Projeção 35mm e Som do Cine 104; Montagem, manutenção e operação de equipamentos de áudio, vídeo e iluminação, técnico cinematográfico e projecionista na Cinear Produções. Sérgio Stockler de Mello: Bacharel em Comunicação Social pela PUC/MG (1977). Exp.profissional: Diretor Sinal de Fumaça – A comunicação original, desde 2000; Assessor de Imprensa da Secretaria de Estado da Cultura/MG–1997 a 2000; Assessor de Marketing da Secretaria de Estado da Cultura/MG–1995 a 1997; Diretor Técnico da FLAMA (Associação de Amigos da Fundação de Educação Artística)–desde 2004; Membro do Conselho Consultivo do Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais, período 2008 a 2010. Flávia Ruas: 2016-Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas UFMG;2017-Certificação em Marketing de Conteúdo Rock Content; 2017-Content Marketing Certification Hubspot;2015 Pesquisa em Comunicação Organizacional Jovens Talentos P/Ciência-GRIS UFMG. Exp.profissional: 2016:Revisora Freelancer Rock Content - mais de 700 textos revisados; 2017-Gestora de mídias sociais Cia Inconsciente em Cena (Planejamento da campanha de mídias sociais para Facebook e Instagram: redação, monitoramento, Facebook e Instagram Ads);2017- Analista de Comunicação Macaco Prego Arte & Cultura(Redação p/divulgação de eventos e projetos de patrocínio, coordenação de programação e monitoramento de mídias sociais)
PROJETO ARQUIVADO.