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PRONAC 201419Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Documentário Isso Não Se Entende, Se Vive

T.A.O PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2020-05-15
Término
2021-12-31
Locais de realização (2)
Parintins AmazonasSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de documentário de média-metragem sobre a expressão cultural do Boi-Bumbáem Parintins - AM e suas relações com a vida da população local, com direção de Ariane Porto. Com duração de 55 a 65 minutos, captado e finalizado em resolução 4K e classificação indicativa livre para todos os públicos. Como contrapartida, o projeto irá realizar palestras sobre cinema e o desenvolvimento social para alunos e professores do ensino público.

Sinopse

Sinopse Documentário, média metragem, "Isso Não Se Entende, Se Vive": Isso Não se Entende, Se Vive é um documentário sobre a força e importância do Boi-bumbá na cultura brasileira, em especial para os meios de vida da cidade amazônica de Parintis. O documentário se desloca do grande evento de repercussão nacional, o festival folclórico, para mostrar as ruas e casas dos moradores da cidade e sua mobilização para fazer acontecer todo ano a lenda do boi ressucitado. Pessoas com dedicação exclusiva à festa e outros que mesmo de longe são fortemente impactados. Aquele que carregam o Boi-bumbá como meio de sustento seu e de sua família, e aquele que vive o Boi-bumbá como parte de sua existênica, como sua identidade. Assim como veremos como o tempo transforma o Boi, quais são as vozes do passado e sonhos para o futuro. O documentário irá mostrar como as mais diferentes pessoas se relacionam com o Boi-bumbá, com o fazer cultural e com a perspectiva imposta pela passagem do tempo. Descrição Palestra Cinema e Desenvolvimento Social: A palestra irá contar a história do cinema sob a perspectiva do desenvolvimento humano. Irá relatar como o alguns avanços tecnológicos foram influenciados pela sétima arte, assim como descobertas científicas e tecnolígicas impulsionaram o cinema. Também será demonstrado como o cinema influenciou hábitos e modos de expressar da sociedade, com foi usado como ferramenta de propaganda de governos democráticos à regimes autoritários, mas também como forma de influenciar simpatias por determinada cultura. O participante será chamado a ver o audiovisual de forma mais crítica, entendendo também a importância para o desenvolvimento econômico e social.

Objetivos

1. Objetivo Geral: 1.1 Valorizar as expressões culturais do Norte do Brasil, tendo como fio condutor o Bumba Meu Boi de Parintins - AM; 1.2 Incentivar e colaborar com a cadeia produtiva de audiovisual local; 1.3 Divulgar o Bumba Meu Boi nacional e internacionalmente; 2. Objetivo Específico: 2.1 Realizar um documentário de duração estimada em 55 a 65 minutos - média metragem, captação e finalização em resolução 4K e classificação indicativa livre para todos os públicos; 2.2 Realizar 30 exibições do filme em salas de cinemas dos estados do Amazonas e São Paulo; 2.4 Realizar 10 palestras como contrapartida sobre cinema e desenvolvimento social para alunos e professores do ensino público na cidade de São Paulo - SP. 3. Público alvo: Média metrage: Homens e mulheres acima de 14 anos, proporcionamente divididos pelas diferentes classes socias. Palestra: alunos e professores do ensino público na cidade de São Paulo - SP.

Justificativa

O Boi-Bumbá, ou Bumba Meu Boi, é uma expressão folclórica que por meio de elementos culturais africanos, europeus e ameríndios narra as muitas versões da famosa lenda do boi que ressuscitou. Consiste na representação da lenda por meio de danças e músicas em grupo chamados boi. Sua apresentação possui vários formatos, incluindo cortejos e competições. O Boi-Bumbá foi transformado em Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Esse projeto consiste na documentação audiovisual investigativa que irá verificar com o boi e as festividades relacionadas a ele impactam a vida da população de Parintins, tanto como manifestação cultural quanto pelo desenvolvimento econômico e social. O projeto irá chegar ao público por meio de apresentações gratuitas em salas de cinema colaborando com democratização do acesso a cultura. Assim um público abrangente terá acesso não apenas a obra em si como também a um recorte das festividades envolvendo o Boi-bumbá de Parintins. Para a realização do projeto é requisitado recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei. 8.313, de 23 de Dezembro de 1991), pela qual o projeto se enquadra no art. 1­º em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E também se enquadra em seu art. 3º por meio da alínea "a" do seu inciso II, a saber: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;

Especificação técnica

Média metragem: duração - de 55 a 65 minutos, captado e editado em definição 4K. Metodologia da Paletra: Paletra expositiva seguida de perguntas e resposta. Serão expostos diferentes aspectos do tema, auxiliado com imagens e vídeos projetados, com duração de 60 minutos. Após esse período será aberta a sessão de perguntas e repostas sobre o tema, com duração de 30 minutos. Duração total de 90 minutos.

Acessibilidade

1. Acessibilidade física: 1.1 Média Metragem: As salas de cinema estarão adequadas às condições de acessibilidade suficiente e necessária para acomodar público idoso, com deficiência ou dificuldade de locomoção de acordo com as normas e legislação vigente. 10% do espaço será reservado prioritariamente para esse público, contando com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. 1.2 Palestras: Os locais estarão adequados às condições de acessibilidade suficiente e necessária para acomodar público idoso, com deficiência ou dificuldade de locomoção de acordo com as normas e legislação vigente. 10% do espaço será reservado prioritariamente para esse público, contando com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. 2. Acessibilidade de conteúdo: 2.1 Média Metragem: O documentário contará com as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo: Audiodescrição, LIBRAS e Legendagem descritiva. 2.2 Palestra: Todas as palestras serão acompanhadas de intérprete de libras para acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. A acessibilidade para pessoas com deficiência visual será por meio da palestra em liguagem oral em português.

Democratização do acesso

1. As exibições serão realizadas em salas de cinema em regiões com fácil acesso por meio de transporte público; 2. As palestras serão realizadas em escolas pública de áreas períférica da cidade de São Paulo. 3. Não haverá cobrança de ingressso para assistir o documentário ou para assistir a palestra. 4. Em concodância com o art. 21 da Instrução Normativa n.º 2 de 23/04/2019 do Ministério da Cidadania, este proponente declara que irá atender os incisos indicados abaixo para os produtos: 4.1 Média metragem: o inciso II, a saber: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; 4.2 Contrapartidas Sociais: o inciso IV, a saber: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

A empresa proponente irá ser remunerada pelas rubrica Direção e Produção executiva. 1. Diretora e Produtora Executiva - Ariane Porto Cineasta, roteirizou, produziu e dirigiu longas metragens: "Guaiá dos Mares" (1997) "A Ilha do Terrível Rapaterra" (2006), "Topografia de um Desnudo" (2009), “ Bem-te-vi” (2011) e "O Crime da Cabra" (2016), criadora de séries televisivas ("Assembléia dos Bichos", "TV Povos do Mar", "As Jóias da Princesa"), co-produziu séries documentais com a TV Brasil ("Travessia" 2009) e SESC TV ("Na sombra da História" 2014). Produtora e Diretora de teatro, cinema e televisão, atuando desde os anos 80, já produziu e dirigiu mais de 30 espetáculos teatrais, 40 curtas metragens e ganhou vários prêmios. Graduação em Licenciatura e Bacharelado em Ciências Sociais pela UNICAMP, mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo, pós doutorado em Comunicações e Artes na ECA - USP. Professora do Instituto de Artes da UNICAMP. Professora convidada da Especialização em Educomunicação da ECA/USP. Membro da Academia Campineira de Letras e Artes e do Centro de Estudos de Pragmatismo. Sócia Fundadora do Teatro de Arte e Ofício (1984), da TAO Produções Artísticas (2012), Editora TAO (2016) e consultora - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Escritora com livros publicados (“Caiçara, uma cultura que resiste” 2006, “Teresa Aguiar e o Rotunda – 4 décadas em cena`” 2007 e “Brigite olhos de estrela” 2016. Experiência na área de Comunicação com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, comunicação e meio ambiente, cinema, crianças, meios e culturas digitais e meio ambiente. Diretora do ECOCINE – Festival Internacional de Cinema ambiental e Direitos Humanos que em 2017 completou 25 anos. 2. Produção - Coraly Pedroso Empresária com mais de 10 anos de experiência na direção de companhias e organizações não governamentais. Presidiu a o Instituto Plataforma Brasil, sendo responsável pela aprovação de projetos em editais na área de esporte e cultura, com destaque para o convênio com o Ministério da Cultura Pontão de Interações Estéticas Internacionais que representou mais milhares de pontos de cultura na Europa, África e nas Américas. Nos últimos anos, foi diretora, produtora executiva e captadora de recursos de mais de 30 projetos de cultura, esporte e educação, entre eles o documentário Ateus e Agnósticos no Brasil, as 7 edições do Olinda Jazz, as 3 edições do Sampa Jazz, o festival de dança Conexão Internacional da Dança, o jogo holandês de futebol street Panna Knock Out Brasil, Exposição e Monitoria Anne Frank, 3 edições do Quitutes e Batuques, além de turnês de músicos e intercâmbio de artistas internacionais e brasileiros. 3. Coordenação e Comunicação e Ass. de Direção - Fabricio Addeo Ramos Formado em Comunicação Social com Ênfase em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP. Gestor de projetos em economia criativa. Profissional com visão integrada das diversas áreas da produção cultural nacional e internacional. Também atuou nas áreas de esporte, educação e social. Com conhecimento consolidado do funcionamento da administração pública brasileira, leis de incentivo, editais públicos, criação e desenvolvimento de projetos, criação e execução de plano de comunicação, produção de eventos, seleção de atrações artísticas, produção de festivais de música, dança, artes, audiovisual e de intercâmbio internacional de profissionais de diversas áreas. Colaborou com reportagens e textos para revistas e jornais brasileiros. Atuação e acompanhamento de projetos no Brasil e exterior, também representando organizações em reuniões com autoridades locais, diretores e artistas. 4. Acácia Cristina Araújo - (KK Araújo) - Diretora de Fotografia Acacia Araujo inicia em 2008 suas atividades na área o audiovisual, atuando como professora, realizadora e prestadora de serviços para empresas e institutos de ensino e pesquisa. Em 2011 abre a empresa audiovisual Pimenta Brasil com uma linha de filmes autorais sobre ecossistemas terrestres e marinhos e desde então vem se dedicando à produção de documentários ambientais nos 5 continentes, com ênfase em vida selvagem e marinha (subaquática). Participou de diversos festivais como realizadora e curadora, entre eles o ECOCINE – Festival Internacional de Cinema Ambiental e Direitos Humanos, onde coordena a curadoria desde 2015. Atua também na área das artes cênicas, realizando a produção audiovisual de espetáculos teatrais.Atualmente Acácia Araújo é cineasta, produtora, diretora de fotografia e editora, especializada em finalização de imagem (Final Cut, Adobe Premiere, Da Vinci, SoundTrack). Em 2018 abre a Acácia Araújo Produções UNIP LDA em Portugal, visando ampliar a atuação internacional da empresa. FilmografiaPrincipais trabalhos - curtas e médias metragemDocumentários ambientais 2009 Pantanal 2010 AfricaBonito – Pantanal 2011 Caminho do solIndonesiaRussia – metros de MoscouFoz do Iguaçu - Cataratas 2012 Colombia – Catedral de SalTerraços de Arroz Indonesia 2013 Raja Ampat IndonesiaMedusas e cavalos marinhosMesquita de AbudhabiBuddha Tooth - CingapuraMercado de Atenas 2014 Arraias Mantas - MaldivasNas estradas da NamibiaNamibia - TeaserParque das Aves Foz do Iguaçu 2015 Ambassador – NamibiaBarreira de Corais – AustráliaPanela de pressão – Nova Zelandia 2016 SailfishRaios!Polinésia Francesa 2017 Tubarões baleia Peter PanFicções – Educação – curta metragem 2011 Nova Chance Sementes do AmanhãMedo da Verdade Ensaio LissaTeatro, Música e Dança – gravação DVD 2011 Peter Pan Sementes do Amanhã 2012 Jorge DurianExposição Regina Duarte – Espelho da Arte 2013 Raimunda RaimundaEstudio Flavia Rodrigues – 1900 Um passeio pelo século DVD Empresarial 2013 Mednesp - Maceió Direção de fotografia, edição e finalização – curta metragem 2016 Dina – a loka que foi pra estratosfera (documentário) 2017 Bestioles e Bem-te-vi (documentário) 2018 Silvia Brandalise (documentário) Jadzia (ficção - Roteiro, Direção geral e Edição) Longa Metragem 2015 O Crime da Cabra (Longa – finalização) 2018 Rua! O jogo da vida real (reality show – direção de fotografia)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.