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PRONAC 201673Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival de Música Histórica

DIRECAO CULTURA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 702,0 mil
Aprovado
R$ 702,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2020-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Itu São Paulo

Resumo

Realização de um festival com apresentações gratuitas de música clássica, incluindo um encontro de musicologia focado na música colonial brasileira.

Sinopse

Cada uma das 33 apresentações terá duração total de, em média, 60 minutos e todas possuem classificação indicativa livre e serão abertas ao público.

Objetivos

Objetivo Geral Realização do I Festival de Música Histórica na cidade de Itu-SP. Em pesquisas recentes realizadas pelo Museu da Música de Itu, foram descobertas partituras musicais inéditas compostas entre os anos de 1682 e 1920, além de novos compositores, que produziram na época um relevante material artístico. O I Festival de Música Histórica permitirá registrar e levar ao público estas criações inéditas, que serão executadas por orquestras, corais e grupos de câmara de diversas partes do país e convidados internacionais, além de outras ações culturais e artísticas nas igrejas, ruas, praças e espaços da cidade. Também será realizado durante o evento um Encontro de Musicologia, além de atividades educativas e culturais, ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação dos referenciais musicais das diversas comunidades, contribuindo para o fortalecimento da cultura e cidadania de toda a região, através do encontro com seu passado e reconhecimento de seu papel social. Essas partituras também serão registradas e disponibilizadas online para músicos e pesquisadores. O evento contará ainda com uma pesquisa sobre receitas históricas da culinária regional, a fim de que os estabelecimentos gastronômicos de Itu possam ofertar ao público em seus menus os mesmos pratos, em releituras e em receitas originais, contribuindo assim para o fortalecimento da cadeia econômica do turismo cultural da cidade. As atividades do festival serão abertas e gratuitas, sem restrições de público. Realizar um grande festival internacional de música histórica que reúna grupos vocais e instrumentais de vários países _ inicialmente latino-americanos _ para, durante um fim de semana estendido (quinta-feira a domingo), apresentarem-se pelos espaços abertos e de concertos da cidade de Itu, especialmente as igrejas. Os grupos se apresentarão alternadamente, em frequência previamente estabelecida, simultaneamente até, pelos distintos locais das apresentações, transformando a cidade num grande palco, atraindo músicos, pesquisadores, intérpretes, visitantes da região e público em geral, enfim, interessados em música histórica de qualidade. Os grupos concertantes, inclusive os internacionais, apresentarão obras de seu próprio repertório, e ao menos uma obra produzida na cidade de Itu. No final do evento, todos os instrumentistas e cantores participantes, reunir-se-ão num concerto final, apresentando uma ou mais obras importantes compostas em Itu, previamente escolhida pela direção do Festival e oferecida com antecedências aos grupos participantes para que se preparem. Na primeira metade do festival será realizado um Encontro de Musicólogos, que apresentarão suas pesquisas, produzirão material e publicações, discutindo e publicando sobre a produção musical ituana. Os anais deste encontro serão publicados após o festival e disponibilizados gratuitamente pela internet, ampliando o raio das comunicações e pesquisas e dando maior visibilidade nacional e internacional à música histórica da cidade e de toda essa região. Objetivo Específico · Realizar 33 concertos de música antiga, a serem escolhidos por pesquisadores das partituras e curadores do projeto, com orquestras e grupos de câmara convidados; · Realizar o mapeamento e registro de parte das partituras antigas descobertas na cidade de Itu-SP, através de sítio específico na Internet, disponibilizando as músicas para estudo e execução de músicos pesquisadores do mundo inteiro. · Incentivar o potencial turístico da cidade de Itu-SP, trazendo para o festival diferentes públicos como músicos, pesquisadores e interessados em música das cidades próximas como São Paulo, Campinas, Tatuí e Sorocaba, que também são importantes polos artísticos e acadêmicos. · Incentivar a gastronomia regional e contribuir através da economia criativa para o desenvolvimento econômico/social de toda a região. · Alcançar com atividades artísticas e culturais o público circulante das ruas da cidade, que costuma usar este espaço como passagem e não como momento de lazer e aprendizado; · Ampliar repertórios culturais da comunidade; · Levar atividades distintas das que comumente se presencia nos centros da cidade, contribuindo para a interação e ludicidade dos espaços; · Estimular diversidades e potencialidades no público; · Contribuir com a formação de público para as artes; . Realizar uma troca de repertório artístico-cultural entre artistas e público; . Realizar como contrapartida social uma sessão de palestra-debate em escolas públicas da rede municipal de Itu, contemplando um total de 400 pessoas, dentre alunos e professores, visando contribuir com a construção de conceitos e papel da cultura, das artes e das políticas culturais socialmente.

Justificativa

A cidade de Itu-SP, localizada em um ponto estratégico do estado, com fácil acesso dos públicos de Campinas, Sorocaba, São Paulo e diversas outras cidades da região, é um local de constante visitação turística. Porém, nos últimos anos, este potencial encontra-se inexplorado. Com a descoberta de antigas partituras musicais, datadas do século XVII ao XX no Museu da Música, abriu-se uma grande oportunidade para a realização de um evento de grande porte, que possa trazer um novo público à cidade e também contribuir para o desenvolvimento de toda a região. Além disso, a realização de apresentações de caráter artístico e cultural nos espaços abertos da cidade promovem democratização de acesso à cultura e ao entretenimento. As diversas ações que ocorrerão desde ruas, praças e espaços culturais às fachadas serão oferecidas todas gratuitamente, de forma aberta e sem restrições. As apresentações serão de grupos de música de câmara, orquestras, corais e diversas outras formações com foco na música erudita, contribuindo com a ampliação de repertório do público. Os grupos a se apresentarem serão selecionados ao longo da pré-produção e produção do projeto. A seleção de grupos será realizada por curadoria própria do projeto. O fato das ações ocorrerem em meio à cidade e ao cotidiano, torna o evento surpreendente, para muitos que não contavam com aquilo, apesar da grande divulgação, e para todos será uma movimentação positiva, em direção a uma cidade mais ativa, mais diversa e democrática. Festivais de Música são eventos que acontecem em localidades que tenham alguma tradição musical, ou algum vínculo com compositores e interpretes importantes. No caso da música histórica _ colonial, barroca _ é comum que o interesse do festival seja por compositores locais, por sua produção ou tradição musical, desde que tenha valor artístico e que já possa ser entendida como histórica. São assim vários festivais musicais, em várias partes do mundo, o maior e mais próximo de nós, o Festival de Música Barroca na Bolívia, também conhecido como Festival de Música Barroca Missiones de Chiquitos. O festival nasceu em 1996, em edições bienais, na cidade de Santa Cruz de la Sierra, mas espalhando-se por diversas localidades próximas, que foram antigas reduções jesuíticas e franciscanas naquele país. A imensa produção musical local do período colonial, despertou interesse de pesquisadores, músicos e musicólogos de todo o mundo e, a partir da década de 1970, teve início um trabalho de restauração daquelas antigas missões jesuíticas, durante o qual foram encontrados acervos de milhares de partituras da época. A cidade de Itu tem considerável tradição musical histórica e tem despertado interesse pelas obras produzidas na cidade desde já há muitos anos. Pode-se dizer que a história da música em Itu tem início com a fundação do povoado, em 1610. Em 1684 existe, comprovadamente, atividade musical intensa e de qualidade. A partir daí surgem mais e mais compositores, que escrevem obras para as festividades religiosas e civis da cidade, além de criar e manter bandas, orquestras e coros para a música de diversos gêneros praticados no Brasil. Mestres de música se instalaram em Itu e deixaram gerações de alunos. Além disso, Itu também tem se preocupado com a pesquisa musicológica das obras ali produzidas. Desde 2007 o Museu da Música se dedica à pesquisa, guarda e publicação da música histórica de produção local. Várias obras musicais, escritas em Itu, já têm sido restauradas pelo Museu da Música. Além disso, o Museu pretende desencadear, na região do Médio Tietê, ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação dos referenciais musicais das diversas comunidades, contribuindo para o fortalecimento da cultura local, e consequentemente da cidadania, no encontro com seu passado e reconhecimento de seu papel social. A cidade, pois, merece um evento de grande porte que amplie ainda mais o que já tem sido feito, especialmente, agora, na execução pública e gravação dessas obras, espalhando-as por todo o mundo, assim como o que acontece com o festival da Bolívia.

Estratégia de execução

GRUPOS MUSICAIS QUE FARÃO PARTE DA PROGRAMAÇÃO: La Follia O grupo La Follia de Campinas se formou em circunstâncias que remetem a um contexto histórico da música europeia. Follia é um termo usado para uma modalidade musical do período barroco, que surgiu em Portugal na segunda metade do século XV. A música era baseada em uma estrutura muito simples sobre a qual músicos improvisavam livremente ou seguiam indicações de improvisação fornecidas pelos compositores. No repertório do grupo que abrange o período barroco e pré-clássico, assim como obras contemporâneas, estão Due Sonate da chiesa a tre dell´opera prima, Arcangelo Corelli, Trio-sonata em do menor, Johann Joachim Quantz , Trio-sonata BWV 1038 – em Sol maior, Johann Sebastian Bach, entre outros. Assim como na história, o grupo La Follia é formado por músicos experientes e entusiasmados que se encontraram em circunstância não planejada, para fazer música em conjunto. São eles Helena Jank (cravo), Rogério Perucchi (flauta), Gláucia Pinotti (violino) e Cristina Geraldini (violoncelo). Quinta Essentia Um dos principais representantes da prática Brasileira da flauta doce, o Quinta Essentia é fruto da experiência musical consolidada em festivais de música pelo Brasil. Alfredo Zaine, Gustavo de Francisco, Guilherme dos Anjos e Renata Pereira uniram-se em 2006 para levar a diante o desejo de aproximar a flauta doce do público brasileiro. Foi explorando com qualidade as possibilidades de um único instrumento que a flauta doce se tornou a essência do trabalho deste grupo. Ganhador de diversos prêmios lançou seu primeiro álbum em 2008. Após concertos e divulgação do La Marca, o Quinta Essentia realizou a sua primeira turnê Internacional em 2009. Em 2010 foi o primeiro quarteto de flautas doces Brasileiro a se apresentar na China. Capela Ultramarina A Capela Ultramarina surgiu em 2000, por ocasião das comemorações pelos 500 anos do descobrimento do Brasil. Seu objetivo é buscar nossas raízes a partir da música feita na península ibérica e, especialmente em Portugal no período das grandes navegações. Observar os ecos desta música em nossas tradições, assim como identificar os pontos de contato musicais que ainda unem estes dois povos separados pelo Atlântico, também é uma das metas do grupo. Desde então, a Capela Ultramarina vem buscando mostrar em seus concertos a importância da língua portuguesa cantada como elemento preponderante na formação de uma identidade cultural brasileira. Dirigida por Fábio Vianna Peres, a Capela Ultramarina reúne em seus concertos cantores e instrumentistas com ampla experiência no campo da interpretação histórica da música do passado. Desde sua criação o grupo vem mantendo uma atividade constante de concertos, principalmente no Estado de São Paulo. Em 2015 e 2016 a Capela Ultramarina, participou do Circuito Cultural SESI Música. Ainda em 2016, participou do Festival UFF de Música Antiga, apresentando-se no Teatro da UFF em Niterói – RJ e no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Em 2018 foi um dos projetos vencedores do ProAC-Editais, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, para “Gravação de Álbum Inédito e Apresentação de Espetáculos de Música Erudita no Estado de São Paulo”. O Álbum “A cantar uma Cantiga”, composto exclusivamente por peças em língua portuguesa do Cancioneiro de Paris, foi lançado no primeiro semestre de 2019 com seis concertos na Capital e interior do Estado de SP. Edmundo Hora (grupo Armonico Tributo) Especialista em Música Barroca diplomado em Cravo pelo Amsterdamnse Hogeschool voor de Kunsten de Amsterdam-Holanda, pelo Conservatorium Sweelinck de Amsterdam. Tem atuado como professor nos principais Festivais de Música do Brasil: Londrina, Oficina de Curitiba no Paraná; Atuou por 10 anos nos Festivais de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora Minas Gerais. Em diversos Festivais especializados para a Música colonial Brasileira, SESC, ITAÚ e Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e São Paulo. Seminário Internacional de Música da UFBa. como também na UFMG. Já tocou nas principais salas de concertos do Brasil: Teatro Municipal de São Paulo e Rio de Janeiro, MASP, Sala Cecília Meireles (Rio) Sala São Paulo, Teatro Guaira - Curitiba PR, Teatro Clovis Salgado - Belo Horizonte MG, entre outros. É responsável pela formação de inúmeros especialistas para a Música do século XVIII. Tem registrado seu trabalho em diversos CD's: Terceiro Sinal com Edson Cordeiro; América Portuguesa - Música Colonial Brasileira com "Armonico Tributo" Coro e Orquestra Barroca; Triplo Contínuo; Pous passer la Melancholie - Obras de Froberger para Cravo solo. "Estes nosso Brasis" - Música para Fortepiano no Brasil dos sécs. XVIII e XIX. Ensemble do Festival de Música Barroca de Chiquitos Grupo formado basicamente por um coro de 15 vozes e uma orquestra barroca de 10 integrantes, integra um dos mais importantes e tradicionais Festivais de Música Barroca da Bolívia, Em Santa Cruz de la Sierra. Iniciados em 1996, os Festivais ocorrem regularmente em diversas localidades que foram antigas reduções jesuíticas e franciscanas naquele país. Tais eventos ocorrem principalmente em localidades que integraram dois importantes conjuntos de reduções jesuíticas da Bolívia: as que agrupavam os chiquitos e as que agrupavam os mochos (etnia); e também em localidades que foram reduções dirigidas por franciscanos entre os guaraios. A partir da década de 1970, teve início um trabalho de restauração nas antigas missões jesuíticas da Bolívia, durante o qual foi encontrado um acervo de milhares de partituras da época, muitas dessas com composições dos próprios residentes das reduções, sendo tais composições executadas durante esses festivais.

Acessibilidade

Apresentações Musicais (produto principal): Todas as apresentações serão realizadas em espaços de livre acesso público e fiscalizados pelos devidos órgãos, com acessibilidade física. Como medida de acessibilidade a pessoas com deficiência visual, os detalhes de concertos como nome das peças, compositores, instrumentos utilizados e nome dos executores, serão anunciados oralmente durante as apresentações. Além disso, de início, será descrito oralmente o ambiente de circulação dos eventos, com detalhes sobre corredores, assentos, palco e saídas de emergência. Contrapartidas Sociais: As Contrapartidas Sociais serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Todas serão gratuitas. Durante a palestra-debate das Contrapartidas Sociais, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente. Já aos deficientes auditivos, terá um intérprete de libras na sessão da palestra-debate.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do projeto terão entrada franca e serão abertas ao público em geral. As apresentações serão divulgadas na mídia regional e nacional e localmente também por material gráfico (flyers, cartazes etc). O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos os expostos nos incisos III e IV do artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC, a saber: III. disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. IV. permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Direção Cultura Produções LTDA – Proponente e Coordenação administrativo financeira A Direção Cultura Produções foi fundada em novembro de 1999 pelo produtor cultural Antoine Kolokathis, na cidade de Campinas (SP). A empresa teve início atuando na área de música erudita, com o projeto Clássicos em Cena, série de apresentações musicais comentadas pelo Maestro Parcival Módolo, em atividade ininterrupta até hoje. Com o slogan “Acreditamos no poder transformador da cultura”, a Direção Cultura realiza inúmeros projetos, próprios e com parceiros. Além da circulação de espetáculos de teatro infantil e de música clássica e instrumental, a produtora também promove projetos ligados à exibição de cinema em praças públicas, apresentações de dança, oficinas de desenho animado, teatro, música, dança, patrimônio histórico e artes visuais. A empresa desenvolve projetos culturais em parceria com ONGs que promovem atividades artísticas e culturais, especialmente voltadas a pessoas com deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social. Presta serviços de elaboração e inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, captação de recursos, produção executiva, comunicação institucional e promocional, e prestação de contas. Parcival Módolo - Curador e Regente do concerto de encerramento Nasceu em Americana-SP. Após estudar, ensinar e reger nas principais cidades brasileiras, foi para a Alemanha, para o mestrado na Westfälische Landeskirchenmusikschule, em Herford, especializando-se em música dos séculos XVII e XVIII. Enquanto lá esteve, regeu várias orquestras como maestro convidado e tornou-se titular da Orquestra de Sundern, Westfalia. Entre seus professores estão alguns dos maiores nomes do cenário musical internacional, como Nikolaus Harnoncourt, Zubin Metha, M. Stefani e Sergiu Celibidache. No Brasil, estruturou a Orquestra Sinfônica Municipal de Americana, tornando-se seu Regente Titular e Diretor Artístico por 14 anos, até 1998. Em 1989, a convite da University of San Diego, na Califórnia, foi aos Estados Unidos para lecionar naquela universidade, quando, então, recebeu bolsa de estudos para doutorado na University of Southern California, em Los Angeles, e o convite para reger em San Diego. Desde 1999 é Coordenador Geral da Divisão de Arte e Cultura do Instituto Mackenzie em São Paulo, e desde 2005, consultor do Festival de Música de Cusco, no Peru, bem como maestro oficial do seu concerto de encerramento; também dirigiu festivais similares em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Em 2006 foi nomeado Maestro Honorário Permanente da Orquestra Sinfônica Jovem Nacional do Peru. O mesmo titulo foi-lhe outorgado pela Orquestra Nacional de Cuba em Havana (2010). Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, SP, desde 2007, ao desejar desligar-se em 2009, foi insistentemente convidado a permanecer ligado ao grupo como Diretor Artístico. Em 2010 reassumiu a função de Regente Titular, somente afastando-se definitivamente em agosto de 2011, novamente por seu próprio desejo. Ainda no exterior é Gastdirektor da Orquestra do Teatro da Ópera de Bielefeld, Alemanha (1984), e Maestro visitante da Orquestra Sinfônica de San Diego, USA (1992). Além de sua formação e atividade musical, é Mestre em Ciências da Religião. Emerson Castilho – assessoria técnica Museólogo formado pela Escola de Museologia da UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO (2008); Mestre (2012) e Doutor (2017) em MUSEOLOGIA e PATRIMÔNIO pelo Programa Pós Graduação em Museologia e Patrimônio - PPGPMUS - desenvolvido pela UNIRIO em parceria com o Museu de Astronomia e Ciências a Fins - MAST. Possui experiência nos seguintes temas: Teoria Museológica, Patrimônio Cultural, Processos de Musealização e Patrimonialização, Preservação e Conservação de Bens culturais, História da Arte, Arte-Educação, Arquitetura de Museu, Expografia, Turismo e Educação não formal. Lenita Mendes Nogueira – Musicóloga Lenita Waldige Mendes Nogueira concluiu o doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas em 1998. Atualmente é docente do Departamento de Música, Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas. Publicou 9 artigos em periódicos especializados e 15 trabalhos em anais de eventos. Possui 8 livros publicados. Possui 22 itens de produção técnica. Participou de 7 eventos no Brasil. Orientou 4 teses de doutorado, 8 dissertações de mestrado, além de ter orientado 1 trabalho de conclusão de curso na área de Artes e quatro projetos de Iniciação Científica. Recebeu 4 prêmios e/ou homenagens. Entre 1995 e 2004 coordenou 3 projetos de pesquisa. Atualmente coordena 1 projeto de pesquisa. Atua na área de Artes, com ênfase em Música. Em suas atividades profissionais interagiu com 16 colaboradores em coautoria de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Carlos Gomes, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Musica Brasileira, Notas de Programa, Biografia, Ópera, Século XIX, Música brasileira, Compositores Brasileiros e Manuscritos Musicais. Heytor Barsalini – pesquisa gastronômica histórica Ator, diretor teatral e pesquisador da área de alimentação, além de cozinheiro, tem se dedicado a registrar recortes culturais significativos. Pesquisador informal da História da Alimentação, principalmente no Brasil, tem se focado nos detalhes da riqueza alimentar das comunidades caiçaras e caipiras. Escreveu um livro sobre a história da alimentação no litoral norte de São Paulo, baseado em entrevistas com representantes de populações tradicionais das mais diversas idades, complementando essa busca com a consulta de livros, teses e artigos acadêmicos. Possui um canal de receitas no Youtube e ministra palestras para alunos e professores de escolas públicas sobre a história da alimentação caipira e caiçara.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.