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Realização do espetáculo cênico "Guardião do Fogo", que apresentada o mito da criação do prato típico, com cortejos de sensibilização e divulgação para a comunidade composto por banda típica, carneiro e carneiretes, rainha, circo. O espetáculo é produzido por cenas e construído de vários seguimentos culturais como teatro, circo, música, dança. Além do espetáculo, serão realizados cortejos e oficinas ofertadas em colégios e instituições sem fins lucrativos de expressão artísticas para iniciantes.
A GUARDIÃ DO FOGO (clasificação indicativa: LIVRE) CENA 1 - INICIO[V1] Música Narração: Houve[V2] um tempo em que a terra e seus habitantes desconheciam o fogo. E os homens e todos os demais animais só conheciam o calor através do sol e a luz por meio da lua. (Música lua e sol) IAVARI - Minarã está em cena , no centro do palco[V3] . Narração - Existia[V4] apenas uma chama. Ela era mantida acessa por um índio considerado de raça estranha, Minarã. Minarã era o único que sabia o segredo do fogo[V5] . Mas o velho Pajé temia pela aquela valiosa chama. Então, resolveu compartilhar o segredo com sua filha, Iavari. CENA[V6] 2 – PASSAGEM DO FOGO Iavari está no centro da arena, com índias e animais. Minarã chama. MINARÃ IAVARI[V7] ! IAVARI Sim[V8] meu pai. MINARÂ[V9] IAVARI, daqui para frente você será a responsável por essa chama. A partir desse momento não vivera mais como carne e sim como espírito, você será Guardiã[V10] do Fogo! A[V11] única que saberá o segredo dessa fonte de luz e calor em todo mundo. Guarde esse chama e honre o nosso povo. (passa o fogo para I AVARI) Narração Daquele[V12] dia em diante, cabia a Iavari a missão de vigiar e manter a única chama do mundo acessa. Mas, Minarã e Iavari não contava com a audácia do determinado guerreiro Fietó guardião da tribo Kainkang. CENA - 3 - Surge FIETÓ do outro lado da arena FIETÒ - (Grita) Minarã! Índio mal, de raça estranha, egoísta. Só para você guarda o segredo do fogo, nem mesmo para sua própria raça é capaz de revelar tão valioso mistério! MINARÂ Fietó, muito se engana ao meu respeito. O segredo do fogo não pertence apenas a mim. IAVARI, índia de minha raça e minha filha tem o segredo em suas mãos agora. Ela é espírito a Guardiã do Fogo. E apenas a nos ele pertence. Narrador- Enquanto Iavari banha-se a beira do Rio. Fietó, astuto e jovem guerreiro da tribo, decidiu tirar de Minarã o segredo do fogo. E ele se transformou na gralha branca e partiu em direção a cabana de Minarã. Fietó se jogou nas águas e Iavari seguindo seus instintos indígenas socorreu a linda gralha branca. E assim, o guerreiro Fietó em forma de pássaro, roubou a chama e partiu carregando um ramo com fogo em seu bico. Fietó não suportou o peso do ramo, pousou em um pinheiro e provocou um incêndio em toda a floresta e nas matas distantes. Veio a noite e tudo continuava claro. Foi assim dias e dias. E dessa forma, vieram tribos de todas as partes, índios que nunca tinham visto tamanho espetáculo e cada um levou brasas e tições para suas casas. E o segredo foi revelado, a todos ele pertence. MINARÃ IVARI, você falhou em sua missão. Sabe o que significa revelar a todos o segredo do fogo?! O fogo é um elemento que não serve apenas para cozinhar alimentos. Virão homens de muitas tribos que usarão o fogo para a destruição. Sempre fui julgado como egoísta, mas a minha intenção era proteger o nosso povo. Iavari minha filha, chegara o dia em que eles virão e o fogo será a sua principal arma. Musica (Minarã sai) IAVARI E assim aconteceu, de tempo em tempo eles vieram com armas de fogo em suas mãos e não souberam pedir, só mandar. CENA 4 - BANDEIRANTES Som de tiros. Animais e índios se espantam. Um tiro acerta Minarã, ele morre. Entram um bandeirante com standard. Iavari assiste tudo do centro da arena Iavari Como pode um elemento tão valioso ser usado de forma tão brutal! Essa terra a nós pertence. (os bandeirantes saem comemorando). Nossa aldeia, nosso povo está destruído, mas, o nosso espírito ainda vive. Bandeirante Se Deus pudesse lhe ouvir, o que pediria? O que pediria de Deus pudesse lhe ouvir ? Um dia São Marcos bateu a porta de Jesus Cristo , que lhe perguntou o que queria e ele respondeu: Vim guerrear com meus inimigos. Se lhe puxarem as facas , essas se dobraram. Se lhe puxarem as espadas essas virarão batedeiras de algodão. Se lhe puxarem armas de fogo, cairão peixes e agua caíra do seu cano. E quem fizer essa oração terá 100 anos de perdão. ( finca o standard no chão). IAVARI E eu como a guardiã do fogo prometo que ainda virá um povo que usará essas chamas não como arma e sim como símbolo de união. Esse povo será digno de nossas terras e o fogo será um elemento precioso para essa gente. ( tira o standard do chão) Levantem bravos guerreiros que nosso espírito ainda vive. Os índios se levantam lentamente, carregam Minarã até o palco. Iavari acompanha ao chegar no palco a chama reacende. CENA 5 - CHAGADA DOS PIONEIROS Narrador E assim e Por volta de 1900, um homem chamado Pereira, reuniu a família e saiu de São Paulo rumo ao Paraná. Quando chegaram em Pitanga foram orientados pelos índios em como chegar nos Campos dos Mourão. (Musica Pereira entra em cena ) Esposa de Pereira Pereira você está distante, pensativo... Parece que não está preocupado apenas em avistar terras. Pereira Foi o sonho que tive essa noite que está me perturbando. Aquela índia não me sai da cabeça e eu não consigo me lembrar o que ela dizia. Esposa de Pereira Foi só um sonho Pereira, você está apenas impressionado, por causa dos índios que encontramos no caminho. (Mudando de tom) Mudando de assunto, estou começando a me preocupar. Nós temos que andar muito ainda? As crianças estão que não se agüentam mais de tanto cansaço. Pereira Se acalma mulher. Os Índios disseram que é só a gente seguir viajando contra o sol sem desviar do rumo que nós chegamos aos Campos do Mourão. Esposa de Pereira Será que vale a pena tanto sacrifício? Sair de tão longe e vir para uma terra que a gente nem sabe direito como é?! A comida já está acabando. Pereira Tenha fé, minha esposa! Estou achando que isso tudo tem alguma coisa a ver com o meu sonho. Esposa de Pereira E eu estou começando a achar isso muito estranho. Pereira Manda o povo descansar por uns momentos, e logo seguimos viagem. Algo me diz que hoje ainda estaremos nos Campos dos Mourão. CENA 6 - A PROMESSA DE LUCIO Lúcio Compadre Pereira, ainda falta muito para chegar no tal dos Campos dos Mourão. Pereira Lúcio, você que é um homem experiente tem que me ajudar acalmar o povo. Estou certo que chegaremos em breve. Lúcio Pois eu prometo que coloco uma cruz bem alta para o povo rezar o terço nos domingos se a gente chegar são e salvo neste lugar. Pereira Vai ter que pagar a promessa! Lúcio Pois pago, sô! Pereira Mande um dos rapazes subir numa palmeira bem alta e quem sabe ele avista o Campo dos Mourão. Lúcio É pra já compadre! Lúcio se afasta e pede a um dos rapazes para subir numa palmeira (tudo em gestos) e este, após subir no tronco da árvore retorna correndo e gritando. Narrador Campos dos Mourão, Campos dos Mourão! Gritou o menino. Ele vê os campos que tanto procuravam. Estava bem perto. Era só atravessar o rio que o campo estava lá. Era, igualzinho como Pereira relatou, um clarão só. Foi possível ouvir até o canto das perdizes. Todos se levantam e rumam ao descampado. O povo caminha seguindo Pereira até o centro da Arena CENA 7 - CONSTRUÇÃO DA CIDADE (Música, vídeo da derrubada das arvores) Logo a após pessoas entram e simulam fotografias da cidade) CENA 8 - A PAQUERA Rapaz 1 Vai lá Jorge! Vai lá que ela ta te olhando. Mas vai logo que a Dona Maria tá de olho. E eu não sei quem é pior o seu Gumercindo ou dona Maria (risada) Do outro lado dona Maria se aproxima de Rosinha Dona Maria Rosa Maria da Silva Custódio, pensa que eu não sei que você está de olho naquele bode mijado do Jorge. Rosinha Claro que não mãe ele nem faz o meu tipo Dona Maria E o que você está fazendo aqui afastada de todo mundo e sozinha? Rosinha (disfarçado) Eu?! Eu estou tomando uma fresca, descansando mãe, porque a gente já andou muito e eu to cansada. Dona Maria Sei. Você que não sossegue o facho não viu Rosinha! Eu to de olho! E qualquer coisa que você aprontar eu conto tudo pro seu pai. (sai e no meio do caminho encontra Sr. Gumercindo). Gumercindo Maria, o que a Rosinha tá fazendo ali sozinha? Dona Maria Espícula de Rodinha Gumercindo. Gumercindo Mulher, me respeita. (sai resmungando atrás da esposa) Jorge trás uma flor e algumas gabirobas para Rosa. Rosa Que lindas são estas flores, Jorge! Jorge Que bom que você gostou Rosa! Trouxe também algumas frutas para você. Rosa Que fruta é esta? Jorge O pessoar chama de gabiroba! Rosa Não é venenosa? Jorge Claro que não, minha flor! É docinha! Feito mer de abeia! Uma delicia, pode exprementa. Duas outras moças entram e interrompem o casal. Moça 01 Olha só os namoradinhos! Moça 02 Só falta dar beijinho! Rosinha Deixa de bestagem, meninas bobas! Aparecem duas senhoras. Moça 01 Isto para mim vai dar é casamento! Moça 02 Vai ser o primeiro casamento da nova terra. Rosa É bom vocês pararem de história! Quem disse que quero casar? E vocês são um bando de invejosas! Madalena Liga não amiga, ela está acanhada. E então, como estão as coisas? Lurdinha Tem nada de novo não. Só os boatos ai sobre o senhor Pereira Madalena O Lurdinha eu não quero saber de fofoca mais não hein. Lurdinha Eu também não, mas que ele tá estranho, isso tá. Madalena Já disse que eu não quero saber mais de fofoca Lurdinha. Lurdinha Tão falando que é um sonho estranho que ele teve com um índio, índia sei lá. Madalena Índios? Que sonho? Ai Lurdinha, você vai ter que contar tudo. Lurdinha Ué, você não disse que não queria saber de fofoca. Madalena Você começou, agora eu quero sabe. Lurdinha Vixi Maria, eu não sei de nada não. Madalena Vai me contar não? Lurdinha Não Madalena Nem queria mesmo. E tem mais, eu to atrasada , meu pai fico de em ensina meu nome hoje. E te mais, hoje tem as cantoras do rádio e eu não perco um! Lurdinha Eu amo ouvir o programa dos cantores do rádio. ( observando Jorge e rosa) Mas você pode ir ta Madalena que eu vou ficar mais um pouquinho aqui ta ... Madalena ta bom, tchau Lurrinha... CENA 9 - NAMORO DE JORGE E ROSA (Jorge está no banquinho com uma flor fazendo mal me quer bem me quer Rosa chega e surpreende ) Jorge Oi minha fror de maracujá. Rosa Fror de maracujá Jorge?! Eu so é a Rosa. Jorge (todo carinhoso) Rosinha. Eu truche até uma aqui ó. Só não são docinha que nem as gabiroba, mais são cherosa iguarzinho ao cê. Rosa Quanto romantismo Jorge! Gumercindo (grita ao longe) Rosinha! Rosa Meu pai Jorge! Dona Maria Rosinha! Jorge Eita! A sua mãe Rosinha Gumercindo (se aproxima) Rosinha quê ocê ta fazendo menina? (olha para Jorge) Óia aqui seu cabocu safado, num vo nem perde meu tempo, tu vai te que casa, e vai ser agora! Jorge (medroso) Sim sinhô, seu Gumercindo. Vai ser um prazer. Gumercindo - Maria o que Ce tava fazendo que num ensino essa menina direito? Dona Maria Sabe o que eu tava fazendo Gumercindo?! Espicula de Rodinha! Gumercindo Muiéé, muiée (saem) CENA 10 – CONVITE Lurdinha Madalena! Oh, Madalena! Madalena (Saindo na janela) Credo, Lurdinha! Carece tanta gritaria? Lurdinha Cê vai no casamento de hoje à noite? Madalena Que casamento? Lurdinha Da Rosa e do Jorge. Parece que senhor Gumercindo pegos os dois com a mão na butija ... Madalena Butija?! O que é isso? Lurdinha Butija Madalena ... Ué ... Mas voe vai ou não vai? Madalena Ora se vou! Tá para existir quem me impeça de ver a Rosa casando? To. Não fui convidada, mas vou do mesmo assim ! Lurdinha Eu também. ( risos). Estão dizendo que vai ter até quadrilha das boas! Então corre avisar as meninas que as cinco a gente se encontra na frente da igrejinha! CENA 11- SONHO DE PEREIRA Esposa de Pereira Pereira, vamo logo que nóis já estamo atrasado. Ta pensando na morte da bezerra é? Pereira Claro, que não muié ... Esposa de Pereira Ou ta pensando de novo no sonho com a índia? Pereira Já que ce tocou no assunto... Me lembrei até do nome dela, Iavari. Mas eu não consigo me lembra direito o que ela me falava... Esposa de Pereira Iavari?! Sei ... Pereira Ta com ciúme muié?! Esposa de Pereira Ciúme? Eu? Vamo logo que nóis ta atrasado pro casamento da Rosinha. CENA 12 – CASAMENTO ( A noiva entra com a marcha nupcial junto com Sr Gumercindo.) Padre Irmãos e irmãs estamos aqui reunidos... Gumercindo Num enrola não seu vigário, vamu logo pros finalmente Padre Jorge já aceitou e Lurdinha também. Pode beijar a noiva. Uma grandiosa festa caipira é montada, com direito a fogos, bandeirinhas ... Um carro aparece com motorista e com latinhas penduradas e os noivos vão para lua de mel CENA 13 - EMANCIAPAÇÃO Família em volta do rádio ouvem a noticia da emancipação de Campo Mourão. Sobem as bandeiras, do Paraná , Brasil e Campo Mourão ao som do hino de Campo Mourão . CENA 14 – ENERGIA ELÉTRICA. Rosinha e Jorge estão no centro da arena com lampiões de gás. Rosinha Jorge, ocê se lembra do nosso casamento. Jorge claro, minha flor de maracujá. Rosinha Tava uma noite igualzinha essa, misteriosa, bonita... Não tinha nem energia elétrica! Agora não Jorge, hoje é o ultimo dia que nois vamo usa o lampião de gás Daqui a pouco a cidade vai ta toda iluminada. Vou até sentir saudade do lampião Jorge Verdade minha fror de maracujá, verdade (os dois saem) Bailarinas CENA 15 - CRIAÇÃO DO PRATO Escurece a arena, no telão cenas de filme de bang – bang CENA 16 - INVENÇÃO DO CARNEIRO NO BURACO (Pereira já idoso está sentado em uma cadeira de balanço ) Entra Teixeira, Caudas e Queiroz Pereira Por que tanta felicidade? Teixeira Nós acabamos de ver um filme Sr. Pereira Caudas Um filme muito bom, de faroeste. Pereira Mas o que esse filme tem de interessante? Queiroz Ah Sr. Pereira, muita coisa! Nós vimos no filme que eles cozinhavam os alimentos em buracos Caudas Então, a gente estava pensando em prato pra nossa cidade Teixeira Uma iguaria, cozida no buraco. Queiroz Na verdade. Nós estávamos pensando em uma receita com o carneiro. Teixeira Poderia chamar Carneiro no Buraco! Caudas Mas para isso a gente precisa de um buraco e claro o elemento principal, o fogo. Teixeira O fogo é um elemento importante , Teixeira. Pereira Fogo! É isso. Agora eu entendo, nós somos o povo digno dessa terra e o fogo é símbolo de união e progresso. Queiroz Nosso prato pode se tornar uma festa. Pereira Vocês já pararam pra pensar? Caudas Pensar em que? Pereira No futuro. Eu posso até imaginar FESTA NASCIONAL DO CARNEIRO NO BURACO!!!!! (Vai saindo ). Caudas, Pereira e Queiroz: Podia ter um ritual do fogo, uma banda: A banda do Buraco. Um circo!!! Circo do carneiro!!! Um mascote!! Um carneiro. As carneretes e o ballet do prato típico ( Vão saindo). CENA 17 - RAINHA E CARNEIROS E CARNERETES E BALLET DO PRATO TÍPICO. CENA 18 - CENA FINAL. [V1] Inicialmente floresta depois a ideia de cenário projeção é bem lúdica . Brincar com a chama na mão de minarã , a transformação da chama em humano. Mas a partir de 2:49 a cena volta a ser floresta, mas pode brincar com essa floresta tbm. [V2] +- 17 seg Narração: Houve ... lua. [V3] 42Seg Minarã entra em cena. [V4]42 seg Narração: Existia apenas ... fogo. 1min15 Começa uma espécie de ritual onde a transforma a chama em uma pessoa em 1:56 ( bailarina). Ela dança até 02:38 onde Minarã volta a transforma-la em chama; [V5]2:49 narração : Mas o velho ... filha, Iavari. Aparece sombra de iavari, animais e índias por tras do cenário . Vão para o palco. 3:58 animais e índios fazem reverencia para minarã e Iavari. 4:45 Iavari , animais e índios vão para o centro da arena. 5:50 Dançam. [V6] O cenário continua floresta. [V7] 22seg [V8]33 seg. Minarã caminha até Iavari. [V9]+- 53 seg Minarã: Iavari .... [V10] Minarã:[ ...]A guardiã do fogo! Minarã passa a chama para Iavari. Animais e índios fazem uma grande roda em torno de minarã e Iavari que elevam a chama juntos. 2:22 Iavari e índias dançam. Animais e minarã vão para o palco. 3:35 Iavari e índias vão para o palco e animais vão para a arena ( improvisos, saltos...) Minarã permanece no palco. [V11] 4:09 Minarã : A única ... honre nosso povo. [V12] 4:20 Narrador: Daquele dia .... Kainkang .
BJETIVO GERAL Realização do espetáculo "Guardião do Fogo" e programação artística/cultural da festa nacional do carneiro no buraco OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Criação do Espetáculo "Guardiã(o) do fogo utilizando diferentes linguagens artísticas/culturais, b) Realizar cortejos com os personagens principais da festa: carneiro, carneiretes, big band e rainha, c) Oferecer, de forma gratuita, 04 oficinas de expressão artística para a comunidade, d) Promover a valorização da nossa cultura e o patrimonio material e imaterial brasileira utilizando elementos folcloricos e fatos.
Com base em mitos, ritos e fatos dos fundadores da cidade de Campo Mourão, criou-se a encenação do espetáculo "Guardiã(o) do Fogo", que vem sendo produzido desde 2001, na arena do Parque de Exposição de Campo Mourão, utilizando várias linguagens artísticas/culturais tais como folclore, teatro, circo, dança, música, na realização da Festa Nacional do Carneiro no Buraco. A peça teatral apresentada em uma narrativa linear, que parte do período colonial ao contemporâneo, apresenta trechos da Carta de Pero Vaz de Caminha e discorre sobre o encontro e o conflito dos indígenas, portugueses e bandeirantes. Além de mencionar fatos da história regional, como à frente (re)ocupação de Campo Mourão que teve início no século XIX, quando chegaram os migrantes paulistas, nordestinos, catarinenses, que perdura até os dias atuais, a emancipação política de Campo Mourão e a exposição de símbolos oficiais da cidade (MARTINS E PELEGRINI, 2014). O tema principal do espetáculo é o fogo, já que o enredo está centrado nas índias Iavari que recebem do seu ancestral o compromisso de guardarem este fenômeno "natural". No entanto, o guerreiro Fietó descobre o segredo e transforma-se em um pássaro, que em seu bico carrega brasas, asquais caem acidentalmente na floresta e espalham-se para diversos povoados, quebrando a promessa. Assim, o fogo cai por terra nas mãos dos bandeirantes, que por sua vez entram em conflito com os indígenas (MARTINS E PELEGRINI, 2014). "O fogo é, assim, um fenômeno privilegiado capaz de explicar tudo", desta maneira, este exprime o papel de assegurar a mítica da invenção do prato como elemento principal para realização simbólica e material. As guardiãs aparecem no sonho do "pioneiro", chamado Pereira, e o avisam de que o fogo será um elemento importante para cidade de Campo Mourão. Na prática o prato típico foi criado após os três pioneiros terem assistido ao filme de faroeste americano, onde os personagens preparavam suas refeições em buraco com brasas, assim o prato foi idealizado. Essa narrativa teatral distancia-se da proposta inicial dos inventores do prato, que improvisaram uma receita para encontros em família e amigos, mas aos poucos foi sendo servido para políticos que visitavam a cidade, posteriormente divulgado e difundido por Tony Nishimura em suas viagens, bem como se tornou prato da festa oficial da cidade na década de 1980. (YURASSEK, 2011; OLIVEIRA; VICENTINI, 2013). "A teatralização do patrimônio é o esforço para simular que há uma origem, uma substância fundadora, em relação à qual deveríamos atuar hoje". Desta maneira, o discurso teatral vem para fortalecer a constituição do patrimônio imaterial de Campo Mourão e corroborar a ideia de uma origem para o prato gastronômico. Além da peça teatral, outros elementos também fazem parte da legitimação do Carneiro no Buraco como patrimônio imaterial, como a criação dos rituais: "Ritual do Fogo" e o "Ritual de Retirada dos Tachos". A invenção de rituais são estratégias que coadunam os interesses dos atores envolvidos para perpetuar características que demonstrem a repetição de ações simbólicas. Desta forma o espetáculo converge com o Art. 1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Alcançando desta forma os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
A contrapartida social será a realização de oficinas e contaçõa de histórias em 10 instituições públicas de Campo Mourão, sendo distribuido da seguinte forma: 1) oficina de expressão corporal - 05 ações com 02 horas de duração cada ação Oficina de Expressão corporal (iniciante) Público: acima de 12 anos Conteúdo: conceito, dinamicas, conciencia corporal, exercícios. Serão: 500 pessoas atendidas 2) contação de histórias - 05 ações com sessões de 45 minutos Repertório sugerido: Foi o Ovo ou a Ova?; Fraca, Fracola, Galinha D’angola; A Galinha Preta; A Menina e Pássaro Encantado; Macaquinho; As aventuras de João Grilo; Fofinho; O Velho o Burro e o Menino; O Casamento da Dona Baratinha; Vamos esperar o sete sete chegar?; Saltimbancos; A Semente da Verdade; O velho do saco; Saci Pererê; A menina do vestido azul; João sem Medo; A casa sonolenta; O macaco e a Velha; Pequenino Grão de areia; Cinderela; O astrólogo sapateiro; Sua Alteza a Divinha; O poeta e o Oleiro; Carne de Língua; O caso do bolinho; A semente da verdade; A galinha dos ovos de ouro; Dona baratinha; Pequenino grão de areia; Galo galo não me calo; A menina e o Lobo; O leão e o ratinho; A arvore generosa; Marcelo marmelo martelo; O rato; Romeu e Julieta; O grufalo; Dança dos Ossos; O rei e a lua; Rumpelstiltskin; O gato de Botas; Chapeuzinho vermelho; João e Maria. serão atendidadas 500 pessoas (classificação livre)
1) Espetáculo "Guardiã(o) do Fogo" de aproximadamento 1:30, envolvendo um elenco de 200 pessoas entre contratados e voluntários, previsão de um público de 10.000 pessoas a) O espetáculo "Guardiã(o) do Fogo", movimento a cadeia economica criativa de Campo Mourão, desta forma são envolvidos: cenografos, aderecistas, artes plasticas, atrizes, atores, bailarinos, circenses, músicos, figurinistas, costureiras, coreografos, diretor artístico, iluminador cênico, produtores, assistentes, técnico de som, técnico de luz, locação de palco, locação de som, locação de telão, editor de audio, editores de vídeos, publicidade de propaganda, eletricista, profissionais de segurança, saude, limpeza, entre muitos outros serviços pontuais e necessário ao espetáculo. b) Para que a cena se desenvolva é necessário a distribuição de cronograma e responsabilidades por área de atuação; c) Será realizado uma seleção para artistas profissionais e voluntários participarem do processo. Tão logo aconteça a primieira reunião, iniciam os ensaios duas vezes por semana. d) O ensaio geral acontece no local da apresentação e será aberto ao público. e) A apresentação do Espetáculo "Guardiã(o) do Fogo" preve o atendimento de um publico de 10.000 pessoas. 2) Contrapartidas sociais: a) oficinas de expressão corporal (iniciante) - previsão de atender 500 pessoas entre alunos, pais e comunidade em geral. As oficinas de expressão corporal serão realizadas em 05 ações com 02 horas de duração cada ação para alunos iniciantes apartir de 12 anos. Conteúdo: conceito, dinamicas, conciencia corporal, exercícios. Serão: 500 pessoas atendidas b) contação de histórias - 05 ações com sessões de 45 minutos Repertório sugerido: Foi o Ovo ou a Ova?; Fraca, Fracola, Galinha D’angola; A Galinha Preta; A Menina e Pássaro Encantado; Macaquinho; As aventuras de João Grilo; Fofinho; O Velho o Burro e o Menino; O Casamento da Dona Baratinha; Vamos esperar o sete sete chegar?; Saltimbancos; A Semente da Verdade; O velho do saco; Saci Pererê; A menina do vestido azul; João sem Medo; A casa sonolenta; O macaco e a Velha; Pequenino Grão de areia; Cinderela; O astrólogo sapateiro; Sua Alteza a Divinha; O poeta e o Oleiro; Carne de Língua; O caso do bolinho; A semente da verdade; A galinha dos ovos de ouro; Dona baratinha; Pequenino grão de areia; Galo galo não me calo; A menina e o Lobo; O leão e o ratinho; A arvore generosa; Marcelo marmelo martelo; O rato; Romeu e Julieta; O grufalo; Dança dos Ossos; O rei e a lua; Rumpelstiltskin; O gato de Botas; Chapeuzinho vermelho; João e Maria. Classificação: livre atedimento: 500 pessoas
Acessibilidade FÍSICA: Os ensaios e a apresentação serão realizados em espaços físicos adpatados para acessibilidade física, com banheiros, rampas e guias. Acessibilidade de CONTEÚDO: As apresentações se realizarão em espaços públicos, com amplitude de espaço e para o acesso ao conteúdo será contratado uma interprete de libras e disponibilizado legenda discritiva nos telões.
Art. 21: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, em cumprimento a este dispositivo o projeto irá: PRODUTOS CADASTRADOS: 1) Espetáculo de Artes Cênicas (produto) a) oferecer 01 ensaio geral aberto a população, b) Apresentar do espetáculo será gratuita e aberta ao público em geral, sem qualquer restrição, podendo ser compartilhada em veículos de comunicação e mídias sociais. c) Faremos transmissão ao vivo do espetáculo e posteriormente será disponibilizado na internet a gravação na integra da apresentação, 2) Contrapartida social (produto) a) realizar oficinas de expressão artistica nos bairros (Colégios), b) oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência.
DÉBORA SOARES – Gestão Cultural e Diretora de Produção (coordenadora geral, responsável por cada fase e etapa decisória do projeto) Formação MBA em Gestão de Pessoas e Inteligência Competitiva pela Faculdade Integrado de Campo Mourão, Tecnóloga em Gestão Pública pelo Instituto Federal do Paraná e Licenciatura em Geografia pela Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão. Atuação Profissional: Envolvida com gestão cultural desde 2004, ocupou o cargo de Coordenadora Administrativa da Fundação Cultural de Campo Mourão por 04 anos e foi Diretora Administrativa Financeira da Fundação Cultural por mais de 04 anos, Gestora de projetos culturais da Casa do Verbo e da CultproArte, por 06 anos foi parecerista da Lei de Incentivo à Cultura do Município, parecerista do PROFICE em 2014, Coordenou o Festival de Música de Campo Mourão em 2018, coordenadora a Casa da Musica de Campo Mourão e Gestora de Projetos Culturais desde 2013, tendo participação em projetos apresentados no SICONV, Lei ROUANET, PROFICE, EDITAL SICOOB, EDITAL Viapar Cultural, Cidade Natal Campo Mourão, entre outros. Atualmente é membro do Conselho de Políticas Culturais de Campo Mourão representando os produtores culturais. Informe Sobre Produções Culturais: De 2005 a 2019 desenvolveu a coordenação Administrativa dos eventos como a Bienal do Livro e Leitura de Campo Mourão, Conferência Municipal de Cultura de Campo Mourão, Festival de Música de Campo Mourão; Espetáculo "A Paixão de Cristo de Campo Mourão" Espetáculo "A Guardiã do Fogo de Campo Mourão" Festival de Teatro de Campo Mourão/ Fetacam. Através de Leis de Incentivo a Cultura foi gestora cultural nos projetos: RUART – Rota Urbana de Artes de Rua; Espetáculo O Alegre Choro do Paraná, Espetáculo Ponte Latina: Unindo Flamenco e Samba, Circo Social de Sarandi, Mostra Nacional de Contadores de Histórias, Viola Viva, Viva Viola, LÃNçando Histórias, Fábula do Dejavú Infinito, Acordes e Encontros, Mosaico Unindo Diferenças, A Magia da Música no seu Natal, Grupo Biaggio, Quarteto Zarske, Passeio VIRTUAL pela Memória de Campo Mourão, Colmeia das Artes, além de prestar consultoria para outros projetos aprovados e municípios. VANUZA ELOIZA DA SILVA - DIRETORA ARTISTICA DO ESPETÁCULO Bacharel em Turismo e Meio Ambiente - UNESPAR –Campus de Campo Mourão, Atriz, Acrobata aéreo, palhaço e ensaiadora circense, com Formação Atriz e artista circense- Registro profissional nº 0024703 – SATED / PR, Pós graduanda em ginástica Ginnycas e circo pela UNINGA – Maringá PR Experiencia de mais de 20 nas artes circense, integrou a Trupe de Circo Fundacam e desde então traçou sua caminhada por esta arte, desenvolveu muitos números circense e circulou com os mesmos representando a Fundação Cultural de Campo Mourão, fazendo abertura oficiais de eventos em Campo Mourão e regão. Ministrou oficina como: de Lira - Nível médio e avançado – II Festival Curitibano de Malabares e Circo, Técnicas Circenses - Projeto Paraná Fazendo Arte - Secretaria de Estado da Cultura, Técnicas Circenses - Escola Municipal de Artes Circenses - Campo Mourão / PR, O Ator no circo – I Festival de Circo de Campo Mourão, Técnicas Circenses - Semana de arte e Educação de Campo Mourão e Técnicas Circenses e Montagem de Espetáculos - Projeto Paranização. Em 2019 aprovou o projeto o espetáculo "A Fábula do Dejavu Infinito" na Lei de Incentivo à Cultura de Campo Mourão que atualmente esta em circulação e é coordenadora técnica do projeto "Circo Social de Sarandi" aprovado pela Lei Rouanet. Atuou como atriz e Diretora da Cia. Dunada, instrutora de teatro da Coordenação de Ação Teatral – CAT – Fundação Cultural de Campo Mourão, integrante da comissão de organização do Festival de Teatro de Campo Mourão, diretora de muitas produções tais como: 2012 – Quando as Maquinas Param – Plinio Marcos – Fundação Cultural de Campo Mourão, 2012 - A Guardiã do Fogo - Festa Nacional do Carneiro no Buraco, Auto da Paixão de Cristo - Fundação Cultural de Campo Mourão, 2011 - O Grande Dia - Texto Cia Manicômicos - MG - CIA DUNADA, 2011 – A Guardiã do fogo – Festa Nacional do Carneiro no Buraco, 2010 - Ciclo de Leitura Dramática Nelson Rodrigues - CIA DUNADA, 2010 – O Guardião do Fogo – Festa Nacional do Carneiro no Buraco. Diretora Artística do Espetáculo "Guardião do Fogo" Diretora Artística do espetáculo "Paixão de Cristo" Coordenadora técnica do Circo Social de Sarandi - Mostra Circense da Escola Municipal de Circo de Campo Mourão - Coordenadora e ensaísta da um da alas do cortejo Campo Mourão Cidade Natal - 2010 a 2019 - Diretora artística do espetáculo "O Auto da Paixão de Cristo" em Campo Mourão - 2010 a 2016 - Diretora artística do espetáculo "O Guardião do Fogo" ARLETE DELESPORTE -atriz, aderecista Pedagogia na Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão Especialista em Literatura Brasileira pela UNESPAR Atualmente trabalha como atriz, contadora de histórias, professora de teatro, tem como experiência produção artística, produção executiva, figurinista, jurada em festivais e oficineira. Como aderecista, começou na Coordenação Teatral de Campo Mourão, nos espetáculos da Paixão de Cristo, Guardião do Fogo, Auto de Natal, produção de adereços de mais de 20 histórias e espetáculos, dos quais participou também como atriz. Há oito anos desenvolve trabalhos na área teatral e desde então esta sempre se atualizando em curso de diversos festivais do Brasil e na Colômbia, também como aderecista. Atuou nos espetáculos: "O grande dia", em 2010 e 2013; "Valsa n 6" em 2013 ganhando o prêmio de melhor atriz no FETACAM; o "Reino da Impostolândia" em 2014 e 2015; foi 1º Lugar no 21º "Concurso Pinóquio" na categoria causo, 2013 e 2017; "Auto de Natal" em 2015; "O Auto da Paixão de Cristo" em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015; "A Guardiã do Fogo" em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015"; "Na Rua: Estes Caras São de Matar" 2014 e 2016 e "Romeu e Julieta" em 2016. Continua participando ativamente das atividades culturais como oficinas teatrais, semana literárias, sarau literário e colóquio. Foi convidada e participou na Colômbia no 29º Encuentro de contadores histórias y legendas, - Coordenadora da I Mostra Nacional de Contadores de Histórias , 2019 - Circulação do projeto aprovado pela Lei Municipal - "LÃNçando Histórias", 2018/2019 - Diretora da peça teatral em circulação "A Meninas da Luzes", 2018/2019 - Diretora da peça "Músicos de Bremen", 2018 - Diretora da peça "Cabra Cabriola", 2019 FRANCISCO PINHEIRO - Escritor, gestor, dramaturgo, diretor e ator Francisco Pinheiro graduado em Letras, e pós graduado em Arte e Educação. Tem Especialidade em Gestão de Política Cultural pelo Itaú Cultural e Universidade de Girona/Espanha. Paranaense de Campo Mourão, iniciou-se em teatro no final da década de 80. Fez de tudo na área teatral: ator, dramaturgo, diretor, maquilador, cenógrafo, produtor e gestor cultural. Filiado ao SATED – Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão. Registrado na Delegacia Regional do Trabalho na habilitação de Artista - Drt. N.º 7080-96. Esteve, de 2003 a 2009, frente à Coordenação de Ação Teatral da Fundação Cultural de Campo Mourão, onde desenvolveu um trabalho que foi desde a formação de núcleos de teatro até a produção de espetáculos de grande monta como o Guardião do Fogo (produção grandiosa que tem em seu elenco mais de 400 artistas). Também produziu eventos como o Festival de Teatro de Campo Mourão-Fetacam (uns dos principais festivais de teatro do sul do país) e Festival Estudantil de Teatro - Festa (maior festival de teatro do estado do Paraná voltado ao público estudantil). No campo da cultura popular coordenou um projeto denominado “Raízes”, pelo qual, através de diversas pesquisas de campo, foram criadas produções artísticas como os espetáculos teatrais “Flor, pimenta e água benta”, “Histórias de Zé Mineiro”, e o livro de contos intitulado “Enquanto Conto, Encanto o Conto”. É oficineiro nas áreas de teatro, arte-educação e contação de histórias. Participou em diversos projetos na Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria do Estado da Educação como: Paranização, Comboio Cultural e Fera. Também atuou em projetos do Governo Federal, como Agente Jovem e Formando Cidadão. Em 2008, foi empossado na cadeira nº 27 da Academia Mourãoense de Letras/AML como reconhecimento pela sua contribuição na área artística e literária no município de Campo Mourão. Em 2010 e 2011, gerenciou a área cultural do SESC - Regional de Roraima onde desenvolveu uma reestruturação do setor. Na oportunidade, coordenou projetos como: XX Feira de Livros do Sesc Roraima, Mostra de Artes Aldeia Cruviana, Mostra Amazônia das Artes, Palco Giratório, Mostra de Música Sesc Canta Roraima, FestRock e Sesc Movimento Interior. Nesta oportunidade foi também um dos curadores dos programas Palco Giratório e Amazônia da Artes. É sócio presidente da Casa do Verbo Assessoria Cultural, empresa que desenvolve importantes ações nos mais diversos segmentos de formação e aprimoramento. Trabalha em parceria com instituições como: Sesi (teatro e dança); Ação Social do Município de Campo Mourão (teatro, música, dança e circo), Fundação Cultural de Campo Mourão (mostras, festivais, espetáculos, cursos e oficinas) e Sesc (oficinas, apresentações e mostras). Também desenvolve programas e projetos em diversos municípios.De 2013 a 2015 exerceu a função de Diretor de Desenvolvimento Cultural e Coordenador de Ação Teatral da Fundação Cultural de Campo Mourão, onde, dentre outras ações foi o coordenador da Lei Municipal de Cultura, do Festival de Teatro de Campo Mourão-Fetacam e criador e coordenador da Bienal do Livro e Leituras de Campo Mourão. Em 2013, foi delegado representando o Paraná na Conferência Nacional de Cultural realizada pelo MinC. Em 2014, foi um dos coordenadores do Festival de Circo de Campo Mourão, projeto selecionado em edital da Fundação Nacional das Artes - Funarte para a realização de festivais e mostras. Nos últimos anos foi proponente e realizador de projetos aprovados na Lei Rouanet como: Ruart-Rota urbana de artes de rua; O alegre choro do Paraná e Concertos Expressos Natal de Luz. Principais ações na área teatral a) Ator : A lavanderia (David Guerdon); Pássaro de Vôo Curto ( Alcione Araújo); Ida ao Teatro – Karl Valentin...)b) Dramaturgia: Flor, Pimenta e Água Benta; O Caminhante; O Palhaço e a Bailarina; O Vendedor de Sonhos, Pega-Pega Leão; A Menina do Boné Vermelho, O segredo do Menino sem Medo. c) Diretor Teatral: Fábulas (Oscar Wilde); Sonho de uma noite de verão/Romeu e Julieta (Willian Shakespeare); O noviço (Martins Pena); Piquenique no front (Fernando Arrabal); Pluft o Fantasminha (Maria Clara Machado).d) Coordenador do Departamento de Teatro da Fundacam: Festival de Teatro de Campo Mourão (Fetacam); Festival Estudantil de Teatro (Festa); Festival Regional 11 de Teatro.e) Gerente de Cultura Sesc Roraima: Mostra Amazônia da Artes; Feira de Livros de Boa Vista; Festival Canta Roraima...f) Sócio proprietário da Casa do Verbo Assessoria Cultural:Diretor de Desenvolvimento Cultural da Fundacam: Coordenador da Lei de Incentivo à Cultura de Campo Mourão; Bienal do Livro e Leituras de Campo Mourão; Fórum Municipal de Cultura de Campo Mourão; Conselho Municipal de Cultura; Delegado na 3ª Conferência Nacional de Cultura. Principais prêmios na área teatralMelhor ator – Festival de Guarapuava (Feteco) – Festival de Toledo – Festival de Teatro de Campo Mourão; Festival de Teatro de Santo Antônio da Platina (último organizado pela Fetap – 1989);Diretor: (diversos festivais)Texto Original: (diversos festivais)Membro da Academia Mourãoense de Letras – AML (único dramaturgo membro da instituição);Algumas moções das câmara de vereadores por projetos como Festival de Teatro de Campo Mourão e outras atuações no campo das artes cênicas. FRANCISCO HERNANDES - cenografia DRT. N 18.549/2003Paranaense de Campo Mourão, residiu em São Paulo por vários anos tendo trabalhado como modelo e ator profissional. Sua carreira teve início interpretando os personagens das historias fictícias do programa "O Homem do Sapato Branco", apresentado por Jacinto Figueira Júnior.Hernandes participou de várias séries realizadas pela TV Cultura paulista entre as quais Pic-Nic Classe C. Atuou em muitos filmes institucionais para o Itaú e outras empresas. Teve atuações em comerciais de veiculação nacional que marcaram época como por exemplo da máquina de calcular, da Dismac, onde foi um dos Reis Magos e no comercial de argamassa Reboquite, ao lado de Gileno Santoro. Também participou de uma novela que representava a saga dos imigrantes no Brasil levada ao ar pela Rede Bandeirantes - São Paulo [Band],"Os Imigrantes".Ainda em São Paulo ele tomou gosto pela direção tendo realizado um vídeo "Um Gênio Duca..." com locação na capital e na baixada santista. O vídeo, uma releitura de Aladim, juntamente com Francisco Martins, Nelson Roger e Edmilson José, cantor e ator. Ensaiou um dos melhores textos do escritor mineiro Cleiber Andrade "Um Dia a Casa Cai".Fez curso de teatro com Eduardo Tornaghi entre outros. Teve bons relacionamento profissional com a atriz Célia Coutinho, Ewerton de Castro, Renato Bruno [irmão Nicete Bruno], Celso Saiki e Paulo Hess entre outros. Foi contratado da extinta Agência Fly, de João Carlos Müller e Enio Finochi. Seu talento era bem mais evidenciado no gênero cômico, pois é natural, mas saia-se muito bem em papéis dramáticos também.Retornaria a sua cidade natal e passou a trabalhar na Fundação Cultural da cidade e colaborar com a TV Cultura onde escreveu roteiros para programas infanto-juvenil. Em 2004, participou da continuação da saga japonesa 'Gaijin 2" , de Tizuka Yamazaki.Ainda no Paraná, atuou em peças teatrais como: Flor, pimenta e água benta; No reino da Impostolândia; Na rua, esses caras são de matar e Entre os Trilhos do Trem. Participou de vários festivais e mostras, sendo premiado como melhor ator em alguns. Atualmente esta com a peça "Roupa Suja se Lava em Casa", produz cenário para espetáculo de Ballet, Teatro, Circo e decoraçao de Natal. SAMANTHA ANDRADE - ensaiadora de dança Formada em dança, professora da academia de ballet da Fundacão cultural de Campo Mourão desde 2005, proprieta da Escola de Dança Gran Class, ensaiador do "Espetáculo da Guardiã(o)" de 2009 a 2016. Coreografa e produtra de espetáculos de dança. SIMONE SANTOS - ensaiadora circense Formada em educação física pela Faculdade Integrado, profissional de circo desde 2006, professora da Escola Municipal de Artes Circense e proprietaria da Escola de Circo MONÊ. Em mais de uma década de experiencia em circo, participou de muitos números circense como artista e como criadora. Especializada em aéreos apresentou números e performances no Festival de Circo de Campo Mourão, Londrina e Toledo. JOSMAR ANTUNES - Coordenador teatro Coordenador de Ações Teatrais/Coordenador da Escola Municipal de Artes Circense Atribuições/Realizações: Coordenador de Ações Teatrais – Organizar e produzir os eventos teatrais do município de Campo Mourão (Festival de Teatro, Paixão de Cristo, Concursos Culturais, aulas de teatro, atividades em bairros, entre outros). Coordenador da Escola Municipal de Artes Circenses – Gerenciamento de equipe de artistas, instrutores, equipe de apoio, serviços e administrativo, além de zelar pela manutenção do prédio. Também faz parte da função, a organização de eventos e acompanhamento da trupe em festivais de outras cidades, buscando sempre a qualidade nas performances. Além das coordenações, também sou designado como crítico especializado da instituição, analisando a qualidade dos serviços artísticos a serem contratados. 02/2018 – 09/2018 SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, Campo Mourão - PR - Instrutor de Educação Profissional Atribuições/Realizações: Professor na área de serviços hoteleiros, com destaque para setores da governança, recepção e eventos. O objetivo é a qualificação de jovens e adolescentes para o mercado da hotelaria, onde os mesmos possam desenvolver suas competências e como consequência, serem inseridos na vida profissional. ATIVIDADES COMPLEMENTARES . Ator profissional (DRT: 29454 PR), com experiência na montagem de peças de teatro, trabalhando na produção, dramaturgia e atuação, além de aulas de teatro em escolas. . Experiência no PIBID - Programa Institucional de Iniciação à Docência: Por meio dele fui inserido no contexto escolar desde o início da formação acadêmica. . Experiência como professor de cursinho pré-vestibular solidário, organizado pela UTFPR CAMPUS DE CAMPO MOURÃO.
PROJETO ARQUIVADO.