| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
Espetáculo de teatro sobre brincadeiras, danças, cantos e contos da tradição oral brasileira, que será apresentado em pátios de escolas públicas, praças e ou teatros, para crianças, jovens, professores, funcionários escolares e famílias.
"Eu sou trovador/ Poeta gentil Cavaleiro andante,/ Sou mais um brincante/ Do nosso Brasil." Cantiga popular Produto: Espetáculo de Arte Cênicas; Público-alvo: crianças, professores, familiares e tutores; Classificação: Livre. O roteiro do espetáculo é uma adaptação do livro infantil "Brincantes - Ô, abre a roda" (2018), da escritora Daniela Chindle, que traz cantiga e brincadeiras vinculadas a tradição popular brasileira. Com duração de 45 minutos, o espetáculo fará um passeio pelas lendas brasileiras, cantigas de ninar e de roda e brincadeiras da infância. Atores cantam, dançam tocam instrumentos e brincam em conjunto com a platéia, quebrando a ideia de um espectador passivo, sentado nas poltronas do teatro. Em uma das cenas, ao som de uma cantiga e do violão, os atores irão convidar as crianças para pulares corda - uma antiga brincadeira da infância. O roteiro será produzido na etapa da pré-produção.
Objetivo Geral - Produzir um espetáculo de teatro sobre brincadeiras, danças, cantos e contos da tradição oral brasileira, que será apresentado em pátios de escolas e teatros públicos, para crianças, jovens, seus familiares e tutores. Objetivo específicos - Produzir 15 apresentações; - Realizar uma temporada 100% gratuita; - Realizar 5 apresentações em Cannã dos Carajás; - Realizar 5 apresentações em Paraupebas; - Realizar 5 apresentações em Marajás; - Gravar as músicas do espetáculo para disponibilizá-las gratuitamente em plataforma online; - Realizar 1 evento aberto e gratuito explicando o processo criativo de concepção do espetáculo; - Realizar 2 ensaios abertos como evento paralelo ao projeto para incentivar o interesse ao teatro; - Estimular o interese pelas brincadeiras tradicionais, cantos, contos e danças da cultura popular brasileira nas crianças, seus familiares e tutores.
As crianças de hoje estão cada vez mais plugadas no celular, computadores, internet. Pais e mães sem tempo de dar as mãos e brincar juntos. O espetáculo pretende dar uma pausa neste cenário. Nossa ideia: é tempo de brincar junto! Vamos aproveitar a infância e relembrar cantigas dos tempos da vovó, mostrando para as crianças como é bom brincar, como é bom estar junto! O projeto irá produzir um espetáculo de artes cênicas (Art. nº 3 da Lei 8313/91, inciso II, alínea "c" e "e") sobre as brincadeiras tradicionais, cantos, contos e danças transmitidos de uma geração para outra e que, por isso, configuram-se como patrimônio imaterial (Art. 1 da Lei 8313/91, incisos V e VI). O projeto se justifica, pois aproxima as crianças das antigas brincadeiras da infância, além de estimular o interesse pela riqueza cultural e popular brasilera. A iniciativa é uma forma de proteger este estes saberes e assegurar sua continuidade no tempo e espaço (Art. 1 da Lei 8313/91, incisos IV), sobretudo em uma época como a nossa caracterizada pela automação e as mudanças na forma de brincar. O projeto está recorrendo à Lei de Incentivo à Cultura para que possa financiar a montagem com 80% da distribuição gratuita em escolas (Art. 3 da Lei 8313/91, inciso IV, alínea "a") e 20% das apresentações em teatros com ingresso gratuito, levando em consideração a pesquisa do Data Folha de 2018 que indicou que mais da metade da população brasileira frequenta apenas atividades gratuitas ou mais gratuitas do que pagas. A iniciativa visa alcanças ainda mais pessoas, sobretudo aquelas das classes populares, para contribuir com o livre acesso aos meios de produção cultural e o exercício de seus direitos culturais, de acordo com o Art. 1 da Lei 8314/91, inciso I.
A Sapoti Projetos Culturais realizou o projeto com temática semelhante em 2017, chamado Brincantes do Brasil, via Lei de ISS do Rio de Janeiro. A partir da experiência de trabalhar com histórias e cantigas brasileiras, estamos propondo uma segunda montagem, com histórias, roteiro, musicas, adereços e elenco inéditos. A itinerância passará por outro Estado: o Pará, nos seguintes município: Cannã dos Carajás; Paraupebas; Marabá.
Produto Principal: Espetáculo de teatro, com as seguintes especificações técnicas: - Classicação: Livre; - Apresentações: 20; - Duranção: 45 minutos; - Quantidade de atores: 05; - Quantidade de músicos: 01; - Materiais: instrumentos, bonecos, adereços e objetos cênicos. - Estrutura técnica: pátios ou teatro; o rider de som e luz será definido na pré-produção. - Público-alvo: crianças do Ensino Fundamental, professores, familiares, tutores e pessoas interessadas nas tradições populares. Projeto pegagógico: O espetáculo traz histórias da oralidade, permeado com cantigas e brincadeiras. O universo infantil de cantos e contos presentes na sabedoria popular, convidando o público a participar, vivenciando e aprendendo brincadeiras de antigamente. Do ponto de vista teórico trabalha noções como: memória; esquecimento; pertencimento; oralidade; patrimônio; tradição. Do ponto de vista metodológico, entende a educação como um processo ativo, oposto a transmissão do conhecimento, mas que valoriza a troca, a experiência e o ensino contextualizado - aquele relacionado com o dia a dia de quem estuda. Entende o ato de brincar como um meio das crianças se comunicarem consigo, com o mundo e socializarem. Como meio de exercitar a alteridade e construir conhecimento. O espetáculo vem de encontro com a tese que afirma aprendizagem por meio de jogos e brincadeiras proporciona um excelente ambiente para a promoção do desenvolvimento cognitivo das crianças pequenas, especialmente para as habilidades de raciocínio essenciais para a profundidade cognitiva. Cito Zanduchi: "Quando brinca, a criança prepara-se a vida, pois é através de sua atividade lúdica que ela vai tendo contato com o mundo físico e social, bem como vai compreendendo como são e como funcionam as coisas" (ZANLUCHI, 2005, p. 89). Referências Bibliográficas: ALMEIDA, M. V., M.. A Ciranda Brasileira. 3°. Ed., São Paulo: Editora Montreal, 2004. CASCUDO, C. Dicionário do Folclore Brasileiro. Editora Itatiaia. Belo Horizonte, MG, 1988. CRUZ, M. de N. Refletindo sobre as cantigas de roda. 4°. Ed. Rio de Janeiro: Editora: O portão das letras, 1999. FARIAS, E. G. As cantigas e brincadeiras de roda como instrumento pedagógico na alfabetização. Monografia de Pedagogia. Universidade de Brasilia. Alto Paraíso de Goiás, 2013. FRITZEN, S. J. Jogos dirigidos para grupos, recreação e aulas de educação física. Petrópolis, VOZES, 1983. LAMAS, D. M. A Música de tradição oral (folclórica) no Brasil.Publicação CBAG. Rio de Janeiro, RJ 1992. LIRA, M. Brincadeiras e jogos. Rio de Janeiro, 1993. SILVA, E. R. Vamos Brincar de Preservar? As brincadeiras infantis como Patrimônio Imaterial. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História - ANPUH. São Paulo, junho, 2011. WEIGWL, A. M. G. Brincando de música. Porto Alegre. Kuarup, 1988. ZANLUCHI, Fernando Barroco. O brincar e o criar: as relações entre atividade lúdica, desenvolvimento da criatividade e Educação. Londrina: O autor, 2005.
A Sapoti Projetos Culturais é uma produtora de conteudo da área de Educação não-formal, com ampla experiência em Acessibilidade Cultural em Museu e Centros Culturais. Nos últimos anos, a produtora prestou serviço de consultoria na área para o Centro Cultural Banco do Brasil, o Sítio Roberto Burle Marx, a Casa Firjan e outros. A produtora irá empreender as seguintes medidas de acessibilidade para cada produto cultural cadastrado no Plano de Distribuição, a saber: Produto Principal: Espetáculo de Artes Cênicas. Público-alvo: crianças, familiares, tutores, educadores, professores. Acessibilidade FÍSICA: o proponente irá escolher lugares que apresentem acessibilidade física para pessoas em cadeira de rodas, mobilidade reduzida e idosos, como rampas e elevadores, em caso de escadas. O proponente ainda garante que haverá facilitadores para auxiliar a locomoção deste público no espaço físico. Acessibilidade de CONTEÚDO: o roteiro será dinâmico e apresentará trechos musicados para contemplar o público-alvo da ação; serão produzidos bonecos e objetos cênicos táteis que contemplerão todos os públicos, inclusive pessoas com deficiência. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em uma apresentação, bonecos e objetos cênicos táteis, educador experiente em guiar pessoas com deficiência visual. DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de Libras em uma apresentação por cidade. Contrapartida Social: Oficina de Artes Cênicas. Público-alvo: estudantes e professores de escolas da rede pública. Acessibilidade FÍSICA: o proponente irá buscar por escolas que apresentem acessibilidade física para pessoas em cadeira de rodas e mobilidade reduzida, como rampas e elevadores em caso de escadas. O proponente ainda garante que haverá pessoal treinado para ajudar na locomoção destes públicos no espaço físico. Acessibilidade de CONTEÚDO: o conteúdo das oficinas será dinâmico e de fácil compreensão visando alcançar pessoas que não sejam iniciadas no teatro, como forma de formação de platéia e de despertar o interesse dos estudantes na linguagem. DEFICIENTES VISUAIS: educador experiênte em guias deficientes visuais e dinâmicas sensoriais de teatro cego. DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de Libras.
O teatro é uma linguagem que contribui com a disseminação e acesso à cultural! O projeto consiste em uma montagem voltada para o público infantil ou infanto-juvenil, de acordo com o inciso VII do Art. 21 da IN nº 02/2019. De acordo com o inciso V do Art. 21 da IN n 02/2019, além da previsão do art. 22, o proponente está prevendo realizar 3 eventos paralelos ao projeto, sendo 2 deles ensaios abertos ao público e 1 deles um evento contando o processo criativo do espetáculo. De acordo com o inciso I do Art. 21 da IN n 02/2019, mais de 20% do projeto serão distribuídos gratuitamente para crianças e jovens de escolas da rede pública, pois 80% das apresentações irão ocorrer em pátios de escolas públicas. Muitas delas terão esta experiência pela primeira vez. Apresentar o teatro às crianças é uma ação de formação de plateia, que apresenta potencial multiplicador. Ao se encantarem com o teatro, elas podem apresentar a linguagem aos seus familiares e demais círculos, disseminando o hábito cultural. De acordo com o inciso III do Art. 21 da IN nº 02/2019, as ações desenvolvidas neste projeto serão disponibilizadas na Internet através de registro audiovisual. A produção se compromete a disponibilizar na integra o espetáculo em plataforma online, como o Youtube, visando alcançar ainda mais pessoas. Os trechos musicados do espetáculo, gravados em estúdios, serão disponibilizado em plataforma online. Ademais, segundo a medida IV do Art. 21 da IN nº 02/2019, a produção irá permitir a captação de imagens do espetáculo por redes públicas de televisão e demais mídias populares que a procurarem.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral: Sapoti Projetos Culturais; Roteiro: Daniela Chindler; Pesquisa: Flavia Rocha; Direção: Guilherme Miranda; Canções Originais: Guilherme Miranda e Joaquim de Paula; Revisão de Texto: Sol Mendonça; Coordenação de produção: Jacqueline Menaei; Produção Executiva: Vinícius Zavalis; Elenco: 4 a 6 atores e músicos – serão selecionados na etapa de pré-produção; Adereços e Bonecos: Karla de Lucca; Figurino: Fávia Rocha; Costureira: Eliane Borge; Design: Gabriel Victal; Contabilidade: 4Account. Preponente – Sapoti Projetos Culturais: a empresa atua na área de Educação e Cultura com ações de incentivo à leitura, produção de exposições e coordenação de projetos educativos de museus, centro culturais e sítios históricos. Há 18 anos desenvolve projetos em educação não-formal. Nos últimos dois anos a empresa este à frente de 35 ações educativas, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil (das 4 capitais), Museu do Amanhã e Centro Cultural FIESP. Espetáculos infantis produzidos pela Sapoti: “Era uma vez” para as Bienais do Livro da Bahia e Amazonas (2012 e 2013). “A Palavra Mágica” apresentado na arena da 14ª Bienal do Livro do Rio. Público atendido: 25.000 pessoas (2009). “Ziraldo – Histórias ao Vento” apresentado na 16ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2013). “Sonho de Leitura” apresentado na arena da 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2015). “Bibliotecas do mundo” apresentado em escolas da Rede Pública e Theatro Net Rio (2012 e 2016). “Brincantes do Brasil” apresentado em escolas da Rede Pública e Theatro Net Rio (2017). “Onde moram os Livros?” apresentado em escolas da Rede Pública e Sala Municipal Baden Powell (2019) Coordenação e roteirista - Daniela Chindler: Iniciou seu percurso em 1988 à frente do projeto voluntário Oficina de Histórias na comunidade do Vidigal, que durou 5 anos. Desde então coordenou diversos projetos de difusão da literatura e foi curadora da programação infanto-juvenil da 8ª e 9ª edições da Bienal do Livro do Rio de Janeiro (1997 e 99), 1ª Bienal do Livro Amazonas (2012) e 11ª Bienal do Livro da Bahia (2013). É curadora do espaço infantil “Entre Letras” da 18ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2017). Escritora de livros infantis premiados como Bibliotecas do Mundo (2012) que foi considerado o Melhor livro informativo do ano para crianças e jovens pela FNLIJ. Há 28 anos desenvolve projetos em educação não formal. Nos últimos 12 anos esteve a frente de mais de 100 ações educativas, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil, OCA, unidades do SESC São Paulo, Museu do Amanhã, Centro Cultural FIESP entre outros museus e espaços culturais. Direção Cênica - Guilherme Miranda: Formado ator pela CAL, trabalhou com importantes companhias e diretores do teatro brasileiro em seus 22 anos de carreira: João Falcão, Gabriel Villela, Enrique Diaz, Paulo Betti, André Paes Leme e Karen Acioly são alguns deles. Adaptou para libreto de ópera o conto “O Pescador e sua Alma”, musicado por Marcos Lucas. Desde 2008, trabalha em intervenções artísticas como palhaço em hospitais públicos. Foi membro da Cia. Teatro Portátil por sete anos, aonde também assinava a direção musical, arranjos e trilha original dos espetáculos criados. Por "Bonitinha, mas Ordinária", foi indicado ao prêmio Questão de Crítica na categoria "melhor ator". Atuou no espetáculo "Cabeça - um documentário cênico", de Felipe Vidal, indicado aos prêmios CESGRANRIO, SHELL e APTR nas categorias: autor e música e ganhou o prêmio SHELL 2017 como "melhor música". Co-Dirigiu e fez a direção musical do espetáculo “O Rei da Glória” em parceria com Anderson Cunha. Fez a direção artística e musical dos espetáculos "Quando Toca o Coração" e "Desconcerto". Fez a direção dos seguintes espetáculos: "Bibliotecas do Mundo", “Ziraldo – Histórias ao Vento”, “Brincantes do Brasil” e "Bibliotecas do Brasil". Coordenadora de produção - Jacqueline Menaei: Diretora-geral da MaisArte, trabalha com marketing cultural há mais de 20 anos. É pós-graduada em Marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou, entre 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Produção – Vinícius Zavalis: Mestre (2019) em História Social pela Universidade Federal Fluminense/UFF. Possui Bacharel (2015) e Licenciatura (2017) em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ. Atualmente, é discente do curso de Pós-graduação em Gestão Cultural do Centro Universitário Senac/SENAC. Em 2019, produziu o Projeto “CCBB 30 Anos”, o espetáculo “Onde moram os livros? Bibliotecas do Brasil” e o Audioguia do Sítio Roberto Burle Marx. Atualmente é consultor da Casa Firjan (2019/20). Pesquisa e Figurino - Flavia Rocha: é Bacharel em Português Literaturas pela Faculdade de Letras da UFRJ, produtora cultural desde 2001 e contadora de histórias desde 2003. O foco do seu trabalho sempre foi desenvolver projetos educativos, selecionando e coordenando equipes para atendimento em Museus e Centros Culturais como como Museu Light da Energia, Museu do Meio Ambiente e IPHAN-RJ, além de realizar capacitação dos educadores para a contação de histórias. Redatora e pesquisadora participou das publicações “Onde moram os livros? – Bibliotecas do Brasil” e “Brincantes do Brasil – Ô abre a roda”, já elaborou diversos roteiros para espetáculos de histórias para crianças e adultos como nas edições em que participou da Bienal do Livro no RJ, também redigiu cadernos de atividades para professores como no projeto Percurso Livre da Fundação Roberto Marinho. Adereços e bonecos - Karlla de Luca: Cenógrafa e figurinista formada pela UFRJ, com trabalhos no cinema, publicidade, televisão e teatro. Cenógrafa da artesanal Cia de Teatro desde 2001. Ganhadora do Prêmio Zilka Sallaberry de melhor figurino com a peça: A Lenda do Príncipe que Tinha Rosto" (trabalho em parceria com Fernanda Sabino e Henrique Gonçalves) e de melhor cenário com a peça “O Homem que Amava Caixas” (em 2018 foi para China). Últimos trabalhos realizados mais relevantes. “O Pastor (cenário é figurino – adulto);”O Gigante Egoísta”(cenário-infantil);“Por Que Nem Todos os Dias São de Sol?”(cenário- infantil);“ Chica da Silva – O Musical"( cenário é figurino – adulto);“O Porteiro ( cenário e figurino); “Carona Sim, é Daí?”(cenário e figurino – adulto);“Quando As Pessoas Andam em Círculos “ ( cenário- jovem);“O Lago dos Cisnes (cenário e figurino – infantil); “Tatá – O Travesseiro ( cenário – infantil); “O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração” ( cenário e figurino – infantil); “O Substituto “ (cenário é figurino – adulto); “Cícero- A Anarquia de um Corpo Santos” (cenário e figurino). Design - Gabriel Victal: é formado em artes visuais pelo Instituto de Artes da UNESP-SP e técnico em design gráfico pela Escola Técnica Estadual Carlos de Campos. Atua a mais de 10 anos na área de comunicação visual criando identidades visuais e projetos gráficos em mídia impressa e online. Mesclando a experiência como artista visual e designer tem desenvolvido oficinas, materiais educativos, instalações e objetos mediadores para exposições, eventos e espetáculos teatrais. Entre os trabalhos gráficos destacam-se: cadernos, folders e kit educativos para exposições do Centro Cultural Banco do Brasil, pela Sapoti Projetos Culturais; projeto gráfico de folders, flyers e catálogo do Projeto Espetáculo (2014, 2016, 2017, 2018 e 2019) para Fábricas de Cultura de São Paulo, Campanha de redes para ABONG - Associação Brasileira de ONGs | Organizações em Defesa de Direitos e Bens Comuns, pelo Estúdio Alquimistas Comunicação Visual e o lançamento de seu livro ilustrado “Contos Achados e Perdidos” em parceria com autor Diogo Spinelli pela editora SESI-SP.
20/09/2022 - Recolhido ao Fundo Nacional da Cultura (FNC) o valor de R$ 21.046,22 referente a saldo residual na conta do projeto, em atendimento à Solicitação do Proponente.