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PRONAC 201695Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Coriolano

CIA MELODRAMATICA BRASILEIRA PROD ART LTDA ME
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 80,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

8.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Carmo do Rio Claro
Início
2020-03-31
Término
2024-12-31
Locais de realização (2)
Campinas São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Produção e temporada de espetáculo teatral baseado no texto clássico CORIOLANO, de William Shakespeare.

Sinopse

Caio Márcio, general romano que tomou a cidade de Corioli dos volscos, se tornou a figura política mais odiada entre o povo romano. A cidade se enervou e os nobres temerosos que o grassar da fome atiçasse ainda mais o rancor entre as classes, não acatou as terríveis sugestões de Coriolano. Este por sua vez, furioso com que considerou uma vergonhosa capitulação do patriciado frente a plebe, não demorou, banido pelos romanos, em refugiar-se nos acampamentos dos volscos, eternos adversários daquela Roma dos primeiros tempos. Lá, dominado pelo ressentimento e pelo desejo de vingança, entrou em conluio com Aufídio, o rei inimigo, para vir pôr Roma em sítio. A cidade, ainda carregada com os desaforos da estiagem, viu-se ainda cercada pelo caudilho reacionário e por seus inimigos. Segundo a lenda, foi Volúmnia, a mãe de Caio Márcio, e parece que sua mulher Vergília também, que, visitando-o nas trincheiras, convenceram-no a desistir de submeter a sua cidade natal aquele terrível padecimento. Coriolano, acatando o apelo das duas entregou-se ao destino. Retornou para a cidade dos volscos e lá deixou-se matar pela turba que o acusou de falso e traidor. Palavras do próprio Caio Márcio para sua mãe: Oh mãe! Salvastes a pátria, mas perdestes o filho. A tragédia parece inspirada por violento ódio contra o povo e a democracia, mas também por domável espírito de revolta e de liberdade do indivíduo.

Objetivos

Objetivo Geral: Produção (ensaios e temporada) do espetáculo teatral "CORIOLANO", texto clássico do dramaturgo William Shakespeare, sob a direção de Gabriel Villela Objetivo Específico: Realizar no mínimo 24 sessões do espetáculo com aproximadamente 100 minutos de duração cada.

Justificativa

Por ser um texto clássico da dramaturgia universal escrito por aquele que é considerado o maior dramaturgo de todos os tempos (William Shakespeare), com um elenco numeroso, enfatizamos a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto, que se enquadra nos incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313 de 23/12/91. Os objetivos II item "e" e IV item "a" da referida norma serão alcançados com esse projeto.

Especificação técnica

Livretos - Programa Peça 4.000 Programas do espetáculo (folders de no mínimo 8 páginas 4 x 4 cores) Tamanho mínimo A5 Capa: 4 págs, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco Importado 350g. Miolo: mínimo 4 págs, 4 cores, Tinta Escala e Verniz de Maquina Fosco F/V em Couche Fosco 170g. Refile, laminação Fosca=2 lado(s) (Capa), vinco (Capa), Intercalação, Dobra, Grampo

Acessibilidade

Em teatros equipados com audiodescrição e videos para exibição de linguagem de libras, será garantida a entrada gratuita a portadores de deficiência visual e auditiva em todas as sessões, se permitido pela casa de espetáculos. Em teatros equipados com rampas e elevadores para portadores de deficiência física, será garantido o acesso gratuito a eles em todas as sessões, se permitido pela casa de espetáculos. Será realizada 1 (uma) sessão do espetáculo para deficientes auditivos com audiodescrição presencial (profissional especializado).

Democratização do acesso

Conforme Plano de Distribuição de Produtos Culturais, 1560 ingressos gratuitos serão oferecidos a público de baixa renda, escolas, universidades, faculdades de artes cênicas e instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Outra ação será disponibilizar na internet (canal YouTube) registro audiovisual parcial do espetáculo após a quinta semana de temporada.

Ficha técnica

Ficha Técnica Autor: William Shakespeare Elenco: Malvino Salvador, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Elias Andreato. Lavínia Pannunzio e elenco a ser definido (os demais atores serão convidados quando o projeto viabilizar-se financeiramente e as agendas dos artistas estiverem livres) Direção e Figurinos: Gabriel Villela Cenografia: J C Serroni GABRIEL VILLELA (proponente) obs:AS ATRIBUIÇÕES DO PROPONENTE SÃO DIREÇÃO ARTÍSTICA, FIGURINISTA, DIRETOR DE ARTE E COORDENADOR DE ELENCO Gabriel Villela estudou Direção Teatral na Universidade de São Paulo. É diretor, cenógrafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com “VOCÊ VAI VER O QUE VOCÊ VAI VER”, de Raymond Queneau, e “O CONCÍLIO DO AMOR”, de Oscar Panizza. Desde então, recebeu 3 Prêmios Molière, 3 Prêmios Sharp, 12 Prêmios Shell, 10 Troféus Mambembe, 6 Troféus APCA, da reconhecida Associação Paulista de Críticos de Arte, 5 Prêmios APETESP, da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, 2 Prêmios PANAMCO e 1 Prêmio Zilka Salaberry. Encenou Pirandello (OS GIGANTES DA MONTANHA), Camus (CALÍGULA e ESTADO DE SÍTIO), Heiner Muller (RELAÇÕES PERIGOSAS), Calderón de La Barca (A VIDA É SONHO), Schiller (MARY STUART), William Shakespeare (MACBETH, ROMEU E JULIETA e SUA INCELENÇA RICARDO III), Strindberg (O SONHO) e Eurípides (HÉCUBA), e os dramaturgos brasileiros Nélson Rodrigues (A FALECIDA e VESTIDO DE NOIVA), Arthur Azevedo (O MAMBEMBE), João Cabral de Melo Neto (MORTE E VIDA SEVERINA), Carlos Alberto Soffredini (VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU), Dib Carneiro Neto (SALMO 91 e CRONICA DA CASA ASSASSINADA), Luís Alberto de Abreu (A GUERRA SANTA) e Alcides Nogueira (VENTANIA, A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA). Dirigiu uma trilogia de musicais de Chico Buarque para o TBC: "ÓPERA DO MALANDRO", "OS SALTIMBANCOS" e "GOTA D’ÀGUA". Grandes cantores nacionais o procuram sempre para direção de shows como Maria Bethânia (AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM), Elba Ramalho (ELBA RAMALHO CANTA LUIZ GONZAGA), Milton Nascimento (TAMBORES DE MINAS) e Ivete Sangalo (IVETE SOLO). Dirigiu musicais, óperas, dança e especiais para TV. Foi Diretor Artístico do Teatro Glória/RJ (1997/99) e também do TBC Teatro Brasileiro de Comédia/SP (2000/01). Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, sendo convidado a participar de Festivais nos EUA, Europa e América Latina. Com o Grupo Galpão (ROMEU E JULIETA), Gabriel Villela foi convidado para uma temporada no Globe Theatre, em Londres, conquistando a crítica e o exigente público londrino. O espetáculo voltou a Londres em 2012 para participar da OLIMPÍADA CULTURAL, evento paralelo aos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Seus últimos trabalhos foram HOJE É DIA DE ROCK, de Zé Vicente, BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues e PEER GYNT, de Ibsen (2016/17). Gabriel já esteve em Moscou (Festival Chekhov) com FAUSTO ZERO, de Goethe. Malvino Salvador Natural de Manaus, Malvino Salvador estudou contabilidade, trabalhou como bancário e também na Secretaria da Fazenda do Amazonas. Paralelamente, ele seguia a carreira de modelo, que começou aos 16 anos. Quando tinha 25 anos, o ator foi convidado a trabalhar como modelo em São Paulo, onde encontrou dificuldades nos primeiros meses e quase desistiu. Entretanto, as oportunidades se expandiram e Malvino começou a fazer campanhas publicitárias e investir na carreira de ator, dedicando-se a cursos de interpretação. Seu primeiro trabalho foi a atuação na peça "Blue Jeans" (2001). Na televisão, Malvino fez sua estreia em 2004 na novela "Cabocla", em que interpretou Tobias, um dos personagens principais. No ano seguinte viveu Vitório em “Alma Gêmea”, novela de Walcyr Carrasco, papel que lhe rendeu bastante destaque. Logo em seguida, em 2006, interpretou Camilo, seu primeiro vilão, na novela “O Profeta”. Em 2007 foi o boxeador Régis Florentino na novela “Sete Pecados” e em 2008 interpretou seu primeiro papel numa novela do horário nobre como Damião em “A Favorita”, personagem que tinha um relacionamento secreto com a casada Dedina (Helena Rinaldi). No mesmo ano estreou nos cinemas em “O Signo da Cidade”, dirigido por Carlos Alberto Riccelli. Seu bom desempenho na ainda curta carreira lhe rendeu o convite para viver o protagonista Gabriel em “Caras & Bocas” (2009). Em 2010 interpretou Jesus Cristo no espetáculo “Auto da Paixão de Cristo”, em Tocantins. Depois no Rio de Janeiro atuou na peça “Mente Mentira”. Em 2016 e 2017 protagonizou o espetáculo BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues, com direção de Gabriel Villela Chico Carvalho Ator formado pela Faculdade de Artes Cênicas da UNICAMP, mestre em Multimeios e doutorando em Artes da Cena, ambos departamentos do Instituto de Artes da UNICAMP. Protagonizou a montagem de Ricardo III cujo papel lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor ator do ano de 2013. No ano de 2015 esteve em cartaz com dois espetáculos: A Tempestade e Consertando Frank. Em 2016, PEER GYNT, de Ibsen, em 2017, BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues e em 2018/19, ESTADO DE SITIO, de Camus, ambos com a direção de Gabriel Villela. Foi professor de História do Teatro Brasileiro no curso de formação de atores da Escola Célia Helena, e também é radialista formado no curso de Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero. Elias Andreato Elias Andreato é um dos principais atores do teatro brasileiro. Seus trabalhos mais importantes em teatro foram: PEQUENOS BURGUESES de Máximo Gorki – direção Renato Borghi, DIÁRIO DE UM LOUCO de Nikolai Gogol – direção Marcio Aurélio, LUA DE CETIM de Alcides Nogueira – direção Marcio Aurélio, ÉDIPO REI de Sófocles – direção Marcio Aurélio SENHORITA JÚLIA de August Strindberg – direção Renato Borghi, ARTAUD “O ESPÍRITO DO TEATRO” de José Rubens Siqueira e Antonin Artaud – direção Francisco Medeiros, ESCOLA DE MULHERES de Molière – direção Roberto Lage, LAGO 21 de Anton Tchekov e Shakespeare – direção Jorge Takla, SEXO DOS ANJOS de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, VAN GOGH (Fragmentos da vida e obra de Van Gogh) roteiro de Elias Andreato - direção Marcia Abujamra, RÈPÉTITION de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, GAIVOTA de Anton Tchekov – direção Jorge Takla, OSCAR WILDE (Fragmentos da vida e obra de Oscar Wilde) roteiro Elias Andreato - direção Vivien Backup, AS CIDADES INVISÍVEIS de Ítalo Calvino – direção Márcia Abujamra, ARTAUD “ATLETA DO CORAÇÃO” DE Antonin Artaud – direção Márcia Abujamra, A CABEÇA de Alcides Nogueira – direção Márcia Abujamra, ESTADO DE SITIO, de Camus, direção Gabriel Villela Em TV: HELENA (NOVELA) TV MANCHETE, A IDADE DA LOBA (NOVELA) TV BANDEIRANTES, SUAVE VENENO (NOVELA) TV GLOBO, A MURALHA (MINISSÉRIE) TV GLOBO, SAI DE BAIXO (ROTEIRISTA 1997/1998) TV GLOBO Como diretor, realizou os principais trabalhos: NÃO TENHA MEDO DE VIRGÍNIA WOOLF (Fragmentos da obra e vida de Virginia Woolf) roteiro Elias Andreato com Ester Góes, FUTILIDADES PÚBLICAS solo de Patrícia Gaspar, LEVADAS DA BRECA criação coletiva com Mira Haar e Patrícia Gaspar, ARTE OCULTA de Cristina Mutarelli com Carlos Moreno e Cristina Mutarelli, IFIGÊNIA EM ÁULIS (Adaptação de Celso Frateschi da Tragédia Grega de Sófocles) com Celso Frateschi e Edith Siqueira, VISITANDO O SR. GREEN de Jeff Baron com Paulo Autran e Cássio Scapin, 3 VERSÕES DA VIDA de Yasmina Reza com Denise Fraga, Marco Ricca, Mario Schoemberger e Ilana Kaplan, O RIM – de Patrícia Melo com Carolina Ferraz, Marcelo Serrado, Heitor Martinez e Ivone Hoffman, ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR – de Dib Carneiro com Paulo Autran e Cláudio Fontana, OPERAÇÃO ABAFA - de Jandira Martini e Marcos Caruso com Miguel Magno, Jandira Martini, Marcos Caruso, Tânia Bondezan, Noemi Marinho, Francarlos Reis e Diego Leiva. Principais prêmios recebidos: SHELL - APCA - APETESP por SEXO DOS ANJOS e indicação para o prêmio MOLIÈRE. SOLO MIO indicação para o prêmio SHELL, VAN GOGH prêmio SHELL e APETESP de melhor ator, Em RÈPÈTITION indicado para o prêmio MAMBEMBE de melhor ator. KIKITO de melhor ator no curta-metragem FAÇA VOCÊ MESMO de Fernando Bonassi, Melhor ator no RIO CINE FESTIVAL pelo curta metragem DEDICATÓRIAS de Eduardo Waisman, Prêmio IBEU de melhor diretor pelo espetáculo musical OS FANTÁSTIKOS, Indicado ao Prêmio SHELL de melhor ator por OSCAR WILDE, Prêmio CULTURA INGLESA de melhor ator por OSCAR WILDE, Prêmio QUALIDADE BRASIL de melhor diretor em comédia por 3 VERSÕES DA VIDA. Claudio Fontana Claudio Fontana é ator e produtor teatral. Fez 6 anos de teatro amador em São Paulo e iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1990 em “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU”, de C. A. Soffredini, direção de Gabriel Villela, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio APETESP de Revelação. A partir de então, alternou trabalhos em TV, teatro e cinema. Em teatro, destacam-se “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR” (2005/06), onde contracenou com PAULO AUTRAN; “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, “FELIZ ANO VELHO” e “TRAÇAS DA PAIXÃO”, de Alcides Nogueira; “PÉROLA”, de Mauro Rasi e “ANDAIME”, de Sergio Roveri. Sob a direção de Gabriel Villela, “MARY STUART”, de Schiller, “A GUERRA SANTA”, de Luis Alberto de Abreu e “CALÍGULA”, de A. Camus e em 2012 MACBETH, de Shakespeare. Na TV, gravou "I LOVE PARAISOPOLIS",“REI DAVI”, “CIRANDA DE PEDRA”, “AMERICA”, a minissérie “UM SÓ CORAÇÃO”, “SEUS OLHOS”, “FERA FERIDA”, “AS PUPILAS DO SR. REITOR”, “DEUS NOS ACUDA”, “O AMOR ESTÁ NO AR”, entre outras. No cinema, fez “I HATE SÃO PAULO”, longa que participou da Mostra Internacional de São Paulo de 2003, e “ZICO, O FILME”, sobre a vida do ex-jogador. Estreou como produtor teatral de espetáculos onde atuava em “UMA COISA MUITO LOUCA”, de Flávio de Souza. Em 2001, produziu e atuou em “PÓLVORA E POESIA”, de Alcides Nogueira, espetáculo vencedor de 3 Prêmios Shell. Em 2002/2003, produziu e atuou em “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, com a atriz Walderez de Barros. Em 2005/2006, atuou e produziu “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, com Paulo Autran, direção de Elias Andreato. Em 2007/8, produziu e atuou em “ANDAIME”, com Cássio Scapin e 2008/9 atuou e produziu “CALÍGULA”, com Thiago Lacerda, direção de Gabriel Villela. Em 2012/13 atuou e produziu MACBETH, com Marcello Antony, direção de Gabriel Villela e produziu HAMLET, com Thiago Lacerda. Em 2014, fez "UM REQUIEM PARA ANTONIO" sobre a vida de Mozart, em 2016 "ESPERANDO GODOT", com Elias Andreato e em 2017 "BOCA DE OURO", de Nelson Rodrigues. Em 2018/19, ESTADO DE SITIO, de Camus. Lavínia Pannunzio Lavínia Pannunzio nasceu em Uberlândia, Minas Gerais. Começou a fazer teatro na escola, em sua cidade natal. Em 1992, forma-se na Universidade Estadual de Campinas. Como atriz, já trabalhou também no cinema e na televisão. Ganhou diversos prêmios, entre eles APCA e Coca-Cola/Femsa (como diretora) e Mambembe (atriz). Seus últimos trabalhos importantes no teatro foram Elizabeth Costello, direção de Leonardo Ventura, Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, direção de Gabriel Villela, Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, Direção Eric Lenate, Vidas Privadas, de Noel Coward, Direção José POssi Neto, Ludwig e suas irmãs, de Thomas Bernhard, Direção Eric Lenate e Dias de Felicidade, de Leilah Assunção, Direção Regina Galdino J C Serroni J.C.Serroni, que dirigiu o espaço Cenográfico de São Paulo de 1997 a 2014, realizou mais de uma centena de cenografias nos seus 25 anos de trabalho. Com a direção de Gabriel Villela, fez a cenografia de "Estado de Sitio", de Camus (indicação ao Prêmio Shell de Melhor Cenografia em 2019), “Ópera do Malandro”, “Os Saltimbancos”, “Gota D’Água” e “A Ponte e a Água de Piscina” com o qual concorreu ao Prêmio Shell de Melhor Cenografia em 2002. Lançou em setembro de 2002 o livro “Teatros: uma memória do espaço cênico no Brasil”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.