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PRONAC 201545Apresentou prestação de contasMecenato

Café da Colônia e Arte na Praça

ASSOCIACAO CULTURAL MORRO REUTER
Solicitado
R$ 142,2 mil
Aprovado
R$ 142,2 mil
Captado
R$ 68,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

47.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Morro Reuter
Início
2020-06-10
Término
2023-04-17
Locais de realização (1)
Morro Reuter Rio Grande do Sul

Resumo

O Café da Colônia visa valorizar a identidade cultural da origem do Café da Colônia, resgatando sua história e sua cultura. A programação artística inclui bandinhas instrumentais típicas, apresentações de danças folclóricas, de teatro e um desfile temático.

Sinopse

A programação, que ainda será definida, será composta por apresentações teatrais de espetáculos relacionados à cultura germânica, um desfile cênico temático e apresentações de grupos folclóricos de dança. Todas as atividades terão claissificação etária livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o 4º Café da Colônia e Arte na Praça, um evento que irá valorizar a identidade cultural da cidade de Morro Reuter, ao mesmo tempo em que oferecerá uma série de atrações artísticas gratuitas para a comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar atrações artísticas como (5) apresentações de danças folclóricas e de (1) teatro, além de um desfile cênico temático, gratuitamente, contribuindo para a formação de plateias. - Promover espaço para apresentação de grupos folclóricos locais e regionais. - Valorizar os talentos locais, pela apresentação de shows musicais instrumentais relacionados à cultura alemã. - Valorizar os produtos coloniais provenientes da agricultura familiar local e agroindustrial, dando visibilidade aos produtores rurais do município. - Promover a identidade cultural da origem do Café da Colônia, resgatando sua história e sua cultura, visando o desenvolvimento econômico, cultural e turístico do município. - Gerar o fluxo turístico, aquecendo a economia local, pela valorização de sua gastronomia, convidando a comunidade a participar do evento recebendo e atraindo turistas de toda a região. - Promover um espaço para os visitantes saborearem um delicioso café com as delícias da culinária típica alemã. - Valorizar as raízes germânicas, típicas de Morro Reuter, pela mostra de cenários que marcaram época e continuam fortalecendo os traços dessa cultura.

Justificativa

Os nossos sentidos têm o poder de evocar as nossas memórias e nos remeter a outro tempo. Um aroma, um sabor ou um som pode nos transportar para um mundo de recordações. Quem nunca sentiu um cheiro e relembrou de um acontecimento especial da infância? "Morro Reuter é uma das minhas primeiras, digamos assim, memórias gastronômicas, anos 50 e 60, quando íamos a Caxias, meu pai pilotando o Aero Willys Serra acima. Parávamos para o café colonial, e ali descobri pela mão de meu pai e encanto de um sanduíche feito de fatias de cuca açucarada com boa manteiga colonial e salame italiano. Depois, Morro Reuter se tornou uma referência naqueles sábados nublados que pedem uma mesa farta, de sotaque alemão e alguma cerveja, antes da sesta inevitável." O relato é de José Antônio Pinheiro Machado, conhecido como o Anonymus Gourmet dos programas de rádio e TV e dos livros sobre gastronomia, na crônica ‘O carinho de Morro Reuter’ (Zero Hora, 25/10/02). Morro Reuter considera-se o berço do café colonial. Na época em que ainda era distrito de São Leopoldo e depois de Dois Irmãos, à beira da estrada federal, que nasceu o simplesmente chamado café com mistura, origem do que veio a se tornar atração turística. Ainda nos anos 50, o restaurante do Turista, e o Galeto Copacabana começaram a servir um café reforçado por muitos produtos da colônia alemã. Gramado e Canela deram fama nacional ao café com dezenas de iguarias cada vez mais sofisticadas e Dois Irmãos ostenta o título de Capital do Café Colonial. Conta a história que em por volta de 1950, a família Feltes adquiriu o posto de combustível e o restaurante que ficavam localizados à margem da BR 116, no quilômetro 216, e reinaugurou o estabelecimento com o nome de Galeto Copacabana. Passageiros do ônibus e carros que trafegavam pela faixa federal, como era chamada a estrada de chão batido, não resistiam ao apelo do galeto servido com massa caseira, polenta e saladas. Foi quando os Feltes começaram a oferecer, além de almoços, um café com acompanhamentos caseiros a que batizaram de café com mistura. Junto com as xícaras e bules, vinham para a mesa de pães de trigo e milho, roscas de polvilho, cucas, queijo, lingüiça, morcilha, queijo de porco, nata, requeijão, mel, salsicha bock, rocambole, rabanete e pepino, tudo produção própria. Estava nascendo Morro Reuter o logo famoso café colonial, também servido nas mesas da Rodoviária e do Restaurante do Turista. O hábito de consumir alimentos típicos como as cucas, linguiças, schmiers e assados são heranças dos nossos pais e avós. Por isso, sentir o seu aroma e sabor nos remete à nossa infância e ao nosso passado. Mais do que isso, nos identifica como pertencentes à comunidade de imigrantes da região de Hunsruck, na Alemanha, que chegaram ao Rio Grande do Sul a partir de 1827. Outros sentidos como a audição e a visão são aguçados pelo som inconfundível das bandinhas instrumentais típicas, pela beleza dos movimentos dos grupos folclóricos de dança e pela sensibilidade dos grupos teatrais. Gastronomia típica, bandinhas instrumentais, grupos folclóricos de dança, espetáculos teatrais e jogos germânicos. Assim é formada a programação do 4º Café da Colônia e Arte na Praça, festividade do pequeno município de Morro Reuter. Lá a preocupação com a preservação da identidade, dos hábitos e costumes dos antepassados é intensa e amplamente vivenciada. Morro Reuter, distante cerca de 60 quilômetros de Porto Alegre, é um município próximo da Serra Gaúcha com uma média de 5.500 habitantes. Hospitaleira, amigável, tranquila, com seus jardins floridos e povo trabalhador. A arquitetura guarda fortes traços germânicos e um grande número de casas em estilo enxaimel ainda se acham preservadas. A agricultura é uma forte atividade econômica, além da criação de aves e dos frigoríficos. Seu cenário cinematográfico natural é fator atraente e representa convite ao turismo e, por ser dona de uma riqueza gastronômica voltada à culinária artesanal alemã - passada de geração em geração até hoje _ vem tomando destaque na área do turismo gastronômico. Além de movimentar economicamente a cidade pela prestação de serviços durante a festa, o evento contribui para a visibilidade dos produtos típicos coloniais produzidos na cidade. Também atrai visitantes, acentuando o fluxo turístico para as belezas naturais e culturais do município. E, principalmente, movimenta a cadeia produtiva da cultura através da contratação dos diversos grupos artísticos, além de serviços de sonorização e iluminação, segurança, limpeza, equipes de produtores e divulgadores, entre outros. O desenvolvimento cultural, social e econômico do estado está diretamente ligado ao desenvolvimento cultural de cidades como Morro Reuter, que se dedica a melhorar a cada dia seu formato de fazer e divulgar sua cultura, arte, gastronomia, valorizando e desenvolvendo o setor importante do município, que é a agricultura familiar. A exemplo disso, pode-se destacar a Terceira Festa Nacional da Lavanda, que trouxe a Morro Reuter cerca de 30 mil pessoas em três dias de atividades. Com isso, pretende-se reforçar a oferta de eventos populares culturais e gastronômicos, promovendo o desenvolvimento turístico local, bem como, a legalização das agroindústrias familiares. Assim, através do projeto, objetiva-se oportunizar a toda comunidade e visitantes o valor cultural que tem essa região, além de movimentar as agroindústrias e o comércio local. Por se tratar de um evento gastronômico que oferecerá produtos originários do o município, ou seja, uma culinária artesanal, estará fortalecendo a prática produtiva da agricultura familiar local e promovendo o desenvolvimento turístico, cultural e econômico do município. O 4º Café da Colônia e Arte na Praça oportuniza à comunidade de Morro Reuter e de outras cidades da região a um amplo leque de atividades culturais gratuitas, dos quais a população não dispõe de fácil acesso em outros períodos do ano. Por este motivo, o evento é amplamente prestigiado pelos moradores do município, que reconhecem a valorizam a importância do evento. Além das atividades típicas da cultura germânica como as danças folclóricas, as bandinhas instrumentais típicas e os grupos teatrais, apresentações de grupos locais são mais um atrativo para o público, além de oportunidade e visibilidade para os artistas do município e região. Com o objetivo de preservar e manter viva à cultura germânica, são previstos também os jogos germânicos. Morro Reuter tem, no âmago de suas características, a atenção às Pessoas com Deficiência (PcD), primando pela acessibilidade em todos os espaços onde ocorrem as atividades do evento, bem como contemplando atrações culturais que visem a atendê-las. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante proteção do folclore e das tradições populares nacionais; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Prezados, Referente à diligência da adequação do projeto, informamos que anexamos a ata atualizada da entidade proponente, bem como demais documentos correspondentes. Ajustamos também o campo da acessibilidade conforme solicitado. Ficamos à disposição para quaisquer outros ajustes, pois nosso interesse é o de cumprir todos os requisitos da lei e da Instrução Normativa. Obrigada. Prezados, Buscamos ajustar o plano de distribução para contemplar a diligência que solicitava: Cadastrar os produtos secundários referentes a cada uma das ações culturais previstas na proposta (danças folclóricas, desfile cênico, teatro), conforme o segmento cultural correspondente. Acontece que danças, teatro e desfile cênico compreendem o mesmo tipo de produto que é Espetáculo de artes cênicas e o sistema não permite que se cadastre mais de um produto do mesmo segmento. Por isso, inicialmente incluímos todos os produtos ao mesmo segmento, visto que todos se tratam de artes cênicas. Informamos também que a separação dos produtos não resultaria em diferença prática na execução do projeto, visto que todas geram o mesmo enquadramento e se trata de um mesmo evento onde ocorrerão todas as atividades. Destacamos que nosso interesse é seguir todas as orientações deste Ministério e pedimos orientação caso seja possível o ajuste de alguma outra forma. Obrigada!

Especificação técnica

Projeto pedagógico – Oficinas Danças Folclóricas Germânicas Objetivos Fundamentando-se no acolhimento e na educação, buscamos: 1) Despertar a concepção de sujeitos valorizadores das tradições e costumes locais a partir da reflexão sobre os contextos históricos; 2) Considerar sua dimensão intelectual, social, emocional, expressiva, cultural, racional; 3) Respeitar e estimular as características de cada faixa etária considerando as características étnicas e sociais. Justificativa Os imigrantes alemães que chegaram ao estado a partir de 1824 trouxeram em sua bagagem uma riqueza cultural proveniente do idioma, dos trajes, da gastronomia, dos costumes, da religiosidade etc. A expressão da diversão coletiva ocorria, e ainda ocorre, através das festas populares, das danças típicas e da música. Os bailes germânicos iniciavam com a Polonaise. Seguia com valsas, marchas e polcas. As danças mais tradicionais eram a Herr Schmitt, a Kreuzpolka, a Hacken-Schottisch, a Spazier Walzer, a Rutschpolka, a Konter, a Pressioneria, a Siebenschritt, a Blaufärber e a Damentur ou Damenwahl (escolha das damas). Ao final, realizava-se o Kehraus. Nas cidades de colonização germânica do Rio Grande do Sul ainda se mantém vivas as tradições dos grupos folclóricos de dança e a preservação dessas manifestações culturais. Assim, o Projeto Pedagógico orienta-se por uma construção de conhecimentos e competências permeados pelo diálogo, respeito à diversidade, cultivo das tradições locais e edificada em princípios éticos e de solidariedade. Metodologia A ação educacional que viabiliza essa proposta se dá por meio de Oficinas, com professores de dança que trabalham os conteúdos históricos e apresentam as relações ainda estabelecidas entre as comunidades de colonização germânica e a atualidade da sociedade alemã. Desta forma, o conteúdo trabalhado visa salientar os costumes que permanecem em cultivo nessas regiões. Como forma de estimular a coletividade, marca das colônias alemãs no estado, jogos e brincadeiras de origem germânica, que em grande parte contêm passos de algumas das danças alemãs mais conhecidas, serão propostos. Estimulados à dança, uma coreografia típica será a atividade de encerramento da oficina. Público-Alvo Estudantes do quarto e quinto ano do Ensino Fundamental da rede pública de ensino. Escolha dos participantes As turmas participantes serão, sem distinção, todas as de quarto e quinto ano do Ensino Fundamental da rede pública de ensino. Grupo de Danças Baumschneiss - Coordenador Em meados de 1989 surgiu um grupo de danças filiado à Prefeitura Municipal deste município. Iniciou a sua história sendo coordenado por Adriana e Renato Trierweiler e recebeu o nome de Baumschneis Volkstanzgruppe, que foi uma homenagem do grupo em respeito aos primeiros moradores da cidade, a família Baum. No ano de 2000, com o nascimento dos filhos, Adriana e Renato tiveram que se afastar do grupo e então assumiu a coordenação do grupo o integrante Rômulo Keller. Em 2010, Rômulo Keller se afastou um pouco do grupo devido ao seu trabalho colocando na coordenação o integrante Diego Schuck, que está na coordenação até os dias de hoje. Em 2013, formalizamos todos esses anos de trabalho e preservação do folclore em um estatuto dando origem a Associação Cultural Baumchneis Volkstanzgruppe. Desde o início das atividades, o grupo já realizou e participou de diversos encontros de Grupos de Danças Alemãs por diversas cidades do nosso Estado e nos Estados de Santa Catarina e Paraná. Sempre em que o grupo realiza suas apresentações, procura divulgar além da cultura e do folclore, o município de Dois Irmãos e a sua região.

Acessibilidade

PRODUTO ARTES CÊNICAS/ ESPETÁCULO TEATRAL ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: Os espaços do evento contarão com rampas de acesso para cadeirantes. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O desfile cênico e as apresentações teatrais contarão com intérprete de libras. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: os espetáculos se darão por meio da oralidade e o desfile será narrado, tornando-se acessível para deficientes visuais. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: As atividades serão realizadas em escolas onde já ocorre o ensino regular, havendo acessibilidade para questões de mobilidade. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Em caso de necessidade, será incorporado o intérprete de libras. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Sobre o conteúdo das oficinas, informamos que serão realizadas em escolas públicas municipais, que possuem inclusão para crianças com deficiência visual e auditiva. As oficinas serão realizadas indiscriminadamente com todos os estudantes das referidas turmas do projeto pedagógico. Em caso de crianças com deficiência auditiva, por exemplo, o trabalho com a dança se dá a partir das vibrações da música e dos movimentos.

Democratização do acesso

O projeto será realizado de forma integralmente gratuita. Contemplando o artigo 21 da IN, será oferecido transporte gratuito para que a comunidade possa conferir a programação.

Ficha técnica

Associação Cultural de Morro Reuter (PROPONENTE - responsavel pela coordenação administrativa e financeira do projeto) A Associação Cultural de Morro Reuter, conforme Estatuto Social registrado em cartório, foi fundada em 02 (dois) de maio de mil novecentos e noventa e cinco (1995), com sede na Travessa 1º de Maio, 46, centro de Morro Reuter. É uma associação sem fins econômicos e tem por finalidade a preservação da cultura, da língua, dos costumes e do folclore alemão no Brasil, integrando e desenvolvendo as atividades de contra turno, culturais, esportivas, recreativas, artísticas, de lazer e educativas no município, em consonância com a legislação vigente. É constituída por número ilimitado de associados e é administrada por Assembleia Geral (que se dá, ordinariamente, uma vez por ano e, extraordinariamente, quando convocada), Diretoria (composta por Presidente, Vice-Presidente, primeiro e segundo Secretários, primeiro e segundo Tesoureiros – com mandato para dois anos) e Conselho Fiscal (constituído por três membros e respectivos suplentes, eleitos pela assembléia Geral, cujo mandato coincide com o da Diretoria). A atual Diretoria assumiu em 16 (dezesseis) de abril de 2019 (doismil e dezenove), conforme Ata nº 01/2019, ficando com a seguinte composição: Presidente: Mara Cristina Perdun Rohr. Vice-Presidente: Anelise Bredow. Primeira Secretária: Jaqueline Dieter. Segunda Secretária: Elisabete Büttenbender Weber. Primeira Tesoureira: Janice Jung. Segunda Tesoureira: Marileia dos Santos. Conselho Fiscal: Marcos José Camilo, Carlos Luiz Rohr, Mayara Sidegum Quadro. Suplentes: Deisi Rafaeli Schneider, Dirsea Therezinha da Silva e Cecília Lunkes Linck.Ao longo desses anos, inúmeras têm sido as atividades culturais realizadas por essa Associação, dentre elas: Projeto Viva as Férias, Festa de Aniversário do Município, Festa da Lavanda, Café da Colônia, Arte na Praça, Feira do Livro, Produção de um livro para colorir (com os pontos turísticos de Morro Reuter)... Um Cultural (PRODUÇÃO) A Um Cultural é uma empresa situada em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, que atua em todas as etapas de projetos e atividades culturais. Há doze anos no mercado, tem conquistado um espaço representativo no segmento cultural, inclusive em outros estados brasileiros. Realizou diversos eventos, dos quais podem ser destacados: três edições do Festival de Cinema de Gramado; quatro edições Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo; quatro edições Kerb de São Miguel; três edições Natal dos Anjos; entre outros. Produziu, também, circulação de grupos teatrais pelo interior do estado e rotinas culturais na região do Vale do Sinos. Editou e participou da publicação de diversas séries de livros, dos quais podem ser mencionados: Novo Hamburgo – a cidade se revela, com textos de Henrique Schneider, e São Leopoldo a cidade se revela, com textos de Ruy Carlos Ostermann, ambos com fotos de Joel e Isa Reichert; Costa do Brasil, de Ita Kirsch; A História do Rubi de Ragank, de Simone Saueressig; entre muitos outros. É a produtora responsável pelo projeto de restauro do Museu Casa do Imigrante, de São Leopoldo, e da Igreja Evangélica Luterana do Redentor de Fazenda Padre Eterno, de Nova Hartz. Gastromundi – Coordenação técnica – gastronômica A Gastromundi é uma empresa que presta serviços gastronômicos personalizados com ideias inovadoras e excelência na qualidade e no atendimento. Como diferencial, a Gastromundi traz o conceito da gastronomia temática, possibilitando aos clientes experimentar a culinária típica de várias regiões do mundo, baseado no conhecimento prático dos sócios, adquirido através de experiências internacionais. A empresa é capacitada para atender pequenos eventos ou grandes comemorações com estrutura e logística completa. Por possuir experiência e know how no ramo de produção e organização de eventos, é oferecido, além do serviço de gastronomia, a produção e gestão do evento como um todo de acordo com a necessidade de cada cliente. A Chef de Cozinha Marina Vitório Guedes, sócia responsável pela parte gastronômica e administrativa da empresa, estudou e graduou-se em Turismo, área que trabalhou por 08 anos. Porém, descobriu sua paixão e verdadeira vocação na gastronomia, o que a levou a mergulhar fundo nos estudos e pesquisas culinárias, formando-se no curso de gastronomia do SENAC de Porto Alegre. Durante o período de estudos começou gradativamente a realizar pequenos eventos e jantares como Personal Chef. Depois de formada, trabalhou com a Chef Taci Klein de Novo Hamburgo, onde aprimorou seus conhecimentos na culinária internacional. Em busca da concretização de um sonho, viajou para Europa com o objetivo de ampliar sua experiência para formar o conceito necessário à implementação da Gastromundi, morando em Londres durante um ano. Trabalhou na rede de restaurantes Giraffe, que tem como idéia central em seu menu as “comidas do mundo”, com opções da culinária dos cinco continentes. Também trabalhou no restaurante Karpo, de gastronomia contemporânea britânica, com influências italianas, espanholas e francesas, apresentando pratos sofisticados e tendências da gastronomia molecular. De volta ao Brasil, colocou em prática o plano de abrir seu próprio negócio.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.