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PRONAC 201651Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circuito de Orquestras e Bandas

CIRC CENTRO DE INTERCAMBIO E REFERENCIA CULTURAL
Solicitado
R$ 995,8 mil
Aprovado
R$ 995,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-03-31
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "Circuito de Orquestras e Bandas" propoe a circulação de 03 orquestras e 03 bandas em praças e parques publicos da periferia de Belo Horizonte. O objetivo é democratizar o acesso à produção instrumental e clássica brasileira, por meio da circulação de espetáculos desse gênero em espaços publicos abertos e com entrada gratuita.

Sinopse

A programação do Circuito contará com a participação das seguintes orquestras e bandas: - ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS (BH/MG) - ORQUESTRA OURO PRETO (OURO PRETO/MG) - OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - Banda da PMMG - Banda Guarda Municipal - Sociedade Musical Carlos Gomes

Objetivos

O projeto "Circuito de Orquestras e Bandas" objetiva democratizar o acesso à produção musical instrumental e classica brasileira de forma descentralizada, que atenda regiões periféricas da cidade de Belo Horizonte com apresentações de orquestras e bandas de reconhecido trabalho local, Estadual e nacional. Objetivos específicos: - Realizar a circulação de 03 orquestras e 03 bandas por espaços públicos de Belo Horizonte (parques, praças e/ou ruas) em formato misto (Serão 03 apresentações sempre com a participação de 01 orquestra e 01 banda). - Criar a oportunidades para artistas, produtores e instituições de exibição das suas produções; estimular a troca de experiências, a participação dos atores sociais e o intercâmbio com instituições e comunidades interessadas nos conteúdos explorados. - Democratizar e descentralizar o acesso à cultura, especificamente à produção de musica clássica e instrumental.

Justificativa

"A cidade é a tentativa mais bem-sucedida do homem de refazer o mundo em que vive mais de acordo com os desejos do seu coração. Mas, se a cidade é o mundo que o homem criou, é também o mundo onde ele está condenado a viver daqui por diante. Assim, indiretamente, e sem ter nenhuma noção clara da natureza da sua tarefa, ao fazer a cidade o homem refez a si mesmo" (Robert Park,1967,p3) Foi em 1968 que Henri Lefebvre lançou o conceito de "direito à cidade". Ele defendia o homem como o principal protagonista da cidade que construiu. Os problemas urbanos, segundo Lefebvre, não são questões meramente administrativas, científicas e técnicas. O direito à cidade está na luta pelo direito de criação e plena fruição do espaço social, entendendo a cidade como uma construção coletiva em que cada indivíduo e a comunidade tem direito a manifestar suas diferenças. A cidade é um espaço vivido, interiorizado e projetado por todos os grupos sociais que a habitam. Ela não existe só como ocupação de um território, construção de edifícios e de interações materiais entre seus habitantes. Os processos culturais e imaginários que habitam as cidades são fundamentais quando olhamos para a vida urbana. São nas relações culturais que se manifestam a heterogeneidade e a complexidade do social.É nessa perspectiva que entendemos e justificamos a importância desse projeto, que propõe à cidade a ocupação dos espaços públicos para criar uma rede de trocas e novas perspectivas para a formação, criação, difusão e fruição no campo da cultura na capital. Nesse contexto, a proposta de ocupação dos espaços publicos que convencionalmente não recebem espetáculos dessa natureza e dessa envergadura é o diferencial desse projeto. Criar condições adequadas para apresentação de orquestras e bandas e para a apreciação do público de uma musica de qualidade, com reconhecimento local, estadual e nacional. Garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura, além de incentivar a difusão das manifestações culturais, através da democratização do acesso aos bens de cultura. O projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e os objetivos do inciso II c do Art. 3° da Lei 8313/91.

Estratégia de execução

Contra partida social: Como contrapartida social realizaemos 01 apresentação em escola publica com 01 banda de musica e um palestrante que contará a história da banda e sua importância para a formação cultural da cidade.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de apresentação contarão com espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assim como banheiros acessíveis à este publico. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As apresentações terão libras e audiodescrição.

Democratização do acesso

Todas as atividades e ações propostas no projeto serão gratuitas e abertas ao público em geral para garantir ademocratização do acesso e diversidade de público. De acordo com o art. 20 da IN MC no 2/2019 a proposta irá adotar como forma de distribuição gratuita do produto:100% exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Aindade acordo com o art. 21 da IN MC no 02/2019 do MinC a proposta também irá contemplar como formade ação de democratização de acesso ao produto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22

Ficha técnica

A equipe principal que participa desse projeto é composta pelas bandas e orquestras participantes e pela coordenadora de produção e curadora Juliana Sevaybricker. O restante da equipe é secundária, como produtores, tecnicos de palco e som entre outros que serão contratados após aprovação e captação de recursos. Nesse sentido, para responder a diligência enviada, além do curriculo, nome e função da Juliana, estamos colocando também um breve curriculo de cada banda e orquestra participante. Nome Completo: JULIANA SEVAYBRICKER Miranda Moreira Função: Coordenadora de produção e Curadora Curriculo: Formação profissionalCurso de Administração – Faculdade de Administração e Ciências Econômicas – FACE/UFMG 1998 Experiência ProfissionalPresidente do CIRC – Centro de Intercâmbio e Referência Cultural Principais atividades do CIRC: 1) Coordenação de produção do Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte (em parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte) - 2019/2020 2)Realização do Festival Mundial de Circo desde 2010. O Festival Mundial de Circo é um evento internacional anual. 3) Realizadora do FIT/BH 2018 (Festival Internacional de Teatro Palco e Rua) juntamente com oInstituto Periférico e a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. 4) Ganhadora do Premio de Ocupação do Galpão 3 da Funarte em 2011 e 2013. 5) Realização de Intercambio internacional de artistas brasileiros e franceses em parceria com a instituição francesa Junes Talants Cirque. Nome: ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS Função: Orquestra participante Curriculo: Em 21 de fevereiro de 2008, músicos do Brasil e de outras partes do mundo subiam ao palco para realizar o concerto inaugural da Filarmônica de Minas Gerais. Juntos, deram vida à Sinfonia nº 9 de Beethoven, conduzidos pelo maestro Fabio Mechetti, desde então à frente da Orquestra, como Diretor Artístico e Regente Titular. Com excelência artística e vigorosa programação, a Filarmônica tornou-se referência no Brasil e vai conquistando seu espaço internacionalmente. Nome: Orquestra Ouro Preto Função: Orquestra participante Curriculo: Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade. Em sua trajetória, destaca-se a presença em todo o território nacional e nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, João Pessoa, Salvador e Natal. No exterior, sua qualidade foi comprovada em turnês de sucesso, com presença de grande público em apresentações na Inglaterra, Portugal, Espanha, Argentina e Bolívia. Nome: Orquestra Sinfônica do estado de São Paulo Função: Orquestra Participante Curriculo: A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, também conhecida como Osesp, foi fundada na cidade de São Paulo pela Lei nº 2.733, de 13 de setembro de 1954[1][2] e desde então tem papel de destaque no cenário sinfônico nacional e internacional. Sua sede fica na capital paulista na Sala São Paulo, considerada uma das melhores salas de concerto do mundo, onde são realizados uma média de 200 concertos por ano, entre apresentações sinfônicas, corais e de câmara. A orquestra também se apresenta fora do Brasil com frequência. Nome: Banda da Policia Militar de Minas Gerais Função: Banda participante Curriculo: Criada no ano de 1948, iniciou-se com músicos remanescentes das Bandas de Música do Batalhão de Guardas, Quinto e Sexto Batalhões, Academia da Polícia Militar e da Décima Companhia PM de Muzambinho. É a única Orquestra Sinfônica Militar da América Latina.Hoje, é composta de militares que, além da música, participam de diversos projetos que visam, dentre outros, a educação musical de jovens carentes, objetivando a contenção do avanço da criminalidade. Nome: Banda da Guarda Municipal Função: Banda participante Curriculo: A Banda de Música da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte tem 12 anos de existência. É composta por 44 instrumentistas, que percorrem as nove regionais da cidade, animando festas em unidades de ensino, participando de concertos didáticos e se apresentando nas praças, estações de ônibus e parques da cidade. A Banda complementa as ações cidadãs da Guarda Municipal, desenvolvendo projetos como o Adote um Músico, que leva o ensino de música a adolescentes de comunidades com altos índices de vulnerabilidade social. Nome: Sociedade Musical Carlos Gomes Função: Banda participante Curriculo: Uma das mais antigas da cidade. Minas Gerais é o estado que possui o maior número de bandas civis do Brasil. Em Belo Horizonte, essas bandas estão entrando extinguindo levando a Prefeitura a abrir um processo de registro desses grupos como patrimônio imaterial que já está em andamento. A apresentação e a circulação dessas bandas serão importante instrumentos de salvaguarda.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.