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O projeto "Circuito Fechado" é um espetáculo teatral de ficção-científica com 01 hora de duração, baseado no estudo do teatro físico e mímico que tem como cenário poético duas inquietações, sendo a primeira - "Como florescer amor num terreno infértil para tal?" - e a segunda - "Como mergulhar artisticamente na contemporaneidade das relações afetivas?". A partir deste ponto de vista, a peça tem como base as obras de George Orwell (1984), Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo) e Zygmunt Bauman (Amor Líquido). O projeto explora as variáveis de uma sociedade padronizada por ritmos de produção excessiva.
Espetáculo Circuito Fechado: Em um poético “circuito fechado” cada vez mais distópico, um homem e uma mulher vivem em suas caixas individuais compartilhando suas rotinas segregadamente. São trabalhadores de um Instituto que organiza e conduz a vida social de seus integrantes. Ele, Lethos, cientista desenvolvedor da droga “NoSensus”, responsável por aumentar a capacidade de produção dos trabalhadores, busca incessantemente manter sua fama e reconhecimento dentro da Organização. Ela, Aletheia, uma ambiciosa operária “puxadora de cordas” almeja e alimenta seu momento de glória através das promessas de promoção, e passa, constantemente por testes de capacitação para tal (a maioria sem sucesso). Lethos e Aletheia cumprem seus ritos repetidamente até que ambos, num gesto, encontram-se e percebem-se. A partir disso a relação é o ínicio de uma jornada apocalíptica que mudará o destino dos dois e suas relações com o Instituto. Aqui, o toque abre as portas de suas intimidades e os coloca diante de seus desafios mais profundos. Sim, é pelo amor.
Desde o início, o projeto nasceu do interesse agudo de dois artistas guarulhenses (Danielle Bordino e Alexandre Galves) em contribuir com a formação de público da sua cidade, Guarulhos. Esse objetivo será expandido para as outras cidades em que o projeto circular. Também se propõe a retratar uma crise humana moderna de maneira leve e cômica. Circuito Fechado objetiva dialogar com jovens de 16 a 23 anos que vivem a modernidade líquida e sofrem forte influência das redes sociais, das escolas, dos familiares ou das instituições para consumirem teatro. Isso será feito através da circulação do espetáculo teatral acompanhado de conversas , que chamaremos de "Cirtcuito Distópico", em que os temas da liquidez tecnológica, dos relacionamento e da privacidade (este último bastante sugerido nas obras de Orwell e de Huxley) serão abordados como atmosferas muito presentes no universo dos jovens. Objetivos específicos: - Realizar 54 apresentações gratuitas em diferentes cidades; - Realizar formação de público através de 4 ensaios abertos seguidos de roda de conversa sobre os temas: quadrinhos, cinema, literatura e produção de distopias periféricas e negras e 02 oficinas gratuitas de Teatro e mímica, voltadas a estudantes e professores da rede pública de ensino (pelo menos 50% dos participantes)
De acordo com Bauman, estamos vivendo numa sociedade líquida (onde nada é feito para durar), uma sociedade que se contrapõe a relações sólidas, concretas e duradouras, onde os vínculos afetivos estão exponencialmente se dissolvendo. O projeto acredita que esse cenário impõe a ideia de que a individualização do ser humano se afirma de maneira cada vez mais evidente, em função, também, das progressivas investidas da sociedade de mercado. Sobretudo, quando se identifica simultaneamente uma cultura do medo, onde convivemos rejeitando o contato com "estranhos", evitando-os a todo custo através da desconfiança permanente. Esta montagem romântico-política aborda a crise num tempo e espaço futurista e ficcional e está de acordo com os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e no Art. 03: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
não se aplica.
O espetáculo organizou-se em três momentos para sua idealização à criação: O primeiro momento foi o de cristalização da ótica política dos artistas para buscar contemporizar a criação e dialogar com transparência no processo de formação de público teatral Guarulhense. As bases que nortearam essa busca e que foram tratadas como subtemas pelos envolvidos são: A interferência de um regime ditatorial nas relações humanas; A interferência da dinâmica de grandes metrópoles nas relações humanas; As crises afetivas que os tempos líquidos impõem; A falta de confiança no outro; A intensa individualização de nossa época; A redescoberta do amor e da solidão na sociedade do espetáculo; O patético da convivência moderna, Enquanto linguagem, o grupo buscou, a partir do estudo do teatro físico e mímico, da linguagem cômica, e do método Laban, estabelecer a atmosfera romântico-política através do corpo dos atores. A premissa de quebrar a óbvia leitura realista que o teatro convencional induz, com uma pesquisa corporal de aprofundamento da relação dos personagens com o espaço, procura ampliar as possibilidades de comunicação, e principalmente de descobrir novas formas de provocar a sensibilidade. Além de que, a poética do gesto, aplicada num texto rítmico e atual, trabalha a favor do entrosamento simples e verdadeiro entre espectadores e atores. Por mais que as temáticas sejam profundas questões filosóficas, a peça vem sendo construída com leveza e através da exploração de situações cotidianas dentro de um contexto de exagero, a fim de provocar identificação e reconhecimento a quem assiste. Os idealizadores acreditam serem esses os elementos chave para possibilitar a formação de um novo público. O segundo momento foi o de mergulho artístico da relação entre os atores com a direção. Dos laboratórios e improvisações no Teatro Nelson Rodrigues e no Inccas, ao aprofundamento do entendimento sobre as obras anteriormente citadas, até a aglomeração de referências literárias, teatrais e videográficas. Na terceira etapa, o “trabalho de mesa”, ou seja, os atores junto à direção entenderam que era de extrema importância para o desenvolvimento do projeto, a presença de uma dramaturgia clara e estruturada que servisse como trilho para a composição poética gestual. Nesta etapa os envolvidos construíram e lapidaram o texto Circuito Fechado.
PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos no local de apresentação; DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (PALESTRAS E OFICINAS) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica adoção de medida de acesso ao conteúdo para deficientes auditivos. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Dramaturgia: Criação Coletiva Elenco: Alexandre Galves e Danielle Bordino Direção: Cris Urbinatti Assistente de Direção: Juliana Campos Preparação de Elenco: Adriana Salles Sonoplastia: Alexandre Iervolino (Som de Gaia) Iluminação: Ana Iluminate Cenário: Criação Coletiva Cenotécnica: Evas Carreteiro Figurino: Berg Tavares Costureira: Vera de Souza Aderecista: Berg Tavares Maquiagem: Nathália Alves Militão Foto: Allan Bravos e Kamuky Moyshy Vídeo: Isa Baptista Arte: Renan Suto Consultoria Técnica: Luis Louis Consultoria Dramatúrgica: Eduardo Brito Provocação Artística: Inês Aranha Direção de Produção: Alexandre Galves e Danielle Bordino Produção Executiva: Lika Rosa Assistente de Produção: Dorival Strelow e Celina Sobral Social Mídia: Alline Leão Palestrante (História em Quadrinhos): Rafael Ranieri Palestrante (Literatura): Gustavo Rodrigues Palestrante (Cinema): Daniel Fontana Breve currículo dos principais integrantes do projeto: Danielle Bordino É guarulhense e atriz profissional formada pelo INDAC (Instituto de Arte e Ciência) desde dezembro de 2015, onde teve a oportunidade de estudar com mestres como Kiko Marques, Inês Aranha, Chris Aizner, Marcos Sushara, Maristela Chelala, entre outros. Iniciou sua carreira artística em 2011, através de cursos e oficinas amadoras tanto em Guarulhos, quanto na cidade de São Paulo. Em 2013, participou como atriz e produtora de dois espetáculos amadores: “O caso do roubo dos bolinhos” - um infantil que teve 2 apresentações no espaço ECO, na zona norte de SP, e “Desgarrados do Céu”, que ficou por 2 meses em cartaz no espaço Aeroflix na zona leste de SP. Em 2014 participou do curso: Introdução ao Teatro físico de Jacque Lecoq com Andrea Simmas, em Campinas - SP. Em 2016 participou da oficina, ministrada no espaço Arranca, em Guarulhos “O ator Narrador” com Celso Frateshi. Também em 2016 iniciou sua pesquisa sobre a linguagem cômica através do curso: “Iniciação à comédia” com Maristela Chelala. Desde então, aprofunda seus estudos como atriz baseados nos preceitos apresentados neste curso. Ainda no ano passado, ministrou oficinas semanais gratuitas de março a dezembro para crianças de 8 a 14 anos na Associação Caritativa da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Guarulhos. Em março de 2017 cursou o “Método Lee Strasberg” com Estrela Straus no Barco Cultural, e desde abril de 2017 cursa “Mímica Total e Comédia Física” no Instituto Luis Louis. Formou-se em interpretação para TV e cinema com o diretor da Record Fernando Leal. Participou do curta metragem Coisa de Mulher selecionado no festival de curtas independentes Rebanho de Condenados de 2019. Atualmente é pesquisadora na Academia Internacional de Cinema e organizadora do Sarau Ponte Cultural. Cristiane Urbinatti - DRT 18630 - SP Atriz, diretora, autora, preparadora corporal e iluminadora. Formada pela ESPM (Comunicação Social/Publicidade) em 1998 e, atriz profissional, pelo INDAC - Instituto de Artes e Ciência, em São Paulo, no ano de 2001. Pós-graduada em Artes do Corpo: Dança, teatro e performance, pela Escola Superior de Artes Célia Helena, em 2015. Sócio-fundadora da essênCIA, criada em 2012; colaboradora no Leela Grupo Teatral, criado em 2010, como uma das diretoras artísticas; parceira do Núcleo Caboclinhas como iluminadora e atriz. E, foi sócia-fundadora da companhia de teatro e dança Cia. Polivox da qual fez parte por 10 anos e da produtora cultural Salada Mista Produções Ltda. (de 2008 a 2015). Professora de expressão corporal e montagem no INDAC - Instituto de Arte e Ciência; professora de teatro para crianças e adolescentes no Colégio Nossa Senhora do Sion e no projeto MAMUSCA. A partir de 2009 iniciou um trabalho de preparação de ator e conscientização corporal para adultos e crianças. Dirigiu o projeto do Leela Grupo Teatral, Mil Rumis – Um Solo de Amor (2010), que foi convidado para integrar a programação do Festival de Inverno 2011 de Tavira, Portugal. Alexandre Galves de Lima - DRT 44766 É guarulhense e produtor cultural independente. É ator profissional formado pelo INDAC - Instituto de Artes e Ciência, em São Paulo, no ano de 2015. Cursou o Núcleo de Circo da ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André. Foi ator e produtor da Cia Naturalis por 2 anos atuando em dois espetáculos profissionais. Gerenciou a área teatral do INCCAS. Foi ator do grupo Garagem 21. Cursou contos com Inês Aranha no Núcleo Experimental, Iniciação ao universo Clownesco com Cida Moreira, Introdução ao Teatro físico de Jacque Lecoq com Andrea Simmas e Mímica Total e Comédia Física no Estúdio Luis Louis. Atualmente é Educador Social através de Artes Circenses no Circo Social da Vila Penteado. Atuou na quarta temporada do seriado #Me Chame de Bruna da FOX. Protagonizou o espetáculo Paulo e Estêvão em cartaz no Teatro Novo. E formou-se em interpretação para TV e cinema com o diretor da Record Fernando Leal. Atualmente integra a trupe de artistas do preparador de elenco Sérgio Penna e é idealizador, apresentador e organizador do Sarau Ponte Cultural. Raphael Ranieri Bacharel e mestre em Filosofia, com especialização nos campos da hermenêutica e fenomenologia, pós-graduado no campo de Gestão de Cultural. Professor durante 12 anos da rede pública e privada, das disciplinas de Filosofia, Sociologia e História. Editor e redator do site Formiga Elétrica, colaborando com estudos, críticas e textos em temas como cinema, quadrinhos, literatura, games, etc. Dedica-se atualmente a aplicar cruzamentos entre conhecimentos e disciplinas filosóficas sobre obras em quadrinhos, tendo sido convidado por diversas vezes para redigir prefácios e ensaios da área. Gustavo Rodrigues Bacharel em Cinema e pós-graduado em Criação Publicitária e Planejamento de Campanha, foi diretor e roteirista do curta-metragem “Obrigado doutora” (vencedor de 9 prêmios, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Roteiro no Festival 48 horas em 2011). É editor-sócio do site Formiga Elétrica e professor e palestrante de cinema, literatura e quadrinhos. Trabalha na área audiovisual há mais de 10 anos e há mais de 6 atua em Marketing e Comunicação. Em 2018 fundou a GUP Comunicação. Daniel Fontana Daniel Fontana é sócio-fundador e editor-chefe do site Formiga Elétrica. Crítico de Cinema, também escreve sobre HQ’s, seriados e Literatura, um trabalho que se estende em vídeos semanais no Youtube com seus sócios e convidados, além de um podcast quinzenal. Formado em Design, com habilitação em programação visual, o envolvimento com Cinema em geral e seus assuntos correlatos trouxe oportunidades de ministrar cursos e palestras sobre o assunto. Juliana Campos Bacharel em História pela Universidade de São Paulo e Atriz formada pelo INDAC - escola de atores. Passou por núcleos de estudos e oficinas com Lúcia Gayotto na Escola Livre de Teatro, Grupo XIX, Tablado de Arruar, Cia do Tijolo, Cia do Feijão, Cia do Latão, entre outros. Foi integrante do elenco da peça Rei Lear - temporada em 2017 no TUSP e Romeu e Julieta - temporada em 2018 no TUSP, ambas sob direção de René Piazentin. Atualmente integra o elenco do projeto Quasímodo, sob direção de Eric Lenate, ainda não concluído; e integra o elenco da peça MIGRAAANTES em processo de montagem sob direção de César Maier e previsão de estreia para setembro de 2019. Assina como assistente de direção no espetáculo Circuito Fechado. O PROPONENTE DESEMPENHARÁ A FUNÇÃO DE ATRIZ DO ESPETÁCULO, PREVISTA NA PLANILHA e será voluntariamente responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.