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O projeto visa realizar a exposição de artes "NADO PARA NÃO VIRAR MAR" que irá caminhar por três ambientes, sendo eles: uma série de desenhos a nanquim sobre papel seguido de objetos em ciclogravura, fechando com uma instalação e vídeo.
A exposição contará com obras da artista Regina Pessoa, dividida em dois momentos, a exposição passará primeiro por desenhos em nanquim e após irá se expandido para outras linguagens de artes visuais a serem realizados a partir da interlocução da artista com artesãos cearenses. O tema da exposição gira em torno de questões relacionadas à ideia de pertencimento e mobilidade. RELAÇÃO PRELIMINAR DE OBRAS DA PROPONENTE TÍTULO DESCRIÇÃO: TEIA Desenho | Nanquim sobre papel | 70 x 70 cm | 2017 ENTRENÓS Desenho | Nanquim sobre papel |70 x 100 cm | 2016 VÓRTICE Desenho | Nanquim sobre papel | 64 x 80 cm | 2016 DUO OU DUALIDADE Desenho | Nanquim sobre papel |100 x 70 cm | 2019 VÔO Desenho | Nanquim sobre papel |70 x 50 cm | 2018 CORRENTE Desenho | Nanquim sobre papel | 140 x 70 cm | 2019 TROPICAL Desenho | Nanquim sobre papel |71 x 64,5 cm | 2019 FLOR Desenho | Nanquim sobre papel | 54 x 40 cm | 2018 RAÍZES Desenho | Nanquim sobre papel | 57 x 100 cm | 2018 POR UM FIO Desenho | Nanquim sobre papel |55 x 43 cm | 2019 DRAGÃO Desenho | Nanquim sobre papel | 70 x 50 cm | 2018 DESERTO Tecnica Mista | 41 x 60 cm | 2019 CAMINHOS CRUZADOS Tecnica Mista | 50 x 66 cm | 2019 PERFURA Tecnica Mista | 50 x 66 cm | 2019 Outras obras serão produzidas e acrescentadas a exposição durante a execução desta proposta cultural.
Objetivos Gerais - Promover o contato entre artesãos cearences e a artísta Regina; - Disseminar a técnica de ciclogravura originária de artesanato local; - Democratizar o acesso a galeria de artes, promovendo exposição gratuita para toda a comunidade; - Gerar empregos diretos e indiretos com a produção da exposição. Objetivos Específicos Produto: Exposição de Artes Realizar exposições de artes ao longo de 2 meses. Estima-se um público total de 1.000 pessoas. Produto: Contrapartida Social Realizar 4 laboratórios e conversas sobre o processo da artista e a te´cnica de ciclogravura para publico total de 100 pessoas.
Nado para não virar mar, é uma exposição de Regina Pessoa que pretende apresentar ao público uma viagem imersiva ao universo criativo da artista, num percurso sensível, proposto para ativar o pensamento. Assim, o fluxo da exposição será dividido em três momentos, iniciando com os desenhos em nanquim sobre papel, seguido de objetos em ciclogravura e fechando com uma instalação e vídeo. Um importante desdobramento deste projeto se dará pela interlocução da artista com artesãos cearenses, que juntos irão desenvolver trabalhos em ciclogravura - técnica originária do artesanato local onde se usa areia das dunas da praia para produção de souvenirs. A ação visa uma troca de saberes a fim de valorizar e difundir essa tradição regional para um público mais amplo e diverso. O projeto possibilitará também a reconexão de Regina, que é candanga e cearense, com suas origens nordestina de forma a viabilizar diálogos entre diferentes territórios expressivos bem como valorizar e dar visibilidade aos artistas locais. Esta exposição é de grande importância por promover cultura gratuita a comunidade e por estar voltada para um público de diferentes faixas etárias e classes sociais. Além disso, encoraja outras pessoas a se tornarem ativas incentivando o despertar do olhar e o desejo de se expressar. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Proposta museográfica anexada.
Acessibilidade: Exposição de Artes Acessibilidade Física: A exposição será realizada em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais, piso de borracha tátil para deficientes visuais e banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: Parte da linguagem visual da exposição será adaptada com letras em fonte aumentada, dessa forma, contemplando pessoas com deficiência visual, além de monitores com capacidade de comunicação em libras para atender pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade: Oficinas Acessibilidade Física: O local de realização da palestra será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo: A palestra contará com um intérprete de libras, em caso de participantes com deficiência auditiva e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.
Democratização de Acesso: Exposição de Artes Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do artigo 20 Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística: Adotamos também o exposto no inciso I do artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
Regina Pessoa - Coordenadora-Geral e Artista Artista Visual. Formada em Comunicação Social. Cearense e Candanga. Atualmente vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. Desenvolve trabalhos em múltiplas linguagens: desenho, pintura, fotografia, objeto videoinstalação e performance. Em 2016 realizou a exposição individual “Calçadas” no Museu Nacional da República (MuN), projeto selecionado e patrocinado pelo FAC-Fundo de Apoio à Cultura/DF, para um público estimado em 12 mil pessoas. A mostra contou com lançamento de catálogo bilíngue e ações voltadas para comunidade. Em 2011 obteve o 1o Lugar (categoria Desenho) no II Salão de Artes Plásticas das Regiões Administrativas do DF, com a obra “Somente eu e tu”. Neste mesmo período, realiza, em parceria com Renato Barbieri, a videoinstalação “corpoalma” exposta na Galeria Cal/UnB-Casa da Cultura da América Latina. Em 2007 é agraciada com Prêmio Gerdau, Medalha de Prata, na I Bienal Internacional de Artes de Sorocaba/SP. Também trabalhou nas exposições individuais a seguir: EntreNós (Galeria Andrea Rehder, São Paulo, SP); Calçadas (Museu Nacional da República, DF/2016); VãOS (Espaço Casa1, BrasíliaDF/2014); corpoalma (CAL- Casa da Cultura da América Latina, DF/2011 ); SobreVéus (Espaço Cultural do STJ, DF/ 2007) e SobreVéus (Centro Cultural Renato Russo, DF/ 2007). Foi premiada nos seguintes projetos: 2016 - Projeto Calçadas - FAC Fundo de Apoio à Cultura / DF; 2011 - II Salão de Artes Plásticas do DF (1o Lugar, Categoria Desenho); 2011 - corpoalma - FAC Fundo de Apoio à Cultura /DF e 2007 - I Bienal Internacional de Artes de Sorocaba / SP (Prêmio Gerdau, Medalha de Prata, Desenho). O proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”.Clarissa Diniz - Curadora Clarissa Diniz (1985) nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. É crítica de arte e curadora. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou diversos livros e realizou inúmeras curadorias, dentre as quais destacam-se “Contrapensamento selvagem” (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), “Zona tórrida – certa pintura do Nordeste” (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Santander Cultural, Recife), “Ambiguações” (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), “Pernambuco Experimental” (Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, 2013), “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” (cocuradoria com Rafael Cardoso, Museu de Arte do Rio – MAR, 2014), “Todo mundo é, exceto quem não é” – 13° Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belenzinho, 2017) e “Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena” (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Membro do Comitê de Indicação PIPA 2019. Luis Sardá - Expografia Licenciado em Belas Artes, com especialização em Desenho pela Universidade Complutense de Madri (Espanha). Cursou o Master deArquitetura Bioclimática e Meio Ambiente na Universidade Politécnica de Madrid. Em 1981, iniciou sua experiência profissional como designer gráfico no estúdio TAU Design em projetos de imagem e identidade visual. Luis Sardá, tem uma longa trajetória profissional em design, com estúdios em Espanha, Madri, Suíça, Estados Unidos e Brasil. Em 2013 iniciou uma nova etapa profissional no Brasil, fundando o Estúdio OkaLab - Design e Comunicação, Ltda. em parceria com a jornalista Conchita Rocha www.okalab.com.br.. Em 2011, a convite da Unesco, desenvolveu os projetos de redesenho do escritório da Unesco no Distrito Federal e de direção artística e expográfica do Museu de Congonhas, Minas Gerais, inaugurado em dezembro de 2015. Luis Sardá é especialista em desenho gráfico, design de ambientes efêmeros e permanentes, e design de interiores. Durante sua carreira profissional desenvolveu projetos de sinalização, projetou museus; exposições; pavilhões em expos internacionais; espaços públicos; stands; pontos de informação; e projetos de identidade visual. Entre os projetos mais importantes de sinalização no Brasil, constam a Sinalização do Patrimônio Mundial no Brasil com a criação da publicação “Orientações Técnicas para Aplicação”.Também desenvolveu os projetos de sinalização para o Patrimônio do Mercosul e para o Patrimônio Imaterial da Humanidade no Brasil para o IPHAN. Também realizou outros projetos como a sinalização do prédio do Museu de Congonhas, do prédio do Conselho Federal de Odontologia, e para o SENAR o projeto de sinalização dos Centros de Excelência e para os Polos de Ensino. Marisa Melo - Produtora Marisa S. Mello é doutora em História pela UFF. De 2013 a 2018, realizou o pós-doutorado no Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades (UFF), desenvolvendo pesquisa sobre práticas de leitura em bibliotecas; atuando como professora; e ainda como orientadora de projetos acadêmicos. A partir de 2008, começou a trabalhar na criação e gestão de projetos culturais e educativos. Produtora na área de artes visuais, é sócia da Automática Produção Contemporânea e da Automática Edições. Luiza Mello - Produtora Luiza Mello é formada em História pela USP e História da Arte pela Sorbonne (Paris I), possui pós-graduação em História da Arte e Arquitetura do Brasil pela PUC-Rio. Desde 2000, atua como produtora executiva de exposições de arte contemporânea. Em 2006 funda a produtora Automáticas e desde então atua como coordenadora de projetos e diretora geral da empresa. Em 2018 foi curadora das exposições Dreaming Awake no Marres, House for Contemporary Culture, em Maastricht, Holanda; Mufa Caos, do artista Barrão, no Jacarandá, Rio de Janeiro e Perpectives on Contemporary Brazilian Art, na Art Berlin, Alemanha.
PROJETO ARQUIVADO.