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"Anália Franco - A Grande Dama da Educação" é um texto teatral inédito do gênero biográfico, inspirado na obra de Marcelo Medeiros "Anália Franco - Um candeeiro sobre o alqueire", texto vencedor em dramaturgia do ‘Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos’ de 2.001, que será produzido e fará temporada em São Paulo/SP.
A história da Anália Franco é lembrada a partir das memórias vivenciadas por Francisco Bastos, seu marido e contador da associação beneficente criada pela educadora, que a acompanhou e apoiou sempre suas iniciativas. A peça narra sua trajetória desde a cegueira temporária e seu apego à sua fé, que acabou por revelar o enorme potencial daquela que ficou conhecida como “amiga dos que não tem amigos”. A estrutura do texto adota uma dramaturgia feminina com vários pontos altos (picos) de ápices na fase final da história, o que fortalece a narrativa feminista e libertária do texto que retrata a vida da grande dama da educação brasileira, Anália Franco.
Objetivo Geral: "Anália Franco - A Grande Dama da Educação" objetiva realizar um espetáculo de teatro, valorizando a cultura e a história de uma grande mulher brasileira, inspirando as novas gerações. Objetivos Específicos: - Realizar projeto com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral, com 36 apresentações para um público estimado de 16.200 pessoas, podendo chegar a 17.316; - Facilitar e ampliar a inserção sócio-cultural do público em geral, distribuindo 3.466 ingressos gratuitos com caráter social para população, sendo 1.733 distribuídos exclusivamente para estudantes de escolas públicas e 1.733 distribuídos para o público em geral; - Facilitar e ampliar o acesso de deficientes visuais, distribuindo material impresso em braile; - Facilitar e ampliar o acesso de deficientes auditivos, realizando sessões com intérprete de libras; - Realizar 02 (dois) ensaios abertos (público total limite 962 participantes); - Realizar 10 ações formativas culturais, presenciais e gratuitas com a participação do autor e diretor Marcelo Medeiros, em instituições de ensino público, para alunos e professores, alcancando ao menos 3.000 pessoas; - Gerar ao menos 45 (quarenta e cinco) empregos diretos na área cultural; - Contribuir para a formação de público, visto que o Teatro tem perdido cada vez mais adeptos.
O texto de Marcelo Medeiros instiga à pesquisa ao mesmo tempo em que enriquece, ao resgatar uma figura histórica, que por seus méritos, merece um reconhecimento por parte da sociedade brasileira. Poeta e romancista Anália Franco escreveu livros e acabou sendo apontada pela crítica especializada como uma das precursoras do movimento que desembocaria na Semana de Arte-Moderna de 22. No entanto, em algum momento, sua célebre e potencial carreira como intelectual e mulher no avant garde do pensamento mundial foi interrompida por uma cegueira temporária. E a vida de Anália não seria mais a mesma. Preferindo investir sua força vital na concretização do sonho de uma sociedade igualitária e mais humana, desprovida de preconceitos aos embates literários e políticos, numa época de forte repressão, à livre expressão do pensamento feminino. A força de Anália Franco perpetuou e a lenda de sua imensa ternura rompeu o século XXI. Mas, essa mulher permanece obscura para a maioria da população brasileira e mesmo paulista, embora tenha sido a criadora da 1ª creche com proposta pedagógica no Brasil em 1906 e em 1910 criou a 1ª Banda Feminina do mundo. O objetivo dessa montagem teatral quer contar a vida e a obra de uma mulher muito à frente do seu tempo. "Anália Franco - Um candeeiro sobre o alqueire", texto vencedor em dramaturgia do ‘Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos’ de 2.001 e têm, como principal virtude, resgatar a biografia da imensa figura humana da educadora; porém, com uma mistura precisa entre o humor e a emoção, de forma a emocionar e divertir a plateia. Anália Franco foi uma grande iniciadora, abolicionista, republicana, jornalista, editora, romancista, poetisa, dramaturga e ainda defendia a participação ativa da mulher em questões sociais e políticas, algo inadmissível na virada do século XX. Inconformada com o múltiplo crescimento de crianças abandonadas na cidade de São Paulo, frutos da libertação dos escravos e das correntes imigratórias europeias do final do século XIX e início do século XX, que jogaram nas ruas milhares de órfãos e desafortunados. Anália, então, criou um elaborado plano e reuniu mulheres de diferentes classes e fundou a Associação Feminina Beneficente e Instrutiva do Estado de São Paulo, em 1901. Sua primeira obra foi criar um liceu onde formasse professoras aptas a abraçar a empreitada. Depois, começou a montar uma série de escolas maternais, onde a criança era recolhida, tinha educação, alimentação, higiene e, onde, muitas dormiam também. Sem qualquer apoio dos governos e combatida pela Igreja Católica, pelo conteúdo disciplinar (história natural e o evolucionismo de Darwin se opondo à teoria da criação), a entidade enfrentou muitas dificuldades financeiras. E, mesmo assim, não parou de crescer. Formou milhares de crianças criando um sistema de ensino do fundamental às escolas profissionalizantes. Sobre a peça teatral, o professor e crítico de arte, Afonso Gentil escreveu: "...permaneceu no final a impressão de forte _ e involuntário _ parentesco com cinebiografias de Hollywood dos anos 30 e 40, pela elegância da narrativa e comedida reverência diante da figura localizada. A própria figura de Anália está bem estruturada, sem pieguismos. O autor consegue criar contrapontos teatralmente hábeis e sugestivos nas figuras da empregada e no coro das fofoqueiras..."
não se aplica
Não se aplica
Produto TEXTO TEATRAL: - Declaramos para os devidos fins que o teatro em negociação na cidade de São Paulo, local onde serão realizadas as 36 apresentações, atende a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. O projeto também atende neste quesito ao Decreto 5.761. de 27 de abril de 2006, em seu Artigo 27, Inciso II; - Durante a temporada, haverá 06 (seis) sessões com tradução em Libras (língua brasileira de sinais) para que surdos e deficientes auditivos possam usufruir da experiência do espetáculo; - Serão impressos programas da peça em Braile como medida de acessibilidade para deficientes visuais. Estes programas só serão entregues pela produção da peça na condição da deficiência. Para os demais, serão entregues programas comuns; Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Das 10 ações formativas culturais propostas, 01 (uma) será realizada em instituição para surdos e deficientes auditivos, com acompanhamento de intérprete de libras; - Das 10 ações formativas culturais propostas, 01 (uma) será realizada em instituição para cegos.
1. 10% (dez por cento) dos ingressos serão gratuitos com caráter social; 2. 10% (dez por cento) dos ingressos serão gratuitos com caráter educativo ou formação artística, através de distribuição de ingressos para estudantes e professores de cursos livres ou de formação em áreas de artes cênicas, onde 50% do total destes ingressos será destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino; 3. 10% (dez por cento) do total de ingressos serão comercializados a preços populares (R$ 50,00 o preço normal e R$ 25,00 o preço da meia-entrada), desde que seja utilizado o Vale-Cultura para aquisição dos ingressos; 4. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; 5. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. Além das seguintes medidas do art. 21 da IN nº02/2019 do Ministério da Cidadania: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 (Serão realizados 02 ensaios abertos); IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012.
MARCELO MEDEIROS - Dramaturgo e Diretor LUCIENNE CUNHA - Produtora Executiva TAY LOPES - Diretor de Produção VALDIR RAMOS - Coordenador Geral (Proponente) FRANÇOISE FORTON - Atriz LUIZ GUILHERME - Ator Os demais profissionais que comporão a equipe serão selecionados e contratados após captação de recursos. Os currículos serão anexados, pois ultrapassam o limite de caracteres deste campo. O Proponente será responsável por todo o direcionamento do projeto em tomadas de decisões junto às equipes criativas e técnicas, mantendo o projeto dentro das normas desta Secretaria e Lei de Incentivo, bem como dentro do cronograma estabalecido e orçamento aprovado, sendo o responsável pela gestão administrativa. O proponente compromete-se a não exercer a função paralela de ator no projeto se isso prejudicar de algum modo o bom andamento da execução e das funções principais assumidas enquanto Produtor do mesmo.
PROJETO ARQUIVADO.