| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04737552000480 | MART MINAS DISTRIBUICAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 390,0 mil |
| 17245028000191 | Cera Inglesa Indústria e Comércio Ltda | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 03353341000139 | Skava -Minas Mineracao, Construcoes e Transportes Ltda | 1900-01-01 | R$ 13,5 mil |
| 10759717000175 | LOKAMINAS EQUIPAMENTOS LTDA - ME | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
Produção de um documentário de média metragem, com 60 minutos de duração, em formato DVD FULL HD, sobre a histórica cidade de Santa Luzia. Surgida no início do século XVII, em virtude da procura do ouro, mantém-se até hoje com identidade de cidade colonial, tendo importante centro histórico formado de igrejas e casarões, muitos destes transformados em museus. Possui vasta cultura popular, em artesanato, música, literatura, gastronomia e festas religiosas como Nossa Senhora do Rosário, Folia de Reis e a da padroeira da cidade. Abriga o Mosteiro de Macaúbas, construído em 1714, tombado pelo IEPHA-MG, onde vivem, enclausuradas, as freiras concepcionistas. A cidade faz parte também do circuito da Estrada Real, caminho por onde passa a história de Minas Gerais, e remonta ao século XVII, e está associada à exploração do ouro e do diamante no Brasil colonial.
O jornalista e historiador (apresentador) percorrerá os pontos mais importantes do município de Santa Luzia e do patrimônio cultural e arquitetônico da região, caracterizado como um personagem da época, entrevistando personagens que vivem e conhecem todo esse universo ligado à cidade, com o objetivo de destacar a importância da região na ocupação de Minas Gerais, na formação de seu povo e de sua história. Santa Luzia se desenvolveu em torno do comércio, desde os tempos remotos, final do Século XVII, passou por mudanças e adaptações, tendo seu eixo comercial transportado para a parte baixa, mais próxima ao Rio das Velhas, e hoje vê a sua economia fortalecida pelo distrito de São Benedito, muito populoso e igualmente forte no comércio, por grandes bairros como Frimisa, Palmital e Cristina, e também pelo distrito industrial. Mostrar como todas estas vocações se encaixam em uma cidade que vive a História, sem perder de vista a modernidade, será o objetivo central deste documentário, para perpetuar essa força cultural da cidade, que, em muitos casos, vem se perdendo pela falta de divulgação e valorização. Os locais do município nos quais serão feitas as filmagens e entrevistas, totalizando 20 capítulos, serão: 1) Sede do Município e o Centro Histórico (7 capítulos) 2) Mosteiro de Macaúbas (2 capítulos) 3) Festa de Nossa Senhora do Rosário na Comunidade Quilombola de Pinhões (2 capítulos) 4) Do comércio ao Distrito Industrial (2 capítulos) 5) Música (2 capítulos) 6) Culinária (2 capítulos) 7) Artesanato (1 capítulo) 8) Literatura (1 capítulo) 9) Taquaraçu de Baixo: Trata-se de um dos distritos rurais de grande importância histórica para Santa Luzia, com destaque para o seu teatro, que fica na Fazenda que deu origem ao distrito, a partir da concessão de uma sesmaria na região no ano de 1746. (1 capitulo) No Plano de Direção (arquivo anexado) informações completas sobre o roteiro do documentário. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA SEGUNDO GUIA PRÁTICO DA SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA/MJ LIVRE - L (Verde).
Objetivo Geral Ao longo do tempo, as cidades que se tornaram ícones da história mineira, muitas vezes graças ao apoio maciço da mídia, formaram um bloco quase que exclusivo de estudos e divulgação, como Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Sabará, e mais recentemente Tiradentes, com seus tradicionais festivais, o de cinema e o gastronômico, de ampla repercussão pelo País. Mas a história mineira não se resume apenas a estas cidades históricas citadas. Em todas as regiões do Estado surgiram povoações, desde o século XVII, que se tornaram importantes na estrutura do desenvolvimento histórico de Minas. Santa Luzia é uma dessas. O documentário propõe mostrar a cidade pelo seu estilo colonial, marcado por belas construções históricas, como museus, antigos casarões, igrejas e capelas. E as tradições culturais, como as festas de Nossa Senhora do Rosário, dos negros, e a de Santa Luzia, padroeira da cidade. O documentário abordará não apenas o cenário colonial da cidade, mas também o lado moderno, após a implantação de seu distrito industrial, que abriga grandes empresas, e do distrito de São Benedito, populoso e com muita cultura nas comunidades, elevando para 200 mil atualmente o número de habitantes, se tornando um dos principais polos econômicos do Estado. Com esse documentário espera-se que Santa Luzia tenha reconhecido o seu status também de uma cidade histórica, em âmbito estadual e nacional. Objetivo Específico O documentário pretende divulgar e mostrar a importância da cidade como partícipe da história mineira desde os tempos coloniais, pelas imagens atuais do seu majestoso acervo histórico, composto de museus, igrejas, casarões e ruas de calçamentos antigos. Outra abordagem do documentário se ocupará das tradições culturais preservadas, como as festas religiosas e as influências na música, artesanato e gastronomia. Também o aspecto econômico terá a necessária cobertura, responsável pelo desenvolvimento da cidade, hoje com cerca de 200 mil habitantes, que fazem de Santa Luzia uma perfeita simbiose entre o antigo e o moderno. Por meio do apoio da Lei de Incentivo à Cultura, pretende-se a tiragem de 3.000 cópias, a serem distribuídas de modo gratuito, a patrocinadores e para a população em geral. Uma parte da tiragem será entregue para a Secretaria de Turismo do município para a distribuição a agências de turismo do Estado e do País, para divulgar Santa Luzia também como uma importante cidade histórica mineira. Como outra forma de contrapartida social, serão realizadas cinco palestras, na Universidade local e nas escolas estaduais e municipais, proferidas por Otávio José Lima Pereira, com distribuição dos DVDs para estudantes e professores. Todo o material também ficará à disposição do grande público no canal do Youtube a ser criado com o nome do projeto.
A história do município originou-se com aventureiros que, em busca de riquezas, descobriram Santa Luzia. Tudo começou em 1692, durante o ciclo do ouro. Uma expedição dos remanescentes da bandeira de Borba Gato implantou o primeiro núcleo da Vila, às margens do Rio das Velhas. Com o fim da exploração do ouro, Santa Luzia tornou-se um importante centro comercial, ponto de parada dos tropeiros que vinham negociar e comprar mercadorias. Na Rua do Comércio, no bairro da Ponte, existia um porto para os barcos que navegavam pelo Rio das Velhas, transportando mercadorias comercializadas em Minas Gerais. Assim, Santa Luzia passa a ser um ponto de referência do comércio, cultura e arte. Neste ano de 2020 são comemorados os 300 anos da separação das capitanias de Minas e São Paulo. Pode-se dizer que a cidade de Santa Luzia é um dos expoentes dessa comemoração, pela contribuição à história mineira. O Mosteiro de Macaúbas, por exemplo, construído em 1714, tombado pelo IPHAN-MG, hoje ocupado pelas freiras, chegou a receber figuras ilustres, como as filhas da escrava alforriada Chica da Silva, que vivia com o contratador de diamantes João Fernandes. A casa na qual Chica se hospedava fica ao lado do convento. Como parte do pagamento do dote das filhas, Fernandes mandou construir, entre 1767 e 1768, a chamada Ala do Serro, com mirante e 10 quartos para as religiosas. Outras edificações centenárias compõem seu patrimônio histórico, como a Igreja Matriz de Santa Luzia, com seu interior em acabamento barroco com obras do Mestre Ataíde; a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, erguida pela irmandade dos negros no século XVIII; a capela de Nosso Senhor do Bonfim; o Solar da Baronesa, erguido no final do século XVIII e início de XIX, tendo hospedado, tem 1881, o imperador D.Pedro II e sua comitiva em viagem por Minas Gerais; o Solar Teixeira da Costa, um dos casarões mais belos do período colonial, erguido no século XVIII, tendo servido, em 1842, de quartel-general das forças rebeldes do Império, durante a Revolução Liberal; o Muro de Pedras, região que foi palco da última batalha da Revolução Liberal de 1842. O documentário, sob o selo da Lei de Incentivo, promoverá esse resgate da cidade de Santa Luzia face à história de Minas Gerais, fazendo-a reconhecida não só entre os seus coestaduanos, como também em todo o País. Santa Luzia é um lugar que merece um lugar na história de Minas Gerais. Procura-se, assim, atender à Lei 8313/91, em seu artigo 1º, nas alíneas I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ao artigo 3º, da mesma Lei, respeitar os incisos IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de cópias do documentário conforme o Plano de Distribuição e V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores: palestras com distribuição gratuita de cópias para estudantes e professores em estabelecimentos de ensino de Santa Luzia.
1) Todos os profissionais envolvidos no projeto fornecerão notas fiscais dos serviços prestados, com anotação dos respectivos impostos registrados. 2) Os valores sugeridos nos itens da Planilha Orçamentária estão em consonância com a Tabela 2019/2020 do SINDCINE - Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e dos Estados de SP, RS, MT, MS, GO, TO e DF. 3) Roteiro de viagens (Deslocamentos para a cidade de Santa Luzia, situada na Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte, a 30 km da Capital. Pré-produção – 8 semanas - Três profissionais: coordenador editorial, pesquisador, roteirista. Total de 20 viagens a Santa Luzia 20 diárias de locação de um carro 60 refeições 400 litros de combustível - Produção - 8 semanas - - Equipe de 10 profissionais: coordenador editorial, dois cinegrafistas, assistente de câmera,operador de áudio, operador de drone, narrador/locutor, diretor de produção, assistente de direção, diretor de arte/fotografia. Total de 40 viagens a Santa Luzia 80 diárias para locação de dois carros para a equipe 400 refeições 1.000 litros de combustível 4) Plano de Direção (Documento anexado) 5) Plano de Produção (Documento anexado)
DVD Full HD Gênero - Documentário Duração - 60 m Capa colorida impressa.
Será ampla a possibilidade de grande número de pessoas assistir ao documentário. Visando a acatar a Lei 13.146, de 06/07/2015, na presente obra audiovisual serão tomadas as medidas de Audiodescrição, Legendagem Descritiva e da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, conforme determina a Lei, cujas rubricas referentes a essas acessibilidades estão registradas na Planilha Orçamentária.
1) As cópias serão distribuídas de modo gratuito para o público em geral, sendo que a Prefeitura, através de seus órgãos, fará a distribuição visando à sua rede de escolas municipais e colégios, atingindo o público estudantil e a população de baixa renda do município. Através do Departamento de Turismo, outro órgão da Prefeitura, cópias serão destinadas a agências de turismo estaduais, nacionais e internacionais. 2) As cópias serão destinadas: 10% ou 300 cópias para o(s) patrocinador(es). 10% ou 300 cópias para a Superintendência de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais, para distribuição para bibliotecas públicas estaduais. 60% ou 1.800 cópias para secretarias da Prefeitura, notadamente a de Educação e a de Turismo. 10% ou 300 cópias para distribuição gratuita durante as palestras para estudantes e professores. 10% ou 300 cópias para divulgação junto à grande mídia e para o acervo da Associação. 3) Não haverá comercialização do documentário, sendo o total de cópias distribuído gratuitamente. Assim, o documentário “Santa Luzia – Uma Visão Histórica de Minas Gerais” atingirá um grande número de pessoas, de todas as classes sociais. 4) Em atendimento ao disposto no art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 para ampliação do acesso, que, em seu item I pede a distribuição gratuita de pelo menos 20% do produto, ela ocorrerá em sua totalidade, de 100%. 5) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Em atendimento ao disposto no art. 22, da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, que estabelece como contrapartida social atividades paralelas ao projeto, serão realizadas as seguintes palestras com distribuição gratuita de cópias para estudantes e professores: a) Na sede – Escola Municipal Modestino Gonçalves b) - Universidade Brasil c) Bairro São Benedito - E.M. Maria das Graças Teixeira Braga d) Bairro Taquaraçu de Baixo - E.M. Dom Pedro II e) Bairro Palmital - E.M. Edwar Lima f) Bairro Pinhões – Escola Estadual Padre João de Santo Antônio,
Otávio José Lima Pereira – Coordenador editorial Presidente da Associação Turística e Cultural MG, é graduado em jornalismo e pós-graduado em História, em 1995. De 1993 a 2006, trabalhou no Diário da Tarde, de BH, onde exerceu as funções de repórter, editor de esportes, editor de cidades e repórter especial. Desde 1990 é editor do Jornal Segurança. Em 1998 iniciou sua carreira na televisão como comentarista esportivo no programa Alterosa Esporte, até hoje um dos líderes de audiência. Em 2003, foi convidado para apresentar e ser o responsável pela editoria jornalística do programa Viação Cipó, aos domingos e aos sábados, na TV Alterosa-SBT. Este programa divulga a cultura do Estado – turismo, história, gastronomia, artes em geral, meio ambiente – já tendo visitado mais de 500 cidades mineiras, em seus mais de 700 episódios. É cronista e escritor, tendo lançado em 1989 o livro “Oswaldo Nobre, uma paixão que não se acaba”, sobre um dos mais conceituados jornalistas mineiros. Atua também como palestrante sobre temas de história, turismo e cultura. Michilene Rita Rodrigues Maia Pena de Freitas – Diretora de Produção Pós-Graduada em Planejamento e Gestão Estratégica em Eventos – FACE/FUMEC, Graduada em Turismo pela FASAR. Atua na área de Turismo, Cultura e Eventos, com foco na área de Planejamento e Gestão desde 2003. Nível: Especialização | conclusão: 2009 | FACE/FUMEC Planejamento e Gestão Estratégica em Eventos Nível: Superior | conclusão: 2008 | FASAR Bacharel em Turismo Nível: Técnico | conclusão: 2002 | CEFET/MG Técnico em Turismo. Especialista em organização de contratos e convênios; monitoramento técnico de projetos, programas e ações; organização técnica e administrativa de equipes de trabalho e gerenciamento de recursos e orçamento. Trabalhou como assessora na Belotur - Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (2010 a 2011), consultora na Valor Viagens e Turismo (2011 a 2012), Diretora de Turismo na Prefeitura da cidade de Itabirito-MG (2013 a 2019). Jorge Luciano Vieira - Diretor de fotografia Tem cursos de repórter cinematográfico, fotografia e operação de Camate, e sólida experiência em iluminação, composição e fotografia em gravações internas e externas. Trabalhos internacionais e nacionais, jornalísticos e publicitários. Desde 2003 trabalha como diretor de fotografia do programa Viação Cipó, na TV Alterosa/SBT, uma revista de variedades sobre arte, cultura, turismo e meio ambiente de Minas Gerais. Exerce ainda a função de repórter cinematográfico na TV Alterosa, desde o ano de 2004. Nessa mesma atividade, realizou trabalhos internacionais, como campanha política em Moçambique, na África. Airton Geraldo Guimarães – Roteirista Jornalista, formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC-MG, de Belo Horizonte. Exerceu essa atividade em vários órgãos de imprensa, entre eles o jornal “Estado de Minas”, de Belo Horizonte, onde atuou por vários anos na editoria de Cultura, como repórter e cronista. Estreou em literatura em 1984, com “Histórias Mineiras”, lançado pela Editora Ática de São Paulo, volume integrante da série Minas de Livros, da Rede Globo Minas, uma coletânea que reuniu nomes consagrados mineiros e a nova geração de contistas. Ao longo dos anos vem publicando novos livros, sendo os últimos, “Minas é uma Festa” (2011), “Minas/Itália, Um Encontro Cultural” (2012), “Bandeiras de Minas” (2014) e “Búzios, Inesquecível, Unforgattable, Inolvidable” (2015) É formado em Gestão Cultural e membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Minas Gerais e da Academia de Letras e Artes Buziana, de Búzios, RJ.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.