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PRONAC 201540Apresentou prestação de contasMecenato

RODA-RODA: Teatro na Escola!

Eder da Costa Paulo Schmidt
Solicitado
R$ 378,2 mil
Aprovado
R$ 401,9 mil
Captado
R$ 378,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60628468000157Mineração Jundu Ltda1900-01-01R$ 228,0 mil
86864543000172COMPANHIA DE GAS DE SANTA CATARINA1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

94.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2022-02-03
Término

Resumo

Planejamos a continuidade do projeto "Abre a Roda: é o Teatro chegando aí na sua Escola", levando gratuitamente apresentações teatrais em diversas escolas da rede pública do ensino fundamental contemplando alunos e pessoas da comunidade em geral e, assim, viabilizando a democratização do teatro a partir de um projeto pautado na integração entre escola e comunidade. Como contrapartida social, rodas de conversa mediadas por atores profissionais debaterão assuntos relacionados à profissão teatral com jovens de escolaspúblicas.

Sinopse

AQUELAS QUE MORAM NELA Autora:Natália Corradi Curioletti (segue a autorização dos direitos autorais anexadaao projeto)Público alvo: estudantes do ensino fundamental ( a partir dos 06 anos.Duração: 40 minutos. A peça conta a história de uma menina que se muda para uma nova cidade, longe da avó, com quem elapassava as tardes. Quando chega na casa nova e vai abrir as caixas, ela encontra os brinquedos feitos pela avó a partirdessas memórias revive as histórias que ouviu e viveu. A menina vai percebendo que os ensinamentos contidos nas histórias vão ajudá-la nessa nova fase. Uma peça sobre amor e respeito a nossa ancestralidade e toda a sabedoria queela carrega. O espetáculo ?Aquelas Que Moram Nela? traz uma temática extramente necessária e atual, ajudando a fortificar a conscietizacao do alunos participantes sobre a diversidade cultural e racial do nosso país, passando uma mensagem de que todosnós temos que honrar a nossa história, quem nós somos e de onde viemos.

Objetivos

GERAL: Circular com o espetáculo "MARRON: Nem Preto, Nem Branco?" (da premiada autora Renata Mizrah) em escola públicas do sul do Brasil, realizando gratuitamente 60 apresentações teatrais. E, ainda, seguindo o propósito do projeto que é democratizar o fazer teatral e formar plateias, serão realizadas 03 apresentações teatrais abertas ao público em horários alternativos à grade escolar (final de tarde, ou final de semana) com intuito de promover a integração entre escola e comunidade. E, ainda, 08 rodas de conversa mediadas por atores profissionais debaterão assuntos relacionados à profissão teatral com jovens que estão na fase de escolher uma profissão. ESPECÍFICOS: _ Possibilitar que cerca de 3400 alunos da rede pública de ensino (entre 06 a 12 anos) possam assistir nas escolas a um espetáculo teatral de qualidade e que tenham a oportunidade de conhecer o trabalho de uma dramaturga brasileira contemporânea aclamada pelos críticos e cujas obras receberam prêmios importantes recentemente. _ Viabilizar que cerca de 600 pessoas (pais, avós, tios, amigos e vizinhos dos estudantes) que moram em comunidades afastadas dos grandes centros urbanos tenham acesso ao teatro também, contribuindo para a democratização e formação de plateia. _Oportunizar que 400 jovens do ensino médio, e que estão enfrentando a fase de decidir uma profissão, possam conhecer um pouco do mercado teatral por meio de rodas de conversa mediadas pelo atores profissionais do espetáculo.

Justificativa

O ambiente escolar é naturalmente um local de encontro onde diversas experiências, descobertas e transformações são estimuladas com o intuito de contribuir na formação do caráter, valores e princípios morais daqueles que estão no centro desse encontro: os estudantes. Dentre as ferramentas utilizadas nesse encontro está o Teatro. O teatro é reconhecido por ser um instrumento importante no processo de aprendizagem e de transformação pessoal e social de um grupo/coletivo. Por isso, a importância de levar o teatro até a escola, trabalhando com temáticas inerentes ao ambiente escolar. Desde 2008, encontramos na Lei Federal de Incentivo à Cultura o mecanismo fundamental que viabiliza a realização de espetáculos teatrais para a infância em escolas públicas de forma gratuita e, assim, investindo na democratização e popularização da arte teatral entre estudantes, bem como educadores. O projeto busca focar em regiões/cidades afastadas dos grandes centros urbanos, justamente porque que objetivamos levar o teatro aonde ele normalmente nunca vai. Por optarmos por um caminho alternativo àqueles que normalmente seguem as grandes produções comerciais, é fundamental recorrermos ao uso do mecanismo de incentivos a projetos culturais, como a Lei Federal de Incentivo à Cultura, já que sem esse, tornaria-se praticamente inviável a sua realização. Esse ano, firmamos parceria com uma das grandes revelações do teatro para a infância nacional: Renata Mizrah. Renata é carioca e trabalha como roteirista, dramaturga e diretora de teatro. Como autora, ela foi duas vezes vencedora do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, a mais importante premiação do teatro para infância e juventude do Rio de Janeiro. Em 2015, Renata venceu o Prêmio Shell de Teatro pelo texto da peça Galápagos. "Marron _ Nem Preto, Nem Branco?" foi escrito em 2016 e traz o tema da questão da pluralidade cultural e racial pra cena, sem apelar para "psicologismos" banais. De forma divertida e poética, o espetáculo conta a história de Linda, uma menina de oito anos filha de pai branco alemão e mãe negra brasileira. O fato de ela ser o fruto de duas pessoas com referências culturais e familiares distintos a faz sentir-se deslocada, tanto que ela acaba entrando em crise de identidade após um trabalho sugerido na escola sobre contos de fada, quando sua amiguinha (branca, loira e com olhos azuis) acha que a princesa tinha que ser ela, e não Linda, estereotipada pela menina. Com uma narrativa bem humorada, repleta de personalidade e musicalidade, a peça incita o público a refletir sobre a pluralidade cultural que existe no nosso país, no nosso bairro, na nossa escola. Além de ser um texto primoroso, ele é absolutamente oportuno e necessário, visto que o Brasil é formado por um povo miscigenado. Acreditamos que será uma experiência valiosa, do ponto de vista cultural e social, circular esse espetáculo em diversas escolas públicas, levando pra cena questões que resgatam valores essenciais à vida em sociedade como o respeito e a compaixão. Entendemos, também, que essa é uma temática importante para ser direcionada aos adultos. Por isso, além de apresentar o espetáculo para alunos durante o horário escolar, 03 apresentações serão apresentadas à toda comunidade (pais, avós, tios, amigos e vizinhos dos estudantes) em horários alternativos (final de tarde, ou final de semana) e, assim, estimulando uma integração entre escolas e comunidades. Atenderemos os seguintes pontos do artigo 1 da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E também atendendo ao artigo 3 da mesma Lei supracitada nos seguintes pontos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

CONTRAPARTIDA SOCIAL (do artigo 22 da IN n. 02/2019): Serão realizadas rodas de conversa com jovens do ensino médio, e que estão enfrentando a fase de decidir uma profissão, para que possam conhecer a realidade da profissão Teatral a partir das experiências dos atores profissionais do espetáculo, apresentando um panorama das opções de atuação nesta área (formação, caminhos a serem percorridos, dificuldades, possibilidades, etc). O objetivo é que esses jovens possam conhecer um pouco mais do mercado teatral e quem sabe, assim, despertar o interesse neles por querer seguir nessa área. Tempo estimado: 2 horas cada roda de conversa. Expectativa de público: 400 jovens (10% do público total estimado para o projeto). Público alvo: jovens/estudantes do 3º ano da rede pública do ensino médio.

Acessibilidade

Produto Principal (Espetáculo Teatral): Em atendimento ao disposto na lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, declaramos que as escolas participantes do projeto serão instituições escolares de ensino fundamental que vêm desenvolvendo a inclusão de alunos com necessidades especiais em salas de aula regulares e que vêm adaptando o seu espaço físico para esse público (rampas de acesso, banheiros, assentos especiais etc). Da mesma forma, os locais onde acontecerão as 03 apresentações abertas à comunidade (ginásios ou auditórios de escolas) serão locais que possuem uma estrutura pronta para receber pessoas com necessidades físicas de locomoção como por exemplo rampas de acesso, banheiros adaptados, etc. Teremos, ainda, a presença de um profissional/interprete para mediar o espetáculo para pessoas com deficiência auditiva. Nas escolas em que houver alunos com deficiência auditiva e/ou visual, solicitaremos a presença de um instrutor/profissional da escola durante as apresentações para intermediar a comunicação e, assim, atendendo às necessidades do aluno. Ao final do espetáculo, os alunos deficientes visuais poderão explorar através do tato os objetos cênicos e o cenário do espetáculo. Sobre a divulgação das marcas dos patrocinadores e do governo federal, estarão presentes tanto na forma escrita quanto na auditiva, afim de que contemple a todos os presentes. Contrapartida: Os locais escolhidos para as rodas de conversa terão acessibilidade para portadores de necessidades especiais (rampas de acesso, banheiros, etc). No caso de haver algum participante com deficiência auditiva, buscaremos a parceria de um intérprete de Libras para mediar a comunicação.

Democratização do acesso

60 apresentações teatrais do projeto serão voltadas ao público infantil (contemplando o inciso VII do artigo 21 da IN de 2019) e oferecidas de forma totalmente gratuita em escolas públicas (contemplando o artigo 20 da IN) 03 apresentações do projeto serão oferecidas ao público em geral em horários alternativos à grade escolar, contribuindo para a democratização do projeto uma vez que iremos viabilizar que pessoas da comunidade (pais, avós, tios, amigos e vizinhos dos estudantes) possam ter a oportunidade de assistir também ao espetáculo teatral, sendo esta uma maneira de viabilizar e ampliar o acesso democrático ao produto. (Contemplando o inciso X do artigo 21 da IN). Faremos registros audiovisuais do espetáculo e disponibilizaremos na internet em trechos. E, ainda, permitiremos a captação de imagens do espetáculo, bem como autorizaremos que as mesmas sejam veiculadas por redes públicas de televisão e outras mídias. (Contemplando os incisos III e IV do artigo 21 da IN).

Ficha técnica

EDER SCHMIDT – Função no projeto: Proponente e Coordenador Geral. Trabalha profissionalmente com teatro desde 2004 (registro profissional, DRT n° 5921/SC). Desde então vem atuando como Produtor Cultural, Ator, Diretor Teatral, Oficineiro/instrutor teatral e Gestor cultural. FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduação em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em 2005. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR: Workshop online de Gestão de Projetos Culturais (carga horária 40h/2011), ministrada por Bernardo Rodrigues. Programa de Capacitação em Projetos Culturais / Minc (carga horária 24 horas/2010). Oficina “O Ator e a Máscara” (Carga horária 20h/2009), ministrada por Tiche Vianna durante o Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis. Oficina “Treinamento Cotidiano para o Ator” (carga horária 20h/2007), ministrada por Renato Ferracini durante o 20º Festival Universitário de Blumenau. Oficina “Teatro de Rua e a Formação do Ator” (Carga horária: 18h/2006), Ministrada por Narciso Telles, Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC. Oficina “Corpo, Voz, Texto: A inter-relação dos movimentos”, (Carga horária 15h/2004), ministrada por Monica Montenegro durante o 17º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau/FITUB. Oficina “Pinocchio, Gepetto e o Nariz” (carga horária 16h/2003), ministrada por Celso Nunes durante o 16º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau/FITUB. Oficina “O ator bufão” (Carga horária: 20h/2001), ministrada por Daniela Carmona, Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC. Bolsista CNPq da pesquisa sobre Teatro de Grupo sob coordenação do professor Dr. André Luiz Antunes Carreira (UDESC), de 2003 a 2005. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EM TEATRO: Coordenador Geral do Projeto Cultural Teatro na Escola (2019) com a turnê do espetáculo “O Ovo, a Galinha e Máquina de Escrever” (inspirado no universo de Clarice Lispector, direção de Loren Fischer) em escolas de SC, RS e MG, totalizando 100 apresentações. Coordenador Geral do Projeto Cultural Teatro na Escola (2018) com a turnê do espetáculo “Salada Cherrie (direção de Paula Bitencourt) em escolas de SC e RS, totalizando 66 apresentações. Coordenador Geral do Projeto Cultural Teatro na Escola (2017) com a turnê do espetáculo “Onde Foi Parar a Dona Gentileza” (direção de Taís Trindade) em escolas de SC e RS, totalizando 82 apresentações. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2016) com a turnê do espetáculo “Onde Foi Parar a Dona Gentileza” (direção de Taís Trindade) em escolas de SC, totalizando 64 apresentações. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2015) com a 2ª turnê do espetáculo “Tecnópolis – Sem Livro Pra Contar” (direção de Aline Maya) em escolas SC e MG, totalizando 90 apresentações. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2014) com a 1ª turnê do espetáculo “Tecnópolis – Sem Livro Pra Contar” (direção de Aline Maya) em escolas SC e RS, totalizando 76 apresentações. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2013) com a 6ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) em escolas de SC, totalizando 70 apresentações. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2012) com a 5ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) pelas escolas do RS, totalizando 68 apresentações. Diretor Teatral do espetáculo “O BOTO” (2011), inspirado na lenda “O Boto Rosa” e apresentado no evento “Aqua - River Lives: Stories from the world's Greatest Rivers" em agosto/2011 no museu de Auckland na Nova Zelândia. Coordenador Geral e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2011) com a 4ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) em escolas de SC, totalizando 80 apresentações. Produtor e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2010) com a 3ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) pelas escolas de SC e MG, totalizando 96 apresentações. Produtor e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2009) com a 2ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) pelas escolas de SC e RS, totalizando 110 apresentações. Produtor e Ator no Projeto Cultural Teatro na Escola (2008) com a 1ª turnê do espetáculo “Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza” (direção coletiva) pelas escolas de SC, totalizando 50 apresentações. Ator do espetáculo “As Criadas (2005), texto de Jean Genet, participação do Festival de Teatro de Curitiba no mesmo ano. Diretor Teatral do Projeto Literatura em cena com o espetáculo “Arrethelp: Uma Visão de Futuro (2012). EXPERIENCIA PROFISSIONAL COMPLEMENTAR: Parecerista de Projetos Culturais encaminhados ao Ministério da Cultura (Lei Federal de Incentivo à Cultura), de 2010 a 2016. Professor (ACT) de Artes Cênicas (40h/semanais) do ensino fundamental em escolas da Prefeitura de Florianópolis, nos anos de 2004, 2005 e 2006. RENATA MIZHARI: Autora do texto "Marron: Nem Preto, Nem Branco?" Trabalha profissionalmente como roteirista, dramaturga e diretora de teatro. Como autora, foi duas vezes vencedora do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil: em 2010, pelo texto de “Joaquim e as Estrelas”, e em 2012, pelo texto “Coisas que a gente não vê”. Em 2015, Renata venceu o Prêmio Shell de Teatro pelo texto da peça “Galápagos”. Renata é carioca e estudou Artes-Cênicas na UNIRIO e Dramaturgia para Novela na Oficina de Autores da Globo e, ainda, Cinema na EICT em Cuba (Escuela Internacional de Cine e TV). No Teatro: é vencedora do Prêmio Shell 2014 por “Galápagos”, direção de Isabel Cavalcanti. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010, pelas peças “Coisas que a gente não vê”, direção de Joana Lebreiro e “Joaquim e as estrelas”, direção de Diego Molina. Em 2017 foi indicada a Melhor Texto por “Marrom- Nem Preto, Nem Branco?” no Prêmio Zilka Salaberry, direção de Marcelo Alonso Neves.Em 2018 estrou a peça Colisão com direção de Alexandre Contini. Em 2017 estreou “O Olho de Vidro”, onde assina o texto a partir do livro de Bartolomeu Campos de Queirós, com direção de Vera Holtz, Guilherme Leme Garcia e Flávia Pucci. Em julho 2017 estreou “Rio Mais Brasil- O Nosso Musical”, com direção de Ulysses Cruz. No Teatro Oi Casa Grande. Em 2016 foi indicada a melhor texto no Prêmio de Teatro Infantil por CBTIJ “Marrom - nem preto, nem branco?” e no Prêmio Botequim Cultural e melhor texto adaptado nos mesmos Prêmio por “Ludi Na Revolta da Vacina”, que fez adaptação do livro de Luciana Sandroni e assinou a direção. Em 2016 escreveu e estreou “Chica da Silva – O Musical”, direção de Gilberto Gawronski. A peça recebeu Prêmio Shell de melhor atriz (Vilma Melo).Em 2015 estreou a comédia “WAR”, com direção de Diego Molina. Em 2014 teve seu esquete “Isso Foi Apenas Uma Cena Curta” encenado em Londres no evento “Vozes Contemporânea do Brasil” no Theatre 503. Em 2014 estreou “Silêncio!”, que também assinou a direção, indicada a melhor texto FITA 2014, e o Prêmio Cesgranrio 2014. Em 2013 estreou o adulto “Os Sapos, que também assinou a direção. A peça foi indicada ao Prêmio de Melhor Texto no Prêmio Cesgranrio e ao FITA 2013 de Melhor Texto e Revelação de Melhor Direção. Em 2013 foi indicada ao Prêmio Zilka Salabery 2013 pelo texto infantil “Nadistas e Tudistas”, com direção de Daniel Herz. Atualmente desenvolve dois textos: Dora (para Irene Ravache) e O que é que ele tem? (para Louse Cardoso). Na TV: - Fez Oficina de Autores da TV Globo em 2010. - Trabalhou como roteirista da Conspiração Filmes em 2011. - Trabalhou como roteirista da Rede Globo em 2013/14. - Foi uma das roteiristas do programa inédito para o GNT “Minha Estupidez”, idealizado por Fernanda Torres. (Conspiração Filmes/direção de Mini Kerti) em 2017. - Escreveu a Segunda Temporada da Série “Homens São de Marte, é Pra Lá que Eu Vou” do canal GNT (Zola/ direção de Susana Garcia) em 2018

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-08-30
Locais de realização (15)
São João del Rei Minas GeraisErval Grande Rio Grande do SulFaxinalzinho Rio Grande do SulNonoai Rio Grande do SulAbdon Batista Santa CatarinaAnita Garibaldi Santa CatarinaBalneário Barra do Sul Santa CatarinaCampos Novos Santa CatarinaCelso Ramos Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaGuatambú Santa CatarinaPaial Santa CatarinaSão Carlos Santa CatarinaÁguas de Chapecó Santa CatarinaEstância Sergipe