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"Viva os 8 baixos" é um projeto que veio para resgatar e enaltecer a cultura da sanfona de 8 baixos. Instrumento significativo do folclore nordestino. Esse encontro de sanfoneiros, irá promover a interação do artista com a plateia, proporcionar o surgimento de novas tendências da musica instrumental utilizando um dos mais ricos instrumentos pressente na cultura do nordeste. O Projeto proporcionará a sanfona de 8 baixos o protagonismo em um festival genuinamente instrumental.
O primeiro encontro será uma palestra inaugural, onde será feita uma apresentação do instrumento e das questões envolvendo a chegada da sanfona de 8 baixos no Brasil, mais especificamente no Nordeste, palestra que será encerrada com a apresentação musical do mestre Luizinho Calixto na Sanfona de 8 baixos e um regional(Violão de 7 Cordas,Cavaco e Pandeiro), demonstrando a variedade do seu repertório, desde os forrós instrumentais dos antigos mestres, passando por choros, bossas e músicas autorais. O Segundo encontro contará com uma palestra sobre as diferentes formas de utilização da sanfona de 8 baixos, onde será aprofundado as questões envolvendo o instrumento, desde a sua origem do seu uso até o auge das gravações com o fole.O Terceiro e último encontro trará uma palestra sobre a situação da prática da Sanfona de 8 baixos nos últimos anos, debatendo sobre o risco de não haver mais tocadores desse instrumento no futuro, conscientizando sobre a importância da manutenção da cultura do Fole.A parte prática será ministrada pelo mestre Luizinho Calixto, autor do único método escrito para sanfona de 8 baixos com a afinação transportada. Onde os alunos terão contato com o instrumento e com o método escrito, o orientador estará ensinando as escalas de exercício para o instrumento, os alunos aprenderão a tocar o Fole de 8 baixos e terão as primeiras lições sobre a parte interna e o processo de afinação.Para cada etapa das oficinas palestras serão disponibilizadas 4 aulas/palestras com o mesmo conteúdo.
O projeto tem como seu objetivo estimular o interesse pela sanfona de 8 baixos, preservando o instrumento referencial da cultura nordestina através de apresentações e oficinas do instrumento. Para tanto, o projeto propõe a: Realização de um festival dos 8 baixos no nordeste brasileiro na cidade de Campina Grande - PB, cidade natal da família Calixto, os maiores e mais valorizados instrumentistas brasileiro. Realização de workshops, o qual irá promover a integração dos artistas com a plateia favorecendo a formação de paleteia ativa e consciente, Divulgar a cultura da Sanfona de 8 Baixos a fim de despertar o interesse pelo instrumento e tudo aquilo que ele representa. Expor a importância do instrumento na construção da identidade cultural nordestina. Ensinar os interessados a tocar o Fole de 8 Baixos. Garantir que a arte de tocar Fole de 8 Baixos não seja esquecida, provocando os alunos para se tornarem multiplicadores dessa cultura.
O fole de 8 baixos é um instrumento musical muito utilizado em algumas regiões do Brasil, a partir da segunda metade do século XIX e durante boa parte do século XX. Este instrumento é um modelo de acordeom, ou sanfona, pequeno, os mais comuns possuem vinte e um botões, divididos em duas fileiras na mão direita, e oito baixos na mão esquerda. É um instrumento conhecido em várias partes do mundo, na Europa recebe o nome de diatônico e aqui no Brasil é conhecido por uma série de variações de nomes, pé de bode, fole, sanfona de 8 baixos, harmônica, concertina, sanfoninha de botão, são os mais comuns no Nordeste do Brasil e no sul do País é conhecido como gaita ponto, acordeona de 8 baixos ou gaita de duas conversas. O fole de 8 baixos foi popularizado no Nordeste antes dos acordeons de 80 e 120 baixos com teclado de piano, atualmente mais conhecidos, e através do fole de 8 baixos percebemos a construção de elos culturais nas comunidades nordestinas.Outra característica marcante desse instrumento é que ele emite diferentes tons na distensão e na compressão do fole, ou seja, ao pressionar um botão na abertura do fole, ele emite um tom; o mesmo botão sendo pressionado no fechamento do fole emite outro tom, dificultando a execução de acordes completos e variados, o que contribui para a fama de ser um instrumento limitado, um dos mais difíceis de ser tocado no mundo, muito utilizado para a execução de músicas instrumentais, primeiramente nos festejos das comunidades rurais nordestina e posteriormente nos bailes das periferias urbanas.No Nordeste, este instrumento ganhou uma identidade singular, com uma afinação única no mundo e diferente até mesmo da utilizada nas demais regiões do Brasil,evidenciando a peculiaridade da vida do sertanejo nordestino, sua forma de tocar, de se expressar, de sentir, de se relacionar com o mundo a sua volta e de transformar essas experiências em práticas musicais entrelaçadas, mescladas, com suas vivências.O contato com este instrumento musical nos permite uma aproximação com o cotidiano vivido por seus tocadores e admiradores, pessoas simples que em muitos casos não sabiam ler nem escrever e viviam do trabalho no campo, pequenos agricultores, que aprenderam a tocar sozinhos, autodidatas, ou com os pais, padrinhos, tios, primos, amigos, vizinhos, enfim, um conhecimento transmitido pela oralidade.Em torno do fole de 8 baixos foi sendo formada uma cultura, uma identidade, própria e única, percebida mais claramente a partir do contato com o outro após as migrações para as grandes cidades do país. Nesse trajeto entre os campos e as cidades, ao som dos foles de 8 baixos, podemos perceber uma cultura nordestina tradicional e dinâmica, onde alguns elementos permanecem em meio às mudanças. Laços duráveis ao longo dos anos foram sendo tecidos e as comunidades rurais nordestinas também utilizavam a sanfona de oito baixos para refletir suas vivências, inclusive as mudanças no seu cotidiano com o êxodo rural e as migrações para as regiões mais urbanizadas do país, sobretudo as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.Aproximar-se da cultura da Sanfona de 8 Baixos é mergulhar de certa forma no que havia de comum às populações nordestinas, é estar diante do sofrimento, das lutas, das alegrias, dos festejos, dos dias de feiras, da fome, do sertão, do êxodo, da saudade, do preconceito, do orgulho, das experiências das populações nordestinas transformadas em músicas instrumentais e letradas que exemplificam como, através da tradição oral, uma população expressa suas crenças, sua visão de mundo e sua riqueza cultural.Contudo o saber tocar desse instrumento de fundamental importância na cultura nordestina estava sendo colocado de lado, correndo o sério risco de no futuro não haver pessoas para tocar o fole de 8 baixos com a afinação nordestina, também conhecida como afinação transportada. Esse conhecimento era transmitido pela oralidade, não havia método escrito ensinando a tocar o instrumento e seus antigos mestres estavam falecendo sem deixar sucessores no fole de 8 baixos, essa situação fez com que Luizinho Calixto, um dos maiores instrumentistas do fole de 8 baixos de todos os tempos, desenvolvesse oúnico método escrito para sanfona de 8 baixos com a afinação transportada nordestina no mundo e a partir daí iniciasse um trabalho de resgate à prática do instrumento em algumas cidades nos Estados do Pernambuco, Paraíba e Ceará. Atualmente, Luizinho Calixto trabalha com uma turma de alunos de sanfona de 8 baixos fixa, em um projeto da Universidade Estadual da Paraíba, na cidade de Campina Grande.O resgate da cultura da Sanfona de 8 Baixos nordestina também se deu no campo da pesquisa nos últimos anos com trabalhos que tem este instrumento como elemento central. As histórias de parte dos seus instrumentistas foram registradas, alguns falecidos poucos meses após a coleta dos seus depoimentos, houve também a catalogação das gravações com sanfona de 8 baixos e a descoberta de grupos que mantém esta tradição viva e em constante movimento. Destacamos os trabalhos do pesquisador, mestre emmúsica, Leo Rugero com o livro e documentário "Com Respeito aos 8 baixos", do historiador Thiago Calisto com a monografia "Como se puxa o fole: a sanfona de 8 baixosnos elos culturais e rupturas dos nordestinos dos campos às cidades" e do produtorcultural Anselmo Alves e da historiadora Leda Dias com o documentário Arlindo dos 8 Baixos _ O mestre do Beberibe.
A proposta do Projeto Viva os 8 baixos é atender a todos os interessados em aprender a tocar a Sanfona de 8 Baixos. O ideal seria uma turma composta por vários alunos.Material Sanfona de 8 baixos - 10 unidadesQuadro Branco - 01 unidadePincel para Quadro Cor Azul - 01 caixaPincel para Quadro Cor Vermelha - 01 caixaData show 01 unidadeCaixa de som 02 unidadesMicrofone 02 unidadesMétodo para Sanfona de 8 Baixos - 15 unidadesTeorica: Apresentação do instrumento. O que é a Sanfona de 8 Baixos. Prováveis formas de chegadado instrumento no Brasil. A diferença da Sanfona de 8Baixos nordestina. Como era o processo deaprendizado. A formação de uma rede derelações pessoais, de comunidade e parentesco, em torno do instrumento. Mudanças na forma de utilização da Sanfona de 8 baixos a partir das migrações dos Nordestinos para os grandes centros urbanos, do fenômeno do Baião e da profissionalização dos sanfoneiros. A troca das Sanfonas de 8 Baixos pelos Acordeons de 80 e 120 Baixos. O desuso e processo de resgate da cultura da Sanfona de 8 baixos.Prática: Como segurar o instrumento. Postura. Forma correta de digitação dosbotões do teclado e dos baixos. Papel do abafador doinstrumento. Apresentação do MétodoEscrito. Tocando as primeiras notas. Exercício de Escalas Musicais. Exercícios deaperfeiçoamento. Executando a primeira música. Audição dos clássicos dorepertório gravado por Sanfonade 8 baixos. Cifras das músicas segundo ométodo para Sanfona de 8Baixos. Aperfeiçoando a forma detocar. Desenvolvendo a técnica deexecução dos botões do teclado do instrumento em conjunto com os baixos. Como tocar músicas mais complexas. Avaliações.
De acordo previsto nos termos do art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, informo que todos os espaços previstos para realização das atividades artísticas e culturais possuem medidas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais. Para deficientes visuais serão produzidos materiais descritivos em braile . Para deficientes auditivos: interprete de libras para as aulas oficinas.
Art. 21.I - doar, no mínimo, 20% (vinte por cento) das receitas que serão trabalhadasdurante as oficinas de musica resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificadosArt. 21.IV - permitir a captação de imagens das atividades e das aulas Shows ou autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídiasArt. 21.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como as aulas do instrument através das palestras com os instrumentistas. As inscrições serão feitas no dia das oficinas: experiências em festivais anteriores apontaram desistência alta entre inscritos previamente. Ao se fazer a inscrição com acesso imediato às palestras, a inadimplência tende a ser zero. Assim, a proposta é realizar as inscrições e acesso imediato às aulas em 2020
Coordedora Geral:Pammala de Oliveira Souto GuimarãesArquiteto: Coordenadora e produtra dos seguintes eventos:Encontro da consciência cristã.Público estimado:80.000 pessoas nos dias do evento. Área montada: 35 mil metros quadrados. Maior São João do Mundo.Público estimado: 1.500.000 mil pessoas nos dias do evento. Área montada: 42 mil metros quadrados Campina Motofest.(2°maior encontro de Motoclubs do país)Público estimado: 18 mil pessoas nos dias do evento Área montada: 20 mil metros quadrados.ANO DE 2017 Encontro da consciência cristã.Público estimado:100.000 pessoas nos dias do evento. Área montada: 40 mil metros quadrados. Maior São João do Mundo.Público estimado: 1.500.000 mil pessoas nos dias do evento.Área montada: 42 mil metros quadrados Campina Motofest.(2°maior encontro de Motoclubs do país)Público estimado: 20 mil pessoas nos dias do eventoArea montada: 25 mil metros quadrados.ANO 2018 Encontro da consciência cristã.Público estimado:100.000 pessoas nos dias do evento. Área montada: 40 mil metros quadrados. Maior São João do Mundo.Público estimado: 1.500.000 mil pessoas nos dias do evento. Área montada: 42 mil metros quadrados Campina Motofest.(2°maior encontro de Motoclubs do país)Público estimado: 25 mil pessoas nos dias do eventoÁrea montada: 28 mil metros quadrados. Lovina Beach Club.Público estimado: 80 mil pessoas nos dias do evento. Área montada:15 mil metros quadrados.ANO 2019 Encontro da consciência cristã.Público estimado:100.000 pessoas nos dias do evento.Área montada: 40 mil metros quadrados. Maior São João do Mundo.Público estimado: 1.800.000 mil pessoas nos dias do evento. Área montada: 42 mil metros quadrados Campina Motofest.(2°maior encontro de Motoclubs do país)Público estimado: 25 mil pessoas nos dias do eventoÁrea montada: 28 mil metros quadrados. Lovina Beach Club.Público estimado: 90 mil pessoas nos dias do evento. Área montada:18 mil metros quadrados.Consultoria Pedagógica: Tatiana CarlaFormação acadêmica em pedagogia concluído 2010 na Faculdade Anchieta do Recife. Desenvolveu atividades de Coordenação do Projeto Mais Educação de 2010 a 2011/ Coordenação na Semana Santa de Fazenda Nova-PE 2012/2013/ Produção no Bloco Galo da Madrugada em Recife/PE 2012/2013/2014/ e Coordenação cultural no Projeto 50 Anos de Azulão 2012Produção musical: Regina AlvesFormação acadêmica em Relações Públicas na Faculdade Esurp no ano de 1995. Atividades desenvolvidas: Revitalização Cromática de Fernando de Noronha 2007. São João de Caruaru 2009/2010/2011/ Paixão de Cristo de Nova Jerusalém 2010/2011/2012/2013/ Aniversário da Ilha de Fernando de Noronha 2010/2011/ I e II Encontro dos 8 baixos 2011/2013/ Réveillon de Fernando de Noronha 2010/2011/2012/2013/2014.Coordenador Cultural: Leonardo BorgesRealizou trabalhos de Coordenação e produção nos seguintes eventos: Revitalização Cromática de Fernando de Noronha 2007 São João de Caruaru 2009/2010 /Semana Santa de Fazenda Nova/PE 2010/2011/2012/2013/ Produção do bloco Galo da Madrugada 2011/2012/2013/2014/ I e II Encontro dos 8 baixos 2011/2013/ Produção do projeto 50 Anos de Azulão em 2012Diretor Musical: Valdir SantosMúsico, compositor e produtor. Sua musicalidade se encontra nos CD's Menino de barro(1999), É Bafunga(2000), Coisas da terra(2001), Muleque da Rua Preta(2003), dentre outros. Produziu e arranjou os CD's do solista Heleno dos 8 baixos e do grupo francês "Les Bombes 2 Bal", fundou junto com o percussionista Marconiel Rocha o P.I.M( Projeto de Iniciação Musical Jacinto Silva). Em 2005 fez a direção e produção musical do espetáculo infantil " Amarelinha", em 2006 fez a produção e direção musical da primeira apresentação da Orquestra do Forró de Caruaru.Diretor de Produção: João BentoApós trabalhar 5 anos na agência de publicidade W/Brasil, inaugurou a agência de comunicação Uni, em 1992. Sem formação acadêmica, aprendeu na prática, trabalhando com os maiores profissionais da época. Trabalhou com publicitários como Washington Olivetto, Tomás Lorente e Gabriel Zellmeister e com designers como Alexandre Wolner, etc. Como diretor de arte e designer já desenvolveu trabalhos de merchandising, identidade visual, arquitetura de marca e naming para clientes como: Santander, Banco Real, Syngenta, Abril Educação, Secretaria de Estado da Cultura-SP, Ambev, Coca-Cola, Bunge, entre outros e participou do II Encontro dos 8 baixos.SOCIAL E CULTURAL: Para evitar o desaparecimento da Sanfona de 8 Baixos criou, juntamente com Valdir Santos e Heleno dos 8 Baixos, a primeira escola desse instrumento no país. A ideia é ensinar gratuitamente crianças e jovens da periferia de Caruaru - PernambucoOrientador Teórico: Cesar Micael SarafimAdministrador, trabalha com gerênciamento de projetos culturais desde 1998, onde desenvolveu atividades nos principais eventos pernambucanos, tais como Galo da Madrugada 2010/2011- Semana Santa de Fazenda Nova/PE 2012/2013- Réveillon de Fernando de Noronha 2011/2012- São João de Caruaru/PE 2011.Arte e Educador: Luizinho CalixtoAlém de ser compositor e cantor, também faz parte da fundação e da didática de ensino da escola dos 8 baixos.Solistas: Heleno dos 8 baixos, Renato Borguetti, Oswaldinho do Acordeon, Ivison dos 8 baixos, Valdir Santos. Currículos: Renato BorhettiRENATO BORGHETTI é um mestre popular na medida em que renova a sonoridade folclórica de seu estado natal - um sucesso mais surpreendente para um musico que ao invés de um trabalho vocal optou por um trabalho instrumental.Seu primeiro álbum gravado em 1984, com recursos próprios e nas madrugadas ociosas de um estúdio em Porto Alegre, foi um sucesso instantâneo, alcançando a marca de 100.000 copias em poucos meses e tornando-se o 1º disco de ouro de toda a historia da musica instrumental brasileira. Hoje é referencia nacional em seu estilo, e já conta com 23 discos gravados e 02 DVDsPoucos sabem que Renato Borghetti é hoje um dos artistas brasileiros de mais solida carreira internacional. De 2003 a 2006 , chegou a fazer duas, três e até quatro turnês anuais.Borghetti e seu grupo estrearam no Festival de Verão de Bolonha a turnê européia de 2007, que durante quase um mês percorre outras sete cidades italianas, passando ainda por festivais na Croácia, Republica Tcheca, Áustria e Alemanha. Na Áustria, onde se apresenta regularmente desde 2000, Renato se sente em casa, pois não há cidade em que não tenha tocado.Borghetti é cada vez mais atração internacional também em festivais do instrumento, ao lado de estrelas como o italiano Ricardo Tesi, o irlandês Martin O´Connor, o português Artur Fernandes, o espanhol Kepa Junqueira. Um deles, talvez dois, poderá vir ao Brasil, em 2009, para participar das comemorações dos 25 anos de lançamento da estréia em LP de Renato, com aquele álbum que, vendendo mais de 100 mil cópias, ganhou o primeiro disco de ouro da musica instrumental brasileira.HELENO dos 8 BAIXOS"Heleno dos Oito Baixos, ou apenas, Heleno Veríssimo de Morais, nascido em 18/08/1960, em Ibirajuba - PE. Sanfoneiro e compositor. Nasceu no sítio Boqueirão, a 40 Km da cidade de Caruaru. Trabalhou na agricultura juntamente com os irmãos. Com 15 anos, mudou-se para São Paulo fugindo dos castigos da seca. Tornou-se exímio afinador de sanfonas sendo por isso procurado por sanfoneiros de todo o nordeste.Iniciou a carreira artística em 1975, apresentando-se no programa de forró comandado por Pedro Sertanejo. Dois anos depois, retornou para a cidade de Caruaru e passou definitivamente a seguir a carreira artística. Pouco depois, foi indicado por Luiz Gonzaga para realizar uma tournê e percorreu diversas cidades brasileiras apresentando-se com muito sucesso.Fundador da primeira esloca de 8 baixos do Brasil. Indicado a um Grammy, pela participação no disco Forró: music for maidens and táxi drivers, produzido por Zé da Flauta, Heleno dos Oito Baixos, que fez parte de sua carreira em Caruaru e parte em São Paulo, é um dos grandes sanfoneiros da atualidade. Com uma discografia importante, mas a maioria fora de catálogo (como, aliás, quase toda discografia do forró autêntico). Valdir SantosMúsico, compositor, cantor e produtor Valdir dos Santos Pereira, o Valdir Santos, nasceu em Caruaru-PE.Começou a tocar profissionalmente em 1989. Seu primeiro CD, "Menino de barro" foi lançado em 1999. No ano 2000 lançou seu segundo CD, "É Bafunga..." e em 2001 o terceiro CD, "Coisas da terra". Nesses três primeiros discos ainda era acompanhado pela Banda Farra e Forró, parceria que durou até 2001.Produziu e arranjou os CD's "O Forró de Heleno dos Oito Baixos" e "Sertão", e foi com o próprio Heleno que dividiu o palco em sua primeira turnê internacional e também no Festival de Inverno de Campos do Jordão/SP. Na França, além das apresentações em cidades como Toulouse, Paris e Lyon, também participou dos arranjos e da direção do primeiro CD do grupo francês "Les Bombes 2 Bal" que canta e toca Forró.Em 2003 lançou seu quarto CD "Moleque da Rua Preta", o primeiro solo, e fundou com o percussionista Marconiel Rocha o P.I.M. (Projeto de Iniciação Musical Jacinto Silva). "É um projeto sem fins lucrativos que tem como um dos objetivos ensinar as crianças à importância da música dentro de um contexto sócio-econômico-cultural e fazer com que elas conheçam o máximo possível a arte dos mestres da música caruaruense e que perpetuem a herança deixada por eles".Em 2004, convidado pelo cantor Silvério Pessoa, participou de uma turnê internacional tocando e cantando na França, Espanha, Bélgica, Alemanha, Suíça, Dinamarca e Malásia.Em 2005 voltou à Europa em turnê entre junho e agosto e em dezembro do mesmo ano participou do Festival Africolor, em Paris, dividindo o palco com o acordeonista René Lacaille, africano da Ilha da Reunião. Também em 2005 compôs a trilha sonora, fez direção e produção musical do espetáculo infantil "Amarelinha" que em janeiro de 2006 teve sete indicações, inclusive melhor música, no festival de teatro "Janeiro de Grandes Espetáculos" em Recife.Ainda em 2006, além de suas apresentações fez a produção e direção musical da primeira apresentação da Orquestra do Forró de Caruaru e depois da temporada junina, viajou em turnê durante o mês de julho passando pela Noruega e pela França onde foi lançado pela gravadora Suave Music o disco "Moleque da Rua Preta". Em setembro lançou aqui no Brasil o disco "Outra via" o quinto na sua carreira que faz parte de um projeto onde a música de Valdir Santos encontra à poesia de Dja Vasconcelos e Demóstenes Félix ambos poetas também caruaruenses.É a música de Caruaru ganhando asas sem perder as raízes.Luizinho CalixtoLuizinho Calixto nasceu na cidade de Campina Grande, filho de Maria Tavares Calixto e de João de Deus Calixto, o seu Dideus. Como os irmãos mais velhos, os conhecidos Zé, Bastinho e João Calixto, Luizinho aprendeu a tocar o fole de 8 baixos ainda criança. Ganhou do irmão mais velho, o Zé, a primeira sanfona, e logo se apresentou no programa de rádio da cidade, "Forró de Zé Lagoa".Com a mudança dos irmãos para o Rio de Janeiro e as dificuldades financeiras aumentando, o sanfoneiro passou a trabalhar em outros meios e deixou os estudos de lado. Um dia, Jackson do Pandeiro, amigo de longa data de seu Dideus, foi a Campina Grande, escutou Luizinho e aconselhou os pais a mandarem o filho mais novo para o Rio de Janeiro.Em 1975, no Rio de Janeiro, Bastinho Calixto chamou o irmão para gravar o primeiro disco, entitulado "Vamos dançar forró″, com o qual sairam em turnê pelo país. Ainda no Rio, conheceu o apresentador da Rádio Globo Adelson Alves, e tocou ao vivo no programa, sendo acompanhado pelo pandeiro mágico de Jackson.Luizinho morou no Rio de Janeiro por seis anos. Dois anos após voltar a Campina Grande, conheceu Fortaleza, onde teve a oportunidade de tocar acordeon para o rei do baião, Gonzagão, que o aconselhou a seguir carreira no instrumento e o presenteou com a sanfona com que tocou pela última vez.Oswaldinho do AcordeonFilho de Pedro de Almeida e Silva (Pedro Sertanejo o pioneiro dos forrós em São Paulo) e Noêmia Lima e Silva.Acordeonista de grande genialidade e versatilidade,reconhecido internacionalmente.Gravou seu primeiro disco aos oito anos de idade, e participou em centenas de discos com artistas de vários países.Seu grande sucesso foi a fusão da 5ª sinfonia de Beethoven com ritmos nordestinos, e atualmente a Asa Branca in Blues.Foi o primeiro acordeão de oito baixos, que ganhou de presente do velho Pedro Sertanejo, que possibilitou a Oswaldinho do Acordeon se tornar um mestre moderno de seu instrumento. Começou pela obrigatória "Asa Branca" (Luiz GonzagaeHumberto Teixeira) e hoje executa com muita primazia Astor Piazzola, John Lennon, Bach eBeethoven, além do nosso repertório de música popular brasileira e nordestina. É tido no momento como um dos maiores músicos do país.Oswaldinho mudou-se para São Paulo aos oito anos, onde iniciou-se no piano. Embora sem professor, acabava sempre namorando o acordeão, instrumento que no fundo mais gostava. Aos doze anos, já tocava profissionalmente com o pai, na gravadora Continental e em diversos forrós, "Caiu na escola da vida".Ingressou na MPB através do Grupo Bendegó. A partir daí, tomou contato com Odaircabeça de Poeta e Grupo Capote,Tom Zé, Morares Moreira, Baby e Pepeu, Fagner,Djavan, Renato Teixeira, entre outros. Mas segundo o próprio Oswaldinho, foi comDominguinhos que ele tomou contato com a música nordestina urbanizada e com a música estrangeira de boa qualidade.Buscando aperfeiçoamento, em 1976 conheceu o professor italiano Dante D'Alonzo e começou a estudar para valer. Música clássica estudou por 13 anos, tendo sido inclusive aluno de Paulo Feolla, no Conservatório Santa Clara. Perfeccionista, Oswaldinho do Acordeon insiste em sempre se aprimorar, através de diversos cursos. Com sua agenda concorrida entre viagens e apresentações, ele toma aulas onde quer que esteja, mesmo que seja por telefone.O talento raro lhe rendeu uma bolsa no "Conservatório Dante de Milão". No exterior, as chances de aperfeiçoamento são maiores, pois o instrumento é bastante difundido ", explica. Mas o jeito vibrante e apaixonado de tocar como brasileiro, o europeu não conhece. Por isto, em 1984, Oswaldinho do Acordeon, apresenta-se como atração no "Festival do Campeonato Mundial de Acordeon" e conquistava a admiração de portugueses, ingleses, alemães, suíços, canadenses, japoneses e americanos.Atualmente com 23 Discos gravados e lançando o 24º de sua carreira, Oswaldinho com certeza veio para reafirmar o conceito, que o insere no contexto de um dos melhores acordeonistas do mundo. Seu currículo registra gravações com as principais estrelas da MPB, de Elba Ramalho, Edson Cordeiro, Caetano Veloso,Jackson do Pandeiro, Lobão, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão, Milton Nascimento,Paul Simon, Manu Di Bango, Didier Lockwood e Cassiopéia, entre outros. Teve oportunidade de participar de Projetos como: Pixinguinha, US TOP, Free Jazz Festival, Festival de Montreal, Rock in Rio, Festival de Jazz de Montreux, Festival de Jazz de Chateauvallon - França, Juan Lês Piñs - França, Blue Note - N.Y., Ball Room N.Y., 500 anos do descobrimento - e MTV acústico de Rita Lee, além de festivais e encontros dos maiores acordeonistas do mundo em diversos países.
PROJETO ARQUIVADO.