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O projeto "Um século com Amílcar de Castro: outras falas, outros olhares", por ocasião dos 100 anos do artista, propõe uma a realização de duas ações conciliadas cujo centro irradiador é a obra do artista mineiro Amílcar de Castro: · Uma grande exposição em praça pública, mais de 30 esculturas de grande porte (acima de 2.80m de altura) serão instaladas na parte externa do Museu Nacional da República em Brasília, associada a ela outro núcleo da exposição será apresentado na parte interna, no mezanino do Museu, com obras de caráter peculiar que apresentam ao público a abrangência da produção do artista; · Realização de um Colóquio de críticos, teóricos e artistas plásticos que durante 07 dias discutirão a obra do artista Amílcar de Castro e suas implicações na arte contemporânea.
não cabe
Objetivos Em "Um século com Amílcar de Castro: outras falas, outros olhares", serão apresentados ao público 04 possibilidades de fruição com a obra do artista: · Núcleo 1: A exposição "Um século com Amílcar de Castro: outras falas, outros olhares", ocupará a praça externa e o mezanino do Museu Nacional da República em Brasília. As propostas expositivas de pequeno e grande porte se oferecem ao público como espaço de fruição e debate sobre a obra de Amílcar de Castro e de diálogo com a perspectiva urbana da Capital. Três temas serão tratados no programa expositivo: a) As diferentes dimensões e inscrições da obra e sua interação com o espaço público; b) A relação entre a inserção de seu traço na planaridade e na tridimensionalidade; c) As relações entre o embate da forma que não deixa resto e que resiste à narrativa e os textos que se debruçaram sobre ela e sua inserção na contemporaneidade como extensão (e contraposição, é claro) ao pensamento modernista. · Núcleo 2: Colóquio de críticos, teóricos e artistas plásticos. Durante 07 dias os nomes mais significativos das artes no Brasil e no exterior discutirão a obra de Amílcar de Castro e suas implicações para a arte contemporânea. Serão realizadas 06 mesas com 03 convidados e um mediador num total de 20 convidados que ao final do processo apresentarão um texto crítico que irá compor a publicação de registro do projeto; Objetivos específicos · Produzir e imprimir 1000 catálogos bilíngues relacionados ao projeto, com imagens das obras expostas e textos críticos explorando os temas apresentados no projeto. A confecção dessa peça gráfica sobre a produção apresentada, permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · Promover reflexão e debate sobre a produção de arte contemporânea brasileira e sobre a obra do artista Amílcar de Castro de modo particular; · Dar acesso a facetas da produção de arte contemporânea que são pouco acessíveis ao grande público; · Atendimento a público portador de deficiência e inclusão sócio cultural de grupos socialmente marginalizados; · Colaborar com ações pedagógicas desenvolvidas nas escolas públicas e instituições que irão visitar a mostra por meio da formulação de projeto educativo e materiais educativos específicos, desenvolvidos com a consultoria de arte educadores; · Permitir o acesso à cultura a todas as pessoas irrestritamente, especialmente o público de baixa renda; · Harmonizar elementos da exposição, de forma a obter uma atraente hibridização das obras expostas, permitindo ao público em geral diversas leituras e interpretações do que está sendo apresentado; · Enriquecer a experiência do treinamento, subsidiando a equipe de educativo com consultoria, bibliografia e material impresso; · Apresentar todo o material coletado na mostra por vídeo registro de forma gratuita na internet.
No momento em que o Brasil comemora os sessenta anos de sua capital, todos os olhares convergem para esta cidade, hoje Patrimônio Cultural da Humanidade. Sua construção foi o maior feito urbanístico do século XX e a mais importante realização do presidente JK. Brasília tornou-se também, o símbolo de um processo de interiorização do desenvolvimento e de modernização do país que mudou definitivamente a sua face. A inauguração da nova capital marcou, ainda, uma época de euforia cultural e intelectual, uma das fases mais efervescentes de nossa história. A comemoração, entretanto, não deve se esgotar nas homenagens pelo que foi feito e na reiteração de nosso justificado orgulho. Não só na capital, mas por todo país, analisam-se hoje os rumos tomados por Brasília em seus 60 anos de vida, sob as mais diversas perspectivas _ do urbanismo à sociologia, da economia à história política. Apontam-se os desvios em relação aos planos originais, mas também se discute o que a cidade poderia ter sido, caso a visão de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, encampada pelo presidente Kubitschek, não tivesse preponderado. No campo cultural, um dos aspectos que merecem atenção é a ausência, em Brasília, da arte construtivista em suas duas vertentes, o concretismo e o neoconcretismo. A revolução artística promovida por esse movimento, contemporâneo a construção da cidade, não conseguiu migrar para o Planalto Central. Confrontar, ainda que com mais de meio século de atraso, a arquitetura da Capital Federal e arte de ponta do Brasil produzida no mesmo período de sua construção e inauguração é um dos principais objetivos desse projeto ao trazer para a praça externa do Museu Nacional da República as esculturas de grande porte de Amílcar de Castro. A exposição propõe destacar justamente o que poderia ter sido esse encontro da arte construtivista de Amílcar de Castro com a arquitetura e urbanismo nesta cidade caracterizada pelo espaço aberto, pelo amplo horizonte, onde edifícios públicos se transformam em esculturas e competem com os outros marcos urbanos em busca do nosso olhar. Amílcar de Castro tem uma trajetória artística longeva e exemplar. Não se negou às experiências, dialogou ativamente com seus pares e seu tempo e não se submeteu ao cânone (isso, é claro, não o impediu de associar-se ao neoconcretismo, por afinidade ideológica e filosófica). A partir de uma produção a um só tempo generosa e vigorosa do artista, o projeto "Um século com Amílcar de Castro: outras falas, outros olhares" busca criar a oportunidade de fruir seu trabalho revelando a potência da ação de corte e dobra _ a base de seu trabalho tridimensional -, e o gesto preciso e mínimo, que configura sua produção em desenho, gravura e pintura: "Gosto do que é simples, o mais direto. Não só na escultura, como em tudo". É interessante pensar nessa afirmação frente a outros campos nos quais teve ação transformadora, como na reforma gráfica do Jornal do Brasil, no final dos anos 1950, que se tornou uma referência na área, e em sua atuação como professor na Escola Guignard (da qual foi diretor) e na Universidade Federal de Minas Gerais. Reconhecido como um dos grandes escultores da segunda metade do século 20 _ cujo trabalho atravessa nossas fronteiras e se instala em outros países _ e com um amplo material de crítica produzido ao longo de sua trajetória, de Mario Pedrosa e Ferreira Gullar, a Ronaldo Brito, Paulo Sérgio Duarte, Tadeu Chiarelli ou Paulo Herkenhoff, teóricos e curadores que conviveram com sua produção, Amílcar parece nos requisitar um novo olhar, lançado pelos dias de hoje, que abrem a terceira década deste século. Rodrigo Naves, um dos autores que produz um corpo teórico em torno da obra de Amílcar de Castro, na palestra que proferiu na Casa Fiat, de Belo Horizonte, em 2008, (em evento paralelo que acompanhou a mostra que ocupou as galerias do centro cultural, a Praça da Liberdade e Nova Lima), reivindica que a academia, em sua terra natal, se debruce sobre seu trabalho e sobre ele produza teoria, desdobre seu pensamento. Reunindo o consistente material publicado, sob a provocação de sua obra, pode-se constatar a ausência de um olhar que é lançado já na segunda década deste século, e que se relacione com um corpo de trabalhos não mais em processo de construção, mas inscrito dentro do período histórico de seu criador. Como ele fala com esses novos tempos? Essa é a pergunta lançada por este projeto que busca integrar o corpo a corpo com a obra de Amílcar de Castro à produção textual reflexiva sobre ela e a singularidade de seu autor. Ao propor a realização do colóquio entre jovens críticos e artistas que de alguma forma dialoguem com a obra do mestre, e autores dos textos que temos disponíveis busca-se empreender um grande estudo sobre a produção artística desse que é um dos maiores nomes das artes visuais no Brasil. Em paralelo e interagindo com o ciclo, algumas propostas expositivas de pequeno e médio porte, que se ofereçam como espaço de fruição e debate sobre sua obra: suas diferentes dimensões e inscrições; a relação entre a inserção de seu traço na planaridade e na tridimensionalidade; as relações entre o embate da forma que não deixa resto e que resiste à narrativa e os textos que se debruçaram sobre ela; sua interação com o espaço público; e sua inserção na contemporaneidade como extensão (e contraposição, é claro) ao pensamento modernista.
Contrapartidas Sociais • Entrada franca; • Visita guiada gratuita com os curadores durante o período de visitação; • Treinamento de monitores para a exposição. Contrapartidas Ambientais • Impressão de material gráfico em papel certificado, oriundo de reflorestamento.
Catálogo (Distribuição gratuita, envio para principais entidades culturais do país, escolas e universidades públicas): Descrição: Catálogo Amilcar de CastroFormato Fechado: 210 x 270 mm Formato Aberto: 420 x 270 mmEspecificações: Revestimento Capa, formato 479 x 315 mm em Couche Fosco LD 170 g/m2, 1x1 cores2 Guardas, formato 420 x 270 mm em Couche Fosco LD 170 g/m2, 4x4 coresMiolo 250 págs. em Couche Fosco LD 170 g/m2, 4x4 coresAcabamentos: Verniz Total Frente e Verso(Miolo), Dobrado(Miolo, Guardas), Laminação BOPP FoscaF(Guardas, Revestimento Capa), Colado a Quente, Intercalado, Prova DigitalEpson(Revestimento Capa), Prova Laser(Guardas, Miolo), Capa Dura com Costura. Exposição (Entrada gratuita - 6 meses de visitação ao público): Àrea externa: 30 esculturas de aço cortén - Dimensões: 4,80mx 480m (cada) dispostas em praça aberta com utilização de caminhão munk. Galeria Mezanino: apresentação de pinturas, desenhos, projetos, esculturas de pequeno porte (lista de obras em anexo) Seminário (Entrada gratuita - 7 dias de evento destinados ao público geral e ao público especializado) 20 palestrantes, especialistas de arte, cultura, filosofia e arquitetura discutirão a obra do artista e apresentarão mesas de trabalho abertas a participação do público da cidade e convidados das universidades locais.
Considerando que o projeto será realizado Museu Nacional da República, este já esta adaptado para portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. O referido espaço conta com as seguintes medidas de acessibilidade: · Rampa para pessoas com deficiência física situada na entrada lateral do prédio; · Elevadores, telefones e banheiros adaptados no Térreo Rampa de acesso ao prédio para pessoas com deficiência física; · Banheiro acessível em todos os andares; · Disponibilidade de elevadores adaptados ligando os pavimentos; · Sinalização tátil em corrimão e totens; Através de tecnologias assistidas, a acessibilidade às atividades culturais será assegurada, para pessoas de todas as idades e níveis sociais, de forma que o projeto atenderá à Lei 13.146 de 06/07/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), à IN nº 1/2017/MinC e ao item 5.4 (“Lazer e Cultura”) da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, através da adoção das medidas a seguir: Num amplo projeto de acessibilidade e democratização um aplicativo será desenvolvido para apoio ao público com deficiência audita e visual, além é claro do visitante comum. Nesse aplicativo o visitante terá disponível áudio guia de todas as salas de exposição; vídeo em libras e audiodescrição das salas e obras. Este dispositivo transmitirá um vídeo contendo uma visita guiada a exposição, com todo o trajeto e especificações das obras em libras. Este material será de acesso gratuito e democrático para que pessoas portadoras de deficiências possam desfrutar da mostra sem restrição e com o mesmo grau de informações dos demais visitantes; Legendas em braille para as obras presentes na exposição e um texto descritivo de maior extensão de dos trabalhos. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; O catálogo da exposição será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Nesse sentido e em cumprimento ao Art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 do Ministério da Cidadania, os produtos gerados pelo projeto seguirão as seguintes medidas de democratização e ampliação de acesso: a) Exposição: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; b) Catálogo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; c) Seminário: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; d) Contrapartidas sociais: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Ainda de acordo com o iniciso "X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural", o projeto prevê: a) Exposição: * Entrada gratuita; * Acesso a visita virtual à exposição através do site do projeto; b) Catálogo: * Será disponibilizado para download gratuito na internet através do site do projeto; * Os exemplares serão distribuídos gratuitamente para a população, escolas públicas e instituições culturais; C) Seminário: *Entrada gratuita; * Será disponibilizado para download gratuito na internetatravés do site do projeto; D) Contrapartidas sociais: * Serão disponibilizados agendamentos especiais e gratuitos às escolas locais e das regiões próximas ao DF, organizações não governamentais, grupos de 3ª idade e ONGs ligadas a minorias e portadores de necessidades especiais. A ação educativa, desenvolvida pela equipe do Museu Nacional em parceria com o projeto, será gratuita e a distribuição se dará a partir dos agendamentos de visitas mediadas no horário de abertura das instituições ao público, de acordo com o sistema operacional do espaço. RESULTADOS ESPERADOS: A exposição permitirá ao público em geral ter contato e se apropriar da obra de um dos mais importantes artistas brasileiros Amilcar de Castro, cuja obra nunca foi apresentada no DF em tal escala. Acreditamos, assim, que a exposição terá grande aceitação junto ao público espontâneo, além de atrair estudantes e formadores de opinião, nos moldes das últimas exposições que o Museu Nacional de Brasília tem acolhido. Esperamos que a mostra contribua para formar o olhar desse público. PUBLICO ALVO O projeto como um todo possui um público-alvo bastante amplo constituído por segmentos distintos: Público espontâneo e famílias;Professores e alunos de escolas públicas e privadas;Acadêmico: professores e alunos das Faculdades de artes, design, cinema, arquitetura, história, filosofia, comunicações, entre outros;Formador de opinião: artistas plásticos,cineastas, historiadores da arte, críticos de arte e cinema; curadores, produtores culturais ligados a ações na área cultural, dentre outros;Profissionais de museus, como diretores, conservadores, museólogos, pesquisadores;Colecionadores.
A 4 Art Produções Culturais (Coordenação Geral do Projeto) Nome fantasia da empresa individual Daiana Castilho Dias ME, é uma instituição de direito privado, dedicada ao setor cultural, com sede em Brasília/DF. Suas atividades estão concentradas na realização de exposições de artes visuais onde se prima pelo alto padrão estético e cultural. Nosso grupo de colaboradores é formado por uma equipe interdisciplinar com consultores especializados em diversas áreas do conhecimento – o que imprime às nossas realizações um caráter inovador e colaborativo, desde a conceituação até a avaliação final de cada projeto. É dirigida por Daiana Castilho Dias, produtora cultural e professora. Projetos realizados: 2019 Roda Gigante – Carmela Gross – Farol Santander Porto Alegre/RS Pirajá – Renato Morcatti – Caixa Cultural São Paulo/SP 2018 100 anos de Athos Bulcão – CCBB Brasilia, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. 2017 Pirajá – Renato Morcatti – Museu Nacional/DF Utopia lírica + In Orbit – Sesc Santo André/SP Pli selon Pli – Sesc 24 de Maio /SP Matiz e Gabo , os cronistas do Macondo – CCBB/Brasília Contraponto – Coleção Sérgio Carvalho – Museu Nacional/DF 2016 Armadilhas indígenas – Memorial dos povos Indígenas/DF Diários de viagem - Memorial dos povos Indígenas/DF Horizontes da Arte Latinoamericana e Caribenha – CCBB Brasília Constelações – Hilal Sami Hilal – Palácio Anchieta Vitória/ES 2015 Vértice – Museu dos Correios/DF, Centro Cultural Correios RJ e SP Códice – Do risco ao Risco – Amilcar de Castro, Marco Tulio Resende e Thais Helt – Museu Vale/ES Brasília Utopia Lírica – Vicente de Mello – CCBB Brasília 2014 À sua saúde – Museu Nacional / Brasília-DF A arte que permanece – Museu dos Correios/DF e Centro Cultural Correios/RJ Sherazade – Hilal Sami Hila – Caixa Cultural / Brasília-DF 2013 O olhar que ouve – Carlinhos Brown –Caixa Cultural e no Palácio do Planalto/ Brasília-DF Um nome no Centro da Coleção – Aldemir Martins e o Acervo da Caixa – Caixa Cultural Brasília/DF Crer em fantasmas – Territórios da pintura contemporânea – Caixa Cultural Brasília/DF Brasília Utopia Lírica – Vicente de Mello - Paço Imperial/RJ 2012 Segredos – Pinturas/Esculturas - Siron Franco –Caixa Cultural Recife/PE Impressores – Marcia Pastore – Caixa Cultural Fortaleza/CE The end factory Project - Adriana Tabalipa – Caixa Cultural Brasília/DF Rio +20 - Stand do Ministério da Saúde – Pier Mauá Rio de Janeiro/RJ 2011 Entre a gravura e a arte pública – Maria Bonomi – CCBB/DF Rio Madeira, O gigante da Floresta – Museu Nacional de Brasília/DF AGU – Um olhar sobre o direito brasileiro - Memorial JK/DF. JK e as personalidades do Século XX - Memorial JK/DF Atrás do Porto tem uma cidade- Museu Vale,ES; 2010 Roteiro Amarrado – Retrospectiva Eder Santos – CCBB – RJ Embaixada Planeta Bola – Site Specific – CCBB Bsb Segredos – Siron Franco – Caixa Cultural RJ,SP e DF; Cartas de Brasília – Museu Vivo da Memória Candanga DF 2009 Arte para Crianças - Coletiva de artistas contemporâneos – SESC Pompéia/SP Galeria das Almas – CCBB, DF No Coração do Haiti - Museu Nacional, DF Amilcar de Castro 34 desenhos – Caixa Cultural, RJ, SP. A França na rota dos selos – CCC, RJ. 2008 Arte para Crianças- CCBB,DF; A Gravura de Rubem Grilo– Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – TCU, DF; Antologia da Animação Canadense – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – TCU, DF; Mimo Paladino, Obra gráfica –– CCBB, DF Heróis de 58 – Palácio do Planalto, DF 2007 Arte para crianças – Coletiva –Museu da Vale/ES, MAM/RJ, Casa das Onze Janelas/PA, Convento das Mercês/MA Isumavut: “ A arte de nove mulheres do Ártico canadense” –CCBB/DF, CCC/RJ, Museu de Arte e Ofício /MG, SESC Pompeia /SP André Severo (Curadoria Seminário) ANDRÉ SEVERO Nascido em 1974, André Severo vive e trabalha em Porto Alegre. Mestre em poéticas visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou, em 2000, ao lado de Maria Helena Bernardes, as atividades de Areal, projeto que se define como uma ação de arte contemporânea deslocada que aposta em situações transitórias capazes de desvincular a ocorrência do pensamento contemporâneo dos grandes centros urbanos e de suas instituições culturais.Em 2004 publicou Consciência errante, quinto volume da série Documento Areal, que busca contribuir com o eixo das reflexões contemporâneas sobre o estabelecimento de um intenso diálogo a respeito das fronteiras que conformam os processos de conhecimento que possibilitam a existência da arte.Em 2007 elaborou, conjuntamente com Cláudia Vieira, Grady Gerbracht e Paula Krause, o projeto Lomba Alta, um programa de residência que se utilizava do espaço físico de uma fazenda, em plena atividade, na região central do estado do Rio Grande do Sul e buscou oferecer o espaço e os meios para a realização de investigações artísticas que colocassem em foco a experiência do fazer criativo e reflexivo compartilhado.Em 2008 inaugurou, conjuntamente com Marcelo Coutinho, o projeto Dois vazios, que almeja alcançar não somente o encontro de duas linguagens artísticas (cinema e artes plásticas), mas também o embate entre duas vastas paisagens brasileiras: os pampas da região Sul e o sertão da região Nordeste.Em 2009, como parte de seu envolvimento no Projeto Pedagógico, da 7a Bienal do Mercosul publicou, Histórias de península e praia grande/Arranco, trabalho realizado em parceria com Maria Helena Bernardes e que consiste em um livro reunindo pequenas histórias orais colhida na metade sul do estado do Rio Grande do Sul e em um filme que traduz em imagem, tempo e símbolo a amplidão e o imaginário da região.Em 2010 lançou Soma, uma experiência audiovisual que trata do encontro de indivíduos movidos pelo impulso da errância; e foi responsável, também em parceria com Maria Helena Bernardes, pela curadoria da mostra Horizonte expandido, proposta expositivo/reflexiva que almejou propiciar um maior contato do público brasileiro com obras e registros de experiências artísticas radicais que inauguraram um importante debate sobre as formas de compartilhamento da arte e se inclinaram a tratar de uma problemática ainda presente na produção artística contemporânea: a construção e afirmação de novas possibilidades de contato entre arte e público.Em 2012, convidado por Luis Pérez-Oramas, foi curador associado da XXX Bienal de São Paulo - A Iminência das Poéticas, e publicou o livro Deriva de sentidos - nono volume da série Documento Areal e segunda parte da tetralogia Nômada - que corporifica uma reflexão sobre o físico e o metafísico, viabilizada por uma radical experiência artística de convergência entre pensamento e gesto.Em 2013, também com Luis Pérez-Oramas, foi responsável pela co-curadoria da exposição Dentro/fora que compôs a representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza.Entre os anos de 2015 e 2017 realizou Metáfora, em parceria com Paula Krause, e Espelho, as duas primeiras partes da trilogia de exposições El Mensajero que se inserem na dinâmica de questionamento entre as instâncias processuais e os suportes de registro dos trabalhos poéticos que o artista vem realizando (através, principalmente, de produções audiovisuais e do registro de ações vivenciadas diretamente na paisagem), na última década.Em 2018, em parceria com Marília Panitz, é responsável pela curadoria da exposição 100 anos de Athos, realizada nos Centros Culturais Banco do Brasil de Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, em homenagem ao centenário de nascimento de Athos Bulcão. Ainda em 2018, em parceria com Fernando Cocchiarale e Marília Panitz, publica Artes Visuais – Ensaios Brasileiros Contemporâneos pela Funarte, antologia de ensaios que tem como objetivo apresentar um panorama inédito da produção ensaística contemporânea brasileira em campos distintos do saber.Como produtor, realizou projetos para diversas instituições culturais brasileiras, entre as quais destacam-se: Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Santander Cultural, Fundação Iberê Camargo, Fundação Bienal de São Paulo e Fundação Nacional de Artes. Foi produtor executivo da 8ª e da 9ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, entre os anos de 2011 e 2014. Em 2018 foi diretor artístico da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul e atualmente é coordenador geral e diretor artístico do Farol Santander Porto Alegre.Entre suas principais premiações destacam-se o Programa Petrobrás Artes Visuais - ano 2001 -, em 2001; o Prêmio Funarte Conexões Artes Visuais, em 2007; o Projeto Arte e Patrimônio 2007, em 2007; o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009, em 2009; o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, em 2010; o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça - 6ª Edição, em 2013; o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014, em 2014; o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2015, em 2015; e o Prêmio Sérgio Milliet da ABCA, em 2018 pelo livro Artes Visuais – Ensaios Brasileiros Contemporâneos. Marília Panitz (Curadora e organização do seminário) Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9.
PROJETO ARQUIVADO.