Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Produzir o documentário "Fora da Caixa", que vai mostrar variado aspectos da cultura material e imaterial do estado do Ceará. O documentário terá duração de 45 minutos, finalização HD e DVD, faixa etaria livre, possui caráter cultural, educativo e recreativo, estimula a valorização da cultura regional, promove a salva guarda da memória material e imaterial dos cearenses, além de fortalecer a cadeira produtiva das artes no estado do Ceará. Após sua conclusão 500 (quinhentas) cópias do documentário serão distribuídas gratuitamente junto às escolas públicas, universidades, cine clubes, pontos de cultura do Ceará.
Por meio de depoimentos, entrevistas e relatos, guardiões do patrimônio material e imaterial do Ceará, dão uma visão de histórias que revelam as novas gerações os Saberes, os conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades; as Celebrações com seus rituais e festas que marcam a vivência coletiva, da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas do celebrar; as Formas de Expressão, manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas, e os Lugares, como mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se encontram e reproduzem práticas culturais coletivas, expondo e revelando ao público as memórias materiais e imateriais de um estado cuja existência e eficácia tende a desaparecer no processo de urbanização e desenraizamento de valores culturais tradicionais.
Objetivo Geral Produzir o documentário "Fora da Caixa", beneficiando um público estimado em 500 mil pessoas entre estudantes de escolas públicas e internautas. O documentário tem grande apelo de público, busca valorizar a cultura local e regional, registrando aspecto da arte e da cultura material e imaterial do Ceará. Objetivo Específico 1. Utilizar as ferramentas do audiovisual para deixar às futuras gerações um registro documental sobre a cultura do Ceará nos anos 2000; 2. Mostrar a cultura local e regional com suas potencialidades e riquezas como forma de despertar no telespectador e internauta sentido de pertencimento por aquilo que é nosso genuinamente; 3. Contratar profissionais do audiovisual cearense para compor equipe de produção e realização do documentário como modo de estimular a mão de obra especializada local e contribuir com o desenvolvimento cadeia produtiva do audiovisual do Ceará. 4. Distribuir gratuitamente 500 (quinhentas) cópias em DVD para escolas públicas, universidades, cine clubes, pontos de cultura do Ceará.
O Patrimônio Cultural do Ceará é constituído pelos bens de natureza material e imaterial, móveis e imóveis, públicos e privados tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade cearenense e que, por qualquer forma de proteção prevista em lei, venham a ser reconhecidos como de valor cultural, histórico e natural, visando sua preservação. No desejo de deixar registado para as novas gerações as formas de expressão, os modos de criar, fazer e viver, as criações artísticas, as obras, objetos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais do Ceará, propomos a realização deste documentário que irá englobar também a memória e a expressão imaterial ou intangível do estado. O documentário tem sua importância para cultura do Ceará, uma vez que mostrará a fruição das expressões artísticas no âmbito da diversidade cultural cearense promovendo o sentido de pertença entre o povo do lugar. Faz-se necessário a utilização da Lei Rouanet para realização deste documentário uma vez que o mesmo contribuirá com a preservação da Cultura Material e Imaterial da 5ª capital brasileira, utilizando o audiovisual como ferramenta de forte apelo popular, uma vez que irá documentar, produzir conhecimento e apoiar a dinâmica de práticas socioculturais.
A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Com a referida finalidades do Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)
Estrutura do documentário Didaticamente o documentário será divido em duas partes distintas para melhor compreensão do público. Uma parte será dedicada ao Patrimônio Material e outra ao Patrimônio Imaterial. Na parte do Patrimônio Material iremos focar nos Lugares. Espaços constituídos das memórias e do afeto do povo Cearense, como, por exemplo, o Mercado São Sebastião, centro tradicional do comercio fortalezense onde se vende frutas, verduras, legumes, artesanatos, especiarias e preserva a culinária regional; o Theatro José de Alencar, com seus 108 anos e tudo aquilo que ele representa enquanto símbolo cultural da cidade. Vamos mostrar ainda as feiras de rua e as praças, espaços onde se encontram e reproduzem práticas culturais coletivas. No parte do Patrimônio Imaterial o documentário vai revelar os Saberes dos fortalezenses, mostrando os conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades, como por exemplo, o Reisado do Mestre Zé Pio, a dança dos Índios Tremembé. Mostraremos ainda as Celebrações, rituais e festas que marcam a vivência da religiosidade, como a Vida de Mãe de Zimá, a primeira Mãe de Santo a receber o título de Mestra da Cultura, a festa das Jangadas, o mito do Bode Iôiô, o dia em que o povo de Fortaleza vaiou o sol na praça do Ferreira e outros aspectos de tudo aquilo que a gente não consegue tocar mas que nos toca profundamente. Proposta de Direção A proposta é realizar um documentário educativo, de linguagem simples, dinâmica, sem perder a visão etnográfica, que aborde com leveza e encanto aspectos da cultura material e imaterial do Ceará. O documentário será realizado no Ceará, na capital e região metropolitana o que certamente trará à obra uma forma de dialogar com cidade inteira, revelando suas memórias, seus traços mais profundos e muitas vezes desconhecidos da grande população. Uma câmera com movimentos suaves, vai acompanhar o(a) entrevistado(a) mostrando seu lugar, sua percepção de mundo. Às vezes essa câmera será o olho do telespectador, como se o mesmo estivesse dentro da cena revisitando suas memórias, redescobrindo seu passado. Outro aspecto interessante que iremos empregar será a utilização de imagens de arquivos que pontuarão o documentário. Este poderoso recurso de linguagem será usado de maneira criativa. Imagens de época, vídeo, fotos, slydes, recortes de jornais, programas de TV, etc. Elementos da metalinguagem serão usados na construção do documentário, re-sigficando o lugar, o tempo e o espaço, tornando este documentário atraente, inquietador. Os entrevistado(a)s serão filmados em seu próprio lugar, no seu universo, onde se sentem mais a vontade. A ideia é colhermos um depoimento descontraído, cheio de memórias, particularidades e verdades que somente quando estamos à vontade em nosso próprio território ela vem à tona. Nas entrevistas usaremos uma câmera fixa e outra na mão, como se fosse o olho do espectador dentro da ação, conversando com o entrevistado, interagindo com ele. Paisagens e ambientes do Ceará serão mostrados muitas vezes em planos bem abertos, onde também utilizaremos drone para imagens aéreas. Os enquadramentos utilizados sempre aproximados, haverá utilização de planos sequência, close, detalhes. Utilizaremos poucas vezes o "estático", trabalhando muito com movimentos que transmitam sensações aos espectadores. A iluminação do documentário será trabalhada a partir da luz natural e suas variantes. Vamos brincar com luz refletida, como se ela viesse de uma porta ou de uma janela. Evitaremos o uso de luz artificial, a não ser para dá um preenchimento quando necessário. A captação de som será direto, gravado em um Mixer externo. A ideia de gravar o áudio separadamente é justamente para facilitar e agilizar seu tratamento. A opção pelo som direto, é que além de facilitar o processo de pós-produção, dará um realismo maior ao espectador. Em relação a trilha sonora esta pontuará vários momentos, participando ativamente da construção dramática e emocional do documentário. Roteiro Indicativo O documentário começa com uma imagem aérea sobrevoando o oceano Atlântico, em Fortaleza, até revelar o Forte Nossa Senhora da Assunção. Uma voz em OFF interpreta trecho do livro Iracema, de José de Alencar, “Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros.” Sobre essas imagens aparecem os créditos iniciais. As sequencias seguintes do documentário mostrarão o universo que forma a cultura material e imaterial de Fortaleza. Entrevistas e depoimentos serão mesclados com imagens atuais e de arquivo. Iremos conhecer o Theatro José de Alencar um exuberante exemplar da arquitetura de ferro no Brasil localizado no Centro de Fortaleza. A edificação de 1910, o chamado teatro-monumento. Tem a fachada mais conhecida, em arquitetura de ferro. Contrapondo-se ao clássio, o documentário adentra no popular Mercado São Sebastião, uma forte referência para os fortalezenses que encontram no local a memória afetiva da capital alencarina, através de suas feiras, artesanato, suas lojas de ervas e suas comidas regionais. O documentário mostrará o Boi do Ceará e Mestre Zé Pio, guardião da memória de vários bois de Fortaleza. Começou a brincar de boi aos três anos de idade e mais tarde tornou-se o índio do Boi Reis de Ouro. Aos 13 anos, passou a dançar no Boi Ceará, onde foi primeiro capitão e tornou-se então vaqueiro. Aos 20 anos decidiu formar seu próprio grupo, o Boi Terra e Mar. Hoje, mestre Zé Pio coordena o Boi da Juventude, integrado por jovens da Barra do Ceará e criado para não deixar morrer a tradição. Mestre Zé Pio dança com seu boi e enche a tela de alegria e encanto. A paisagem de Fortaleza se transforma, o sol se põe na Ponte dos Ingleses. O mar quebra na Praia de Iracema. O rádio toca Belchior: as velas do Mucuripe vão sair para pescar. Lua cheia no céu de Fortaleza. Vamos conhecer agora Zimá Ferreira da Silva, a Mãe Zimá, primeira Mãe de Santo brasileira a receber o título de Mestra da Cultura. Vamos conhecer as praticas religiosas as matrizes afrodescendentes, as comidas, as músicas, a sabedoria popular que resiste na periferia da grande Fortaleza. Passearemos pela cidade, revisitaremos locais, prédios históricos, lugares como a Praça do Ferreira, onde podemos ouvir a memória viva dos mais velhos falando de historias como o dia em que o povo de Fortaleza vaiou o sol. Conhecer o Bode Yôyô, animal que a população elegeu como vereador. O documentário será finalizado com curtos depoimentos de populares falando sobre o que pensa da cidade e seu patrimônio. Tudo vale, pois o que se busca com esse final é criar uma aproximação com o público com o tema memória e patrimônio, cuidado e afeto, histórias e afirmação. Vozes de populares dão vazão ao som do mar quebrando nas longarinas da Ponte Metálica. No final do grande paredão vimos brincantes de Maracatu realizando um belíssimo cortejo. Rei e Rainha saúdam do mar e dançam conduzindo o cortejo. O documentário começa com uma imagem aérea sobrevoando o oceano Atlântico, em Fortaleza, até revelar o Forte Nossa Senhora da Assunção. Uma voz em OFF interpreta trecho do livro Iracema, de José de Alencar, “Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros.” Sobre essas imagens aparecem os créditos iniciais. As sequencias seguintes do documentário mostrarão o universo que forma a cultura material e imaterial do Ceará e de Fortaleza. Entrevistas e depoimentos serão mesclados com imagens atuais e de arquivo. Iremos conhecer o Theatro José de Alencar um exuberante exemplar da arquitetura de ferro no Brasil localizado no Centro de Fortaleza. A edificação de 1910, o chamado teatro-monumento. Tem a fachada mais conhecida, em arquitetura de ferro. Contrapondo-se ao clássio, o documentário adentra no popular Mercado São Sebastião, uma forte referência para os fortalezenses que encontram no local a memória afetiva da capital alencarina, através de suas feiras, artesanato, suas lojas de ervas e suas comidas regionais. A paisagem de Fortaleza se transforma, o sol se põe na Ponte dos Ingleses. O mar quebra na Praia de Iracema. O rádio toca Belchior: as velas do Mucuripe vão sair para pescar. Lua cheia no céu de Fortaleza. Passearemos pela cidade, revisitaremos locais, prédios históricos, lugares como a Praça do Ferreira, onde podemos ouvir a memória viva dos mais velhos falando de historias como o dia em que o povo de Fortaleza vaiou o sol. Conhecer o Bode Yôyô, animal que a população elegeu como vereador. O documentário será finalizado com curtos depoimentos de populares falando sobre o que pensa da cidade e seu patrimônio. Tudo vale, pois o que se busca com esse final é criar uma aproximação com o público com o tema memória e patrimônio, cuidado e afeto, histórias e afirmação. Vozes de populares dão vazão ao som do mar quebrando nas longarinas da Ponte Metálica. No final do grande paredão vimos brincantes de Maracatu realizando um belíssimo cortejo. Rei e Rainha saúdam do mar e dançam conduzindo o cortejo.
O projeto do documentário "Fora da Caixa", prever em sua realização ações de acessibilidade de "Conteúdo", a saber: - Copia com Legendagem descritiva - Copia com audiodescrição - Copia com Libras
No que diz respeito a Democratização de Acesso, informamos que o referido documentário será distribuído gratuitamente junto às escolas públicas de Fortaleza, Universidades, Cineclubes, Pontos de Cultura e posteriormente no Youtube. Junto as Instituições de ensino e espaços de arte o documentário será exibido gratuitamente e sempre que possível será realizado debate com os presentes para falar sobre a importância da cultura do Ceará. No Youtube o documentário será postado copia com legenda, copia com libras e cópia com audiodescrição. Descrição das ações da Contrapartida Social: Exibição do documentário após um debate com o publico geral presente, alunos e professores de instituições de ensino de qualquer nível de instituições públicas de ensino.
FICHA TÉCINICA Produção Executiva: Letícia Menescal Coordenação de Produção: Edna Leticia Assistente de Coordenação: Hidário Mattos Coordenador Técnico – Felipe Holanda Diretor Geral: Clébio Viriato Ribeiro Diretor de Fotografia: Alex Meira Assistente de Câmera: Icaro Firmino Leo Mamede Roteirista: Kennedy Saldanha Montagem: Rui Ferreira Técnico de Som: Lênio Oliveira Mixagem: Alexandre Jardim Correção de Cor: Roger Capone Controler: Rafael Ferreira CURRICULO EQUIPE BÁSICA LETICIA MENESCAL – Produtora Executiva Formação: Cinema (2008) e Jornalismo (2001) Universidade Estácio de Sá Rio de Janeiro, Atriz (1994), Radialista (1988) Trabalhos realizados: TELEVISÃO TV Cidade - Jurada do programa Irapuan Lima 1985 a 1988; Jurada do Programa Armando Vasconcelos 1985 a 1988; Repórter Aqui e Agora 1994 SBT São Paulo - A Praça é Nossa 1989 a 1994; Programa Silvio Santos - Topa Tudo por Dinheiro - Camara Escondida 1990 a 1994 TEATRO Mostra Panorama de Teatro Petrobras - SP – 2014; Mostra Panorama de Teatro Petrobras - RJ – 2013; Na Sobremesa da Vida – 2012 – Dir. Ernesto Piccolo ; As Cartas de Julieta & Carlos Dummond de Andrade - Direção Sura Berditchevsky – 2011 ; Administracão do Teatro Ducina - RJ – 2011 ; Historias de Um Garrafeiro – Direção Fernando Bennevolo - 2005 a 2016; Auto da Camisinha – 2009 a 2010; Maria Stuart – Direção Antonio Gilberto – 2009; Bordas de Sangue – Direção Amir Haddad – 2009; A Beata Maria do Egito – Texto Rachel de Queiroz – Dir. Jurandir Oliveira – 1987 CINEMA Viva Rachel – Dir. Jurandir Oliveira (2010); Quixadá: Um Curral de Pedras – Dir. Ângelo Lima (2010); Jader de Carvalho, índice do seu povo – Dir. André Lopes (2007); O Quinze – Dir. Jurandir Oliveira (2004) Prêmios: 32º Festival de Gramado (2004) – Melhor Montagem (Luelane Loiola); 14º Cine Ceará (2004) –Melhor Ator (Jurandir Oliveira), Melhor Atriz (Sôia Lira), Prêmio Especial Longa-metragem de Crítica, Melhor Produção Longa-Metragem pela Associação dos Produtores e Cineasta do Norte e Nordeste; 1º Festicine Goiânia (2005) - Melhor Direção (Jurandir Oliveira), Melhor Montagem (Luelane Loiola) e Melhor Som (Nono Coelho e Chico Bororo); FestCine Natal (2005) – filme convidado; 3° CinePort – Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (2007) – filme convidado; 1º Prêmio da Academia Brasileira de Letras – Melhor filme e Melhor Direção (2008) Rachel, Vida & Obra – Dir. Jurandir Oliveira (2002) Co-Produção CTAV/FUNARTE/MINISTÉRIO DA CULTURA EDNA LETÍCIA – Coordenação de Produção Produtora Cultural desde 1997 e Comunicadora desde 1999;Como Produtora prestou serviços nas instituições: ACVQ - Associação de Cinema e Video de Quixadá -, ACAEQUI - Associação Artística e Ecológica de Quixadá - , Trio Filmes, ATC Entretenimento, Cerca Filmes, Estação Luz Filmes, Menescal Produções, Mungango Produções, Clan do Cinema, Cariri Filmes, Anhamum Produções, Piracema Filmes, Malagueta Filmes, etc; Presidiu a União Musical Alternativa do Sertão Central - UNIMASC de 2007 á 2011; CLÉBIO VIRIATO RIBEIRO- Diretor Geral Diretor, Produtor e Gestor Cultural. Especialização em Audiovisual em Meios Eletrônicos/UFC e Gestão de Serviços e Produtos Culturais/UECE. Iniciou suas atividades na área do audiovisual sendo aluno do cineasta Eusélio Oliveira no curso de Cinema e Vídeo da Casa Amarela/U FC. Fundou a Associação de Cinema e Vídeo de Quixadá. Idealizou o evento Quixadá Mostra Cinema. Fundou o Cine Clube Mestre Adolfo, o primeiro do sertão central cearense. Coordenador de Produção do Festival de Jericoacoara – Cinema Digital.Dirigiu os filmes ‘A Lenda do Gato Preto”, “O Auto da Camisinha”, “O Casamento” e “Magé”. Idealizador e Produtor Executivo do documentário “Mãe de Santo, teu nome é Zimá”. Produziu os filmes “O Quinze, “Corisco e Dadá” , “Campo Branco” , “Toda Garota” , “Camisinha Vale Ouro”, “O passageiro pau de arara”. Os documentários: “Aurora comanda o cangaço”, “Arte X Aids”, “Força e Vida dos meninos & meninas de Fortaleza”, “Maracatu da prevenção”, “A Arte de Fazer Enxame”, “Vídeo Sertão sem Aids” e “Uma luz que veio do céu”, “Fala Ator”, “Enquanto houver sol”, “Arte de Ser Cidadão”. Prêmios: Filme A Lenda do Gato Preto: Troféu Ouro Prêmio Internacional de Direitos Humanos/Indonésia Menção Honrosa – FESTin/Lisboa Melhor Fotografia – FESTMacaranaú/Brasil Filme O Auto da Camisinha: Campanha Mundial de Prevenção às DST/Aids – UNAIDS/Genebra. ALEX MEIRA – Diretor de Fotografia Diretor de Fotografia e produtor. Foi Coordenador de exibição dos festivais: Cine Ceará, de 1997 a 2003, Festival Latino-Americano de Curta-Metragem de Canoa Quebrada, em 2005, e ForRainbow, Festival da Diversidade Cultural, em 2007. Produtor de exibição no projeto do Cine Ceará Itinerante, em 2004 e 2005. No cinema começou como assistente de fotografia tendo participado de vários filmes. Atualmente exerce a função de Diretor de Fotografia. Entre seus principais trabalhos em cinema merece destaque: A Lenda do Gato Preto – dir.Clebio Viriato Ribeiro -CE A Rainha e Seus Reis de Barro – dir. Marivalda Kariri e Alex Meira – CE No escurinho do cinema – dir. Alexandre câmera vale – CE Rita de Redenção – dir. Cassio araujo - CE Mãe de Santo, Teu Nome é Zimá – Dir. Lilian Moema – CE O ultimo cangaceiro - dir.wolney oliveira Milagre em Juazeiro - Dir. Wolney Oliveira As Tentações do Irmão Sebastião - Dir. José Araújo, novembro de 2000 – CE. Nas Escadarias do Palácio - Dir. Rosemberg Cariri, outubro de 2001 – CE. Esses Moços - Dir. José Araripe, agosto de 2002 – BA. O Quinze - Dir. Jurandir Oliveira, novembro de 2002 – CE. O Auto da Camisinha – Clébio ribeiro - 2008 - CE RUI FERREIRA - Editor Iniciou no audiovisual pelo cinema de animação, realizando em 1998 o filme Cine Cordel. Desde então atuou como produtor em curtas e vídeos até iniciar, em 2000, na montagem do longa “A Ilha da Morte”, do diretor Wolney Oliveira, auxiliando o montador Mair Tavares. Durante um período acumulou as funções de produtor e montador, até se dedicar inteiramente a montagem, tendo até o momento cerca de 240 títulos montados entre as mais diferentes bitolas, gêneros e durações. Seus últimos trabalhos em longa-metragem foram as montagens dos filmes “A Lenda do Gato Preto”, do diretor Clébio Ribeiro; “Rita de Redenção,Santa das Causas Impossíveis”, de Cássio Araújo e “A Rainha e seus Reis de Barro”, de Marivalda Kariri LÊNIO OLIVEIRA – Técnico de Som Idealizador no Audiovisual como Técnico de Som em Cinema e Vídeo, com mais de 16 anos de carreira. Formação Profissional Casa Amarela Eusélio Oliveira e Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria do Audiovisual. Já realizou mais de 30 filmes entre curtas, médias e longas, em destaques: Passadouro em 1999; A.M.A. Ceará em 2000; Uma Nação De Gente em 2000, Melhor Trilha Original IV Festival de Recife, 2000; O Sonho de Inacim em 2000; O Prisioneiro em 2001, Melhor Som no Festival de Cinema de juiz de Fora 2002 , Melhor Som no Festival de Cinema do Recife 2002; Confiança em 2002; O Auto da Camisinha em 2009 FELLIPE HOLANDA – Coordenador Técnico Graduado em Administração de Empresa. Técnico de projeção no projeto SECULT Itinerante. Responsável pela instalação do Cine Clube Mestre Adolfo, em Quixadá. Coordenador técnico do Festival Nóia de Vídeo Universitário, Festival de Dança do Litoral Oeste. Técnico de som e infra-estrutura do Festival de Música de Ibiapaba. RAFAEL FERREIRA - Controler Formado em Administração de Empresas. Especialista em Gestão Empresarial, Coordenação e Planejamento Tributário. Consultor e Auditor do filme O Auto da Camisinha, dos projetos Bienal Internacional de Dança, Ano do Brasil na França.
PROJETO ARQUIVADO.