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Este projeto propõe a realização de um Festival de blues _ instrumental - com importantes nomes da música nacional e internacional, além de oficinas ligadas à temática. Todas as ações serão gratuitas e abertas ao público em geral, assegurando amplitude de acesso às ações culturais ao público em geral.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Ementa Oficina: 1 - Oficina de exploração rítmica da bateria Ementa: Estudo progressivo das células rítmicas. Desenvolvimento de competências musicais, leitura, grafia e execução rítmica em compassos simples, compostos e mistos. Compreender e exercitar figuras progressivas de som e silêncio; Iniciar a decodificação de ditados rítmicos. Carga Horária: 3 horas Público alvo: Oficina indicada para todas as pessoas, sem distinção, a partir de 8 anos. Foco no público escolar e professores – ambos da rede pública de ensino. Gratuitamente. Local de realização: Centro Cultural Padre Eustáquio 2 - Oficina de introdução à percepção musical: Ementa: Percepção e escrita musical. Parâmetros sonoros (altura, duração, intensidade e timbre). Desenvolvimento da audição, memória, afinação e psicomotricidade e sua aplicabilidade como ferramenta pedagógica. Aspectos teóricos e práticos da música. Compassos simples (binário, ternário, quaternário). Sinais gráficos de dinâmica, andamento e articulação. Solfejos e ditados rítmicos e melódicosCarga Horária: 3 horas Público alvo: Oficina indicada para todas as pessoas, sem distinção, a partir de 8 anos. Foco no público escolar e professores – ambos da rede pública de ensino. Gratuitamente. Local de realização: Centro Cultural Padre Eustáquio 3 – Oficina Escutando por dentro, ouvindo por fora A oficina “Escutando por dentro, ouvindo por fora” extrai seu nome do conceito do compositor e teórico Pierre Schaeffer, que diferencia três formas de se apreender o fenômeno sonoro, usando recursos de diferenciação específicos da língua francesa, mas que são sintetizados com as duas palavras sinônimas presentes no título da oficina. Como selecionar e investigar os sons da paisagem sonora extremamente densa em que vivemos? Como codificar sons aos quais estamos tão habituados e que ao mesmo tempo podem passar por nós de forma tão despercebida e uniforme? Como dar novos significados ao que consideramos cotidiano? Carga Horária: 3 horas Público alvo: Oficina indicada para todas as pessoas, sem distinção, a partir de 8 anos. Foco no público escolar e professores – ambos da rede pública de ensino. Gratuitamente. Local de realização: Centro Cultural Padre Eustáquio
O Horizonte Blues Festival (HBF) foi criado em 2004 para ser realizado na capital mineira, Belo Horizonte. Idealizado pelo produtor e baterista Aristóteles Caetano (Ary) a partir de sua experiência em acompanhar, tocar e coproduzir festivais. Para ele o mais valoroso é p contato direto do público com a música. Dessa forma o HBF tem como objetivo mostrar estes artistas para regiões e contextos socioculturais diversos da capital mineira e extensões por minas, promovendo assim a disseminação musical através do gênero Blues, popularizando sua incontestável influência na cultura da musica, impulsionando a valorização do maior patrimônio do ser humano: o conhecimento. A primeira edição do Festival ocorreu em 2004 na Praça do Sol no Bairro Serrano. Depois desta edição ter sido muito bem quista pelo público o proponente teve que paralisar momentaneamente suas ações para obter novas parcerias para continuar com a realização. A 2ª edição ocorreu em 2010 no Centro Cultural Padre Eustáquio, em 2011 no Sesc _ Unidade Carlos Prates e no Parque das Mangabeiras. Já em 2013 o Festival ocorreu na orla da lagoa da Pampulha e no Palácio das Artes (sala Juvenal Dias), em 2014 o HBF fez 10 anos de estrada e em sua 5a. edição teve extensa programação com shows no Stonehanger, Jack Rock e no Cine Theatro Brasil Vallourec. Em 2015 a 6a. edição foi realizada no Stonehenger Rock Bar e Cine Theatro Brasil com a extensão no Barracão de antiguidades e artes na cidade de Brumadinho. Em 2016 a 7a. edição foi realizada no Cine Theatro Brasil Vallourec, Underground Pub, e com o crescimento da demanda da população e realização da extensões nas cidades de Pará de Minas, Montes claros, Brumadinho. Em 2017 ocorreu a 8ª. edição no Cine Theatro Brasil Vallourec, no Centro de Artes Amadoria, na Salumeria Central, no Astória e na Birosca Bistrô e arte. Para brindar a 9a. edição, em 2018, o Festival se realizou no Centro Cultural Padre Eustáquio, um espaço democrático e acessível que combina com o estilo musical. Em 2019, na sua 10°edição o cenário continuou a ser o Centro Cultural Padre Eustáquio e o Centro de Artes Amadoria, onde aconteceu vários shows com artistas que levam o público desde ao clássicos do Blues ao momento mais atual. HBF chega a sua 11º edição, em 2020, com ênfase na leitura rítmica do gênero Blues instrumental do qual se faz promissor e tem nos revelado para o mundo, palco de artistas com a riqueza de apresentar trabalhos com a diversidade cultural e instrumentos seja da viola a sanfona da gaita a popular guitarra. Com essa projeção focada no instrumental, a curadoria planeja que estejam presentes no Festival grandes nomes da cena nacional, local sempre brindando com os convidados internacionais. "O Horizontes Blues Festival mais uma vez promove o intercâmbio, parcerias e estímulos a estes artistas e publico cria dessa maneira uma experiência positiva que faça com que o público consuma mais o gênero se informando onde pode ir, ouvir, adquirir e ver esses trabalhos", diz Aristóteles Caetano, idealizador do evento. OBJETIVO PRINCIPAL:Este projeto divide-se em três segmentos: primeiro a realização de uma (1) edição do "Festival Horizonte Blues" (produto principal), seguido pelas Ações de mobilização do público, denominadas "Encontro de bateristas" - uma (1) edição - e a realização de 3 (três) oficinas de formação de público para a música instrumental.Toda a programação desse escopo será gratuita. A classificação será livre. 1 - O primeiro e principal produto deste projeto é a realização do "Festival Horizonte Blues". A proposta central é a realização de um evento de Blues instrumental, com duração de quatro dias, em um Teatro acessível e de fácil trânsito na cidade de Belo Horizonte para celebrar junto ao público presente a realização de mais uma edição deste Festival prezado pelo público. As atrações do (1) Festival serão: Doze (12) shows de blues instrumental distribuídos em quatro (4) dias de duração do Festival e três (3) bandas por dia, sendo duas (2) bandas de destaque local e uma (1) nacional por dia. No sábado está previsto a realização de duas (2) bandas locais e uma (1) internacional. Para a realização do Festival, será realizado, através do presente projeto, uma curadoria que definirá os artistas de música instrumental que comporão a programação do evento. Por isso, neste momento não será possível enviar a grade de programação detalhada, pois diversos artistas só confirmam sua presença ou autorizam o uso de seus nomes no Festival após assinatura do contrato e como o proponente ainda não sabe o valor exato a ser captado através deste não há esta possibilidade. Anexo há um documento da proponente se comprometendo a enviar essa grade de programação, para este Órgão, assim que os artistas instrumentais forem escolhidos. 2 - Ação de mobilização do público, denominada "Encontro de bateristas" - realização de uma (1) edição. O objetivo deste encontro é trocar experiências e promover práticas musicais entre os profissionais da área, atraindo a atenção do público (e do não-público) para este importante instrumento musical que muitas vezes fica na retaguarda do palco. Ainda como um importante objetivo visa despertar, em especial no público jovem, ainda em formação, o interesse de aprender a tocar e a estudar este instrumento. Esta ação será realizada em um dia, durante a parte do dia, no Centro Cultural Padre Eustáquio. Com classificação etária livre, entrada gratuita e local acessível. Previsão de participação de 10 (dez) bateristas. Não haverá pagamentos a estes profissionais. Só será disponibilizado o espaço, divulgação e os instrumentos musicais. 3 _ Para a realização das oficinas de contrapartida socialRealização de 3 oficinas, denominadas: Introdução à percepção musical; Escutando por dentro, ouvindo por fora e Oficina de exploração rítmica da bateria.Todas as oficinas terão profissionais intérpretes de libras para maior inclusão do público.Cada oficina terá duração de 3 horas.Vagas: 30 alunosSerão realizadas no Centro Cultural Padre Eustáquio.Público alvo: Oficina indicada para todas as pessoas, sem distinção, a partir de 8 anos. Foco em alunos de Escolas Públicas e professores das mesmas.Gratuitamente. Objetivos Específicos- Incentivar e ampliar a oferta de ações culturais para a fruição das artes e da cultura através do oferecimento da música instrumental, através das ações deste projeto - 3 (três) ações;- Conquistar novas plateias, principalmente o público jovem, estudantes do ensino fundamental e universitário, menos informados sobre a música instrumental, sua história e importância, através das 3 (três) ações deste projeto.
Em agosto de 2004 foi realizada a 1ª edição do "Festival Horizonte Blues", em praça pública, com quatro dias de duração, atrações locais e nacionais com um público ávido pelo hit, que na época, na cidade e na regional onde o Festival foi realizado, não era tão conhecido e difundido. Pelo retorno positivo em nossas redes sociais o Festival foi se desdobrando e a cada edição tentava apoios e patrocínios diretos para se manter. Para o próximo ano, o proponente deste projeto deseja ampliar o escopo das atividades artísticas, objetivando a maior difusão e a democratização. Para a realização de todas as propostas deste projeto, é fundamental que sejam firmadas novas parcerias para o aporte de recursos, os quais garantirão a plena execução dos itens planejados. Por isso, solicitamos o apoio deste Ministério para que este seja mais um projeto bem-sucedido. Se pensarmos na história e influência do Blues instrumental no Brasil, podemos inferir que a música instrumental foge da nossa visão básica de que ela se sustenta apenas pela música clássica europeia, apresentando grandes compositores e intérpretes pelo mundo, que representam essa cultura que ganhou ainda mais potência com o hip-hop, que traz em suas referências sonoras grandes partes desses gêneros como o blues, o jazz, o swing, o bebop e o próprio ragtime. Daí a importância de se realizar ações para difundir estes gêneros, em especial para públicos mais jovens, em fase escolar. Assim, este projeto visa, de acordo com o artigo 1º da Lei Nº 8.313/1991: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Priorizar o produto cultural originário do País. E, de acordo com o artigo 3º da mesma Lei, também: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Este projeto possui alta viabilidade de execução, pois a equipe organizadora é experiente com as ações propostas e alinhada às diretrizes da área cultural. O projeto contribuirá para o desenvolvimento da área a que se refere, pois estimula e fomenta a arte musical, a pesquisa, a criação, a formação de público e de profissionais, com ações voltadas para a comunidade em geral _ sem nenhuma distinção, contribuindo na democratização cultural por meio das atividades gratuitas. Com essas ações, este projeto pretende ampliar e enriquecer a programação artística musical instrumental de Belo Horizonte e incentivar a produção, além de gerar postos de trabalho temporário, pois sabemos que investimentos em cultura gera futuro e mobiliza a economia. É esperada uma ótima repercussão local e regional do projeto, como foi realizada desde a sua 1ª edição.
Local de realização BH - Cine Theatro Brasil e Centro Cultural Padre Eustáquio ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Deslocamentos aéreos: BH – SP SP - BH (Nuno Mindelis + integrantes de sua banda) EUA x SP x BH BH x SP x EUA (5 pessoas – nome do Artista: Artur Menezes e banda) ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- IMPACTO AMBIENTAL ‐ Respeitar os horários de início e término das apresentações, pré‐definidos e acordados entre a Secretaria de Meio Ambiente; ‐ Manter a sonorização nos níveis recomendados pela legislação, para evitar incômodo à comunidade que vive ao entorno das praças, observando a Lei do Silêncio; ‐ Recolhimento de dejetos deixados pelos espectadores do espetáculo, no espaço público; ‐ Solicitar, através de microfone, antes e depois das apresentações, que as pessoas recolham seus lixos e se preocupem com a limpeza da cidade. - Descartar fios, lâmpadas e refletores queimados em locais apropriados. - Inserção da frase nas peças gráficas: “Não jogue esta peça gráfica em vias públicas”. - Por não se tratar de ação que traga qualquer tipo de ônus à natureza, o proponente se comprometerá a cumprir todas as previsões de minimização de impacto previstas pela legislação local, assim como todas as diretrizes do Código de Postura do Município de Belo Horizonte, previsto na LEI Nº 9.845 DE 8 DE ABRIL DE 2010. Os documentos como alvarás e demais liberações serão devidamente enviados a este Ministério da Cultura, no intuito de cumprir todas as previsões para projetos incentivados.
- Será enviada a grade de programação para aprovação desta Comissão, assim que as negociações sejam findadas. - Anexo enviamos uma declaração afirmando que obteremos, junto aos órgãos públicos competentes e encaminharemos a este Ministério todos os alvarás (ou autorizações equivalentes), para realização de eventos, necessários à realização das atividades musicais previstas neste projeto. - Não será adquirido nenhum Bem permanente neste projeto. - Rubricas de remuneração do proponente: Coordenação Geral e Curador. - Equipe que viajará – passagem aérea: Na prestação de contas o Proponente encaminhará cópias dos E-tickets com o nome impresso do usuário e a ficha técnica de execução das ações do projeto, para comprovação. (Na tela de deslocamento desmembramos os deslocamentos). Anexo há um documento do proponente afirmando enviar para esta Comissão a grade de programação, assim que o projeto for captado, mas a linha curatorial, bem como a projeção de bandas - nacionais, locais e internacional estão explicitadas no texto.
Acessibilidade Física - Para Festival, Encontro de bateristas e Oficinas: O Cine Brasil Theatro e todos os demais espaços do Centro Cultural Padre Eustáquio são preparados para receber portadores de deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, de acordo com as regras de acessibilidade da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e da ABNT NBR 15599/2008, que visa atender aos direitos de acessibilidade a todos os sujeitos. Há vagas de estacionamento exclusivas – na via pública - gratuitas, rampas de acesso com corrimão, elevadores com botoeira em braile, marcação no piso, bilheteria com balcão rebaixado, banheiros adaptados e espaços/cadeiras com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. A localização destes equipamentos é central e de fácil acesso à comunidade via transporte público - há mais de 20 linhas de ônibus nos arredores, de cada um deles. - acessibilidade garantida no palco do Teatro e nos bastidores – para os artistas e demais trabalhadores da área: um elevador e uma rampa fazem a ligação da plateia com o palco, e junto a este há um camarim especialmente adaptado para receber, sem restrições, qualquer usuário. A equipe de produção dos equipamentos culturais e deste projeto é treinada para auxiliar os deficientes físicos e seus acompanhantes de forma ágil e respeitosa, de acordo com o artigo 5º da Constituição Brasileira. Acessibilidade Intelectual – Oficinas: - Contratar uma interprete de libras para acompanhar todas as oficinas ministradas por este projeto. Além da estrutura adequada para deficientes físicos, cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida, o projeto também adotará, em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do MinC: - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Acessibilidade Física - Para a realização do Festival, Encontro de bateristas (produtos principais e secundários) e Oficinas de Contrapartida Social (artigo 21): O Cine Brasil Theatro e todos os demais espaços do Centro Cultural Padre Eustáquio são preparados para receber portadores de deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, de acordo com as regras de acessibilidade da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e da ABNT NBR 15599/2008, que visa atender aos direitos de acessibilidade a todos os sujeitos. Há vagas de estacionamento exclusivas – na via pública - gratuitas, rampas de acesso com corrimão, elevadores com botoeira em braile (deficientes visuais), marcação no piso, bilheteria com balcão rebaixado, banheiros adaptados e espaços/cadeiras com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. A localização destes equipamentos é central e de fácil acesso à comunidade via transporte público - há mais de 20 linhas de ônibus nos arredores, de cada um deles. - acessibilidade garantida no palco do Teatro e nos bastidores – para os artistas e demais trabalhadores da área: um elevador e uma rampa fazem a ligação da plateia com o palco, e junto a este há um camarim especialmente adaptado para receber, sem restrições, qualquer usuário. Acessibilidade Intelectual – Oficinas de Contrapartida Social (artigo 21): - Contratar uma interprete de libras (deficientes visuais) para acompanhar todas as oficinas ministradas por este projeto. A ação formativa será presencial e gratuita. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% devem ser de instituições públicas de ensino. Além da estrutura adequada para deficientes físicos, cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida, o projeto também adotará, em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do MinC: - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; A equipe de produção dos equipamentos culturais e deste projeto é treinada para auxiliar os deficientes físicos e seus acompanhantes de forma ágil e respeitosa, de acordo com o artigo 5º da Constituição Brasileira.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral e curadoria: Aristóteles Caetano Coordenação de Produção: Perla Horta Produção técnica: Eduardo Sana Gestão Cultural: Chris Ribeiro Aristóteles Caetano da Silva - Proponente e curador Produtor Cultural e músico. Atua como organizador e produtor de eventos culturais, também produtor musical e baterista. Atuou na FMC - chefe de divisão do CCPE(gerente.), atuou como professor de bateria escola Gubrother e aulas particulares. Cursos adm. Organização financeira FCEMG, Intel de informática – Senai/MG, planejamento Estratégico Fundação Joao Pinheiro, Cerimonial e produção de eventos -Senac ,Curso de Direitos Autorais – Funarte; Curso produção cultural - Funarte, Gestão orientada para resultados. Fundação João Pinheiro. Atuante na idealização e produção na capital mineira com edições anuais Ruído bom-Sesc/MG, Música na feira, Acústica gente, Feminina Rock, Sons & Tons no Parque Lagoa do Nado, oficinas de criação de instrumentos com materiais recicláveis.Idealizador e curador do Horizonte Blues Festival, atua na coordenação do coletivo Beat Blues bh.Co produção de Encontros de moto clubes com empresas do setor de 02 rodas a 19 anos. Idealizou o F.i.M - Festival estudantil para escolas estaduais e municipais da Capital mineira. Produziu shows: 14bis, Codigo B, Blues Etilicos, Celso Blues Boy, Nuno Mindelis, Nasi (ira), Baseado em Blues, Big Allambik, Legado Blues, Mandinga Blues Band, Kilimanjaro(França), JJJackson(EUA), Zé Pretinho, RedBlues, Blues Move dentre outros artistas, atual em curadoria de Festivais de Blues e Jazz, produções para Usiminas, Sesc –MG, coordenação da Caravana - Vem Mercedes Bens. Gestor cultural na gerencia do CCPE, com amplo suporte e conhecimento de grupos artísticos profissionais e amadores na capacidade de negociação, disponibilidade a diálogos que conduziram a realização de parcerias e projetos dentro das leis e curadoria para adequação e alinhamento na utilização de espaço publico. Atuou na curadoria das atrações artísticas da Casa Cor, participou do observatório da cultura Puc .Minas, Fórum da Música - Minas, integra a associação de festivais independentes do Brasil como realizador do Horizonte Blues festival. Atuou em rádio como programador e locutor com enfase na área musical com entrevistas ao vivo. PERLA HORTA MACHADO Tecnólogo em Eventos = UNI BH 2008. Graduação incompleta em Turismo = Estácio de Sá 2009 CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO: Oficina Associativismo e Gestão Cultural - 25º Festivale / 2007 Curso de Planejamento de Eventos - Faculdade Estácio de Sá / 2007 Oficina Leis de Incentivo Fiscal Oportunidade para Captar Agora e Garantir Fundamig\2014 Oficina de Conservação Preventiva do Patrimônio Cultural Audiovisual – CRAV \2014. Oficina de Produção Executiva e Planejamento para shows e eventos – LC DUARTE \RJ 2016 Seminário Plano Estadual da Economia Criativa: BDMG – 2016 Seminário do Musica Mundo – BH – 2017 Seminário Minas Eventos – Experience 2019. Oficina de audiovisual – “Rumos Inesperados” – Cine Vida Mis Santa Tereza ATIVIDADES PROFISSIONAIS: Gestão de Carreiras artísticas: Grupos musicais Circo Marimbondo, Seresta Canto de Amor e Tavinho Leoni (2012 a 2019); Coordenação / Produção Executiva em Eventos: Show “PIAF! Amores e Canções” da Artista Sonia Andrade na Festa Francesa, Bar do Museu Clube da Esquina, Grande Hotel Ronaldo Fraga, Café com letras Savassi e Liberdade; Show Tavinho Leoni em vários eventos de BH- Aniversario do Programa Casa Aberta –Radio Inconfidência – 2019; Evento “Dia Internacional do Jazz” Primeira Edição na Praça da Savassi, Segunda e terceira edição no Bar do Museu Clube da Esquina (2017, 2018 e 2019); Homenagem aos moradores do bairro no Aniversário do Bairro Santa Tereza, 119 anos (voluntário 2019); Lançamento do Songbook Toninho Horta- Teatro Bradesco (2017) Evento: “BH CIDADE CRIATIVA” – Pólo Moveleiro Silviano Brandão (2017); Coordenação de palco – “Carnaval Solidário Bar Museu Clube da Esquina” (2017, 2018,2019); Evento “Feira da Esquina- Brechós e Artesanatos” – Bar do Museu Clube da Esquina (2018); Jam Sessions no Projeto “Aqui-ó Jazz” ( 2011 a 2013); Organização voluntária do Troféu Destaque Bairro Horto ( 2010/2011); Apresentações da Orquestra Brasileira de Minas Gerais nas escolas do bairro da região Leste - 2010/2011, patrocinada pela Tim Telefonia. CD Harmonia e Vozes de Toninho Horta (2010); Show de Toninho Horta e Orquestra Fantasma no Projeto JAM no MAM - Museu de Arte Moderna da Bahia (2009); Show de Toninho Horta e Orquestra Fantasma na MIMO- Olinda (2009); Show de Toninho Horta e Banda no Festival Musica do Mundo Três Pontas\MG (2009); Logística no 7º Festival Internacional de Corais-Maestria Produções- BH (2009 e 2008); Lançamento do CD "Falabella de Cartola" - Vanessa Falabela na Livraria Leitura BH ( 2008); Logística no 4º Festival de Corais de Belo Horizonte, Maestria Produções- (2006); Projeto SESC MPB- Transito Livre- Assistente de Produção – 2006. Show EROS FRESIQ E MUSICA ESPACIAL URBANA - Praça Duque de Caxias (2006); Stand indígena na 17º Feira Nacional de Artesanato no Expominas – BH (2006); Tournée de Shows Toninho Horta e Nicola Stilo nos Festivais de Jazz em Vignola, Roma, Padova e Pedaso na Itália (2005); Gravação do disco TONINHO HORTA COM PÉ NO FORRÓ – BH (2005); Produção do CD SOLO AO VIVO – Toninho Horta (2004); Pesquisadora da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais no XXV Festivale - Joaíma\ MG 2007. Empresas: - Instituto Maestro João Horta – Vice Presidente (voluntário) – (2019); - Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais – Assistente da Superintendência da Ação Cultural no Programa de bandas de música (2008 /2009); - Terra dos Pássaros Produções - Produção Executiva na área de música, elaboração de projetos de leis de incentivo à cultura (2010 a 2016). Produção técnica: Eduardo Sana Eduardo Sanna é um músico multi-instrumentista que é apaixonado pela harmônica diatônica e por amplificadores valvulados. Já dividiu palco com grandes nomes nacionais e internacionais em grandes festivais, se destacando Aki Kumar – USA (um dos maiores gaitistas do mundo na atualidade), Jes Condado - ARG, Pablo Basso – ARG, Mark Greenspoon – USA, Gleison Tulio - MG e vários gaitistas do Brasil como Bruno Castro, Osmar Souza, Samir Chamas, Guto Grandi. Como gaitista de blues e músico instrumentista já atuou em algumas das principais bandas do cenário mineiro como por exemplo a Audergang. Além de participar de várias bandas de blues no cenário Mineiro, foi idealizador das bandas BULLDOSE (https://www.facebook.com/bulldoseblues/) e BLUESMAKER (https://www.facebook.com/BluesMakerbh/). Atualmente a frente da banda LITTLE BUTTER (https://www.facebook.com/LITTLEBUTTERHARMONICABLUES) vem se destacando com seu trabalho autoral de blues tradicional em importantes festivais de blues em todo o Brasil. Chris Ribeiro - Mestranda em Empreendedorismo Cultural – ISCTE/ IUL - Pós-Graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA/Fundação Clóvis Salgado – Dez. 2010 - Psicóloga com ênfase em Organizações e Instituições Sociais – PUC Minas - 2009 Monografia da graduação com o tema: Cultura nas Organizações – relato das 25 empresas que mais investem em cultura no Estado de Minas Gerais. - EXPERIÊNCIAS: Aluarte Consultoria e Gestão Cultural Gestora Cultural abril de 2010 - Present Belo Horizonte e Região, Brasil Empresa membra do Fórum Brasileiro dos Direitos Culturais. - Carnaval de Belo Horizonte 2019 - Gestão do Projeto Cultural Incentivado. - Espaço Amadoria - Gestão de Projeto Cultural Incentivado. Desde 2018 - Festival de Gastronomia de Tiradentes/Fartura - Consultoria em Gestão de Projetos Culturais em mais de 6 cidades brasileiras. De 2017 a 2018. - Museu Brasileiro do Futebol/ Mineirão - Consultoria em Projetos Culturais Incentivados. Desde 2017. - Revista Olympio - Gestão de Projetos Incentivados para a revista Internacional de curadora e escritora Maria Ester Maciel. Desde 2017. - Centro Cultural Minas Tênis Clube - Consultoria em Gestão de Projetos Culturais. Desde 2015. - Festival Verbogentileza - Gestão de projeto desde a 1a edição do projeto. Evento de artes integradas, com atrações internacionais e nacionais. Realização de todo o processo de Gestão. Desde 2016. - OuviContar - Gestão do projeto - livro de contos contemporâneos em tinta sobre braille. 2018. - Fundação Dirce da Silveira Figueiredo - Gestão de projetos Culturais e editais. 2014 a 2016. - Gestora do projeto da exposição: "Olhar estrangeiro em territórios conhecidos", da artista Luísa Mello, com curadoria de Ana Saramago. Galeria das Salgadeiras. Lisboa, fevereiro de 2013. - Pavanello Projetos - Consultoria em projetos. - Instituto Sócio Cultural Meneio - Consultoria em Gestão de projetos. - Assessora e Produtora cultural da banda holandesa "Mrs. Smit and boys from Brasil" em sua turnê em Minas Gerais - Julho e agosto de 2012. - Produtora executiva do Seminário de Gestão Cultural 2010: Espaços culturais e formação de público – julho 2010
PROJETO ARQUIVADO.