| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,51 mi |
O projeto trata da realização da exposição itinerante "Arte nas Estações", que apresentará parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (Rio de Janeiro/RJ) em três estações ferroviárias ou centros culturais de Minas Gerais. A exposição será acompanhada de visitas mediadas, atividades voltadas para o público infanto-juvenil e site. As exposições com suas 3 divisões temáticas percorrerão todas as estações. O projeto tem os seguintes produtos: Exposição de artes, oficinas, site de internet e ações de contrapartida social.
As exposições com as pinturas selecionadas no acervo do Museu Internacional de Arte Naïf trazem uma base curatorial que desmonta a idéia de ingenuidade das peças ao buscar o fundo político na produção desses artistas que narram o cotidiano e o extraordinário do povo. Seus temas mais caros são as festas populares, o trabalho, a vida social, os esportes, a natureza, as manifestações religiosas e crenças espirituais. A mostra apresentará a denúncia contida no trabalho dos artistas que se dedicaram a abordar as desigualdades sociais. Através das obras será possível refletir sobre a intolerância religiosa, a criminalização de movimentos populares e comunitários, por exemplo. Atualizando o conceito da produção Naif, a mostra contextualiza a arte Naif como arte popular, relacionando-a com a cultura Pop brasileira. Falar dos artistas e sua forma de trabalho faz diferença na análise e interpretação de suas obras. Odoteres Ricardo de Ozias desenhava e pintava nos intervalos do trabalho na Ferroviária com as pontas dos dedos, palitos amassados e escova de dentes. Amadeu Lorenzato era pintor de paredes, tal como Alfredo Volpi. Artistas que usavam seus saberes e experiências para contar histórias. As exposições mostram o que esses pintores autodidatas, historicamente relegados à categoria de ingênuos, têm a contribuir para o debate em torno da educação e da arte. Trazem o sentimento e o fazer do povo. As exposições serão divididas em núcleos temáticos mutáveis, a partir da curadoria de cada cidade: 1. Sofrência - corpos e festas 2. Entre o Céu e a Terra - fé e histórias do Brasil 3. A Ferro e Fogo - trabalho, lutas, natureza, cidades No total serão realizadas 09 mostras, sendo 03 exposições em 3 cidades, para possibilitar que todos conheçam as obras expostas por eixos temáticos. Serão expostas cerca de 200 obras (50 obras em cada estação) , levando-se em conta as dimensões do espaço expositivo. Memória de cálculo Exposição – 7.500 pessoas visitantes - Visitas mediadas – esse público está contido nos 7.500 visitantes – sábados e domingos2 visitas/dia x 2 dias (sábados e domingos) / semana/cidade = 4 visitas /semana/cidade 4 visitas/semana/cidade x 4 semanas/cidade = 16 visitas/mês/cidade 16 visitas/mês/cidade x 2 meses/cidade = 32 visitas/cidade 32 visitas/cidades x 3 cidades = 96 visitas total 96 visitas total x 10 pessoas/visita = 960 pessoas total Oficina / programa educativo – só aos domingos 02 visitas x 4 domingos/mês /cidade = 8 visitas/mês/cidade 8 visitas/mês/cidade x 2 meses de exposição = 16 visitas/cidade 16 visitas/cidade x 3 cidades = 48 visitas total 48 visitas total/cidade x 10 pessoas/visita = 480 pessoas total/cidade Site – 3.000 pessoas acessando Contrapartidas sociais - 1.000 estudantes e professores nas ações de contrapartidas sociais nas 03 cidades, sendo 850 pessoas em 06 encontros durante as exposições(quintas e sextas-feiras) e 150 (50 em cada cidade) em 03 encontros de capacitação de professores antes das inaugurações das exposições.
Objetivo Geral Produzir a exposição itinerante "Arte nas Estações", que apresentará parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (Rio de Janeiro/RJ) em três estações ferroviárias ou centros culturais de Minas Gerais _ Ouro Preto, Congonhas e Conselheiro Lafaiete. As exposições, com suas 3 divisões temáticas - Sofrência, Entre o Céu e a Terra e A Ferro e Fogo - percorrerão todas as estações, perfazendo um total de 9 mostras. Objetivos Específicos 1. Receber um público visitante total de 7.500 pessoas nas exposições nas 03 cidades mineiras; 2. Atender cerca de 480 pessoas em 48 oficinas/programa educativo nas 03 cidades, sempre aos domingos; 3. Atingir cerca de 3.000 pessoas através dos acessos ao site; 4. Atender cerca de 1.000 estudantes e professores nas ações de contrapartidas sociais nas 03 cidades, sendo 850 pessoas em 06 encontros durante as exposições (quintas e sextas-feiras) e 150 (50 em cada cidade) em 03 encontros de capacitação de professores antes das inaugurações das exposições, com vistas a capacitá-los para levar suas turmas e trabalhar os conteúdos do projeto em sala de aula; 5. Realizar 96 visitas mediadas para público espontâneo já visitante das exposições (32 visitas em cada cidade), aos finais de semana, atendendo 960 pessoas nas 03 cidades, com acessibilidade de conteúdo; 8. Colaborar para divulgação da produção de arte Naif brasileira; 9. Colaborar para formação de público para exposições de arte.
A produção Naif sempre foi tema de discussões no meio das artes plásticas. Considerada, por muitos uma "arte ingênua" produzida por artistas que não tiveram acesso ao ensino formal das artes, podemos reconhecer sua importância no momento em que dedicamos todo um museu à sua produção. O Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil, atualmente fechado sem expectativas de reabertura, situado na cidade do Rio de Janeiro e criado por um francês apaixonado pelo Brasil, possui a maior coleção de arte naïf do país. Com um acervo majoritariamente composto de pinturas produzidas por artistas brasileiros ou que no país viveram e produziram, conta com mais de 6 mil peças que, para felicidade dos curadores, possibilitam a criação de centenas de recortes expositivos para divulgação dessa produção. Levar essa produção Naif para o interior de Minas Gerais, para ser exposta em estações ferroviárias ou centros culturais, que muitas vezes aparecem como tema na produção de seus artistas é, de certa forma, voltar às origens. Voltar e apresentar ao seu povo como a simplicidade do traço ou da fatura da pintura realizada, expressam a força de sua gente e de sua vida. O deslocamento do eixo Rio/São Paulo e, especialmente a realização das exposições em espaços não criados para isso, traz a discussão do papel da arte, do papel do artista e da importância da aproximação da arte com seu público Considerando o fechamento do museu, as exposições itinerantes do projeto serão as únicas oportunidades de ter acesso ao precioso acervo. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto cumpre os seguintes objetivos expressos no Art. 3º da Lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Plano de divulgação Redes SociaisSiteMaterial gráficoPress releases para imprensa
Produto principal – Exposição de artes 09 mostras realizadas nas estações ferroviárias das cidades de Ouro Preto, Congonhas e Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, com visitas mediadas voltadas para o público espontâneo. Duração - 2 meses de duração em cada cidade Mostras reunindo cerca de 200 obras em cada estação (ao total), considerando o espaço disponível. Produto - Oficina/Workshops/Seminário Audiovisual Atividades variadas do Programa Educativo com cerca de 2 horas de duração cada, voltadas para as famílias, com visitas mediadas seguidas de atividades lúdicas. Atividades com agendamento prévio. Produto – sítio de internet Site com no mínimo 10 páginas com informações sobre as obras expostas, atividades formativas para professores e estudantes. Produto – Contrapartidas sociais 09 Encontros com cerca de 1.000 professores e estudantes nas 03 cidades, sendo 850 pessoas em 06 encontros durante as exposições (quintas e sextas-feiras) e 150 (50 em cada cidade) em 03 encontros de capacitação de professores antes das inaugurações das exposição, com vistas a capacitá-los para levar suas turmas e trabalhar os conteúdos do projeto em sala de aula
Produto principal – Exposição de artes As exposições serão realizadas em espaços culturais com acessibilidade para portadores de necessidades especiais ou serão realizadas adaptações temporárias nesse sentido. Haverá disponibilização de visitação com intérprete de Libras, conforme demanda. Rubrica – Audiodescrição (áudio-guias) – valor R$ 15.000,00 Monitores – valor R$ 24.000,00 cada cidade Produto – Oficina/Workshops/Seminário Audiovisual As ações educativas serão realizadas no espaço expositivo que já contará com acessibilidade ou adaptações temporárias específicas para a exposição. Para acessibilidade de conteúdo, serão realizadas algumas atividades sensoriais voltadas para deficientes visuais e tradução de Libras para deficientes auditivos. As atividades do Programa Educativo serão divulgadas junto às escolas que tenham turmas inclusivas e instituições que atendam PNEs, em cada cidade. Rubrica – Intérprete de libras – valor R$ 900,00 cada cidade Monitores – valor R$ 900,00 cada cidade Produto – sítio de internet O site contará com legendagem possibilitando acessibilidade de conteúdo. Rubrica – Intérprete de libras – valor R$ 1.000,00 Legendagem – valor R$ 1.000,00 Produto – Contrapartidas sociais Ações de capacitação com estudantes e professores de escolas da rede pública de ensino da região. Previsão de intérprete de Libras, caso haja atendimento com deficientes auditivos. Rubrica – Intérprete de libras – valor R$ 1.800,00 cada cidade Monitores – valor R$ 1.800,00 cada cidade
Produto principal – Exposição de artes Acesso totalmente gratuito e previsão para disponibilidade de transporte gratuito para estudantes e professores da rede pública de ensino. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil. Produto - Oficina/Workshops/Seminário Audiovisual Ações totalmente gratuitas e previsão para disponibilidade de transporte gratuito para estudantes e professores da rede pública de ensino. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil. Produto – sítio de internet Acesso gratuito. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto – Contrapartidas sociais Ações totalmente gratuitas voltadas para professores e estudantes da rede pública de ensino de cada cidade e arredores. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil
RKF Rio Empreendimentos Artísticos Ltda – Proponente – Coordenação Administrativo-financeira - GestãoCurrículo em anexo Coordenador Geral e Artística – Fábio SzwarcwaldFabio Szwarcwald é economista e colecionador de arte. Faz parte do conselho do New Museum, de Nova York, da Residência Artística Capacete e do conselho de aquisição de acervo do Museu de Arte Moderna (MAM), ambos do Rio de Janeiro. Formado pela UERJ, Szwarcwald tem MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em finanças pelo IBMEC e estudou negociação no programa para executivos Wharton, da Universidade da Pensilvânia. Como executivo, trabalhou na Trader Renda Fixa, foi gerente comercial e superintendente do Banco Votorantim, foi vice-presidente do Private Banking do Credit Suisse Hedging Griffo. Foi diretor da EAV (Escola de Artes Visuais do Parque Lage) e vice-presidente do conselho da organização social OCA Lage, que administrou a EAV e a Casa Brasil-França de 2014 a 2016. Atual diretor executivo do MAM Rio. Curador – Ulisses CarrilhoUlisses Carrilho (Porto Alegre, 1990) é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí mis crímenes no serian de amor”. Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9ª Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para o catálogo da 32ª Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte. Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contra narrativas, críticas à lógica de produção do capitalismo cognitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Produção Executiva - Adriana Salomão Adriana Salomão é a sócia fundadora da empresa Patuá Produções Artística. Formada em jornalismo e com mais de 20 anos de experiência no ramo de projetos culturais já coordenou e dirigiu a produção de diversas exposições e eventos culturais. Além de trabalhar como coordenadora de produção em exposições de curadores como Marcello Dantas, Daniela Géo, Evangelina Seiler, e dos artistas Boltanski, , Rosangela Rennó, Dias e Riedweg, Roger Ballen, Carmela Gross, Ivens Machado, entre outros, participou da equipe de produção artística das cerimônias de abertura e encerramento dos jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro em 2016, coordenou a produção dos eventos de inauguração da Biblioteca Parque Estadual em homenagem a Vinícius Moraes e fez parte da equipe de produção de diversos projetos em instituições como MAR, MAM, Museu do Amanhã, Oi Futuro, entre outros. Produção - Izabel Campello Izabel Campello é socia fundadora da Faceta Produções, trabalha há mais de 20 anos com projetos culturais, coordenando e produzindo especialmente exposições e museus, Nesse período realizou a coordenação de produção, produção executiva e coordenação de montagem expográfica, além de produção de conteúdo, principalmente para instalações multimídias e interativas. Trabalhou com curadores como Marcello Dantas, Alfons Hug, Marcelo Campos e Marcos Lontra, e em exposições dos artistas Anish Kapoor, Patricia Piccinini, Ivan Serpa, Ai Weiwei, entre outros, trabalhando em projetos realizados nas principais instituições culturais, como Museu de Arte do Rio (MAR), Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Museu do Amanhã e Oi Futuro, entre outros. Responsável pela coordenação de produção e produção executiva do Museu da Gente Sergipana, inaugurado em 2011 em Aracaju, Sergipe. Atualmente o museu é o mais visitado do Nordeste e recebeu em 2018 a Ordem do Mérito Cultural, o maior prêmio do Ministério da Cultura. Foi sócia da Artitude Produções entre 2010 e 2016, entre 2012 e 2015 foi gerente de produção da 32Bits Criações Digitais. Responsável pela coordenação das equipes de produção, design, tecnologia e desenvolvimento de interatividades e aplicativos para meios culturais, entre elas as interatividades do Museu do Amanhã (Rio de Janeiro), da Casa do Rio Vermelho (Salvador) e das exposições: Cazuza Mostra a Sua Cara, Rubem Braga - O Fazendeiro do Ar e Goiânia 80 Anos; entre muitas outras.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.