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Realizar o "Festival de Música Escolar Morena - Fesmorena", voltado para estudantes do ensino fundamental e médio da cidade de Campo Grande - MS, visando revelar novos talentos por meio de premiação para músicas autorais e inéditas em todos os gêneros e estilos. Além das performances musicais dos alunos, a programação prevê a realização de show com renomado músico regional, oficinas e palestra, com intuito de difundir e incentivar a cultura musical entre crianças e jovens, propiciando assim, o pleno acesso à fruição e expressão artística.
DO FESTIVAL I - Apresentações musicais Serão selecionadas por uma curadoria, 20 músicas inscritas no Festival de Música Escolar Morena, para concorrerem na etapa final, mediante apresentação no palco, que será realizada em único dia.Após a performance dos estudantes, quando executam as músicas concorrentes, será realizado um show musical de renomado artista sul-mato-grossense (previsão de Gabriel Sater – um músico com uma carreira em expansão em todo território nacional que servirá de exemplo e incentivo para os estudantes), enquanto o júri decide as notas finais.Na sequência serão anunciados os vencedores do festival e os três primeiros colocados irão se apresentar novamente e receber as respectivas premiações, finalizando a programação. II - Do JúriO corpo de Jurados será composto por (05) cinco membros, entre músicos, produtores culturais e pessoas ligadas à arte e a educação, e o júri popular que será computado pela plataforma do G1 da Globo com peso na apresentação dos finalistas (Parceria com a afiliada da TV Globo em Campo Grande Cada jurado avaliará a música inscrita de acordo com os critérios a serem elencados em regulamento a ser produzido durante a fase de pré-produção do projeto. OFICINAS DE CAPACITAÇÃO: As atividades serão comandadas por especialistas nas áreas. O objetivo é capacitar os concorrentes para um melhor desempenho ao vivo no palco e oferecer uma base teórica para os estudantes que se interessarem em se profissionalizar no campo da música após participar do evento. I - Oficina preparatória de calouros de música - voltada prioritariamente aos estudantes inscritos e selecionados pela comissão julgadora do Festival, para se apresentarem no palco do Festival. II - Oficina de postura cênica - voltada prioritariamente aos estudantes inscritos e selecionados pela comissão julgadora do Festival, para se apresentarem no palco do Festival. ATIVIDADE FORMATIVA/CONTRAPARTIDA SOCIAL: a) Palestra História da Música Regional - voltada para público adolescente e jovem, a partir de 12 anos, sendo 50% das vagas destinadas prioritariamente estudantes e professores da rede pública de ensino de Campo Grande.
Objetivo Geral: ✔ Realizar o "Fesmorena - Festival de Música Escolar Morena", visando revelar novos talentos e fomentar a cultura musical junto aos estudantes de 07 a 17 anos de escolas públicas e privadas de Campo Grande, por meio de atividades e práticas musicais, totalmente gratuitas, propiciando o pleno acesso a expressão artística e aos produtos culturais. Objetivos específicos: ✔ Realizar a seleção de 20 participantes, com músicas autorais e inéditas, fomentando a cultura musical na comunidade escolar. ✔ Realizar 01 (uma) oficina de postura cênica musical, dirigida aos participantes selecionados, para um melhor desempenho ao vivo no palco. ✔ Realizar 01 (uma) oficina preparatória de calouros de música, para capacitar os participantes selecionados, oferecendo uma base teórica para os estudantes que se interessarem em se profissionalizar no campo da música após participação no evento. ✔ Promover 01 (uma) palestra sobre a música no Mato Grosso do Sul, como ação formativa cultural, voltada para estudantes e professores da rede pública de ensino. ✔ Realizar a apresentação musical de 20 participantes selecionados, oportunizar a descoberta de novos talentos e seu reconhecimento e consolidação no meio musical; ✔ Realizar 01 (um) show musical com renomado artista sul-mato-grossense, propiciando o intercâmbio entre estudantes e o artista, além de estimular a circulação e fruição da produção musical local junto à população espectadora do evento. ✔ Realizar 07 (sete) premiações para músicas autorais e inéditas, incentivando a valorização da produção musical estudantil campo-grandense.
As artes das letras e dos sons não são novidades para as crianças e adolescentes. A música e a poesia são conteúdos imprescindíveis, e, hoje, obrigatórias no ensino fundamental e médio, constituindo-se numa importante ferramenta para auxiliar o processo de formação de sua cidadania, de pertencimento e ainda, no desenvolvimento de suas habilidades interpessoais e cognitivas. Na "Cidade Morena", capital sul-mato-grossense, são notáveis, os casos de artistas campo-grandenses que se revelam estrelas da mídia, mas não incomuns. O problema é que um caminho consolidado, que permita a jovens de talento e vocação se sentirem inspirados e encorajados a se aventurarem na seara artística está longe de ser uma realidade local. É nesse contexto, que o Festival de Música Escolar Morena - FESMORENA, voltado o público estudantil de Campo Grande/MS, tem como proposta, ser um evento que fomente a criatividade artística e propicie projeção aos nossos jovens talentos, sem necessariamente desencorajar aqueles que ainda estiverem em um estágio mais incipiente do seu desenvolvimento artístico. Para tanto, o Festival pretende, além de conceder os prêmios tradicionais de primeiro, segundo e terceiro lugar e das categorias de melhor interprete, melhor composição original e melhor performance; investir na capacitação e aprimoramento dos participantes selecionados; e ainda, distribuir medalhas e certificados de honra ao mérito às escolas que enviarem seus alunos, destacando o nome dos participantes, como forma de incentivo e reconhecimento pelo esforço de nossas crianças e adolescentes. Não podemos nos esquecer, e deixar de citar, que os maiores nomes de nossa música popular _ como Almir Sater, Paulo Simões, Guilherme Rondon, Tetê Espindola e muitos outros, foram lançados nacionalmente a partir dos Festivais análogos a este, promovidos pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) nos anos de 1980, como é o caso do célebre Prata da Casa. Obviamente, a proposta do FESMORENA é mais humilde que a dos casos acima citados, e o cenário musical brasileiro bastante distinto, mas é importante destacar que a demanda por ações dessa natureza é real, e, que, se os Festivais acima mencionados não houvessem sido realizados, certamente a Música Sul-Mato-Grossense teria perdido muito em termos de representação na MPB brasileira. Assim, defendemos que eventos como o FESMORENA, com a qualidade técnica e pedagógica do júri proposto (composto não só por artistas, mas profissionais de arte-educação, letras e educação musical), com uma divulgação expressiva, a ponto de levar à mídia regional nossos pequenos artistas e ainda, com uma produção técnica-artística de nível profissional no dia das apresentações do Festival - em termos de iluminação e sonorização - possa não só dar visibilidade a novos talentos, como inspirar futuras iniciativas como a aqui proposta, formando justamente essa ponte entre os talentos e o real mercado de trabalho do músico. E, sobretudo, desmistificando a carreira artística para centendas de crianças, jovens e suas famílias, pois, mesmo os que não se apresentarem serão impactados pelas etapas do processo de construção e energia do evento. Com cinco edições realizadas em Campo Grande - MS, entre 2015 e 2019, o Festival de Música Escolar Morena, tem aberto cada vez mais espaço para estudantes de 07 a 17 anos, de escolas públicas e particulares da capital, mostrar seu talento e amor pela música, apresentando composições autorais e inéditas, em todos os gêneros e estilos, incentivando o surgimento de novos talentos na cena musical local. Dessa forma, pretendendo assegurar a realização de mais uma edição do evento, ampliar o número de participantes selecionados, com a finalidade de propiciar maior acesso às apresentações musicais ao vivo no palco, bem como às atividades de capacitação musical, de forma gratuita, é que buscamos viabilizar a captação de recursos por meio da Lei de Incentivo. Isso porque, o projeto atende aos critérios estabelecidos na Lei 8.313/91, artigo 1°, incisos I, II e III: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturaise seus respectivos criadores". Bem como, congrega objetivos previstos no Art. 3ª da Lei de Incentivo, quais sejam: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PLANO DE EXECUÇÃO: 1) Oficina preparatória de calouros de música a) TÍTULO: Oficina preparatória de calouros de músicab) CARGA HORÁRIA: 21h.c) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A oficina será dividida em 2 partes: I - Música1. Elementos da música (ritmo, melodia e harmonia)2. Forma e estrutura3. Conceitos básicos de composição4. Conceitos de arranjo musical5. Analise de composições conhecidas6. Elaboração de uma composição II - Etiqueta e postura profissional em apresentações musicais1. Elaboração de lista (cheklist) de equipamentos, acessórios e instrumentos musicais individuais.2. Importância da manutenção dos equipamentos, dos acessórios e dos instrumentos.3. Postura e relacionamento com profissionais técnicos envolvidos em apresentações4. Uso correto de termos técnicos5. Composição de equipe técnica de produção (roadie, técnico de som, etc.). - Será fornecida no primeiro dia da oficina uma lista de recomendação de filmes, documentários e vídeos disponíveis na internet que tem a música como tema principal. O objetivo é que os participantes assistam esse material e no decorrer das aulas comentem suas impressões sobre as histórias e a informações obtidas com esse material, fornecendo assim referências estéticas e repertorio cultural diferente das produções cinematográficas convencionais de massa. Exemplos: Minha amada imortal, Amadeus, Escola de rock, Wiplash, Ray, Um noite em 67, Donald no pais da matemática. d) OBJETIVOS:Capacitar jovens adolescentes nas técnicas e conhecimentos de composição de música. Fornecer conhecimentos técnicos e comportamentais sobre como proceder e se relacionar com os profissionais envolvidos em eventos de música ao vivo de médio porte. e) TEMAS ABORDADOS: Conhecimentos elementares sobre estética e formas de composição de música popular.f) Regras básicas de etiqueta de relacionamento entre músicos e profissionais que dão suporte em eventos demúsica ao vivo. g) PUBLICO ALVO: Crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos que estejam cursando o 1º e 2º graus das escolas públicas e particulares e tem interesse em música e composição. É necessário tocar o básico de algum instrumento musical. h) NUMERO DE PARTICIPANTES: 20 participantes I) FORMA DE SELEÇÃO: Inscrições via e-mail oficial de comunicação do festival. As vagas serão destinadas, prioritariamente aos estudantes inscritos no Festival e selecionados pela comissão julgadora para se apresentarem no palco do Festival. J) MINISTRANTE: Demétrius Hernandes (Campo Grande-MS) l) BREVE CURRÍCULO: Demétrius Oliveira (Campo Grande/MS) – Função: Ministrante da Oficina preparatória de calouros de música. Nascido em 23 de janeiro de 1972 na cidade de Cornélio Procópio/PR começou a tocar violão com 12 anos de idade na cidade de Marília, interior de SP. Com 15 Anos comprou sua primeira guitarra e integrou bandas de rock de garagem com amigos adolescente. Mudou-se para Dourados em 1991, interior do MS onde continuou seus estudos de violão e guitarra e formou várias bandas, tendo tocado com vários músicos locais e começou a compor suas próprias músicas. Mudou-se para Campo Grande em 1996, capital do MS onde começou a dar aulas de guitarra e violão. Montou em 1998 sua escola e posteriormente o primeiro estúdio de ensaio de Campo Grande. Continuou tocando em bandas e em bares na noite. Montou um bar (o Barfly) com música ao vivo em 2000 tendo sido sócio/proprietário até 2002. Nesse período era o responsável pela programação do bar e organizou vários shows com as bandas locais. Montou várias bandas, dentre elas a Flyband e Taurina. Em 2005 começou a trabalhar com produção musical baseada em computadores e home estúdio, tendo produzidos algumas bandas locais. Projetos Culturais Realizados (leis de incentivo): Em 2008 foi contemplado pelo FIC/MS (fundo de incentivo a cultura de Mato Grosso do Sul) com um projeto no qual trouxe para o seu Estado a escola da São Paulo, a OMID - international áudio academy e realizou o primeiro curso de produção musical do Estado de Mato Grosso do Sul. Em 2009 foi contemplado pelo FMIC/CG (fundo municipal de incentivo á cultura) com um projeto de programa de TV que temcomo objetivo divulgar via televisão a produção artística local. Em 2010 foi contemplando pelo edital da FUNARTE que tinha como objetivo desenvolver um texto crítico sobre o impacto que as mídias digitais têm nas as artes. Em 2015 foi contemplando pelo edital FIC/MS com o projeto MS MÚSICA 2020 – Preparando o Cenário Musical do MS para a Próxima Década. Cujo objetivo é organizar a cadeira produtiva na música e projetar a produção musical do MS nocenário nacional. Devido a um atraso no repasse o projeto foi realizado em 2018. Projetos pessoas relevantes. Montou em 2011 um estúdio de ensaio que também é usado como laboratório musical para experimentos musicais. Montou em 2013 a primeira (e até o momento a única) escola de áudio do MS. O IMP – ESCOLA DE ÁUDIO – a escola também pretende fornecer cursos como iluminação cênica, roadies, produção de palco, etc. Atualmente atua como: Professor de violão e guitarra; Sócio proprietário do IMP - Estúdio de Ensaio; Sócio proprietário da IMP - Escola de Áudio; Ministra aulas de acústica e áudio; Atua como técnico de som em eventos; Produz trilhas sonoras para filmes, curta metragem e jingles. 2) Oficina de postura cênica PLANO DE EXECUÇÃO TÍTULO: Teatro: da cena à sócioducaçãoCARGA HORÁRIA: 20 h/aConteúdo programático: Jogos dramáticos e teatrais práticos e lúdicos que aguçam e desenvolvem a consciência corporal, a desinibição, fala, dicção, o trabalho em grupo, o senso crítico e estético. OBJETIVOS: Proporcionar aos participantes a experiência prática com as artes cênicas afim de se extrair, através dos jogos dramáticos e teatrais, ferramentas para o autoconhecimento, desinibição, autoconfiança, e consciência corporal de palco, entre outras potencialidades do Teatro. A partir destas ferramentas, os participantes estarão mais capacitados para uma melhor desenvoltura nas apresentações do festival, e sobretudo, melhor desenvoltura pessoal em diversas áreas de atuação de seus cotidianos. PLANO DE ENSINO: A capacitação de dará por meio dos jogos dramáticos e teatrais, descritos e compilados na obra de Viola Spolin intitulada Jogos Teatrais- O fichário de Viola Spolin. A aplicação destes jogos se dá no formato de práticas em grupo e práticas individuais, regidas pela ministrante, contando com a participação direta dos alunos nos jogos eatuações. Estes jogos, são exclusivamente práticos e participativos que podem ser realizados em uma sala de aula comum, e contam ainda com uma roda de conversa/ diálogo sobre os mesmos logo após a sua execução prática, possibilitando assim, uma reflexão sobre a prática executada e suas possíveis aplicações diretas na desenvoltura no palco, e ainda, no cotidiano. Sendo assim, em resumo, as técnicas e conceitos desta capacitação se dará pela vivência prática dos alunos nestes jogos que aguçam e desenvolvem o autoconhecimento e autoconfiança, consciência corporal para então ganhos na postura no palco, além da desinibição, trabalho coletivo e noções básicas de palco. PÚBLICO ALVO:Crianças e jovens, entre sete e dezessete anos, SEM a exigência de prévia experiência ou técnica teatral.Número de participantes: 20 estudantes.Forma de seleção dos participantes: Inscrições via e-mail oficial de comunicação do festival. As vagas serão destinadas, prioritariamente aos estudantes inscritos no Festival e selecionados pela comissão julgadora para se apresentarem no palco do Festival. NOME DO MINISTRANTE: Angela Montealvão (Campo Grande-MS). BREVE CURRÍCULO: Angela Montealvão, atriz, arte educadora e produtora cultural da Urgente Cia. Licenciada em Artes Cênicas- Teatro e Dança pela UEMS (2014) e atriz profissional pelo DRT n.º173/MS. Pioneira na pesquisa, produção e estreia do TEATRO PARA PRIMEIRA INFÂNCIA em MS, com o espetáculo Co´Ser (2018). Proponente e Executora do ProjetoCultural CO´SER: Alinhavando o Teatro Para Primeira Infância em Campo Grande-MS (FOMTEATRO 2017). Atuou no espetáculo cênico musical CRIANCEIRAS (2012-2015) da obra de Manoel De Barros. Atuou na peça “O Rei Que não Sabia Rir”, espetáculo com o qual foi premiada como Melhor Atriz, Melhor Figurino do Estado de MS (2011) pelo Festival Sul-Mato-grossense de teatro promovido pela FESMAT (federação Sul-Mato-grossense de Teatro). Professora de teatro no Colégio General Osório (2011-2019). Garota Propaganda da empresa SERTÃO (2013-2015). Produtora do Bloco Independe de Carnaval CAPIVARA BLASÉ (2017-2019) na cidade de Campo Grande-MS. Premiada como Melhor direção, atriz, espetáculo e figurinos no I FENASTI (2006) em Nova Alvorada do Sul-MS. 3) Palestra - Ação Formativa/Contrapartida Social (Art. 22 da IN 02/ 2019 ) PLANO DE EXECUÇÃO:a) TÍTULO: História da Música Regional - 40 Anos de Música no Mato Grosso Do Sulb) CARGA HORÁRIA: 4 h/a. c) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O movimento musical em Campo Grande a partir dos anos 1930/1960. O desenvolvimento da música no estado, nas décadas de 1970, 1980, 1990, 2000, 2010 até os dias atuais. Os principais movimentos musicais do estado; música fronteiriça de MS e a influência dos gêneros paraguaios. Exibição de videoclipes, documentários e shows históricos, audição de músicas fundamentais na construção da identidade cultural sul-mato-grossense, fotos e cartazes, capas de discos e imagens raras Informações sobre artistas que atuam em mato grosso do sul desde a década de 1950.A palestra sobre a História da Música Regional “40 ANOS DA MÚSICA DE MATO GROSSO DO SUL” tem por objetivo informar e refletir a trajetória musical sul-mato-grossense para se entender não só estes 40 anos ‘oficiais’ da música de MS, mas todo o movimento musical que vem desde o final do século XIX, quando Corumbá era a principal cidade do Estado.Traz um conteúdo riquíssimo relacionado a música sul-mato-grossense. O público vai escutar músicas importantes, emblemáticas e históricas do cancioneiro de MS, e ter contato com fotografias de grupos e artistas para identificar quem fez e faz a música sul-mato-grossense. Serão exibidos também trechos de programas de tevês, documentários, filmes e videoclipes e matérias jornalísticas televisivas.O foco desta palestra é a música produzida a partir de 11 de outubro de 1977, quando o presidente Ernesto Geisel assinou o decreto desmembrando o estado de Mato Grosso e criando a nova unidade federativa de Mato Grosso do Sul. Revelar qual música foi esta que nasceu com o novo Estado é o objetivo geral desta palestra. O conteúdo da palestra começa com o verdadeiro caldeirão sonoro que fervilhou em Campo Grande no final da década de 1970 e que impulsionou uma nova geração de músicos no Estado, como Almir Sater, Tetê Espíndola e Grupo Acaba. Rodrigo Teixeira resgata os principais projetos culturais deste período, as discos mais relevantes e os shows históricos. A palestra chega até os anos 2000 e dá um panorama da atual música produzida em Mato Grosso do Sul. QUIZZ CULTURAL MS Durante a palestra, será aplicado 20 questões que fazem parte do primeiro quizz cultural relacionado a cultura sulmato-grossense.a) OBJETIVOS: Fazer circular a informação sobre a música produzida em MS, destacando, principalmente, as quatro décadas que se passaram desde a fundação do estado de Mato Grosso do Sul, em 1977, transformando Campo Grande em Capital e palco de uma frutífera e originalíssima cena musical. Formar um público mais amplo para a música regional de Mato Grosso do Sul e também estimular a população em geral, assim como professores e trabalhadores da arte, a se transformarem em multiplicadores da cultura de MS.e) PÚBLICO-ALVO: professores e alunos da rede pública de ensino e demais interessados em música.f) NÚMERO DE PARTICIPANTESE: até 150 pessoasg) FORMA DE SELEÇÃO: Inscrições via e-mail oficial de comunicação do festival. Sendo que 50% das vagas serão destinadas prioritariamente para professores e alunos da rede pública de ensino; sendo as demais direcionadas aos alunos de escolas particulares de alunos que se inscreverem no Festival e demais interessados em geral.h) NOME DO MINISTRANTE: Rodrigo Teixeira (Campo Grande-MS).i) BREVE CURRÍCULO: Rodrigo Teixeira (Campo Grande-MS), é autor dos livros “Os Pioneiros – A Origem da Música Sertaneja de MS” (2010) e “Prata da Casa – Um Marco da Música Sul-mato-grossense” (2016). A primeira publicação contabiliza mais de três mil downloads no portal Overmundo e teve sua segunda edição lançada em 2014 pela Editora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O livro conta a história dos primeiros compositores sul-mato-grossenses, fundando a música autoral do estado ainda na década de 1950. O segundo livro mergulha em um dos projetos mais importantes do MS realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e que marcou uma nova geração de músicos do Estado. Desde 2015 apresenta o programa semanal “América Pantanal” na FM Educativa 104.7 ao sábados, das 22h às 0h, com os destaques da moderna música sul-americana e sul-mato-grossense. Em 2014, encerrou o Mestrado em Comunicação pela UFMS. Sua dissertação enfoca a música tradicional paraguaia desenvolvida em Mato Grosso do Sul e o processo de “desaparecimento” dos músicos paraguaios em solo sul-mato-grossense.Como jornalista, Rodrigo Teixeira tem uma vasta experiência. Começou a carreira em São Paulo (1994), primeiro como repórter de esportes e depois como editor do caderno esportivo do Diário de Suzano. Mudou-se em 1997 para o Rio de Janeiro, onde coordenou por sete anos a equipe da TV Press e Cult Press, cadernos produzidos pela Carta Z Notícias. Voltou para o Mato Grosso do Sul em 2004, onde atuou como assessor de imprensa da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e ajudou a formatar o Festival América do Sul, sediado em Corumbá (MS). Foi diretor do programa diário Toda Prosa, na TV Campo Grande (SBT), e assumiu por três anos a editoria de cultura do jornal diário O Estado de MS. Integrou a equipe fundadora do portal Overmundo (overmundo.com.br), pioneiro web 2.0 no país, disponibilizando pela primeira vez na internet entrevistas e matérias sobre artistas e a cultura sul-mato-grossense. O Overmundo foi ganhador na categoria Comunidades Digitais do Prix Ars Electronica, em 2007, do Golden Nica, o mais importante prêmio mundial para artistas de novas mídias e visionários da Internet. Completa em 2017 três décadas como músico profissional. Já lançou dois discos solos (Sambone/1998 e Polck/2003), um com a banda Mandioca Loca/2008 e dois com o trio Hermanos Irmãos (Ao Vivo/2010 e Por América/2014), sendo o último gravado em Assunção (Paraguai). Desde 2006, desenvolve o blog Matula Cultural e o canal Matula TV no Youtube, onde divulga a cultura sul-mato-grossense.
- Ao longo das cinco edições, entre 2015 e 2019, o Fesmorena contou com uma importante participação de instituições de ensino, que apoiaram a organização e realização do evento como a Associação Instituto Educacional Alexandrina Carlos Pinheiro/Colégio Liceu e Sesi. - Do público previsto para os produtos constantes do plano de distribuição: Esclarece-se que, ante a necessidade de cadastro do produto secundário "Apresentação Musical", para previsão de despesa com cachê do artista regional, vez que no produto principal "Festival", não foi disponibilizada a inclusão do referido item de despesa, o público total estimado para os dois produtos, que abrange a performance dos 20 estudantes selecionados, seguida da apresentação musical de artista regional num único dia de realização do Festival, é 1.050 espectadores ao total.
Acessibilidade Física: -Os espaços físicos onde serão realizadas as atividades culturais do Festival: apresentações musicais (performances dos alunos e show de artista regional), oficina de música, oficina de postura cênica e palestra formativa (contrapartida social), quais sejam: teatro, escola e auditório, já se encontram adequados com rampas de acesso, escadas com corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. - No que tange à estrutura de palco e camarins, em especial, os destinados às apresentações musicais serão adotadas eventuais medidas necessárias para facilitar o acesso por pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e seus acompanhantes, por meio de adaptação de rampas de acesso, escadas com corrimão associadas a rampas, sanitários adaptados, circulação interna acessível (coxias, camarins, etc), e ainda, para o público espectador, reserva de assentos, com sinalização adequada. Acessibilidade de Conteúdo:- Deficientes auditivos: serão disponibilizados intérpretes de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais para a comunicação acessível, dirigida ao público espectador, durante todas as apresentações musicais do Festival e na palestra formativa (contrapartida social). - Deficientes visuais: não se aplica, no caso do público espectador das apresentações musicais, bem como das oficinas de musica e postura cênica, as quais são dirigidas especificamente para os alunos inscritos e selecionados Festival.
Todas as atividades do Festival serão oferecidas gratuitamente, atendendo ao disposto no Art. 20, inciso I da IN da IN nº 02/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Das inscriçõesAs inscrições para participação no Festival serão gratuitas, realizadas pessoalmente, por correio ou por e-mail designado pela organização. Para facilitar as inscrições dos estudantes, o festival irá montar uma estrutura de estúdio móvel em sete bairros periféricos de Campo Grande para que os alunos façam o registro de suas músicas com qualidade de gravação e tenham a composição em formato digital (MP3). Das Apresentações Musicais (performances dos alunos participantes)- As apresentações musicais dos candidatos selecionados, bem como do show musical por artista regional profissional serão abertas à comunidade, com entrada gratuita. Das oficinas– As inscrições para atividades com vagas limitadas (oficina preparatória de música e oficina de postura cênica), serão oferecidas gratuitamente aos participantes selecionados pela Comissão de Seleção. OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO Conforme elencados no campo PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: a) Apresentações Musicais/Festival - Incisos III, IV, V e VII do Art. 21 da IN nº 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; no caso das apresentações musicais. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofcinas, além da previsão do art. 22; no caso dos ensaios abertos das apresentações musicais. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; b) Oficinas de Música e Postura Cênica - Incisos III, IV e V do Art. 21 da IN nº 02/2019:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; no caso das atividades de ensino. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofcinas, além da previsão do art. 22; no caso oficinas de música e postura cênica. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Proponente/Dirigente: Daniel Silva Escrivano (Campo Grande/MS). Atuará de forma remunerada na função de Coordenação Geral e na produção executiva do Festival. Pós-graduando em Marketing Digital (Unigran Campo Grande/MS), com graduação em Comunicação Social - Habilitação Publicidade e Propaganda pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – Uniderp (2008). Iniciou sua carreira na área cultural no início dos anos 2000, como assistente de produção em diversos eventos e shows de lançamentos: CD “Pantanal 2000”, CD – “Pop Pantanal” – Jerry Espíndola; CD – “polca rock” – Jerry Espindola e Croa. De 2002 a 2007, atuou na produção de shows, lançamentos e gravação de CDs e DVS: “Comitiva do Pantanal”, Espíndola Canta, Cd “gerações”; Projeto instrumental Almir Sater, “Tripé” com Paulo Simões, Jerry Espíndola e Filho dos Livres; CD “República dos livres pensamentos” - Filho dos Livres; CD “Gerações”, Show “Rodrigo Sater” e no Festival de Inverno e Festival América do Sul. De 2000 a 2008, na produção e direção de palco do Projeto Sextastral (Ufms), “Furacom” - Festival de Publicidade Uniderp/Anhanguera; Show de lançamento do cd “Três” - Guilherme Rondon; Peça teatral “Mãe é Karma” com Karin Rodrigues, Francarlos Reis, Iara Jamra e Nilton Bicudo. Texto de Elias Andreato; Show de lançamento da Concha Família Espíndola. Em 2009, show Eduardo Dussek – Projeto Noite da Seresta; Projetos Diálogos Contemporâneos; 1º festival beleza indígena do PANTANAL, Show Paulo Simões - Festival de Cantautores em Assunção – Paraguai, Show de lançamento do cd “A essência do amanhecer” – Gabriel Sater. Em 2010, Show de gravação de dvd “15 anos de rock and roll” – O Bando do Velho Jack. Em 2008 / 2009 / 2011 - Peça teatral “O analista de bagé” com Claudio Cunha. Em 2011, Show Shana Muller - etapa campo grande – Projeto Petrobrás com produção local. Entre 2008 a 2011 atuou na Gestão de projetos da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande. De 2011 – 2012 produção de 120 shows do artista Dino Rocha pelo projeto Sesc Sonora Brasil realizado nas regiões norte, sul, leste e centro oeste do país; Cd Grupo Sampri; Cd e dvd Paulo Simões; Cd e dvd Músicas & Sons realizado pela Ufms com os artistas Almir Sater, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Geraldo Espíndola, Celito Espíndola, Carlos Colman, Guilherme Rondon, Cláudio Prates, João Fígar, Geraldo Roca, Paulo Gê, Lenilde Ramos, Paulo Simões, Hermanos Irmãos e Grupo Acaba. Em 2013, na produção e direção de palco do Cd Grupo Forró Zen; Turnê com a Banda Muchileiros nas cidades de Ponta Porã, Corumbá, Jardim, Chapadão do Sul, Paranaíba e Coxim nos campus da Ufms; Turnê com o artista Paulo Simões nas cidades de Ponta Porã, Três Lagoas, Corumbá e Aquidauana; Show da artista Thamires Tannous. Em 2014 – 2015 na Produção e direção de palco: Projeto Shows de Primeira, Noites de Segunda (Ufms) – com o Grupo Acaba e os artistas Zé Du Celito Espíndola. Entre 2000 à 2015 Festival Universitário da Canção (Ufms). Em 2015, produção e direção de palco do Musical Rita Lee Mora ao lado com Mel Lisboa e elenco, Festival América do Sul Pantanal - Produção executiva, Festival de Inverno de Bonito – produção, Turnê com o artista Dino Rocha nas cidades de Ponta Porã, Paranaíba, Aquidauana e Campo Grande nos campus da Ufms. Em 2016: Musical “Beatles” e “A Música do Cinema” da Companhia Filarmônica - produção e direção de palco, Show de Gravação do Dvd e Lançamento do Cd Grupo Acaba 50 Anos, Projeto Migrasom com o artista Guga Bora e as bandas Forró Zen e Plebheus nas cidades de Campo Grande, Ponta Porã, Paranaíba E Nova Andradina nos campus da Ufms - Produção e direção de palco. Em 2017 - Histórias e músicas da fronteira com os artistas Dino Rocha e Rodrigo Teixeira; Projeto Águasom com o artista Guga Borba, A Música Brasileira em Seis Cordas: uma homenagem a Dilermando Reis com Marcelo Fernandes - Proponente e executor. Em 2019 - Produção do Show velhas Virgens e o bando do velho Jack; Show a banda mais bonita da cidade. Campo Grande - Dourados/MS; Show Elton John tribute com o maestro Rogério Martins e Show Guilherme Arantes. Entre 2006 a 2019 atuou na produção de 130 shows do cantor e compositor Almir Sater. Tendo atuado entre 2015 a 2019 na produção executiva e captação de recursos do Festival de Música Escolar Morena (Fesmorena). Kelly Yury Komiyama Medeiros (Campo Grande/MS) – Função: Produção. Bacharel em Turismo pela Universidade Católica Dom Bosco / MS (2002); MBA em Administração Pública e Gestão de Cidades pela Anhanguera UNAES (2010); Técnico em Serviços Públicos (2015) e Técnico em Administração (2016) pelo Centro de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima (SED) Campo Grande – MS. Produtora Cultural desde 2003, realizando esta Função no Festival de Inverno de Bonito (2003, 2004, 2005, 2018) Festival América do Sul (2005, 2018); Coordenação de Júri por 10 anos do Desfile dos Blocos e Escolas de Samba de Campo Grande pela Liga das Entidades Carnavalescas (LIENCA – CGMS) - Carnaval 2008 a 2018; Tutoria Presencial - Centro de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima (SED) 2015; Produção Planeta Música MS - Festival de Inverno de Bonito / 2008; Projeto “A Escola Vai ao Cinema” – CineCultura ( ANCINE ) / 2008; Produtora no 1º, 2º e 5º Festival de Cinema de Campo Grande / 2004- 2005-2008; Produtora no 1º e 2º Curso Básico de Cinema de Campo Grande / 2004/2005. Atuou como Coordenação de Eventos e Assessoria em Cerimonial – Premium Cerimonial e Viagens (2009 - 2013); Foi Superintendente de Cultura e Turismo (2009) - Prefeitura Municipal de Dois Irmãos do Buriti – MS. Guga Borba (Campo Grande/MS). Função: Produção. Gustavo Renato Borba, nome artístico Guga Borba, cantor, musico, compositor e produtor. Formado em Direção de palco e Produção técnica pela IATEC em 2010. Diretor dos palcos dos festivais América do Sul Pantanal (Corumbá – MS) de 2005 a 2019 e Festival de Inverno de Bonito (Bonito – MS) de 2006 a 2019. Principais artistas nacionais e internacionais relacionados: Pedro Aznar (ARG), Vitor Ramil, Vanessa da Mata, Jair Rodrigues, Liliana Herrero (ARG), Rita Lee, Puerto Candelaria (COL), Dudu Nobre, Tarancon, Neguinho da Beija Flor, Martinália, Coqui Marola (ARG), América Contemporânea, Tita Parra (CHI), Bohemia Urbana (PAR), O Teatro Mágico, Hijos del Sol (PER), Zeca Baleiro, Curmumin, Criolo, Nação Zumbi, Paulo Moska, Almir Sater e Renato Teixeira, Mariana Aydar, Elza Soares e Milton Nascimento. Thiago Coutinho Benites Pina (Campo Grande/MS). Função: Produção. Graduado em turismo pela Faculdade Estácio de Sá (2008), possui mais de 10 anos de experiência na área de produção cultural, tendo atuado na produção executiva e organização de diversos eventos: 2008 - Show do teatro mágico – entrada para raros; 2009 - Show do teatro mágico – o segundo ato; 2009/2010 - Sarau do Barbaquá; 2011-2011 - Festival cover rock brasil; 2011 - Show de lançamento do dvd do projeto Aioa - Organização e promoção do evento. Em 2012-2016 Diretor de eventos e proprietário da casa de shows hangar live music, na produção executiva e organização de shows regionais e nacionais com bandas e artístas como: marcelo jeneci, tihuana, cachorro grande, emicida, tico santa cruz, forfun, vanguart, a banda mais bonita da cidade, ratos de porão, fresno, dead fish entre outros. Em 2016, atuou como assistente de produção dos eventos: Show Almir Sater, Espetáculo Beatles segundo a cia filarmônica, A música do cinema segundo a cia filarmônica, Jim musical – peça com Eriberto Leão, Fábio Rabin – queimando o filme, Maurício Meirelles – perdendo amigos. Em 2017: como proponente e executor do projeto Histórias e músicas da fronteira como jornalista Rodrigo Teixeira e o sanfoneiro Dino rocha; Produção executiva e organização do show Hermes & Renato em uma tentativa de show; Produção do centro de múltiplo uso (cmu) e responsável pela divulgação no Festival de inverno de bonito 2017; Festival MS 40 anos – aniversário de mato grosso do sul - assistente de produção geral e na representação artística, como diretor da agência Gravidade Zero, representando artistas como Dino rocha, Larissa emariana, canto Guarany, Bombauki entre outros. Em 2018, foi assistente de produção geral do Festival américa do Sul pantanal e Festival de inverno de bonito, e diretor de produção Festival internacional do Chamamé. Em 2019, pProdução executiva e organização, Stand Up com Jonathan Nemer (Campo Grande e Dourados/MS), Show da Banda Mais Bonita da Cidade em Campo Grande e Dourados/MS e Show cantor Guilherme Arantes. Marcelo Fernandes (Campo Grande/MS). Função: Jurado. Doutor em música e um dos principais nomes do violão contemporâneo, Marcelo Fernandes integra o quadro docente da UFMS e atualmente é Pró-reitor de Extensão, Cultura e Esporte. Vencedor de vários concursos de interpretação instrumental, há anos empreende frutífera carreira internacional, realizando recitais e masterclasses em teatros, instituições de ensino musical nos Estados Unidos, Espanha, França, Suíça, Portugal, Colômbia, Chile, Bélgica e Alemanha, tendo feito a estreia europeia da obra integral para violão de Camargo Guarnieri. Em 2009, integrou projeto nacional com uma turnê de 86 recitais de violão em vinte estados brasileiros, ao lado do violonista Henrique Annes. Mais recentemente realizou temporadas de recitais pelo interior de MS, patrocinadas pela Funarte e FCMS, ao lado das cantoras Malu Mestrinho e Ana Lúcia Gaborim, mostrando canções de compositores modernistas e poetas brasileiros, espanhóis e latinoamericanos. Magno Abreu (Campo Grande/MS). Função: Jurado. Músico e compositor de diversas influências, estuda e toca violão desde os 08 anos de idade desde então ao longo do tempo aprendeu a tocar Contra-Baixo, Viola, Cavaquinho, Teclado e Percussão. Participou como compositor e intérprete de canções em 03 edições (28° e 30° e 43°) do renomado e tradicional Festival de MPB de Ilha Solteira SP. Em 2004, em parceria com o grupo O Bixo da Seda conquistou o 1º lugar com a canção de sua autoria “Um precisa do Outro” no 1º FESMUD (Festival de Música Universitária de Dourados-MS). Atendendo ao convite da Escola de Samba Vila Mamona da cidade de Corumbá MS participou como compositor do concurso de escolha do samba de enredo dos anos 2008 e 2009. Em 2009 compôs sambas de enredo para concursos da escolha do samba de enredo de escolas de samba no Mato Grosso do Sul. Em 2010 compôs o samba de enredo para a Escola de Samba Unidos de Três Lagoas, na cidade de Três Lagoas MS. De 2012 à 2019 Fez parte do corpo de jurados da LIENCA (Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande/MS) nos quesitos Harmonia e Samba Enredo no Desfile das Escolas de Samba de Campo Grande-MS. No Mato Grosso do Sultem canções gravadas e interpretadas por artistas como o grupo Fase Terminal, Dagata e os Aluízios, Forrozen ealgumas canções como; Paloma - interpretadas por alguns artistas com execuções radiofónicas e televisivas. Em 2009 com sua viola, protagonizou o evento artístico Teatro Musical Taca Fogo Jacaré com o personagem Jacaré do Pantanal e demais performances em diversas campanhas preventivas governamentais como a campanha de Álcool e Direção não Combina DETRAN-MS. Como músico, de 2009 à 2014 acompanhou o virtuoso instrumentista Marcelo Loureiro tocando o instrumento Guitarron. Em 2013 iniciou estudos sobre a cultura Sound System (Jamaica) sem apresentando com o Rockers Sound System no MS Em 2014 com a canção Elo de sua autoria, conquistou o 1° lugar no Festival de músicas inéditas em Dourados realizado pela UFMS. Em 2015 foi integrante vocalista da banda de reggae BobSound de Campo Grande MS e produtor/integrante da banda do Projeto Chique em Reggae que interpreta clássicos da MPB em linguagem reggae music. De 2017 a 2019 iniciou estudos de musicalização infantil através da participação como músico no grupo de contação de histórias Batucando Histórias. Ângela Montealvão (Campo Grande/MS). Função de Jurada e Ministrante da Oficina de Postura Cênica. Atriz, arte educadora, produtora cultural da Urgente Cia. Pioneira na pesquisa, produção e estreia do TEATRO PARA PRIMEIRA INFÂNCIA, ou TEATRO PARA BEBÊS, em Mato Grosso do Sul, com o espetáculo Co´Ser (2018) e pré espetáculo A´Flora (2014). Proponente e Executora do Projeto Cultural CO´SER: Alinhavando o Teatro Para Primeira Infância em Campo Grande-MS (FOMTEATRO 2017). Atuou no espetáculo cênico musical CRIANCEIRAS (2012-2015) da obra de Manoel De Barros. Atuou na peça “O Rei Que não Sabia Rir”, espetáculo com o qual foi premiada como Melhor Atriz, Melhor Figurino do Estado de MS (2011) pelo Festival Sul-Mato-grossense de teatro promovido pela FESMAT (federação Sul-Mato-grossense de Teatro). Produtora do Bloco Independe de Carnaval CAPIVARA BLASÉ (2017-2018) na cidade deCampo Grande-MS. Professora de teatro no Colégio General Osório (2011-2018). Garota Propaganda da empresa SERTÃO (2013-2015). Produtora do I FESTIVAL DA COMÉDIA (2013), na cidade de Campo Grande-MS. Premiada como Melhor direção, atriz, espetáculo e figurinos no I FENASTI (2006) em Nova Alvorada do Sul-MS. Rodrigo Teixeira (Campo Grande/MS). Função de jurado e ministrante da palestra história da música regional. Jornalista, com 25 anos de carreira, realiza desde o começo dos anos 2000, um profundo mergulho na história da música de Mato Grosso do Sul. Lançou os livros “Os Pioneiros – A Origem da Música Sertaneja de MS” (2010) e “Prata da Casa – Um Marco da Música Sul-mato-grossense” (2016). Neste momento finaliza o seu terceiro trabalho literário, desta vez sobre os 50 anos do Grupo Acaba, banda lendária da música sul-mato-grossense. Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), é professor de “Música Regional de MS” da Pós-Graduação da Faculdade Novoeste, em Campo Grande, desde 2017, no primeiro curso dedicado exclusivamente à cultura regional sul-mato-grossense. Fundador do coletivo Overmundo, comandado pelo antropólogo Hermano Vianna, foi responsável pelas primeiras matérias na rede mundial sobre os artistas e a cultura do Estado. Natural de RS, mudou-se para o MS aos 10 anos. Atua como músico desde meados dos anos 1980, possui cinco discos gravados e atualmente integra bandas como Hermanos Irmãos, Folk4 e Clube do Litoral Central. Demétrius Oliveira (Campo Grande/MS). Função: Ministrante da Oficina preparatória de calouros de música. Nascido em 23 de janeiro de 1972 na cidade de Cornélio Procópio/PR começou a tocar violão com 12 anos de idade na cidade de Marília, interior de SP. Com 15 Anos comprou sua primeira guitarra e integrou bandas de rock de garagem com amigos adolescente. Mudou-se para Dourados em 1991, interior do MS onde continuou seus estudos de violão e guitarra e formou várias bandas, tendo tocado com vários músicos locais e começou a compor suas próprias músicas. Mudou-se para Campo Grande em 1996, capital do MS onde começou a dar aulas de guitarra e violão. Montou em 1998 sua escola e posteriormente o primeiro estúdio de ensaio de Campo Grande. Continuou tocando em bandas e em bares na noite. Montou um bar (o Barfly) com música ao vivo em 2000 tendo sido sócio/proprietário até 2002. Nesse período era o responsável pela programação do bar e organizou vários shows com as bandas locais. Montou várias bandas, dentre elas a Flyband e Taurina. Em 2005 começou a trabalhar com produção musical baseada em computadores e home estúdio, tendo produzidos algumas bandas locais. Projetos Culturais Realizados (leis de incentivo): Em 2008 foi contemplado pelo FIC/MS (fundo de incentivo a cultura de Mato Grosso do Sul) com um projeto no qual trouxe para o seu Estado a escola da São Paulo, a OMID - international áudio academy e realizou o primeiro curso de produção musical do Estado de Mato Grosso do Sul. Em 2009 foi contemplado pelo FMIC/CG (fundo municipal de incentivo á cultura) com um projeto de programa de TV que tem como objetivo divulgar via televisão a produção artística local. Em 2010 foi contemplando pelo edital da FUNARTE que tinha como objetivo desenvolver um texto crítico sobre o impacto que as mídias digitais têm nas as artes. Em 2015 foi contemplando pelo edital FIC/MS com o projeto MS MÚSICA 2020 – Preparando o Cenário Musical do MS para a Próxima Década. Cujo objetivo é organizar a cadeira produtiva na música e projetar a produção musical do MS no cenário nacional. Devido a um atraso no repasse o projeto foi realizado em 2018. Projetos pessoas relevantes. Montou em 2011 um estúdio de ensaio que também é usado como laboratório musical para experimentos musicais. Montou em 2013 a primeira (e até o momento a única) escola de áudio do MS. O IMP – ESCOLA DE ÁUDIO – a escola também pretende fornecer cursos como iluminação cênica, roadies, produção de palco, etc. Atualmente atua como: Professor de violão e guitarra; Sócio proprietário do IMP - Estúdio de Ensaio; Sócio proprietário da IMP - Escola de Áudio; Ministra aulas de acústica e áudio; Atua como técnico de som em eventos; Produz trilhas sonoras para filmes, curta metragem e jingles. Camila Zavalo da Silva (São Paulo/SP). Função Cenografia de Palco. Arquiteta e Urbanista, graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/ MS – 2009, Pós-graduada em Arte e Cultura – Universidade Cândido Mendes/ RJ -2013, com cursos de Cenografia e arte – CAL/ RJ e Iluminação para arte – EAV / RJ. Principais trabalhos: 2012 – 2013 ARCHI5 - Caixa Econômica Federal com projeto e execução de agências em todo estado do Rio de Janeiro, com desenho técnico de todo o layout da agência (mobiliário, placas, piso tátil e sinalização); 2013/2015 pela ARTEK Multinacional argentina no segmento de stands com projeto e execução e prospecção declientes; 2016 na Rede Globo de Televisão com implantação das novelas ‘Jóia rara’ e ‘Êta mundo bom’: Projeto executivo de arquitetura temática e - Acompanhamento de obra. Em 2017 para o Canal Sony: Programa Entubados 2 e Projeto e execução. Na Record TV: Implantação do programa ‘A fazenda 9’, Projeto executivo temático de todas as festas do programa e - Coordenação de obra (marcenaria, pintura, serralheria, contrarregragem e maquinaria. Em 2018 na Record TV: Implantação do programa Power Couple 3, Projeto e execução, Arquiteta do núcleo ‘prova dos maridos’; GNT – Globosat: Projeto executivo e coordenação de obras do programa ‘Chefe ao pé do ouvido’; FOX SPORTS: Projeto executivo e coordenação de obra dos programas ‘Rádio Fox’ e ‘Expediente Fox’. Na Rede TV: Projeto executivo e coordenação de obra do programa ‘Investindo em sonhos’. Em 2019, na Rede vida: Projeto executivo e coordenação de obra do programa do padre Augusto Campos; GNT - Projeto executivo e coordenação de obra do programa ‘Super Bonita’; BandTV - Coordenação de obra do programa ‘O aprendiz’; Jornal MIDIAMAX - Projeto, produção de arte e execução para o canal do jornal no youtube; cenografia do ESPECIAL FESMORENA, programa transmitido pela TV Morena. Atualmente atua como Cenógrafa na Rede Record em São Paulo. Gustavo de Arruda Castelo (Cegonha). Função: Coordenação de Estrutura. Possui experiência em produção de eventos próprios, eventos corporativos, de empresas privadas e públicas como também governamentais. Shows durante a Expogrande em Campo Grande MS ano de 2000, 2001 e 2002; Coordenou a produção de shows (nas cidades de Campo Grande, Corumbá e Cuiabá) como: Araketu, Cheiro de Amor, Cássia Eller, Só pra Contrariar, Molejo, Titãs, Zezé di Camargo & Luciano, Ivete Sangalo, Asa de Águia, Sandy & Junior, Bruno & Marrone, Djavan, Netinho, Edson Cordeiro, Harmonia do Samba, Jota Quest, Martinho da Villa, Os Paralamas do Sucesso, Terrasamba, Kid Abelha, etc.., Coordenou os Festivais Culturais para o Governo de MS pela empresa Mercado Cultural: Temporadas Populares em Campo Grande (anos de 1999, 2000, 2001 e 2002); Festival de Inverno em Bonito MS (anos de 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2016, 2017, 2018 e 2019); Festival América do Sul em Corumbá MS (anos de 2004, 2005 e 2006, 2016, 2017, 2018 e 2019); Promoveu através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura o Projeto Palco Brasil de peças teatrais em Campo Grande durante todo o ano de 2002; Promoveu para a Rede Novotel de Campo Grande os Reveillows dos anos de 2000, 2001, 2002 e 2003; Promoveu os Bailes do Hawaí no Rádio Clube Campo (anos de 2001, 2002, 2003 e 2004); Promoveu o Carnaval de música eletrônica Villa Rebuá em Bonito MS - (anos de 2002, 2003, 2004, 2005, 2006 E 2007); Promoveu o Encontro de Motoqueiros Moto Road II e III - em Campo Grande MS; Promoveu o carnaval fora de época Pantal Folia em Campo Grande MS e Pantaneta em Aquidauana MS; Promoveu a montagem dos estandes em Campo Grande e Três Lagoas MS da empresa de celulose Fibria; Foi sócio - proprietário do clube GARAGE de música eletrônica em Cuiabá – MT com capacidade para 1200 pessoas; Foi sócio - proprietário do clube Hot Hot de música eletrônica em São Paulo – SP com capacidade para 600 pessoas; Foi sócio -proprietário do clube NEO de música eletrônica em Campo Grande – MS com capacidade para 400 pessoas; Promoveu o Carnaval de Paranaíba 2014 e a Primeira Trans Expo Latin Transporte. Alex de Andrade Cavalheri (Campo Grande/MS). Função: Operador de Áudio. Músico, Produtor Musical e Técnico de Áudio atuante em Mato Grosso do Sul, é dono do estúdio Megaphone e trabalha de forma impactante no cenário musical artístico do estado. Como técnico de som já participou de projetos importantes como diversos shows nos Festivais de inverno de Bonito e também no Festival América do Sul, para diversos artistas como Naip, Chalana dePrata, Giane Torres, Aldeia Black, Jerry Espindola, Tete Espindola, Paulo Simões, Guilherme Rondon, Gilson Espindola entre outros. Helton Perez Marques (Campo Grade/MS). Função: Criação da Programação Visual.Produtor audiovisual, desenvolve projetos em vídeo, animação, ilustração, design, webdesign e fotografia na forma de registros, peças publicitárias e produtos relacionados a música, dança, teatro, história em quadrinhos e mágica.
PROJETO ARQUIVADO.