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PRONAC 201393Apresentou prestação de contasMecenato

MOMO E O SENHOR DO TEMPO

CANDIOTTO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 547,0 mil
Aprovado
R$ 532,5 mil
Captado
R$ 532,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17469701000177ARCELORMITTAL BRASIL S.A.1900-01-01R$ 532,5 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-01-03
Término

Resumo

"Momo e o senhor do tempo" trata da produção da segunda temporada do espetáculo teatral infanto-juvenil, de autoria de Carla Candiotto, baseado na história homônima do alemão Michael Ende. O projeto contempla a realização de apresentações da peça nas cidades de Iracemápolis(SP), Piracicaba (SP), Diadema(SP), Contagem(MG), Itaúna(MG), Joinville (SC), São Francisco do Sul (SC), Salvador (BA) e Feira de Santana(BA), mais dois ensaios abertos em São Paulo e ações formativas (debates) sobre teatro infantil.

Sinopse

Momo é uma menina de idade indefinida, desgrenhada, que tem a capacidade de ouvir as pessoas. Por essa qualidade todos se sentem atraídos por ela, e passam a querer ficar de seu lado, ouvir suas histórias, passar tempo com ela, além de passar a ajuda-la. Após a aparição das personagens principais – Beppo e Gigi, amigos de Momo –, surgem os Homens Cinzentos, que começam a convencer as pessoas a economizar seu tempo, mas, na verdade, o que significa esse tempo poupado? Ora, tempo é vida, e a vida mora nos corações. Quanto mais as pessoas poupam tempo, mais pobre, superficial e fria se torna sua existência e mais alheias elas se tornam a si mesmas. Quem mais sente essa ausência de amor e vida são as crianças. Seu protesto, no entanto, passa despercebido. Quando o perigo se agrava e o mundo parece já estar nas mãos dos homens cinzentos, Mestre Hora, o misterioso “distribuidor de tempo”, resolve agir drasticamente. Para isso, precisa da ajuda de uma criança humana. O mundo para, e Momo a pequena heroína desgrenhada desta história, luta sozinha contra todo um batalhão de homens cinzentos. Leva como armas apenas uma flor na mão e uma tartaruga debaixo do braço, e acaba triunfando maravilhosamente. Todo o tempo de vida até então roubado dos seres humanos volta a seus verdadeiros donos e a esperança volta a um mundo desenganado. Uma fábula? Pode se dizer que sim, uma vez que essa designação seja entendida no sentido romântico, pois realidade e sonho se interpenetram de maneira poética. Ao mesmo tempo, nos múltiplos personagens e destinos refletem-se perguntas a respeito de nossa verdade presente e futura. Talvez, então, um romance? Diríamos: Um romance fabuloso.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto Momo e o Senhor do Tempo trata da produção da circulação da peça teatral de mesmo nome, incluindo ensaios e produção de quatorze apresentações do espetáculo nas cidades de Iracemápolis, Piracicaba, Diadema (SP), Joinville, São Francisco do Sul (SC), Itaúna, Contagem (MG), Salvador e Feira de Santana (BA) para o público infanto-juvenil. Adaptação da obra literária homônima, do autor alemão Michael Ende, a obra retrata a personagem Momo, uma misteriosa menina órfã, que vive em um teatro abandonado. Momo é analfabeta e não sabe contar, tão pouco sabe sua idade, mas possui a incrível habilidade de ouvir as pessoas, ajudando-as a resolver seus problemas. Nesta montagem, a história de Momo retrata a transformação da sociedade do sistema analógico para o sistema digital, o qual tem influenciado profundamente nas relações humanas. O projeto tem como principal objetivo produzir um espetáculo de relevância para o universo infantil e literário; dar visibilidade a esse espetáculo, assim como à obra do autor. Além disso, é também uma meta levar o espetáculo para outras cidades brasileiras, pois acreditamos ser importante provocar um diálogo entre pais e filhos, por meio de um espetáculo profundo, lúdico e divertido. Se a criança ri com seu pai, se ambos riem a partir de algo comum, num espetáculo que é para ela, eles ficam mais próximos, eles se conectam de uma forma muito básica e sensorial. E isso fortalece sua autoestima. Objetivos específicos A peça Momo e o Senhor do Tempo foi contemplado na 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a Cidade de São Paulo _ 2019 e realizará uma temporada de apresentações gratuitas nos CEUs da cidade de São Paulo, portanto este projeto contempla a realização de uma segunda temporada da peça, composta por quatorze apresentações nas cidades de Iracemápolis-SP (duas apresentações), Piracicaba-SP (uma apresentação), Diadema-SP (duas apresentações), Joinville-SC (uma apresentação), São Francisco do Sul-SC (uma apresentação), Itaúna-MG (duas apresentações), Contagem-MG (duas apresentações), Salvador-BA (duas apresentações) e Feira de Santana-BA (uma apresentação), em teatros com capacidade média de 300 lugares. Tem como público-alvo crianças com idade entre 04 e 12 anos e seus familiares. Estimamos um público total de 4200 pessoas. Durante a produção da primeira temporada, que está sendo realizada no final de 2021 e início de 2022 com recursos do edital (Prêmio Zé Renato, da cidade de São Paulo), estão sendo produzidos o roteiro, figurino, cenografia, coreografia e trilha sonora, sendo o projeto da segunda temporada composto apenas por complementação da produção, ensaios de adaptação aos novos espaços e produção das apresentações. Nesse processo, serão realizados dois ensaios abertos, antes das viagens. Ficha Técnica Momo e o Senhor do Tempo espetáculo teatral infanto-juvenil | duração 65 minutos | 2022 capacidade: 300 lugares (14 apresentações) locais: teatros em Iracemápolis, Piracicaba, Diadema (SP), Joinville, São Francisco do Sul (SC), Itaúna, Contagem (MG), Salvador e Feira de Santana (BA) Autor: Michael Ende Direção: Carla Candiotto Adaptação: Carla Candiotto Elenco: Camila Cohen, Eric de Oliveira, Ernani Sanchez, Fabricio Licursi, Thiago Amaral (stand-in) e Victor Mendes Cenário e Figurinos: André Cortez coreografia: Roberto Alencar e Gisele Calazans Iluminação: Wagner Freire Trilha Sonora: Marcelo Pellegrini Direção de Produção: Pedro de Freitas Produção Executiva: Michele BarretoFotografia: João Caldas Vídeo-mapping: André Grynwask Programação Visual: (a confirmar) Assessoria de imprensa: Arte Plural/Fernanda TeixeiraGestão e administração: Bruna LemelaCoordenação do Projeto: Rodrigo Matheus

Justificativa

Momo e o Senhor do Tempo, de Michael Ende, retrata a história da menina Momo, uma misteriosa órfã que vive em um teatro abandonado. Momo possui a incrível habilidade de ouvir as pessoas, ajudando-as a resolver seus problemas. "Vá falar com Momo" torna-se um conselho comum entre os moradores da cidade. Nesta montagem, a autora Carla Candiotto retrata a passagem do mundo analógico para o digital, em uma releitura contemporânea da obra do autor Michael Ende, publicada originalmente em 1973. Ende é autor de outro clássico da literatura (e do cinema), Uma História Sem Fim. A história de Momo é um clássico da literatura infanto-juvenil alemã, e recebeu o Prêmio de Literatura Juvenil Alemã e o Prêmio Europeu de Livros para a Juventude. Momo faz críticas à sociedade por meio dos Homens Cinzentos: homens que chegam à cidade e passam a convencer os moradores a "economizar tempo", sendo mais produtivos e eficientes e deixando de lado todas as coisas consideradas "perda de tempo", como os eventos sociais, diversão, criatividade e até mesmo o sono. Quanto mais as pessoas poupam tempo, mais pobre, superficial e fria se tornam suas existências e mais alheias elas se tornam a si mesmas. Quem mais sente essa ausência de amor e vida são as crianças. Seu protesto, no entanto, passa desapercebido. O tema central de Momo e o Senhor do Tempo pode ser visto como uma crítica à sociedade de consumo em oposição a uma sociedade em que se valorizam as relações humanas. A personagem infantil Momo é um contraste com a sociedade adulta e propõe um outro ponto de vista em relação à nossa relação com o tempo e, principalmente, com o trabalho e a tecnologia. Momo é alheia ao tempo e os Homens Cinzentos têm dificuldade para convencê-la a economizá-lo e deixar de lado suas conversas com os adultos e brincadeiras com outras crianças. A obra apresenta uma realidade da sociedade contemporânea e abrange não só a Alemanha, mas a maior parte dos países ocidentais, incluindo o Brasil, onde a tecnologia é em parte responsável por "roubar" a criatividade, propondo atividades prontas que entretêm os pequenos _ e os adultos _, de maneira que estes não têm mais tempo para nada. Momo mostra a todos a importância de "perder tempo", de conversar com amigos, olhar formigas, de brincar. O projeto Momo e o senhor do tempo contempla a produção de um espetáculo de artes cênicas para o público infanto-juvenil, enquadrando-se no item "e", do inciso II do Art. 3º, da Lei 8.313/91. Por tratar-se da adaptação de um clássico da literatura alemã, considerada uma das obras infanto-juvenis mais importantes do século XX, de valor universal, a qual será apresentada em teatros com ingressos totalmente gratuitos, "Momo e o senhor do tempo" enquadra-se nos incisos I, III, VII e VIII, do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A adaptação é de autoria de Carla Candiotto, co-fundadora da companhia Le Plat du Jour, autora e diretora de dezenas de espetáculos infanto-juvenis, e que desenvolve uma pesquisa sobre o universo infantil e infanto-juvenil desde os anos 1990. Carla já recebeu vários prêmios por seus espetáculos infantis, incluindo o prestigioso Prêmio Governador do Estado, pelo conjunto de sua obra, em 2016. Premiada na 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a Cidade de São Paulo _ 2019, a peça será apresentada em CEUs na cidade de São Paulo (SP) em janeiro e fevereiro de 2022, sendo o projeto apresentado agora para produção com recursos oriundos de renúncia fiscal uma forma de levar a peça Momo e o Senhor do Tempo para outras cidades brasileiras _ Iracemápolis-SP (duas apresentações), Piracicaba-SP (uma apresentação), Diadema-SP (duas apresentações), Joinville-SC (uma apresentação), São Francisco do Sul-SC (uma apresentação), Itaúna-MG (duas apresentações), Contagem-MG (duas apresentações), Salvador-BA (duas apresentações) e Feira de Santana-BA (uma apresentação). Antes das viagens se iniciarem, faremos dois ensaios abertos, com figurinos e iluminação, para crianças e jovens de escolas públicas da cidade de São Paulo. Nas cidades de Iracemápolis, Piracicaba, Joinville, Itaúna e Salvador, realizaremos debates sobre o teatro infantil na sociedade atual, tratando temas da obra, como o tempo fluido, o protagonismo infantil e as relações interpessoais. Essas conversas/debates visam aproximar o público da produção teatral, e chamar a atenção de todos para os aspectos abordados na obra e para a metodologia de trabalho da diretora e criadora da obra, Carla Candiotto, como a comédia física, os jogos teatrais e a narrativa ágil e dinâmica. Porque quero contar esta história Por Carla Candiotto A História de Momo se passa num lugar fantástico indeterminado, situado no nada e em lugar algum. Não é uma história de príncipes e princesas, seu contexto se inspira totalmente na vida atual e seu cenário é uma grande cidade. A história mostra um mundo moderno e esse mundo moderno não é mais pobre em maravilhas e mistérios do que o passado, nem mesmo os mundos dos contos de fadas. Momo aparece misteriosamente nessa cidade e vai morar nas ruínas de um antigo teatro que ninguém frequenta mais, causando no início desconforto para os moradores, que não sabiam quem era ou de onde vinha essa menina. Momo não carregava objetos pessoais e diz não precisar de nada para viver. Numa cidade onde as crianças desaprenderam a brincar, Momo pouco a pouco as ensina a despertar novamente esse prazer. Momo ouve as pessoas, faz com que elas aprendam a ouvir e a valorizar as relações entre amigos, os encontros e as ideias diferentes. Tudo parece fazer sentido até que aparecem Homens Cinzas e começam a frequentar a cidade com uma finalidade clara: comprar o tempo das pessoas. Os Homens Cinzas são pessoas que não se importam com ninguém, apenas com seus ganhos. Esse tempo que as pessoas têm, que as deixam felizes, que as fazem aprender a serem criativas, é roubado e trocado por uma moeda que não deixará os cidadãos felizes. As pessoas vão se esquecendo do que importa e vão se distanciando cada vez mais delas mesmas e das pessoas que lhes são caras. Algo como acontece hoje, quando muitas crianças já não sabem mais brincar, porque seus pais não têm mais tempo para lhes ensinar e as largam em frente da TV, do computador, celular etc. Eu queria muito falar sobre o tempo, o tempo que "perdemos"; que tempo é esse? Para onde ele vai, quando o perdemos? Quando estamos conversando, ouvindo os amigos, perdemos tempo? E para uma criança, que tempo é esse que faz com que ela não consiga mais apenas fazer nada, brincar e deixar sua mente fluir? Usar a história dessa pequena heroína para podermos refletir sobre esses assuntos nos dias de hoje é não apenas interessante, mas necessário, a meu ver. Por essas razões, entre outras, eu acho importante colocar as aventuras de uma turma de crianças que, por serem corajosas e confiarem em si mesmas, conseguiram recuperar seu tempo.

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

MOMO E O SENHOR DO TEMPO espetáculo teatral infanto-juvenil | duração 65 minutos | 2020 capacidade: 300 lugares (14 apresentações) local: teatros em Diadema, Iracemápolis e Piracicaba (SP); Joinville e São Francisco do Sul (SC); Itaúna e Contagem (MG) e Salvador e Feira de Santana (BA). Programa (material de divulgação) dimensões aproximadas: 10 cm x 20 cm / formato aberto: 70 cm x 20 cm couché 120g / acabamento em verniz tiragem: 5000 exemplares 12 páginas

Acessibilidade

As apresentações serão realizadas nas cidades de Iracemápolis-SP (duas apresentações), Piracicaba-SP (uma apresentação), Diadema-SP (duas apresentações), Joinville-SC (uma apresentação), São Francisco do Sul-SC (uma apresentação), Itaúna-MG (duas apresentações), Contagem-MG (duas apresentações), Salvador-BA (duas apresentações) e Feira de Santana-BA (uma apresentação), em teatros equipados para receber pessoas portadoras de necessidades especiais e/ou com mobilidade reduzida, além de intérpretes de LIBRAS e audiodescrição, conforme Lei 10.098/2000. Todas as apresentações terão ingressos gratuitos. O projeto prevê o registro audiovisual da peça. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de librasDEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: DISCUSSÕES (DEBATES) SOBRE TEATRO INFANTIL (ARTES CÊNICAS) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.

Democratização do acesso

Conforme Art. 20, da Instrução Normativa 02/2019, os ingressos do espetáculo teatral “Momo e o senhor do tempo” serão distribuídos da seguinte forma: a) Mínimo de 20% (vinte por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística (alunos e professores da rede pública de ensino); b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; d) distribuição de 50% (cinquenta por cento) dos ingressos gratuitos, para público em geral. E, conforme Art. 21, da IN N. 02/2019, em complemento às contrapartidas, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - disponibilizar, na Internet, trechos de registros audiovisuais do espetáculo “Momo e o senhor do tempo”, além de fotografias; II - realizar, gratuitamente, seis debates com o público e interessados no tema, nas cidades de Iracemápolis, Piracicaba, Diadema, Joiville, Itaúna e Salvador, sobre o espetáculo, as suas relações com a sociedade contemporânea, o tempo, e as metodologias utilizadas para a criação e desenvolvimento da obra.

Ficha técnica

Proponente/Dirigente CARLA CANDIOTTO Função: Direção e Adaptação (Roteiro da peça) MOMO E O SENHOR DO TEMPO Ficha Técnica espetáculo teatral infanto-juvenil | duração 65 minutos | 2022 capacidade: 300 lugares (14 apresentações) locais: teatros em Diadema, Iracemápolis e Piracicaba, no Estado de São Paulo, Joinville e São Francisco do Sul (SC), Itaúna e Contagem (MG) e Salvador e Feira de Santana (BA). Autor: Michael Ende Direção: Carla Candiotto Adaptação: Carla Candiotto Elenco: Camila Cohen, Ernani Sanchez, Eric de Oliveira, Fabricio Licursi, Thiago Amaral (stand-in) e Victor Mendes Cenário e Figurinos: André Cortez coreografia: Roberto Alencar e Gisele Calazans Iluminação: Wagner Freire Trilha Sonora: Marcelo Pellegrini Direção de Produção: Pedro de Freitas Produção Executiva: Michele BarretoFotografia: a contratar Vídeo-mapping: André Grynwask Programação Visual: a contratar Assessoria de imprensa: Arte Plural (Fernanda Teixeira) CURRÍCULOS DA EQUIPE MICHAEL ENDE (autor da história original) “Momo e o Sr. do Tempo” recebeu o Prêmio de Literatura Juvenil Alemã e o Prêmio Europeu de Livros para a Juventude. Michel Ende desertou ao ser convocado para o serviço militar em 1945, aos 16 anos. Nasceu na Alemanha, em 1929. Viveu no interior da Itália, na Casa do Unicórnio em meio a um jardim de oliveiras. Por problemas financeiros não fez faculdade. Publicou seu primeiro livro em 1960. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Goethe, o livro alemão preferido pelos leitores em todo o mundo é “A História Sem Fim”, de sua autoria (1979). As obras do autor já foram traduzidas para mais de 40 línguas. Infelizmente Michael Ende nos deixou em 28 de agosto de 1995, vítima de um câncer no estômago. Mas suas histórias sobrevivem. CARLA CANDIOTTO (diretora, autora do roteiro e produtora executiva) Carla estudou teatro em Paris, com Phillippe Gaullier e Ariane Mnoushkine. Em Londres, estudou com Desmond Jones e John Wright. Na Itália, Commedia Dell'arte com Antonio Fava. Atuou e dirigiu espetáculos em vários países da Europa, China e Austrália. No Brasil, é fundadora e diretora da Cia. Le Plat du Jour com Alexandra Golik. Dirigiu também companhias como La Mínima, Circo Mínimo, Parlapatões, Pia Fraus, Cia Delas, Solas de Vento, Teatro Imprensa, Circo Amarillo, e outras. Recebeu cinco APCA e oito Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem (antigo Coca Cola) de melhor atriz, melhor texto, melhor direção ou melhor espetáculo, e o Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2015, na categoria Arte para Crianças. ROBERTO ALENCAR (coreógrafo) É ator, bailarino, coreógrafo e artista visual. Trabalhou por onze anos na companhia de Sandro Borelli. Há seis anos está no GRUA, dirigido por Jorge Garcia, Osmar Zampieri e Willy Helm, que recebeu o Prêmio Denilto Gomes de Dança de Melhor Intervenção Urbana. Na dança/teatro ou performance trabalhou com Lu Favoretto, Renata Melo, José Possi Neto, Ana Teixeira, Luciana Brites, Vanessa Macedo, Denise Namura, Elisa Ohtake, Lynsey Peysinger, Elias Andreatto, Marco Antônio Rodrigues, Mauricio Paroni de Castro, Débora Dubois, Ivan Andrade e José Celso Martinez Corrêa, entre outros. Como coreógrafo trabalhou com Toquinho, Carla Candiotto; Zeca Baleiro, Debora Dubois, Elias Andreatto, Sérgio Roveri e Eduardo Figueiredo. MARCELO PELLEGRINI (compositor da trilha sonora original) Compositor, arranjador e produtor musical, desde 1993 compõe e produz trilhas para TV, dança, teatro e cinema, com destaque para parcerias com José Celso Martinez Corrêa (Os Sertões, Cacilda!, Bacantes, Ella), Cia. La Mínima (Ordinários, Pagliacci, Mistero Buffo, A Noite dos Palhaços Mudos) e Leonardo Moreira (O Jardim, O Silêncio depois da Chuva, Wiosna). Trabalhou também com Tylmann Kohler (Alemanha), Eunice Munhoz (Portugal), Nelson Baskerville, Carla Candiotto, Fernando Neves, Eduardo Tolentino, Mika Lins, Álvaro Assad, Neyde Veneziano, Marco Antônio Braz, Bete Coelho, Fernando Bonassi, Cia. Hiato, entre outros. Recebeu três Prêmios Shell, por “À Margem da Vida”, “Os Sertões – A Terra" e “Pagliacci”. Teve uma retrospectiva de seu trabalho na quadrienal World Stage Design, em Cardiff, no País de Gales. RODRIGO MATHEUS (Coordenador do Projeto) Fundador e diretor artístico do CIRCO MÍNIMO desde 1988. Formado em Artes Circenses pelo Circo Escola Picadeiro de São Paulo e Fool Time Circus Arts da Inglaterra. Foi um dos idealizadores, fundadores e diretores da Central do Circo e do CEFAC, Centro de Formação Profissional em Artes Circenses, ambos em São Paulo. Dirigiu espetáculos circenses na Inglaterra e na Austrália, além de desenvolver cursos e dar aulas sobre a linguagem circense contemporânea - ministrou mais de 50 cursos livres para profissionais interessados em processos criativos relacionados ao circo e/ou teatro, no Brasil e no exterior. Nos últimos anos estreou e apresentou o premiado espetáculo para crianças “Simbad, o Navegante” (melhor espetáculo de 2015, em São Paulo), dirigiu “Charivari Brasileiro”, para o Festival de Circo do Sesc 2016 – Circos, com alunos de sete escolas de circo do país, e “SobrevoltaS”, no Festival de 2017. Foi professor de circo em aulas faladas totalmente em inglês, para alunos do Período Complementar do Colégio Vértice até 2018, e consultor para a linguagem circense do Programa Fábricas de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura, em São Paulo.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-12-31
Locais de realização (10)
Feira de Santana BahiaSalvador BahiaContagem Minas GeraisItaúna Minas GeraisJoinville Santa CatarinaSão Francisco do Sul Santa CatarinaDiadema São PauloIracemápolis São PauloPiracicaba São PauloSão Paulo São Paulo