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Edição e publicação de livro com textos e imagens sobre a história e os personagens das estradas mineiras. Realizar palestra sobre o tema do livro para alunos e professores da rede pública.
Os textos trarão informações sobre a ocupação, a história, os personagens e as características das principais estradas a cortar Minas Gerais. O capítulo introdutório apresentará uma contextualização sobre as estradas e caminhoneiros na cultura brasileira, apresentando filmes, livros, músicas e séries que trabalharam o tema ao longo das últimas décadas. Os capítulos seguintes apresentarão as narrativas de cada estrada, com a pesquisa sobre suas origens coloniais ou republicanas e depoimentos e histórias atuais de caminhoneiros que trafegam por elas.
Objetivo geral Contribuir para a democratização do acesso à cultura por meio da publicação de livro com textos e imagens sobre a história e os personagens das estradas que cortam Minas Gerais. Objetivos específicos Publicar 3.000 exemplares do livro Estradas de Minas _ História, cultura e vida, com 200 páginas. Resgatar a memória, a cultura e a identidade brasileira, por meio do registro de histórias, depoimentos e imagens de caminhoneiros e estradas de Minas Gerais. Contrapartida social: Oferecer palestra online para 300 alunos e professores da rede pública.
A história contemporânea do Brasil está ligada às suas estradas e viajantes. País de extensão continental, desde os tempos coloniais depende do acesso ao interior para construir sua identidade. Costumes, tradições e expressões artísticas expandiam-se além de seu local de origem, em narrativas coloridas compartilhadas primeiro pelos tropeiros, depois por caminhoneiros e outros viajantes frequentes. Ao longo das décadas, ajudaram a formar as muitas manifestações da cultura brasileira. Este papel das estradas como indutora da identidade cultural ganhou força com a implantação do transporte rodoviário, no início do século passado, e sua consolidação, a partir da década de 1940. O Brasil ganhou estradas e com elas muitas histórias ligadas aos seus caminhoneiros, inspirando filmes, livros, séries e peças. No cinema, Mazzaropi estreou no volante de um caminhão no premiado "Sai da Frente", de 1952, um dos grandes sucessos da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Alguns anos mais tarde, a televisão levava às casas o seriado "Vigilante Rodoviário", centrado nas aventuras e dramas da rodovia Anhanguera. Assim como a dupla do Inspetor Carlos e seu cão Lobo, outra dupla ficou famosa por retratar a vida na estrada: Pedro e Bino. Representados respectivamente pelos atores Antônio Fagundes e Stênio Garcia, eles eram os personagens centrais da série "Carga Pesada", grande sucesso de púbico em suas diversas temporadas. Na literatura, a obra "Jorge, um brasileiro", do mineiro Oswaldo França Júnior, tem um caminhoneiro como personagem central e é um retrato contundente do Brasil na virada da década de 1960 para 1970. Foi transformada em filme (1988) e inspirou uma música interpretada por Milton Nascimento. A narrativa desenvolve-se pelas estradas de Minas Gerais. Afastada do litoral, Minas Gerais sempre dependeu do acesso terrestre e é o estado com a maior malha rodoviária do Brasil. Algumas seguem rotas dos tempos da colônia, como as Estradas Reais, autorizadas pelo Rei: a Picada de Goiás e a Estrada Real. Outras são pioneiras, como a União e Indústria, com mais de 150 anos de história e a primeira a receber pavimentação na América Latina, ainda pelo imperador Dom Pedro II. As entradas de Bandeirantes que saíram de São Paulo em busca de ouro abriram o caminho para rodovias como a Fernão Dias, com seu nome homenageando o caçador de esmeraldas Fernão Dias Paes Leme. Estas histórias, apesar de sua importância para a memória e a identidade brasileira, ainda são desconhecidas por parte considerável da população. Iniciativas com o objetivo de despertar sua valorização por parte da sociedade são de suma importância, e este projeto se presta a este papel. Entendemos que o projeto está em consonância com os incisos I, II e VIII do artigo 1º da Lei 8.313/91, pois a publicação do livro Estradas de Minas _ História, cultura e vida contribuirá para facilitar o livre acesso às fontes de cultura, promoverá a produção cultural em Minas Gerais e estimulará a produção e difusão de bens culturais formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também atende ao objetivo da referida lei de fomentar a produção cultural e artística por meio da "edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes" (alínea b, inciso II, artigo 3º), por se tratar de um livro de valor humanístico, literário e artístico, com rica pesquisa histórica revelando a importância dessas rotas para a formação da identidade e cultura brasileira, acompanhado pelo registro fotográfico de qualidade artística.
Miolo Formato: 22 x 27 cm (fechado) Cores: 4x4 Páginas: 192 Papel: couche fosco Capa dura, 4 cores Laminação Guarda: 4 cores Tiragem: 3.000 exemplares
Livro Acessibilidade física - não se aplica. Deficientes auditivos - não se aplica. Deficientes visuais - Para o caso das pessoas com deficiência visual, em consonância com o inciso V do artigo 3º da Lei 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), será disponibilizada gratuitamente, em um endereço a ser divulgado, uma versão do livro em áudio-book (meios de voz digitalizados). A geração do áudio-book será feita com a utilização de ferramentas online ou softwares de uso gratuito, eliminando a necessidade de prever rubricas para o custeio dessa etapa do projeto. Palestra (contrapartida social) Acessibilidade física: A palestra terá transmissão online, não se aplicando medidas de acessibilidade física. Deficientes auditivos: Uma versão gravada da palestra será disponibilizada com legendas e tradução em libras.Deficientes visuais: Os recursos visuais eventualmente utilizados na palestra serão audiodescritos.
Livro Conforme o Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto propõe: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
BUSHIDO PRODUÇÕES: O proponente será remunerado pelas rubricas Coordenação geral e produção de textosCONRADO MOREIRA Pesquisa e produção de textosCARLOS EDUARDO CHEREM: Pesquisa*os demais profissionais serão contratados em função da disponibilidade à época da execução do projeto.CURRÍCULOS RESUMIDOSBushido Produções:A Bushido Produções tem ampla experiência no segmento editorial, bem como na produção e gestão de projetos culturais de outras naturezas, contando com os códigos da CNAE relacionados à Edição de Livros (58.11-5-00) e ao Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99), entre outras atividades. O sócio-diretor da Bushido, Guilherme Aragão, tem em seu portfólio dois livros inscritos como pessoa física, aprovados, captados, executados e com as contas prestadas junto ao Ministério da Cultura: Futebol e Arte (Pronac 122086) e Anos Olímpicos (Pronac 1012712). Além disso, atuou na publicação dos livros ?Patrimônios do Rio? (ISBN 978-85-93282-00-3) e ?Peirópolis: o Vale dos Dinossauros brasileiro? (ISBN 978-85-69628-08-8), entre outras obras recentes.Guilherme Aragão é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em História do Brasil Pós-30, pelo Centro Universitário Newton Paiva, e Gestão de Projetos Editoriais e Multimídia (em conclusão) pelo Centro Universitário UNA. Atuou por mais de 15 anos como jornalista, repórter e editor, reportagens nas áreas de cultura, cidades, arquitetura e educação. Foi o responsável pela coluna ?De Bem com Vida?, publicada aos domingos no jornal Estado de Minas, dedicada à programação cultural de Belo Horizonte.Conrado Moreira:Conrado Moreira é graduado em Comunicação Social (Relações Públicas) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013) e pós-graduado (MBA) em Projetos Editoriais Multimidiáticos pelo Centro Universitário UNA (2017). Desde 2010 atua como pesquisador, redator e editor de projetos culturais e editorais desenvolvidos por órgãos públicos, empresas privadas e entidades do terceiro setor. Foi gestor de projetos editoriais e de extensão na Agência de Comunicação Solidária da UFMG (2010 e 2011) e pesquisador e redator de três edições do ?Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha? (2011). O almanaque reuniu causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale do Jequitinhonha. Ganhou o prêmio nacional na categoria ?Projeto de Comunicação para o Terceiro Setor?, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2012).Entre 2012 e 2016 foi produtor executivo da ONG Orquestra Jovem das Gerais. Lá coordenava, na equipe de Comunicação, a produção de conteúdo editorial e jornalístico, por meio da pesquisa, apuração, redação e edição de textos, monitorava a avaliação das atividades do projeto junto aos parceiros e patrocinadores e auxiliava na produção de concertos e outros eventos. Foi responsável pela produção dos textos do livro ?Patrimônios do Rio? (ISBN 978-85-93282-00-3) e atuou na produção editorial do livro ?Rio Paisagem Cultural? (ISBN 978-85-63325-15-0), entre outras publicações.Carlos Eduardo Cherem: Carlos Eduardo Cherem é sociólogo, formado na Universidade Federal de Minas Gerais, e jornalista, formado em comunicação social naUniversidade Federal de Minas Gerais. Como jornalista, trabalhou nos principais meios de comunicação do Brasil, como os jornais Estado de SãoPaulo, Estado de Minas, Diário da Tarde, Diário do Comércio, Gazeta Mercantil, Valor Econômico. Atualmente, é reporter do portal de notíciasUOL, em Minas Gerais, e colaborador do jornal Valor Econômico.Suas fotos foram publicadas em reportagens dos jornais Estado de Minas e Valor Econômico, além de no portal de notícias UOL.Recebeu o prêmio Fiat Allis de Jornalismo e o prêmio ONIP de jornalismo. Autor do livro "Peirópolis - O vale dos dinossauros brasileiro", ISBN 9788569628088.
Projeto encaminhado para avaliação financeira