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A finalidade do PROJETO TEATRAL CENA DIVERSA, é a realização de um conjunto de apresentações e oficinas teatrais para formação e desenvolvimento de artistas com deficiência, voltadas para surdos, cegos e cadeirantes, com a função de inclusão, visibilidade e valorização de sujeitos com deficiência na cena teatral e cultural capixaba.
Produto principal: Espetáculo teatral “Quando Acordar a Cidade” Com nove deficientes visuais, sendo: seis cegos total e três com baixa visão, o espetáculo aborda a cultura do rádio, a cultura oral e popular, e narrativas de vida e/ou inventadas e/ou testemunhadas pelos artistas deficientes. Classificação indicativa etária - Livre para todas as faixas etárias Espetáculo teatral “Pele” Com elenco composto por cadeirantes e andantes em interação, “Pele” trabalha a perspectiva de tecermos uma interrogação sobre as relações humanas, familiares e amorosas. O espetáculo traz inovações na linguagem cênica, hibridizando-a com o audiovisual, encenação arrojada e visível apelo sobre a juventude. Classificação indicativa etária - Maiores de 14 anos Performance “Slam Corpo Grita” O Slam Corpo Grita é uma modalidade de performance que conta com duplas de um surdo e um ouvinte, transmitindo poemas nas duas linguagens, que tematizem questões da identidiade, cultura e comunidade surdas. Classificação indicativa etária - Livre para todas as faixas etárias Contrapartida social (Art.22 da IN 02/2019): Oficinas para formação e desenvolvimento de artistas com deficiência As oficinas têm como base procedimentos metodológicos desenvolvidos no campo das Artes Cênicas a partir de estudos e investigações de caráter científico, dividindo-se entre: Jogos Teatrais, Técnicas de Expressão Corporal, Técnicas de Poética Vocal, Técnicas de Interpretação Teatral, Teoria do Teatro Contemporâneo Classificação indicativa etária - Livre para todas as faixas etárias Debate: Deficiência e teatro: arte e conscientização Realizar debate, visando o desenvolvimento de senso crítico dos atores participantes das oficinas e a melhora na qualidade da expressão de suas opiniões, o que pode ser compreendido como um resultado da sua participação no teatro e lhes confere o constante exercício da autonomia e cidadania. Classificação indicativa etária - Livre para todas as faixas etárias
OBJETIVO GERAL Realizar apresentação de espetáculos teatrais e oficinas teatrais para formação e desenvolvimento de artistas com deficiência, visando incluir cegos, surdos e cadeirantes na cena teatral e cultural capixaba. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 2 apresentações do espetáculo "Quando Acordar a Cidade" (com cegos), em espaço público Realizar 2 apresentações do espetáculo "Pele" (com cadeirantes), em espaço público Realizar 2 apresentações da performance "Slam Corpo Grita" (com surdos), em espaço público Realizar 3 Oficinas para formação e desenvolvimento de artistas com deficiência, em equipamento público, como escola ou instituição social, como contrapartida social do projeto Realizar 2 debates, visando o desenvolvimento de senso crítico dos atores participantes das oficinas, abertos a estudantes, professores da rede pública de ensino, e profissionais que atuam na área de acessibilidade
A proposta apresentada, está alinhada as finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional; E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, o seguinte objetivo: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto, está alicerçadano direito de acesso a cultura, pois é totalmente gratuito e não visa a obtenção de nenhum tipo de lucro, nointercâmbio de informações, e na construção de uma dinâmica que envolva apresentações teatrais. Desta forma, o Projeto Cena Diversa do Teatro Capixaba, pioneiro neste tipo de atuação cultural no Estado doEspírito Santo, promove a inclusão de surdos, cegos e cadeirantes da produção de bens simbólicos no estado doEspírito Santo, através da participação no elenco de espetáculos teatrais, como coautores dos textos das peças,conversas com o público após as apresentações, participantes de oficinas, visitas a escolas e institutos, incentivo eorientação a formação de canais no Youtube, auxílio para inserção no mercado de trabalho. Uma primeira edição do projeto foi realizada no ano de 2019 com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura doEspírito Santo (SECULT), através do Edital 002/2018 - Valorização da Diversidade Cultural Capixaba. Sujeitos portadores de deficiência encontram no Cena Diversa um espaço de potencialização de capacidades eexpressões; caminho para a identificação com o ser artista, pensante, desejante e ativo socialmente. Estes sujeitosencontram no Cena Diversa um meio para o reconhecimento de si, através do olhar do outro e do seu próprio olhar,na medida em que espelhado nos coletivos dos quais fazem parte. O espaço do Cena Diversa é importante para familiares, amigos e funcionários de instituições que atuam em direçãoaos cuidados destes sujeitos, acompanham a sua formação e promovem meios para que sejam resguardados os seus direitos: direito à escola, à formação, à cultura, à arte, à socialização. O Cena Diversa situa o sujeito portador de deficiência não como consumidor, mas, como produtor de benssimbólicos. Ele é o artista que tem algo a oferecer e a dizer à sociedade; pactuando e partilhando da mesmacultura e língua, mostrando, através dos produtos construídos, a aptidão para a cena, o domínio da linguagem e acapacidade de realização.
Contrapartida social (Art.22 da IN 02/2019): Projeto pedagógico 03 Oficinas para formação e desenvolvimento de artistas com deficiência - Carga horária: Total de 256 horas - Público alvo: Surdos, cegos e cadeirantes - Faixa etária: a partir de 18 anos - Número de vagas: 20 vagas para cada oficina, totalizando 60 vagas Objetivo - Perspectivas de atuar na produção de bens simbólicos, formação e produção artística; - Desenvolvimento profissional e inserção no mercado de trabalho na medida em que o sujeito se torna preparado para enfrentar as pressões, tensões, seleções; - Benefícios pessoais, no âmbito da saúde, autoestima, reconhecimento de si, cidadania, autoconfiança, inserção social, melhoria das relações pessoais. Metodologia As oficinas têm como base procedimentos metodológicos desenvolvidos no campo das Artes Cênicas a partir de estudos e investigações de caráter científico, dividindo-se entre: Jogos Teatrais, Técnicas de Expressão Corporal, Técnicas de Poética Vocal, Técnicas de Interpretação Teatral, Teoria do Teatro Contemporâneo. Justificativa Segundo o IBGE, 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. São 12 milhões e oitocentos e trinta e quatro mil pessoas. Destes deficientes, apenas 1% está no mercado de trabalho. Este número expressa a incapacidade da sociedade acolher a deficiência e reconhecer deficientes como sujeitos capazes de desenvolver atividades. Os percentuais mais elevados são encontrados em pessoas sem instrução e com o ensino fundamental incompleto, o que torna urgente as ações de formação. A acessibilidade tem sido debatida em cursos de pós-graduação, pesquisas e políticas públicas. No entanto, o que estamos defendendo é abrir a perspectiva da formação e produção de bens artísticos (simbólicos) pelo deficiente. A inovação está em transformar o deficiente em produtor dos bens simbólicos, o permitindo entrar na cadeia produtiva. A inserção da atividade do teatro para o deficiente físico abre-se em, perspectivas de atuar na produção de bens simbólicos, formação e produção artística; formação de público para usufruir do consumo das atividades simbólicas, considerando-se a acessibilidade; desenvolvimento profissional e inserção no mercado de trabalho na medida em que o sujeito se torna preparado para enfrentar as pressões, tensões, seleções; benefícios pessoais, no âmbito da saúde, autoestima, reconhecimento de si, cidadania, autoconfiança, inserção social, melhoria das relações pessoais. O teatro, surge como voz destes sujeitos, promovendo a sensação de completude ao ver-se produtor de poética cênica; promove a visibilidade e o reconhecimento de si como alguém que pode: trabalhar criativamente poéticas que acolhem as suas especificidades; funciona como catalizador de formação, desenvolvimento pessoal, capacitação para atividades e inserção no mercado de trabalho; funciona como dispositivo formador de habilidades, artísticas e intelectuais, para a inclusão social e conquista de mercado. Conteúdo programático: Serão realizadas oficinas para os artistas que compõem os elencos de “Quando Acordar a Cidade”, “Pele” e “Slam Corpo Grita” e novos participantes, visando o aprimoramento e a formação de artistas portadores de deficiência e público-alvo, acirrando o debate sobre a deficiência no Teatro Contemporâneo, potência, singularidade e experimentação de linguagem. As oficinas têm como base procedimentos metodológicos desenvolvidos no campo das Artes Cênicas a partir de estudos e investigações de caráter científico, dividindo-se entre: Jogos Teatrais, Técnicas de Expressão Corporal, Técnicas de Poética Vocal, Técnicas de Interpretação Teatral, Teoria do Teatro Contemporâneo. As oficinas atuam também na direção da formação de público-alvo para os espetáculos, com o engajamento dos participantes e o despertar de um desejo de troca e diálogo. Na medida em que os participantes se envolvem com o fazer teatral se abrem também como espectadores e divulgadores do projeto de um modo geral. Passam a ser um público participante e ativo. OFICINA 1: Teatro e Canto com Deficientes Visuais Carga Horária: Módulo I: 64 horas-aula / Módulo II: 64 horas-aula A oficina de Teatro e Canto para Deficientes Visuais será ministrada no Instituto Luís Braille do Espírito Santo, já parceiro do projeto. A ênfase está na produção vocal, base do espetáculo Quando Acordar a Cidade, potencializando a expressão e domínio, preparando os alunos para o mercado de dublagem e música. Procedimentos de Expressão Corporal, Jogos Teatrais, Interpretação Teatral e História do Teatro Contemporâneo trazem aos participantes a consciência de seu material de trabalho para que ganhem autonomia como artistas. OFICINA 2: Teatro para Portadores de Deficiência Física Carga Horária: Módulo I: 32 horas-aula / Modulo II: 32 horas-aula A oficina de Teatro para portadores de deficiência física será ministrada na Universidade Vila Velha (UVV). Aberta a todos os tipos de deficiência física, a crianças portadoras de deficiência e também a não deficientes, para potencializar o experimento a partir das especificidades, singularidade, potência, contingencia e riqueza das relações que implicam as diferenças. OFICINA 3: Teatro, Cinema e Libras: Duas Linguagens e Uma Lingua Carga Horária: Módulo I 32 horas-aula / Modulo II 32 horas-aula O Teatro e o Cinema são linguagens que potencializam o ensino de Libras, seja para a comunidade ouvinte e até para a comunidade surda. O Teatro por envolver a performance, o corpo, expressões corporais e faciais, e o Cinema como forma de registrar e exibir. Trabalha-se a interface com a Víde-Arte como referência do que resulta este cruzamento. A Oficina será ministrada na Universidade Federal do Espíto Santo com o apoio do Grupo de Pesquisa “Lingua de Sinais, Interpretação e Tradução (LISIT)”, professores e alunos surdos do curso de Letras-Libras, intérpretes em formação e o engajamento da comunidade surda. Local/Parcerias As oficinas serão oferecidas em locais de fácil acesso para os grupos mencionados, com apoio de instituições parceiras do projeto: Instituto Luís Braille do Espírito Santo, Universidade Vila Velha, Grupo de Pesquisa “Língua de Sinais, Interpretação e Tradução (LISIT)” da Universidade Federal do Espírito Santo. Debates: Deficiência e teatro: arte e conscientização Realizar debate, visando o desenvolvimento de senso crítico dos atores participantes das oficinas e a melhora na qualidade da expressão de suas opiniões, o que pode ser compreendido como um resultado da sua participação no teatro e lhes confere o constante exercício da autonomia e cidadania. Vagas: 80 Carga horária: 2 horas Quantidade: 2 Público alvo: Atores participantes das oficinas Estudantes, professores da rede pública de ensino, e profissionais que atuam na área de acessibilidade
Conforme previsto no Art. 18, da IN Nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto cultural conterá medidas deacessibilidade compatível com as características do objeto, sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº13.146/2015 e Decreto nº 9.404/2018. Produto: Espetáculo de artes cênicas Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, os espetáculos serão apresentados em locais onde será disponibilizado:Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idososDeficientes auditivos: intérprete de librasDeficientes visuais: audiodescrição Produto: Contrapartida social Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, as oficinas serão realizadas locais onde será disponibilizado::Acessibilidade física: rampas, corrimões, elevador e banheiros adaptadosDeficientes auditivos: intérprete de librasDeficientes visuais: Linguagem oral e impresso em Braille
Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, o projeto culturaloferecerá: Produto: Espetáculo de artes cênicas - As apresentações serão totalmente gratuitas e sem nenhum tipo de cobrança - Publicação, na internet, dos conteúdos registrados das apresentações, e autorização para registro em meioaudiovisual ou outras mídias, para fins de distribuição e difusão - As apresentações serão em locais e horários de fácil mobilidade de modo a promover maior afluência de pessoas,com transporte público ou demais alternativas democráticas de transporte de fácil acesso pela população - Permissão para captação de imagens das atividades e autorização para veiculação por TVs públicas - Previsão de medidas de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos Produto: Contrapartida social - As oficinas serão totalmente gratuitas e sem nenhum tipo de cobrança - As oficinas serão realizadas em locais e horários de fácil mobilidade, com transporte público ou demais alternativas democráticas de transporte de fácil acesso pela população - - Previsão de medidas de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos - Permissão para captação de imagens das atividades e autorização para veiculação por TVs públicas - Publicação, na internet, dos conteúdos registrados nas oficinas, e autorização para registro em meioaudiovisual ou outras mídias, para fins de distribuição e difusão
Rejane Arruda - Presidente da entidade proponente - Coordenação Artística - Atriz e diretora em Teatro eCinema, bacharel, mestre e doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de SãoPaulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa emExperimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica apesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e relações entre a Arte e a Inclusão.Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas da Universidade Vila Velha. Ministrou palestras e oficinas emParis, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistas especializadasnacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), porEclipse Solar, e recebeu prêmios de Melhor Atriz na Mostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e FestivalCineSerra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos “Quando Acordar aCidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegose Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba”. Ernandes Zanon Guimarães - Coordenação técnica - Mestrando em Estudos em História, Teoria e Crítica da Arte, do Programa de Pós Graduação em Artes, da Universidade Federal do Espírito Santo. Jornalista. Diretor de Produção.Diretor, roteirista de vídeos, assistente de produção cinematográfica, integrou a equipe de produção do FestivalVitória Brasil de Dança, integrou a equipe de produção do Festival de Teatro da Cidade de Vitória, promovido pelaSecretaria de Cultura da Prefeitura de Vitória, Produtor da edição capixaba do Festival Mix Brasil e integrou aequipe de produção do Festival de Cinema e Vídeo de Vitória. Graduação em Comunicação Social pela UniversidadeFederal do Espírito Santo. Pós-Graduação em Planejamento Educacional, Universidade Salgado de Oliveira, Rio deJaneiro /RJ. Professor Titular da Faculdade Estácio de Sá do Espírito Santo, nas disciplinas: Antropologia Cultural eHistória da Cultura (2002/2005). Professor substituto na UFES, no Centro de Artes, nas disciplinas:Fundamentos daArte na Educação (1994). Gestor público na área cultural. Atuou como Secretário Adjunto de Turismo, Cultura,Esporte e Lazer da Prefeitura da Serra (2009/2011). Maria Marta Morra Tomé - Coordenação técnica - Possui graduação em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo (2001). Mestranda em Estudos em História, Teoria e Crítica da Arte do Programa de Pós-Graduação na Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Membro do grupo de pesquisa “Crítica e experiência estética", pelaUniversidade Federal do Espírito Santo. Aperfeiçoamento no Programa de Capacitação em Gestão de EquipamentosPúblicos pela Fundação Getúlio Vargas (2013). Atuou na esfera pública municipal em cargos de direção e assessoriaespecial. Atua como consultora nas áreas de patrimônio cultural. Desenvolve projetos e atua na produçãoexecutiva, em diversos segmentos. Possui experiência na área de gestão de equipamentos culturais, turísticos eesportivos e em políticas públicas de incentivo e fomento cultural. Iasmyn Santos - Assistência de direção com os surdos/Oficineira/Tradutora de Libras - Bacharel em Letras-Libras pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), desde 2017 dedicada-se a pesquisas sobre o ensino de Libras e as suas relações com o teatro e o cinema. É tradutora e intérprete de Libras no Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) de Venda Nova do Imigrante, Cineclubista e coordenadora do Cineclube Vendo Vozes. Ana Paula Castro - Assistência de direção com cadeirantes /oficineira - Formação em Artes Cênicas naUniversidade de Vila Velha, desenvolve pesquisas em Artes Performativas e sobre a Interface entre Arte e Inclusão,tendo exercido atividades como assistente de Direção e Produção nos espetáculos “Pele”, com deficientes físicos, e“Quando Acordar a Cidade”, com deficientes visuais, onde também assina a co-direção. Participou como atriz dosespetáculos “Paraíso” e “Vestido de Noiva” (2018) da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, “Fábrica deDesajustados”, “Mulher Judia” e “Pele” (2019), com apresentações no Performa-ES. Maria Helena Signorelli - Assistência de direção com cegos/Oficineira - Graduada e mestre em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo, pós-graduada em Gestão Pública pela Faculdades Integradas Jacarepaguá, tem publicado artigos sobre Cultura no Jornal “A Gazeta” e participado de Conferências, Fóruns e Seminários Nacionais e Internacionais para o debate da Cultura, Política Públicas e Economia Criativa. Atuou como Secretária de Cultura do Município de Vitória. Com graduação em andamento em Artes Cênicas na Universidade Vila Velha, desenvolve pesquisas em Poéticas Peformativas e ministra oficinas de Teatro para Deficientes Visuais no Instituto Braille desde 2018. Como atriz, participou dos espetáculos “Paraíso” e “Vestido de Noiva” da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e de “Sonata de Outono” e “Fábrica de Desajustados” com apresentações no Performa-ES. Assina a co-direção do espetáculo “Quando Acordar a Cidade”.
O pedido de ajuste foi finalizado. O parecer está no Salic em “Outras Informações/Documentos Assinados”.