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PRONAC 201454Apresentou prestação de contasMecenato

PLAYMODE

N Mais Produo Cultural Ltda
Solicitado
R$ 4,12 mi
Aprovado
R$ 4,12 mi
Captado
R$ 3,71 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
30822936000169BB GESTAO DE RECURSOS - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 3,71 mi

Eficiência de captação

90.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-10
Término

Resumo

A exposição Playmode propõe uma reflexão sobre estes aspetos e sobre o período de ludificação que as sociedades contemporâneas atravessam, reunindo o trabalho de vários artistas que adotam o tema explorando novos modos de ver, de participar e de transformar o mundo, usando o jogo de forma crítica. A Presente proposta visa ser itinerante e adaptar a exposição PLAYMODE para 4 cidades. Dentro deste contexto, o projeto realizará palestras e/ou workshops gratuitos ministrados por artistas, convidados ou curadores. Além da exposição com acesso gratuito, o projeto contará com a publicação e disponibilização gratuita de catálogo bilingue da exposição. Como contrapartida social, o projeto desenvolverá um trabalho educativo para atender grupos de estudantes e professores através de visitas guiadas previamente agendadas. O projeto tambem conta com a seleção e formação de educadores/mediadores que são capacitados para atender grupos de estudantes e professores como também ao público em geral.

Sinopse

A exposição Playmode propõe uma reflexão sobre estes aspetos e sobre o período de ludificação que as sociedades contemporâneas atravessam, reunindo o trabalho de vários artistas que adotam o tema explorando novos modos de ver, de participar e de transformar o mundo, usando o jogo de forma crítica. A Presente proposta visa ser itinerante e adaptar esta exposição, que foi realizada em 2019 em Lisboa no MAAT, para as cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Dentro deste contexto, o projeto realizará:1. Exposição com acesso gratuito, nas cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte2. Palestras e/ou workshops gratuitos ministrados por artistas, convidados ou curadores. 3. Publicação e disponibilização gratuita de catálogo bilingue da exposição. 4. Como contrapartida social, o projeto desenvolverá um trabalho educativo para atender grupos de estudantes e professores através de visitas guiadas previamente agendadas. O projeto tambem conta com a seleção e formação de educadores/mediadores que são capacitados para atender grupos de estudantes e professores como também ao público em geral.Se destina ao público infantil, jovem e adultos.Artistas participantes Sugeridos: The Pixel Hunt, Pippin Barr, Aram Bartholl, /////////fur//// art entertainment interface, Gabriel Orozco, Priscila Fernandes, !Mediengruppe Bitnik, Mary Flanagan, Harun Farocki, Molleindustria, Bill Viola and USC Game Innovation Lab, Samuel Bianchini, Eva and Franco Mattes, Lucas Pope, Joseph DeLappe, Brent Watanabe, Filipe Vilas-Boas, Shimabuku, Auriea Harvey & Michaël Samyn, Tale of Tales, David Shrigley, Isamu Noguchi, Miltos Manetas, David OReilly, Brad Downey, Dunne & Raby with Michael Anastassiades.O número de obras que serão expostas deve variar de acordo com o espaço expositivo e limitações arquitetônicas do espaço.A escolha dos trabalhos será realizada pela equipe de curadoria, a partir da agenda e disponibilidade de cada artista. A participação das obras listadas neste projeto depende da agenda da obra e do artista. O número de obras deve variar conforme o local e suas limitações arquitetônicas.A lista de obras sugeridas a seguir dependerá e será validada:1. De acordo com a verba aprovada e captada.2. Adequação das obras ao local expositivo3. Disponibilidade de agenda da obra e artista Anexo segue carta de anuencia de atistas sugeridos.

Objetivos

Desde muito cedo, artistas compreendem o poder de transformação do jogo, integrando-o nas suas obras com propósitos distintos _ evasão à realidade, construção e transformação social, subversão ou crítica dos próprios mecanismos de brincadeira e jogo. A exposição Playmode visa reflectir sobre o papel da brincadeira e do jogo em diferentes práticas artísticas assim como questiona a influência destes na sociedade, com um foco especial no processo de ludificação da mesma. Esta reflexão se manifestará através de três linhas orientadoras distintas na apresentação das obras. A primeira linha expositiva, modo de desconstruir, de modificar e de especular, remete-nos para obras que utilizam uma táctica de détourne­ment / hacking das mecânicas e códigos simbólicos de jogos tradicionais e digitais para produ­zirem discursos e visões alternativas. Serão expostos trabalhos de artistas como, por exemplo, Gabriel Orozco, Mary Flanagan ou o colectivo /////////fur//// art entertainment interface, para citar apenas alguns, que utilizam em muitas das suas obras a linguagem de jogos populares, descontextualizando-os e atribuindo-lhes desta forma novos significados. A segunda linha expositiva, modo de transformar, de sonhar e de trabalhar, remete-nos para obras ou situações lúdicas sem referente que propõem uma leitura crítica da sociedade contemporânea na era da globalização através do jogo e da brincadeira. O trabalho de Brad Downey, Priscila Fernandes ou Eva e Franco Mattes, para citar apenas alguns exemplos, propõem experiências que colocam o jogador numa dupla posição de divertimento e de reflexão sobre a tensão entre o mundo digital e o mundo físico. Finalmente, uma terceira linha, Modo de participar e de mudar, que se define pela abordagem de temas que nos remetem para alguns problemas emergentes contemporâneos como, por exemplo, o problema do envelhecimento da população, da burocracia, dos pequenos poderes, da crise dos migrantes, da escravatura, entre outros, e que se explicita através da participação de artistas que exploram estes assuntos, a saber, os colectivos, Tale of Tales (Auriea Harvey & Michaël Samyn) e Molleindustria. Objetivo Geral Mais de trinta anos após a revolução digital, com um design inovador e inclusivo, a exposição Playmode visa promover uma literacia crítica da sociedade contemporânea e dos seus meios digitais através de quatro conceitos base: participação, interação, brincadeira e jogo. Neste contexto, através da utilização de jogos digitais em conjunto com obras de arte contemporânea, promove-se uma reflexão sobre a cultura lúdica da atualidade, fomentam-se relações intergeracionais e geram-se análises críticas sobre temas emergentes na era da globalização. Neste contexto, resgatam-se processos e objetos artesanais colocando-os em diálogo com ambientes tecnológicos emergentes potenciando-se assim um debate sobre temas da contemporaneidade. A edição da exposição Playmode em Lisboa contou com vinte e cinco artistas internacionais, de várias localizações do globo, e cinco portugueses. Este diálogo visa promover e legitimar a criação e produção nacionais numa mostra que objetiva abordar temas com um enquadramento internacional. No caso concreto das quatro edições no Brasil, na adaptação da exposição Playmode, será incluido de quatro a cinco artistas brasileiros para assim legitimar a criação e produção nacionais equiparando-se ao caso português. Objetivo específico A presente proposta visa disseminar uma versão adaptada ao caso brasileiro da exposição Playmode por quatro cidades distintas, a saber, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em cada cidade antes mencionada, a exposição adapta-se a um espaço cultural deteriminado e, no final, será elaborado um catálogo com as quatros edições da exposição. Em cada cidade devem ser convidadas escolas e universidades nacionais a acederem à exposição através de visitas guiadas à mesma. Em Lisboa a exposição foi muito bem recebida por um público dos 8 aos 80 anos e o mesmo efeito terá certamente em cada uma das cidades brasileiras. objetivos específico: 1- Permitir acesso à cultura e entretenimento do sec. XXI, à todo e qualquer público, já que se trata de um evento totalmente gratuito. 3- Estimular a produção nacional de trabalhos nas principais tendências da cultura contemporânea.4- Realização de palestras e/ou workshops5- Realizar um catálogo/livro de arte com o conteúdo das 4 exposições. A Distribuição Gratuita dos catálogos será realizada para Artistas participantes, Instituições Educacionais, Bibliotecas, etc.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto através do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, se deve ao fato de que esta é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto Playmode se justifica por oferecer ao público uma exposição que, através da utilização de jogos digitais em conjunto com obras de arte contemporânea, promove uma reflexão sobre a cultura lúdica da atualidade, fomentam-se relações intergeracionais e geram-se análises críticas sobre temas emergentes na era da globalização. Para a itenirância e quatro edições no Brasil, na adaptação da exposição Playmode, será incluido de quatro a cinco artistas brasileiros para legitimar a criação e produção nacionais. 1- O Acesso à cultura e entretenimento do sec. XXI, à todo e qualquer público, já que se trata de um evento totalmente gratuito; 2- Se tratar de um evento de acesso totalmente gratuito; 3- Oferecer a integração da população local das 4 cidades envolvidas com às manifestações artísticas atuais que estão sendo produzidas no contexto contemporâneo; 4- Potencializar a discussão das artes com a tecnologia promovendo encontro entre profissionais da área das artes e das novas mídias nacional e internacional, no Brasil. Desta forma, o projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1° e nos Objetivos II e IV do Art. 3° da Lei 8313/91.

Estratégia de execução

PLANILHA ORÇAMENTÁRIAA Planilha Orçamentária foi desenvolvida como uma planilha única para o projeto como um todo, contemplando as 4 cidades envolvidas: Sao Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia e Belo Horizonte.Os itens orçamentários foram incluidos na cidade de Sao Paulo, englobando um cálculo medio de custos/desembolso para cada cidade; visto que nesta etapa do projeto nao é possivel realizarmos um orçamento exato para cada cidade. Tendo em vista que a Planilha Orçamentária foi desenvolvida como uma planilha única, peço seja avaliada como tal, prevendo que os custos relativos aos itens orçamentários foram realizados de acordo com o cálculo medio de custos/desembolso para cada cidade.Artistas participantes Sugeridos:The Pixel Hunt, Pippin Barr, Aram Bartholl, /////////fur//// art entertainment interface, Gabriel Orozco, Priscila Fernandes, !Mediengruppe Bitnik, Mary Flanagan, Harun Farocki, Molleindustria, Bill Viola and USC Game Innovation Lab, Samuel Bianchini, Eva and Franco Mattes, Lucas Pope, Joseph DeLappe, Brent Watanabe, Filipe Vilas-Boas, Shimabuku, Auriea Harvey & Michaël Samyn, Tale of Tales, David Shrigley, Isamu Noguchi, Miltos Manetas, David OReilly, Brad Downey, Dunne & Raby with Michael Anastassiades.O conteúdo da exposição será definido após o trabalho de curadoria e dependendo da agenda dos artistas selecionados envolvidos.O número de obras que serão expostas deve variar de acordo com o espaço expositivo e suas limitações arquitetônicas. A escolha dos trabalhos será realizada pela nossa curadoria, a partir da agenda e disponibilidade de cada artista. A participação das obras listadas neste projeto depende da agenda da obra e do artista. O número de obras deve variar conforme o local e suas limitações arquitetônicas.A lista de obras sugeridas a seguir dependerá e será validada:1. De acordo com a verba aprovada e captada.2. Adequação das obras ao local expositivo3. Disponibilidade de agenda da obra e artista Anexo segue carta de anuencia de atistas sugeridos.Exposições Meados de 2021 a meados de 2022 para realizar nas cidades de São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de JaneiroPeríodo de exposição por cidade: 8 semanas aproximadamente.

Especificação técnica

PROPOSTA MUSEOGRÁFICAAinda não possuímos a proposta museográfica, uma vez que a escolha dos trabalhos será realizada pela nossa curadoria, a partir da agenda e disponibilidade de cada artista.A participação das obras listadas neste projeto depende da agenda da obra e do artista.O número de obras deve variar conforme o local e suas limitações arquitetônicas.Fichas das obras em documento anexo.PROPOSTA DE EDIÇÃO DE CATÁLOGOSerá elaborado um livro de arte / catálogo incluindo o conteúdo de obras e artistas presentes na exposição.Tiragem: 1000 unidades gratuitas com disponibilização para patrocinadores, apoiadores, divulgação, artistas participantes, instituições educacionais, Bibliotecas, etcImpressão do Livro de Arte: REVESTIMENTO CAPA: 4 páginas - Formato aberto: 390mm x 255mm; Formato fechado: 195mm x 255mm; papel couche F IMP 150g/m²; 4x1 cor, prova epson, laminação fosca frente, refile. GUARDAS: 8 páginas - Formato aberto: 390mm x 255mm;A Distribuição gratuita será realizada para Artistas participantes, Inst. Educacionais, Bibliotecas, etcPROJETO EDUCATIVO :: Contrapartida SocialAtendendo ao disposto do artigo 22, da In nº 2/2019.Como contrapartida social, o projeto desenvolverá um trabalho educativo para atender grupos de estudantes e professores através de visitas guiadas previamente agendadas. O projeto tambem conta com a seleção e formação de educadores/mediadores que são capacitados para atender grupos de estudantes e professores como também ao público em geral.

Acessibilidade

Considerando que o projeto será realizado em espaços culturais, estes deverão estar adequados para o atendimento de portadores de necessidades especiais (como rampas de acesso, sanitários adaptados).Além disso, e o projeto contará com monitores para auxiliar no necessário durante a visita pela exposição.Através de tecnologias assistivas, a acessibilidade às atividades culturais será assegurada, para pessoas de todas as idades e níveis sociais, de forma que o projeto atenderá à Lei 13.146 de 06/07/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), à IN nº 5/2017/MinC através da adoção das medidas a seguir:Exposição de Arte- Vídeo descritivo com tradução em libras.- Disponibilização de Áudio GuiaCatálogo- Distribuição Gratuita. A Distribuição Gratuita será realizada para Artistas participantes, Inst. Educacionais, Bibliotecas, etcPalestras e/ou Workshops- Realização de palestras e/ou workshops gratuitos

Democratização do acesso

O Projeto de exposição de arte contemporânea intitulado: PLAYMODE, oferecerá para a democratização de acesso:1- Acesso totalmente gratuito à todas atividades do evento (exposição). Não serão cobrados por ingressos à exposição, a distribuição dos ingressos será realizada no local; à cargo da instituição do local expositivo. (atendendo ao disposto no inciso V do artigo 21, da In nº 5/2017/MinC)2- Acesso ao público em geral: Infantil, Jovens, Adultos e Idosos3- Disponibilização na internet dos registros audiovisuais existentes das exposições (imagens e vídeos) - atendendo ao disposto no inciso III do artigo 21, da In nº 5/2017/MinC;4- Permissão de captação de imagens das atividades e autorização sua veiculação por redes públicas de televisão - atendendo ao disposto no inciso IV do artigo 21, da In nº 5/2017/MinC;5- Mediadores especialmente treinados para possibilitar a fruição e interação nas obras para o público em geral e agendamento de escolas. Serão impressos cadernos de mediação para o programa educativo.6- Disponibilização gratuita do Catálogo (para patrocinadores, apoiadores, artistas participantes, instituições educacionais, Bibliotecas, etc.) - atendendo ao disposto no inciso I do artigo 21, da In nº 5/2017/MinC;7- Tradução de conteúdo bilíngue (inglês/português)8- Realização de palestras e workshops gratuitos e abertos ao público; ministrados por artistas, convidados ou curadores; apresentando o universo da exposição PLAYMODE.

Ficha técnica

A N+1 surgiu a partir da experiência adquirida pelos organizadores Ricardo Barreto & Paula Perissinotto no FILE festival internacional de linguagem eletrônica. Ao longo de 18 anos o FILE atuou com sucesso de público e de mídia porque mostra um conteúdo que representa a mentalidade de nosso tempo.Divulga através de exposições e de publicações as linguagens eletrônicas e digitais pelo Brasil. Desde o ano 2000, o evento obteve grande sucesso tanto pela cobertura jornalística como pelo público em geral, se consagrando o maior evento deste gênero no Brasil e América latina. O FILE é realizado anualmente em São Paulo, desde 2000. Nos últimos dez anos realizou exposições de arte eletrônica na cidade do Rio de Janeiro no espaço cultural Oi Futuro. Já realizou exposições nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Vitória, São Luis do Maranhão e Curitiba.O FILE conta com um arquivo exclusivo de obras selecionadas dentre mais de 15.000 inscrições de 32 países; incluindo trabalhos de diversas áreas da cultura contemporânea, com artistas nacionais e internacionais; abrangendo:Instalações e Instalações interativasVideoArte, WebArt, Midia ArteGamesAnimaçõesFilmes interativosGIFsVR ArtArte Sonora e Instalações SonorasModaAs exposições propostas pelo FILE tem como característica diferencial criar um ambiente expositivo para o visitante ter a sua disposição equipamentos adequados com tecnologia de ponta; possibilitando a interação, a imersão e a vivência das obras expostas em seus conteúdos. A diversidade expositiva realizada propicia ao público a experiência de acesso as obras artísticas que buscam expressar a estética da sociedade do século XXI.Ao longo de 20 anos o FILE atuou com sucesso de público e de mídia porque mostra um conteúdo que representa a mentalidade de nosso tempo. Exposições realizadas nos últimos 10 anos:2008Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasOi Futuro RJ - 4 semanasSantander Cultural POA - 8 semanas2009Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasOi Futuro RJ - 4 semanasGAMES RJ Oi Futuro - 4 se manasHIPERSONICA MAM RJ - 1 dia2010Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasOi Futuro RJ - 43 semanasFILE PAI SP - 1 semanaFILE PRIX SP - 1.235 in scrições, 44 países, 90 indicados, 21 premiados2011Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasGAMES RJ Oi Futuro - 4 semanasFILE POA - 4 semanasHIPERSONICA MAM RJ 3 diasFILE PAI SP 10 dias2012Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasOi Futuro RJ - 4 semanas2013Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasGAMES RJ Oi Futuro - 4 semanasSesc Quitandinha RJ - 7 semanasOi Futuro BH - 4 semanas2014Galeria de Arte do SESI SP - 4 semanasOi Futuro RJ- 8 semanasOi Futuro BH - 4 semana sFIEP Curitiba - 4 semanas2015Galeria de Arte do SESI SP 6 semanasGAMES ANIMA+ - 4 semanasGaleria de Arte do SESI SP 7 semanas2016Galeria de Arte do SESI SP 7 semanas2017Galeria de Arte do SESI SP 7 semanasFILE SÃO LUIS - Centro Cultural São L uis- 8 semanasFILE VITÓRIA - Galeria de Arte do FINDES - 8 semanasFILE PAI SP - 2 semanasFILE SOLO - CCBB SP - 8 semanasFILE BRASÍLIA - CCBB DF - 8 semanas2018FILE BH - CCBB BH - 8 semanasFILE RJ - CCBB RJ - 8 semanasGaleria de Arte do SESI SP 6 semanas2019Galeria de Arte do SESI SP 6 semanasO FILE desde 2000 realizou:49 exposições38 publicaçõe s bilíngue29 websites4 bancos de dados10 DVDs document aisVeja nos anexos o histórico completo do FILE.A n+1 será responsável pela Pesquisa de novas obras, Curadoria, Coordenação Geral do Projeto, Coordenação Técnico- Artística, Coordenação de Produção, Concepção e Organização, produção e Organização do Conteúdo teórico para catálogo, folder e website.O projeto conta com uma equipe de colaboradores, que trabalham junto com profissionais especialistas contratados.Concepção, Organização, Pesquisa e CuradoriaRicardo BarretoCoordenação Geral e Técnico-ArtísticaRicardo BarretoPaula Perissinotto Coordenação Administrativa -FinanceiraFabiana KrepelCoordenação EducativoEliane WeizmannCoordenação de ProduçãoAna Carla MagnaPaula PerissinottoÉ artista especiali zada em linguagem eletrônica, formada em artes plásticas pela FAAP e Mestre em poéticas visuais pela ECA, Escola de Comunicação e Artes da USP e Mestre em Curadoria e Práticas Culturais em Arte e Novas Mídias MECAD / IESD, em Barcelona, Espanha. É professora universitária, com expressiva trajetória acadêmica. Desde 2000 é co-fundadora e organizadora do FILE Internacional de LinguagemEletrônica http://www.file.org.br , organização cultural não governamental sem fins lucrativos que promove e incentiva as produções científicas, estéticas e culturais relacionadas à cultura digital. Há quinze anos busca construir por intermédio do FILE, uma plataforma cultural internacional para estimular a produção cultural e dar visibilidade ao desenvolvimento da arte e tecnologia no Brasil. E coordenadora do curso de produção multimídia no Instituto Europeu de Design, em São Paulo. Paula é responsável pela curadoria, organização, concepção, coordenação geral, coordenação técnico artística, coordenação de produção do projeto.Ricardo BarretoFilosofo e artista multimídia. Formado na Faculdade de Belas Artes de São Paulo em 1980. Graduado bacharel em filosofia pela Universidade de São Paulo em 1981. Realizou sua primeira exposição em 1983, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Participou da 19ª Bienal Internacional de São Paulo em 1987. Desde 1990, ao lado de Ricardo Woo e Marin a Godoy, integra o grupo paulista BWG, que tem por objetivo pesquisar a instalação como suporte expressivo. Desde então, participa da realização de diversas instalações com o grupo, no Brasil e no exterior. No final da década de 90, trabalhou mais intensamente com arte digital. Curador da exposição sobre o arquiteto João Artacho. Jurado na II Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo em 1993. Participou do ISEA 2000 em Paris. Vencedor do Prêmio Sergio Motta com Paula Perissinotto em 2002. Desde o ano 2000 é co-fundador e organizador do FILE. Ricardo é responsável pela curadoria, organização, concepção, coordenação geral, coordenação técnico artística, coordenação de produção do projeto.Fabiana KrepelEngenheira de A limentos formada pela Unicamp e pós-graduada em marketing pela ESPM. Possui Graphic Design Certificate pela Parsons The New School of Design e ADVANCED DIPLOMA em Online Education & Training pelo Institute of Education, University of London. Tem experiência em planejamento estratégico, marketing direto, design gráfico e webdesign, adquirida em empresas mu ltinacionais e nacionais como a WUNDERMAN.Fabiana tem experiência na área de planejamento estratégico, pedagógico e design instrucional de projetos educacionais voltados para web, assim como na coordenação e organização de eventos como Simpósios. É responsável pela coordenação administrativa e financeira do FILE.Eliane WeizmannMestre em Artes Visuais pela Unesp (2006), possui graduação em Licenciatura em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado (1990). Atualmente é coordenadora do educativo - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica e professora titular da graduação em Comunicação digital e Comunicação Social na Universidade Paulista. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Mídia Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura digital e web art. Eliane é responsável pela coordenação do Educativo do Projeto.Ana Carla MagnaNatural de Ribeirão Preto, formada em Arquitetura e Urbanismo, com especialização em design de Embalagens e Arte Educação. Estilista pelo Curso Técnico do Senai-PR. Atualmente como autônoma, atua na área de produção e figurino, design de capas de cardápio e uniformes para restaurantes, e produtos de encadernação artesanal para lojas e brindes, convites e lembranças.Foi sócia da empresa D Fato Arte e Design no mercado há 13 anos, especializada em design de em balagens, design gráfico e criação de brindes para o setor corporativo. Nos anos de 2010 e 2011 na empresa Inventário Papéis Especiais trabalhou como backseller. Atua como produtora executiva do FILE-Festival Internacional de Linguagem Eletrônica realizado em várias capitais brasileiras. Sobre o MAATO MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia – é a proposta cultural da Fundação EDP para a cidade de Lisboa. Um museu que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Um projeto inovador que coloca em comunicação um novo edifício, desenhado pelo atelier de arquitetura Amanda Levete Architects, e a Central Tejo, um dos exemplos nacionais de arquitetura industrial da primeira metade do século XX, e um dos polos museológicos mais visitados do país. Os dois emblemáticos espaços expositivos estão unidos por um jardim desenhado pelo arquiteto paisagista Vladimir Djurovic, que oferece um espaço exterior de excelência, com circulação livre, na zona ribeirinha de Belém.O MAAT traduz a ambição de apresentar exposições nacionais e internacionais com o contributo de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos.Refletindo sobre grandes temas e tendências atuais, a programação apresenta ainda diversos olhares curatoriais sobre a Coleção de Arte da Fundação EDP. Iniciada no ano 2000, a Coleção pretende abranger várias gerações de artistas portugueses contemporâneos, bem como várias áreas e disciplinas da criação artística. Com o MAAT, a Fundação EDP oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa. A diversidade de programas e de espaços tornam-no um importante ponto no roteiro cultural. Uma proposta pensada para todos os públicos, para todas as idades, com um programa educativo de atividades interdisciplinares sobre arte, arquitetura e tecnologia – propostas que pretendem fomentar o pensamento criativo e novas formas de apropriação e de construção do conhecimento.A Fundação EDP, criada em 2004, é uma das mais proeminentes fundações privadas em Portugal. Para além da produção cultural própria mantém, desde a sua criação, uma política ativa de mecenato cultural que se traduz em importantes apoios a instituições de referência, muitas delas públicas, e a projetos de excelência. Entre estes, destacam-se projeto culturais como a Companhia Nacional de Bailado, a Fundação Casa da Música, a Fundação Serralves, a Trienal de Arquitetura de Lisboa, a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva e a Orquestra Sinfónica Juvenil, entre outros.Com atividade mecenática desde 2004, a Fundação EDP viabilizou projetos na área das artes plásticas, dança, música, arquitetura, design, educação artística, edição e documentário. Esses apoios têm sido considerados fundamentais para a atividade dessas instituições, criando condições para a sua continuidade, dimensão e valorização. Equipe de participante MAAT:Pedro Gadanho (programador exposição); Ana Fryxell (produtora); Rita Marques (assistente curatorial); Leonor Carrilho (Comunicação); Joana Henriques (Serviço Educativo).Pedro Gadanho, arquiteto, curador e escritor português, fez a curadoria de inúmeras exposições em vários países e tem trabalho publicado pelo mundo inteiro. Encontra-se, neste momento, na Universidade de Harvard no âmbito da bolsa de investigação Loeb Fellow (Harvard University). Entre 2012 e 2016, foi curador de arquitetura contemporânea no departamento de Arquitetura e Design do Moma de Nova Iorque. Até 2019 foi o director fundador do MAAT, Museu de Arquitetura, Arte e Tecnologia, em Lisboa. Foi director da revista Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary (Sun Architecture, 2009) e o autor de Arquitectura em Público (Dafne, 2011). Foi professor na Faculdade de Arquitetura do Porto e, de 2000 a 2003, foi co-director da ExperimentaDesign. Foi curador de exposições internacionais como, por exemplo, Space Invaders (British Council, London) e Pancho Guedes, An Alternative Modernist (Swiss Architecture Museum, Basel). Integrou o Advisory Panel for the British Pavilion para a Venice Architecture Biennale 2010, e foi co-organizador da 1st International Conference on Architecture and Fiction – Once Upon a Place.Patrícia Gouveia, Profª. Associada e Directora da área de Arte Multimédia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL). Co-curadora da exposição Playmode (2016-19). Trabalha em artes e design desde os anos noventa. A sua investigação foca-se nos meios lúdicos, ficção interactiva e artes digitais como lugares de convergência entre o cinema, a música, os jogos, as artes e o design. Foi Profª. Associada e coordenadora do departamento de Meios Interactivos (Jogos e Animação) na Noroff University College em Kristiansand na Noruega (2014-16), Profª. Auxiliar Convidada na FCSH/UNL (2007-14) e Profª. Auxiliar na ULHT (2008-13). Entre 2006 e 2014 editou o blogue Mouseland e, em 2010, publicou o livro Artes e Jogos Digitais, Estética e Design da Experiência Lúdica (ed. Universitárias Lusófonas), uma síntese da sua tese de doutoramento (2008) e de artigos que publicou entre 2008 e 2010. Filipe Pais é professor e investigador, curador e artista. Vive actualmente entre Londres e Paris. O seu trabalho explora as manifestações contemporâneas emergentes das artes e do design, focando-se especificamente naquelas que questionam as novas tecnologias. Assim, tem trabalhado questões ligadas à transparência e “blackboxing”, ao comportamento dos objetos, ao jogo, à desmaterialização, à experiência de flow, à imersão, à automatização, à ecologia do digital e à vida post-google. Actualmente é investigador no grupo Reflective Interaction no Ensadlab (Laboratório da Ensad — École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs, Paris) e ensina em várias escolas e universidades de arte e design: Noroff University na Noruega, Parsons School of Design em Paris, London College of Communication, e Royal College of Arts em Londres. Nos últimos anos fez a curadoria de várias exposiçôes entre França e Portugal — Playmode (co-curador, Maat, Lisbon, 2019), From Bits to Paper (Le Shadok, Strasbourg, 2016) e Re-enter (CPAI, Lisbon, 2012).

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-11-24
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo