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PRONAC 201434Apresentou prestação de contasMecenato

Operas DOM GIOVANNI e BARBEIRO DE SEVILHA - Teatro Municipal RJ

ASSOCIACAO DOS AM DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
Solicitado
R$ 1,54 mi
Aprovado
R$ 1,48 mi
Captado
R$ 1,48 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (15)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 1,45 mi
***811917**Paulo Antonio de Paiva Rebelo1900-01-01R$ 5,5 mil
***635097**Gabriel Ilse Leib1900-01-01R$ 4,0 mil
***096527**Felipe Maimon1900-01-01R$ 4,0 mil
***741187**Amin Murad1900-01-01R$ 2,0 mil
***055404**Luiz Dilermando de Castello Cruz1900-01-01R$ 1,5 mil
***521757**EDUARDO WEAVER DE VASCONCELLOS BARROS1900-01-01R$ 1,0 mil
***497967**TELMA DE CARVALHO CARNEIRO1900-01-01R$ 1,0 mil
***335388**FABIO DOMINGUES WALTENBERG1900-01-01R$ 1,0 mil
***917967**Solange Domingos Alencar Torres1900-01-01R$ 1,0 mil
***776917**Maria Ignes Lopes Machado1900-01-01R$ 600,00
***042116**Valeria Marques1900-01-01R$ 500,00
***266144**ALEXANDRE MAGNO BARBOSA DE ARAUJO1900-01-01R$ 500,00
***683777**David Ricardo Moreira Ramos1900-01-01R$ 250,00
***536907**JOSE LUIZ TAVARES FERREIRA1900-01-01R$ 250,00

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-05-02
Término
2023-04-30

Resumo

O Projeto consiste na remontagem e apresentações de 02 repertórios de opera que fara parte da Tempora Oficial do Theatro Municipal do RJ , com os títulos "A FLAUTA MAGICA" e A RAPOSINHA ASTUTA no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, totalizando 12 apresentações. Possibilidade de transmisao ao vivo em plataforma digital.

Sinopse

DON GIOVANNIMúsica: Wolfgang Amadeus MozartLibreto: Lorenzo da PonteRegência: Roberto TibiriçaDireção:Andre Heller-LopesSolistas:Leonardo Neiva | Don GiovanniHomero Velho | LeporelloLudmilla Bauerfeldt | Donna AnnaMarina Considera | Donna ElviraSophia Dornellas | ZerlinaFernando Portari | Don OttavioPedro Olivero | ComendadorMurilo Neves | MasettoOrquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Breve Histórico:Ópera em dois atos do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart baseada na lenda de Don Juan e libreto do autor italiano Lorenzo da Ponte. Considerada um clássico do repertório operístico, foi uma obra feita por encomenda e teve sua estreia no Teatro Nacional de Praga em 1787. No Brasil estreou em 1821 no Teatro São João no Rio de Janeiro.A popularidade da obra é atribuída por especialistas a diversos fatores: a qualidade da música, a combinação do cômico com o sério, a agilidade da trama e musical e as características do protagonista.No Theatro Municipal do Rio de Janeiro Don Giovanni ganhará uma nova produção com concepção cênica de André Heller-Lopes. Sinopse:Ópera de Mozart em dois atos, composta por encomenda depois do sucesso de As Bodas de Fígaro, Don Giovannise baseia na lenda de Don Juan. A história tem como personagem principal Don Giovanni, um nobre sedutor que conquista as jovens com falsas promessas. Por suas ações todos tentam captura-lo mas Giovanni consegue se esquivar de inúmeras armadilhas, exceto pela última e fatal emboscada.Ato 1No interior da casa de Donna Anna, o mascarado Don Giovanni tenta seduzi-la enquanto seu criado Leporello aguarda do lado de fora. Giovanni sai correndo da casa perseguido pela jovem e seu pai, que tentam descobrir a sua identidade. Tentando defender a filha, o Comendador é morto em um duelo com o mascarado. Anna chora por seu pai e faz seu noivo, Don Otávio, jurar vingança.Na manhã seguinte, Giovanni e Leporello encontram Donna Elvira, que procura o homem que a traiu. Giovanni, o culpado, tenta consolá-la antes de se dar conta de sua identidade e fugir, deixando Leporello para explicar a Elvira que ela é apenas mais uma de suas muitas conquistas.A cena muda para o casamento de Zerlina e Masetto. Giovanni e Leporello se juntam aos convidados e o sedutor flerta com a noiva, mas Elvira a adverte sobre a reputação do nobre. Anna e Ottavio chegam, e sem saber de sua identidade, pedem ajuda a Giovanni para encontrar o homem que matou o Comendador. Elvira retorna para avisar sobre o caráter de Giovanni, mas ele consegue despistar e convida a todos para seguirem com os festejos em sua casa. A festa começa na casa de Giovanni com todos os convidados do casamento. Anna, Ottavio e Elvira aparecem na casa mascarados e participam da festa. Giovanni leva Zerlina para outra sala para seduzi-la. Ela grita e todos correm para resgatá-la. Giovanni culpa Leporello. Anna, Ottavio e Elvira movem suas máscaras e acusam Giovanni, que consegue escapar novamente.Ato 2 Incorrigível, Giovanni decide agora conquistar a criada de Elvira e troca de roupa com Leporello para cortejá-la.Elvira confunde Leporello com Giovanni. Masetto aparece, armado na companhia de aldeões. Don Giovanni, disfarçado de Leporello, se oferece para ajudá-los. Depois de mandar os camponeses para o lado errado, Giovanni engana Masetto para que lhe dê todas as suas armas e sai rapidamente.Ainda vestido como Giovanni, Leporello é confrontado por Anna, Ottavio, Zerlina e Masetto e em pânico revela sua identidade antes de escapar. Ottavio segue a procura de Giovanni para se vingar.Leporello e Giovanni se encontram no cemitério próximo a estátua do Comendador. Uma voz vinda da estátua recrimina Giovanni e avisa que sua morte é iminente. Leporello se apavora, mas Giovani convida a estátua para um banquete.Elvira aparece e pede a Giovanni que mude de vida, mas é prontamente dispensada pelo sedutor. A estátua do Comendador chega ao banquete e pede a Giovanni que se arrependa. Este recusa o pedido e conduzido pela estátua é consumido pelas chamas do inferno. Os outros aparecem em um epílogo alertando ao público para que todos apredam com o destino de Don Giovanni.O BARBEIRO DE SEVILHA Música: Gioacchino RossiniLibreto: CesareSterbiniRegência:Tobias VolkmannDireção:Pablo MaritanoSolistas:Figaro | Leonardo Neiva Rosina | Luciana Bueno Conde Almaviva | Daniel Umbelino Don Bartolo | Inácio de NonnoDon Basilio | Anderson BarbosaBerta | Magda BellotiFiorello | Ciro D’AraújoOficial | Fábio BelizaroOrquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Breve Histórico:Ópera-bufa em dois atos do compositor italiano Gioacchino Rossini com libreto de CesareSterbini, baseado no primeiro episódio da trilogia de comédias do dramaturgo francês Pierre Beaumarchais sobre a figura do barbeiro Figaro.Considerada a obra de maior sucesso do compositor a ópera teve sua estreia em 1816 no Teatro di Torre Argentina em Roma ainda com o título ?Almaviva, ossia L’Inutile Precauzione? sendo o título definitivo usado pela primeira vez em Bolonha, no mesmo ano.Sua estreia brasileira se deu em julho de 1821 no Teatro São João no Rio de Janeiro. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro O Barbeiro de Sevilha ganhará uma nova produção com concepção cênica de Pablo Maritano. Sinopse:Ato I Amanhece. O Conde Almaviva faz uma serenata diante da janela da jovem Rosina, mesmo desconhecendo o nome da donzela a quem canta. Rosina não lhe responde. O Conde ouve ao longe a voz de um homem a cantar: é o barbeiro Fígaro, seu amigo, que estranha vê-lo longe de casa àquela hora. Almaviva explica ao Fígaro o seu intento de cortejar a "filha do médico" que ali mora (embora Rosina seja tutelada e não filha do médico). Prestativo, Fígaro coloca-se à disposição do conde, para ajudá-lo. Ambos ouvem quando Don Bartolo, o tutor de Rosina, diz que vai sair e que no caso de Don Basílio - o professor de música de Rosina e casamenteiro - chegar, devem fazê-lo esperar até a sua volta. Dom Bartolo sonha casar-se com Rosina. Fígaro propõe ao conde que use um disfarce, para entrar na casa de Rosina. Enquanto isso, o Dr. Bartolo e Basílio discutem uma forma de ficarem livres do conde e chegam à conclusão que o melhor é elaborar um contrato de casamento, já naquele mesmo dia. Fígaro, que ouviu tudo, avisa a Rosina das intenções de Dom Bartolo e informa que o seu primo Lindoro, um estudante está apaixonado por ela - "Lindoro" é, na verdade, o pseudônimo que o conde Almaviva vai usar para aproximar-se de Rosina. Ansiosa, Rosina escreve um bilhete ao conde. Dom Bartolo entra e surpreende o encontro entre o Fígaro e Rosina. Muito desconfiado, Dom Bartolo decide-se por manter Rosina presa em casa. Entra um soldado (que, na verdade, é o conde Almaviva, disfarçado), e desafia Bartolo para uma luta de espadas. Notando que um pedaço de papel está sendo passado a Rosina, Dom Bartolo exige vê-lo. Rosina troca os papéis e o que ela passa a Dom Bartolo é uma lista de roupas para a lavanderia. Dom Bartolo e o "soldado" discutem acaloradamente, enquanto Fígaro tenta apaziguar os ânimos, dizendo que tamanhos berros podem ser ouvidos pela cidade inteira. Entra um verdadeiro policial que, não conseguindo apurar o que está havendo, retira-se. Ato II Dom Bartolo suspeita de que o policial seja um espião mandado pelo conde. Entra um jovem cognominado "Don Alonso" (novamente, o conde disfarçado), avisando que Basílio estava doente e não podia dar aulas a Rosina, por isso, mandava-o em seu lugar. Avisa a Dom Bartolo que alguém, chamado "Conde Almaviva", o está enganando, mostra-lhe a carta de Rosina como prova, e solicita falar a sós com ela. Dom Bartolo consente. Rosina reconhece Lindoro apesar do disfarce e inicia-se a aula de música, enquanto Dom Bartolo descansa. O Fígaro chega logo após a aula, e Dom Bartolo exige explicações. O Fígaro diz que ali estava para fazer a barba a Dom Bartolo. Dom Bartolo entrega as chaves para que o Fígaro vá buscar a navalha e o restante material para a feitura da barba. Às escondidas, o Fígaro subtrai uma das chaves do molho que Dom Bartolo lhe entregou. O professor de música Dom Basilio aparece, para espanto de todos. O Fígaro e o conde (disfarçado) passam a afirmar que Basílio está com escarlatina e deve permanecer em repouso. O conde suborna Basílio que acaba por sair. O Fígaro faz a barba a Dom Bartolo, enquanto o conde e Rosina simulam uma aula de música. O conde combina uma fuga com Rosina. Avisa que o Fígaro já tem a chave da janela e que ambos lá estarão, à meia-noite, para buscá-la. Dom Bartolo ouve a conversa, expulsa o Fígaro e o conde, e procura Don Basílio para avisá-lo de que o tal Dom Alonso que ele mandou para substituí-lo é um farsante. Terminam por deduzir que tanto Dom Alonso quanto Lindoro são disfarces do conde e vão apressar a feitura do contrato de casamento. Dom Bartolo diz a Rosina que Lindoro brinca com seus sentimentos, e para provar o que lhe diz, mostra-lhe a carta em que Lindoro expõe os planos para a sequestrar e a entregar ao conde Almaviva. Para vingar-se Rosina aceita casar com Dom Bartolo. Cai uma chuva torrencial quando o conde e o Fígaro entram no quarto de Rosina. Rosina quer expulsá-los mas o conde logo se identifica e explica-lhe que Lindoro jamais existiu. Chega o juiz de paz para celebrar o casamento de Rosina com o conde. Basilio é forçado a ser testemunha do casamento. Dom Bartolo chega com um policial, para prender o Fígaro e o conde, mas Almaviva identifica-se e Dom Bartolo dá-se finalmente por vencido. O Fígaro, o conde e Rosina comemoram.

Objetivos

Objetivo Geral :O Projeto consiste nas remontagens e apresentações de 02 repertórios de opera que farão parte da Temporada Oficial do TMRJ sendo DON GIOVANNI e O BARBEIRO DE SEVILHA no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, totalizando 12 apresentações. Possibilidade de transmisao ao vivo em plataforma digital.Objetivo Especifico: 06 apresentações da Opera Don Giovanni de Wolfgang Amadeus Mozart; Libreto: Lorenzo da Ponte,Regência: Roberto Tibiriça, Direção: Andre Heller-Lopes, alem de Musicos extras convidados , Coro do Theatro Municipal e Orquestra do Theatro Municipal.06 apresentações da Opera O Barbeiro de Sevilha Música: Gioacchino RossiniLibreto: Cesare Sterbini, Regência: Tobias Volkmann, Direção: Pablo Maritano, alem de Musicos extras convidados , Coro do Theatro Municipal e Orquestra do Theatro Municipal.E como Contrapartida Social, será oferecida palestra com o tema Óperas para estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais, de forma a atender ao disposto no Art. 22 da IN 02/2019.Possibilidade de transmisao ao vivo em plataforma digital, em acao frente a pandemia covid 19. restringindo publico fisico no equipamento cultural.

Justificativa

A realização do presente projeto se justifica pela importância dos serviços que vêm sendo prestados à cultura nacional pelo Theatro Municipal do Rio de Janeiro por meio de sua Temporada de Óperas. A cada ano o publico que visita o Theatro Municipal e participa de sua programação tem aumentado, inclusive em camadas até então pouco atendidas da população. Isso se torna particularmente claro nos inúmeros eventos gratuitos oferecidos e por meio de preços fortemente subsidiados. Além do público direta e indiretamente beneficiado pela atuação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, suas atividades garantem o trabalho de cerca de 300 pessoas aproximadamente, entre 20 e 65 anos, bem como oportunidades para músicos, coralistas, cenógrafos, figurinistas, iluminadores e regentes de diversas regiões do país, atraídos pelas características singulares da casa e pela abertura com que é dirigida. Um de nossos principais objetivos é contribuir para a difusão da cultura clássica no país fazendo dessa arte um instrumento de inclusão social e formação profissional. Nossos preços de ingressos são bastante acessíveis em comparação a outros teatros de igual envergadura, principalmente pela politica de descontos. Por fim, vale ressaltar que as programações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro estão em profunda sintonia com o espírito da Lei Rouanet, seja democratizando o acesso à cultura , fomenta a cultura conforme rege o Artigo 1º da Lei 8.313/91 e Artigo 3 da lei 8.313/91 , seja formando novas plateias, seja instrumentalizando e oportunizando carreiras a jovens artistas. A aprovação deste projeto na lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização.

Estratégia de execução

Os recursos captados com o projeto da Associação dos Amigos são integralmente investidos na Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, não cabendo à nossa Instituição qualquer receita deles oriunda. A renda auferida com a bilheteria dos espetáculos são aplicadas na forma instituída pela Lei 4.320, de 17 de março de 1964 - Estatutos e Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanço da União, dos Estados , dos Municípios e do Distrito Federal - Lei 6.125, de 28 de dezembro de 2011 e Decreto nº. 45.138, de 23 de janeiro de 2015. - Dispõe sobre a execução orçamentária e financeira do exercício de 2016. O Proponente, atraves de seu dirigente Gustavo Martins de Almeida exercera funcao de Direcao geral do projeto, porem sem qualquer remuneração financeira.

Especificação técnica

Não aplicável.

Acessibilidade

Atendendo à legislação pertinente a acessibilidade de conteudo , Faremos a legendagem descritiva atendendo aos termos do Art. 42 da Lei nº 13.146/15 nas formas previstas no inciso V do art. 3º da referida lei.Legendagem gera custo ao projeto em produto principal , R$ 14.000,00 Atendendo à legislação pertinente a acessibilidade de Fisica - O Theatro Municipal, local onde o espetáculo será realizada, atende todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Possibilidade de transmisao ao vivo em plataforma digital. Acao adotada caso persista restricoes frente combate a pandemia covid19.

Democratização do acesso

Atendendo as regras previstas nos artigos 17 e 22 da Instrução Normativa: - Será contratado 01 estagiário que atuara em qualquer setor do theatro municipal que receberá uma ajuda de custo mensal. - Doação de uma cota de 10% de convites para o projeto social (alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, etc). Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização. Objetivos 1 - Possibilitar o acesso de estudantes a espetáculos de grande porte e qualidade; 2 - Promover a formação de plateias; 3 - Ampliar as perspectivas culturais e artísticas dos alunos, incentivando a formação de uma mentalidade crítica, ética e fundamental ao exercício da cidadania. 4 - Criar um espaço de relação entre instituições educacionais e espaços culturais; Atendendo à legislação pertinente a acessibilidade de conteudo nas palestras, faremos a transmisao em Libras. conforme Art 22 In/19 Possibilidade de transmisao ao vivo em plataforma digital. Acao adotada caso persista restricoes frente combate a pandemia covid19. Desta forma, disponibilizariamos cotas de acessos atendendo a democratizacao de acesso.

Ficha técnica

Para OPERA DON GIOVANNIANDRÉ HELLER-LOPES – DIRETORDono de uma trajetória impar no Brasil, é um dos nomes mais respeitados da ópera na America Latina. ganhou por três vezes consecutivas o Prêmio Carlos Gomes. Professor da UFRJ, é PhD pelo Kings College London. Por trabalhos como o ?Anel Brasileiro? para o Theatro Municipal de São Paulo, foi destacado pela revista Época como um dos ?100 Brasileiros mais in uentes de 2012?. Diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2017), Coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio de Janeiro (2003 e 2008), Coordenador de Elencos para a OSB (2013) e, em Portugal, comandou o ?Programa de Jovens Intérpretes? no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa (2009 e 2011). Divulgador da ópera e de novos talentos no Brasil, dedica-se especialmente à levar a ópera para novos públicos e dar aceso à cultura. Especializou-se na Royal Opera House de Londres, na Ópera de São Francisco e o Metropolitan Opera de NY. Elogiado pela revista alemã Opernwelt, seu Tristão e Isolda em Manaus, foi de nido como ?um padrão de qualidade operística inédita em nosso país? (O Estado de São Paulo). A Revista Concerto o considerou ?um dos mais aclamados diretores de ópera do país?, enquanto que A Folha de São Paulo o descreveu como "nome forte da ópera no Brasil.? Dirigiu óperas e concertos por todo Brasil (Rio, São Paulo, Minas, Amazonas etc), Portugal, Estados Unidos, Áustria, Inglaterra, Malásia, Alemanha, França, Argentina ou Uruguai. Em 2013 revista internacional Opera, do Reino Unido, dedicou um per l de 9 páginas ao seu trabalho.Dirigiu e produziu importantes trabalhos: Salomé, Nabucco, A Valquiria,O Diário do Desaparecido, Savitri, Don Pasquale e Idomeneo(Theatro Municipal do Rio e CCBB-RJ), Die Walküre e Götterdämmerung,La Fille du Régiment, Falstaff, Samson et Dalila, Der Rosenkavalier, Adriana Lecouvreur e Andrea Chenier (Theatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro e OSESP), Hansel e Gretel, Trouble in Tathiti, A Bela Adormecida, Nabucco (Lisboa); Tosca eEugene Oneguin (Salzburgo); Manon Lescaut, Rigoletto, Jenufae Don Pasquale (Buenos Aires;) Tristan und Isolde e Médee em Manaus; Macbeth e Ariadne auf Naxos em Montevideo; Rigoletto eLucia di Lammermoor (Belo Horizonte). No Rio de Janeiro, no Parque Lage, encenou ao ar livre e com entrada franca A Midsummer’s Night Dream ? espetáculo patrocinado pelo prêmio internacional Britten 100 Award e pelo British Council ? que acabou indicado para o Opera Awards de 2014, o ?oscar da ópera?. Dentre seus projetos recentes e futuros no Brasil destacam-se Jenufae Tosca no TMRJ, A Flauta Mágica e Turandot no Theatro Municipal de São Paulo, Fausto no Festival Amazonas de Ópera, Trouble in Tahiti de Bernstein com a Filarmônica de Minas, a estreia brasileira de Katya Kabanová e O Caso Makropulos de Janacek. No exterior, La Finta Giardineira e Don Giovanni de Mozart na Polônia, Aida de Verdi na Alemanha e Faust no Chile.ROBERTO TIBIRIÇA – REGENTERoberto Tibiriçá é natural de São Paulo. Já recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem teve a oportunidade de trabalhar durante 18 anos, depois de ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da OSESP em duas edições seguidas.Ocupou o cargo de Regente Assistente no Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa/Portugal) e, em 1994, tornou-se Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre 2000 e 2004, foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica e, entre 2005 e 2011, Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli (SP). Em 2010 assumiu como Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, onde permaneceu até 2013. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e da Orquestra Sinfônica do SODRE, Montevidéu (Uruguai).No Rio de Janeiro foi eleito pela crítica como o Músico do Ano de 1995 e recebeu nesse Estado o Prêmio ?Estácio de Sá?, por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Participou do Festival Martha Argerich, em Buenos Aires, por duas vezes, a convite da própria artista, em 2001 e 2004. Já há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar.Recebeu em 2010 e 2011 o XIII e XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico (por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli). Recebeu, ainda em 2011, a ?Ordem do Ipiranga? (a mais alta honraria do Estado de São Paulo), a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek (outorgada pelo Governo de Minas Gerais) e o Prêmio APCA (Associação dos Críticos Musicais de São Paulo) como Melhor Regente (por seu trabalho com a Sinfônica Heliópolis e com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais). Ocupa a Cadeira Nº 5 da Academia Brasileira de Música e, em 11 de maio de 2018, tomou posse como Membro Honorário da Academia Nacional de Música, RJ. LEONARDO NEIVA– BARÍTONOConvidado frequente das mais importantes orquestras e teatros do país, Leonardo Neiva vem se destacando nos últimos anos como o mais importante barítono brasileiro de sua geração. Uma voz "quente, ensolarada e incandescente" , como descreveu a importante revista alemã Opernwelt após assisti-lo em 2011, em Tristan und Isolde de Wagner. Natural de Brasília, estudou com Francisco Frias na Escola de Música de Brasília e UnB antes de aprimorar-se Itália com Rita Patané e Ernesto Paláci na Italia. Desde sua estréia profissional aos 23 anos, vem colecionando elogios de publico e critica, venceu o concurso internacional de canto Bidu Sayão e desde então é reconhecido como um artista versátil e de grande desenvoltura cênica, capaz de interpretar um vasto repertório. Depois de protagonizar o musical Lês Miserables no Brasil e no México, recebeu em 2009 o XII Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor masculino por sua interpretação nas óperas ?Sansom et Dalila? (Grand Prêtre), ?Dido and Aeneas? (Aeneas) e no poema sinfônico ?Kullervo? de Jean Sibelius; em 2013 obteve muito sucesso com musical Ça Ira do astro do rock Roger Waters. Dentre seus principais trabalhos estão Falstaff (Ford), na OSESP, Les Pecheurs dês Perles (Zurga), I Pagliacci (Silvio) e Thais (Athanael) no Teatro Municipal de Santiago do Chile, ?l Barbieri di Siviglia? (Figaro) na estréia da Cia. Brasileira de Ópera, Wozzeck e Carmina Burana" para o Teatro São Carlos de Lisboa, de ?Dialogues dês Carmelites? (Marquis de La Force) e Tristan und Isolde (Kunwernal) e Hänsel und Gretel (Vater) no Festival Amazonas de Opera, Ariadne auf Naxos (Musikleher), Götterdämmerung (Gunther) e o papel titulo de Don Giovanni para o Municipal de São Paulo,?La Bohéme? no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Roméo et juliette (Mercutio) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou, em 2013, da estréia brasileira de A midsummer night's dream de Britten, criado o papel de Bottom com grande sucesso. Recentemente, estreou na França na ópera Rienzi, de Wagner no Teatro Capitole de Toulouse, sob direção do veterano Jorge Lavelli, espetáculo lançado internacionalmente em DVD pelo selo OPUS ARTE. Recentemente gravou junto a OSESP a Sinfonia No 10 -?Ameríndia? de Villa-Lobos sob regência de Isaac Karabtchevsky. É especialista em Teatro Musical, ministra aulas de canto e interpretação no Sesi – Vila Lepoldina. Em 2018, foi protagonista no musical O Fantasma da Ópera. HOMERO VELHO – BARÍTONOO barítono Homero Velho dedica-se ao canto lírico desde os 18 anos. Estudou nos EUA, onde participou de diversos festivais de ópera, interpretando papéis principais como The Ghosts of Versailles (Corigliano) e Don Giovanni (Mozart). Foi ainda artista residente da National Opera Company. De volta ao Brasil, Homero rapidamente se estabeleceu como um dos artistas mais requisitados da cena lírica nacional. Sua lista de estreias mundiais é extensa em obras como O Caixeiro da Taverna (G. Bernstein), A Tempestade (R. Miranda), Olga (J. Antunes), O Pescador e sua Alma (M. Lucas), Piedade e Kawah Ijen (J. G. Ripper). Grande intérprete de óperas do século XX, Homero foi Nick Shadow em The Rake’s Progress, de Stravinsky, e teve imenso sucesso de crítica e público no papel de Bottom em A Midsummer Night’s Dream, de Britten, no Teatro São Pedro em São Paulo. Fora do Brasil, o barítono cantou Dr. Malatesta (Don Pasquale, Donizetti), na Ópera de Colômbia e Buenos Aires Lírica. Em Montevideo foi Belcore em L’Elisir d’Amore e Figaro em Il Barbiere di Siviglia . Cantou no Michigan Opera Theatre, em Detroit, o papel de Escamillo (Carmen, Bizet), e fez a estreia europeia de Pedro Malazarte (Guarnieri), no Festival Feldkirch, na Áustria. Homero Velho é também professor de canto na UFRJ.LUDMILLA BAUERFELDT – SOPRANONatural do Rio de Janeiro formou-se atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena em 2005. No mesmo ano começou a estudar técnica vocal no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em canto pela UNIRIO na classe da professora Carol Mcdavit. No Concurso ?Vozes do Brasil? do Theatro Municipal do Rio de Janeiroem 2010, obteve os prêmios de Primeiro Lugar e Prêmio do Público, regida por Silvio Viegas. Em 2011no 9oConcurso Internacional de Canto Bidu Sayão, conquistou o Primeiro Prêmio Feminino, em Belo Horizonte. No mesmo ano, integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro All Scala em Milão, Itália, com masterclasses de canto, interpretação, partitura, direção cênica, italiano e dança. Mirella Freni, Renato Bruson, Luciana Serra, Luciana D’Intino, Vincenzo Scalera, foram seus professores e mentores. No período de 2011 a 14 se apresentou em vários teatros da Europa e EUA, tais como: Teatro de Ópera de Avignon (França), Fundação Theocharakis em Atenas (Grécia), Teatro Krisanke e Ljubliana (Eslovênia), Harris Theatre, Chicago e Strathmore Hall, Washington DC (EUA). No Teatro Alla Scala, estreou na ópera Don Pasquale (Norina), de Donizetti em 2012, sob a regência de Enrique Mazzola e, na temporada 2013, estreou em La Scala di Seta (Giulia), de Rossini, sob a regência de Christophe Rousset. Na 2a edição do Prêmio Etta Limiti – Ópera, em Milão, conquistou o Primeiro Lugar. Na 38a edição do Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia, foi premiada com o Primeiro Lugar Feminino. Retornou ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro como Norina na ópera Don Pasquale, de Donizetti, regência Silvio Viegas e direção cênica de André Heller-Lopes, com grande sucesso de público e crítica.MARINA CONSIDERA – SOPRANOMarina Considera é Mestra pela UFRJ e formada em Bacharel em Canto pela UNIRIO. Sua estreia profissional se deu em 2006 na Ópera ?A Carta?, sob regência de Henrique Morelembaum. Entre 2007 e 2010, foi integrante do Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecília, sob orientação de Renata Scotto, Anna Vandi e Cesare Scarton. Durante sua estadia em Roma, cantou no Auditorium parco della Musica, na Fundação Tito Gobbi e no Teatro Stabile di Abruzzo. Em 2012, nos Concertos FINEP- Rádio MEC, protagonizou ?Norma? de Bellini, ?Maria Tudor?, de Gomes, e ?La Forza Del Destino?, de Verdi. Com a OSB – O&R, estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, recebendo elogios da Critica especializada: ?a soprano Marina Considera, intérprete expressiva da Casta Diva, é um grande valor!?(Luiz Paulo Horta-O Globo). Em 2013, foi Rossweisse na ópera A Valquíria no TMRJ, e Rosália, na Ópera Jupyra, no TMSP. No ano de 2014, participou como solista na 9ª Sinfonia de Beethoven na Sala São Paulo; solou a Quarta Sinfonia de Mahler sob regência de John Neschling no TMSP, e foi o soprano solista em um concerto em homenagem a Carlos Gomes, em Campos de Jordão, sob regência de Luiz Malheiro. Foi protagonista na ópera Tosca em Porto Alegre, e na Opera I Pagliacci no TMSP. Em 2015, protagonizou Suor Angelica, no Festival da Music Academy International, em Trentino (Itália), regência de Elaine Rinaldi, e interpretou, com grande sucesso, a Condessa em As Bodas de Fígaro, regência de T. Volkmann, no TMRJ. Em 2016 foi a Musetta em La Bohème, sob regência de Eduardo Strausser, no TMRJ e Ceci em Il Guarany no Palácio das Artes, sob direção de Silvio Viegas. Em 2017, foi Donna Anna no Theatro da Paz sob regência de Silvio Viegas e direção de Mauro Wrona. Em 2018, solou com grande sucesso o Stabat Mater de Rossini, a frente da OSB e foi novamente Donna Anna sob regência de Claudio Cruz e direção de Mauro Wrona. Em 2019, foi solista em Egmont de Beethoven com a ORTHESP e regência de Cláudio Cruz, e foi Giulietta em Os Contos de Hoffmann sob regência de Priscila Bonfim. Seus próprios compromissos incluem Tatiana em Eugene Onegin de Tchaikovsky. Desde 2015, é orientada pelo renomado soprano Eliane Coelho.SOPHIA DORNELLAS – SOPRANODe família de cantores, Sophia Dornellas iniciou sua vida na música muito cedo. Se formou em teatro pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras em 2015 e atualmente é aluna de canto da Escola de Música da UFRJ.Interpretou Adina em 2019 na ópera ?O Elixir do Amor? de Gaetano Donizetti onde foi regida pelo maestro Silvio Viegas e dirigida por Menelick de Carvalho (UFRJ).Também em 2019 interpretou Lauretta em ?Gianni Schicchi? junto a orquestra da Unirio, regida pelo maestro Guilherme Bernstein.Atualmente, se prepara para estrear como Fanny, na ópera ?La Cambiale di Matrimonio?de G. Rossini, também com a orquestra da UFRJ.Acompanhada por piano, interpretou as personagens Susanna de ?As Bodas de Fígaro?(2018) e Zerlina de ?Don Giovanni? (2019) no Ópera Estúdio do Estúdio VOCE e Despina de ?Così Fan Tutte? (2020) no Ópera Estúdio do Ártemis – Espaço da Voz. Desde 2014 é orientada pelo soprano Marina Considera.FERNANDO PORTARI – TENOR Fernando Portari é um artista que ao longo do tempo aliou a arte de seu canto à força de sua voz para tornar-se intérprete dos mais variados gêneros musicais. Fernando cantou no Teatro Alla Scala de Milão interpretando Fausto e Romeo de Charles Gounod assim como ao lado da soprano Anna Netrebko na ópera Manon na StaatsOper de Berlin sob a direção do maestro Daniel Barenboim .Há 30 anos participa das temporadas do Teatro Municipal de São Paulo, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Comunale de Bologna, Teatro Liceu de Barcelona, São Carlos de Lisboa, Ópera de Roma, a Ópera de Colonia, o Ópera de Helsinki, Ópera de Moscou, Ópera de Genebra, Maestranza em Sevilha, Ópera Nacional de Varsovia, Deutsche e Komische Oper em Berlin, Palm Beach na Florida, Teatro La Fenice em Veneza, Massimo de Palermo e Bellini de Catania, interpretando papéis do grande repertório.No Brasil construiu uma carreira versátil abrangendo um repertório vasto criando uma relação de grande amizade e carinho com o público que pode vê-lo cantar ao longo do tempo personagens célebres como Alfredo em La Traviata , Rodolfo em La Bohéme, Cavaradossi na Tosca , Pollione em Norma, Duque de Mantua em Rigoletto , Don José na Carmen, Nemorino em O Elixir do Amor, Nadir em Os Pescadores de Pérolas, Turiddu em Cavalleria Rusticana, Werther e Des Grieux de Massenet, Romeo de Gounod, Conde de Almaviva em O Barbeiro de Sevilha, Pelleas. Em Pelléas et Melisande, Lensky em Eugen Onegin de Tchaikovsky. Hoffman em Os Contos de Hoffman, Wiiliam Rattcliff em The Fall of the House of Usher de Phillip Glass, Idomeneo de Mozart, Pinkerton em Madame Buter?y, Don Ottavio em Don Giovanni , Tamino na Flauta Mágica ,Eisenstein em O Morcego, Tom Rake em The Rake’s Progress e Edipus Rex de Stravinsky, Tony em West Side Story, Candide, Walter em Tannhauser, Ernesto em Don Pasquale, Mozart em Mozart e Salieri de Rimsky Korsakov, nas óperas do gênio brasileiro Carlos Gomes e ainda nas estreias mundiais de A Tempestade de Ronaldo Miranda e Olga de Jorge Antunes. Como concertista, realizou os solos das mais importantes obras do repertório: Réquiem de Mozart e suas missas, Réquiem de Verdi, Nona Sinfonia e Missa Solemnis de Beethoven, O Messias de Haendel, a Criação de Haydn, Lobgesang de Mendelsohn, cantatas e oratórios de Bach, e recitais dedicados à canção brasileira e ao grande repertório.MURILO NEVES – BAIXOBacharel em Canto Lírico pela UFRJ, estudou com Ilza Corrêa no RJ e Rita Patanè em Milão. Seus trabalhos mais destacados incluem Raimondo em Lucia di Lamermoorno Festival Amazonas de Ópera, Pistola em Falstaff no Teatro Solís em Montevideo e Peter Quince em A Midsummer Night’s Dreamno Parque Lage/RJ. Apresentou-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Colline em La Bohème, Angelotti em Tosca, Il Frate em Colombo, entre outros), Theatro Municipal de São Paulo (Colline em La Bohème, Il Doge di Venezia em Fosca), Teatro São Pedro/SP (Le Bailli em Werther) e Palácio das Artes em Belo Horizonte (Raimondo em Lucia di Lammermoor, Roucher em Andrea Chénier). Participou de diversas edições do Festival Amazonas de Ópera, como Polyphemus em Acis and Galatea, Zuniga em Carmen, Samuel em Un Ballo in Maschera, Harasta em A raposinha Astuta, entre outros. Com a OSB Ópera e Repertório atuou como Trulove em The Rake’s Progresse Trouffaldino em Ariadne auf Naxosno TMRJ, e Adraste em Renaudna Sala Cecília MeirelesPABLO MARITANO – DIRETORNasceu em 1976, em Buenos Aires (Argentina). Estudou na Escuella Superior de Bellas Artes Ernesto de La Córcova e Instituto Superior de Arte do Teatro Colón em que é professor. Tem grande reconhecimento por suas montagens de clássicos dos séculos XVII e XVIII e pelo repertório contemporâneo. Recebeu numerosos reconhecimentos e prêmios na Argentina, América do Sul e Europa. Assinou mais de cinquenta produções, entre as quais destacam-se as estreias sul-americanas de Die Soldaten (Zimmermann) para o teatro Colón, Platée (Rameau) para Chile e Argentina, uma nova produção de Die Entführung aus dem Serail (Mozart), montagem que inclui a revisão da dramaturgia original, L’Italiana in Algeri (Rossini), uma versão multimedia de Madama Butterly, uma revisão de La Malade Imaginaire (Molière/Charpentier/Lully), uma versão film-noirde Faust (Gounod), Rigoletto (Verdi), Carmen, Otello (Verdi), e La Ciudad Ausente (Gandini), importante evento na ópera contemporânea argentina. No Palácio das Artes, já assinou Romeo et Juliette, Norma, Der Fliegende Holländer e O Elixir do Amor. Seus futuros compromissos incluem Buenos Aires, Santiago (Chile), Tenerife (Espanha), Bologna e Padova (Itália), Basel (Suíça) e Tbilisi (Geórgia). TOBIAS VOLKMANN – REGENTEVencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes. Desde 2016 na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando- se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Filarmônica de Pilsen, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo - Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018. A produção de As Bodas de Fígaro e a Missa Solemnis de Beethoven também experimentaram grande sucesso, sendo incluídas pela imprensa carioca na seleção dos melhores espetáculos em 2015 e 2016. No balé, desenvolveu especial identificação com a companhia do TMRJ em espetáculos como La bayadère, Coppelia, Sheherazade, Sétima Sinfonia de Beethoven por Uwe Scholz e Trilogia Amazônica, balé concebido a partir de obras de Heitor Villa-Lobos. Com a Orquestra Sinfônica Nacional trabalhou principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo. Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil. Completa o amplo espectro de sua atuação artística o acompanhamento de filmes mudos, seja com trilhas originais ou contemporâneas. Sucessos de público e crítica neste campo foram Metropolis de Fritz Lang/Gottfried Huppertz, O Garoto, de Charles Chaplin e Nosferatu de Friedrich Murnau/Pierre Oser. Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti. Possui cidadania alemã e brasileira, sendo fluente em português, alemão, inglês, espanhol e italiano. LEONARDO NEIVA - BARÍTONOConvidado frequente das mais importantes orquestras e teatros do país, Leonardo Neiva vem se destacando nos últimos anos como o mais importante barítono brasileiro de sua geração. Uma voz "quente, ensolarada e incandescente" , como descreveu a importante revista alemã Opernwelt após assisti-lo em 2011, em Tristan und Isolde de Wagner. Natural de Brasília, estudou com Francisco Frias na Escola de Música de Brasília e UnB antes de aprimorar-se Itália com Rita Patané e Ernesto Paláci na Italia. Desde sua estréia profissional aos 23 anos, vem colecionando elogios de publico e critica, venceu o concurso internacional de canto Bidu Sayão e desde então é reconhecido como um artista versátil e de grande desenvoltura cênica, capaz de interpretar um vasto repertório. Depois de protagonizar o musical Lês Miserables no Brasil e no México, recebeu em 2009 o XII Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor masculino por sua interpretação nas óperas ?Sansom et Dalila? (Grand Prêtre), ?Dido and Aeneas? (Aeneas) e no poema sinfônico ?Kullervo? de Jean Sibelius; em 2013 obteve muito sucesso com musical Ça Ira do astro do rock Roger Waters. Dentre seus principais trabalhos estão Falstaff (Ford), na OSESP, Les Pecheurs dês Perles (Zurga), I Pagliacci (Silvio) e Thais (Athanael) no Teatro Municipal de Santiago do Chile, ?l Barbieri di Siviglia? (Figaro) na estréia da Cia. Brasileira de Ópera, Wozzeck e Carmina Burana" para o Teatro São Carlos de Lisboa, de ?Dialogues dês Carmelites? (Marquis de La Force) e Tristan und Isolde (Kunwernal) e Hänsel und Gretel (Vater) no Festival Amazonas de Opera, Ariadne auf Naxos (Musikleher), Götterdämmerung (Gunther) e o papel titulo de Don Giovanni para o Municipal de São Paulo,?La Bohéme? no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Roméo et juliette (Mercutio) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou, em 2013, da estréia brasileira de A midsummer night's dream de Britten, criado o papel de Bottom com grande sucesso. Recentemente, estreou na França na ópera Rienzi, de Wagner no Teatro Capitole de Toulouse, sob direção do veterano Jorge Lavelli, espetáculo lançado internacionalmente em DVD pelo selo OPUS ARTE. Recentemente gravou junto a OSESP a Sinfonia No 10 -?Ameríndia? de Villa-Lobos sob regência de Isaac Karabtchevsky. É especialista em Teatro Musical, ministra aulas de canto e interpretação no Sesi – Vila Lepoldina. Em 2018, foi protagonista no musical O Fantasma da Ópera. LUCIANA BUENO – MEZZO SOPRANOLuciana chamou a atenção do público quando venceu o tradicional concurso Jovens Solistas, promovido pela OSESP, cantando sob regência do maestro Eleazar de Carvalho. Atuou nas óperas Don Giovanni (Donna Elvira), Il Barbiere di Siviglia (Rosina) sob direção de Enzo Dara, O Mikado (Katisha), João e Maria de Humperdinck (João), Os Contos de Hoffmann (Giulietta), Falstaff (Meg Page), Cavalleria Rusticana (Lola), Otello de Rossini (Emilia), A Danação de Fausto (Marguerite), I Capuleti ed I Montecchi (Romeo), La Cenerentola (Cenerentola), Lady Macbeth de Mtzenski (Aksinya), Magdalena, de Villa-Lobos (Teresa), O Menino e os Sortilégios, de Ravel (Mãe, Xícara Chinesa e Libélula) e The Turn of the Screw, de Britten (Miss Jessel). Participou das estreias mundiais das óperas brasileiras O Cientista, de Silvio Barbato, (Mulher), Poranduba, de Edmundo Villani-Cortes (Mãe) no XI Festival Amazonas de Ópera, e O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda, (Mãe) no Theatro São Pedro, em São Paulo. Apresentou-se na Royal Opera Canadá como Suzuki em Madame Butterfly. Seu repertório sinfônico inclui participações como solista no Gloria (Vivaldi), Missa em Dó Menor (Mozart), Messias (Häendel), Requiem (Verdi), Missa em Dó Maior e Nona Sinfonia (Beethoven), Lobgesang (Mendelssohn), Sete Canções Populares (Manuel de Falla), além de recitais que incluem música brasileira e barroca. Reconhecida e requisitada intérprete de Carmen (Bizet), apresentou-se em montagens no Teatro Alfa, Teatro Amazonas, Palácio das Artes, Theatro São Pedro, Teatro Guaíra, Theatro Municipal de São Paulo e Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2010 estreou em Teatro Musical como Lady Thiang na peça O Rei e Eu sob direção de Jorge Takla. Apresenta-se regularmente como protagonista de ópera ou solista em concertos nas principais casas de concerto e teatros do Brasil. Luciana Bueno foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro (Itália), tendo estudado repertório operístico com Abel Rocha e Vânia Pajares. Atualmente desenvolve seu repertório com Ricardo Ballestero.DANIEL UMBELINO – TENORDaniel Umbelino, considerado uma das grandes revelações líricas jovens do Brasil nos últimos anos, foi aluno da Accademia Rossiniana em Pesaro, estudando com Ernesto Palacio e Juan Diego Florez, e sucesso de crítica por seu Belfiore em ?Il Viaggio a Reims? no Rossini Opera Festival 2019. é o vencedor do Primeiro Prêmio Masculino e Prêmio Personagem Alfredo Germont no 15º Concurso Maria Callas 2016.Tem em seu repertório papéis como Rinuccio em ?Gianni Schicchi?, Tamino em ?Die Zauberflöte?, Alfredo em ?La Traviata?, Romeo em ?Romeo et Juliette? e Lysander em ?Midsummer Nights Dream? de Britten.Foi protagonista na estreia mundial de ?O Espelho? de Jorge Antunes e ?Tres Sombreros de Copa? de Ricardo Llorca. Participou das estreias brasileiras de ?The Brothers Grimm? de Dean Burry e ?Where the Wild Things Are? de Oliver Knussen.Foi solista convidado no 19º e 21° Festival Amazonas de Ópera cantando L?Abate em ?Adriana Lecouvreur? de Cilea e Gandung na estreia de ?Kawah Ijen? de João Guilherme Ripper. Fez a estreia brasileira do ciclo orquestral ?Our Hunting Fathers? de Britten, sob regência de Luiz Fernando Malheiro junto à orquestra do Theatro São Pedro.Daniel cantou sob regência de Luiz Fernando Malheiro, Nikolas Nägele, Silvio Viegas, Peter Van Heyghen, Alexis Soriano etc e sob direção cênica de Gustavo Tambascio, Davide Garattini, Bruno BergerGorski, Jorge Takla e André Heller-Lopes.Tem atuação destacada no repertório de câmara com os ciclos de Schubert, Schumann e Brahms, e em especial, os ciclos ?Die Schöne Müllerin? e ?Dichterliebe?.Daniel formou-se na Escola de Música de São Paulo sob orientação do soprano Laura de Souza. Na Escola de Música do Estado de São Paulo EMESP, frequentou o Ópera Estúdio sob orientação de Mauro Wrona e Canto Barroco sob orientação de Luís Otavio Santos. Também estudou interpretação barroca com Nicolau de Figueiredo. Foi aluno da academia de ópera do Theatro São Pedro sob orientação de André dos Santos e participou de masterclass com Mariela Devia, Giuseppe Sabatini, Fernando Portari, Eliane Coelho e Ricardo Tamura.INÁCIO DE NONNO – BARÍTONODoutor em Música pela UNICAMP, onde concluiu tese baseada na obra vocal de César Guerra-Peixe. Mestre – suma cum laude pela UFRJ, é professor nas classes de Canto da Escola de Música da UFRJ. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro, do repertório de Inácio De Nonno constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas especificamente para ele compostas. Tem participação em 26 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material colonial pesquisado em Irmandades de Minas Gerais, até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de Carlos Gomes, onde Inácio De Nonno interpreta o papel título, ganhou o prêmio da APCA e o prêmio Sharp de 1998. Seu repertório enfatiza ainda, a música antiga, o lied alemão, com destaque para os ciclos de canções de Schubert, a canção francesa, onde aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc. E a ópera, em que conta hoje com 38 papéis efetivamente apresentados em público. ANDERSON BARBOSA - BAIXOFormado pela academia de ópera do Theatro São Pedro foi orientado por André dos Santos. Estudou Canto com os professores Walter Chamun e Francisco Campos. Sua formação incluem nomes como: Nicolau de Figueiredo, Eliane Coelho (BRA), Martin Hummel (ALE), Marco Boemi, Katia Ricciarelli, Manuela Custer (IT), Felicity Lott (UK), Gregory Reinhart, Brian Zeger (EUA), Maciej Pikulski (PL) e Gino Quilico (CAN).Sob a regência de André dos Santos, Luiz Fernando Malheiro, Alex Klein, Silvio Viegas, Claúdio Cruz e Catherine Larsen-Maguire interpretou Sarastro, Superintendent Budd, Landgrave e Colline. Citado na revista italiana L’opera, pela beleza musical e interpretativa de Hermann Landgrave em Tannhäuser. Apresentou-se em importantes teatros brasileiros: Theatro São Pedro, Teatro Amazonas, Theatro da Paz, Teatro Municipal de Santo André e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Já trabalhou com importantes diretores de ópera, tais como Carlos Harmuch, Caetano Vilela e Mauro Wrona.Premiado no Concurso Maria Callas 2017 e aprovado no Berlin Opera Academy. Semifinalista em dois concursos na Europa, sendo eles: Paris Opera Competition (França) e Concurso Opera de Tenerife (Espanha).

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.

Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro