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PRONAC 201482Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Projeto Vidas que Tocam

INSTITUTO SOCIOCULTURAL PATMOS
Solicitado
R$ 199,1 mil
Aprovado
R$ 199,1 mil
Captado
R$ 300,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Esteio
Início
2020-05-19
Término
2023-03-24
Locais de realização (1)
Guaíba Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Vidas que Tocam" busca oferecer gratuitamente a estudantes e adolescentes da rede pública de ensino e bolsistas de redes particulares, encontros teórico-praticos de música.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivos Gerais - Democratizar e facilitar o acesso da população à formação musical e cultural; - Estimular a produção de cultura e música brasileira; - Preservar os modos e expressões brasileiras; - Promover a formação de novos artistas e estimular a criatividade. Objetivos Específicos Produto: Oficinas Realizar curso de música para 25 alunos de forma gratuita e oferecendo bolsa-auxílio. Produto: Contrapartida Social Realizar, enquanto contrapartida social, oficina de musicalização infantil para 20 beneficiários.

Justificativa

Com o objetivo de promover a estudantes o contato com instrumentos musicais e a formação teórica e prática de música, o presente projeto, realizado pelo Instituto Sociocultural Patmos, busca, ao oferecer o curso de forma gratuita, a democratização e facilidade de acesso à cultura às populações de menor poder aquisitivo. O instituto é composto por profissionais experientes da música e que já realizaram trabalhos parecidos. O projeto desta forma visa contribuir para a formação cultural da população e, assim, estimular o surgimento de novos artistas. Propondo-se a estimular a aprendizagem completa e prevenir índices de evasão dos alunos, a proposta oferecerá ainda uma bolsa incentivo, buscando dar o máximo de apoio a esses alunos e incentivar a sua permanência nos estudos. O aprendizado adquirido contribui para o desenvolvimento cultural e criativo, influenciando ainda o conhecimento de ritmos e composições originais brasileiras, promovendo a valorização da música nacional e a inspiração para a criação de conteúdo inédito. É uma maneira ainda de garantir a preservação de letras e ritmos brasileiros, salvaguardando junto a elas os modos e expressões brasileiras. A busca por incentivo se justifica pelo alto custo de produção do projeto e por ele ser oferecido de forma gratuita não gerando assim lucros para o pagamento de despesas e pessoal. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.

Especificação técnica

Plano pedagógico em anexo.

Acessibilidade

Produto: Oficina Acessibilidade Física: O local de realização do projeto acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: Piso tátil, assentos reservados, rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: Pessoas com deficiência terão prioridade nas inscrições. Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda disponibilizará monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva. Produtos: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física: O local de realização da contrapartida acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: Piso tátil, assentos reservados, rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: A contrapartida contará com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda disponibilizará monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva.

Democratização do acesso

Produto: Oficina As aulas serão oferecidas de forma totalmente gratuita, de forma a seguir os itens do inciso I do art. 20 da Instrução Normativa 2/2019, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Será tomado, ainda, como medida para ampliação de acesso, o disposto no inciso III do art. 21 da Instrução Normativa 2/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

JESSÉ DA SILVA LOPES – COORDENADOR DO PROJETO Formado em Gestão Financeira pela Universidade Luterana do Brasil e Pós-graduado em Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas pela ESAB – Escola Superior Aberta do Brasileiro; e em Planejamento e Gestão de Projetos Sociais pela FAMEV – Faculdade Metropolitana do Vale do Aço. Possui grande experiência na área musical, tendo iniciado sua formação em 1987 aos 6 anos de idade com o estudo do trompete na Escola de Música da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Guaíba – RS. Estudou o instrumento e teoria musical no Conservatório Musical Pablo Komblós (mais conhecido como Escola de Música da OSPA – Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) entre os anos de 1993 e 1996. Como trompetista já atuou em diversos grupos e desde 1998 atua como maestro de corais e também como professor de técnica vocal, onde através dessa experiência fundou a Patmos Coral, que posteriormente daria origem ao Instituto Sociocultural Patmos, onde hoje é o Diretor-Presidente. Atualmente ocupa o cargo de Gerente Geral de Agência no Banco do Brasil. O proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Atuará de forma voluntária. ADILSON SOUZA VIEIRA – PROFESSOR Estudante de música na UFRGS, teve início aos seus estudos no Conservatório Pablo Konlós, no ano de 2006 na mesma instituição começou a estudar fagote com o professor Adolfo Almeida Junior. Já teve aulas com professores como: Fábio Cury (BRA), Steban Falconi (URU) e Stefano Canutti (ITA). Participou de festivais como: festival SESC em Pelotas na sua primeira edição, Festival de Jaraguá do Sul (FEMUSC) e Festival Verão Musical em Gramado. No ano de 2009 foi ganhador do prêmio Jovens Solistas da Orquestra SESI Fundarte, executando um dos concertos em dó maior de Antonio Vivaldi. Atuou em orquestras e bandas do estado como músico convidado, como OSPA, Unisinos Anchieta, Banda municipal de PoA, Orquestra de sopros de Novo Hamburgo. É primeiro fagote efetivo da OSUCS (orquestra sinfônica de Caxias do Sul) e da Orquestra Sinfônica de Gramado. Esteve como primeiro fagote durante cinco anos na Orquestra Filarmônica da PUCRS. Como música de câmara participou do grupo de fagote (Núcleo Bassonico), duos de clarinete e fagote, flauta e fagote, oboé e fagote, etc. No ano de 2014 foi um dos finalistas aprovado no concurso da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). ANA CLARA LAZARO VENANCIO – PROFESSORA Especializa em Pedagogia e Música, é atualmente estudante de Bacharel em Música – Viola Erudita no Conservatoire de Musique em Genebra – Suíça e com previsão de término em 2019 da pós graduação em Psicopedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul, sendo já formada em Licenciatura em Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos; e em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Possui ainda curso técnico pelo Conservatoire Populaire de Musique em Genebra em Instrumento Musical Especifico (Viola Erudita). Além disso, realizou o curso de Viola Erudita, na Escola de Música do Estado de São Paulo. Participou de orquestras como Orquestra Unisinos, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra Sinfônica de Santos, Orquestra Acadêmica da Cidade de São Paulo, Orquestra de Cordas Laetare, Orchestre Symphonique Genevois, Orchestre La sinfonietta de Genève, Ópera Studio de Genève. Em 2008 e 2009, foi premiada pela Fundação Nicatti de Luze com bolsa de estudos. Exerceu a profissão de professora de violino e viola de 2014 a 2017 na Igreja Evangélica Assembléia de Deus Vila dos Remédios Ministério Perus. ELIANA PIRES DOS SANTOS – PROFESSORA Começou seus estudos de técnica vocal com a pianista e regente Hingrid Kujawinski em 2011. Continuou estudando, em 2012, com a cantora Andiara Mumbach, com quem permaneceu até 2018. Em 2013, integrou o coro do Coral da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), cantando obras populares e eruditas. Em 2014, ingressou no curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua como preparadora vocal do coro Vozes de Gratidão da Igreja Evangélica Assembleia de Deus; do Coral Misto da Igreja Batista Betel; e do coro Canto Alegre. Como voluntária, já foi monitora dos seguintes grupos: Coro Jovem da Escola de Música do Conservatório Pablo Komlos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), no período de 2015 a 2016, e da atividade de ensino Canto Coral da UFRGS em 2017. Também foi monitora da disciplina Práticas Vocais para a Educação Musical I (2018/1) e Canto Coral (2018/2) do Departamento de Música da UFRGS. Fez parte do coro do Projeto Ópera na UFRGS com as obras Orfeu, de Claudio Monteverdi, e Missa do Orfanato, de W. A. Mozart (em 2014 e 2016, respectivamente). Participou ainda do Coral Porto Alegre (atual Porto Alegre Consort), de 2017 até início de 2019, sendo uma de suas apresentações a Paixão Segundo São João, BWV 245, de J. S. Bach. Em junho de 2018, debutou os duetos da cantata BWV 140, de J. S. Bach, sob a regência de Alessandro Munaweck. Atualmente participa do Coro de Câmara da UFRGS. Além disso, ministra aulas de técnica vocal na escola de música Dânika e no Curso de Extensão em Instrumentos Musicais (CEIM) da UFRGS.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.