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Este projeto propõe a montagem do espetáculo "Os Reis do Riso" (The Sunshine Boys). A proposta visa trazer ao cenário teatral brasileiro, uma obra do dramaturgo e roteirista americano, Neil Simon, falecido em 2018.
O espetáculo conta a história de Max (Maxuel Arruda da Conceição) e Toni (Antonio Carlos da Silva), uma vez conhecidos como a dupla comediante “Os Reis do Riso”. Durante os últimos dias de seus 43 anos juntos, os risos deram lugar à antipatia e hostilidade, tornando a relação a dois insuportável para ambos. Com a saída e aposentadoria de Toni, Max se vê obrigado a seguir sozinho, lutando para manter uma carreira solo, quando, mais de uma década depois, seu sobrinho, Edu, tenta reuni-los novamente para um especial de TV. Traduzida e adaptada por Pedro Paulo Rangel, a peça traz um jogo de semelhanças e diferenças entre os personagens, construído em cima de uma narrativa suave e divertida que desperta a curiosidade e prende a atenção do público até o final.
Geral Este projeto propõe a montagem da peça "Os Reis do Riso" de Neil Simon, na cidade do Rio de Janeiro, com direção e adaptação de Pedro Paulo Rangel. Específicos 1 - Realizar 32 apresentações do espetáculo, de modo a fomentar a valorização das produções teatrais. 2 - Aproximar o espectador da narrativa e fazê-lo refletir sobre a normalidade das particularidades e diferenças de cada um, dentro de qualquer relação. 3 - Valorizar a essência dos laços de convívio entre famílias e amigos; 4 - Oferecer oportunidade de trabalho, enriquecendo a experiência profissional dos envolvidos.
Traduzido, adaptado e dirigido por Pedro Paulo Rangel, o espetáculo traz ao Brasil a peça "Os Reis do Riso" (The Sunshine Boys), de Neil Simon, estreada em 1972 na Broadway. O enorme sucesso do autor em teatros da Broadway garantiu a montagem de várias de suas peças ao redor do mundo, além do Prêmio Pulitzer de Teatro (1991). Simon ajudou a redefinir o humor popular americano, com ênfase nos conflitos da vida urbana e da intimidade familiar. Rangel, que também interpreta o personagem Max, teve sua primeira experiência em teatro profissional em 1968, atuando na peça "Roda Viva", de Chico Buarque de Hollanda. O ator e diretor acumula incontáveis experiências em teatro, em seus recém-completados 50 anos de carreira, sempre associado a outros grandes nomes do cenário artístico brasileiro, como José Celso Martinez Corrêa, Jô Soares e Moacir Chaves. Pedro Paulo Rangel recebeu os prêmios teatrais mais importantes do país na categoria "Melhor Ator", como o "Moliére", o "Shell" e o Mambembe, alguns recebidos por mais de uma vez. O ator deixou sua marca também no cinema e construiu uma sólida e vasta carreira na televisão, tornando-se um dos mais assíduos nomes da cena brasileira. a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação do apoio ao espetáculo "Os Reis do Riso" via Lei de Incentivo é a forma mais justa de produzir um bem cultural, que traz aos palcos a montagem de um espetáculo internacional, aproximando-o do nosso público através de criativa adaptação. Esta trará à memória dos espectadores, uma época em que a arte dramática brasileira era especialmente respeitada, e seus diretores, atores e atrizes, conhecidos nacionalmente. Tudo o que faz hoje a televisão, naquela época - os anos 1960 - acontecia através das Companhias itinerantes de Teatro, do Cinema e principalmente do Rádio. O Incentivo é imprescindível como meio de proporcionar democratização da cultura através de um projeto que promoverá reflexões sobre a profissão de artista e seu cotidiano de relacionamentos. Além disso, viabiliza que um ator e diretor consagrado, popularmente conhecido no Brasil e no exterior, traga sua expertise para os palcos através de uma narrativa potente e aclamada internacionalmente pelo público. Um espetáculo que fala de crescimento, construção, convivência e relacionamento. Que traz a intercessão delicada da amizade e parceria profissional entre os dois personagens principais, Max e Toni que, por 43 anos, foram conhecidos como a dupla comediante "Os Reis do Riso". Uma peça importante para a cultura brasileira. Cultura que evolui e cresce, mas que perde, cada vez mais, a essência dos laços de convívio entre famílias e amigos. A partir da identificação com uma atmosfera leve e divertida, o espetáculo aproxima o espectador e o faz refletir sobre suas relações, lembrando da importância da paciência e aceitação diante de uma vida surpreendente e finita. Contudo, este espetáculo visa não apenas preservar a produção artística profissional das técnicas de teatro, mas trazer cultura e conhecimento de qualidade ao público, com abordagens de suma importância afetiva e relacional, realizado por profissionais experientes e renomados. É importante falar também, sobre o alcance deste projeto, que coloca em cena a obra do autor americano, acreditando na valorização da história contada como forma de fomentar e perpetuar o consumo da cultura internacional no teatro. Além disso, a Lei de Incentivo estimula empresas que acreditam na importância da cultura para o país, a patrocinarem projetos que considerem relevantes à sociedade. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A montagem do espetáculo "Os Reis do Riso" se enquadra no incisos supracitados, visto que a tradução, adaptação, direção e atuação, além das outras atividades criativas do projeto, serão realizadas por artistas brasileiros. c) O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. De acordo com a letra "e", do inciso II, do artigo 3º da Lei 8313/91, o projeto tem por finalidade fomentar a produção cultural e artística mediante a realização de um espetáculo teatral com montagem no Brasil, que apresenta ao público, com humor, a temática da construção e desconstrução da relação de parceria e amizade entre artistas, seu dia a dia, com vitórias e derrotas.
DAS JUSTIFICATIVAS ORÇAMENTÁRIAS ASSISTENTE DE DIREÇÃOJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do pagamento vigente desta função na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para espetáculo adulto, em horário nobre. ASSISTENTE DE PRODUÇÃOJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do pagamento vigente desta função na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para espetáculo adulto, em horário nobre. CONTRARREGRAJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do piso salarial vigente, de acordo com o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro), para apresentações de espetáculo adulto, em horário nobre. DIRETOR ARTÍSTICOJustifica-se o valor solicitado, uma vez que estamos falando de uma das pessoas mais importantes do projeto. O diretor é o responsável por supervisionar e dirigir a montagem da peça, trabalhando diretamente a representação. A sua função é assegurar a qualidade e integridade da peça. Além disso, este é o valor praticado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – principalmente tratando-se do consagrado ator e diretor Pedro Paulo Rangel. ELENCO COADJUVANTEAtor coadjuvante do espetáculo. Justifica-se o valor solicitado, uma vez que o artigo 12 da Instrução Normativa 04/2020, diz que "o limite para pagamento de cachês artísticos com recursos incentivados, POR APRESENTAÇÃO, será de: a) R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais) para artista ou modelo solo". Sendo assim, o valor de R$ 6.000,00 mensais pleiteado nesta planilha orçamentária, está abaixo da quantia citada no artigo supramencionado. ELENCO PROTAGONISTATrata-se de Pedro Paulo Rangel e Carlos Gregório. Grandes nomes da cena artística e cultural brasileira. Justifica-se o valor solicitado, uma vez que o artigo 12 da Instrução Normativa 04/2020, diz que "o limite para pagamento de cachês artísticos com recursos incentivados, POR APRESENTAÇÃO, será de: a) R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais) para artista ou modelo solo". Sendo assim, o valor de R$ 15.000,00 mensais pleiteado nesta planilha orçamentária, está abaixo da quantia citada no artigo supramencionado. ILUMINADORJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do pagamento vigente desta função na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para espetáculo adulto, em horário nobre. Neste caso, estamos falando do premiado Aurélio de Simoni - um dos maiores iluminadores da cena teatral brasileira. INTÉRPRETE DE LIBRAS Justifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, visto que o tradutor também ensaiará com o elenco, para estar apto a trabalhar nas 04 apresentações. LOCAÇÃO DE TEATROJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, visto que os principais teatros privados da cidade do Rio de Janeiro (RJ) cobram em média R$ 4 mil por dia de apresentação em horário nobre. MATERIAL CENOGRÁFICOJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, visto que haverá diferentes ambientações na peça. OPERADOR DE SOMJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do piso salarial vigente, de acordo com o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro), para apresentações de espetáculo adulto, em horário nobre. OPERADOR DE LUZJustifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez que trata-se do piso salarial vigente, de acordo com o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro), para apresentações de espetáculo adulto, em horário nobre. PRODUTOR EXECUTIVOProdutor executivo, juntamente com o diretor de produção, trabalhara durante todo o projeto, para coordena-lo, administra-lo, avalia-lo e promove-lo. Justifica-se o valor solicitado na planilha orçamentária, uma vez em que este é o preço aplicado em espetáculos teatrais na cidade do Rio de Janeiro (RJ), além de estar de acordo com os pisos salariais vigentes no SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro), para espetáculo adulto, em horário nobre.
Não aplicável.
ESPETÁCULO TEATRAL Em atendimento ao artigo 18 da IN nº 02/2019, o projeto respeitará todas as exigências da lei, proporcionando condições de acessibilidade a pessoas idosas, portadoras de deficiência e com dificuldades locomotoras; ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local das atividades possuirá rotas de fuga e saídas de emergência simplificadas; acesso facilitado da entrada do prédio até a sala de espetáculos através de rampas em declive e/ou elevadores; cadeiras adaptadas ou espaços para cadeirantes e seus acompanhantes; banheiros específicos para atender a estas pessoas; e reserva de vagas devidamente sinalizadas, próximas às entradas, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência ou com dificuldade de locomoção (em caso de locais que possuam estacionamento); DEFICIENTES AUDITIVOS: O espetáculo contará com um intérprete de libras em 04 sessões (custos incluídos em planilha orçamentária); DEFICIENTES VISUAIS: O espetáculo contará com serviço de áudiodescrição em 04 sessões (custos incluídos em planilha orçamentária).
ESPETÁCULO TEATRAL Em respeito à ampliação do acesso, adotaremos o exposto nos incisos I, IV e V do artigo 21 da IN 02/2019 do MC, que dizem: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
Ficha Técnica Autor: Neil SimonDireção, tradução e adaptação (dirigente do proponente): Pedro Paulo Rangel Elenco protagonista (dirigente do proponente): Pedro Paulo RangelElenco protagonista: Carlos GregórioElenco coadjuvante: Rodrigo LimaAtriz coadjuvante (participação): Íris BruzziCoordenação do projeto (dirigente do proponente): Pedro Paulo RangelDireção de produção e produção executiva: Vera Novello e Ana VellosoCenografia e figurinos: Colmar DinizIluminação: Aurélio de SimoniDireção musical: Ricardo Rente Currículos Pedro Paulo Rangel (dirigente do proponente)Funções: coordenador do projeto, ator protagonista, diretor, tradutor e adaptador. Com mais de 200 trabalhos em 50 anos de carreira, dentre teatro, cinema e televisão, Pedro Paulo Rangel teve a sua primeira experiência em teatro profissional em 1968, na peça "Roda Viva", de Chico Buarque de Hollanda, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Dois anos depois, fez sua estreia na televisão, contratado pela TV Tupi de São Paulo para o elenco da novela "Super Plá", de Bráulio Pedroso. No ano seguinte, ainda na Tupi, participou da novela "Toninho on the Rocks", de Teixeira Filho. Em 1972, quando atuava na peça "Castro Alves Pede Passagem" de Gianfrancesco Guarnieri, foi convidado para trabalhar na novela "Bicho do Mato", da TV Globo, onde foi contratado por quase 40 anos. Naquele ano, participou também de "A Patota", contracenando pela primeira vez na TV com o amigo Marco Nanini e, três anos depois, viveu um personagem de sucesso: o Juca Viana de "Gabriela", adaptado do romance de Jorge Amado por George Walter Durst. Em 1982 recebeu seu primeiro Prêmio Moliére de Melhor Ator, por "A Aurora da Minha Vida". Em 1989 por "Machado em Cena – Um Sarau Carioca", de Luís de Lima, e em 1994, por sua interpretação como Padre Antônio Vieira, no monólogo "O Sermão da Quarta-Feira de Cinzas". Ainda na década de 80, foi convidado por Jô Soares a atuar em esquetes humorísticos no programa "Viva o Gordo". A experiência foi tão bem-sucedida que, anos depois, entrou para o elenco da segunda temporada de "TV Pirata" - um marco do humor na televisão brasileira. Em seguida, fez a sua primeira minissérie, "O Primo Basílio", adaptação do romance de Eça de Queiroz, feita por Gilberto Braga e Leonor Bassères. Além de seus trabalhos em novelas e minisséries, sua carreira inclui participações em seriados e especiais da Globo, como "Você Decide", "A Diarista", "Os Aspones", e "Sob Nova Direção". Em 2009, integrou o elenco de "Som & Fúria", adaptação feita por Fernando Meirelles da série de TV canadense "Slings & Arrows". No cinema, atuou em inúmeros filmes como “Amélia”, "Prova de Fogo", "O Beijo no Asfalto", "Menino do Rio", e “Chico Xavier”. Em 2018 estrelou “O Ator e o Lobo” no teatro brasileiro, espetáculo inédito do autor português, António Lobo Antunes, vencedor do Prêmio Camões. Carlos Gregório (ator protagonista) Ator, diretor, autor e roteirista, atuou em diversos espetáculos, como "Galileu Galilei"; "Na Selva das Cidades" e "O Rei da Vela" - todos com direção de José Celso Martinez Corrêa. Rcebeu da Aessociação Paulista de Críticos de Arte (Apca), o prêmio de Melhor Ator pelo filme "Guerra Conjugal" de Joaquim Pedro de Andrade. Carlos dirigiu "Tragédia Carioca", de Nelson Rodrigues, "A Floresta Tenebrosa", de Marco Nanini, foi premiado como Melhor Ator no Festival de Brasília pelo filme "Baixo Gávea", de Haroldo Marinho Barbosa, e pelo curta "S.O.S. Brunet!", de Betse de Paula, no RioCine Festival. Em 95, foi contratado como roteirista pela TV Globo e lá escreveu o seriado "A Justiceira", com direção de Daniel Filho. Em 2005, escreveu o roteiro do longa "Se Eu Fosse Você". Vera Novello e Ana Velloso (direção de produção e produção executiva) Com 25 anos de experiência em diversas vertentes culturais, as produtoras realizaram mais de 130 projetos, dentre eles dezenas de espetáculos de artes cênicas, incluindo teatro, balé e ópera. No teatro destacam-se sucessos como “Dolores” – Dir. De Bonis, Prêmio de Melhor atriz Soraya Ravenle; “Clara Nunes - Brasil Mestiço” – Dir. Gustavo Gasparani; “Longa Jornada de Um Dia Noite A Dentro” – Dir. Naum Alves de Souza, Com Sergio Britto e Cleide Yáconis - Prêmio de Melhor atriz Cleide Yáconis; “Estatuto de Gafieira” Dir. Aderbal Freire Filho; “Janis” – Dir. Sergio Módena, Prêmio de Melhor atriz Carol Fazu; “Josephine Baker – A Vênus Negra” – Dir. Otávio Muller; A premiada Trilogia musical com Direção de Sergio Módena – “Sambinha” - Prêmio Zilka Sallaberry de Dramaturgia e Dir Músical; “Bossa Novinha” – Prêmio Zilka de Direção Musical; “Forró Miudinho” – Prêmios CBTIJ de Texto, Direção, Elenco, Programação Visual, Coreografia e Melhor Espetáculo e FITA de melhor Produção; “Vianinha Conta O Último Combate do Homem Comum” Dir Aderbal Freire Filho – Prêmios Cesgranrio e Shell de melhor Ator e Questão de Crítica de Melhor Cenografia, e FITA de melhor Produção; e “O Choro de Pixinguinha” – Prêmio CBTIJ Melhor Texto, Coreografia e Figurino. Colmar Diniz (cenógrafo e figurinista) Atravessando décadas de teatro, Colmar Diniz é ícone em diversas produções. Vencedor de vários prêmios, como Molière nos anos 70 e 80, foi um dos fundadores (juntamente com Ney Matogrosso e José Carlos Reis) do Ateliê Três - especializado na execução de cenários e figurinos. Dentre seus trabalhos, destacam-se "Noite dos Campeões", com direção de Cecil Thiré; "Os Filhos de Kennedy", dirigido pelo ator Sergio Britto; "Capital Estrangeiro", de Sílvio Abreu; e "Jango, uma Tragédia", de Glauber Rocha. No final dos anos 90, vai para Lisboa, onde trabalha em uma adaptação de "A Menina de Lá", de Guimarães Rosa, com direção de José Caldas. No mesmo ano, trabalhou em "Brasileiro, Profissão Esperança", musical com direção de Bibi Ferreira. Aurélio de Simoni (iluminador) Nos 40 anos de carreira já realizou mais de 1000 trabalhos nas áreas de teatro, ópera, dança, shows, feiras, convenções, etc. Na área teatral destacam-se: AS LÁGRIMAS AMARGAS DE PETRA VON KANT – Direção: Celso Nunes; EMILLY – Direção: Miguel Fallabela; ROBERTO ZUCO – Direção: Moacir Chaves; O CARTEIRO E O POETA – Direção: Aderbal Freire Filho; O ABRE ALAS – Direção: Charles Moeller; O AVARENTO – Direção: Amir Hadad; BUGIARIA – Direção: Moacir Chaves; CONDUZINDO MISS DAISY – Direção: Bibi Ferreira; A ALMA IMORAL – Supervisão Amir Hadad; POR UM FIO – Direção: Moacir Chaves. O FILHO ETERNO – Direção Daniel Herz; POR AMOR AO MUNDO – Direção: Isaac Bernat. Em toda a sua carreira, recebeu os principais prêmios da área (Mambembe, Shell, Zilka Sallaberry de Teatro Infantil; Festival de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro, CBTIJ, APTR e CESGRANRIO). Ricardo Rente (diretor musical) Saxofonista, flautista, diretor musical e arranjador. Formado pela Berklee College of Music, professor e coordenador do Curso de Produção Fonográfica da Faculdade Estácio de Sá, trabalhou como músico com grandes nomes da MPB, como Guilherme Arantes, Zé Ramalho, Adriana Calcanhoto, além de Stevie Wonder nas turnês Rio e São Paulo. Diretor Musical e arranjador de espetáculos como “Clara Nunes - Brasil Mestiço”, dir. Gustavo Gasparani; ”Elogio da Loucura” – adaptação de Roger Mello do livro homônimo de Erasmo de Rotterdam, dir. Marcelo Morato; “Estatuto de Gafieira” - dir. Aderbal Freire Filho; “O Bem do Mar” – Homenagem a Dorival Caymmi, dir. Antonio De Bonis; “Uma Professora Muito Maluquinha” – de Ziraldo, dir Marcelo Caridade; “Sambinha” – dir. Sergio Módena – pelo qual recebeu o Prêmio Zilka Sallaberry de melhor Música (arranjos e direção musical); “Bossa Novinha – A Festa do Pijama” dir. Sérgio Módena - indicado aos Prêmios Zilka Salaberry e CBTIJ na categoria melhor Direção Musical; “Kid Morengueira – Olha O Breque!”, Dir. Sergio Módena, com Édio Nunes - indicado ao Prêmio FITA de Direção Musical; “O Choro de Pixinguinha” – dir. Sérgio Módena - indicado ao Prêmio CBTIJ na categoria Direção Musical.
PROJETO ARQUIVADO.