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O projeto consiste na criação de uma exposição de arte documental sobre o papel do homem contemporâneo, uma análise sobre o gênero masculino e as suas representações. A sua construção será realizada por meio de um coletivo de artistas visuais, selecionados pela curadoria do projeto, que farão suas leituras por meio de olhares particulares.
EXPOSIÇÃO: A exposição será desenvolvida em caráter documental, apresentando sobre diferentes óticas e manifestações artísticas o papel do homem na sociedade, seus símbolos e representações. As obras serão construídas após pesquisa. A condução da pesquisa para construção da exposição, será baseada nos temas abaixo: 1. Repreensão da emoção masculina na infância. CONCEITO: As expressões: “Homem não chora”, “deixa de ser menininha”; “toma coragem e seja homem rapaz”. Essas e outras muitas expressões repreendem o homem de expressar-se com naturalidade, contribuem para uma caracterização da personalidade que os homens não querem assumir, mas ao serem estimulados pelo próprio Pai que muitas vezes é o herói daquela família, acabam sem saída e reprimem tudo o que sentem. 2. Estigma de que o masculino seja superior ao feminino. CONCEITO: Desde que nascemos somos atingidos por inúmeras informações de que homem é o herói e a mulher seria a pessoa que dá todo suporte a ele. Seja nos cartoons com o Herói e a doce e bela mocinha que sempre é salva por ele, seja na construção do chefe de família, seja o executivo que possui uma secretária linda e solicita, seja nos esportes os quais o gênero masculino tem as maiores premiações, mais patrocínios e muito mais glamour. Esses estigmas sociais apontam para uma valorização do patriarcado e colocam sempre o feminino em posições submissas. 3. Como as crianças acreditam que devem ser os homens. CONCEITO: De acordo com que foi apontado com os desenhos e ilustrações que as crianças de escolas públicas ajudaram a construir, discutir como podemos transformar os problemas de equilíbrio entre gêneros a partir do homem. 4. A Cura CONCEITO: “homem não pode não querer sexo, homem joga futebol e usa roupa azul, homem que é homem é assim e não assado, homem precisa agir com violência para se posicionar, homem não chora e não pode ser sentimental”. Necessário discutir a cura para estes estereótipos tão enraizados socialmente, quais as saídas a partir da infância devem tomadas para que as novas gerações não sejam alvo destes conceitos sobre masculinidades. Os pais, educadores e agentes sociais devem ser os condutores dessa nova maneira de pensar, mas para isso, precisam ser estimulados. O desafio é: traçar estratégias sociais capazes de incentivar as pessoas a se sensibilizarem por esse novo olhar para a masculinidade.
objetivo geral Representar por meio das Artes Visuais questões de Sexo, Gênero, Identidade e Recepção, por meio de releituras artísticas, com o intuito de demonstrar as diferenças no perfil do homem atual. objetivos específicos Realizar exposição de artes visuais, com público estimado de 10 mil pessoas; Ampliar o engajamento da comunidade, promovendo oficinas práticas com artistas visuais em escolas da rede pública de ensino para produção de ilustrações e símbolos percebidos por crianças sobre o papel do homem na sociedade; atingindo 1000 pessoas.
De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; JUSTIFICATIVA DO PROJETO O que é ser um homem contemporâneo? Quais critérios definem a identidade masculina? O que delimita o campo do masculino na contemporaneidade? Estes foram os questionamentos que suscitaram o desenvolvimento desse projeto. De acordo com Badinter, o tornar-se masculino "envolve fatores psicológicos, sociais e culturais que nada têm a ver com a genética, mas desempenham papel não menos determinante, talvez mais, do que ela" (BADINTER,1993,p. 1). Os homens utilizaram diferentes métodos para conseguir fazer do jovem, por sua vez, um homem de verdade. Que se trate dos ritos de iniciação, da pedagogia homossexual ou do confronto com seus pares, todas estas instituições provam que a identidade masculina é adquirida ao preço de grandes dificuldades (BADINTER,1993,p.69). De acordo com Barbosa (1998,p.326), as emoções que o macho humano deve demonstrar socialmente são a ira, a vingança, o sangue frio e o rancor, como forma de garantir controle sobre suas relações afetivas e sobre o seu meio ambiente. O patriarcado ordenou socialmente o mundo por décadas, mas o desenvolvimento comercial de alguns países nos séculos XVI e XVII acarretou a implementação da mecanização industrial no século XVIII. Questionar e/ou analisar o comportamento do homem em qualquer sociedade é um desafio, pois como ser social, ele é um representante volátil das relações sociais. No século XX, eclode uma nova crise da masculinidade, diferente da vivida no século XIX, pois essa não se restringiu apenas as classes mais favorecidas. O mundo vê surgir na década de 1950, o movimento da anti-cultura, formado por um grupo de norte-americanos, que contestaram convenções sociais e bradaram por uma sociedade mais igualitária no tratamento dos gêneros sexuais. As crises da masculinidade dos séculos XIX e XX, assim denominadas de "crises", por terem marcado uma ruptura em antigas convenções sociais atribuídas ao homem vê a mulher sendo inserida no mercado de trabalho, o movimento gay ganhando espaço e respeito, o homem heterossexual que por tanto tempo viu sua hegemonia como indestrutível e racional, se vê em um mundo de questionamentos. A partir do momento em que uma identidade é questionada, é perceptível um incômodo social, uma redefinição do seu papel. A proposta desse projeto é tratar questões de Sexo, Gênero, Identidade e Recepção, por meio de releituras artísticas e discussões com especialistas que apresentem um breve histórico do comportamento social masculino, com o intuito de demonstrar as diferenças no perfil do homem atual. O objetivo dos diálogos é buscar novos entendimentos das masculinidades por aqueles que a desenham, fabricam e produzem produtos voltados ao homem, e também para aqueles que desejam ter a figura masculina como público.
Outra atividade prevista, está sendo formativa cultural, são os debates com estudantes, professores e demais membros da comunidade escolar - sendo este público oriundo de escola pública em sua totalidade - a acontecer de forma gratuita e em espaços de educação pública da cidade, e que tratarão sobre os seguintes temas: repreensão da emoção masculina na infância; estigma de que o masculino seja superior ao feminino; como as crianças acreditam que devem ser os homens; a cura. Esses debates vem envoltos em conceitos como masculinidade frágil e masculinidade tóxica, muito discutidos ultimamente e ganhando espaço no campo da psicologia. Essa é uma atividade que dialoga com o produto aqui apresentado, pois leva ao público a mesma discussão tratada no projeto, fortalecendo o laço entre a obra de arte e o contexto social em que ela está inserida Cada debate terá participação máxima de 170 pessoas, totalizando 680 participantes nas quatro palestras que acontecerão em quatro dias durante uma semana, das 18h às 19h30.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA EXPOSIÇÃO - esboço projeto exposigráfico anexo. * Piso elevado em 100mm em mdf na cor branca e amadeirado ;* 05 Displays para exposição de obras fotográficas em MDF na cor Branco brilho com iluminação em led ;*30 Impressões de obras fotográficas em acrílico transparente 6 Mm com iluminação interior ;* Montagem , desmontagem e logística do projeto .
O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. EXPOSIÇÃO DE ARTES: Acessibilidade do projeto: Audiodescrição Guia intérprete de língua de sinais Obstáculos nivelados por rampa Vagas de estacionamento reservadas Website adaptado AÇÕES FORMATIVAS: Acessibilidade do projeto: Audiodescrição Guia intérprete de língua de sinais
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 100% dos ingressos com distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições e debates;
COORDENAÇÃO GERAL: Weberton Kohler – Ton Kohler O proponente desempenhará a coordenação geral/ administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Publicitário, especialista em gerenciamento estratégico e MBA em Inteligência Empresarial. Atuou em empresas de grande médio porte na coordenação de marketing e em estratégias de negócios, desenvolvendo eventos de grande porte, coordenação de grandes equipes, execução de processo de lançamentos de produtos e estratégias de empresariais. Atualmente, após perder a esposa, tornou-se Palestrante e You tuber, abordando questões sócias como equilíbrio de gênero, saúde emocional e paternidade. Participou de diversos programas de Televisão, possui 2.500 seguidores no You Tube e outras 14mil pessoas o acompanham no Facebook e Instagram. Ganhou notoriedade por abordar de maneira legítima o dia a dia de um pai solo, o qual cria 2 filhos com menos de 5 anos sozinho. Ton Kohler ainda atua na Empresa Multinacional – Electrolux do Brasil no cargo de Especialista em Marketing de Novos Produtos. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA: Carolina Montenegro Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, eduação e economia criativa. É diretora da Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, e da Guanabara Produções Culturais, como extensora dos projetos de arte para outros Estados do Brasil. Atuando no mercado de produção e gestão cultural há treze anos, é responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 40 projetos desenvolvidos e aproximadamente 120 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais em andamento e executados, funções: coordenação geral, artística e comunicação. • I e II Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Casa dos Sentidos/ Exposição de artes Mágico de Oz/ Prêmio de Fotografia Aérea – Pakuá/ Orquestra Cor Brasil. Clientes em atendimento da elaboração e gestão de projetos culturais: PUC/PR, Seven Entretenimento, Usina 5, Oda Design, Instituto Ayoshi. Artistas convidados: Guilherme Zawadzski Bacharelado em Relações Internacionais pela Unicuritiba - 2005; pós-graduado em Administração com ênfase em Gestão de Projetos pela FAE Business School - 2006; formado em Fotografia pelo Centro Europeu - 2010. Coordenador geral da Semana da Foto em Curitiba de 2011 e 2012, fotógrafo autoral e publicitário, também atua como coordenador da agitadora cultural Guerrilha Fotográfica, uma das idealizadoras do projeto Galeria do Bem, projeto social que visa o financiamento de instituições pela venda de arte on-line. Também é professor de fotografia do Centro Europeu e da Fundação Cultural de Curitiba. Curador e hunter para cursos e eventos de fotografia da Aldeia Coworking. Como fotógrafo autoral já expôs em galerias nas capitais: Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. É membro do coletivo fotográfico Curitibano Imagem da Palavra. Seus últimos dois trabalhos realizados foram Saída Fotográfica Analógica - 2012. Movimento organizado pela Guerrilha Fotográfica, Aldeia Coworking e Semana da Foto 2012. Este evento consistiu em fotografar o précarnaval curitibano se utilizando de câmeras fotográficas analógicas. O evento contou com o apoio das principais empresas ligadas a revelação e venda de filmes analógicos e terá seu resultado exposto durante a Semana da Foto em Curitiba 2012, com curadoria de fotógrafo convidado. E Co-coordenou o Estendal edição Rio x Curitiba - 2012. O Estendal é um coletivo fotográfico carioca que visa exposições fotográficas em praças e parques. Dentro deste itinerário coordenou a seleção dos fotógrafos Curitibanos e do curador. E suas participações em eventos culturais foi como Coordenador geral da Semana da Foto em Curitiba, evento independente que contou com apoio da Fundação Cultural de Curitiba, Centro Europeu, Omicron, Escola Portfólio, Estudio Brasilio Wille, Universidade Tuiuti, Universidade Positivo, além de vários outras empresas atuantes na esfera da fotografia. A Semana da Foto realizou mais de 40 eventos culturais entre palestras, exposições, oficinas, intervenções urbanas, saídas fotográficas, gincanas e cursos. Entre os palestrantes se destacam: Milton Guran, Marco Antonio Portela, Leopoldo Plentz e Nilo Biazzetto Neto. Participou da idealização e elaboração da Galeria do Bem em 2011. Um projeto social e artístico de venda de obras on-line que envolve fotógrafos de todo o Brasil, visando o financiamento de entidades selecionadas. ANDRÉ COELHO Artista visual, designer e ator curitibano. Há 14 anos transita por essas áreas e tem o desenho como a linha condutora de suas atividades. Formado em Design Gráfico pela PUC-PR. Sempre levou o design, o teatro e as artes visuais paralelamente. Durante os dias trabalhava em escritório e nas noites ensaiava espetáculos. Com o passar do tempo começou a trabalhar como designer freelancer focando no mercado cultural da cidade na criação de cartazes para teatro, shows e cinema, capas de CDs e livros. E no teatro focando num trabalho com grupos de pesquisa. Linguagens teatrais que se misturavam com Performance Art, Dança e Artes Plásticas. Atualmente trabalha como freelancer em seu atelier onde desenvolve seus projetos, vende seus desenhos e quadros, e promove encontros abertos de desenho com modelo vivo. É integrante do coletivo Croquis Urbanos Curitiba, um grupo aberto de desenhistas iniciantes, amadores e profissionais que há dois anos passeia por Curitiba em busca de temas para croquis, e que vem contribuindo com um vasto registro visual e artístico de Curitiba em seus mais diversos aspectos através do desenho de observação. Integra também o Coletivo Comover comandado pelo artista Luiz Rettamozo, onde fazem frottages dos petit pavês da cidade de Curitiba, documentando os desenhos de diversas etnias em uma pintura com o ângulo insólito de quem vê o mundo de cima de uma árvore.Seus últimos trabalhos realizados foram: - Exposição Cartazes Ilustrados, Exposição que integrou o Conversarte, evento produzido pela Montenegro Produções Culturais, e que contou com a presença de Ziraldo e Elifas Andreato (Teatro Bom Jesus, Curitiba, 2015). E Ilustrações e projeto gráfico do livro João, o Menino mais Rico do Mundo, de Francisco Abreu e lançado pela editora Terceiro Nome.Suas principais realizações foram: Curadoria do setor de artes visuais na Mostra Ave Lola 2015, com a exposição Olhos Atentos sobre a Cidade e intervenção com a artista urbana Sandra Hiromoto. Participação na exposição Lê Brésil à l`Affiche 2005 / Brasil em Cartaz (Chaumont/França). Festival Internacional de São José do Rio Preto de 2002 com o espetáculo Cãocoisa e a Coisahomem; Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba de 2005 com o espetáculo Daqui a Duzentos Anos; Temporada de 3 meses no Teatro Imprensa em São Paulo com o espetáculo Henfil Já!; Apresentação no Projeto Galpão Convida do Grupo Galpão (Belo Horizonte) com o espetáculo Henfil Já!; Caravana da Anistia do Ministério da Justiça com o espetáculo Henfil Já! em 2010; Temporadas de 3 meses nos teatros SESC Belenzinho (São Paulo) e SESC Copacabana (Rio de Janeiro) com o espetáculo Daqui a Duzentos Anos em 2006; Circuito SESC e Circuito SESI pelo interior de São Paulo e Rio de Janeiro com o espetáculo Daqui a Duzentos Anos.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.