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PRONAC 201247Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ESCOLA DE CINEMA CENTRAL PERIFÉRICA

Suellen Pereira de Souza
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Formação Audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-04-01
Término
2021-03-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A Central Periférica é uma escola de cinema da periferia com foco em produzir filmes de alta qualidade, com baixo custo de orçamento, a partir de celulares, usando soluções criativas, com intuito de ensinar jovens das comunidades adjacentes ao bairro da Pavuna (Acari, Barros Filho, Costa Barros, Parque Colúmbia e Pavuna), a partir do 1º ano do Ensino Médio, as noções de produção audiovisual.

Sinopse

Produziremos cinco curtas de até 15 minutos com o tema: “Minha periferia é o centro do Mundo”. Daremos ênfase à melhor expressão do lugar de moradia de cada aluno-cineasta pela ótica dos mesmos. Nosso diferencial será que utilizaremos aparelhos celulares como instrumento de gravação, pois nosso intuito é que eles continuem a replicar os ensinamentos adquiridos na escola. Estamos nos propondo que ao final do projeto, tenhamos 50 alunos-cineastas formados, cinco curtas metragens inéditos, e cerca de 2.000 pessoas atingidas direta ou indiretamente.

Objetivos

Objetivo Geral: Construir uma escola de cinema da periferia com foco em produzir filmes de alta qualidade, com baixo custo de orçamento, a partir de celulares, usando soluções criativas, com intuito de ensinar jovens das comunidades adjacentes ao bairro da Pavuna (Acari, Barros Filho, Costa Barros, Parque Colúmbia e Pavuna), no Rio de Janeiro, a partir do 1º ano do Ensino Médio, as noções de produção audiovisual. Objetivos específicos: - Criar uma escola de cinema no Estado do Rio de Janeiro com fácil acesso para moradores da Zona Norte e Baixada Fluminense; - Oferecer 50 (cinquenta) vagas a pessoas que se considerem moradores de periferia; - Formar o mínimo de 25 (vinte e cinco) cineastas-multiplicadores; - Apresentar, em local público, uma mostra dos curtas com oferta de 300 (trezentos) lugares, assim distribuidos: 240 (duzentos e quarenta) para moradores da região, 30 (trinta) para os patrocinadores e 30 (trinta) para divulgação e convidados; - Produzir 5 (cinco) curta-metragens de alta qualidade, com baixo orçamento, feitos com aparelhos celulares, utilizando soluções criativas; - Produzir 100 (cem) dvd's em vídeo com os cinco curta-metragens; - Distribuir os 100 (cem) dvd's dos vídeos produzidos da seguinte maneira: 10 (dez) para os patrocinadores; 10 (dez) para divulgação e 80 (oitenta) para locais publicos da região.

Justificativa

Esta iniciativa nasce da experiência pessoal da proponente deste projeto, nascida e criada na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro que, no desejo de alçar uma vivência artística, sempre percorreu distâncias enormes para atingir este objetivo. Justamente por conhecer aquelas barreiras geográficas e sociais, buscamos levar aos jovens das periferias a acessibilidade ao conhecimento através deste projeto. Nossa escolha pelo Bairro da Pavuna se deu pelo fato da região ser uma das mais violentas do Rio de Janeiro. O índice de mortes violentas na região, nos quatro primeiros meses de 2017, teve aumento de 81% em relação ao mesmo período de 2015, quando a violência na cidade voltou a crescer, de acordo com os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). Um dos principais motivos para este crescimento se dá ao baixo IDH dessa região. O bairro da Pavuna tem um dos piores índices de desenvolvimento humano (IDHs) da capital: está em 27° na lista dos 126 bairros, com 0,790. É ainda melhor, no entanto, que outros bairros da região. Costa Barros tem o segundo pior IDH do Rio (0,713) seguido de Acari e Parque Colúmbia, com 0,720. Acreditamos que a Cultura é um mecanismo inibidor à ação da criminalidade nestas regiões. Por isso, é nosso interesse focar nos adolescentes e jovens em fase de formação crítica. Esperamos que o projeto seja capaz de despertar nos jovens o amor pelo fazer do audiovisual e, com isso, criar novas oportunidades de trabalho e desenvolvimento nestas regiões. A ideia de formar multiplicadores implicará que cada jovem formado ensine a outros de suas comunidades o que aprendeu no projeto, tonando assim a ideia autossustentável sob a forma de um moto-perpétuo. O projeto enquadra-se na Lei 8313/91 através dos seguintes incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Especificação técnica

Nossos produtos serão: Cinquenta cineastas multiplicadores; cinco curtas de até 15 minutos que serão gravados e distribuídos em 100 DVD's; teremos um canal no Youtube e Vimeo para exibição contínua dos curtas e trabalhos posteriores; inscreveremos os curtas em festivais nacionais e internacionais. Projeto pedagógico: Aulas Teóricas (60 horas): Nossa didática é toda baseada no material elaborado e distribuído pelo Ministério da Educação para as Olimpíadas de Língua Portuguesa de 2019 e distribuído neste site: (https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/especialdocumentario/). Ao todo, serão 20 (vinte) encontros semanais, nos quais abordaremos diversos temas para servir de base de construção dos nossos curtas. Aulas Práticas (54 horas): Os alunos-cineastas terão 18 (dezoito) encontros práticos em computadores com a utilização de softwares livres, onde aprenderão a roteirizar, editar e sonorizar seus curtas. Produção e Edição (17 horas): Nesta etapa os alunos-cineastas estarão aptos para iniciarem as gravações e editar os curtas como elaborado nas etapas anteriores. Este processo será supervisionado por monitores do projeto. Mostra (04 horas): Será uma apresentação pública dos trabalhos. Combinaremos espaços públicos da região a exibição gratuita dos curtas para a comunidade.

Acessibilidade

- Os vídeos terão opção de Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE); - Durante toda a Mostra haverá um profissional de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS; - Nosso espaço terá instalação de rampas de acesso de cadeirantes, onde houver necessidade e banheiros adaptados. Obs. (1): Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. Obs. (2): Todos os custos referentes às medidas de acessibilidade estão previstos na Planilha Orçamentária.

Democratização do acesso

Cada equipe dos curtas escolherá uma escola, preferencialmente de um dos membros da equipe, para exibir o seu curta e dar uma palestra supervisionada sobre o projeto e a execução do seu curta-metragem. Como serão cinco curtas, estima-se um mínimo de 20 (vinte) pessoas atingidas por escola, calculamos atingir com as palestras o mínimo de 100 (cem) pessoas nas escolas. Distribuir os 100 (cem) dvd's dos vídeos produzidos da seguinte maneira: 10 (dez) para os patrocinadores; 10 (dez) para divulgação e 80 (oitenta) para locais públicos da região (Escolas Públicas, Museus e Pontos de Cultura), que manifestarem interesse. Observando o Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, serão adotadas as medidas estipuladas nos incisos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Suellen Casticini (Coordenadora e Instrutora) - Suellen Pereira de Souza, conhecida no meio artístico como Suellen Casticini, dramaturga, diretora, produtora, atriz e iluminadora. Graduada em Artes Cênicas – Habilitação em Direção Teatral, pela UFRJ (2017). É um dos fundadores do Movimento Enraizados (Nova Iguaçu), que foi a primeira escola de Hip Hop do Brasil. Em 2014, estagiou no SESC São João de Meriti, por dois anos. Em seguida, entrou para o Grupo Teatro da Laje (Penha), como assistente de direção de Veríssimo Junior e Hamilton Vaz Pereira. Neste ano, a Escola do Teatro da Laje, dentro da Vila Cruzeiro e Arena Carioca Dicró, foi indicada ao Prêmio Shell 2016, na categoria Inovação. No ano seguinte, recebemos a Comenda do Mérito Cultural do Ministério da Cultura e o Diploma Heloneida Studart, outorgado pela ALERJ.Em 2017 começou a se dedicar à escrita de modo geral. Logo, participou de uma seleção de mais 200 autores para fazer parte da terceira turma do Núcleo Sesi de Dramaturgia, foi um dos 15 finalistas que estudaram no período de um ano no Núcleo, terminando em quarto lugar. Seu texto “Vespa-Joia” representou o Rio de Janeiro no Festival de Curitiba de 2018; outro texto seu, “Trilhos”, foi semifinalista do FESTU, Festival Universitário de 2018. Ambos tiveram os direitos de encenação comprados pelo SESI e estão em circulação no Estado do Rio de Janeiro. foi uma dos 35 roteiristas da terceira turma do Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual (uma parceria entre o MAR, a FLUP e a TV Globo). Também foi Semifinalista do Concurso de Roteiros do III ROTA, que, entre 500 inscrições, está entre as 20 melhores com o roteiro“Prisioneira 54”. Atualmente participa do curso Empoderamento e Cinema: Mulheres negras no audiovisual, do Cinema Nosso. Jacob Miguel El-mokdisi (Produtor e Instrutor), brasileiro, natural do Rio de Janeiro, escritor, romancista, dramaturgo, contista. Vencedor do Prêmio Nacional de Novelas Históricas, na categoria Guerra de Canudos (2012), outorgado pelo Governo da Bahia, através da Fundação PedroCalmon; Menção Honrosa no Concurso Nacional de Crônicas João do Rio (2015), outorgado pela Academia Carioca de Letras e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; Tem duas peças teatrais encenadas “Azul!” (2015) e a adaptação da novela de Franz Kafka “A metamorfose” (2017). Também é Semifinalista do Concurso de Roteiros do III ROTA, que, entre 500 inscrições, está entre as 20 melhores com o roteiro “Prisioneira 54”. Ricardo Rodrigues (Palestrante) é um açougueiro de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, que milita na cultura desde o século passado. Como escritor e poeta, fundou em 2011, uma Academia de Letras em sua cidade e realiza desde 2013, o FLIDAM, Festival Literário da DiásporaAfricana em Meriti. Como roteirista e diretor, esteve à frente do coletivo Cinema de Guerrilha da Baixada, hoje CGB filmes, que além de um movimento cineclubista, produziu dezenas de curtas metragens com mais de quatrocentas participações em festivais em todo o país e no mundo, conquistando diversos prêmios. Ricardo Rodrigues também atua e faz músicas para seus filmes, pinta telas e registra imagens em fotos, ministra palestras, oficinas de cinema e continua moendo carnes e cortando bifes. Um multifacetado e inquieto, com um enorme desejo de deixar registrado para sempre, o seu olhar sobre o mundo. Antônio Molina (Palestrante) Cineasta, cubano, membro da UNEAC – União de Escritores e Artistas Cubanos desde 1978 e membro da União de Jornalistas de Cuba desde 1981. Residente no Rio de Janeiro desde 1977, Molina foi professor dos Cursos de Cinema das Faculdades UNESA, UERJ, UFRJ e Estácio de Sá. Ainda em Cuba, trabalhou como diretor cinematográfico na empresa CINED de 1971 a 1988, realizando mais de 40 documentários e atuando também como cinegrafista e diretor de produção em alguns deles. De 1988 a 1997 atuou no Instituto Cubano de Rádio e Televisão como jornalista e diretor de programas de TV, realizando mais de 60 projetos, com destaque para: “Com Suas Próprias Mãos” - documentários semanais sobre tudo o que o homem faz com suas mãos; “Pontos de Vista” - informativo de grande audiência, por ser o único programa de opinião da TV Cubana, e “Ernesto” – seriado de oito capítulos sobre Ernesto Che Guevara. Prestou serviços a produções internacionais, como produtor “free-lancer”, para Interamerican Production – E.U.A; NHK – JAPÃO; RAI – ITÁLIA, Television Nacional de Chile – Chile e CBS – E.U.A. Participou de numerosos concursos e festivais internacionais, tendo recebido diversos prêmios e menções honrosas. Por duas ocasiões foi jurado durante o Festival do Novo Cinema Latino-Americano que se realiza em Havana. Molina foi também jurado dos Festivais de Gramado de 1999 - categoria curtas gaúcho e S- 8, XVI Cine Ceará – Festival Ibero Americano de Cinema e Vídeo, Concurso de Cinema Independente da Província de San Luis – Argentina, II Festival de Cinema de Paraty, entre outros. É Membro Honorário e atualmente Vice-Presidente do CIDAN – Centro de Documentação e Desenvolvimento do Artista Negro; Coordenador do Projeto Social “Viajando na Telinha” – de formação em criação e realização audiovisual para jovens de Baixa Renda em Comunidades do Rio de Janeiro – Patrocinado à convite pela Petrobrás. Desde 2011 é membro do Conselho Gestor do Projeto “Da Cor da Cultura” da Fundação Roberto Marinho. Alberto Sena (Palestrante) é diretor, roteirista, produtor e faz parte da Academia Brasileira de Cinema. Começou no teatro como ator e em seguida foi trabalhar no cinema onde já escreveu e produziu alguns trabalhos importantes para sua carreira. Alberto é nascido em São Gonçalo onde foi o idealizador e curador do Cine Tamoio – Festival de Cinema da sua cidade natal, que em 2019 estará na sua 4° edição. Desenvolveu um projeto de audiovisual para a rede pública de ensino, utilizando o cinema para palestrar sobre Bullying, Cultura de Paz, Álcool, Tabaco e Outras Drogas. O projeto teve ótima repercussão nas escolas, pois o foco era o combate a infrequência e a evasão escolar. Devido as ações realizadas na rede pública de ensino, foi convidado a trabalhar na Fundação de Artes de São Gonçalo – FASG, onde implantou o curso livre de cinema para toda a comunidade. Sena também participa do Coletivo Ponte Cultural onde atua como coordenador, o projeto já atingiu mais de 2.000 jovens levando arte e cultura para as comunidades onde esses serviços não chegam. No coletivo ele ensina aos jovens de baixa renda tudo que aprendeu com a sétima arte. No cinema, Alberto já escreveu 14 curtas e 5 longas, alguns dos trabalhos onde atuou foram selecionados para festivais internacionais, entre eles, TlanchanaFest (México), BioBioCine (Chile), EnMut (Barcelona), Puerto Madero (Argentina), Munich Underground Film Festival (Alemanha). No Rio de Janeiro participou dos festivais, Short Cutz, CelluCine e O Cubo, neste último foi premiado em 2015 e2016. Na TV participou da série Santo Forte, no Canal AXN, dirigiu vídeo clipe para o programa Lazinho com Você, da TV Globo e o clipe ‘Em busca do céu’, para o canal The Way Weza em Angola. Em 2018 foi convidado pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e Turismo de Itaboraí-RJ, para produzir a 1° edição do Festival de Cinema da Cidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.